Entries tagged with “ministro da Fazenda”.


Agenda presidencial
A agenda de trabalho da presidenta Dilma Rousseff tem início, na manhã desta terça-feira, com audiência ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, no Palácio do Planalto.

No fim da manhã, a presidenta Dilma reúne-se com auxiliares do gabinete da Presidência da República, em despacho interno.

À tarde, segundo a agenda, a presidenta recebe a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e depois o ministro da Fazenda, Guido Mantega.


[2] Comentários

Agenda presidencial
A agenda de trabalho da presidenta Dilma Rousseff tem início, na manhã desta terça-feira, com audiência ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, no Palácio do Planalto.

No fim da manhã, a presidenta Dilma reúne-se com auxiliares do gabinete da Presidência da República, em despacho interno.

À tarde, segundo a agenda, a presidenta recebe a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e depois o ministro da Fazenda, Guido Mantega.


[38] Comentários

Presidenta Dilma Rousseff comandou, nesta segunda-feira (29/8), reunião do Conselho Político no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O aumento do superávit primário para 2011 e os projetos em discussão no Congresso Nacional foram os principais assuntos da reunião do Conselho Político, nesta segunda-feira (29/8), sob comando da presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Durante exposição sobre a economia mundial, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo central prevê aumento de R$ 10 bilhões de economia extra que farão parte do resultado primário, passando de R$ 81,8 bilhões para R$ 91 bilhões. Depois da reunião, Mantega detalhou o anúncio em entrevista aos jornalistas no Ministério da Fazenda, em Brasília. Na coletiva, ele explicou que será encaminhado projeto de lei para o Congresso Nacional, que ajusta a previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

“A parte do governo federal é de aproximadamente R$ 81 bilhões. Eu estou anunciando um aumento para R$ 91 bilhões de [superávit] primário a ser realizado em 2011. Ou seja, [quase] R$ 10 bilhões a mais de resultado primário que nós vamos cumprir em 2011”, disse.

Mantega explicou que esse aumento diz respeito apenas à parcela da economia que cabe ao governo central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – e não inclui a de estados e municípios. Nos sete primeiros meses do ano, o superávit primário do governo central foi de R$ 66,307 bilhões, enquanto os governos estaduais contribuíram com R$ 21,711 bilhões, e os municipais com R$ 2,050 bilhões. As empresas estatais registraram R$ 1,911 bilhão. Esse superávit representa 78% da meta para o ano.

Foram discutidas ainda as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 29, que trata da questão da saúde e a 300, que reajusta salários de policiais e bombeiros. Na reunião, o ministro Guido Mantega disse aos líderes partidários que a aprovação destas propostas poderia comprometer o esforço fiscal que vem permitindo o crescimento sustentável da economia brasileira, mesmo diante da crise mundial. No encontro, foi demonstrado que os gastos com a saúde têm aumentado a cada ano. Em 2008 foram R$ 44,5 bilhões e em 2011 passaram para R$ 62,4 bilhões.

A reunião do Conselho Político contou com a participação do vice-presidente Michel Temer, dos ministros Guido Mantega (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Miriam Belchior (Planejamento) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), dos líderes do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), além de parlamentares do PRTB, PMN, PRB, PSC, PDT, PP, PT, PTC, PSL, PHS, PCdoB, PTB, PSB e PMDB.


[17] Comentários

Agenda presidencial
O dia da presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (6/7) começa com despacho com assessores no Palácio do Planalto, às 9h30, de acordo com a agenda. Ainda pela manhã, recebe em audiência o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, na condição de ministro interino.

No final da manhã a presidenta sanciona o projeto de lei que institui o Sistema Único de Assistência Social (Suas), em cerimônia no Salão Nobre do Palácio do Planalto.

O Suas – criado há seis anos – reúne diversas iniciativas para garantir proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice.

Atualmente, conta com 7,6 mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e 2,1 mil Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS).

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a sanção da nova lei servirá para complementar a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) e para garantir continuidade às ações que já vêm sendo realizadas, incluindo o enfrentamento da pobreza.

Na parte da tarde, a presidenta Dilma recebe, ainda de acordo a agenda, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra.


[3] Comentários

Agenda presidencial A agenda de trabalho da presidenta Dilma Rousseff desta segunda-feira (13/6) tem início com audiência ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Ainda pela manhã, a presidenta recebe o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.

À tarde, Dilma Rousseff participa da cerimônia de posse da ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, e do ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio Oliveira, no Salão Oeste.

No fim do dia, conforme agenda divulgada, a presidenta se reúne com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.


[6] Comentários

Agenda presidencial Nesta segunda-feira (4/4), a presidenta Dilma Rousseff inicia sua agenda de trabalho com despacho interno em seu gabinete. Em seguida, ela concede audiência ao presidente da Infraero, Gustavo Vale.

