A agenda de trabalho do presidente Lula, desta sexta-feira (9/4), começa com despachos internos no gabinete provisório da Presidência da República, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Depois, Lula concede entrevista ao jornal espanhol El País e, ainda pela manhã, recebe o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Jorge Felix.
Ao meio dia, no Palácio Itamaraty, Lula se encontra com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, que visita o Brasil pela primeira vez desde a posse ocorrida no mês passado. Após reunião reservada, Lula e Piñeira se deslocam até o salão ao lado para assinatura de atos. Na ocasião, o presidente chileno será condecorado com a Ordem do Cruzeiro do Sul. A audiência se encerra com almoço oferecido pelo presidente brasileiro.
Às 15h, Lula concede audiência à presidente do Conselho Regional de Poitou-Charentes, Ségolène Royal, no CCBB – ela foi candidata à presidente da França em 2007, mas perdeu para Nicolas Sarkozy. A agenda contempla ainda audiências ao ministro Ricardo Lewandowski, do STF e do TSE, ao ministro da Saúde José Gomes Temporão, e ao vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Jonas Barcellos Correia Filho.
Presidente Lula cumprimenta rei Carl Gustaf observados pela rainha Silvia e a primeira-dama Marisa Letícia. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Lula e a primeira-dama, Marisa Letícia Lula da Silva, receberam para um jantar, na noite desta terça-feira (23/3), no Palácio da Alvorada, o rei da Suécia, Carl Gustaf, e a rainha Silvia. A recepção é parte da agenda de compromissos que os reis suecos cumprem no Brasil.
Nesta quarta-feira (24/3), às 12h, no Palácio do Itamaraty, acontece um encontro de trabalho, seguido de almoço, como parte da visita oficial ao país.
O trecho Colinas-Guaraí da Ferrovia Norte-Sul será inaugurado, nesta terça-feira (23/3), pelo presidente Lula. De acordo com a agenda de trabalho, Lula seguiu para o estado do Tocantins e visita, agora pela manhã, o canteiro de obras da Norte-Sul, em Miracema (TO). No fim da manhã, o presidente segue em viagem inaugural do trecho entre os municípios de Colinas e Guaraí.
A cerimônia que marca a inauguração daquele trecho e do Pádio Multimodal de Guaraí-Tupirama está previsto para 12h15. Às 15h, a comitiva do presidente Lula retorna para Brasília, com decolagem do Aeroporto brigadeiro Lysias Rodrigues.
Às 20h30, no Palácio da Alvorada, Lula oferece jantar ao rei e rainha da Suécia Carl Gustaf e Silvia.
ALTERAÇÃO: Por causa da chuva intensa em Tocantins, as atividades naquele Estado foram canceladas. O presidente Lula retornou para Brasília onde mantém agenda de trabalho. O jantar aos reis da Suécia está mantido.
O presidente Lula concedeu entrevista aos jornalistas, no Hotel Four Seasons, antes de embarcar para o Brasil. Na oportunidade, Lula fez uma avaliação da primeira viagem oficial de um presidente da República do Brasil ao Oriente Médio. Segundo Lula, mais do que a equação dos conflitos naquela região, o Brasil “está discutindo a paz no mundo”. E complementou: “Não queremos que se repita o Iraque. O Brasil tem história e disposição para fazer o jogo. E vamos fazer porque todos querem que o Brasil participe.”
Lula iniciou a avaliação da viagem dizendo que a visita ao Oriente Médio “para mim era uma coisa que precisava ter sido feita há mais tempo, mas as coisas acontecem quando tem a construção que envolve as datas de cada país a ser visitado”. O presidente brasileiro voltou a afirmar que a ONU deveria liderar este processo e não o faz por conta do enfraquecimento político do organismo internacional. Então, a organização passa a ser substituída por países que têm relações com os Estados em conflito.
“Na medida em que a ONU não cumpre, o papel fica por conta dos países que têm relações com Israel e com a Palestina”, explicou Lula para assinalar que é importante discutir a situação ouvindo todas as partes interessadas e, deste modo, “fazer o mapeamento de quem pode fazer o quê ou quem pode ajudar quem”.
“Vim aqui. Ouvi muito. Aprendi muito e tem mais gente para ouvir. É preciso que tenhamos disposição de dialogar, mas sem decisões precipitadas”, enfatizou o presidente.
