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Presidenta Dilma Rousseff participou de jantar oferecido pelos anfitriões Marcela e Michel Temer junto com o presidente do Senado, José Sarney. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff, atendendo a convite do vice-presidente Michel Temer, compareceu na noite desta terça-feira (23/8) a um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência, com ministros e parlamentares do PMDB. Após saudar os anfitriões – o vice-presidente e sua mulher Marcela – a presidenta destacou a tradição do PMDB na luta pela democratização do país.

Em seguida, reconheceu a importância da aliança construída com o partido, e que assegura sustentação política ao governo. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a força que une os integrantes da aliança é o desejo de trabalhar para tornar o Brasil cada vez mais justo e desenvolvido.


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Presidenta Dilma Rousseff participou de jantar oferecido pelos anfitriões Marcela e Michel Temer junto com o presidente do Senado, José Sarney. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff, atendendo a convite do vice-presidente Michel Temer, compareceu na noite desta terça-feira (23/8) a um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência, com ministros e parlamentares do PMDB. Após saudar os anfitriões – o vice-presidente e sua mulher Marcela – a presidenta destacou a tradição do PMDB na luta pela democratização do país.

Em seguida, reconheceu a importância da aliança construída com o partido, e que assegura sustentação política ao governo. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a força que une os integrantes da aliança é o desejo de trabalhar para tornar o Brasil cada vez mais justo e desenvolvido.


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Ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) participou com a presidenta Dilma Rousseff de reuniões com lideranças de partidos da base do governo. Imagem: Toni Gomes/NBR

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que participou de almoço, nesta quarta-feira (17/8), com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, contou que o “encontro serviu para manter unida a base do governo” no Congresso Nacional. No cardápio, segundo Crivella, as lideranças perceberam que a presidenta Dilma está “mais próxima” dos políticos e, como resultado, conforme destacou, foi sinalizada a liberação das emendas parlamentares no montante de R$ 1 bilhão, com prioridades para as áreas da saúde e educação, além da destinação de recursos para municípios. Esse montante foi confirmado ontem à noite pela ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que esteve reunida com líderes do PSB, PDT e PCdoB.

Para o encontro de hoje foram convidados lideranças de quatro partidos: PP, PTB, PRB e PSC. O líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), disse que o repasse do dinheiro já começa em agosto. Segundo ele, a iniciativa possibilitará a conclusão de pequenas obras, como, por exemplo, praças públicas em diversas cidades. O parlamentar informou também que durante a conversa a presidenta Dilma mostrou-se disposta a encontrar uma solução que permita a liberação dos recursos provenientes destas emendas no ano de realização do orçamento.

“Acho que não podem tratar as emendas para os municípios como sendo coisa criminosa. Às vezes, R$ 50 mil ou R$ 100 mil fazem enorme diferença para as cidades”, disse Arantes.

Arantes e Crivella informaram que a base do governo no Congresso Nacional vê como sendo importante a aproximação da presidenta Dilma com os partidos. Crivella contou, por exemplo, que a liberação dos recursos no segundo semestre de 2011 acontece porque o governo encontrou “folga orçamentária, e não em função da crise financeira”. “Nada melhor que esse contato para que todos possam dizer suas razões”, contou Crivella.

Durante a semana, a presidenta Dilma teve reunião com parlamentares do PT, PMDB, PSB, PDT e PCdoB. Ontem à noite, na companhia do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, fez um relato destes encontros.

Vídeo com a entrevista da ministra Ideli Salvatti e do governador Eduardo Campos


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Presidenta Dilma Rousseff durante encontro com senadores do PDT, PSB e PCdoB após almoço no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff deu continuidade, nesta terça-feira (28/6), aos encontros com senadores dos partidos da base aliada do governo federal. Hoje, a presidenta Dilma recebeu para reunião seguida de almoço, no Palácio da Alvorada, parlamentares do PDT, PSB e PCdoB.

Participaram os senadores Acir Gurgacz (PDT-RO), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Cristovam Buarque (PDT-DF), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Lídice da Mata (PSB-BA), João Durval (PDT-BA), Pedro Taques (PDT-MS), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). A presidenta também convidou para o encontro os ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gilberto Carvalho (Secretaria Geral).

A série de encontros foi iniciada, em 26 de maio, quando a presidenta recebeu a bancada do PT no Senado. Depois, foi a vez dos senadores do PMDB seguidos pelos integrantes do PTB, PR e PP.


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Presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer participam de almoço com senadores do PMDB, no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Mantendo a agenda de encontro com os partidos da base aliada, a presidenta Dilma Rousseff se reuniu com senadores do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) em almoço realizado nesta quarta-feira (1/6) no Palácio da Alvorada. Na pauta estava a apresentação do Plano Brasil sem Miséria, que será lançado amanhã (2/6), e a discussão do projeto do novo Código Florestal, que segue para votação no Senado Federal após ter sido aprovado na Câmara dos Deputados no último dia 23 de maio.

