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Em almoço oferecido ao presidente de Camarões, Paul Biya, o presidente Lula se disse entusiasmado em ver a África cada vez mais senhora de seu destino, e justamente no ano em que se comemora os 50 anos de independência de Camarões e outras 16 nações africanas. Lula enfatizou ainda que, com seus 800 milhões de habitantes, a África é uma das peças-chave para um novo ciclo de expansão da economia mundial, “que combine crescimento, combate à fome e à pobreza, redução das desigualdades sociais e desenvolvimento sustentável”.

Este meio século de vida independente é rico de significado e de esperança. São cinqüenta anos lutando contra o legado de atraso e subdesenvolvimento deixado por séculos de colonialismo, que via na África apenas uma fonte de matérias-primas e um reservatório de mão-de-obra escrava. No limiar do século XXI, vemos com entusiasmo uma África senhora de seu destino, que não será mais presa fácil de nenhuma partilha entre potências dominantes.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

Para ler a transcrição, clique aqui.

Em seu discurso, Lula destacou também que as duas nações têm trabalhado em favor do multilateralismo, da eliminação dos subsídios agrícolas e do acesso das exportações dos países em desenvolvimento aos mercados das nações desenvolvidas. Lembrou ainda que tanto Brasil como Camarões têm importantes reservas florestais e assim devem promover o manejo racional dos recursos naturais e acordo para redução de emissão de gases do efeito estufa.

Em 2005, quando esteve nos Camarões, Lula reabriu a Embaixada do Brasil em Iaundê, reforçando os contatos em nível governamental e privado. Entre 2002 e 2008, Brasil e Camarões elevaram seu intercâmbio de US$ 14 bilhões a US$ 136 milhões. Em 2010, será superada a marca dos US$ 200 milhões.

O presidente Lula anunciou que em setembro próximo será enviada nova missão técnica aos Camarões nas áreas de extensão rural, pecuária e cooperativismo.

Em conjunto com a França, estamos concluindo os ajustes necessários para implantar projeto trilateral em aqüicultura, que possibilita um maior contato nosso com o Centro-Oeste africano.


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Mais do que a realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, é a realidade do País que obriga o governo a investir pesado em mobilidade urbana nas grandes cidades brasileiras, afirmou o presidente Lula na abertura da 10ª edição da Michelin Challenge Bibendum, realizada nesta segunda-feira (31/5) no Riocentro, no Rio de Janeiro. O evento é um fórum da indústria automotiva que incentiva ações sustentáveis no setor.

O Brasil terá uma política de mobilidade urbana como poucas vezes ele já teve na história. Não só porque as necessidades das Olimpíadas nos impõe, não só porque a Copa nos impõe, mas porque a realidade nos impõe isso. Somos um país com quase 80% da população morando nos grandes centros urbanos. Por isso criamos o Ministério das Cidades, foi por isso que criamos a Secretaria de Transportes dentro do Ministério, para pensar nacionalmente a questão urbana em nosso País. E eu penso que nós vamos dar um salto importante, porque não podemos mais parar.

Lula disse ainda que há décadas o Brasil não investia em rodovias como se faz hoje e lembrou dos esforços do governo para tomar as medidas necessárias visando a renovação da frota de carros particulares, ônibus e caminhões do País. Com isso, afirmou o presidente, foi possível melhorar o nível de emprego e também diminuir a emissão de gases do efeito estufa, já que foram retiradas das ruas veículos com 15, 20 anos de uso. “E hoje quase 100% dos carros brasileiros são ‘flex fuel’ e os usuários têm preferência pelo etanol na hora de encher o tanque”, lembrou o presidente Lula durante seu discurso.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente no evento realizado no Riocentro (RJ):

Para ler a transcrição do discurso, clique aqui.

O presidente afirmou que a produção cada vez maior de carros elétricos no mundo é um “sinal extraordinário” de que as pessoas estão se preocupando mais com o que está acontecendo com o planeta, e aproveitou para criticar mais uma vez os que defendiam a primazia do mercado sobre o Estado, lembrando que durante a última crise econ%omica mundial, se não fosse o Estado ‘entrar na dança’ quando o mercado quebrou, o mundo estaria muito mais problemático hoje.

