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Do interior da UTE Euzébio Rocha, em Cubatão (SP), o presidente Lula pediu ao presidente dos EUA, Barack Obama, para que coloque “as pessoas para negociarem rapidamente, pois o Brasil não tem interesse em confrontação com os Estados Unidos”. Lula fez este apelo ao término do discurso que marcou a cerimônia da inauguração da térmica para explicar as notícias sobre as retaliações do governo brasileiro aos produtos norte-americanos importados por empresas nacionais.

“A decisão OMC permite ao Brasil criar dificuldades para determinados produtos americanos aqui no Brasil. Então, o que nós estamos fazendo não é uma política de retaliação. O que estamos fazendo é dizendo aos EUA que não importa o tamanho de cada um de nós. Somos soberanos e queremos ser respeitados e que a OMC seja respeitada”, explicou.


Lula enfatizou que há sete anos o Brasil vem atuando no âmbito da OMC para que sejam tomadas medidas contra os subsídios dados pelo governo norte-americano aos produtores de algodão daquele país. Para o presidente brasileiro, estes incentivos prejudicam os produtores africanos de colocarem o mesmo produto nos mercados dos EUA e da Europa. Segundo Lula, o Brasil tem um cenário favorável para produzir algodão e fazer com que o produto seja competitivo em relação os países como EUA, China e Alemanha, mas enfatizou que “está na hora de dar uma chance para um pequeno produtor africano”.

Assim, segundo o presidente, as instituições multilaterais serão respeitadas. Para Lula, se os Estados Unidos tivessem assinado a proposta de acordo na rodada de Doha, em 2008, esta situação não estaria acontecendo.”Estamos dizendo para os americanos: cumpram com suas obrigações que nós cumpriremos com as nossas”.


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Presidente Lula com operários da UTE Euzébio Rocha, inaugurada nesta quarta-feira (10/3), em Cubatão (SP). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula com operários da UTE Euzébio Rocha, inaugurada nesta quarta-feira (10/3), em Cubatão (SP). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Num palanque montado no interior da Usina Termelétrica Euzébio Rocha (UTE), em Cubatão (SP), o presidente Lula conclamou aos investidores para que mantenham seus negócios no Brasil, pois o país terá energia suficiente para permitir o funcionamento do parque industrial brasileiro. A térmica inaugurada por Lula, segundo ele destacou, deveria estar funcionando há anos. Com investimentos da Petrobras, a unidade situada na Baixada Santista é prova que o país possui recursos energéticos para que as máquinas sigam no ritmo acelerado de produção. Conforme o presidente, tal fato reforça a tese de que o Brasil vive “um momento de quase estado de graça”.

O presidente frisou ainda que o marco regulatório do setor de petróleo e gás, inclusive com a exploração na camada do pré-sal, permitirá a obtenção de recursos suficientes para investimentos no desenvolvimento do país. E a produção extraída das águas profundas resultará em combustível com elevado valor agregado, permitindo como consequência, mais divisas aos cofres públicos.

“O Brasil está vivendo esse momento em que a Petrobras descobre o pre-sal. Só no Campo de Tupi teremos quantidade de reserva igual a que tínhamos antes. Porém, não queremos vender óleo cru. Queremos colocar valor agregado para que possamos ter mais dinheiro para investir na educação. Esse petróleo é para dar ao povo brasileiro aquilo que o Brasil deveria ter dado há muito tempo”, afirmou.

Leia aqui a íntegra do discurso do presidente Lula.

Ouça a íntegra do discurso:


Lula explicou que as novas diretrizes do governo permitirão que as companhias que vierem a explorar os blocos de petróleo e gás tenham que repassar parcelas dos lucros aos cofres da União. Para administrar estes recursos, segundo sinalizou, o governo cria “uma empresa enxuta”. Numa outra linha de ação, conforme disse, o governo vem alavancando o setor da construção naval e assegurando produção suficiente de energia elétrica.

“Esse país não quer ser exportador de ferro, soja e suco de laranja. Estamos sinalizando para os investidores que podem vir fazer investimento no Brasil, pois vamos ter energia suficiente. Em 2001, tínhamos água sobrando no Sul e não tínhamos linha de transmissão. Agora, temos linha de tansmissão. Nunca mais a gente vai ter apagão. A não ser se houver as intempéries. Aí, com a zanga de Deus a gente baixa a cabeça e faz a coisa certa para não errar outra vez”, explicou.

