Presidenta Dilma Rousseff participou de jantar oferecido pelos anfitriões Marcela e Michel Temer junto com o presidente do Senado, José Sarney. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff, atendendo a convite do vice-presidente Michel Temer, compareceu na noite desta terça-feira (23/8) a um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência, com ministros e parlamentares do PMDB. Após saudar os anfitriões – o vice-presidente e sua mulher Marcela – a presidenta destacou a tradição do PMDB na luta pela democratização do país.
Em seguida, reconheceu a importância da aliança construída com o partido, e que assegura sustentação política ao governo. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a força que une os integrantes da aliança é o desejo de trabalhar para tornar o Brasil cada vez mais justo e desenvolvido.
Presidenta Dilma Rousseff participou de jantar oferecido pelos anfitriões Marcela e Michel Temer junto com o presidente do Senado, José Sarney. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff, atendendo a convite do vice-presidente Michel Temer, compareceu na noite desta terça-feira (23/8) a um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência, com ministros e parlamentares do PMDB. Após saudar os anfitriões – o vice-presidente e sua mulher Marcela – a presidenta destacou a tradição do PMDB na luta pela democratização do país.
Em seguida, reconheceu a importância da aliança construída com o partido, e que assegura sustentação política ao governo. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a força que une os integrantes da aliança é o desejo de trabalhar para tornar o Brasil cada vez mais justo e desenvolvido.
O porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena, em comunicado divulgado no comitê de imprensa do Palácio do Planalto, nesta noite (12/5), informou que a presidenta Dilma Rousseff não irá ao Paraguai, no próximo domingo (15/5), para as comemorações do bicentenário daquele país sul-americano. Segundo Baena, houve recomendação médica para que a presidenta Dilma permanecesse em repouso.
“A visita da presidenta Dilma Rousseff a Assunção foi adiada para uma data a ser posteriormente acertada com o governo paraguaio. O adiamento se deve a uma recomendação médica, de cautela, para que a presidenta, ainda que quase plenamente recuperada, não se exponha a uma viagem aérea de quase seis horas, se contarmos os dois trechos”, informou o porta-voz.
Deste modo, nos festejos dos 200 anos do Paraguai, a presidenta será representada pelo presidente do Senado Federal, José Sarney, e pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
No início de maio, a presidenta Dilma se submeteu a exames no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde diagnosticou leve pneumonia. Ela chegou a São Paulo no sábado (30/4), foi atendida pela equipe do cardiologista Roberto Kalil e permaneceu na capital paulista até segunda-feira (2/5). Em Brasília, a presidenta seguiu com o tratamento recomendado pelos médicos.
A presidenta Dilma Rousseff se reuniu, nesta segunda-feira (3/1) no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com representantes do Congresso Nacional – Marco Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e José Sarney, presidente do Senado – e com Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Confira as imagens:
Presidenta Dilma Rousseff recebe Marco Maia, presidente da Câmara dos Deputados, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Presidenta Dilma Rousseff recebe José Sarney, presidente do Senado, em seu gabinete no Palaçio do Planalto, em Brasília (DF). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, também esteve hoje com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Seu último compromisso do dia é a Reunião de Coordenação do governo, que já está em andamento.
A vida de presidente da República é solitária e de muito trabalho, mas nem por isso menos gratificante, principalmente quando se termina o mandato cumprindo boa parte do que foi prometido no programa de governo apresentado na campanha, afirmou o presidente Lula em entrevista concedida ao programa É Notícia, da RedeTV!, que foi ao ar domingo (19/12). Lula disse ainda ao repórter Kennedy Alencar que não pode dizer que não será novamente candidato a presidente da República porque é um político nato e construiu uma excelente relação política durante os oitos anos de seu mandato, mas que ainda é muito cedo para dar palpite. O importante agora, afirmou, é trabalhar para a presidente eleita Dilma Rousseff fazer um bom governo. “Quando chegar na hora certa a gente ver o que vai acontecer. ”
O presidente Lula também falou sobre política externa e sua relação com líderes mundiais, apontando os primeiros-ministros Singh (Índia) e Hu Jintao (China) como grandes parceiros do Brasil nos últimos anos, assim como o ex-presidente americano George W. Bush e o presidente francês Nicolas Sarkozy. Sobre Obama, diz torcer muito pelo seu sucesso, mas acredita que ele cometeu alguns erros políticos na Casa Branca. “Eu acho que o Obama não tinha que fazer muita coisa nos Estados Unidos. Ele só tinha que ter a ousadia que o povo americano teve votando nele”, afirmou.
“É uma figura para quem eu torço, porque eu acho que a vitória de um negro jovem nos Estados Unidos tem o mesmo significado da história de um índio na Bolívia, da minha no Brasil, são outros segmentos da sociedade, que eram marginalizados, em ascenção. (…) Por isso que eu valorizo a democracia, porque isso só acontece na democracia.”