A entrevista do presidente Lula tem pouco 18 minutos duração. O Blog do Planalto publica o vídeo em duas partes. Outro tema abordado foi a decisão da Câmara dos Deputados sobre o modelo de partilha dos royalties de petroleo aos estados e municípios. Segundo Lula, essa questão deve ser tratada pelo Congresso Nacional. Após a entrevista, a comitiva seguiu para o Aeroporto Queen Alia. A chegada na Base Aérea de Brasilia está prevista para 22h40.
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Fábio José com o presidente Lula durante visita à fábrica da Positico, em Curitiba (PR). Foto e Vídeo Ricardo Stuckert/PR
Fábio José, 24, estava em casa quando o telefone tocou para o seu irmão. Do outro lado da linha, uma proposta de emprego que seria recusada pelo fato do jovem não ter concluído os estudos e sequer conhecimento de informática. Foi quando a mãe arrumou uma solução caseira: o Fábio poderia ir à entrevista em substituição ao irmão e, com certeza, as chances do trabalho seriam maiores. A proposta foi aceita, ele foi aprovado nos testes e iniciou uma carreira no grupo Positivo, em Curitiba (PR).
Na visita do presidente Lula, Fábio contou ao repórter fotográfico Ricardo Stuckert a história de sua vida. Ele reforça as palavras de Lula sobre a importânca dos estudos. Para os leitores do Blog do Planalto, o jovem deixou uma mensagem. Confiram:
Sirlena Ronchi emocionou o presidente Lula ao contar sua história de persistência pelo trabalho e pelo estudo. (foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Lula previu, na noite desta sexta-feira (13/3), em Londrina, que o Brasil será “exportador de inteligência e conhecimento”. Segundo ele, por este motivo, se faz necessário que os brasileiros invistam nos estudos, sejam nas universidades ou nos institutos federal que oferecem cursos técmnicos. Lula enfatizou também que, se o século 19 foi dos países europeus e o século 20 foram dos Estados Unidos, “o século 21 será do Brasil, da China, da Índia e dos países pobres”. O presidente foi a Londrina para a cerimômnia de assinatura de contratos para construção de residências no âmbito do programas Minha Casa, Minha Vida e da inauguração da central de atendimento da Dedic GPTI, emprego do grupo Portugal Telecom.
Nas duas cerimônias, que acontceram no prédio da empresa de call center, Lula foi surpreendido com a funcionária Sirlena Fratoni Ronchi. Ela roubou a cena ao discursar para as autoridades. O depoimento emocionou a todos. Ela explicou que não tinha perspectiva de vida. Cuidava do lar. Porém, por iniciativa do marido resolveu entrar no mercado de trabalho : “Fiz um teste aqui e fui reprovada, pois catava milho”. Mas adiante recebeu outra oportunidade na empresa e, deste modo, trabalha e estuda. “Vou me formar e trabalhar no setor de recursos humanos da empresa”, disse para em seguida agradecer ao presidente Lula.
“Foi por causa do seu governo que consegui financiar meu apartamento e o meu marido manter a empresa dele. Gostaria muito de poder de abraçá-lo”, destacou.
Sensibilizado, Lula dedicou parte do discurso a Sirlena. Ele disse que exemplos como o da família da funcionária da Dedic GPTI deveriam ser apresentados aos brasileiros para que a sociedade conheça “as coisas boas que acontecem em nosso país”. Lula afirmou que é para olhar na cara das pessoas que tem deixado o gabinete em Brasília e viajado pelo Brasil. “Estou vendo a alegria das pessoas que estão vencendo na vida”, explicou.
O presidente lamentou o fato de grupos de comunicação terem por costume divulgar com mais ênfase “a desgraça e o fracasso” o dia inteiro. Ele manifestou tristeza porque fatos bons não aparecem na mídia. Citou também que certo dia, em conversa com um excutivo do setor, recebeu como resposta que a divulgação, por exemplo, da oferta de postos de trabalho não é considerada notícia. “Por iso, venho aqui mostrar o outro lado da moeda. O lado do Brasil que funciona. O lado do Brasil que desperta para atrair investidores”, assegurou.
Lula destacou importantes avanços que vem conseguindo nestes sete anos de governo. Conforme explicou, quando lançou o programa Bolsa Família certos setores da sociedade torceram o nariz para a iniciativa. Mas, o tempo se encarregou de mostrar que estes setores estavam errados. O programa Luz Para Todos também foi colocado para a plateia como demonstração de que o governo investe o desenvolvimento social do país. O presidente apontou os avanços na área educacional com a criação de universidades e institutos federais que permitem a formação de qualidade para a população.