No discurso, o presidente destacou também o fato de o país ter ficado, por mais de 20 anos, sem investimentos e os engenheiros que se formavam no Brasil buscavam trabalho no mercado financeiro. Lula lamentou que durante muito tempo as empresas não fixavam placas com ofertas de vagas para tais profissionais. Lula também questionou o fato de, nas últimas décadas, os governos e segmentos da sociedade defenderam e, em várias casos, conseguiram as privatizações de empresas estatais dos setores de telecomunicações, energia, siderurgia, portos e ferrovias. O presidente utilizou como exemplo a tentativa de se vender a Petrobras.

Lula lembrou também o período em que o país era subserviente ao FMI. Segundo ele, o cenário mudou. O país passou a ser credor do FMI e conta com reservas financeiras em dólar suficientes que permitiram atravessar a fase mais aguda da crise mundial de 2009. “Só chegamos ao dia de hoje porque em alguns momentos a gente teve coragem. Hoje não devemos nada ao FMI e eles nos devem US$ 14 bilhões e o Brasil tem reservas cambiais de US$ 241 bilhões. É por isso que vamos gerar mais dois milhões de empregos em 2010. E vamos fazer três refinarias. E a indústria automobilística faz mais carros e vende mais carro”, sinalizou.


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Agenda presidencial

O presidente Lula cumpre agenda de trabalho, nessa quarta-feira (10/3), em São Paulo. Agora pela manhã, o presidente desembarcou no Aeroporto de Congonhas e iniciou visita às instalações da Usina Termelétrica Euzébio Rocha (UTE-EZR), em Cubatão. A obra integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é a mais recente usina a gás natural do parque gerador brasileiro. A construção da termelétrica começou em janeiro de 2007 e concluída em novembro do ano passado. Foram investidos R$ 1,032 bilhão. A UTE vai fornecer energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e tem capacidade instalada de 216 MW, suficiente para abastecer uma cidade de 800 mil habitantes e já está em operação comercial.

Logo mais, às 11h15, a Usina Euzébio Rocha será inaugurada. À tarde, o presidente despacha do Escritório Regional da Presidência da República em São Paulo e às 19h10 – retorna para Brasília, com chegada prevista para 20h40, na Base Aérea de Brasília.


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Presidente Lula, ladeado pela ministra Dilma Rousseff, o governador Jaques Wagner e os ministros Geddel Vieira Lima e Franklin Martins na inauguração do projeto Salitre, em Juazeiro (BA). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula, ladeado pela ministra Dilma Rousseff, o governador Jaques Wagner e os ministros Geddel Vieira Lima e Franklin Martins na inauguração do projeto Salitre, em Juazeiro (BA). Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Brasil não é um país em que “um cara” governa 190 milhões de habitantes, mas um país de 190 milhões de caras governado por um presidente da República. Assim se manifestou o presidente Lula, nesta sexta-feira (5/3), em discursos por ocasião da inauguração das obras do projeto de irrigação Salitre, em Juazeiro (BA). Segundo o presidente, as mudanças que têm implantado no Brasil “incomodam muita gente” e, para comprovar isso, basta acompanhar os meios de comunicação. Por isso, segundo ele, o fato de ser nordestino, nascido em Caetés, interior pernambucano, e de ter passado pelas adversidades da vida, “não tenho medo de cara feia”. Mais uma vez Lula chamou a atenção para o que pode vir a ser o baixo nível da campanha eleitoral deste ano de 2010.

“O nosso país nunca foi tão respeitado como ele é hoje. E respeito agente não aprende só na universidade, mas dentro de casa, com o pai e a mãe da gente. O maior legado que recebi da minha mãe foi o de poder andar de cabeça erguida. Poder olhar nos olhos de cada um. Gosto de respeitar para ser respeitado. O que vai contar para a nossa história é tudo aquilo que a gente já fez”, disse.

Lula explicou que é necessário muito trabalho para poder recuperar aquilo que classificou de “500 anos de desmando” e, em seguida emendou que vem transformando o país porque nunca faltou com o respeito aos companheiros. Ele enfatizou que ao deixar a Presidência da República em 31 de dezembro de 2010 e retornar um dia a Juazeiro, espera ser tratado pelos habitantes da cidade baiana de “companheiro Lula”. Ainda numa alusão aos políticos que se sentem incomodados com sua administração, Lula foi enfático: “Se um Lulinha incomoda muita gente, uma Dilminha incomoda muito mais…”

Antes de iniciar o discurso, o presidente acionou o botão que ligou os equipamentos de irrigação do projeto Salitre. Segundo Lula, trata-se de um momento especial para Juazeiro, pois o projeto era uma antiga reivindicação dos agricultures daquele município. O presidente ainda brincou com o prefeito Issac de Carvalho que entregou uma lista de obras e alfinetou políticos locais que impediram a conclusão das obras de uma ponte entre Juazeiro e Petrolina (PE).

