A presidenta Dilma Rousseff recebe, nesta quarta-feira (15/6), num café da manhã, os governadores das regiões Norte e Nordeste, no Palácio da Alvorada. São convidados os governadores do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins – região Norte – e, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe – região Nordeste.
Ainda pela manhã, conforme a agenda de trabalho, a presidenta Dilma tem reuniões, respectivamente, com os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Fernando Haddad (Educação). Os encontros devem acontecer no Palácio do Planalto
À tarde, Dilma Rousseff recebe para almoço com senadores do Partido Progressista (PP), Palácio da Alvorada.
Às 15h, ainda segundo agenda, a presidenta tem reunião com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, em seguida encontra-se com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e conclui a série de reuniões recebendo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no Palácio do Planalto.
Presidente Lula acena para populares ao lado do governador da Bahia, Jaques Wagner, na cerimônia que marcou o início das obras da ferrovia Oeste-Leste. Foto: Ricardo Stuckert/PR
A ferrovia de Integração Oeste-Leste começa a sair do papel. Um sonho antigo – dos idos de 1790 – teve o início das obras autorizado, nesta sexta-feira (10/12), pelo presidente Lula. Para isso, foi montada infraestrutura no município de Ilhéus para a realização da cerimônia que permitiu o ponta-pé do início da operação em quatro lotes da malha férrea que vai ligar o sul da Bahia a Figueirópolis, no estado de Tocantins. No auge das obras haverá a geração de 10 mil empregos diretos e outros 30 mil postos de trabalho indiretos. No discurso, o presidente Lula destacou:
“O Brasil entrou numa roda fantástica de crescimento.”
Lula iniciou o discurso explicando que não poderia concluir o seu mandato na Presidência da República sem realizar o ato que marca o início das obras da ferrovia. Ele disse que durante décadas muitas pessoas duvidavam que o projeto da Oeste-Leste tornasse realidade. Ele lembrou de outros empreendimentos – como a ferrovia Norte-Sul – que durante muito tempo permaneceram em segundo plano dos governantes. Por sua vez, lamentou que parte da malha férrea existente no Brasil chegou a ser leiloada para grupos econômicos e alguns destes ramais se deterioraram.
Ouça abaixo a íntegra do discurso do presidente Lula
Na avaliação do presidente Lula, prevalecia o investimento nas rodovias e o abandono das ferrovias. Segundo ele, os governantes que antecederam não pensaram em investir em rodovias, ferrovias e hidrovias para assegurar a melhor qualidade do sistema de transporte do país. Lula recordou que o movimento contrário às ferrovias teve início com maior força na década de 1960, quando as montadoras passaram a investir no Brasil e por isso a necessidade de ampliar as estradas.
“Ou seja o Brasil não sabia trabalhar com dois objetivos ao mesmo tempo. Ora decidia se queria fazer rodovia, ora ferrovia. Nunca se pensou que seria melhor ter rodovia, ferrovia e hidrovia para facilitar os meios de transportes.”
Na mesma época, segundo ele, o país sequer sabia a importância de crescer sem inflação, ao mesmo tempo conjugar o crescimento das exportações que em 2010 devem alcançar o volume de cerca de US$ 200 bilhões. Lula lembrou que a única tentativa de atrapalhar a expansão da economia nacional foi a crise econômica iniciada no último trimestre de 2008, nos Estados Unidos. Mais uma vez, o presidente lembrou as providências adotadas para incentivar o consumo e permitir que o país fosse o último a entrar na crise e o primeiro a sair dela.
“Só tivemos uma queda da indústria automibilistica por precaução exagerada”, lembrou Lula ao explicar que as fábricas receberam orientação das matrizes para pisar no breque.
O presidente informou que no auge da crise o governo lançou o programa Minha Casa, Minha Vida, um incentivo para o setor de construção civil, dentre outras medidas. Depois, retornou às obras da Oeste-Leste com foco nas dificuldades que o govenro teve em obter a licença ambiental. Agora, segundo destacou, o governo vai trabalhar numa outra frente, ou seja, a liberação para as obras do novo Porto de Ilhéus. Isso deve ser anunciado em março de 2011 pela presidente eleita Dilma Rousseff.
