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Os países integrantes do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai -, além da Venezuela, divulgaram comunicado à imprensa com manifestação sobre o Acordo de Cartagena das Índias relativo à situação em Honduras. Para os países, “a assinatura do Acordo constitui passo fundamental para a normalização do convívio internacional de Honduras”.

A seguir o Blog do Planalto reproduz o comunicado divulgado pelo Itamaraty.

“COMUNICADO À IMPRENSA

Assinatura do Acordo de Cartagena das Índias sobre a situação em Honduras

Os países membros do MERCOSUL acompanharam, com satisfação, a assinatura, no dia 22 de maio de 2011, em Cartagena das Indias, Colômbia, do Acordo entre o Governo de Honduras e o ex-Presidente Manuel Zelaya, que abre caminho para o retorno do ex-Presidente a seu país, em pleno gozo de seus direitos e livre das perseguições ocorridas como consequência do golpe de Estado de 28 de junho de 2009.

A assinatura do Acordo constitui passo fundamental para a normalização do convívio internacional de Honduras.

Os países membros do Mercosul congratulam-se com os Governos da Colômbia e Venezuela pelo apoio e mediação que viabilizaram a assinatura do Acordo, que reafirma o compromisso de toda a América Latina com a preservação e a consolidação da democracia. Reiteram, ademais, sua convicção de que, conforme o Protocolo de Ushuaia, de 1998, a plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração em que estão engajados.”


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Presidenta Dilma recebe a ministra de Negócios Estrangeiros da França, Michele Alliot-Marie, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff recebeu o apoio do presidente da França, Nicolas Sarkozy, para que o Brasil se torne membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Neste mês de fevereiro, o Brasil ocupa a presidência temporária do Conselho. A sinalização foi pela ministra de Negócios Estrangeiros da França, Michèle Alliot-Marie, durante audiência no Palácio do Planalto. A ministra francesa, na oportunidade, entregou uma carta de Sarkozy e destacou que o presidente francês manifestou interesse em avançar a parceria estratégica com o governo brasileiro e manter o mesmo nível de relacionamento que teve com o ex-presidente Lula.

Durante o encontro, a ministra Alliot-Marie explicou que o governo da França vê a importância do Brasil no G20 e relatou a preocupação de seu país em relação as commodities. Mais cedo, a ministra assinou ato para a implementação do projeto de cooperação bilateral em computação de alto desempenho. Pelo Brasil, o ato foi assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. De acordo com documento divulgado pelo Itamaraty, Brasil e França vão elaborar “Programa de Trabalho” para, no prazo de três meses, definirem as diretrizes para implementação.

“O projeto terá por objetivo dotar o Brasil, até o ano de 2014, de infraestrutura de supercomputação de classe mundial, para apoiar a pesquisa científica e a prestação de serviços ao Governo brasileiro e à sociedade brasileira, em distintas aplicações, de caráter transversal – sistema que deverá situar o país entre os trinta maiores no mundo em termos de capacidade de processamento de informações.”

A ministra Michèle Alliot-Marie também esteve com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Secretário-geral da OEA

Mais cedo, a presidenta Dilma recebeu o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, junto com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota (D). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Antes da audiência à ministra francesa, a presidenta Dilma Rousseff recebeu o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, no Palácio do Planalto. Durante a conversa, falou-se sobre a situação política na região, com foco em Honduras, país que teve a participação suspensa no organismo internacional. Do governo brasileiro, Insulza foi informado que a única objeção para o reconhecimento daquele país diz respeito ao restabelecimento dos direitos políticos do ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya, posição homologada também por outros países que integram a OEA.

A reconstrução do Haiti foi outro tema abordado na audiência, em especial no que diz respeito aos desafios enfrentados neste processo, bem como a questão eleitoral naquele país. Ainda na conversa, houve reconhecimento de que a situação na América do Sul encontra-se muito positiva e a presidenta Dilma, no encontro, reiterou compromisso do Brasil no fortalecimento da OEA.


