O presidente Lula disse, em entrevista ao chegar a Estoril (Portugal), no domingo (28/11), que o Brasil não tem que reconhecer os resultados das eleições em Honduras, ocorridas naquela data. Lula explicou que conversou com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, quando formalizou opinião pessoal em relação à questão. Na mesma entrevista, o presidente informou que enviou carta em resposta à correspondência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última sexta-feira. Aos jornalistas, Lula disse que sem “discordância” não haveria graça.
Lula acredita que na reunião de cúpula sobre mudança climática (COP 15), que será realizada em Copenhague, Dinamarca, no próximo mês, será possível conferir as posições de países como os Estados Unidos e a China. Ele enfatizou que após o Brasil ter divulgado a meta voluntária de redução de emissão de gases que causam efeito estufa, os americanos e chineses resolveram divulgar suas propostas. “É assim que a gente negocia. É assim que a gente faz política”, disse.
A entrevista foi concluída com avaliação sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. Para o presidente, a produção “mostra um pouco a verdade do que aconteceu na vida da família Silva”. Lula disse que ficou emocionado: “Espero que vocês assistam e que gostem”.
O presidente Lula disse, em entrevista ao chegar a Estoril (Portugal), no domingo (28/11), que o Brasil não tem que reconhecer os resultados das eleições em Honduras, ocorridas naquela data. Lula explicou que conversou com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, quando formalizou opinião pessoal em relação à questão. Na mesma entrevista, o presidente informou que enviou carta em resposta à correspondência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última sexta-feira. Aos jornalistas, Lula disse que sem “discordância” não haveria graça.
Lula acredita que na reunião de cúpula sobre mudança climática (COP 15), que será realizada em Copenhague, Dinamarca, no próximo mês, será possível conferir as posições de países como os Estados Unidos e a China. Ele enfatizou que após o Brasil ter divulgado a meta voluntária de redução de emissão de gases que causam efeito estufa, os americanos e chineses resolveram divulgar suas propostas. “É assim que a gente negocia. É assim que a gente faz política”, disse.
A entrevista foi concluída com avaliação sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. Para o presidente, a produção “mostra um pouco a verdade do que aconteceu na vida da família Silva”. Lula disse que ficou emocionado: “Espero que vocês assistam e que gostem”.
(Os atores Guilherme Tortolio, Felipe Falanga e Rui Ricardo Diaz comentam a expectativa de saber a reação do presidente com o filme Lula, o Filho do Brasil, na pré-estreia realizada sábado (28/11) em São Bernardo do Campo-SP. Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)
(Os atores Guilherme Tortolio, Felipe Falanga e Rui Ricardo Diaz comentam a expectativa de saber a reação do presidente com o filme Lula, o Filho do Brasil, na pré-estreia realizada sábado (28/11) em São Bernardo do Campo-SP)
A primeira-dama Marisa Letícia, o presidente Lula e os ministros Dilma Roussef, Patrus Ananias e Miguel Jorge assistem ao filme Lula, o Filho do Brasil. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Com um lenço branco nas mãos e os olhos ainda úmidos, o presidente Lula vestiu um blusão preto e se movimentou entre os convidados – alguns familiares e outras lideranças políticas e ministros de Estado. Era visível a emoção que lhe causou ao assistir a pré-estreia do filme Lula, o filho do Brasil, do diretor Fábio Barreto, nos antigos estúdios da Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (SP).
Lula passou as duas horas da fita atento ao telão. Trocou algumas palavras com dona Marisa Letícia, mas se ateve a obra baseada no livro homônimo de Denise Paraná. Quando rolaram os créditos, Fábio Barreto se aproximou dele para mostrar algumas fotografias que estavam circulando na tela.
Veja o trailer do filme:
A noite produziu uma cena memorável. O presidente Lula se encontrou com os atores Rui Ricardo Diaz (o Lula jovem e adulto), Guilherme Tortolio, 15 anos, (o Lula adolescente) e Felipe Falanga, 9 anos, (o Lulinha).
O cineasta Fábio Barreto tentou arrancar uma avaliação do presidente Lula sobre os atores: “Inclusive a fala é igual”, decretou o presidente sobre a interpretação de Rui Ricardo Diaz. “Então, está aprovado, presidente?”, concluiu Fábio.
No colo de um parente, Gabriel Alvarenga, 4 anos, provocou o presidente dizendo que o via naquele instante sendo representado no filme. Lula fez um afago no menino que deixou o local bastante feliz.
Entre as poses para fotografias com os familiares e amigos, Lula decretou: “Hoje eu não vou falar não”. Ainda sob o impacto da fita, preferiu não conversar com os jornalistas. Deixou transparecer que não pretendia dar declarações sobre a obra de Barreto.
O presidente Lula e a primeira-dama Marisa Letícia com parte do elenco do filme Lula, o Filho do Brasil e seu diretor, Fábio Barreto. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Onde está dona Marisa?
Ao passar para o outro salão, Lula abriu um sorriso. Ele perguntou: “Onde está dona Marisa?” E, como resposta, ouviu um sonoro “estou aqui”. Era a atriz Juliana Baroni, que interpreta dona Marisa Letícia no filme. Juliana se aproximou do presidente e deu-lhe um abraço. Naquele instante, a primeira dama havia se deslocado para um ambiente reservado aos familiares.
No deslocamento, ainda procurando por dona Marisa, Lula encontrou-se com a atriz Glória Pires (a Dona Lindu) e o marido dela Orlando Moraes. O presidente disse que gostou muito da interpretação da atriz. Em seguida, ele entrou na sala vip e conseguiu se avistar com dona Marisa.
