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Ministro Carlos Lupi (Trabalho e Emprego) apresenta dados do Caged à imprensa. Foto: Renato Alves/MTE

Nos sete primeiros meses de 2011 foram criados mais de 1,5 milhão de empregos com carteira assinada, sendo 140.563 mil novos postos no mês julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (16/8) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. O resultado representou uma expansão de 0,38% em relação ao estoque de empregos do ano anterior.

O ministro destacou que todos os estados do Brasil registraram saldos positivos de emprego em julho, o que demonstra crescimento sustentável, de acordo com as características de cada região. O ministério prevê, para 2011, a geração de 3 milhões de empregos formais, contando celetistas e estatutários, trabalhadores de empresas privadas e servidores públicos.

Entre janeiro e julho, foram criados 1.593.527 empregos, equivalentes ao crescimento de 4,43% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010. O resultado deste período foi o terceiro melhor na série do Caged, sendo menor apenas que os ocorridos em 2010 (1.856.143 postos) e em 2008 (1.676.687 postos).

“O mês de julho registrou recorde de admissões e desligamentos, com 1.696.863 admitidos e 1.556.300 demitidos; o que indica que o mercado de trabalho continua aquecido. Historicamente, julho não é um bom mês, pois há demissões no setor de educação e entressafra agrícola no Sul e no Sudeste”, explicou o ministro.

A expansão do emprego registrada em julho ocorreu devido ao crescimento dos oito setores de atividade econômica, com recorde, para o mês, registrado no setor de Extrativa Mineral, que abriu 2.033 novas vagas. Em números absolutos, o destaque ficou com Serviços, que criou 45.961 postos, Comércio, com 28.538, e Construção Civil, com a geração de 25.6323 postos.


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Dados do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta terça-feira (18/1), mostra que a geração de empregos no Brasil fechou 2010 com novos 2.524.678 trabalhadores com carteira assinada. O resultado é inédito na história do país. Ao longo do governo Lula foram criados 15 milhões de novos postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Os dados foram anunciados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, na sede do Ministério, em Brasília, ao prevê que em 2011 serão criados três milhões de empregos.

“Em boa parte de 2009 a economia ficou parada. Voltamos a crescer em 2010 com uma retomada muito forte, por isso a comparação com 2009 é favorável. A crise freou a economia e o pós-crise revelou um ritmo muito rápido de recuperação do Brasil. Para confirmar, basta comparar nosso crescimento com Europa e EUA, onde a recuperação da crise foi bem mais lenta. Além disso, o potencial de investimentos em nosso país é muito grande e isso promoveu a geração vigorosa de empregos. O Estado, aliás, tem se mostrado a locomotiva desse crescimento”, analisa o ministro.

Em 2010, foi registrado crescimento em quatro dos cinco setores da atividade econômica: Serviços, 1.008.595 postos; Comércio: 601.846 postos; Indústria de Transformação, 536.070; Construção Civil, 329.195. A Agricultura foi o único setor a encerrar o ano com saldo negativo: 2.580 postos fechados.

“Os setores que mais crescem e vão continuar crescendo são os de Serviços, Comércio e Construção Civil. Vamos continuar investindo porque o investimento gera empregos. A renda vai continuar crescendo acima da inflação. O resultado da RAIS 2010, mais para o meio do ano, será maior do que o de 2009, com aproximadamente 3 milhões de empregos formais, já que somam-se a estes 2,5 milhões os novos postos de trabalho criados no Serviço Público, que não entram no Caged”, diz Lupi.

O levantamento por nível geográfico revela expansão do emprego em todas as grandes regiões e unidades da federação. O Sudeste – por exemplo – lidera com 1.276.903 postos e recorde em 3 estados; seguido pelo Nordeste, com 488.561 postos e recorde em 8 dos 9 estados; em terceiro lugar o Sul, com 444.713 postos e recorde em todos os estados; o Centro-Oeste com 178.242 postos e recorde em um estado; e o Norte, com 136.259 postos e recorde em um estado.