Ele informou também que até o final deste mês o governo federal fará a licitação para mais sete mil hectares de terra para a segunda etapa do projeto Salitre, além do abastecimento de água para dezenas de comunidades da região. Neste momento, o presidente chamou a atenção dos jornalistas para os números da irrigação de terras. Entre 2003 e 2009, foram destinados R$ 2,683 bilhões, e para este ano, mais R$ 730 milhões vão ser investidos em irrigação no Brasil.

Para os pequenos agricultores do Salitre, Lula afirmou que eles terão liberdade do plantio daquele produto que achar mais rentável e pediu que os bancos públicos, como por exemplo, o BNB, “tratem os agricultores com mais carinho”, pois eles são aqueles que mais necessitam de crédito se comparados com os produtores rurais de grande porte.

Lula lembrou também a luta do bispo Dom José Rodrigues de Souza, conhecido como o bispo dos excluídos, e atualmente aposentado. “Todos sabem o desejo que tinha do projeto Salitre. Ele organizou 72 mil pessoas desalojadas. Diria que foi quase um herói”, explicou. No discurso, o presidente ainda recordou da reunião com os representnates do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), quando assumiu o compromisso de equacionar os problemas em função da retirada de famílias em regiões do país que foram utilizadas para formação de lagos de usinas hidrelétricas.

Ouça aqui a íntegra do discurso.


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O presidente Lula foi veemente ao negar que vai se licenciar do cargo para participar da campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, à sua sucessão. “Não há hipótese de acontecer”, disse, em entrevista às emissoras rádio Rural AM e Juazeiro AM, nesta sexta-feira (5/3). Lula está em Juazeiro para inauguração das obras do projeto de irrigação Salitre, na zona rural da cidade baiana. Nessa etapa, serão destinados 255 pequenos lotes para agricultores familiares e 68 lotes para médias empresas. O projeto conta com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na ordem de R$ 251,5 milhões, entre 2007 e 2010. O valor do investimento total no projeto é de R$ 900 milhões.

A informação de que pretendia se licenciar, entre os meses de agosto e setembro, e que o presidente do Senado, José Sarney, assumiria temporariamente seu cargo foi publicada pelo jornal O Globo, na edição de ontem (4/3).

“Ficarei na Presidência da República até o dia 31 de dezembro. À meia-noite, ainda dormirei presidente do Brasil”, afirma Lula na entrevista.

Ouça aqui a íntegra da entrevista.

Ao analisar a possibilidade, Lula disse que “seria uma coisa vista de forma irresponsável com o mandato”. E prosseguiu: “Até porque, achar que eu me afastando posso ajudar mais um candidato, seria também diminuir o mandato. Se fosse assim, quem tem o mandato teria mais força política do que eu”.

“A ministra Dilma, quando chegar no mês de abril, vai se afastar para concorrer às eleições, cumprindo a legislação eleitoral. E eu ficarei na Presidência da República até o dia 31 de dezembro, à meia-noite, ainda dormirei presidente, e então eu passarei o mandato para quem for eleito presidente da República”.

Lula disse ainda que “neste país a democracia reina em todos os quadrantes e, dentre um dos pilares da democracia, a liberdade de imprensa tem sido praticada como em nenhum outro lugar do mundo, a ponto de alguém contar uma mentira, numa manchete de um jornal importante”.


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Agenda presidencial

O presidente Lula cumpre agenda de trabalho, nesta terça-feira (2/3), no Estado de São Paulo. Agora pela manhã, em Sorocaba, Lula visita a fábrica da Fiat e participa da cerimônia de inauguração da unidade industrial da Case New Holand (CNH) da montadora italiana. No início da tarde, o presidente embarca com destino a São Paulo. Lá, ele será recebido em almoço oferecido pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Em seguida, o presidente comparece à cerimônia de encerramento do Encontro de Administradores do Banco do Brasil no Estado de São Paulo, no Transamérica Expocenter, em Santo Amaro. Às 18h10, Lula participa de reunião sobre o acordo recém-assinado entre o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF) e a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) sobre terreno para projeto social na Vila Carioca (SP). O embarque para Brasília está previsto para as 20h.


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O presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (19/2), que em seu governo não há discriminação partidária quando uma reivindicação é apresentada, seja o prefeito ou governador da base aliada ou não. A explicação do presidente foi dada a jornalistas em entrevista coletiva concedida logo após seu discurso na fábrica de papel e celulose Fibria/Votorantim, em Três Lagoas (MS).