Ainda no pronunciamento, Lula destacou o relacionamento dado pelo governo aos prefeitos e governadores. Contou também sobre o volume de crédito disponível para investimentos, bem como os dados do PIB divulgado na última quinta-feira pelo IBGE. Segundo o instituto, o total de riquezas do Brasil deve apresentar um crescimento da ordem de 7.5%. O presidente ainda falou dos programas de microcrédito e Luz para todos, bem como o fato de governo ter passado a credor do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Após o ato em Ilhéus, Lula seguiu para Salvador (BA), onde à noite comparece à cerimônia de formatura programa Todos pela Alfabetização (Topa) 2009/2010. Além disso, haverá homenagem multicultural ao presidente Lula em evento que ocorre no Centro Administrativo da Bahia. Da capital baiana, Lula retorna para Brasília.
Ao chegar à Base Aérea de Brasília na tarde nesta terça-feira (23/11), o presidente Lula foi recebido por dezenas de alunos de uma escola de Palmas (TO) que integram a fanfarra e a Orquestra Sinfônica Dona Lindu, que prepararam um recital especial em sua homenagem. Após uma breve explicação do maestro Bruno Barreto Amorim sobre o trabalho desenvolvido na escola, as meninas e meninos com idades entre 8 e 12 anos deram os primeiros acordes de Nessum Dorma, ária do último ato da ópera Turandot, de Giácomo Puccini, com arranjo de Kenichi Koda.
Lula acompanhou atento na primeira fila, trocando algumas palavras com o ministro Fernando Haddad (Educação). A orquestra então fez o segundo número: Con te partiò, de Francesco Sartori e Lucio Quartotto. O presidente aplaudiu com entusiasmo a apresentação das crianças, levantando-se e dirigindo-se aos pequenos músicos. Foi a senha para a etapa seguinte do recital: Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. Ao término desta, o presidente decidiu conversar com os músicos-mirins. Ao perguntar o nome de um instrumento, todos responderam com firmeza: “Fagote!”
Depois, Lula abraçou Bruno Martins Furtado e as gêmeas Bárbara Dias Fernandes e Bianca Dias Fernandes. Mais adiante, por sugestão dos fotógrafos, o presidente pediu emprestado o violino de Helaine da Silva Santos. Ainda brincou com eles ao afirmar que não tinha um dedo da mão esquerda. O presidente ainda pediu que a orquestra tocasse a primeira parte do Hino Nacional e em seguida posou para fotos.
Nesse instante, o presidente viu a menina Karla Karina registrando as cenas com uma pequena máquina fotográfica. “Você é fotógrafa? Trabalha em qual jornal?”. Ao Blog do Planalto, ela explicou que era “repórter” e “fotógrafa” do jornal Integral, da escola municipal.
O presidente disse estar muito feliz com a apresentação porque ela demonstrava o sucesso das escolas em tempo integral existentes no Brasil hoje:
Nós temos no Brasil cerca de 10 mil escolas que funcionam em tempo integral. Todos os alunos têm aula de música. Essa escola de Palmas tem 1,4 mil que passam por 9h30 diárias de aula, sendo duas horas dedicadas exclusivamente à música. Por isso, estou muito feliz.
O Brasil mudou nos últimos anos porque há no País uma nova forma de governar, ouvindo a sociedade e prestando contas. Segundo afirmou o presidente Lula nesta terça-feira (21/9) durante a inauguração do trecho Colinas do Tocantins-Palmas, da ferrovia Norte-Sul, e dos pátios multimodais de Palmas/Porto Nacional e Guaraí/Tupirama, o povo aprendeu seu papel de cobrar e participar das decisões. Já o governo pretende registrar em cartório tudo que foi feito como uma maneira de prestar contas:
Quando eu terminar o governo a gente vai poder fazer planos. Eu já pedi uma novidade que nós vamos criar no país: cada ministro vai ter que fazer uma prestação de contas, registrada em cartório, para que todo mundo que quiser saber o que foi feito de 2003 a 2010 tenha acesso ao que aconteceu e cada canto deste país. Porque a sociedade está mais sabida, mais esperta e vai cobrar mais.
