Secretário nacional de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Laudemir Müller, comenta a política do governo para os pequenos agricultores. Foto: Thiago Dieb/PR
Nessa semana, a presidenta Dilma Rousseff anunciou que o governo federal colocará à disposição, para a safra 2011-2012, R$ 16 bilhões exclusivamente para os pequenos agricultores rurais. Outra novidade é a redução dos juros do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf, a partir de julho, quando passará a operar com taxas entre 0,5% a 2%; atualmente chegam a até 4%.
Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o secretário nacional de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Laudemir Müller, comentou a política do governo para os pequenos agricultores e antecipou que, a partir do diálogo constante com as lideranças do setor, a presidenta Dilma prepara uma série de ações que irão impactar diretamente na vida das famílias agricultoras e fazer a economia do país girar.
Laudemir Müller comenta que a partir da injeção de recursos dessa ordem no setor de agricultura familiar – responsável por 70% da produção dos alimentos consumidos no país – o governo pretende incentivar a prática de preços justos e estáveis tanto para o agricultor quanto para o consumidor final. Na opinião do secretário, “são os alimentos justamente o que o povo, o país, precisa para crescer de forma continuada e com estabilidade”. Ele acrescenta que investir na produção agrícola é apostar na continuidade do crescimento acelerado, ao mesmo tempo em que são ampliados a geração de empregos e a distribuição de renda, com inclusão social.
“Nós temos o grande desafio de fazer esse crescimento econômico acelerado com distribuição de renda e com estabilidade. E para isso, aproveitando essa grande oportunidade de aumento de renda e de consumo que a sociedade brasileira está alcançando, nós precisamos produzir mais alimentos”, defendeu.
A criação do Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) para a agricultura familiar e a unificação de normas do Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) também são novidades, informou o secretário. A política de preços – continuou Müller – reduz os impactos das oscilações de mercado sobre as famílias produtores rurais; já a regulamentação do Suasa visa flexibilizar barreiras para a escoar a produção agrícola para outros estados.
“Isso [a revisão do Suasa] é muto importante, é uma grande vitória para a agricultura familiar e também uma grande vitória para o Brasil”, comemorou.
Pronaf - O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar financia projetos individuais ou coletivos que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. Operando com as taxas mais baixas de juros dos financiamentos rurais, o programa registra os menores índices de inadimplência entre os sistemas de crédito do país.
Para acessar o crédito – explica o secretário – as famílias devem procurar o sindicato rural ou a Emater para obtenção da declaração de aptidão ao Pronaf, que será emitida segundo a renda anual e as atividades exploradas. Os beneficiários da reforma agrária e do crédito fundiário devem procurar o Incra ou a Unidade Técnica Estadual. Já os produtores que tomaram crédito do Pronaf em safras anteriores devem ir ao mesmo banco ou cooperativa de crédito que fizeram o empréstimo e solicitar o crédito para a nova safra.
“É importante frisar que esse crédito pode ser acessado para qualquer tipo de atividade no meio rural que gere renda. Então pode ser uma atividade agrícola ou não agrícola, como por exemplo o artesanato, pode ser para custeio, para comprar semente, para comprar adubo, para fazer a safra específica do ano, ou até para investimento”, informou Müller.
As exportações brasileiras fecharam o ano passado em US$ 201,916 bilhões, um recorde histórico, acima do resultado obtido em 2008, US$ 197,999 bilhões, até então o maior da história do comércio exterior brasileiro. Em 2010, as importações atingiram o volume de US$ 181,638 bilhões – também superior ao resultado de 2008, que atingiu US$ 172,984 bilhões. Assim, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) de 2010 foi de US$ 383,554 bilhões (média diária de US$ 1,528 bilhão). O superávit (diferença entre exportações e importações) alcançou US$ 20,278 bilhões (média diária de US$ 80,8 milhões).
Os números da balança comercial foram divulgados nesta segunda-feira (3/1) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Na comparação com as exportações de 2009 (US$ 152,995 bilhões), houve crescimento de 31,4%, pelo critério da média diária. Nas importações, também pela média, houve aumento de 41,6% sobre os US$ 127,720 bilhões (média diária de US$ 510,9 milhões) de 2009.