No período da tarde, a presidenta recebe Juan Luís Cebrián, CEO e presidente do Comitê Executivo do Grupo Prisa.

Após o encontro com o executivo, Dilma Rousseff concede audiência ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi e, logo após, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.


[122] Comentários

Agenda presidencial Nesta segunda-feira (4/4), a presidenta Dilma Rousseff inicia sua agenda de trabalho com despacho interno em seu gabinete. Em seguida, ela concede audiência ao presidente da Infraero, Gustavo Vale.

No período da tarde, a presidenta recebe Juan Luís Cebrián, CEO e presidente do Comitê Executivo do Grupo Prisa.

Após o encontro com o executivo, Dilma Rousseff concede audiência ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi e, logo após, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.


[2] Comentários

Ministro Guido Mantega mostrou o cenário favorável para investimentos no Brasil. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Ministro Guido Mantega mostrou o cenário favorável para investimentos no Brasil. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Viagens internacionais

Na palestra de abetura do seminário Brasil: Aliança para a Nova Economia Global, promovido pelos jornais El País e Valor Econômico em Madri, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, mostrou que o cenário econômico é favorável para investimentos no Brasil. Para o ministro, serão os países que integram o chamado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) quem despontarão na economia mundial. Este bloco, ainda de acordo com Mantega, responderá por dois terços da economia mundial.

O crescimento econômico se deve à nova política econômica que o presidente Lula implantou no país. Saímos de uma média modesta de 2,5% do PIB para 4% e agora caminhamos a taxas acima de 5%.


Mantega iniciou a conferência nesta quarta-feira (19/5) para uma plateia de investidores espanhóis analisando o cenário da economia mundial. Segundo ele, a crise econômica que assolou a Europa a partir da Grécia “pode se prolongar um pouco mais”. Para Mantega, a crise “é mais de confiança”. Já nos Estados Unidos a economia parece estar se recuperando de forma mais rápida, avaliou. No Brasil, não há mais crise, disse ele, “apenas reflexos que não comprometem o crescimento do Brasil”.

Porém, os países que vão liderar o crescimento nos próximos anos são a China (9,7%), a Índia (7,7%), a Rússia (5,5%) e o Brasil que, numa visão mais conservadora do Ministério da Fazenda, estará com crescimento de 5,5%. Claro que aqui na plateia temos pessoas que apostam num crescimento acima de 6%.

Mantega disse que foi criado no Brasil um circulo virtuoso de crescimento. Um dos pontos importantes foi a política industrial elaborada pelo governo sob orientação do presidente Lula. O ministro disse também do auxílio dos bancos públicos para financiar os investimentos no país. Associado a isso, de acordo com ele, há a atuação de empresas, como por exemplo a Petrobras, que tem contratos para construção de plataformas, além dos investimentos em portos, rodovias e ferrovias.

O ministro brasileiro destacou também as oportunidades a partir do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que permitiram a destinação de recursos para setores de infraestrutura. “O Brasil que tinha um crescimento modesto em infraestrutura e passou a ter grandes obras. Em todo o Brasil temos grandes obras. Como TAV [Trem de Alta Velocidade], duas grandes hidrelétricas, refinarias de petróleo. Além disso temos pela frente a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas 2016 que exigem grandes investimentos”, afirmou.

Ele também apresentou o cenário do mercado de capitais que crsceu muito nos últimos anos. “Até 2008, o valor na Bovespa multiplicou-se por dez e chegou R$ 1,3 trilhão em transações por ano. O mercado de capitais brasileiro é transparente. Além disso, estamos lançando um novo ciclo na construção civil no Brasil. Era muito modesta. No passado era 3% do PIB, enquanto aqui na Espanha é de 30%. Podem ver o volume de financiamento como cresceu. Lançamos o programa de construção de um milhão de casas num primeiro momento e mais dois milhões de casas num segundo programa”, explicou.

O importante é que todo o crescimento não é atabalhoado. Não é como no passado que crescia por meio do estímulo do aumento da dívida e da inflação. (…) Hoje crescemos com a dívida pública diminuindo e a inflação sob controle. A inflação deu um aumento por causa das chuvas, o que teve impacto na agricultura, mas é ciclico. Não há nenhum descontrole inflacionário.

Ele destacou que as reservas cambiais do Brasil estão na ordem de US$ 250 bilhões e a dívida líquida chega a 30% do PIB. Isso permitiu, segundo ele, que o Brasil viesse a participar do esforço do FMI [Fundo Monetário Internacional]. Esse conjuto de fatores possibilitará que o Brasil alcance o posto de quinta ou quarta economia mundial “se essa política implantada pelo presidente Lula for mantida”.

Bandeira da Espanha Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem à Espanha.

[18] Comentários