“Você acha estranho que o Presidente da República esteja andando com um prefeito de um partido e um governador de outro? O Presidente da República, no exercício de suas funções, não tem partido. Não tem amigos ou inimigos. Trata da relação institucional com todo mundo. Da forma mais republicana possível. Acabou o tempo da mesquinharia política em que um governador, por ser de um partido político, ia numa cidade e não se encontrava com o prefeito por ser de outro partido político. Um Presidente da República ia num estado e não ia visitar o governador ou não conversava com o prefeito por serem de outros partidos políticos. Esse comportamento levou o Brasil a um atraso quase secular. Não é essa a minha postura. Quando os entes federados trabalham juntos, o resultado é extremamente positivo para o povo. Quando a gente permite a mesquinhez política, o prejudicado é o povo.

Ouça a íntegra da entrevista:

Lula comentou também a aliança política que vem montando com o PMDB. Segundo ele, trata-se de um entendimento político definitivo a nível nacional. Porém, ele reconheceu algumas dificuldades regionais e explicou que, se as questões não forem equacionadas, não subirá em mais de um palanque naquele estado onde existirem divergências partidárias. O presidente acredita que há tempo suficiente para que as direções regionais e nacionais possam resolver as pendências existentes.

O presidente afirmou que a Telebrás -- holding que comandou as companhias estatais de telefonia fixa e móvel no Brasil -- será recuperada. A empresa esteve em processo de liquidação após a privatização das companhias telefônicas em 1998, mas segundo Lula será fortalecida no processo do Plano Nacional de Banda Larga.

O presidente voltou a explicar que não emitirá opinião sobre a questão política do Distrito Federal. Segundo ele, como o assunto vem sendo analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) “o Presidente da República não pode dar palpite”. Ele enfatizou que não comenta nada sobre hipóteses.

Sobre a construção de uma unidade de fertilizantes da Petrobras naquele município, Lula explicou que não tinha condições de comentar o assunto, pois deveria ser motivo de análise da estatal e, por tanto, uma manifestação iria causar reflexo inclusive no mercado acionário internacional. Lula voltou a afirmar que continuará percorrendo o País inaugurando obras até o último minuto do último dia do seu governo. “Se, em algum momento da história, o Presidente da República não viajava porque não tinha obra para inaugurar, era problema dele. Eu vou continuar andando”, disse.


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O presidente Lula cumpre agenda de trabalho, na manhã desta sexta-feira (19/2), em Três Lagoas (MS). Lula visita as instalações da fábrica de celulose branqueada de eucalipto da Fibria/Votorantim. Em seguida, ele visita a fábrica de papel da International Paper do Brasil.

Às 14h, o presidente retorna a Brasília e, no gabinete provisório do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), recebe em audiência do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e, às 18h, o vereador de Goiânia e jogador do Botafogo (DF) Túlio Humberto Pereira Costa, o Túlio Maravilha.


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Há uma semana, Ruth Ferreira do Nascimento, que trabalha como secretária de um laboratório clínico de Goiânia, mudou-se com os filhos para uma casa de dois quartos, banheiro, sala e cozinha no residencial Jardins do Cerrado IV. Na sexta-feira (12/2), Ruth ganhou novo presente: a visita do presidente Lula, que foi ao local inaugurar a escola municipal Jornalista Jayme Câmara.

Presidente Lula visita família que ganhou casa no conjunto habitacional que visitou em Goiânia. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula visita família que ganhou casa no conjunto habitacional que visitou em Goiânia. Foto: Ricardo Stuckert/PR

“Nunca esperava receber tanta gente importante na minha casa. Fiquei muito emocionada”, disse Ruth na companhia da mãe Zélia Soares do Nascimento, 69 anos, e dos dois filhos Victor Hugo, 10 anos, e Rebeca, 5 anos. Para receber o presidente, dona Zélia fez bolo de fubá e café fresquinho. “Ele é bonito”, disse dona Zélia, sem cerimônia, ao presidente.


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A inauguração nesta sexta-feira (12/2) da Barragem João Leite e as obras na Estação de Tratamento de Água (ETA) farão de Goiânia a primeira capital brasileira a ter 100% de rede de água e esgoto até o final do ano. A barragem foi concluída em dezembro do ano passado e o seu lago demorou dois meses para ser enchido. O presidente Lula e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, participarão da cerimônia de inauguração da barragem, que beneficiará também cidades vizinhas à capital goiana.

O Blog do Planalto conversou com o presidente da empresa de saneamento de Goiás (Saneago), Nicomedes Borges, que explicou mais detalhes da obra, que garantirá água para três milhões de pessoas até 2040. O investimento total da barragem foi cerca de R$ 200 milhões. Outros R$ 183 milhões serão aplicados na Estação de Tratamento de Água (ETA), nas proximidades da barragem.


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