Tue 18 May 2010
VI Cúpula União Européia, América Latina e Caribe, Prêmio Nova Economia, audiências com Sarkozy e Erdogan
Posted by robertocordeiro under Uncategorized
A agenda do presidente Lula, nesta terça-feira (18/5), começa com reuniões da VI Cúpula União Européia, América Latina e Caribe, no Instituto de Feiras de Madri (IFEMA). O presidente Lula desembarcou ontem (17/5), em Madri, após uma viagem bem sucedida a Teerã onde mereceu destaque nas principais redes de televisão mundiais. O acordo referente à produção de energia nuclear firmado com o Irã e com apoio da Turquia teve destaque internacional. Ao chegar a Madri, Lula participou da reunião com os chefes de Estado e de Governo que integram a União Européia e o Mercosul. O objetivo é conseguir uma aproximação destes dois blocos econômicos.
Já nesta terça-feira, às 10h, o primeiro compromisso ocorre com a abertura da VI Cúpula UE, América Latina e Caribe com discurso do prineiro ministro espanhol José Luís Rodríguez Zapatero. O encontro transcorre durante todo o dia. Porém, dois eventos estão sendo muito esperando pela comunidade internacional: a reunião com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e a conversa com o primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan. O ministro turco foi fundamental no acordo firmado com o Irã sobre energia nuclear.
À noite, Lula recebe o prêmio “Nova Economia”, em evento no Palácio de Congressos, com a participação de diversas autoridades da Espanha. No dia seguinte, Lula estará no seminário promovido pelos jornais El País e Valor Econômico que tem por objetivo avaliar os investimentos das empresas espanholas no Brasil.


A ficção e o acordo no Irã
A estratégia fartamente difundida na mídia mostra como pseudo-lideres podem influenciar e deturpar os fatos e o destino dos acontecimentos políticos no mundo. Desde a antiguidade os dirigentes ou militares usaram de artifícios para a consecução dos seus objetivos. O presente grego ofertado aos troianos – o célebre Cavalo de Tróia –, o pacto de não-agressão proposto por Hitler aos soviéticos, entre outros truques já utilizados e conhecidos, compõem a estratégia da fraude a serviço da obtenção de objetivos.
No âmbito local fala-se dos acordos prévios feitos, pelo “líder dos trabalhadores” com os patrões, para conduzir as greves dentro das perspectivas lucrativas das empresas em favor das trocas de benesses entre estes e o líder que controla os movimentos grevistas. Tudo sob controle.
A estratégia é simples: cria-se um “fato-ficção” clonado de um fato real. Transforma-se esse fato em forte expectativa que esse pacto-ficção crie uma solução definitiva. No caso de fracasso constroem-se explicações que o justifique.
Se o objetivo for “ganhar tempo”, prolongam-se as conversações e constroem-se acordos secretos para permitir que as soluções sejam bastante vagarosas e confusas. A previsibilidade futura dependerá da paciência entre os envolvidos e do tempo que se necessita para a estratégia surtir efeito. Enquanto isso se usa a propaganda para enaltecer os propositores do plano e ridicularizar os opositores da “idéia pacificadora”.
Como esses truques já são antigos e manjados, seus propositores correm o risco de caírem no ridículo. Mas, em contrapartida, grande parte da população desinformada continuará acreditando nos seus “bons propósitos”.
É uma pena sabermos que, tanto lá como cá, estamos diante de dirigentes delinqüentes.
E os aiatolás ficam nos bastidores e deixam o “rato maluco” como escudo…
O crack e a petralhada-excremento.
