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BR Distribuidora anunciou redução do preço dos combustíveis que pode refletir no valor cobrado ao consumidor dentro dos próximos dias. Foto: ABr/Arquivo

A BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, anunciou a queda no preço dos combustíveis. Segundo informações da assessoria de imprensa, o preço da gasolina baixou em média 6% e, do etanol hidratado, cerca de 13%.

A empresa informou ao Blog do Planalto que, embora “o mercado seja livre à pratica do preço de venda”, a expetativa é de que o desconto seja repassado aos consumidores à medida em que os estoques atuais cheguem às bombas.

Ontem (11/5), em Brasília, o preço do litro da gasolina estava a R$ 2,75 em postos com bandeira BR, redução de R$ 0,20 sobre o valor cobrado nos postos da capital federal nas últimas semanas. Isso representa uma queda de 6,7% na bomba.

A diminuição do preço dos combustíveis na distribuidora foi possível, de acordo com a empresa, devido à entrada da safra da cana de açúcar. No caso específico do preço da gasolina o beneficio do consumidor ocorre devido a queda do valor do álcool anidro, que é misturado ao combustível vendido atualmente na proporção de 25%. O movimento era acompanhado pela empresa e esperado há algum tempo pelo mercado.

A baixa dos preços do etanol e da gasolina tende a continuar, de acordo com a BR Distribuidora, informação confirmada ontem, em Brasília, pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Em entrevista coletiva após participar da posse de lideranças parlamentares no Senado Federal, Lobão afirmou que, impulsionadas pela BR, as outras distribuidoras devem seguir a tendência da redução dos preços.

“A queda no preço dos combustíveis deve continuar até chegar num patamar razoável”, informou.

A redução nos preços destes combustíveis acontece em meio aos esforços do governo federal para conter a inflação. Na última sexta-feira (6/5), após reunir-se com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada, o ministro já havia antecipado a possibilidade da queda dos preços nessa semana.

Na ocasião, Lobão destacou que o governo, por meio da Petrobras, adotaria “uma política agressiva de produção de etanol”. Atualmente, a Petrobras é responsável pela produção de 5% do etanol consumido no país; até 2014, essa participação deve chegar a 15%.

“Com isso a Petrobras se transforma definitivamente num regulador, eficiente, do fornecimento dos preços do etanol”, disse.

Clique aqui e entenda como funciona a formação de preço dos combustíveis.


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Ministro Zimmermann em entrevista ao programa Bom Dia Ministro disse que o preço da energia tende a ficar mais em conta para o consumidor. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro

A nova Lei do Gás, sancionada em março do ano passado, regulamentará o transporte, a estocagem, o processamento e a comercialização do gás natural no país, segundo afirmou o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, no programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (23/9).

Zimmermann explicou que, com a Lei, a contratação da construção e operação dos gasodutos passa a ser concessão por meio de licitação, com o objetivo de aumentar a competição e a modicidade tarifária.

“O Brasil, de país altamente importador, vem abrindo perspectivas muito importantes em relação ao gás natural. Nós temos hoje cerca de 9 mil quilômetros de gasodutos e precisamos muito mais. O marco vai permitir que essa expansão faça com que o gás se torne mais comum em diversas regiões do país, e é claro que isso vai impactar em preços mais acessíveis”, disse.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista.

Em relação à energia elétrica, o ministro afirmou que as tarifas ficarão mais baratas e que isso será mais perceptível para a população a partir do momento em que o retorno financeiro das usinas hidrelétricas superar o valor investido. A partir de então, a operação dessas usinas necessitará de poucos investimentos e isso refletirá nos preços cobrados ao consumidor final.

“A busca permanente de competição nos leilões, a busca pelas fontes mais baratas, a busca permanente para trabalhar a questão tributária no Brasil, de forma que reduza, isso vai fazer o Brasil atingir a meta, vai trazer desenvolvimento econômico e social para as regiões, para toda uma população carente, e vai trazer junto com isso uma menor tarifa”, afirmou.

