Presidenta Dilma Rousseff reuniu-se com lideranças do movimento estudantil brasileiro no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff recebeu em audiência, nesta quarta-feira (31/8), lideranças do movimento estudantil brasileiro no Palácio do Planalto. Sob a coordenação dos presidentes da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu, e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, além de representantes da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a comissão, formada por 17 estudantes, entregou à presidenta Dilma uma pauta de reivindicações com 43 itens, com destaque para o pedido de mais recursos para a Educação.
A presidenta mostrou-se solidária ao movimento pela melhoria do ensino e reafirmou seu comprometimento com o objetivo. “Nós temos compromisso com a educação pública no Brasil, e vamos aprofundar esse compromisso”, afirmou. A presidenta elogiou também a disposição de luta política dos estudantes, diferentemente de alguns jovens que se vêem sem perspectivas. “Graças a Deus, vocês têm muito pelo que lutar”, comentou.
Após o encontro, Iliescu e Evanovick contaram que os estudantes brasileiros tiveram uma programação intensa em Brasília, iniciada com uma manifestação na Esplanada dos Ministérios e concluída com o encontro no Palácio do Planalto. Os ministros Fernando Haddad (Educação) e Gilberto Carvalho (Secretaria Geral), além da secretária nacional da Juventude, Severine Macedo, vão analisar as solicitações feitas no documento, sob coordenação do MEC.
Presidenta Dilma Rousseff reuniu-se com lideranças do movimento estudantil brasileiro no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff recebeu em audiência, nesta quarta-feira (31/8), lideranças do Movimento Estudantil Brasileiro no Palácio do Planalto. Sob a coordenação dos presidentes da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu, e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, além de representantes da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), os estudantes entregaram à presidenta Dilma uma pauta de reivindicações com 43 itens.
Após o encontro, Iliescu e Evanovick contaram que os estudantes brasileiros tiveram uma programação intensa em Brasília, iniciada com uma manifestação na Esplanada dos Ministérios e concluída com o encontro no Palácio do Planalto. De acordo com as lideranças estudantis, os ministros Fernando Haddad (Educação) e Gilberto Carvalho (Secretaria Geral), além da secretária nacional da Juventude, Severine Macedo, vão analisar as solicitações feitas no documento.
Ministro do Turismo, Pedro Novais, e assessores disse que o governo investe na qualificação de profissionais para eventos esportivos. Foto: Johnys Julio / MTur
O governo federal irá investir R$ 440 milhões na qualificação de 306 mil profissionais do ramo turístico para a Copa do Mundo de 2014, informou o ministro do Turismo, Pedro Novais, nesta quarta-feira (27/4), em audiência pública no Senado Federal. Os recursos fazem parte do programa Bem Receber Copa.
O ministro destacou a capacitação profissional com o um dos principais legados que serão deixados após o Mundial de futebol. Ele frisou, ainda, que o governo está atuando em todas as áreas sensíveis à realização da Copa para que o país esteja preparado tanto nas cidades-sede como em destinos turísticos que não receberão jogos, mas que atrairão visitantes.
“São atendentes de aeroportos, locadoras de veículos, condutores, guias de aventura e, de modo geral, recepcionistas, informantes, gerentes e camareiras”, explicou Novais.
Segundo o ministro, esses profissionais estão recebendo treinamento para aperfeiçoar os serviços que já prestam, além de ensinamentos na área da ética, cidadania, comunicação e expressão, postura profissional, convivência e segurança do trabalho em curso com duração de 80 horas. Também são oferecidos cursos de inglês e espanhol.
Além dos cursos de capacitação, completou Novais, o ministério tem feito, por meio de linhas de financiamento do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), investimentos em todas as cidades-sede e nos municípios vizinhos para melhorar a infraestrutura do setor.
Na companhia de auxiliares diretos, a presidenta Dilma Rousseff visita o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ZTE. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff encerrou visita oficial à China, nesta sexta-feira (15/4), num compromisso no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ZTE, em Xian. O conglomerado chinês de telecomunicações – que tem escritório no Brasil – comunicou, no início da semana, investimentos de US$ 200 milhões na construção de um parque industrial, um centro de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, uma plataforma de distribuição de equipamentos, um centro de treinamento e um call center, na cidade de Hortolândia (SP).
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, os executivos da empresa informaram à presidenta Dilma a intenção de investir na primeira fábrica da empresa no Brasil, com uma geração de cerca de 2 mil empregos. Durante a visita que aconteceu nesta sexta-feira, Dilma estava na companhia dos ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e de Tecnologia, da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.