Após o almoço, o presidente interino do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), informou que a presidenta externou preocupação com a aprovação, na Câmara dos Deputados, de emendas que concedem anistia a desmatadores e delegam aos estados a gestão da política ambiental. Raupp frisou que a presidenta Dilma “não vai permitir o avanço do desmatamento” e que os senadores buscarão um consenso acerca do texto do Código Florestal.

“Os dois relatores têm dito que vão tratar desse assunto em conjunto com a Câmara, para que as mudanças feitas no Senado, se voltarem para a Câmara, não sejam discutidas novamente.”

De acordo com o senador, foi sugerido à presidenta que os relatores do projeto do Código Florestal no Senado insiram no texto “o desmatamento zero, sobretudo na Amazônia”. Durante a reunião – continuou o senador – a presidenta apresentou também a política para a área de fronteiras que o governo lançará em breve.

Quanto à renegociação da dívida dos estados, outro ponto em debate, ele informou que a presidenta está “aberta à discussão” e que todos os senadores concordam em tratar dessa matéria. Raupp disse, ainda, que o partido está buscando cada vez mais unidade no Congresso Nacional e que “o PMDB não participa do governo; o PMDB está no governo”.

“O PMDB é um partido da base, está inserido no governo, e vai ajudar em tudo o que for possível. E eu falei para presidenta que a unidade que o PMDB busca na Câmara e no Senado é para fortalecer o governo”, disse.

Na semana passada, a presidenta manteve encontro semelhante com senadores do Partido dos Trabalhadores. Na ocasião, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a presidenta Dilma Rousseff estava preocupada com as emendas aprovadas na Câmara e que acreditava, inclusive, que o país poderia vir a sofrer sansões internacionais por questões ambientais. A preocupação da presidenta, segundo Humberto Costa, é que países deixem de comprar os produtos agrícolas brasileiros por entenderem que o país não pratica uma política rígida de proteção ao meio ambiente.


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O governo acredita que o resultado da votação do projeto de lei que estabelece política de reajuste do salário mínimo até 2015 na Câmara dos Deputados é assunto superado. Agora, voltam-se as atenções para o Senado Federal, onde o projeto deve ser levado ao crivo em plenário na próxima quarta-feira (2/3). E assim como fizeram os deputados, o governo aposta também numa vitória que sirva de resposta ao governo e ao país. A avaliação foi feita pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Luiz Sérgio, em entrevista no Palácio do Planalto.

“Nós esperamos que o Senado corresponda ao governo e ao país”, disse o ministro.

Luiz Sérgio afirmou que o governo, ao enviar para o Congresso Nacional um projeto de lei que tratou da política de reajuste para o salário mínimo, buscou estabelecer um parâmetro com base na previsibilidade e estabilidade. “O resultado da votação foi importante para o governo e para o país porque a aprovação dessa política do salário mínimo até 2015 dá confiabilidade e estabilidade. Expressa também a seriedade do governo com as contas públicas. Isso é bom para o país”, contou.

O ministro informou que a presidenta Dilma Rousseff ficou “contente e alegre”, “muito satisfeita com a base aliada”. “Afinal, quero aproveitar a oportunidade e agradecer aos partidos da base porque ela [a base aliada] correspondeu à expectativa do país de que nós possamos garantir estabilidade, o crescimento econômico e a geração de emprego”.

Durante a entrevista, os jornalistas questionaram o ministro sobre parlamentares de partidos aliados ao governo que não seguiram a recomendação e votaram contra a proposta. Segundo explicou, caberá aos partidos decidir qual é a melhor forma para equacionar as “dissidências”. O ministro atribui aos partidos poder de debate e, posteriormente, decidir sobre o assunto.

“Eu acho que que a bancada do PT deve debater essa questão. Não é bom que haja essa dissidência principalmente no partido da presidenta Dilma”, expôs.

No decorrer da conversa, Luiz Sérgio tentou explicar que agora as atenções estão voltadas para aquilo que chamou de “o próximo passo” da votação do projeto de lei. E, deste modo, acredita que os senadores irão corresponder àquilo que defende o governo, ou seja, salário mínimo de R$ 545 para 2011 e uma fórmula de reajuste até 2015 com base na inflação dos últimos 12 meses e o índice de crescimento do PIB.

Outro ponto levantado na entrevista foi a questão de que alguns parlamentares de partidos da oposição terem insinuado que a proposta de fixar o valor do salário mínimo por decreto é inconstitucional. Luiz Sérgio frisou que o governo está tranquilo quanto ao fato e assegurou que o projeto lei em questão trata da política de valorização do salário mínimo não existindo espaço para discutir a matéria no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ainda na entrevista, o ministro elogiou o PMDB que votou 100% com o governo. “O PMDB é governo. E como governo correspondeu à expectativa do governo. O PMDB é governo e teve na Câmara dos Deputados uma atitude que expressa aquilo que esperávamos. Agora, esperamos a mesma atitude no Senado”, garantiu.