O ministro Lupi se mostra otimista quanto ao crescimento do mercado de trabalho no Brasil em 2011. “O Brasil tem muito a se desenvolver. O mercado está crescendo e por isso a circulação de mão-de-obra é maior. Temos o ‘PAC 2′, o ‘Minha Casa, Minha Vida’, as Olimpíadas e a Copa, que contribuirão para seguirmos avançando. Vamos gerar três milhões de novos empregos formais em 2011. O controle da inflação e a economia crescendo justificam este avanço. O Brasil tem 10 anos de crescimento, geração de emprego e renda”, prevê Lupi.


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Ministro Lupi aposta que o país atingirá recorde de geração de emprego em 2010. Foto: Valter Campanato/ABr.

Em outubro deste ano foram criados 1,620 milhão novos postos de trabalho. Como ocorreram 1,415 milhão desligamentos, o saldo líquido ficou em 204,8 mil empregos. No ano, o saldo é de 2,406 milhões da vagas (16,397 milhões de admissões e 13,991 milhões de desligamentos), aumento de 7,29% em comparação com igual período do ano passado. Os números foram divulgados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

“O recorde mostra a pujança do mercado interno brasileiro. A economia continua aquecida e forte. Neste ritmo, com certeza alcançaremos a meta de 2,5 milhões de novos empregos criados em 2010. Com a correção das declarações atrasadas, feita na RAIS (Relação anual de Informações Sociais), certamente vamos ultrapassar este número”, comentou Lupi.

A análise do quadro de vagas por setor indica que o segmento serviços ofereceu 585.317 postos de trabalho, em outubro, e dispensou 499.110 funcionários, com saldo de 86.207 funcionários. Em seguida, o setor comércio abriu 402.063 postos e demitiu 320.716, com saldo de 81.347 vagas.

A indústria de transformação ficou em terceiro lugar no ranking: 321.159 contratações contra 274.236 dispensas e saldo de 46.923 vagas preenchidas. A construção civil abriu 208.665 mil postos e demitiu 197.253 operários, saldo líquido de 11.412 empregos em outubro de 2010.

Mas cedo, na cerimônia de lançamento e batismo do navio petroleio Sergio Burque de Holanda, o presidente Lula comentou os números que seriam divulgados no meio da tarde. Segundo ele, os novos 204,8 mil postos levariam o país a um saldo líquido entre janeiro e outubro de quase 2,5 milhões de vagas, resultado significativo se levado em conta que nos Estados Unidos ocorreu 60 mil demissões.


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O ex-governador Leonel Brizola costumava dizer que, sem mobilização popular, não há desenvolvimento em países como o Brasil, e que é o povo organizado que construirá o desenvolvimento brasileiro. Pois o político gaúcho ficaria feliz em ver que é justamente isso que ocorre atualmente no País, com geração recorde de empregos, aumento real dos salários e participação ativa dos trabalhadores na elaboração de políticas públicas, afirmou o presidente Lula nesta quinta-feira (18/11) ao inaugurar um Centro de Referência do Trabalhador que leva o nome de Brizola.

Essa construção (do desenvolvimento) está felizmente acontecendo nos dias de hoje. E esse centro, que com toda justiça homenageia Brizola, expressa o vigor e a permanência dos ideais dos trabalhadores brasileiros.

O Centro de Referência do Trabalhador Leonel Brizola tem como objetivo preservar a memória do trabalho no Brasil e expandir o conhecimento sobre o tema, servindo de referência para pesquisas e projetos sobre o trabalho e o trabalhador do Brasil. O Centro inaugurado hoje conta com uma biblioteca, uma sala informatizada para consulta digital, dois auditórios, uma área para estudos, além de um espaço denominado Cine Trabalhador.