Lula disse ainda que para governar é preciso coração e paixão, e saber a hora de dizer ‘não’. “Quando você diz ‘não’, as pessoas precisam compreender que você não pode fazer aquilo. Quando você pode, você faz. Se você criar essa relação verdadeira com a sociedade, fica muito fácil governar o País”, afirmou.
Aproveitou a entrevista para reafirmar que a presidente eleita está montando o seu ministério com as pessoas que conhece e acredita, e que se muitos dos escolhidos são atuais ministros, é porque ela tem plena confiança neles. E quanto ao fato dela pedir conselhos a ele, é mais do que normal, disse Lula. “Seria anormal ela pedir conselho para o Serra.”
“Eu tenho acompanhado alguns editoriais, colunistas, eu acho muito engraçado o incomôdo que eles têm, dizendo que eu tô montando o governo da Dilma, que o Guido foi meu ministro, que o Paulo Bernardo foi ministro, será que essas pessoas perderam o bom senso? Porque veja, a Dilma foi ministra da Casa Civil, a Dilma coordenava o governo, a Dilma se reuniu mais com o Guido do que eu. Mais com o Paulo Bernardo do que eu. A Dilma se reuniu mais com os ministros do meu governo do que eu. Porque antes dos ministros chegarem a mim, era precedido de três, quatro reuniões com a Casa Civil. Então, os ministros que a Dilma escolheu, sao mais amigos da Dilma do que meu. Ela escolheu a turma dela. Por coincidência, é a minha turma. Mas do ponto de vista da convivência, ela conviveu muito mais com eles.”
Confira abaixo a entrevista (divida em três partes):
O governo aposta na maturidade do Senado para aprovar, ainda no primeiro semestre deste ano, o marco regulatório que permitirá a exploração de petróleo e gás na camada do pré-sal. Assim avaliou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, ao término da reunião do presidente Lula com os presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e lideranças políticas do Congresso Nacional, no gabinete provisório da Presidência da República no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Segundo Padilha, uma das questões que deve ser revolvida pela Câmara Alta diz respeito ao texto que modificou a distribuição dos royalties de petróleo. A votação da matéria, ontem (10/3), na Câmara dos Deputados, provocou reação do governador do Rio, Sergio Cabral, pois os cofres fluminense perderiam R$ 7,2 bilhões pelo novo modelo de partilha, conforme noticiaram os jornais desta quarta-feira (11/3).
“O Senado tem que trabalhar esses dois conflitos federativos”, afirmou Padilha sobre o impasse na Câmara dos Deputados. Mais adiante, o ministro explicou que o governo espera a aprovação das teses quando os projetos estiverem no Senado. Até o momento, o governo tem sido vitorioso nestes projetos que tramitam no Congresso Nacional.
Padilha comentou também a possibilidade de auxiliares do presidente Lula deixarem o governo para disputarem as eleições deste ano. “O presidente Lula tem reafirmado que pretende manter os ministérios com a máquina andando. Ele tem conversado com ministros que devem ser candidatos. Na maioria das vezes, consegue convencê-los a permanecer no governo”, explicou para, em seguida, informar que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ainda não se encontrou com Lula para tratar de candidatura em 2010.
O presidente Lula foi veemente ao negar que vai se licenciar do cargo para participar da campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, à sua sucessão. “Não há hipótese de acontecer”, disse, em entrevista às emissoras rádio Rural AM e Juazeiro AM, nesta sexta-feira (5/3). Lula está em Juazeiro para inauguração das obras do projeto de irrigação Salitre, na zona rural da cidade baiana. Nessa etapa, serão destinados 255 pequenos lotes para agricultores familiares e 68 lotes para médias empresas. O projeto conta com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na ordem de R$ 251,5 milhões, entre 2007 e 2010. O valor do investimento total no projeto é de R$ 900 milhões.
A informação de que pretendia se licenciar, entre os meses de agosto e setembro, e que o presidente do Senado, José Sarney, assumiria temporariamente seu cargo foi publicada pelo jornal O Globo, na edição de ontem (4/3).
“Ficarei na Presidência da República até o dia 31 de dezembro. À meia-noite, ainda dormirei presidente do Brasil”, afirma Lula na entrevista.
Ouça aqui a íntegra da entrevista.
Ao analisar a possibilidade, Lula disse que “seria uma coisa vista de forma irresponsável com o mandato”. E prosseguiu: “Até porque, achar que eu me afastando posso ajudar mais um candidato, seria também diminuir o mandato. Se fosse assim, quem tem o mandato teria mais força política do que eu”.
“A ministra Dilma, quando chegar no mês de abril, vai se afastar para concorrer às eleições, cumprindo a legislação eleitoral. E eu ficarei na Presidência da República até o dia 31 de dezembro, à meia-noite, ainda dormirei presidente, e então eu passarei o mandato para quem for eleito presidente da República”.
Lula disse ainda que “neste país a democracia reina em todos os quadrantes e, dentre um dos pilares da democracia, a liberdade de imprensa tem sido praticada como em nenhum outro lugar do mundo, a ponto de alguém contar uma mentira, numa manchete de um jornal importante”.
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