Segundo Zimmermann, diferentemente do que muitos pensam, as tarifas de energia no Brasil não estão entre as mais caras do mundo. “O Brasil tem uma tarifa que está em condição intermediária em relação a outros países. Até porque países em desenvolvimento têm de implantar maior infraestrutura e, ao mesmo tempo, corrigir distorções econômicas e sociais”, disse.

Ele acrescentou que os investimentos em hidrelétricas permitem custos menores de geração. “Uma usina como Belo Monte tem um custo de R$ 70 o megawatt-hora (MWh). É quase dez vezes mais barata do que uma usina a óleo, que produz energia a um custo entre R$ 600 e R$ 700 por MWh. Portanto, quando priorizamos fontes mais baratas, como as hidrelétricas, estamos exercendo uma política que visa a redução de preços, ainda que a médio prazo”, argumentou.


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O Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgaram na quarta-feira (16/9) informações sobre a implantação do horário de verão deste ano, que começa no próximo dia 17 de outubro e termina no dia 20 de fevereiro de 2011. Os relógios devem ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Os estados do Norte e Nordeste não terão horário especial.

Saiba mais nas páginas do Ministério de Minas e Energia e da Aneel.

O horário de verão tem o objetivo de conscientizar a população em relação ao aproveitamento da luz natural, além de estimular o uso, de forma racional, de energia elétrica. Na prática, o adiantamento do horário em uma hora diminui o carregamento nas linhas de transmissão, subestações e nos sistemas de distribuição, de forma que, o atendimento em épocas de maior consumo ocorra com maior eficiência.

Em todas as regiões onde foi aplicada a medida em anos anteriores, contabilizou-se uma redução média na demanda de aproximadamente 5%. A redução na coincidência de consumo entre as várias utilizações prolonga esse período de maior consumo até as 22 horas, reduzindo o seu valor máximo, chamado de demanda. Este fato leva a um menor carregamento de energia, reduzindo o risco de não atendimento às cargas no horário de ponta, em uma época do ano em que o sistema é normalmente submetido às mais severas condições operacionais, uma vez que este é um período de maior consumo. A redução da demanda máxima impacta também na redução da necessidade de novos investimentos em geração e transmissão de energia elétrica.


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A maior parte das críticas que a usina Belo Monte recebe hoje estão baseadas no antigo projeto, ignorando-se os muitos avanços feitos para minimizar os impactos da sua construção no rio Xingu, no Pará. A avaliação é do presidente Lula, que explicou isso inclusive para as lideranças indígenas com as quais se reuniu na última segunda-feira (19/4) na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima. Lula disse ainda que levaria o assunto para a reunião da Comissão Nacional de Política Indígena (CNPI) que será realizada em maio em Brasília.


(vídeo institucional sobre a usina Belo Monte)

O grande problema, diz o presidente, é que muitos criticam Belo Monte baseando-se no projeto antigo, sem saber que há melhorias significativas, como a redução de 60% na área ocupada pelo reservatório da usina (o lago previsto hoje é de 516 quilômetros quadrados). Além da área a ser inundada ser bem menor, o novo projeto também prevê a preservação das terras indígenas Arara da Volta Grande, Xingu e Paquiçamba, que antes seriam atingidas pela formação do lado da hidrelétrica. Há também a previsão de realocação de mais de 16 mil pessoas (4.362 famílias), que hoje vivem em palafitas nos igarapés de Altamira (PA). Outras 2.822 pessoas (824 famílias) serão reassentadas em área rural.

Após o leilão de terça-feira (20/4) da licença para a construção da usina Belo Monte, o ministro Marcio Zimmermann (Minas e Energia) concedeu entrevista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde tirou algumas dúvidas sobre o assunto:


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Com a chegada da luz elétrica, até uma nova escola foi construída para as crianças da comunidade quilombola de Curuça, em Alcântara (MA).

