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bom dia, MinistroA Política Nacional sobre Drogas foi o tema central da participação do ministro Jorge Armando Felix, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), no programa Bom Dia, Ministro desta quinta-feira (8/7). Na entrevista a rádios de todo o País, Felix falou também sobre o I Levantamento Nacional sobre Uso de Álcool e Tabaco e outras Drogas entre Universitários Brasileiros e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, lançado recentemente pelo governo federal. O ministro conversou ainda sobre a Política Nacional de Inteligência e os esforços do governo em ajudar as vítimas das enchentes em Pernambuco e Alagoas.

O programa Bom Dia, Ministro é produzida e coordenada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitida ao vivo pela TV NBR e via satélite, das 8 às 9 horas.

O levantamento nacional sobre uso de drogas por universitários, feito pelo governo federal, revelou que quase metade dos estudantes brasileiros já fez uso de alguma substância ilícita e que 80% dos entrevistados menores de 18 anos afirmaram já ter consumido algum tipo de bebida alcoólica. Os dados, afirmou o ministro durante a entrevista, são preocupantes e exigem ação coordenada dos governos federal, estaduais e municipais, além de toda a sociedade civil organizada.

Ouça a íntegra do programa com o ministro Jorge Felix:


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Selo do programa 7 anos em 7 minutosSe todo o trabalho do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) tivesse que ser resumido em uma palavra apenas, a escolhida seria ‘prevenção’. Todas as atividades desenvolvidas pela instituição tem esse objetivo, da segurança do presidente da República, vice-presidente, seus familiares e ministros, ao trabalho de inteligência e segurança da informação de comunicações, afirma Jorge Félix, titular do GSI, no programa 7 Anos em 7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta quarta-feira (5/5).

No trabalho de garantir a segurança do presidente, Félix afirma que foi preciso uma adaptação de ambos os lados:

Tanto o presidente se adapta às regras e normas e às exigências da segurança, como também a segurança tem que se adaptar ao jeito de ser do presidente. Isso vem acontecendo e esse trabalho vem sendo aprimorado ao longo desses sete anos de governo. (…) Hoje nós somos um modelo de segurança presidencial. Temos sido procurados por muitos governos de países amigos, para tratar de segurança de chefes de Estado, de chefes de Governo, de proporcionar cursos, estágios. Hoje nós podemos dizer que somos um modelo de segurança presidencial respeitado em todo o mundo.

Jorge Félix destaca as “radicais modificações” que sofreu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), subordinada ao GSI. Segundo ele, as modificações ocorreram tanto na carreira do servidor como em toda a área de inteligência, que deve culminar na Política Nacional de Inteligência. Entre as principais atribuições da Abin hoje estão a proteção do conhecimento e da tecnologia desenvolvida no País, além de assessorar o presidente para facilitar suas decisões.

O GSI também protege as redes governamentais de comunicação e as infraestruturas críticas do Brasil -- energia, comunicações, transportes e finanças. O Gabinete também atua na proteção do País contra acidentes nucleares.

Um dos destaques do GSI no governo Lula, afirma Félix, foi a atuação de seu gabinete de crises, que participou de ações importantes nos últimos anos como o levantamento dos efeitos e conseqüências da Guerra do Iraque (2003) para o Brasil, tanto do ponto de vista político como econômico e comercial, apoio a cidadãos em tragédias naturais, no Brasil e no exterior, como as enchentes no Nordeste, incêndio em Roraima, tsunami na Ásia e terremoto no Haiti, além de atuar na evacuação de brasileiros no Líbano.

O GSI também tem contribuído para fazer o levantamento de dois milhões de quilômetros quadrados na Amazônia e elaboração de política de inteligência contra a biopirataria na região. Também faz parte do Gabinete a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), “um dos grandes desafios de nosso tempo”, afirma Félix.

É um trabalho permanente, tem começo, tem meio, mas jamais terá fim. Nós trabalhamos fazendo levantamento para conhecer a situação e capacitar as pessoas que lidam diretamente com o jovem ou com as comunidades -- educadores, lideranças comunitárias, indígenas e religiosas, pessoal da área de saúde, do trabalho, das empresas. Procuramos preparar essas pessoas para reconhecerem o problema, saber como abordar, como orientar a família, como orientar aqueles que usam ou abusam das drogas -- sejam legais ou ilegais -, e temos sido muito bem sucedidos, a ponto de os nossos cursos estão sendo traduzidos para o espanhol, para o inglês e estamos também adaptando esses cursos para toda a comunidade dos países de língua portuguesa.


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