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Em conversa por telefone na tarde desta quarta-feira (20/1) com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o presidente Lula reiteirou a disposição do Brasil em cooperar com a reconstrução do Haiti e continuar com os esforços de pacificação do país caribenho. Ban Ki-moon apresentou suas condolências pela morte de brasileiros no Haiti e elogiou a atuação dos soldados brasileiros. Agradeceu também o oferecimento de mais 750 soldados e 150 policiais do Exército para reforçar as posições da ONU no país. As informações sobre a conversa entre Lula e Ban Ki-moon foram passadas pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

Segundo o chanceler brasileiro, além da ajuda emergencial de água, alimentos, medicamentos e profissionais de saúde, o Haiti precisa também de apoio internacional para a sua reconstrução. Amorim lembrou que no próximo dia 25 haverá um encontro de ministros de países doadores em Montreal, no Canadá, para discutir o assunto e, em seguida, marcar uma nova reunião, desta vez com presidentes e primeiros-ministros.

O presidente brasileiro, afirmou Amorim, disse que o Brasil vai contribuir com a reconstrução do Haiti, com recursos extras – além dos US$ 15 milhões já doados ao país.


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Em conversa por telefone na tarde desta quarta-feira (20/1) com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o presidente Lula reiteirou a disposição do Brasil em cooperar com a reconstrução do Haiti e continuar com os esforços de pacificação do país caribenho. Ban Ki-moon apresentou suas condolências pela morte de brasileiros no Haiti e elogiou a atuação dos soldados brasileiros. Agradeceu também o oferecimento de mais 750 soldados e 150 policiais do Exército para reforçar as posições da ONU no país. As informações sobre a conversa entre Lula e Ban Ki-moon foram passadas pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

Segundo o chanceler brasileiro, além da ajuda emergencial de água, alimentos, medicamentos e profissionais de saúde, o Haiti precisa também de apoio internacional para a sua reconstrução. Amorim lembrou que no próximo dia 25 haverá um encontro de ministros de países doadores em Montreal, no Canadá, para discutir o assunto e, em seguida, marcar uma nova reunião, desta vez com presidentes e primeiros-ministros.

O presidente brasileiro, afirmou Amorim, disse que o Brasil vai contribuir com a reconstrução do Haiti, com recursos extras – além dos US$ 15 milhões já doados ao país.


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Presidente Lula compareceu ao velório de Zilda Arns, no Palácio das Araucárias, em Curitiba (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Presidente Lula compareceu ao velório de Zilda Arns, no Palácio das Araucárias, em Curitiba (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Bastante consternado com a morte da médica Zilda Arns, da Pastoral da Criança, o presidente Lula compareceu na noite desta sexta-feira (15/1), ao velório no Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná. Após quase uma hora de permanência, ele deixou o local e manifestou, num pronunciamento aos jornalistas, a dor pelo acontecido: “Acho que foi uma perda muito grande para a Nação. Uma perda grande para o mundo.”

Ouça aqui a íntegra da conversa do presidente Lula com jornalistas ao deixar o Palácio das Araucárias, em Curitiba (PR):

Lula desembarcou em Curitiba vindo de Bacabeira (MA). Ele seguiu de imediato ao palácio do governo local. Durante cerca de 40 minutos, o presidente conversou com familiares de Zilda Arns num local reservado. Em seguida, adentrou ao salão e permaneceu cerca de 10 minutos ao lado do caixão com o corpo de Zilda.

“Olha, companheiros, vocês sabem que o momento não é fácil. Não é fácil o que aconteceu ao Haiti, como o que aconteceu ao povo do Haiti, pelo o que está acontecendo ainda, porque é muita gente soterrada ainda e não sabemos se tem vivos ou não. Pela quantidade de gente que nós já sabemos que morreu. Pelos 14 soldados brasileiros que morreram, e certamente os quatro que estão desaparecidos podem estar mortos também, pelo representante do Brasil nas Nações Unidas… E toda essa gente que morreu está simbolizada na nossa querida Zilda Arns. Eu penso que quem viveu no Brasil nessas duas décadas e meia e que lutou pela conquista da democracia, lutou pela conquista dos direitos humanos, lutou pela melhoria da qualidade de vida das pessoas, pelas crianças, pelos idosos, sabe que se a gente fechasse os olhos e fosse imaginar uma pessoa, nós iríamos ver o rosto da dona Zilda”, disse o presidente.

Lula lembrou que ela morreu “num momento em que estava cumprindo uma das coisas mais sagradas que ela fazia que era visitar as pessoas pobres, não apenas no Brasil, mas em vários países do mundo. Eu disse a família que, nesse momento, todo mundo vai chorar, mas o que é importante que a gente tenha em mente que as ideias que ela pregou nesse País, durante muito tempo, espero que esteja encarnado na mente, no coração e na alma de cada brasileiro e cada brasileira e que a partir do exemplo dela sejamos mais solidários, sejamos humanistas e olhamos com mais carinho para o próximo. Às vezes, com um pequeno gesto a gente pode ajudar. Eu não poderia deixar de vir aqui e prestar a minha solidariedade”.

O presidente afirmou que se Zilda Arns pudesse voltar à vida faria tudo o que fez, inclusive retornaria ao Haiti. “Ela era uma pessoa assim e Deus queira que surjam outras pessoas assim”, concluiu.


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