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Presidenta Dilma recebe a ministra de Negócios Estrangeiros da França, Michele Alliot-Marie, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff recebeu o apoio do presidente da França, Nicolas Sarkozy, para que o Brasil se torne membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Neste mês de fevereiro, o Brasil ocupa a presidência temporária do Conselho. A sinalização foi pela ministra de Negócios Estrangeiros da França, Michèle Alliot-Marie, durante audiência no Palácio do Planalto. A ministra francesa, na oportunidade, entregou uma carta de Sarkozy e destacou que o presidente francês manifestou interesse em avançar a parceria estratégica com o governo brasileiro e manter o mesmo nível de relacionamento que teve com o ex-presidente Lula.

Durante o encontro, a ministra Alliot-Marie explicou que o governo da França vê a importância do Brasil no G20 e relatou a preocupação de seu país em relação as commodities. Mais cedo, a ministra assinou ato para a implementação do projeto de cooperação bilateral em computação de alto desempenho. Pelo Brasil, o ato foi assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. De acordo com documento divulgado pelo Itamaraty, Brasil e França vão elaborar “Programa de Trabalho” para, no prazo de três meses, definirem as diretrizes para implementação.

“O projeto terá por objetivo dotar o Brasil, até o ano de 2014, de infraestrutura de supercomputação de classe mundial, para apoiar a pesquisa científica e a prestação de serviços ao Governo brasileiro e à sociedade brasileira, em distintas aplicações, de caráter transversal – sistema que deverá situar o país entre os trinta maiores no mundo em termos de capacidade de processamento de informações.”

A ministra Michèle Alliot-Marie também esteve com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Secretário-geral da OEA

Mais cedo, a presidenta Dilma recebeu o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, junto com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota (D). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Antes da audiência à ministra francesa, a presidenta Dilma Rousseff recebeu o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, no Palácio do Planalto. Durante a conversa, falou-se sobre a situação política na região, com foco em Honduras, país que teve a participação suspensa no organismo internacional. Do governo brasileiro, Insulza foi informado que a única objeção para o reconhecimento daquele país diz respeito ao restabelecimento dos direitos políticos do ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya, posição homologada também por outros países que integram a OEA.

A reconstrução do Haiti foi outro tema abordado na audiência, em especial no que diz respeito aos desafios enfrentados neste processo, bem como a questão eleitoral naquele país. Ainda na conversa, houve reconhecimento de que a situação na América do Sul encontra-se muito positiva e a presidenta Dilma, no encontro, reiterou compromisso do Brasil no fortalecimento da OEA.


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Viagens internacionaisA eleição do presidente Barack Obama nos Estados Unidos gerou grande expectativa para americanos e toda a América Latina, mas sua atuação em relação ao golpe em Honduras deixou a desejar, avaliou o presidente Lula em entrevista à CNN em espanhol, concedida ainda em Cancún (México) na terça-feira (23/2) – antes de sua viagem para Cuba, onde está agora. Segundo o presidente brasileiro, os Estados Unidos “poderiam ter feito mais (em relação à crise hondurenha), contribuído para que (Manoel) Zelaya voltasse ao governo, mas lamentavelmente não fizeram esse papel que deveriam fazer”.

Para Lula, Barack Obama tem que representar a ousadia que o seu povo teve quando o fez presidente da República, que foi “um gesto excepcional”.

O presidente Lula afirmou que vai continuar tentando convencer Obama a olhar para a América Latina como um continente que quer se desenvolver – e para isso, precisa de parceria.

Queremos sair do olhar de miséria do século XX: não existe mais na América Latina aquela história de miséria dos anos 60, de que tinha gente querendo luta armada em tudo quanto era canto – nós conquistamos a democracia. Todos aqueles grupos da luta armada estão ganhando as eleições por via democrática e isso começa com o Chile, Uruguai, Brasil e Argentina, Bolívia, Equador… Os EUA devem atentar para isso. Seus vizinhos latino-americanos precisam de parceria para se desenvolver.

Bandeira do México Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem ao México.

