Entries tagged with “tragédia no Haiti”.


(Trecho em vídeo do programa desta segunda-feira. Vídeo: Ricardo Stuckert)

No programa de rádio Café com o Presidente, o primeiro de 2010, o presidente Lula falou da tragédia que, na semana passada, arrasou o Haiti, país que tem no Brasil a liderança da tropa de paz. Segundo o presidente, por este motivo, “o Brasil tem um papel muito importante no Haiti”.

“Lamentavelmente, nós tivemos a morte de soldados brasileiros, do representante do Brasil na ONU e da dona Zilda Arns, ou seja, foi uma situação muito difícil porque não tinham os instrumentos necessários para que a gente pudesse remover os destroços e salvar pessoas com vida, que foi a primeira preocupação. Nós imediatamente mandamos alimentos, mandamos aviões com bombeiros, com cães farejadores, médicos. Na semana passada foi montado o hospital de campanha das Forças Armadas para atender as pessoas. E o mundo todo está sensibilizado. Agora, é preciso transformar essa sensibilidade em ajuda concreta, em dinheiro, para que a gente possa reconstruir o Haiti. O Brasil está já há vários anos reivindicando dinheiro dos países doadores, porque é preciso que a gente resolva o problema do Haiti com mais rapidez, e eu espero que em função desse terremoto e da catástrofe acontecida no Haiti, com milhares de mortos ainda não avaliados, porque não sabemos quantos realmente morreram, eu espero que o mundo inteiro resolva colocar dinheiro para que a gente reconstrua o Haiti e que a gente possa dar uma qualidade de vida digna àquele povo, que foi o primeiro povo do nosso continente a conquistar a sua independência”, disse.

Ouça a íntegra do programa Café com o Presidente:

Lula enfatizou que os países estão se mobilizando para ajudar o povo do Haiti. Ele lembrou as iniciativas do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e do Banco Mundial, que doou US$ 100 milhões. Aqui no Brasil, conforme determinou o presidente, foi criado um comitê de crise, e colocou-se à disposição US$ 15 milhões. O presidente explicou que somente serão enviados para aquele país os materiais que forem realmente necessários. “Agora, a prioridade “um” é a gente cuidar da água e da alimentação do povo do Haiti, e vamos tentar pedir alimentos, de acordo com as necessidades do povo do Haiti. O que não pode acontecer é a gente ficar recolhendo coisas que depois nem os próprios haitianos precisam”, destacou.

Na entrevista, o presidente comentou também o lançamento da pedra fundamental da refinaria Premium 1, da Petrobras, ocorrido em Bacabeira (MA). O presidente previu que haverá uma “grande revolução industrial no Maranhão”.

“Atrás de uma refinaria dessas, vai ter outras fábricas, vai ter hotel, vai ter universidade, vai ter escola técnica, vai ter muita formação profissional, e vai ter restaurante, portanto, eu acho que é um desenvolvimento extraordinário. Eu acho que essa é uma política de desenvolvimento regional que não tem mais volta. Ou seja, o Brasil aprendeu que não adianta você ter um, dois, três, quatro estados muito ricos e o restante pobres. É preciso que a gente tenha uma distribuição das possibilidades de investimentos em todo o território nacional, para que o Brasil cresça de forma mais igualitária, mais justa e mais solidária”, assegurou

.


[14] Comentários

O governo brasileiro encaminhará para Porto Príncipe, no Haiti, medicamentos, alimentos prontos e água engarrafada em voos que partem da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Já está restabelecida a ponte aérea Brasil-Haiti. A informação é do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, coordenador do gabinete da crise instituído na última quarta-feira (13/1) por determinação do presidente Lula. Neste instante de dificuldades da população daquele país, os aviões somente transportarão donativos que forem pedidos pelas autoridades haitianas. Segundo o ministro Felix, as autoridades brasileiras tiveram experiências em outras tragédias quando encaminharam aos locais de atendimentos produtos desnecessários.

As doações dos brasileiros podem ser encaminhadas para três setores: 1 -- Medicamentos e ofertas de serviços médicos devem ser informados à coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde. As instituições podem contatar pelo e-mail: missaodeajudasamu192@saude.gov.br ou pelo telefone 61 3315-3518. No caso do cidadão comum, o contato pode ser direto com o 192 da central SAMU da cidade ou do Estado. 2 -- Alimentos prontos e água engarrafada devem ser entregues à Defesa Civil. Saiba os endereços aqui. 3 -- Outras ofertas de serviços -- Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) pelo e-mail saci@planalto.gov.br ou pelo fax 61 3411-1297.


No início da tarde deste sábado, o general Jorge Félix; o subchefe de Comando de Controle do Estado Maior do Ministério da Defesa, contra-almirante Paulo Zuccaro, e o subsecretário do Ministério das Relações Exteriores para a América do Sul, Antonio Simões, concederam entrevista coletiva para apresentar o balanço da primeira semana de ação do grupo do governo federal. As autoridades brasileiras asseguraram que, neste momento, a participação do Brasil no Haiti estará dividida entre a liderança da missão militar e a prestação da ajuda humanitária. O general Felix explicou que, em função das dificuldades de comunicação, foram enviados telefones celulares que operam por satélite.