Para Lula, não há possibilidade do País retornar ao passado, para o tempo das obras inacabadas e paralisadas, da falta de projetos. O povo, comemorou, “não é mais massa de manobra como era o povo de 30 anos atrás”:
Já não podem colocar alguém para mentir achando que o povo vai acreditar É preciso perceber que o povo está sabendo que quando escrevem uma coisa errada é mentira, que quando falam coisas erradas é mentira. Não tem mais aquele negócio de que deu na televisão é verdade – acabou. É verdade quando é verdade, mas o povo sabe quando é mentira.
Ouça a íntegra do discurso do presidente:
O presidente fez questão de falar sobre liberdade de imprensa, lembrando que sempre foi um de seus maiores defensores, por acreditar ser esta uma questão sagrada para a fortalecer a democracia. Mas ressaltou, porém, que a liberdade de imprensa significa “informar corretamente a opinião pública para fazer críticas políticas, e não liberdade para inventar coisas o dia inteiro”.
O trecho da ferrovia Norte-Sul, que liga os pátios multimodais de Colinas do Tocantins e de Palmas/Porto Nacional, tem extensão de 256 quilômetros e contou com investimentos de R$ 1,1 bilhão. Além do trecho concluído, o presidente entregou os pátios multimodais de Palmas/Porto Nacional e o de Guaraí/Tupirama para exploração comercial.
A ferrovia Norte-Sul foi projetada para promover a integração nacional, minimizando os custos de transporte de longa distância e interligando as regiões Norte e Nordeste às Sul e Sudeste. A integração ferroviária das regiões brasileiras contribuirá para a uniformização do crescimento autossustentável no país, na medida em que possibilitará a ocupação econômica e social do cerrado brasileiro e fortalecerá a infraestrutura de transporte necessária ao escoamento da produção agropecuária e agroindustrial.
Em cerimônia improvisada realizada na divisa de Goiás e Tocantins, o presidente Lula anunciou, de cima de uma cadeira – para que ele e o público pudessem “se ver e se conhecer” – que a ferrovia Norte-Sul chegará até Belém (PA) e que na próxima semana serão lançadas as obras da ferrovia Oeste-Leste, em um projeto que visa interligar todo o país por meio do sistema ferroviário.
Para mim é quase a realização de um sonho a gente ver uma ferrovia da magnitude da Norte-Sul prestes a acabar o seu primeiro trecho histórico. Essa obra foi lançada em 1987 e, em 17 anos, andou apenas 215 km. Quando eu assumi a Presidência, eu disse que era necessário a gente retomar as ferrovias existentes, tentar arrumar aquelas que foram privatizadas e que não estavam em uso e, ao mesmo tempo, tentar fazer um traçado para fazer novas ferrovias no Brasil.
Segundo Lula, a partir de 20 de dezembro, a Norte-Sul dará forma ao que ele chama de “espinha de peixe”, uma malha ferroviária que atravessa todo o País, com várias ferrovias ligando a Norte-Sul a outros estados. “Significa quase 6 mil quilômetros de ferrovia que nós pretendemos até 2012, 2013 terminar no Brasil”, afirmou.
Ouça aqui a íntegra do discurso:
Presidente Lula durante visita à fábrica de dormentes da Triunfo Iesa Infraestrutura S/A (TIISA) (Ferrovia Norte-Sul/TO) Foto: Ricardo Stuckert/PR
Para Lula, o investimento em ferrovias vai baratear o custo da produção nacional, vai beneficiar os empresário e vai “significar desenvolvimento, mais empregos, mais salário e mais poder de compra e a melhoria da qualidade de vida da população”.
Antes da cerimônia, o presidente fez um passeio de trem de Talismã (TO) até Goiás, onde participou da inserção dos trilhos de ligação da divisa entre os dois estados, ligados pela ferrovia Norte-Sul.