Antes da visita à ZTE, Dilma Rousseff participou do Fórum de Boao. Em discurso para um público de empresários e chefes de Estado e de Governo, ela afirmou que há “grandes oportunidades” no Brasil e destacou atrativos para investimentos como a estabilidade econômica e política do país.
O complexo industrial da ZTE que será instalado no estado de São Paulo produzirá, inicialmente, dispositivos como celulares e tablets, mas também fabricará equipamentos de infraestrutura para redes de telecomunicações. “Estamos visando o atendimento do Plano Nacional de Banda Larga, fornecendo tanto para a Telebrás quanto para outras operadoras”, disse Eliandro Ávila, CEO da empresa no Brasil.
A ZTE é fabricante de equipamentos de telecomunicações, de equipamentos 3G e 4G, e de soluções de rede. A empresa fornece produtos e serviços para mais de 140 países e está presente no Brasil desde 2001. Apesar de não possuir ainda nenhuma fábrica no país, a ZTE mantém apenas escritórios e um centro de treinamento e distribuição na cidade de Barueri (SP). Entre os interesses da companhia no Brasil, está a participação no Plano Nacional de Banda Larga.
Uma missão empresarial chinesa, liderada pelo ministro do Comércio, Chen Deming, virá ao Brasil em maio para mais uma rodada de negócios entre os dois países. Segundo o ministério, empresários chineses têm interesse em negócios e investimentos nos setores de energia, obras de infraestrutura para as Olimpíadas de 2016 e inovação tecnológica.
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A presidenta Dilma Rousseff recebe em audiência, nesta quinta-feira (7/4), o governador do Amazonas, Omar Aziz, no Palácio do Planalto. Este é o primeiro compromisso da agenda de trabalho da presidenta Dilma.
Às 11h, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, a presidenta participa de cerimônia comemorativa de 1 milhão de empreendedores inscritos no Programa Microempreendedor Individual: Formalização e Proteção Social.
No período da tarde, ainda conforme agenda, a presidenta concede audiência à ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e, em seguida, tem reunião com o presidente da Infraero, Gustavo Vale.
A presidenta Dilma Rousseff recebeu o presidente da AB InBev, Carlos Brito (C), e o presidente da AmBev para América Latina, João Castro Neves, que anunciaram investimentos de R$ 2,5 bilhões em 2011. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff foi informada pelo presidente da AB Inbev, Carlos Brito, que o conglomerado irá investir R$ 2,5 bilhões em 2011. A expectativa da indústria de bebida é contratar 20 mil trabalhadores diretos e indiretos. O grupo deve apostar firme nos estados da região Nordeste, onde o aumento de vendas tem se mostrado bem acima da média nacional. Brito contou sobre o teor da audiência com a presidenta Dilma durante entrevista coletiva que contou com a participação do presidente da AmBev para a América Latina, João Castro Neves.
CEO da AB InBev, Carlos Brito, concedeu entrevista após audiência. Foto: Clauber Caetano/PR
“Vamos investir na expansão da capacidade, inovação de mercado e tecnologia. Tivemos um crescimento de 9% nos últimos dois anos. Em 2011, vamos construir uma fábrica em Pernambuco”, informou Brito.
De acordo com o executivo da InBev, a indústria terá condições de atender à demanda do mercado interno já no próximo verão. Ele explicou que os recursos a serem utilizados pela companhia virão de “fontes tradicionais”, como por exemplo, o BNDES. No ano passado, a indústria teve um aumento de 15% da capacidade de produção e isso deve se repetir este ano.
No período 2009/2010, a indústria investiu R$ 3 bilhões. Apenas no ano passado foram gerados 18 mil postos de trabalho indiretos e outros dois mil empregos diretos. Um dos fatores apontados para o crescimento da indústria de bebidas é a diversificação de produtos. Brito explicou que somente as marcas de cerveja do grupo entraram no mercado em diversas embalagens, o que levou ao atendimento dos mais variados tipos de consumidores.
Segundo Brito, o Brasil é o terceiro mercado mundial, atrás da China e Estados Unidos. “Isso é muito importante para a InBev”, destacou o executivo.