Aproveitou ainda para convidar os presentes ao evento para conhecerem algumas comunidades do Rio de Janeiro como o Complexo do Alemão, Manguinhos, Pavão-Pavãozinho, Rocinha, e verem o resultado positivo da política de segurança pública tocada em conjunto pelas esferas municipal, estadual e federal. “É impossível tornar um lugar mais humanizado se eles (moradores) não sentirem que o Estado está fazendo algo por eles”, disse Lula, lembrando que a presença do Estado nas favelas não se faz apenas com a polícia, mas também com escola, biblioteca, saúde e, sobretudo, esperança.


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O Brasil reduziu cerca de 1 bilhão de toneladas de carbono de suas emissões nos últimos quatro anos, graças à diminuição no desmatamento da floresta amazônica, algo que nenhum outro país conseguiu no período, afirmou Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente para assuntos de floresta e clima que fez uma palestra hoje durante a Conferência da ONU sobre Clima, em Copenhague (Dinamarca) sobre o Fundo Amazônia.

“O Fundo Amazônia com certeza vai servir de exemplo de como se pode fazer em grande escala a redução de emissões e contar com contribuições em dinheiro de países desenvolvidos para fundos controlados soberanamente por países em desenvolvimento”, afirmou Tasso, que deu entrevista para o Blog do Planalto, confira:


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O presidente Lula disse, em entrevista ao chegar a Estoril (Portugal), no domingo (28/11), que o Brasil não tem que reconhecer os resultados das eleições em Honduras, ocorridas naquela data. Lula explicou que conversou com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, quando formalizou opinião pessoal em relação à questão. Na mesma entrevista, o presidente informou que enviou carta em resposta à correspondência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última sexta-feira. Aos jornalistas, Lula disse que sem “discordância” não haveria graça.

Ouça a íntegra da entrevista aqui:

Para ler, clique aqui.

Lula acredita que na reunião de cúpula sobre mudança climática (COP 15), que será realizada em Copenhague, Dinamarca, no próximo mês, será possível conferir as posições de países como os Estados Unidos e a China. Ele enfatizou que após o Brasil ter divulgado a meta voluntária de redução de emissão de gases que causam efeito estufa, os americanos e chineses resolveram divulgar suas propostas. “É assim que a gente negocia. É assim que a gente faz política”, disse.

A entrevista foi concluída com avaliação sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. Para o presidente, a produção “mostra um pouco a verdade do que aconteceu na vida da família Silva”. Lula disse que ficou emocionado: “Espero que vocês assistam e que gostem”.


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O presidente Lula disse, em entrevista ao chegar a Estoril (Portugal), no domingo (28/11), que o Brasil não tem que reconhecer os resultados das eleições em Honduras, ocorridas naquela data. Lula explicou que conversou com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, quando formalizou opinião pessoal em relação à questão. Na mesma entrevista, o presidente informou que enviou carta em resposta à correspondência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última sexta-feira. Aos jornalistas, Lula disse que sem “discordância” não haveria graça.

Ouça a íntegra da entrevista aqui:

Para ler, clique aqui.

Lula acredita que na reunião de cúpula sobre mudança climática (COP 15), que será realizada em Copenhague, Dinamarca, no próximo mês, será possível conferir as posições de países como os Estados Unidos e a China. Ele enfatizou que após o Brasil ter divulgado a meta voluntária de redução de emissão de gases que causam efeito estufa, os americanos e chineses resolveram divulgar suas propostas. “É assim que a gente negocia. É assim que a gente faz política”, disse.

A entrevista foi concluída com avaliação sobre o filme Lula, o Filho do Brasil. Para o presidente, a produção “mostra um pouco a verdade do que aconteceu na vida da família Silva”. Lula disse que ficou emocionado: “Espero que vocês assistam e que gostem”.


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Sorte, todo mundo quer ter. Mas para descobrir o petróleo da camada Pré-sal, desenvolver o biodiesel e ver programas sociais como o Luz Para Todos obterem sucesso é preciso aliar sorte à competência e decisão política para fazer pesquisa e investimentos nos setores necessários, afirmou o presidente Lula nesta quinta-feira (19/11) durante cerimônia de ampliação da Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC) e implantação da unidade de produção de gasolina de Guamaré (RN).

