Nesta quarta-feira (13/7), de acordo com a agenda de trabalho, a presidenta Dilma Rousseff passa parte da manhã em reuniões internas com assessores do gabinete da Presidência da República.
Ainda pela manhã, concede audiência a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.
À tarde, a presidenta Dilma prossegue com as audiências no Palácio do Planalto. Ela recebe a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Em seguida, se encontra com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.
À noite, segundo a agenda, a presidenta recebe líderes dos partidos da base aliada na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para um coquetel no Palácio da Alvorada.
O presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (19/2), que em seu governo não há discriminação partidária quando uma reivindicação é apresentada, seja o prefeito ou governador da base aliada ou não. A explicação do presidente foi dada a jornalistas em entrevista coletiva concedida logo após seu discurso na fábrica de papel e celulose Fibria/Votorantim, em Três Lagoas (MS).
“Você acha estranho que o Presidente da República esteja andando com um prefeito de um partido e um governador de outro? O Presidente da República, no exercício de suas funções, não tem partido. Não tem amigos ou inimigos. Trata da relação institucional com todo mundo. Da forma mais republicana possível. Acabou o tempo da mesquinharia política em que um governador, por ser de um partido político, ia numa cidade e não se encontrava com o prefeito por ser de outro partido político. Um Presidente da República ia num estado e não ia visitar o governador ou não conversava com o prefeito por serem de outros partidos políticos. Esse comportamento levou o Brasil a um atraso quase secular. Não é essa a minha postura. Quando os entes federados trabalham juntos, o resultado é extremamente positivo para o povo. Quando a gente permite a mesquinhez política, o prejudicado é o povo.
Ouça a íntegra da entrevista:
Lula comentou também a aliança política que vem montando com o PMDB. Segundo ele, trata-se de um entendimento político definitivo a nível nacional. Porém, ele reconheceu algumas dificuldades regionais e explicou que, se as questões não forem equacionadas, não subirá em mais de um palanque naquele estado onde existirem divergências partidárias. O presidente acredita que há tempo suficiente para que as direções regionais e nacionais possam resolver as pendências existentes.
O presidente afirmou que a Telebrás -- holding que comandou as companhias estatais de telefonia fixa e móvel no Brasil -- será recuperada. A empresa esteve em processo de liquidação após a privatização das companhias telefônicas em 1998, mas segundo Lula será fortalecida no processo do Plano Nacional de Banda Larga.
O presidente voltou a explicar que não emitirá opinião sobre a questão política do Distrito Federal. Segundo ele, como o assunto vem sendo analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) “o Presidente da República não pode dar palpite”. Ele enfatizou que não comenta nada sobre hipóteses.
Sobre a construção de uma unidade de fertilizantes da Petrobras naquele município, Lula explicou que não tinha condições de comentar o assunto, pois deveria ser motivo de análise da estatal e, por tanto, uma manifestação iria causar reflexo inclusive no mercado acionário internacional. Lula voltou a afirmar que continuará percorrendo o País inaugurando obras até o último minuto do último dia do seu governo. “Se, em algum momento da história, o Presidente da República não viajava porque não tinha obra para inaugurar, era problema dele. Eu vou continuar andando”, disse.
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