Obras como as do gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene) e da Ferrovia Oeste-Leste ajudarão no desenvolvimento da região Nordeste e darão um “cara mais igualitária” ao Brasil, afirmou o presidente Lula em seu programa de rádio Café com o Presidente desta segunda-feira (29/3). Lula esteve na Bahia na semana passada para inaugurar o gasoduto, feito em parceria com a China, e lançar o edital de licitação da ferrovia, que terá 1.527 quilômetros de distância, ligando o Figueirópolis, no Tocantins, a Ilhéus, na Bahia.
A conclusão do gasoduto significa “um pouco mais de independência para o desenvolvimento da região nordeste brasileira”, afirmou Lula, dobrando a disponibilidade diária de gás natural para as empresas da região. Com isso, disse o presidente, será possível industrializar melhor o Nordeste:
Quer dizer que é uma obra extraordinária e eu acho que isso vai dando ao Brasil uma cara mais igualitária, uma cara de transformar o Brasil num país das regiões tratadas em igualdade de condições, ou seja, levando benefício para todo o território nacional.
O início das obras da Ferrovia Oeste-Leste, permitirá ao Brasil ter um sistema de transporte moderno e integrado:
Então você vai ter uma ligação direta, sabe, de todo o norte e o nordeste com o sistema ferroviário se ligando ao sul e ao sudeste do país numa demonstração de um sistema ferroviário vigoroso para garantir mais capacidade de escoamento das coisas produzidas no Brasil. E tudo isso vai ser importante porque nós vamos ter um sistema ferroviário muito forte, ou seja, construindo a Norte-Sul, que vai do Porto de Itaqui, no Maranhão até o Porto de Santos, ou seja, quando a gente chegar em Estrela D’Oeste, este ano nós vamos terminar a primeira fase até Anápolis, que dá um total de mais de 1.500 quilômetros feitos só no nosso governo. Já está no PAC 2 a continuidade até a Estrela D’Oeste. Com a construção de mais 1.527 quilômetros da ferrovia Oeste-Leste na Bahia e, depois, com a conclusão, em 2012, da ferrovia Transnordestina, nós vamos ter um sistema ferroviário muito vigoroso para ajudar o Brasil a se transformar numa economia muito forte.
Após 25 anos sem investimentos em infraestrutura, o Brasil reaprendeu a fazer obras no setor e a prioridade hoje é da região Nordeste. Por isso o governo federal tem dado atenção especial à região, promovendo muitas obras para promover o seu desenvolvimento, afirmou o presidente Lula durante cerimônia em Ilhéus (BA) de lançamento do edital para licitação da Ferrovia Oeste-Leste, que quando concluída ajudará no escoamento da produção dos estados do Tocantins e Bahia. Durante o evento o presidente Lula também assinou contratos do programa Minha Casa, Minha Vida para municípios da Bahia.
Veja aqui detalhes sobre a obra da ferrovia:
O Nordeste brasileiro nunca mais será tratado como se fosse uma região de segunda classe, nós não podemos aceitar. Nós não queremos tirar nada de nenhuma região do País. Eu sou grato a São Paulo, porque foi lá que aprendi tudo na vida. O Brasil é grato a São Paulo, ao Rio Grande do Sul, ao Rio de Janeiro, não queremos tirar nada de nenhum lugar, mas o Nordeste tem que ter carne na mesa, educação, emprego, para que possa competir em igualdade de condições com outras regiões do País.
Ouça aqui a íntegra do seu discurso em Ilhéus (BA):
O presidente Lula lembrou que a Ferrovia Oeste-Leste vai promover a integração do Centro-Oeste e o Nordeste, ajudando o desenvolvimento de ambas as regiões, numa integração intermodal que inclui, além de ferrovias, também hidrovias, rodovias e mesmo aeroportos, como o previsto para a cidade de Ilhéus.
No dia 31 de dezembro termina meu mandato e eu irei para casa com a certeza de que nós fizemos muita coisa neste País. Mas irei também com a certeza de que ainda temos um grande caminho a percorrer para que a gente possa recuperar o atraso a que a maioria do povo brasileiro foi submetido ao longo dos séculos.