“Não diga que foi sorte do Lula, foi incompetência deles”, disse o presidente, num recado direto aos adversários que menosprezam as conq‭uistas do governo. Conquistas que transformam as regiões mais pobres do País. Lula destacou o programa Luz Para Todos, que atingiu este mês no Rio Grande do Norte 50 mil ligações elétricas.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

Confira também a entrevista exclusiva concedida pelo presidente hoje de manhã à rádio Clube de Natal, na qual falou sobre as obras de ampliação da refinaria Clara Camarão, em Guamaré (RN) e sua importância para o País neste momento que se descobre novas reservas de petróleo, para que o Brasil possa exportar derivados de petróleo. Lula falou também sobre a segunda fase do PAC (2011-2015), os investimentos previstos para o Nordeste em 2010 (em educação, saúde, agricultura familiar), o interesse do mundo pelo Brasil, a Copa do Mundo de 2014, a vida como ex-presidente, as eleições em 2010 e até sobre futebol.

Ministro Edison Lobão (Minas e Energia), presidente Lula e governadora Wilma de Faria com funcionários da refinaria Clara Camarão. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Ministro Edison Lobão (Minas e Energia), presidente Lula e governadora Wilma de Faria com funcionários da refinaria Clara Camarão. Foto: Ricardo Stuckert/PR

No Brasil, o programa já beneficiou 10,7 milhões de brasileiros, que reconquistaram a dignidade e cidadania, e agora podem buscar um futuro melhor para suas famílias. Segundo pesquisa feita pelo Ministério de Minas e Energia, a primeira coisa que 83% dos beneficiados pelo Luz Para Todos fazem é comprar uma televisão -- e isso ajuda a dinamizar a economia local.

O presidente Lula falou também ao público que acompanhava a cerimônia sobre as escolas técnicas e universidades criadas durante o seu governo -- 214 escolas técnicas (sete delas no Rio Grande do Norte) e 14 universidades até 2010 -- e fez questão de frisar que todo o investimento feito na refinaria Clara Camarão não ignora a importância de se preservar o meio ambiente. Lembrou o compromisso assumido na abertura da Assembléia-Geral da ONU, em setembro deste ano, quando anunciou que o Brasil reduziria o desmatamento em 80% na Amazônia até 2020.

Segundo Lula, a proposta que o Brasil levará para a reunião da ONU sobre clima, que acontece em dezembro em Copenhague (Dinamarca) é “a maior e melhor proposta apresentada por um país emergente” e que o Brasil mesmo não tendo obrigação de apresentar uma proposta, o fez para mostrar ao mundo que está preparado para discutir a questão seriamente, com números e metas ousadas.

Também discursaram o prefeito de Guamaré, Auricélio Teixeira; a governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria; o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli; e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).


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Os membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que reúne representantes de empresários, trabalhadores e movimentos sociais, sugeriram nesta segunda-feira (16/11), após reunião extraordinária realizada em Brasília, a criação de um grupo permanente no âmbito do CDES para o acompanhamento dos compromissos brasileiros de redução nas emissões de gases do efeito estufa que o País levará à conferência da ONU sobre clima (COP 15) em Copenhague (Dinamarca), em dezembro. O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou ao final da reunião -- convocada justamente para discutir o compromisso brasileiro a ser levado a Copenhague -- que os conselheiros aprovaram a posição brasileira e destacaram a ousadia da proposta apresentada na semana passada.

Também participaram da reunião os ministros Reinhold Stephanes (Agricultura) e Carlos Minc (Meio Ambiente), o embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas, Sérgio Serra, e o secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Luiz Pinguelli Rosa.