A vida de presidente da República é solitária e de muito trabalho, mas nem por isso menos gratificante, principalmente quando se termina o mandato cumprindo boa parte do que foi prometido no programa de governo apresentado na campanha, afirmou o presidente Lula em entrevista concedida ao programa É Notícia, da RedeTV!, que foi ao ar domingo (19/12). Lula disse ainda ao repórter Kennedy Alencar que não pode dizer que não será novamente candidato a presidente da República porque é um político nato e construiu uma excelente relação política durante os oitos anos de seu mandato, mas que ainda é muito cedo para dar palpite. O importante agora, afirmou, é trabalhar para a presidente eleita Dilma Rousseff fazer um bom governo. “Quando chegar na hora certa a gente ver o que vai acontecer. ”
O presidente Lula também falou sobre política externa e sua relação com líderes mundiais, apontando os primeiros-ministros Singh (Índia) e Hu Jintao (China) como grandes parceiros do Brasil nos últimos anos, assim como o ex-presidente americano George W. Bush e o presidente francês Nicolas Sarkozy. Sobre Obama, diz torcer muito pelo seu sucesso, mas acredita que ele cometeu alguns erros políticos na Casa Branca. “Eu acho que o Obama não tinha que fazer muita coisa nos Estados Unidos. Ele só tinha que ter a ousadia que o povo americano teve votando nele”, afirmou.
“É uma figura para quem eu torço, porque eu acho que a vitória de um negro jovem nos Estados Unidos tem o mesmo significado da história de um índio na Bolívia, da minha no Brasil, são outros segmentos da sociedade, que eram marginalizados, em ascenção. (…) Por isso que eu valorizo a democracia, porque isso só acontece na democracia.”
Lula disse ainda que para governar é preciso coração e paixão, e saber a hora de dizer ‘não’. “Quando você diz ‘não’, as pessoas precisam compreender que você não pode fazer aquilo. Quando você pode, você faz. Se você criar essa relação verdadeira com a sociedade, fica muito fácil governar o País”, afirmou.
Aproveitou a entrevista para reafirmar que a presidente eleita está montando o seu ministério com as pessoas que conhece e acredita, e que se muitos dos escolhidos são atuais ministros, é porque ela tem plena confiança neles. E quanto ao fato dela pedir conselhos a ele, é mais do que normal, disse Lula. “Seria anormal ela pedir conselho para o Serra.”
“Eu tenho acompanhado alguns editoriais, colunistas, eu acho muito engraçado o incomôdo que eles têm, dizendo que eu tô montando o governo da Dilma, que o Guido foi meu ministro, que o Paulo Bernardo foi ministro, será que essas pessoas perderam o bom senso? Porque veja, a Dilma foi ministra da Casa Civil, a Dilma coordenava o governo, a Dilma se reuniu mais com o Guido do que eu. Mais com o Paulo Bernardo do que eu. A Dilma se reuniu mais com os ministros do meu governo do que eu. Porque antes dos ministros chegarem a mim, era precedido de três, quatro reuniões com a Casa Civil. Então, os ministros que a Dilma escolheu, sao mais amigos da Dilma do que meu. Ela escolheu a turma dela. Por coincidência, é a minha turma. Mas do ponto de vista da convivência, ela conviveu muito mais com eles.”
Confira abaixo a entrevista (divida em três partes):
O corte no orçamento previsto para o ano que vem não vai atingir as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), garantiu o presidente Lula nesta terça-feira (7/12), em entrevista coletiva concedida no Rio de Janeiro (RJ), após cerimônia realizada no Palácio da Cidade. O presidente afirmou que houve um mal entendido em relação à afirmação dada ontem (6/12) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo Lula, caso sejam necessários cortes no Orçamento, eles serão feitos no custeio e não em obras para investimento.
Para Lula, o PAC “é como o oxigênio que a gente respira” e que não se pode cortar centavo algum do programa, pois é fundamental para que o País continue dando certo. O que pode ocorrer, disse o presidente, é um manejo orçamentário para dar celeridade a projetos e obras que estão mais adiantadas e que esse entendimento é compartilhado pela presidenta eleita, Dilma Rousseff.
Vocês estão vendo a minha fisionomia? Vocês acham que eu estou com ar de que vai ser cortado algum centavo do PAC? Vocês acham que o meu semblante está dizendo que vai ser cortado? O que nós temos que ter em conta é o seguinte: nós temos que manter a inflação controlada, nós temos que manter a estabilidade econômica, e nós precisamos manter dinheiro para investimento. Isso significa que, se tiver que mexer em alguma coisa, vai se mexer em custeio e não em investimento para obra.
Lula disse ainda que caso o relatório técnico a respeito da compra de caças chegue às suas mãos a tempo de levá-lo para consulta do Conselho de Defesa, e desde que haja um consenso com a presidenta eleita, ele tomará a decisão ainda em seu mandato. “Mas se ela falar ‘deixa para eu fazer’, eu certamente deixarei para ela fazer”, disse. Questionado sobre o projeto de lei a respeito dos royalties do Pré-sal, Lula defendeu que pretende vetá-lo assim que receber a proposta do Congresso e que irá decretar uma Medida Provisória baseada no acordo de partilha previamente acertado com o governador Sérgio Cabral.