O presidente Lula cumpre agenda de trabalho, nesta terça-feira (2/3), no Estado de São Paulo. Agora pela manhã, em Sorocaba, Lula visita a fábrica da Fiat e participa da cerimônia de inauguração da unidade industrial da Case New Holand (CNH) da montadora italiana. No início da tarde, o presidente embarca com destino a São Paulo. Lá, ele será recebido em almoço oferecido pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Em seguida, o presidente comparece à cerimônia de encerramento do Encontro de Administradores do Banco do Brasil no Estado de São Paulo, no Transamérica Expocenter, em Santo Amaro. Às 18h10, Lula participa de reunião sobre o acordo recém-assinado entre o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF) e a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) sobre terreno para projeto social na Vila Carioca (SP). O embarque para Brasília está previsto para as 20h.
Presidente Lula discursa durante encerramento de reunião em Cancún, México (foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Lula enfatizou, durante discurso de encerramento da sessão plenária da II Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento (Calc) e XXI Cúpula do Grupo do Rio, em Cancún (México), que a Organização das Nações Unidas (ONU) deveria exercer um papel importante na busca da paz no Oriente Médio. Segundo o presidente brasileiro, o enfraquecimento da ONU interessa a algumas potências mundiais para que mantenham a liderança nos conflitos.
“A ONU deveria ter assumido responsaiblidade de estar negociando a paz no Oriente Médio”, enfatizou. “Esse é um assunto que espero que, em alguma reunião, seja colocado em pauta para a gente discutir”, disse.
Lula também lamentou a falta de entendimento na reunião sobre mudanças climáticas sob liderança da ONU ocorrida em Copenhague (Dinamarca), em dezembro do ano passado, e depositou esperanças de avanços importantes serem obtidos em 2010, quando o assunto estará em debate na Cidade do México. No discurso, o presidente brasileiro contou sobre a reunião ocorrida com a participações de líderes das maiores potênciais mundiais: “Tudo era feito para se negar o protocolo de Quioto e jogasse nas costas da China a responsabilidade do fracasso”. Lula lamentou a “pobreza de espírito” daquela reunião e enfatizou que nem na época da liderança sindical no Brasil presenciou chefes de Estado e de governos debatendo questões menores que ele classificou que “parágrafos”.
O presidente enfatizou que a conta dos danos causados ao clima do planeta deve ser paga pelas grandes potências que poluiem há mais de 200 anos. Porém, muitos países agem como se estivessem prestando um favor. Ele atribuiu ao fato de não ter sido fechado um acordo em Copenhague “porque não tinha organização não tinha coordenação”.
A devastação no Haiti em função de terremoto foi outro assunto abordado pelo presidente Lula no pronunciamento. Segundo o presidente do Brasil é importante que os países da América Latina e Caribe apoiem a reconstrução daquele países. Lula frisou que as decisões tiradas nas duas cúpulas podem ser consideradas poucas, mas defendeu a necesssidade de “sermos mais solidários ao Haiti” e fortalecer o governo do Haiti eleito de forma democrática. Lula enfatizou ser importante assegurar a legitimidade do governo de René Prevál, presidente daquele país, como forma de evitar, no futuro, interferência de outros países. Ele também lamentou as mortes de cidadãos brasileiros.
Mostrando-se um líder otimista, Lula diz esperar o surgimento de um governo que acabe com o bloqueio econômico a Cuba. Segundo ele, a questão deve ser tratada com mais frequência nas futuras reuniões dos governantes das cúpulas Calc e Grupo do Rio. Para o presidente, isso deve ser parte do cotidiano dos países. “Só teremos chances de desenvolvermos e crescermos economicamente se tivermos paz e tranquilidade. Por isso, essa criação da comunidade latinoamericana e caribenha. Dessa forma, companheiros, quero dizer para vocês que isso é gratificante. Não esperava que chegásssemos tão rápido. Isso me motiva a dizer a todos vocês que não há razão para sermos pessimistas. Olha o que era o nosso continente há 10 ou 20 anos atrás para dizer que avançamos de forma extraordinária. Não resolvemos todos os problemas sociais mais concretizamos a democracia”, afirmou.
Lula tocou também na questão de Honduras. “A gente não pode aceitar, nem por brincadeira, que essa experiência de juntas militares prevaleçam na América Latina e Caribe”, disse. Ao término do pronunciamento, o presidente Lula agradeceu ao presidente do México, Felipe Calderón, pela realização da conferência. Depois da reunião, o Brasil buscou um encontro bilateral com o México. O objetivo é fortalecer as bases para a construção de um compelxo petroquímico com a participação do conglomerado brasileiro Brasken. Estão previstos investimentos de US$ 2,5 bilhões.