Já a corrente de comércio registrou crescimento de 36,1%, em relação ao mesmo período de 2009, que registrou US$ 280,715 bilhões (média diária de US$ 1,122 bilhão). Na comparação com a média diária, o saldo em 2010 é 20,1% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, que teve superávit de US$ 25,275 bilhões (média diária de US$ 101,1 milhões).
Em dezembro de 2010, as exportações somaram US$ 20,919 bilhões, com média diária de US$ 909,5 milhões. O resultado é 38,3% superior à média de US$ 657,4 milhões registrada em dezembro de 2009 e 2,8% acima na comparação com a média de novembro de 2010 (US$ 884,4 milhões). As importações em dezembro alcançaram US$ 15,551 bilhões, com média diária de US$ 676,1 milhões.
Por esse critério, houve crescimento de 21% em relação ao mês de dezembro do ano passado (média de US$ 558,8 milhões) e queda de 22,2% na comparação com novembro último (média de US$ 868,8 milhões). O saldo no mês chegou a US$ 5,368 bilhões, com média diária de US$ 233,4 milhões. O resultado é 136,6% superior à média de dezembro de 2009 (US$ 98,6 milhões) e está 1400,9% acima da média de novembro passado (US$ 15,6 milhões).
O Brasil exportou 39,8% a mais em novembro deste ano do que em novembro de 2009, mas 3,8% a menos do que no mês passado, segundo números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As vendas externas brasileiras alcançaram US$ 17,688 bilhões em novembro de 2010 e as importações ficaram em US$ 17,376 bilhões – saldo de US$ 312 milhões. A corrente de comércio (exportação mais importação) atingiu o montante de US$ 35,064 bilhões.
As importações subiram 44,3% na comparação entre novembro/2010 e novembro/2009, e cresceram 5,1% quando comparado a outubro de 2010.
No período janeiro/novembro, as exportações ficaram em US$ 180,997 bilhões e, as importações registraram US$ 166,064 bilhões. No ano de 2010, o saldo do comércio é de US$ 14,933 bilhões com corrente de comércio (exportação mais importação) na ordem de US$ 347,061 bilhões.
Com o resultado, as exportações em oito anos do governo Lula estão em US$ 1,118 trilhão. No início do ano, a previsão do MDIC era exportar US$ 168 bilhões meta já superada em 11 meses de 2010.
O Brasil exportou 39,8% a mais em novembro deste ano do que em novembro de 2009, mas 3,8% a menos do que no mês passado, segundo números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As vendas externas brasileiras alcançaram US$ 17,688 bilhões em novembro de 2010 e as importações ficaram em US$ 17,376 bilhões – saldo de US$ 312 milhões. A corrente de comércio (exportação mais importação) atingiu o montante de US$ 35,064 bilhões.
As importações subiram 44,3% na comparação entre novembro/2010 e novembro/2009, e cresceu 5,1% quando comparado a outubro de 2010.
No período janeiro/novembro, as exportações ficaram em US$ 180,997 bilhões e, as importações registraram US$ 166,064 bilhões. No ano de 2010, o saldo do comércio é de US$ 14,933 bilhões com corrente de comércio 9exportação mais importação) na ordem de US$ 347,061 bilhões.
Com o resultado, as exportações em oito anos do governo Lula estão em US$ 1,118 trilhão. No início do ano, a previsão do MDIC era exportar US$ 168 bilhões meta já superada em 11 meses de 2010.
A Mitsubishi não tem previsão para produzir ou vender o seu carro elétrico MiEV no Brasil, mas não será por falta de energia, afirmou o presidente Lula ao ser apresentado ao veículo no Palácio do Planalto, lembrando que ontem mesmo inaugurou uma hidrelétrica em Catalão (GO), cidade onde a empresa tem sua fábrica no País. “O Brasil é quase invencível nessa disputa”, disse. O MiEV vem sendo produzido no Japão e três mil unidades do modelo foram exportadas para a França em setembro. A partir do ano que vem será comercializado nos Estados Unidos. O MiEV estará em exposição, na próxima semana, no Salão Internacional do Automóvel, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
O presidente da Mitsubishi no Brasil, Eduardo Souza Ramos, informou a Lula que o grupo investirá R$ 1,1 bilhão, nos próximos cinco anos, para ampliar e modernizar a fábrica no município de Catalão (GO). Lula gostou do carro -- “é muito silencioso” -- mas preferiu não dirigir, porque estava sem a carteira de habilitação, brincou.
