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O produto brasileiro começa a ganhar espaço em mercados internacionais que tinham reduzido as exportações nacionais. A avaliação foi feita pelo secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, ao avaliar o desempenho da balança comercial no primeiro trimestre de 2010. Segundo Barral, as vendas pela média diária para países da América Latina e Caribe cresceram 53,5% em março deste ano comparado com o mês anterior. A China também foi destaque nas importações de produtos brasileiros, com 26,8% do mercado asiático. A única queda na base comparativa foi registrada na África: 7%.

“Vendemos para a Argentina automóveis e peças, além de máquinas e equipamentos eletrônicos, minérios e siderúrgicos”, informou Barral.


A tendência de crescimento seguiu na análise do trimestre. Entre janeiro e março de 2010, a variação pela média diária cresceu 42,7% para a América Latina e Caribe em relação ao mesmo período do ano passado. Os principais produtos da pauta de exportações brasileiras foram petróleo, carne bovina, carne de frango, farelo de soja, café em grão, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, automóveis, óleos combustíveis, autopeças, veículos de carga e laminados planos.

Enquanto isso, as importações para o Brasil registrou um aumento em função da aquisição de vacinas para a gripe Influenza A, com o montante de US$ 367,9 milhões. Segundo Barral, as importações também registraram um fluxo bem elevado nas comparações mensal e trimestral. “O ritmo da importação está alto, mas não é diferente daquilo que vinha acontecendo em janeiro e fevereiro deste ano”, explicou o secretário.

O saldo da balança comercial brasileira ficou em US$ 668 milhões no mês passado. As exportações totalizaram US$ 15,727 bilhões e a importações alcançaram US$ 15,059 bilhões. Já o saldo acumulado entre janeiro e março de 2010 ficou em US$ 895 milhões. Em 61 dias úteis foram exportados US$ 39,229 bilhões e importados US$ 38,334 bilhões.


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O setor produtivo brasileiro retomou de vez o seu bom ritmo, conforme revelam os números da balança comercial e da produção industrial do País divulgados nesta quinta-feira (1/4). Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o saldo da balança comercial ficou em US$ 668 milhões em março – US$ 15,727 bilhões de exportações contra US$ 15,059 de importações. Já o IBGE mostrou que, de janeiro para fevereiro, a produção industrial teve aumento de 1,5% – um crescimento de 18,4% em relação ao mesmo período de 2009. O setor já acumula crescimento de 17,2% nos dois primeiros meses de 2010.

Hoje, às 15h30, o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral, concederá entrevista coletiva para detalhar o desempenho do fluxo comercial do País. Na terça-feira (6/4), no Rio de Janeiro, o governo divulgará a segunda edição do Programa de Desenvolvimento Produtivo (PDP), uma série de medidas que busca dar mais impulso à economia brasileira.

Confira aqui os números da balança comercial brasileira
http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=567
E aqui os resultados do desempenho da indústria nacional
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1582&id_pagina=1

Confira aqui os números da balança comercial brasileira.

E aqui os resultados do desempenho da indústria nacional.


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O saldo da balança comercial brasileira, em fevereiro de 2010, ficou em US$ 394 milhões. O superávit foi divulgado nesta segunda-feira (1/3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em 18 dias úteis do mês, as exportações somaram US$ 12,197 bilhões e as importações, US$ 11,803 bilhões.

Nos dois primeiros meses de 2010, as exportações brasileiras somaram US$ 23,502 bilhões, com média diária de US$ 618,5 milhões. Esse valor foi 24,5% maior que o verificado no mesmo período de 2009, quando a média diária das exportações foi US$ 496,6 milhões. Já as importações totalizaram US$ 23,274 bilhões, com média diária de US$ 612,5 milhões. Por esse critério, houve incremento de 31,7% na comparação com o mesmo período de 2009 (média diária de US$ 465 milhões).

No ano, o superávit acumulado é de US$ 228 milhões, com média diária de US$ 6 milhões. Esse saldo é 81% menor que o registrado no mesmo período de 2009, quando a média diária foi de US$ 31,6 milhões.


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As exportações brasileiras em janeiro deste ano cresceram 21,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo a marca de US$ 11,305 bilhões. Já as importações ficaram em US$ 11,471 bilhões, aumento de 16,8% em relação a janeiro de 2009. Com esse resultado, a balança comercial apresentou um déficit (diferença entre exportações e importações) de US$ 166 milhões, resultado melhor em relação ao desempenho do primeiro mês do ano passado, quando o déficit ficou em US$ 529 milhões.

Os números da balança comercial foram divulgados nesta segunda-feira (1/2), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A Secex divulgou também informações sobre o comportamento da corrente de comércio entre os dias 25 e 31 de janeiro (quinta semana). Neste período, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 730 milhões, com média diária de US$ 146 milhões. Esse foi o resultado de exportações de US$ 3,254 bilhões (média diária de US$ 650,8 milhões) e importações de US$ 2,524 bilhões (média de US$ 504,8 milhões).