O presidente Lula afirmou durante sua participação no evento que havia muita coisa em comum entre ele e Brizola, bem como entre o PT e o PDT -- “quem acompanhou a relação PT-PDT e Lula-Brizola pela imprensa certamente não tem noção e não tem compreensão de quantas coisas nós tínhamos em comum. Muitas vezes o que aparecia era só a divergência”, disse, lembrando que teve o prazer de conviver não apenas com Brizola mas também com dois outros gigantes políticos do País: Miguel Arraes (PSB) e João Amazonas (PC do B).

Durante seu discurso, lembrou de alguns casos curiosos de sua relação com Brizola, como o dia em que foi pedir o apoio do ex-governador no segundo turno das eleições de 1989 e quando visitou o túmulo do presidente Getúlio Vargas em São Borja (RS). Veja os vídeos:

Brizola apresenta Lula a Getúlio Vargas

Lula pede o apoio de Brizola nas eleições presidenciais de 1989


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Começa nesta terça-feira (25/5), em Brasília, o 1º Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que debaterá as alternativas de combate a esse tipo de exploração, que persiste em várias regiões do País. O encontro discutirá ainda o papel do Congresso Nacional e a responsabilidade das empresa no combate à exploração de trabalhadores.

Leia aqui o 2º Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

A programação do evento pode ser conferida aqui.

Durante o encontro promovido pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Ministério do Trabalho e Emprego lançará duas publicações sobre o trabalho escravo no Brasil – ver aqui. Os livretos explicarão o que é trabalho escravo, as penas previstas para essa prática e as ações do governo federal para combater o crime. Além disso, o material contém explicações sobre o compromisso internacional do Brasil com o a erradicação do trabalho escravo.


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O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, deu mais uma excelente notícia para os brasileiros: em fevereiro foram registradas 209.425 novas contratações com carteira assinada no País. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foi o melhor resultado num mês de fevereiro. O recorde anterior aconteceu em fevereiro de 2008, com a abertura de 204.963 postos de trabalho. “Tenho certeza que o mês atual também será o melhor março da história do Caged”, afirmou Lupi.

Conforme dados divulgados pelo MTE, nos últimos 12 meses, a variação acumulada do emprego formal atingiu alta de 4,63%, com criação de 1.478.523 postos de trabalho, o maior aumento desde dezembro de 2008, nesse tipo de comparação. Deste modo, o Brasil alcança a marca de 33.391.863 trabalhadores com carteira assinada.

“O setor de serviços está respondendo à demanda de turismo, a indústria cresce porque precisa repor os estoques, que estão baixos, e a construção civil está sendo alavancada pelas obras do Plano de Aceleração do Crescimento [PAC]. Nenhum empresário contrata se não estiver lucrando e se não estiver com boas perspectivas de crescimento econômico. Então, este aumento no número de contratações significa que nossa economia vai muito bem, e melhora a cada dia”, destacou Lupi.

Para o Nordeste, o mês é de estreia: “esta foi a primeira vez que o Nordeste apresentou resultado positivo para o mês de fevereiro, com destaque para a Bahia e o Ceará, que garantiram o resultado, mesmo com a agricultura tendo apresentado índice negativo”, explicou o ministro. E as boas notícias vem de outros recantos do Brasil, com três delas apresentando saldos recordes: Sul (49.539), Norte (11.120) e o Nordeste, apontado pelo ministro, com 2.146 novos empregos.

O estado de São Paulo liderara a geração de empregos no país com 80.662 carteiras assinadas, seguido de Minas Gerais (27.503), Rio Grande do Sul (19.718) e Santa Catarina (16.111). A região Sudeste liderou com o acréscimo de 120.562 postos de trabalho no mês, terceiro maior saldo para o período, e a região Centro-Oeste revelou o segundo melhor saldo para o mês de fevereiro, com o incremento de 26.058 empregos.

Confira aqui os dados completos do Caged.


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