Luiz Sérgio também afirmou que não houve qualquer relação entre as nomeações para o segundo escalão e a votação do projeto de lei. Sobre o reajuste da tabela do Imposto de Renda, assunto que encerrou a entrevista, ele informou que o governo defende tal procedimento e que isso voltará a pauta tão logo se conclua a aprovação do projeto do mínimo no Senado.


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O ex-diretor do grupo Rede, Flávio Decat foi escolhido, nesta quinta-feira (3/2), para presidir Furnas Centrais Elétricas S/A. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, após reunir-se com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Segundo Lobão, os demais diretores da estatal devem colocar seus respectivos cargos à disposição para que o governo possa definir os nomes da diretoria de uma das empresas mais importantes do setor elétrico nacional. Porém, o ministro explicou que ao entregarem os cargos não significa dizer que todos os diretores deixarão Furnas.

“Começamos hoje a examinar o setor elétrico. O presidente Flávio Decat vai coordenar a montagem da diretoria e sempre nos pedirá conselhos”, explicou o ministro Lobão durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Para o ministro, a escolha se deu por critérios técnicos já que Decat exerceu cargos em empresas estatais e privadas do setor elétrico brasileiro. Questionado sobre se a decisão traria mais acirramento no PMDB, partido que vinha indicando dirigentes da estatal, Lobão assegurou que não haverá problemas e que o executivo terá encontro com o vice-presidente da República, Michel Temer, presidente licenciado da sigla partidária. O ministro explicou também que não vê necessidade de instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para cuidar deste assunto.

O ministro explicou que outras mudanças nas empresas estatais podem acontecer dentro dos próximos dias. Indagado sobre se o presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, permaneceria no cargo a partir da decisão de indicar Decat para Furnas, Lobão afirmou que tal assunto não estava equacionado e José Muniz é um técnico que pode ser aproveitado em qualquer posto do setor elétrico.

Com relação a aquisição da portuguesa Galp pela Petrobras, projeto que teria sido suspenso, Lobão explicou que ainda vai conversar sobre o assunto com o presidente da estatal, Sérgio Gabrielli, amanhã (4/2).


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O presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (19/2), que em seu governo não há discriminação partidária quando uma reivindicação é apresentada, seja o prefeito ou governador da base aliada ou não. A explicação do presidente foi dada a jornalistas em entrevista coletiva concedida logo após seu discurso na fábrica de papel e celulose Fibria/Votorantim, em Três Lagoas (MS).

“Você acha estranho que o Presidente da República esteja andando com um prefeito de um partido e um governador de outro? O Presidente da República, no exercício de suas funções, não tem partido. Não tem amigos ou inimigos. Trata da relação institucional com todo mundo. Da forma mais republicana possível. Acabou o tempo da mesquinharia política em que um governador, por ser de um partido político, ia numa cidade e não se encontrava com o prefeito por ser de outro partido político. Um Presidente da República ia num estado e não ia visitar o governador ou não conversava com o prefeito por serem de outros partidos políticos. Esse comportamento levou o Brasil a um atraso quase secular. Não é essa a minha postura. Quando os entes federados trabalham juntos, o resultado é extremamente positivo para o povo. Quando a gente permite a mesquinhez política, o prejudicado é o povo.

Ouça a íntegra da entrevista:

Lula comentou também a aliança política que vem montando com o PMDB. Segundo ele, trata-se de um entendimento político definitivo a nível nacional. Porém, ele reconheceu algumas dificuldades regionais e explicou que, se as questões não forem equacionadas, não subirá em mais de um palanque naquele estado onde existirem divergências partidárias. O presidente acredita que há tempo suficiente para que as direções regionais e nacionais possam resolver as pendências existentes.

O presidente afirmou que a Telebrás -- holding que comandou as companhias estatais de telefonia fixa e móvel no Brasil -- será recuperada. A empresa esteve em processo de liquidação após a privatização das companhias telefônicas em 1998, mas segundo Lula será fortalecida no processo do Plano Nacional de Banda Larga.

O presidente voltou a explicar que não emitirá opinião sobre a questão política do Distrito Federal. Segundo ele, como o assunto vem sendo analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) “o Presidente da República não pode dar palpite”. Ele enfatizou que não comenta nada sobre hipóteses.

Sobre a construção de uma unidade de fertilizantes da Petrobras naquele município, Lula explicou que não tinha condições de comentar o assunto, pois deveria ser motivo de análise da estatal e, por tanto, uma manifestação iria causar reflexo inclusive no mercado acionário internacional. Lula voltou a afirmar que continuará percorrendo o País inaugurando obras até o último minuto do último dia do seu governo. “Se, em algum momento da história, o Presidente da República não viajava porque não tinha obra para inaugurar, era problema dele. Eu vou continuar andando”, disse.


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