Luz para TodosÉ difícil ter a exata noção das mudanças que a chegada da energia elétrica promove nas comunidades mais distantes do País. Em Curuçá, comunidade quilombola em Alcântara, no Maranhão, a luz transformou por completo a vida da população local. Confira abaixo mais essa história retirada do livro Um Marco Histório – 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão, editado pelo Ministério de Minas e Energia, sobre os benefícios do programa Luz para Todos.

Você pode baixar para o seu computador o livro em português (aqui), espanhol (aqui) ou inglês (aqui).

Confira aqui o infográfico que preparamos para explicar detalhes do programa Luz para Todos.

Com a chegada da energia elétrica do programa Luz para Todos, os descendentes de escravos estão podendo desfrutar do conforto que a tecnologia do século XXI propicia. Na comunidade Curuçá, em Alcântara (MA), já é possível ver os frutos da energia. “Para nós, a melhoria começou com a estrada. Antes só havia uma picada, mas com a precisão de fincar os postes, surgiu a estrada. Hoje ficou mais fácil andar até a cidade e voltar pra casa”, conta José Ribamar Pinheiro.

Para o amigo Faustino Pereira Rodrigues, bom foi para a escola que, antes, era de taipa: hoje, é de alvenaria; construção realizada pela prefeitura. “Ficou muito melhor para nossas crianças”, disse. “E vai ficar bem melhor!”, completou a professora Leide Daiana. Para ela, agora há possibilidade de iniciar as aulas de alfabetização de adultos: “Agora, com energia, será possível ter aulas à noite. Falta muito pouco para isso!”, declarou.


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Luz para TodosNo post de hoje trazemos a história do Cacique Firmino Arana e sua família, de Ji-Paraná, em Rondônia. Quando contaram a novidade, o cacique duvidou: “Nós pensamos que era mais uma mentira do homem branco”, afirmou. Pois era a mais pura verdade. E mudou para melhor a vida de todos na aldeia. Confira mais uma história extraída do livro Um Marco Histórico – 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão, editado pelo Ministério de Minas e Energia. Você pode baixar para o seu computador o livro em português (aqui), espanhol (aqui) ou inglês (aqui).

Para Maria Luiza Arara, o que ela mais gostou foi da chegada da máquina de lavar roupa. Segundo ela, antigamente tudo era lavado no rio e dava muito trabalho, “agora quem trabalha é a máquina”, disse toda sorridente. Disse também que, naqueles dias, havia chovido muito e um cabo da rede elétrica se partiu, deixando a aldeia toda sem energia, “aí é que vimos como nós morávamos antigamente. Ficamos doidinhos, sem energia a máquina não funcionou, a água de beber ficou de novo quente e ninguém mais quer beber água quente, só queremos água gelada!”, declarou às gargalhadas.

Confira o infográfico abaixo, que traz detalhes sobre o programa Luz para Todos.

Infográfico: Thiago Melo


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Selo do programa 7 anos em 7 minutosO governo brasileiro se baseou em três premissas -- segurança energética, universalização do acesso à energia e cobrança justa de tarifa energética -- para tomar ações importantes nos setores energético e de mineração e assim garantir o crescimento sustentável do País nos próximos anos, afirmou o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) no décimo quarto programa da série 7 Anos em 7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta segunda-feira (22/3). Assim o Brasil poderá, por exemplo, aumentar em 120% sua produção de etanol nos próximos 10 anos, de 27 milhões de litros em 2009 para 60 milhões de litros em 2018, afirma Lobão.

O ministro destaca a construção de hidrelétricas, como as de Santo Antônio e Girau, no rio Madeira em Rondônia, e o leilão da usina de Belo Monte, no rio Xingu, como importantes marcos para garantir a segurança no abastecimento de energia no País, bem como a contratação de 8,8 mil megawatts de energia de fontes alternativas como a eólica (ventos), pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e biomassa.

