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Presidenta Dilma Rousseff visita as novas instalações da empresa Contex, no Recife,. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff participou de visita de inauguração das novas instalações da empresa Contax Contact Center, nesta terça-feira (30/8), em Recife, capital pernambucana. Numa rápida saudação, a presidenta lembrou a importância da Contex, empresa prestadora de serviços, como uma das maiores empregadoras do país.

No discurso, a presidenta Dilma destacou também o fato de que 70% dos postos de trabalho serem ocupados por mulheres. Ainda no discurso, a presidenta contou que a agenda de trabalho no estado de Pernambuco resultou “num dia muito proveitoso”.

Acompanhada do governador Eduardo Campos e do diretor da Contex, Michel Sarkis, a presidenta Dilma percorreu as instalações da empresa, assistiu a um filme sobre a Contex e encerrou a visita destacando a importância da companhia.

O Brasil precisa de ter empresas de serviço do porte da Contex. Tem um ponto que me despertou grande emoção que é o fato de ser uma grande empregadora.

De acordo com a agenda de trabalho, este foi o último compromisso da presidenta Dilma no estado de Pernambuco. Encerrada a cerimônia, a presidente se deslocou para a Base Aérea de Recife, de onde segue para Brasília.


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Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff passa o dia em Pernambuco. A agenda da trabalho da presidenta prevê, às 10h40, chegada ao Aeroporto Municipal de Caruaru. Em seguida, a presidenta concede entrevista para emissoras de rádio locais.

No fim da manhã, a presidenta Dilma segue para o município de Cupira, onde tem cerimônia de assinaturas de ordens de serviço das barragens de Panelas e Gatos, do convênio da barragem de Serro Azul e de contratos de financiamento de contrapartidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, que acontece no Ginásio Poliesportivo Clóvis Ferreira.

À tarde, a presidenta participa de aula inaugural do curso de medicina do campus Garanhuns da Universidade de Pernambuco. De Garanhuns, a presidenta segue para Recife. Na capital pernambucana, ela participa da inauguração das novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.

O retorno para Brasília, ainda segundo a agenda, está previsto para 19h10, com desembarque na Base Aérea da capital federal estimado para 21h30.


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Cidades mais procuradas neste carnaval, Rio, Salvador e Recife merecem atenção especial do governo que colocou nas ondas do rádio jingles especialmente com o alerta que não se deve misturar bebida com trânsito. Os spots trazem mensagens em ritmo de samba (Rio), axé (Salvador) e frevo (Recife). O texto vem com uma linguagem próxima do jovem e cheia de “pegada”.

Ouça abaixo os jingles em ritmo de samba, axé e frevo.

A campanha de conscientização lançada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), ligado ao Ministério das Cidades, terá mensagens também em painéis de aeroportos, outdoors, e adesivos em táxis e ônibus, durante a primeira quinzena de março. “No carnaval, pega bem pegar táxi ou ônibus depois de beber”, diz um dos texto de alerta que estarão nos ônibus, por exemplo.

Segundo explicou a assessoria do ministério, o foco específico nessas cidades é porque elas costumam receber grande quantidade de jovens acima de 18 anos, público-alvo da ação, durante o carnaval. Pelos dados do IBGE, 50% das vítimas fatais no trânsito têm entre 18 e 34 anos.

O objetivo é modificar o comportamento desse grupo, que além de curtir música, diversão e “pegação”, também tem o hábito de dirigir alcoolizado, conforme demonstra pesquisa do Denatran, que diz que o índice de jovens que dirige após consumir álcool é alto, 78%.

Balanço Acidentes nas Estradas – Nas estradas federais, os índices de acidentes e mortos registram tendência de redução nos últimos anos, embora tenha aumentando a frota de veículos em circulação no país. É o que demonstram os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao compararmos os registros entre 1997 e 2009.