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O assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, conversou com o Blog do Planalto para contar como foi a reunião desta manhã no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) com o subsecretário norte-americano de Estado para o Hemisfério Ocidental, Arturo Valenzuela. A conversa girou em torno da situação política de Honduras e dos caminhos para combater os problemas do Oriente Médio. Marco Aurélio reafirmou a posição do governo brasileiro referente à crise em Honduras, defendendo a saída de Roberto Micheletti e a concessão de um salvo conduto para que o presidente afastado Manuel Zelaya possa sair do país. Confira:


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O presidente Lula defendeu uma reforma política para evitar o caixa dois em campanhas políticas. Segundo o presidente, o governo encaminhou ao Congresso Nacional projetos visando uma minirreforma, sendo que um dos pontos diz respeito ao financiamento público de campanha.

Ouça aqui a íntegra da entrevista concedida pelo presidente ao deixar seu hotel em Portugal na noite de segunda-feira (30/11):

Na entrevista, Lula voltou a falar sobre eleições em Honduras e o reconhecimento do resultado pelo governo brasileiro. Segundo Lula, a situação em Honduras é diferente daquela que ocorreu no Irã, onde o processo seguiu a legislação do País. O presidente assegurou que é “uma questão de não pactuar com o vandalismo político na América Latina” e encerrou o assunto: “Não dá para fazer concessão a golpista.”


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O presidente Lula disse, em entrevista ao chegar a Estoril (Portugal), no domingo (28/11), que o Brasil não tem que reconhecer os resultados das eleições em Honduras, ocorridas naquela data. Lula explicou que conversou com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, quando formalizou opinião pessoal em relação à questão. Na mesma entrevista, o presidente informou que enviou carta em resposta à correspondência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última sexta-feira. Aos jornalistas, Lula disse que sem “discordância” não haveria graça.

Ouça a íntegra da entrevista aqui:

Para ler, clique aqui.

Lula acredita que na reunião de cúpula sobre mudança climática (COP 15), que será realizada em Copenhague, Dinamarca, no próximo mês, será possível conferir as posições de países como os Estados Unidos e a China. Ele enfatizou que após o Brasil ter divulgado a meta voluntária de redução de emissão de gases que causam efeito estufa, os americanos e chineses resolveram divulgar suas propostas. “É assim que a gente negocia. É assim que a gente faz política”, disse.

A entrevista foi concluída com avaliação sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. Para o presidente, a produção “mostra um pouco a verdade do que aconteceu na vida da família Silva”. Lula disse que ficou emocionado: “Espero que vocês assistam e que gostem”.


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O presidente Lula disse, em entrevista ao chegar a Estoril (Portugal), no domingo (28/11), que o Brasil não tem que reconhecer os resultados das eleições em Honduras, ocorridas naquela data. Lula explicou que conversou com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, quando formalizou opinião pessoal em relação à questão. Na mesma entrevista, o presidente informou que enviou carta em resposta à correspondência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última sexta-feira. Aos jornalistas, Lula disse que sem “discordância” não haveria graça.

Ouça a íntegra da entrevista aqui:

Para ler, clique aqui.

Lula acredita que na reunião de cúpula sobre mudança climática (COP 15), que será realizada em Copenhague, Dinamarca, no próximo mês, será possível conferir as posições de países como os Estados Unidos e a China. Ele enfatizou que após o Brasil ter divulgado a meta voluntária de redução de emissão de gases que causam efeito estufa, os americanos e chineses resolveram divulgar suas propostas. “É assim que a gente negocia. É assim que a gente faz política”, disse.

A entrevista foi concluída com avaliação sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. Para o presidente, a produção “mostra um pouco a verdade do que aconteceu na vida da família Silva”. Lula disse que ficou emocionado: “Espero que vocês assistam e que gostem”.