Sobre a presença das tropas das Forças Armadas no Complexo do Alemão, Lula disse que é uma das parcerias mais bem sucedidas entre os governos federal e estadual, mas que não quer que o Exército faça o papel de polícia. Para ele, essa é uma das poucas vezes em que os policiais cariocas estão orgulhosos de exercer o papel de policial sem vergonha, sem medo de serem chamados de corruptos ou de violentos. “Ele percebe que ele está sendo útil para aquela comunidade. Então, eu acho que nós vamos continuar, por muito tempo, trabalhando juntos”, afirmou.
Ouça aqui a entrevista coletiva do presidente Lula no Rio de Janeiro:
Presidente Lula cumprimenta moradores do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Para vencer o tráfico de drogas e a violência é preciso oferecer escola, saúde e emprego, “porque não há bandido que consiga vencer a dignidade, o povo trabalhador”, afirmou o presidente Lula nesta segunda-feira (25/10) em cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. O presidente ressaltou que quando há respeito ao povo, quando não há distinção entre as pessoas pobres e ricas, é possível fazer as coisas melhorarem.
O filho de vocês agora pode estudar em uma escola com ar-condicionado. Isso não poderia continuar ser privilégio de poucos. Não pode o filho de um estudar com ar condicionado e o filho de outro não conseguir nem escrever pelo suor que escorria sobre o caderno. Isso não é favor, é reparação aos anos de descaso que o Rio de Janeiro teve em outros governos.
Ao falar sobre o Rio de Janeiro, o presidente foi enfático ao afirmar que é urgente tirar a cidade das páginas policiais, pois apesar de haver tráfico de drogas – e há em todos os lugares – a grande maioria da população é trabalhadora. Lula fez questão de elogiar a administração do governador reeleito Sérgio Cabral Filho, que tem trabalhado com afinco para fazer a cidade e o estado retomarem o caminho do crescimento, desenvolvimento e justiça social.
A gente tem que trabalhar para o Rio de Janeiro não aparecer nos jornais apenas nas páginas policiais; o Rio não é lugar só de traficante – isso tem em qualquer lugar. Nós temos que provar todo santo dia que a maioria do povo vive se seu trabalho, de seu suor e de seu salário… Só tem um jeito de as pessoas não serem molestadas: é trabalhar, serem honestas, como todo mundo aqui no Rio faz.
Ouça aqui a íntegra do discurso:
As 582 moradias fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida e foram entregues, gratuitamente, a famílias com renda de zero a três salários mínimos. As unidades habitacionais fazem parte dos condomínios Jardim das Acácias e Palmeiras, cada um com 291 residências. Distribuídas em 13 blocos de quatro andares, as moradias têm área de 44,90 m2 a 50,61 m2, dois quartos, sala, banheiro e cozinha. Os condomínios também contam com área de lazer, salão de festas, praça de esportes e churrasqueira.
Logo depois, o presidente Lula foi a Manguinhos, também no Rio de Janeiro, entregar outro lote de apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, que integra um amplo projeto de intervenção na comunidade, com saneamento e urbanização de assentamentos precários. Durante a cerimônia foram assinados novos contratos, que financiarão 440 unidades habitacionais para famílias com renda de três a seis salários mínimos, e quatro condomínios para famílias com renda de zero a três salários mínimos, totalizando 1.260 unidades habitacionais.
Ouça aqui o discurso do presidente Lula em Manguinhos:
O motorista de ônibus Carlos Antonio Cruz Araújo, 22 anos de profissão, sabe bem os pontos mais complicados da BR-324. Ao Blog do Planalto, Araújo contou que certo dia ficou mais de uma hora num engarrafamento. E a “Rótula do Abacaxi” transformou-se durante décadas num dos maiores gargalos do tráfego de veículos na capital baiana. Agora, o rodoviário sente que a situação dos motoristas mudará de forma considerável. ”A gente perdia muito tempo no engarrafamento. Isso aqui era muito complicado”, disse ele.
Aos poucos, no entanto, a “Rótula do Abacaxi” vai sendo ganhando maior fluidez. Para o local estão planejados 10 viadutos -- dois já foram entregues e outros três serão inaugurados hoje pelo presidente Lula. O evento acontecerá na parte inferior do entrocamento dos três elevados. Até dezembro de 2011, o conjunto de elevados deve estar liberado para os motoristas, bem como as obras da Via Expressa Baía de Todos os Santos -- importante vida de ligação entre a BR-324 e o Porto de Salvador.
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