“É muito bom. É muito silecioso”, disse o presidente Lula ao batalhão de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas. Ele afirmou não assimiu a direção do carro porque estava sem a carteira de habilitação.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que acompanhou a visita dos executivos da montadora ao presidente Lula, enfatizou a importância do volume de recursos a serem investidos no Brasil, bem como a geração de novos postos de trabalho. Serão oferecidos mais 1,2 mil novos empregos. A área da fábrica será ampliada em um terço. A produção passará de 50 mil unidades para 100 mil carros por ano.
Durante o evento, o presidente Lula conversou com jornalistas, lembrando que o País vive um de seus melhores momentos e que por isso agradece à montadora japonesa por investir ainda mais. “A Mitshubishi está de parabéns. Agradecemos os investimentos que geram mais salários e renda e mais consumidores”, disse ele.
Em diversos momentos, Lula mostrou confiança nas políticas adotadas pelo governo que permitiram, por exemplo, o enfrentamento da crise econômica. Segundo ele, os ministros têm total liberdade de propor quaisquer medidas que façam frente às demandas atuais no mercado interno. Um exemplo, disse, é a valorização do real frente ao dólar. O presidente entende que a queda da moeda norte-americana ocorre em diversos mercados.
“Vamos discutir isso na reunião do G-20″, afirmou.
A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 1,358 bilhão no mês passado – em 22 dias úteis, as exportações chegaram a US$ 17,674 bilhões e as importações a US$ 16,316 bilhões. Em comparação com julho de 2009, as vendas do Brasil para o mercado externo tiveram um aumento de 30,7% pelo critério de média diária. Enquanto isso, as importações registraram um incremento de 51,2% pelo mesmo critério. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (2/8), pela Secretaria de Comércio exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
No acumulado do ano (145 dias úteis), o saldo comercial foi positivo em US$ 9,237 bilhões (média diária de US$ 63,7 milhões). O valor é 45,1% menor, na comparação com a média diária, que o registrado no mesmo período do ano passado, que também teve 145 dias úteis e superávit de US$ 16,818 bilhões (média diária de US$ 116 milhões).
As exportações e importações aumentaram, na mesma comparação. Nos primeiros sete meses de 2010, foram exportados US$ 106,861 bilhões (média diária de US$ 737 milhões), frente aos US$ 84,093 bilhões (média diária de US$ 580 milhões) do mesmo período de 2009, com crescimento de 27,1% na média diária. Nas importações, houve aumento de 45,1% na média em comparação com os sete primeiros meses do ano passado, passando de US$ 67, 275 bilhões (média diária de US$ 464 milhões) para US$ 97,624 bilhões (média diária de US$ 673,3 milhões), este ano.
Em consequência, a corrente de comércio cresceu 35,1%, passando de US$ 151,368 bilhões (média diária de US$ 1,043 bilhão) para US$ 204,485 bilhões (média diária de US$ 1,410 bilhão), em 2010.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgou, nesta terça-feira (1/6), o resultado da balança comercial brasileira referente ao mês de maio de 2010. No mês passado as exportações chegaram a US$ 17,7 bilhões. No ano – janeiro a maio – as vendas externas somaram US$ 72,093 bilhões. Este resultado representa um aumento 28,7% em comparação com o mesmo período de 2009.
Enquanto isso, as importações em maio ficaram na marca de US$ 14,259 bilhões. Em cinco meses de 2010, as importações atingiram US$ 66,476 bilhões. Deste modo, a corrente de comércio brasileira atingiu US$ 138,569 bilhões (exportações mais importações).
Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5, exceto quando especificado em contrário e nos conteúdos replicados de outras fontes.