Ainda hoje, o presidente Lula segue viagem para Cuba. Amanhã, a comitiva brasileira inicia uma série de compromissos naquele país. No dia seguinte, Lula visita o Haiti e conclui o périplo pela América Central e Caribe na próxima sexta-feira, em El Salvador, onde acontece reuniões políticas e econômicas.
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Presidente Lula chega a Cancún (México) para reunião do Grupo do Rio (fotos: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Lula participa, nesta segunda-feira (22/2), em Cancún (México), da XXI Cúpula do Grupo do Rio (G-Rio) e da II Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento (CALC). Nas duas cúpulas, segundo o Ministério das Relações Exteriores, os quatro temas principais serão: nova institucionalidade; desafios e oportunidades em um contexto econômico incerto; integração regional e Haiti.
A cerimônia de abertura acontece às 11h30 (horário de Brasília). De acordo com comunicado oficial sobre a reunião, um dos objetivos centrais das cúpulas é o lançamento de uma discussão entre todos os Estados da América Latina e do Caribe sobre a convergência dos processos da CALC e do Grupo do Rio. As cúpulas deverão, igualmente, adotar Declaração de Solidariedade ao Haiti. Nesse contexto, serão discutidas iniciativas a serem implementadas pelos países da América Latina e do Caribe para apoiar o Haiti em seus esforços de reconstrução e desenvolvimento.
O presidente Lula chegou ontem (21/2) ao México. Além das duas cúpulas que acontecem em Cancún, o presidente brasileiro tem agenda em Havana (Cuba), nesta terça-feira (23/2), onde será recebido por Fidel Castro. Na quinta-feira, Lula visita o Haiti e, na mesma data, segue para El Salvador. A viagem termina na sexta-feira (26/2), com a participação num seminário com empresários dos dois países em San Salvador.
O presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (19/2), que em seu governo não há discriminação partidária quando uma reivindicação é apresentada, seja o prefeito ou governador da base aliada ou não. A explicação do presidente foi dada a jornalistas em entrevista coletiva concedida logo após seu discurso na fábrica de papel e celulose Fibria/Votorantim, em Três Lagoas (MS).
“Você acha estranho que o Presidente da República esteja andando com um prefeito de um partido e um governador de outro? O Presidente da República, no exercício de suas funções, não tem partido. Não tem amigos ou inimigos. Trata da relação institucional com todo mundo. Da forma mais republicana possível. Acabou o tempo da mesquinharia política em que um governador, por ser de um partido político, ia numa cidade e não se encontrava com o prefeito por ser de outro partido político. Um Presidente da República ia num estado e não ia visitar o governador ou não conversava com o prefeito por serem de outros partidos políticos. Esse comportamento levou o Brasil a um atraso quase secular. Não é essa a minha postura. Quando os entes federados trabalham juntos, o resultado é extremamente positivo para o povo. Quando a gente permite a mesquinhez política, o prejudicado é o povo.
Ouça a íntegra da entrevista:
Lula comentou também a aliança política que vem montando com o PMDB. Segundo ele, trata-se de um entendimento político definitivo a nível nacional. Porém, ele reconheceu algumas dificuldades regionais e explicou que, se as questões não forem equacionadas, não subirá em mais de um palanque naquele estado onde existirem divergências partidárias. O presidente acredita que há tempo suficiente para que as direções regionais e nacionais possam resolver as pendências existentes.
O presidente afirmou que a Telebrás -- holding que comandou as companhias estatais de telefonia fixa e móvel no Brasil -- será recuperada. A empresa esteve em processo de liquidação após a privatização das companhias telefônicas em 1998, mas segundo Lula será fortalecida no processo do Plano Nacional de Banda Larga.
O presidente voltou a explicar que não emitirá opinião sobre a questão política do Distrito Federal. Segundo ele, como o assunto vem sendo analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) “o Presidente da República não pode dar palpite”. Ele enfatizou que não comenta nada sobre hipóteses.
Sobre a construção de uma unidade de fertilizantes da Petrobras naquele município, Lula explicou que não tinha condições de comentar o assunto, pois deveria ser motivo de análise da estatal e, por tanto, uma manifestação iria causar reflexo inclusive no mercado acionário internacional. Lula voltou a afirmar que continuará percorrendo o País inaugurando obras até o último minuto do último dia do seu governo. “Se, em algum momento da história, o Presidente da República não viajava porque não tinha obra para inaugurar, era problema dele. Eu vou continuar andando”, disse.
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