Presidente Lula e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, durante abertura da 5ª Sessão do Fórum Urbano Mundial – O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, durante abertura da 5ª Sessão do Fórum Urbano Mundial – O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Um administrador público hoje deve ter como prioridades projetar cidades que garantam boa qualidade de vida a seus habitantes e reparar os desmandos do passado que permitiram que muitas cidades se transformassem em grandes favelas, afirmou o presidente Lula durante discurso na abertura da 5ª Sessão do Fórum Urbano Mundial -- O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido, realizada no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (22/3).

Nós estamos neste momento da história brasileira provando que é possível construir um novo País e é possível construir uma nova política urbana para os países em desenvolvimento.

Lula pediu que os convidados à cerimônia visitassem o Rio de Janeiro para ver o que está sendo feito nas favelas da cidade em termos de urbanização, “investimentos em saneamento básico e habitação como nunca foi feito antes”, disse. Se antes os governos preferiam gastar recursos em obras mais visíveis, como viadutos, hoje a prioridade é outra: garantir que crianças possam brincar descalça nas ruas sem ter que pisar em esgoto a céu aberto.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente no Rio de Janeiro:

Para ler a transcrição do discurso, clique aqui.

As boas práticas políticas podem garantir também a contenção do inchaço das grandes cidades, fazendo com que muitas pessoas retornem ao campo, graças a políticas de financiamento da agricultura familiar e de assentamento no campo, afirmou Lula.

O presidente brasileiro convidou os presentes a compartilharem as boas experiências em suas respectivas cidades e países -- “nós todos queremos aprender com vocês como fazer mais”.

A coisa mais barata e mais simples que um governo tem que fazer é cuidar da parte mais pobre da população. Essa é uma experiência rica que temos acúmulo e que gostaríamos de discutir com vocês.


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