Pelos números da mais recentes da PRF, o índice de acidentes caiu de 44,8 acidentes por grupo de 10 mil veículos em 1997, para 27,1 acidentes por grupo de 10 mil carros em 2009, e o índice de mortos caiu praticamente pela metade, passando de 2,7 em 1997 para 1,3 em 2009 (a cada grupo de 10 mil veículos).

Em relação à gravidade dos acidentes nas rodovias federais a situação também melhorou um pouco, com uma vítima fatal a cada 21,6 acidentes em 2009, contra uma a cada 16,5 acidentes em 1997.

Apesar disso, a colisão frontal continua liderando o ranking de acidentes fatais nas estradas, causada principalmente por ultrapassagem indevida e em pistas não duplicadas.


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Com uma linguagem próxima do jovem e cheia de “pegada”: é assim que o governo federal vai abordar os foliões das cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Olinda e Recife neste carnaval, para alertá-los sobre os perigos da mistura entre bebida e trânsito.

A campanha de conscientização lançada nesta terça-feira (1º/3) pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), ligado ao Ministério das Cidades, terá mensagens em rádios, painéis de aeroportos, outdoors, e adesivos em táxis e ônibus, durante a primeira quinzena de março. “No carnaval, pega bem pegar táxi ou ônibus depois de beber”, é uma das mensagens de alerta que estarão nos ônibus, por exemplo.

Segundo explicou a assessoria do ministério, o foco específico nessas cidades é porque elas costumam receber grande quantidade de jovens acima de 18 anos, público-alvo da ação, durante o carnaval. Pelos dados do IBGE, 50% das vítimas fatais no trânsito têm entre 18 e 34 anos.

O objetivo é modificar o comportamento desse grupo, que além de curtir música, diversão e “pegação”, também tem o hábito de dirigir alcoolizado, conforme demonstra pesquisa do Denatran, que diz que o índice de jovens que dirige após consumir álcool é alto, 78%.

Balanço Acidentes nas Estradas – Nas estradas federais, os índices de acidentes e mortos registram tendência de redução nos últimos anos, embora tenha aumentando a frota de veículos em circulação no país. É o que demonstram os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao compararmos os registros entre 1997 e 2009.

Pelos números da mais recentes da PRF, o índice de acidentes caiu de 44,8 acidentes por grupo de 10 mil veículos em 1997, para 27,1 acidentes por grupo de 10 mil carros em 2009, e o índice de mortos caiu praticamente pela metade, passando de 2,7 em 1997 para 1,3 em 2009 (a cada grupo de 10 mil veículos).

Em relação à gravidade dos acidentes nas rodovias federais a situação também melhorou um pouco, com uma vítima fatal a cada 21,6 acidentes em 2009, contra uma a cada 16,5 acidentes em 1997.

Apesar disso, a colisão frontal continua liderando o ranking de acidentes fatais nas estradas, causada principalmente por ultrapassagem indevida e em pistas não duplicadas.


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O governador Eduardo Campos (PE) entrega ao presidente Lula a faixa da Ordem do Mérito Guararapes, em evento realizado no Marco Zero, em Recife (PE). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Num discurso emocionado diante de cerca 40 mil pessoas que lotaram agora há pouco o Marco Zero de Recife (PE), em seu último ato público em Pernambuco (seu estado natal) como presidente da República, o presidente Lula agradeceu a Deus e à população pelo apoio que sempre dedicaram a ele e a seu governo, nos bons e maus momentos. O presidente fez uma pequena retrospectiva de sua luta política para chegar até a Presidência da República durante a cerimônia, que deu ordem de início às obras do Memorial Luiz Gonzaga e entregou um terreno para a Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque, e lembrou com carinho de personalidades com o ex-governador Miguel Arraes, que emocionou o neto Eduardo Campos, atual governador de Pernambuco, e sua esposa, presentes ao evento.

Lula afirmou que sempre procurou viajar muito pelo Brasil para poder conhecer as pessoas, conversar com elas, olhando nos olhos e tocando, porque como disse “não há possibilidade do ser humano interagir se não houver um toque de mão, um abraço, um beijo, um carinho, um olhar olho no olho”. Disse ainda que aprendeu muito com as três derrotas que sofreu em eleições presidenciais (em 1989, 1994 e 1998). A lição principal: não é possível governar bem o País sem conhecer sua terra e sua gente:

“Era preciso que o presidente tivesse um olhar total do seu País, para conhecer o seu povo, e poder governar distribuindo possibilidades para que todos tivessem condições de participar do desenvolvimento desse País. Foi a partir da descoberta das eleições de 1989, em que eu descobri que era falsa a disputa eleitoral, que um presidente da República pegar um avião em São Paulo, descer no aeroporto de Recife, subir num palanque, voltar para o aeroporto e voltar para São Paulo não lhe permitia o povo pernambucano, era preciso que ele conhecesse um pouco mais. (…) Foi a partir daí que resolvi fazer as caravanas da cidadania. E comecei fazendo a primeira caravana percorrendo o trajeto que a minha mãe percorreu com oito filhos, saindo de Caetés até a cidade de Santos, em São Paulo. Parando em cada cidade, conversando com as pessoas. Depois eu percorri 91 mil km de carro, de trem, de ônibus, de barco. Para conhecer a cara, o jeito, o contar da piada, da graça, o cantar do povo pernambucano, o sofrimento do povo brasileiro. E isso me deu uma dimensão do Brasil que eu queria governar.”

O presidente se emocionou ao contar a história da mulher que lhe explicou porque não dava seu voto a ele. Veja o vídeo:

Ao se despedir, Lula ainda ganhou um carinhoso abraço a distância do escritor Ariano Suassuna:


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A Fiat não instalou sua nova fábrica brasileira em Pernambuco porque o presidente Lula é de lá ou porque o governador Eduardo Campos tem olhos azuis. A empresa sabe que o Nordeste está se desenvolvendo a passos largos e é a nova fronteira do País a ser desbravada, por isso não perdeu tempo, afirmou o presidente Lula durante cerimônia de lançamento da pedra fundamental da fábrica no Complexo Industrial de Suape, em Pernambuco. O Nordeste que antes só aparecia nas estatísticas por seus problemas de analfabetismo, desnutrição e mortalidade infantil, agora forma cada vez mais doutores, qualifica profissionalmente sua juventude por meio das escolas técnicas e vê a geração de emprego e renda crescer com a instalação da indústria naval e petroquímica nos estados da região. E assim o País fica mais justo e equilibrado, afirmou o presidente:

“Não era possível o Brasil continuar dividido entre o País miserável exportador de desempregado para o restante do País e o Brasil que recebia quase tudo. Este País tem que ser mais igual, dando oportunidade a todas regiões. (…) O Nordeste precisa de mais indústrias e mais empregos, porque nós temos que recuperar as décadas perdidas. Eu não esqueço a razão pela qual eu saí da minha Caetés no dia 13 de dezembro de 1952. A causa chamava-se fome. E nós não queremos que isso aconteça mais com o Nordeste. Nós queremos que nordestino vá a SP a turismo, como o paulista vem para cá a turismo.”

O presidente reafirmou a sua disposição de trabalhar até o último dia de sua gestão, e assim continuar viajando pelo Brasil, inaugurando obras e dando início a grandes projetos. Muita gente tem estranhado e até criticado esse ritmo, observou Lula, mas talvez porque estejam acostumados a antigos hábitos de presidentes que diminuiam o ritmo no último ano de governo, ou que deixavam de trabalhar na parte da manhã ou na parte da tarde nos últimos meses. Mas Lula afirmou que tem motivos de sobra para trabalhar até o dia 31 de dezembro:

“(…) nem todos os presidentes da República tiveram o gostoso prazer de inaugurar a quantidade de obras que eu tenho para inaugurar. Nem todos. E nós estamos neste momento colhendo um pouco daquilo que plantamos em momentos dificeis.”

Ouça aqui a íntegra do presidente em Pernambuco:

O presidente aproveitou o evento para defender a democratização na distribuição de verbas publicitárias a veículos de comunicação promovida pelo seu governo nos últimos oito anos. Veja o vídeo:

Lula lembrou sua trajetória até chegar à Presidência e disse que se sentiu obrigado a mudar o patamar de governança no País, porque tinha que provar que um trabalhar de origem humilde tinha todas as condições de governar, tão bem ou melhor do que os presidentes anteriores. “Porque eu nao queria provar a mim mesmo, eu queria provar aos trabalhadores e as pessoas mais humildes deste País”, afirmou o presidente.

“Foi essa necessidade de provar que me fez trabalhar mais do que de hábito se trabalhava neste País. Acreditar mais do que se acreditar, depositar confiança no povo mais do que se depositava. Acreditar na parceria, no trabalho entre os entes federados.”


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Ex-moradora de palafita em Recife (PE), d. Sandra agora pode se orgulhar de ter uma casa decente para viver. Ao receber as chaves durante a cerimônia de inauguração de obras do PAC Habitação realizada sexta-feira (7/5), se aproximou do presidente Lula para contar que jamais havia votado nele, mas que se sentia feliz por estar ali, naquele instante, recebendo as chaves de seu apartamento.

“Ele [presidente Lula] me deu uma moradia digna. Coisa que nunca tive”, afirmou para em seguida mostrar as chaves do apartamento.


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O Minha Casa, Minha Vida é o único programa habitacional já feito no Brasil que leva em consideração a necessidade de atender famílias de baixa renda e, além de ajudar as pessoas mais pobres, está promovendo também uma grande revolução no setor de construção civil do País, afirmou o presidente Lula durante cerimônia de inauguração de obras do PAC Habitação realizada nesta sexta-feira (7/5) na Via Mangue 3, nos conjuntos habitacionais Zeferino Agra e Vila Imperial, em Recife (PE).

Lula chegou a pedir à presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, que informasse o valor da prestação das casas do programa: R$ 50 para famílias com renda até um salário mínimo.

Vamos ser francos companheiros, R$ 50 não é muito. Se sair na Boa Viagem vendendo limão galego arrecada isso. Sou contra dar de graça. Nós queremos este ano contratar um milhão de casas e para os próximos quatro anos queremos contrar mais dois milhões de casas.

Em entrevista coletiva à imprensa concedida após a solenidade, Lula afirmou que o Minha Casa, Minha vida mudou o patamar da construção habitacional no Brasil. Segundo o presidente, já foram contratadas obras de 425 mil casas e há 800 mil casas em projetos que estão sendo analisados pela CEF. “Se atingirmos a contratação de 1 milhão de casas até dezembro, começamos uma revolução na construção civil deste País”, afirmou.

Ouça aqui o discurso do presidente:

O presidente Lula destacou ainda em seu discurso que as famílias que receberam as casas não foram “jogadas para fora da cidade” após terem sido desalojadas da área onde passará a rodovia BR 101. Elas receberam suas novas moradias em região próxima onde já viviam, com bom acesso a transporte e a posto médico (Unidade de Pronto Atendimento – UPA).

Aqui, muita gente vai poder ir à pé para praia, coisa que eu não posso fazer em São Bernardo do Campo (SP), pois a praia fica distante uns 60 quilômetros.

O presidente contou também a conversa que teve com dona Sandra, moradora que recebeu nesta tarde as chaves de sua nova casa no conjunto habitacional inaugurado em Recife. Ela queria beijar-lhe as mãos e contou do arrependimento por nunca ter votado nele. Lula disse a ela que não havia problema algum, porque a cada derrota na disputa pela Presidência ganhou mais experiência.

A vida é asssim. A gente vai aprendendo. Hoje sou um homem que não reclamo por ter perdido três eleições. As derrotas me ensinaram. Fui aprendendo e ficando mais calejado. Quando cheguei à Presidência da República, já estava mais preparado, mais consciente.

Lula assegurou que o governo mudou o modelo de atender à demanda por moradia no País, desde que propôs a construção de um milhão de casas. O que muitos consideravam impossível hoje está próximo de se realizar. A CEF, anunciou o presidente, deverá fechar 2010 com esse patamar de novas moradias contratadas para serem construídas. Nessa etapa haverá demanda por mão de obra.


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Numa rápida entrevista coletiva concedida após a cerimônia de lançamento do programa de produção do óleo de palma, o presidente Lula defendeu a mobilização nacional para industrializar o Pará. Segundo Lula, a proposta passa pelo processo inverso daquele ocorrido nas últimas décadas do século 20, quando ocorreu a exploração desordenada da madeira e do minério de ferro.

Lula explicou que a construção da usina hidrelétrica Belo Monte é um processo sem volta. O presidente acredita que a população paraense deseja o empreendimento. Explicou também que uma das questões consideradas polêmicas sobre o tamanho do lago de Belo Monte já foi esclarecida. Ou seja, o lago ocupará espaço menor do que o previsto no projeto original. Além disso, acrescentou que o governo promoveu todas as audiências com as entidades e populares envolvidas para esclarecer o empreendimento. Saiba mais sobre o projeto de Belo Monte aqui.

“Estou convencido que a maioria do povo do Pará quer a hidrelétrica”, afirmou.

O presidente foi indagado pelos jornalistas sobre as alianças partidárias para as eleições deste ano. Segundo ele, o ideal é que os partidos que integram a base do governo tenham candidatos únicos à Presidência da República e aos governos estaduais. Porém, ele acredita que em alguns estados, como por exemplo, Pernambuco, tal situação não será possível. “Temos estados em que o PMDB é radicalmente contra. Espero que situação seja resolvida mais adiante”, explicou.

Durante quase duas horas em que permaneceu no município de Tomé-Açu, distante 193 quilômetros de Belém (PA), Lula manteve contatos com as lideranças locais. Na companhia da governadora Ana Julia Carepa, o presidente fez questão de enfatizar, em diversas oportunidades, o programa de extrativismo do óleo de palma e o emprego na produção de biodiesel. A Petrobras Biocombustível irá investir R$ 330 milhões em dois empreendimentos na região. O presidente destacou a importância da parceria com a empresa portuguesa Galp Energia.

“Quando é, prefeito Carlos Vinicios, que o município de Tomé-Açu teria estes investimentos? Serão gerados aqui na cidade dois mil novos postos de trabalho”, afirmou numa conversa com políticos.

De Tomé-Açu, o presidente seguiu para Belém. Ele terá um almoço privado com a governadora seguido de audiência a lideranças políticas. Ainda hoje, a comitiva segue para o Recife. Amanhã (7/5), entre as atividades previstas, tem a entrega do navio João Cândido no estaleiro Atlântico Sul. A embarcação integrará a frota da Transpetro, braço da Petrobras.


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Para cumprir a agenda de trabalho, seja em Brasília ou em qualquer ponto do País, a Presidência da República conta com uma equipe profissional que tem por objetivo assegurar o bom desempenho das atividades seja do presidente Lula, do vice-presidente José Alencar ou demais autoridades do primeiro escalão. Por isso, é fundamental a participação da equipe médica. Esta semana, o médico da Presidência da República Cleber Ferreira foi decisivo no atendimento, ainda no Recife, ao presidente Lula que, na noite de quarta-feira (27/1), apresentou crise de hipertensão e foi submetido ao atendimento no Real Hospital Português.

O médico Cleber Ferreira conversou com o Blog do Planalto e, na oportunidade, detalhou os preparativos que envolvem os profissionais do setor. No sábado (30/1), o presidente Lula foi submetido a uma bateria de exames no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, e retornou para Brasília. O presidente retoma a agenda de trabalho nesta segunda-feira (1/2).


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