Para que toda essa energia chegue à população, o governo investiu pesado em linhas de transmissão, construindo “30% de tudo que havia sido feito no Brasil até 2002, lembra Lobão. Segundo o ministro, outro ponto de destaque da atuação do governo no setor energético brasileiro foi a instituição do programa Luz para Todos em novembro de 2003, que já levou energia elétrica para 11 milhões de pessoas em todo o País.

O ministro Lobão fez questão de lembrar ainda que o Brasil conquistou sua autosuficiência na produção de petróleo, passando de 1,55 milhão de barris diários em 2003 para 2 milhões de barris em 2009, antes da descoberta da camada Pré-sal, que “pode significar um salto sem precedentes para a economia do País e uma oportunidade única de promoção do desenvolvimento nacional”.

Foram sete anos de grandes avanços e conquistas nos setores energético e de mineração, os quais contribuíram para a construção de um novo tempo que o nosso País está vivendo.


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O presidente Lula deve receber, nas próximas horas, do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, dois projetos de lei que tratam do marco regulatório do setor brasileiro de mineração. As diretrizes destes projetos foram divulgadas nesta terça-feira (9/3) na sede do ministério. Segundo o Lobão, um projeto trata da política mineral para o aproveitamento dos recursos minerais e o outro institui o Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), vinculado à Presidência da República e sob a presidência do titular da pasta de Minas e Energia.

“O CNPM vai promover o aproveitamento racional dos recursos minerais do país e estabelecer as diretrizes para o planejamento do setor, além de estimular investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação na cadeia produtiva nacional”, destacou o ministro.

Para Lobão, o novo marco foi resultado de amplas discussões no âmbito do governo, com contribuições expressivas das entidades representativas do setor mineral brasileiro. “Essas discussões foram sustentadas na larga experiência e vivência cotidiana dos agentes do setor em torno de questões fundamentais da mineração, além de estudos da legislação de vários países”, disse.


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(Fonte: blog Complexo Tapajós, da Eletrobrás)

O Ministério de Minas e Energia se inspirou na produção de petróleo ‘off-shore’ para encontrar a solução para a geração de energia elétrica em plena floresta amazônica, no Pará. Os cinco projetos hidrelétricos do Complexo Tapajós, que serão leiloados em 2011 e terão capacidade de produzir eletricidade equivalente a uma usina de Itaipu, ocuparão o menor espaço físico possível, reduzindo o seu impacto ambiental. São as hidrelétricas-plataforma, conforme explica o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmermann, com exclusividade ao Blog do Planalto:

A Eletrobrás está concluindo estudo de viabilidade do aproveitamento hidrelétrico no Complexo Tapajós. Vencida essa etapa, os leilões das usinas serão realizados. A expectativa é que o país possa contar com essa energia a partir de 2016.

Na última sexta-feira (12/2), o presidente Lula falou sobre o projeto das hidrelétricas-plataforma, durante inauguração em Goiânia da Barragem do Ribeirão João Leite:

E vamos também apresentar ao Brasil uma coisa chamada hidrelétrica-plataforma, que é um novo modelo de hidrelétrica em que a gente vai apenas fazer o desmatamento para construir a hidrelétrica. Depois vai fechar o desmatamento, não vai permitir a entrada de ninguém para não ter casa, não ter nada, e os trabalhadores que forem trabalhar na hidrelétrica, eles vão trabalhar como se fossem trabalhar numa plataforma da Petrobrás, em alto mar. Eles vão de helicóptero, descem lá na hidrelétrica, trabalham, ficam um certo tempo e voltam para casa, sem ter estrada, sem ter nada na hidrelétrica.

Esse é um modelo que a gente vai apresentar, que eu acho que a gente vai deixar o mundo boquiaberto de conhecer o que é o nosso projeto plataforma para fazer hidrelétrica. E aí, fazer o debate com a sociedade, fazer as audiências públicas que tiver que fazer, discutir com os nossos companheiros ambientalistas para que a gente, democraticamente, consiga convencer a sociedade brasileira de que não tem volta para o Brasil. Este país vai se transformar numa grande potência econômica nos próximos anos. É por causa do pré-sal, é por causa da Amazônia, é por causa da descoberta da biodiversidade, é pelo aproveitamento das coisas que a gente tem.