O governo Lula permitiu que o país mergulhasse no consumo do crack. De 2003 para cá, alcançou a marca de 1,3 milhão de usuários, sem que um dedo público fosse movido para combater esta praga gerada pela conivência com a narcoguerrilha das FARC e com o índio cocalero Evo Morales. Chegamos ao ponto de ver Lula ostentando um colar de folhas de coca, dissertando sobre os benefícios da planta, em cerimônia pública, promovendo o produto in natura ao lado do presidente boliviano. O país não possui nem estatístiscas sobre a droga, segundo revelou recentemente o ministro da Saúde José Gomes Temporão, no Painel RBS, no Rio Grande do Sul. O que está ocorrendo agora? A candidata Dilma Rousseff(PT)encampa o tema em comercial no horário do PT. Em seguida, o governo começa a mobilizar reuniões com prefeitos e autoridades para discutir o tema. Daqui a pouco, com certeza, virá uma campanha nacional de mídia do Governo Federal, que poderá ser veiculada até as eleições, tendo em vista que é um problema de saúde pública. Tudo articulado como mais uma estratégia midiática para burlar a lei e turbinar a candidata oficial. Como efeito colateral desta droga que é o oportunismo eleitoreiro, Dilma Rousseff tenta lucrar diretamente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde a RBS realiza a campanha “Crack Nem Pensar” já fazem alguns anos, de forma maciça. A oposição tem 40 minutos, nos próximos 30 dias, para abordar o tema com força nos programas e nos comerciais de TV, responsabilizando o governo Lula diretamente pelo problema. Ou, daqui a pouco, vai ter que escutar que o problema do crack no Brasil foi criado pelo FHC e pelos tucanos. A epidemia do crack é um problema de saúde, mas também de segurança pública. Era só o que faltava o governo transformar Dilma Rousseff na heroína do combate à droga, quando ela participou ativamente da mais completa inatividade do governo Lula em relação ao tema.
A Força Nacional de Segurança Pública ( FNSP ), criada em 2004, é um programa de cooperação de Segurança Pública brasileiro, coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça (MJ).
É um órgão que foi criado durante a gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, idealizado pelo Ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.
Quem adivinhar qual é o poderoso chefão da Secretaria Nacional de Segurança Pública ganha 10kg de urânio enriquecido e um videogame com autógrafo de Paulo Li.
The Economist publicou!
Situação do Brasil antes e depois: Itens
Nos tempos de FHC
Nos tempos de LULA
Risco Brasil
2.700 pontos
200 pontos
Salário Mínimo
78 dólares
210 dólares
Dólar
Rs$ 3,00
Rs$ 1,78
Dívida FMI
Não mexeu
Pagou
Indústria naval
Não mexeu
Reconstruiu
Universidades Federais Novas
Nenhuma
10
Extensões Universitárias
Nenhuma
45
Escolas Técnicas
Nenhuma
214
Valores e Reservas do Tesouro Nacional
185 Bilhões de Dólares Negativos
160 Bilhões de Dólares Positivos
Créditos para o povo/PIB
14%
34%
Estradas de Ferro
Nenhuma
3 em andamento
Estradas Rodoviárias
90% danificadas
70% recuperadas
Industria Automobilística
Em baixa, 20%
Em alta, 30%
Crises internacionais
4, arrasando o país
Nenhuma, pelas reservas acumuladas.
Cambio
Fixo, estourando o Tesouro Nacional.
Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central
Taxas de Juros SELIC
27%
11%
Mobilidade Social
2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
Empregos
780 mil
11 milhões
Investimentos em infraestrutura
Nenhum
504 Bilhões de reais previstos até 2010
Mercado internacional
Brasil sem crédito
Brasil reconhecido como investment grade
O Instituto FHC, apresentou seu projeto de digitalização do acervo de FHC e captou da mesma forma um valor quase 5 vezes mais elevado do que Sarney: R$ 5,7 milhões.
A captação de FHC se deu na Sabesp (estatal do governo paulista, hoje de José Serra, na época, de Geraldo Alckmin), e diversas empresas beneficiadas pelas privatizações, ligadas aos tucanos. Todas descontaram no Imposto de Renda o valor repassado ao iFHC, portanto trata-se de dinheiro público dos impostos que, em vez de serem recolhidos à receita federal, são usados no iFHC, a título de incentivo fiscal à cultura.
Esse projeto do iFHC encontra-se com as seguintes pendências de prestação de contas junto ao ministério da Cultura: