O presidente Lula fez um apelo nesta segunda-feira (6/12) a prefeitos e governadores de 13 estados brasileiros (Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima, Bahia, Pernambuco, Ceará, Sergipe, Piauí, Rio de Janeiro, Maranhão, São Paulo e Minas Gerais) para que redobrem a atenção no combate à dengue e que trabalhem para engajar a população. O presidente lembrou, no início do seu discurso no encontro com prefeitos e governadores contemplados com o PAC II, realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), que o verão começa agora no próximo dia 23 de dezembro, e que os estados citados por ele estão em estado de alerta, segundo o Ministério da Saúde.
Sobretudo a dengue é uma questão de limpeza, de cuidados preventivos que a gente tem que ter. É importante que em cada estado, cada governador reúna os prefeitos das cidades que vão ser mais afetadas, e estimule esses prefeitos a fazerem um processo de mutirão de limpeza enquanto é tempo, porque se não fizermos isso, a gente vai constatar depois apenas o número publicado na imprensa da quantidade de mortes por regiões.
Veja o trecho do discurso do presidente em que faz o chamamento para o combate à dengue:
Os cidadãos de necessitam de medicamentos para asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além daquelas pessoas que fazem uso de fraudas geriátricas, poderão encontrar esses medicamentos e produtos na rede Aqui tem Farmácia Popular. Nesta quarta-feira (20/10), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou portaria que permite a aquisição desses produtos com descontos de até 90%. Cerca de um milhão de pessoas podem ser beneficiadas com a medida.
Na cerimônia realizada no Salão Oeste do Palácio do Planalto, o ministro informou que 13.152 farmácias em 2.336 municípios participam da rede, criada em 2004. Para adquirir o produto na rede, basta comparecer à drogaria com seu CPF, documento com foto e a receita médica.
O Blog do Planalto entrevistou a coordenadora da Área Técnica Saúde do Idoso, Luiza Machado, que explicou a importância da iniciativa do governo e os benefícios dela para as pessoas idosas.
Geralmente, os cidadãos com idade mais avançada necessitam de muitos medicamentos que, adquiridos na rede convencional têm um preço mais elevado. Para se ter uma idéia da diferença, o Ministério da Saúde divulgou uma tabela comparativa de preços no mercado e na rede “Aqui tem Farmácia Popular”. Alguns exemplos:
No caso do Salbutamol 100mcg (administração pulmonar -- inalador doseado) custa R$ 24,58 nas drogarias, mas na rede “Aqui tem” o produto sai por R$ 6,58. Ou seja, 273,55% mais barato. Os pacientes que usam Budesonida 50 mcg/dose (indicado para rinite) podem adquiri-lo a R$ 8,09, 354,94% mais barato se compararmos com o preço das drogarias (R$ 40,49). Já o Carbidopa 25 mg + Levodopa 250 mg custa R$ 15,47 na rede “Aqui tem”, contra R$ 32,55, desconto de 110,40%.
Presidente Lula assina decreto que cria Secretaria Nacional Especial de Saúde Indígena em cerimônia no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Dia 19 de abril de 2010. O presidente Lula chegou à Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, um dos pontos mais distantes do País e centro de conflito entre comunidades indígenas e arrozeiros da região. No interior de uma escola, Lula e diversos ministros e o presidente da Funai, Márcio Meira, ouvem com atenção a série de reivindicações colocadas pelos caciques que representam as diversas etnias. Desconfiados, as lideranças pediam que o presidente Lula chancela os documentos para que os itens pudessem ser cobrados mais adiante.
Bem-humorado, Lula deu destaque a um dos pedidos: a criação da Secretaria Nacional Especial de Saúde Indígena. Naquela ocasião, Lula incumbiu o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, de levar adiante o pedido.
Dia 19 de outubro de 2010. No Salão Oeste do Palácio do Planalto, em Brasília, a um andar do gabinete de despacho do presidente Lula, acontecerá a cerimônia de assinatura do decreto que institui a Secretaria Nacional Especial de Saúde Indígena, reivindicada pelas lideranças indígenas em Roraima. O Blog do Planalto esteve no local para acompanhar os preparativos que antecede o evento. No local, lideranças indígenas e cidadãos ligados à causa do índio aguardam o momento do início das atividades.
Edmilson Canale, liderança do povo Terena, de Mato Grosso, está na primeira fila. Ao lado da mulher Simone, com a filha Iasmim, de 10 meses, no colo, ele aguarda o momento de ir ao púpito e fazer o discurso mostrando a narrativa sob a ótica do índio. Canale conversou com o Blog do Planalto com exclusividade. No salão contíguo, a liderança contou sobre a mobilização dos índios para tirar do papel o projeto da secretaria.
“É uma luta de muitos anos. Isso tem enorme importância para as comunidades indígenas”, afirmou.
Visivelmente emocionado com a presença de 218 formandos em medicina que estudaram com bolsas do ProUni, o presidente Lula afirmou estar diante da foto de sua vida (ver vídeo acima), em cerimônia realizada nesta quarta-feira (30/6) em Brasília. Os jovens presentes, que se formaram superando preconceitos e todo tipo de obstáculo, são grande motivo de orgulho para qualquer governante, disse Lula durante o evento, que marcou o início do seminário Perspectivas Profissionais na Área de Saúde, realizada em Brasília.
Muitos criticaram o ProUni, afirmando que o programa nivelaria por baixo a educação brasileira, num preconceito injustificável, criticou o presidente, lembrando que uma avaliação feita pelo Ministério da Educação comprovou que alunos do ProUni tinham desempenho superior a outros estudantes universitários em 15 áreas avaliadas. “Eles foram precocemente rejeitados por uma parte preconceituosa da elite brasileira”, criticou o presidente.
Não sei se até o dia 1º de janeiro vamos ter outra fotografia mais bonita do que essa para justificar a nossa passagem pelo governo. Porque o Brasil historicamente foi governado e pensado para atender uma pequena parcela da sociedade. Dava-se de barato que uma parte da sociedade tinha direitos e que poderiam fazer curso de doutorado, de graduação e de mestrado, e outra parte que estava predestinada a terminar o ensino fundamental, com muito custo fazer o secundário, e muito mais custo ainda arrumar um emprego.
Ouça aqui a íntegra do discurso:
Um dos formandos presentes era Sara, do Pará, que vai ser formar médica no final do ano. O presidente contou aos presentes um pouco da história de Sara, que desde os três anos de idade queria ser médica e que enfrentou muitos problemas, financeiros e de saúde, para conseguir realizar seu sonho de infância. Lula elogiou a força de vontade de Sara que, segundo o presidente, afirmou: “Nós provamos que somos capazes, basta ter oportunidade. Agora eu quero retribuir o que o Brasil fez por mim.”
O presidente Lula lembrou que o Brasil foi um dos últimos países da América Latina a ter uma universidade e teve vários presidentes que passaram seu mandato inteiro sem investir em uma única universidade -- porque educação era considerado ‘gasto’ em vez de ‘investimento’, frisou Lula. Hoje, educação é prioridade de governo e assim foi possível chegar a números expressivos. “Em oito anos, eu, o Fernando Haddad (ministro da Educação) e o Zé Alencar (vice-presidente) já somos os que mais fizemos universidades federais neste País (ver aqui) “, lembrou o presidente, citando também o recorde de escolas técnicas criadas no Brasil durante o seu governo (ver aqui).
Isso tudo só aconteceu porque proibimos o uso da palavra gasto ao falar de educação. Dinheiro para educação deveria ser tratado como investimento, porque dá bom retorno ao País, estamos qualificando e preparando gente, para disponibilizar ao País inteligência, e não tem preço que pague isso.
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Desde sua criação, em 2005, o ProUni ofereceu 700 mil bolsas em todas as áreas do conhecimento para jovens com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa, selecionados por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste ano, formar-se-ão os primeiros 425 alunos de cursos de Medicina que estudaram com bolsas do ProUni.
O Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, está ampliando a residência médica em especialidades e regiões identificadas como de alta relevância e com carência na oferta, para atender à população no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao optar por uma das especialidades e buscar a residência médica entre os programas que os Ministérios começaram a financiar neste ano, esses futuros médicos terão a possibilidade de prestar relevantes serviços à saúde pública brasileira.
Os objetivos do Seminário são aproximar a oferta da demanda; sensibilizar os futuros médicos para as perspectivas, possibilidades, desafios e relevância da atuação no SUS; avançar no processo de mudança da formação e do trabalho em saúde, na direção do fortalecimento do SUS; e estabelecer um cadastro desses profissionais e a eventual aproximação entre eles e os gestores de municípios remotos em que faltam médicos para atender à população.
Gerenciar e aprimorar o maior sistema público de saúde brasileiro, o maior do mundo, não é tarefa das mais fáceis. Mas com criatividade e organização, é possível reduzir as deficiências e qualificar a atenção, melhorando o atendimento à população, afirma o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o Blog do Planalto traz a seus leitores no programa 7 Anos em 7 Minutos desta segunda-feira (12/4).
A assistência à saúde do cidadão vem passando por uma importante transformação nos últimos sete anos. Nós começamos a organizar esse imenso sistema público de saúde que atende a mais de 180 milhões de pessoas, integrando serviços para possibilitar uma maior agilidade no atendimento. E reforçamos o foco de todo esse trabalho na família, implementando uma abordagem de prevenção de doenças e promoção da saúde.
Você pode escolher o ministro que estará no programa da próxima quarta-feira (14/4). Clique aqui e vote!
Temporão ressalta a importante marca de 100 milhões de pessoas cobertas pelo programa Saúde da Família, uma vez e meia maior que o total verificado em 2003. O ministro lembra que onde há atuação do programa, a mortalidade infantil cai significativamente -- nos últimos cinco anos, foram salvas 35 mil crianças.
Também se destacam os programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente, que atendem a milhões de pessoas no País, além de serviços como o Samu 192, que melhorou o atendimento de emergência da população.
Mas o nosso desafio o atendimento à saúde não pára por aí. Em mais uma ação integrada para reduzir o tempo de espera nas emergências dos hospitais, nós criamos as UPAs, que são unidades de pronto-atendimento. Essas unidades funcionam 24 horas, inclusive nos finais de semana e feriados. O paciente é atendido em consultórios de clínica médica, de ortopedia, de pediatria, odontologia, entre outras especialidades.
O Conselho Político se reuniu na manhã desta quinta-feira com o presidente Lula, no Centro Cultural do Banco do Brasil, e teve como um dos temas principais de sua pauta as dificuldades existentes para o financiamento da saúde pública brasileira. O Blog do Planalto conversou com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que participou do encontro:
Também participaram da reunião o vice-presidente José Alencar, líderes partidários da Câmara e do Senado, e os ministros José Múcio (Relações Institucionais), Paulo Bernardo (Planejamento) e Edison Lobão (Minas e Energia).
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