Um vídeo institucional produzido pelo governo federal dá a dimensão do empreendimento. A busca por alternativas energéticas para assegurar o abastecimento no País começou, segundo Zimermann, em 2004, quando ele comandava a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia. Por recomendação da ministra Dilma Rousseff, que naquela ocasião comandava a pasta de Minas e Energia, foi elaborado estudo com o objetivo de ampliar a capacidade de geração energética. Desse estudo saiu a idéia da usina-plataforma.


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Sorte, todo mundo quer ter. Mas para descobrir o petróleo da camada Pré-sal, desenvolver o biodiesel e ver programas sociais como o Luz Para Todos obterem sucesso é preciso aliar sorte à competência e decisão política para fazer pesquisa e investimentos nos setores necessários, afirmou o presidente Lula nesta quinta-feira (19/11) durante cerimônia de ampliação da Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC) e implantação da unidade de produção de gasolina de Guamaré (RN).

“Não diga que foi sorte do Lula, foi incompetência deles”, disse o presidente, num recado direto aos adversários que menosprezam as conq‭uistas do governo. Conquistas que transformam as regiões mais pobres do País. Lula destacou o programa Luz Para Todos, que atingiu este mês no Rio Grande do Norte 50 mil ligações elétricas.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

Confira também a entrevista exclusiva concedida pelo presidente hoje de manhã à rádio Clube de Natal, na qual falou sobre as obras de ampliação da refinaria Clara Camarão, em Guamaré (RN) e sua importância para o País neste momento que se descobre novas reservas de petróleo, para que o Brasil possa exportar derivados de petróleo. Lula falou também sobre a segunda fase do PAC (2011-2015), os investimentos previstos para o Nordeste em 2010 (em educação, saúde, agricultura familiar), o interesse do mundo pelo Brasil, a Copa do Mundo de 2014, a vida como ex-presidente, as eleições em 2010 e até sobre futebol.

Ministro Edison Lobão (Minas e Energia), presidente Lula e governadora Wilma de Faria com funcionários da refinaria Clara Camarão. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Ministro Edison Lobão (Minas e Energia), presidente Lula e governadora Wilma de Faria com funcionários da refinaria Clara Camarão. Foto: Ricardo Stuckert/PR

No Brasil, o programa já beneficiou 10,7 milhões de brasileiros, que reconquistaram a dignidade e cidadania, e agora podem buscar um futuro melhor para suas famílias. Segundo pesquisa feita pelo Ministério de Minas e Energia, a primeira coisa que 83% dos beneficiados pelo Luz Para Todos fazem é comprar uma televisão -- e isso ajuda a dinamizar a economia local.

O presidente Lula falou também ao público que acompanhava a cerimônia sobre as escolas técnicas e universidades criadas durante o seu governo -- 214 escolas técnicas (sete delas no Rio Grande do Norte) e 14 universidades até 2010 -- e fez questão de frisar que todo o investimento feito na refinaria Clara Camarão não ignora a importância de se preservar o meio ambiente. Lembrou o compromisso assumido na abertura da Assembléia-Geral da ONU, em setembro deste ano, quando anunciou que o Brasil reduziria o desmatamento em 80% na Amazônia até 2020.

Segundo Lula, a proposta que o Brasil levará para a reunião da ONU sobre clima, que acontece em dezembro em Copenhague (Dinamarca) é “a maior e melhor proposta apresentada por um país emergente” e que o Brasil mesmo não tendo obrigação de apresentar uma proposta, o fez para mostrar ao mundo que está preparado para discutir a questão seriamente, com números e metas ousadas.

Também discursaram o prefeito de Guamaré, Auricélio Teixeira; a governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria; o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli; e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).


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