Ao final do seu discurso, o presidente Lula fez questão de se dirigir a alguns manifestantes que protestavam durante a solenidade -- um grupo reclamava a demarcação de terras indígenas, outro reivindicava aumento de piso salarial para policiais e um terceiro pedia maior atenção a aposentados. Veja como foi:
A ferrovia Norte-Sul, de Açailândia (MA) a Anápolis (GO), estará em operação até o final deste ano, afirma o presidente Lula em entrevista exclusiva ao Jornal do Tocantins publicada na edição desta terça-feira (23/3). Segundo Lula, a ferrovia contava em 2003, quando assumiu o governo, com apenas 215 quilômetros de trilhos, ligando Açailândia a Aguiarnópolis (TO).
Em sete anos, nós imprimimos um ritmo mais acelerado às obras, construindo mais 371 km, ligando Aguiarnópolis a Guaraí, também aqui no Estado. E estamos com obras em execução no trecho de 978,5 km, entre Guaraí e Anápolis (GO). No PAC-2, que vamos lançar ainda este mês, estamos incluindo a extensão da Norte-Sul de Anápolis até Estrela D’Oeste, no interior de São Paulo – mais 680 km –, o que vai permitir a ligação com a malha ferroviária paulista e, consequentemente, com o porto de Santos. Será beneficiada uma área de 1,8 milhão de km2, correspondendo a 21,8% do território brasileiro, onde vivem 15,5% da população. Com a Norte-Sul, estamos garantindo uma logística adequada ao escoamento da produção agropecuária e agroindustrial da região.
Lula disse também que o governo federal vem investindo em infraestrutura naquele estado. Segundo o presidente, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destina cerca de R$ 3 bilhões “só na infraestrutura logística (sistemas, vias e terminais de transportes) no período 2007-2010″.
Estes investimentos são realizados em todos os modais de transporte. No modal ferroviário, vamos concluir até o final deste ano todo o trecho da Norte-Sul no Tocantins e ainda chegar até Anápolis/GO. Será a viabilização de um corredor ferroviário que, junto com a Estrada de Ferro Carajás, terá mais de 2,2 mil km e permitirá o escoamento das cargas locais pelo Porto de Itaqui/MA. Já concluímos, no mês passado, o projeto básico da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, que vai ligar a Norte-Sul, em Figueirópolis (TO), a Ilhéus (BA), com 1526 km de extensão. Sexta-feira, já vamos lançar, em Ilhéus, os editais para a contratação das empresas que vão construir os trechos da primeira etapa desta Ferrovia. Em relação às hidrovias, as obras nas Eclusas de Tucuruí serão concluídas e terão início as obras de derrocamento de pedrais no Rio Tocantins.
A dívida constitucional da União com Tocantins também foi abordada pelo jornal. O presidente explicou que o governo federal honra os compromissos de dívidas que tenham sido reconhecidas. Sobre as eleições em 2010 e a composição do palanque em Tocantins, Lula enfatizou que “precisamos separar quem está ao lado do nosso projeto nacional de mudanças e quem não está”.
O trecho Colinas-Guaraí da Ferrovia Norte-Sul será inaugurado, nesta terça-feira (23/3), pelo presidente Lula. De acordo com a agenda de trabalho, Lula seguiu para o estado do Tocantins e visita, agora pela manhã, o canteiro de obras da Norte-Sul, em Miracema (TO). No fim da manhã, o presidente segue em viagem inaugural do trecho entre os municípios de Colinas e Guaraí.
A cerimônia que marca a inauguração daquele trecho e do Pádio Multimodal de Guaraí-Tupirama está previsto para 12h15. Às 15h, a comitiva do presidente Lula retorna para Brasília, com decolagem do Aeroporto brigadeiro Lysias Rodrigues.
Às 20h30, no Palácio da Alvorada, Lula oferece jantar ao rei e rainha da Suécia Carl Gustaf e Silvia.
ALTERAÇÃO: Por causa da chuva intensa em Tocantins, as atividades naquele Estado foram canceladas. O presidente Lula retornou para Brasília onde mantém agenda de trabalho. O jantar aos reis da Suécia está mantido.
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