Lançamento na América Latina
Luiz Carlos Barreto, o Barretão, e sua mulher Lucy, informaram ao presidente Lula que em março de 2010 o filme Lula, o filho do Brasil, será lançado na Argentina e seguirá a trilha pelos demais países da América Latina. O livro homônimo já tem edição em espanhol.
Lula foi informado que durante a exibição da fita foi pedido ao público para que desligassem os celulares e que os fotógrafos e os repórteres cinematográficos tiveram que deixar seus equipamentos num outro local para evitar que o filme fosse “pirateado”. Barretão informou que em março ou abril será lançado o DVD.
Presidente Lula e a primeira-dama Marisa Letícia com diretores e elenco do filme Lula, o Filho do Brasil. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Em entrevista ao Blog do Planalto, Denise Paraná, escritora e corroterista do filme Lula, o Filho do Brasil, disse que o cineasta Fábio Barreto fez “ uma leitura fiel” do livro de sua autoria. Denise compareceu à pré-estreia do filme no estúdio Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.
“Foi uma obra ficcional baseada num drama familiar. É um filme universal. Não é ideológico. Fico muito feliz. Foi uma leitura fiel. Ele foi muito próximo daquilo que o Lula viveu”, afirmou.
O espaço do Vera Cruz, que tem dois estúdios e serviu para a gravação de cenas do filme Lula, o filho do Brasil, se transformará na Fundação Pierino Massenzi, em homenagem ao cenógrafo, já falecido, que morou em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
O anúncio do projeto foi feito pelo prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, na cerimônia de pré-estreia do filme de Fábio Barreto. A idéia é transformar o local num dos maiores centros de produção audiovisual do País. Antes da projeção do filme sobre a história de Lula, o público assistiu a um filmete que mostrou a história do Vera Cruz e a proposta da fundação.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, afirmou que a cidade conhecida por abrigar fábricas de carros será também referência na produção cinematográfica. “Fiquei muito impressionado com a quantidade de mão de obra absorvida pela indústria cinematográfica. Isso será muito importante para a nossa região”, avaliou o líder sindical.
Colagem de cenas do filme Lula, o Filho do Brasil. Imagem: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Tudo pronto para a pré-estreia do filme Lula, o Filho do Brasil em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo e berço do movimento sindical da década de 1970. São esperados 2,5 mil convidados, com direito a tapete vermelho no hall de entrada do local onde o filme será exibido, o pavilhão Vera Cruz, estúdio de cinema inaugurado em 1949 que gerou várias produções brasileiras famosas entre elas O Cangaçeiro e Tico -- Tico no Fubá.
Entre os convidados são esperadas as estrelas do filme de Fábio Barreto: Glória Pires (Dona Lindu), Rui Ricardo Diaz (Lula), Juliana Baroni (Dona Marisa), Cléo Pires (Lurdes, primeira mulher do presidente), além roteiristas, produtores, corroteristas.
Veja aqui o trailer do filme:
Na primeira fila, Lula assistirá ao filme e poderá conferir se o produto da família Barreto retrata a história que está no livro homônimo da escritora Denise Paraná. Antes de rodar a fita, a prefeitura lançará o projeto de retomada dos estúdios da Vera Cruz para produção audiovisual brasileira. O local foi ápice do cinema brasileiro e, na década de 1970, chegou a ser desativado. Atualmente, serve de espaço para feiras e exposições, mas também foi utilizado para gravações de cenas dos filmes Lula, o filho do Brasil e Carandiru, este último de Hector Babenco.
Certo de que o cidadão comum vai se idenficar com o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva no filme Lula, o filho do Brasil, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, conversou com exclusividade com o Blog do Planalto. Segundo Nobre, Lula é muito maior que a região do ABC. Para o líder sindical, o filme de Fábio Barreto, baseado no livro homônimo de Denise Paraná, vem num momento muito especial.
“Lamentamos que setores da mídia e da elite avaliem o filme como sendo eleitoral. Lula não é candidato a nada em 2010. Lula tem uma vida muito interessante. O mundo tem a aprender com a trajetória dele. Mesmo você sendo pobre, a partir de sua realidade, pode se transformar numa grande liderança. É justo que o presidente Lula tenha a sua trajetória consagrada. O Lula é fruto do movimento sindical organizado”, afirmou.
O filme entra em cartaz em janeiro de 2010. Para o sindicalista, assim como a Índia cultua Manhatman Gandhi, e o povo da África do Sul, Nelson Mandela, o Brasil tem o direito de vislumbrar em Lula um ídolo. Ele explicou que com o objetivo de permitir que o trabalhador brasileiro assista ao filme, alguns ingressos serão custeados pelos sindicatos. “Nada mais justo que o trabalhadores tenham acesso de modo mais barato. Lula é importante para o Brasil, para a América Latina e para o mundo”, assegurou.
Após a pré-estreia de Lula, o Filho do Brasil (veja aqui o trailer) ontem à noite na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizada num lotado Teatro Nacional, que contou com a presença da primeira-dama Marisa Letícia, os atores principais do filme foram recebidos no Palácio da Alvorada pelo presidente Lula.
O Blog do Planalto estava lá e aproveitou para entrevistar com exclusividade as atrizes Glória Pires (a Dona Lindu, mãe de Lula, no filme), Cleo Pires (Maria de Lourdes, a primeira mulher), Juliana Baroni (a primeira-dama Marisa Letícia) e Rui Ricardo Diaz (o presidente Lula). Confira:
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