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Não há tensão alguma entre Brasil e Estados Unidos e é preciso se acostumar com as diferenças de posicionamento dos dois países em relação a determinados assuntos, afirmou nesta quarta-feira (25/11) no Rio de Janeiro o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. O ministro está acompanhando o presidente Lula na reunião com o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Amorim afirmou que Lula responderá “de maneira educada e adequada” à carta enviada pelo presidente Obama para explicar a posição americana sobre a situação política em Honduras:

Tem que distinguir as declarações do Assessor Especial da Presidência da República (Marco Aurélio Garcia) da manchete do jornal que procurou mostrar que há muita tensão na relação Brasil-Estados Unidos. Não há nenhuma tensão entre Brasil e Estados Unidos. Nós temos que nos acostumar a ter diferença. Aliás, no passado já tivemos em relação à Alca, tivemos discussões na OMC. Isso é normal. Isso não gera tensão. E é preciso que saibamos dialogar. Eu não sei como a carta chegou ao conhecimento da imprensa, mas já que há esse conhecimento eu acho que o presidente Lula vai responder.


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O bom momento brasileiro não tem nada de ‘milagre’, mas sim de trabalho duro dos brasileiros ao longo das últimas décadas, afirmou o presidente Lula em entrevista exclusiva concedida por escrito ao jornal venezuelano El Universal, publicada nesta quinta-feira.

Consolidamos a democracia, derrotamos a inflação, retomamos o crescimento e estamos construindo uma sociedade moderna e cada vez mais justa com todos os seus cidadãos. Do meu período na Presidência, iniciado em 2003, destaco como as maiores conquistas a retomada do desenvolvimento econômico e da capacidade do Governo de investir na educação e na infra-estrutura, além dos programas sociais voltados para as camadas mais pobres da população.

Para ler a íntegra da entrevista, clique aqui.

Lula viajou na tarde desta quinta-feira para a Venezuela onde se encontrará com o presidente Hugo Chávez e participará da inauguração do Consulado-Geral do Brasil e do escritório da Caixa Econômica Federal (CEF) em Caracas. Na sexta-feira (30/10), Lula e Chávez visitarão uma plantação de soja em El Tigre, um projeto de cooperação com a Embrapa.

Ao falar sobre as eleições presidenciais no Brasil em 2010, Lula afirmou que Dilma Roussef conta com sua total confiança:

A ela confiei o comando do principal programa de obras do Governo no segundo mandato, o Programa de Aceleração do Crescimento, e os resultados mostram sua grande capacidade como gestora e como líder. Sua experiência acumulada como parte de nossa equipe desde o início, em 2003, e sua identidade com nosso projeto para o País asseguram que continuaremos a crescer e a diminuir as desigualdades sociais e regionais ainda existentes.

Lula disse que seria uma grande conquista para as brasileiras fazer história com a eleição da Dilma e revelou ter esperanças de ver a ministra da Casa Civil como a primeira mulher a assumir a Presidência do Brasil:

O caráter simbólico dessa conquista é poderoso, e espero contribuir para que ela aconteça.

Lula apontou a integração regional na América do Sul como uma de suas prioridades na política externa. Explicou ainda o envolvimento do Brasil na crise política de Honduras:

Essa página da História ficou para trás e não deve mais voltar. O envolvimento direto ocorreu em razão da decisão do Presidente Zelaya de pedir proteção na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, e obviamente não poderíamos negar essa proteção a ele ou a quem considere estar com sua vida em risco por conta das posições políticas que defenda. Muitos integrantes do meu governo e da oposição no Brasil tiveram que se refugiar em Embaixadas estrangeiras durante o regime militar em nosso país nos anos 60 e 70.

Espero que um acordo político possa solucionar a crise em Honduras. Vejo que as forças políticas hondurenhas estão empenhadas nesse sentido, e, para isso, contam com o apoio da comunidade internacional e de organismos como a OEA. O que não se pode perder de vista é que Manuel Zelaya é um Presidente eleito democraticamente, e esse fato deve ser respeitado nas negociações. O Brasil não reconhecerá um novo governo em Honduras que resulte de eleições conduzidas por um regime golpista.

Outros temas tratados pelo presidente Lula na entrevista foram as bases americanas na Colômbia, a instituição do Conselho de Defesa da Unasul e a crise econômica mundial.


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