O detalhamento da balança comercial será divulgado pelo secretário Welber Barral, às 15h30, no MDIC.


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O resultado final das exportações brasileiras em dezembro do ano passado sofreu um acréscimo de US$ 758 milhões em função da venda de energia elétrica que passou a ser contabilizada como mercadoria. Antes, a eletricidade era tratada como serviços e, deste modo, não aparecia nas contas e comércio exterior brasileiro. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (8/1), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O secretário Welber Barral, durante entrevista concedida no início da semana, alertou para a possibilidade do ajuste em função de 11 operações de venda de energia detectada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Deste modo, as exportações no mês passado passaram de US$ 13,720 bilhões para US$ 14,463 bilhões. Ao mesmo tempo, segundo a Secex, foram excluídos outros US$ 15 milhões, referentes a ajustes nos demais produtos, de acordo com dados mais recentes do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). O resultado final apontou para as exportações totais US$ 152,995 bilhões em 2009.

Na outra ponta, houve também ajuste no valor total das importações de 2009: passaram de US$ 127,637 bilhões para US$ 127,647 bilhões. Isso elevou o superávit comercial (diferença entre as exportações e importações) do ano passado de US$ 24,615 bilhões para US$ 25,348 bilhões.

Nessa sexta-feira (8/1), o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, divulgou informações sobre as exportações de produtos agropecuários: US$ 64,7 bilhões. Isso representou uma redução de 9,8% em relação ao resultado de 2008. “O Brasil procura se preparar em termos de competitividade e eficiência e o governo tem procurado ajudar na resolução das questões sanitárias e no fechamento de acordos com esses países”, disse Stephanes em matéria ao site do Ministério. Ele citou o trabalho que vem realizando para que, este ano, todo o País seja declarado livre da febre aftosa com vacinação, medida que poderá abrir novos mercados para a carne bovina.


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O governo vai atuar com mais intensidade, em 2010, nos mercados latino-americano, americano e europeu para trazer o comércio exterior brasileiro aos níveis do ano de 2008. Segundo afirmou nesta segunda-feira (4/1) o secretário de Comércio Exterior (Secex), Welber Barral, ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a ação será mais intensa nas exportações de produtos manufaturados -- aviões, automóveis e autopeças, entre outros produtos -- com o objetivo de recuperar a participação nos mercados estrangeiros.

A meta fixada para 2010 é de um incremento de 10% nas vendas externas sobre o resultado de 2009, o que levaria a um total de US$ 168 bilhões em exportações, conforme o secretário Barral explicou no mês passado ao Blog do Planalto, em entrevista exclusiva -- veja aqui.

Algumas medidas serão tomadas nos próximos meses para o País atingir a meta, como a participação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) em grandes feiras e eventos, como por exemplo a Fórmula Indy. Na busca por mais mercados, o governo federal vai liderar missões para Colômbia e Peru (em março), Oriente Médio -- Irã, Arábia Saudita e Egito -- (em abril), sudeste Asiático (maio), leste da África (junho), México (julho), Chile (agosto), Canadá (setembro) e leste Europeu (novembro).

Uma das constatações, segundo Barral, foi a perda da liderança pelos Estados Unidos no ranking dos países importadores de produtos brasileiros. Pela primeira vez, na série histórica pesquisada desde os anos 50, a China ocupou a ponta em relação às compras de produtos nacionais, com US$ 19,9 bilhões contra US$ 15,7 bilhões dos americanos. Porém, quando se compara o total importado e exportado, os EUA lideram por pouco: US$ 35,9 bilhões contra US$ 35,8 bilhões. “Um empate técnico”, avalia Barral.

Uma das iniciativas que vem sendo colocada em curso é a maior desoneração de exportações, o que permitiria a maior amplitude do drawback e acúmulo de créditos tributários estaduais. De acordo com o secretário Barral, o ideal seria uma ampla reforma tributária, mas isso depende do Congresso Nacional que recebeu um projeto que trata do assunto. “O Brasil não pode continuar exportando tributos”, avaliou.

Confira explicação de Barral sobre a importância de se desonerar os produtos brasileiros para garantir a conqusita de mercados na Europa, EUA e América Latina:

Em 2009, a balança comercial brasileira contabilizou um superávit de US$ 24,615 bilhões (resultado das exportações -- US$ 152,252 bilhões -- menos as importações -- US$ 127,637 bilhões), resultado considerado satisfatório pelo governo se levar em conta que outros países tiveram desempenho menores em comparação com o comércio exterior brasileiro. Mesmo assim, segundo explicou Barral, o saldo da balança pode ser maior quando ficar definido o montande de energia elétrica exportada para a Argentina entre 2007 e 2008. O que era contabilizado como sendo serviço até 2006 passou a se enquadrado como mercadoria e, por este motivo, entra na corrente de comércio. A estimativa do governo é de aumentar o saldo em US$ 300 milhões.


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