Neste sábado, os voos militares para Porto Príncipe começam a decolar do Galeão, no Rio. Ontem (14/1), fechou-se entendimento entre os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Haiti para equacionar a questão do aeroporto da capital haitiana. O contra-almirante Zuccaro explicou que o controle interno do aeroporto permanece sob domínio dos americanos. A parte externa fica a cargo dos militares brasileiros que integram a tropa de paz naquele país. Zuccaro não descartou a possibilidade de o Brasil enviar mais batalhões para apoiar a segurança de distribuição dos donativos, bem como auxiliar na segurança interna do Haiti. Veja a entrevista aqui:

O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do núcleo de atendimento aos brasileiros, recebeu informações que induziriam à conclusão de que 500 brasileiros civis estariam naquela região atingida pelo terremoto. Porém, Simões explicou que o número não é verdadeiro, pois além de duplicidade, existem pedidos de informações sobre militares em missão no Haiti. Oficialmente, o governo confirma que 14 militares e a médica Zilda Arns morreram em Porto Príncipe. Existem três militares e Luiz Carlos da Costa, principal funcionário brasileiro na ONU, desaparecidos.


[295] Comentários

O governo brasileiro encaminhará para Porto Príncipe, no Haiti, medicamentos, alimentos prontos e água engarrafada em voos que partem da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Já está restabelecida a ponte aérea Brasil-Haiti. A informação é do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, coordenador do gabinete da crise instituído na última quarta-feira (13/1) por determinação do presidente Lula. Neste instante de dificuldades da população daquele país, os aviões somente transportarão donativos que forem pedidos pelas autoridades haitianas. Segundo o ministro Felix, as autoridades brasileiras tiveram experiências em outras tragédias quando encaminharam aos locais de atendimentos produtos desnecessários.

As doações dos brasileiros podem ser encaminhadas para três setores: 1 -- Medicamentos e ofertas de serviços médicos devem ser informados à coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde. As instituições podem contatar pelo e-mail: missaodeajudasamu192@saude.gov.br ou pelo telefone 61 3315-3518. No caso do cidadão comum, o contato pode ser direto com o 192 da central SAMU da cidade ou do Estado. 2 -- Alimentos prontos e água engarrafada devem ser entregues à Defesa Civil. Saiba os endereços aqui. 3 -- Outras ofertas de serviços -- Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) pelo e-mail saei@planalto.gov.br ou pelo fax 61 3411-1297.


No início da tarde deste sábado, o general Jorge Félix; o subchefe de Comando de Controle do Estado Maior do Ministério da Defesa, contra-almirante Paulo Zuccaro, e o subsecretário do Ministério das Relações Exteriores para a América do Sul, Antonio Simões, concederam entrevista coletiva para apresentar o balanço da primeira semana de ação do grupo do governo federal. As autoridades brasileiras asseguraram que, neste momento, a participação do Brasil no Haiti estará dividida entre a liderança da missão militar e a prestação da ajuda humanitária. O general Felix explicou que, em função das dificuldades de comunicação, foram enviados telefones celulares que operam por satélite.

Neste sábado, os voos militares para Porto Príncipe começam a decolar do Galeão, no Rio. Ontem (14/1), fechou-se entendimento entre os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Haiti para equacionar a questão do aeroporto da capital haitiana. O contra-almirante Zuccaro explicou que o controle interno do aeroporto permanece sob domínio dos americanos. A parte externa fica a cargo dos militares brasileiros que integram a tropa de paz naquele país. Zuccaro não descartou a possibilidade de o Brasil enviar mais batalhões para apoiar a segurança de distribuição dos donativos, bem como auxiliar na segurança interna do Haiti. Veja a entrevista aqui:

O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do núcleo de atendimento aos brasileiros, recebeu informações que induziriam à conclusão de que 500 brasileiros civis estariam naquela região atingida pelo terremoto. Porém, Simões explicou que o número não é verdadeiro, pois além de duplicidade, existem pedidos de informações sobre militares em missão no Haiti. Oficialmente, o governo confirma que 14 militares e a médica Zilda Arns morreram em Porto Príncipe. Existem três militares e Luiz Carlos da Costa, principal funcionário brasileiro na ONU, desaparecidos.


[180] Comentários

Presidente Lula assina decreto no qual fixa três dias de luto por brasileiros mortos no Haiti, vitimas de terremoto que atingiu 7.0 graus na escala Richter e devastou aquele país.


[44] Comentários

Presidente Lula assina decreto no qual fixa três dias de luto por brasileiros mortos no Haiti, vitimas de terremoto que atingiu 7.0 graus na escala Richter e devastou aquele país.


[243] Comentários