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Na agenda de discussões da reunião da ONU sobre clima (COP 15), marcada para os dias 16 e 17 de dezembro em Copenhague (Dinamarca), não há lugar para pessimismo. Segundo afirmou o presidente Lula em entrevista concedida nesta segunda-feira (16/11) em Roma (Itália), após encontro com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, a conferência na capital dinamarquesa envolve decisões sobre a soberania e modelo de desenvolvimento dos países e, por isso, é possível que não haja um acordo sobre metas de redução nas emissões globais de gases do efeito estufa, dada a complexidade do assunto. Mas ainda assim Lula espera ver os chefes de Estado reunidos em Copenhague assinando pelo menos um documento político com calendário para a definição dessas metas.

Para ouvir a íntegra da declaração à imprensa do presidente Lula, clique aqui:

O presidente Lula disse ainda que o Brasil está dando o exemplo apresentando publicamente números ousados, como a redução de suas emissões em até 38,9% até 2020, o que implica entre outras coisas reduzir o desmatamento na Amazônia em 80% no período. O compromisso brasileiro garante ainda a manutenção da matriz energética limpa do País -- basicamente de geração hidrelétrica. Lula afirmou que os compromissos assumidos pelo Brasil podem servir de estímulo para outros países apresentarem suas metas.

Lula ressaltou também a importância de os Estados Unidos e a China participarem do debate climático em Copenhague, pois são hoje os maiores poluidores do planeta. O presidente brasileiro afirmou que conversará com os presidentes Barack Obama (EUA) e Hu Jin Tao (China) nos próximos dias para pedir que participem do encontro da ONU na Dinamarca.


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Levando na bagagem o menor índice de desmatamento na Amazônia em 21 anos e uma proposta de redução de até 39% nas suas emissão de gases do efeito estufa, o Brasil chegará à reunião da ONU sobre clima (COP 15) em Copenhague (Dinamarca), em dezembro, com a mesma força com que foi à capital dinamarquesa em outubro disputar (e conquistar) a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A previsão foi feita pelo presidente Lula após participar em São Paulo da abertura do Congresso Nacional de Iniciação Científica (Conic) na manhã desta sexta-feira (13/11) e confirmada à tarde com o anúncio da proposta brasileira de redução de emissões.

A proposta voluntária brasileira anunciada pelos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Carlos Minc (Meio Ambiente) em São Paulo inclui a redução de emissões no uso da terra (20,9% vindos da redução do desmatamento da Amazônia e 3,9% do cerrado), no setor de energia (de 6,1% a 7,7%), agropecuária (de 4,9% a 6,1%) e siderurgia (0,3% a 0,4%). O total então ficaria entre 36% e 38,9%, considerando um crescimento do PIB entre 3% e 4%.

“O Brasil tem compromisso com o desenvolvimento sustentável e com o meio ambiente”, afirmou a ministra da Casa Civil.

Para Luiz Alberto Figueiredo, negociador do Ministério das Relações Exteriores para a COP 15 que também participou da reunião em São Paulo, o Brasil vai ser ambicioso em Copenhague. “É a demonstração mais cabal que o Brasil vai para Copenhague para ser parte da solução”, afirmou.

Segundo Carlos Minc, os resultados da redução no desmatamento da floresta amazônica, divulgados ontem (12/11) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), fará com que o País atinja a meta proposta entre 2012 e 2013. O governo dará atenção também para o cerrado.

Outra questão a ser trabalhada para que o Brasil alcance as metas propostas é a fonte de financiamento. O presidente Lula determinou que seja realizado um levantamento para se obter os recursos. A ministra Dilma espera também a participação mais efetiva das indústrias (setor privado) e dos organismos internacionais e os governos estaduais. “Nesse sentido faremos um conjunto de reuniões para definir claramente as fontes de financiamentos e as datas em que essas ações serão executadas. Uma das questões mais importantes para o governo é que elas sejam factíveis também com os prazos e cronogramas”, frisou a ministra.

A reunião sob comando do presidente Lula também contou com a participação dos ministros Sérgio Rezende (Ciência e Tecnologia), Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) e Antonio Patriota (interino das Relações Exteriores), além do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, e do secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, professor Luiz Pinguelli Rosa.

O presidente Lula e a ministra Dilma embarcam esta noite para Paris (França), onde se encontrarão no sábado (14/11) com o presidente francês Nicolas Sarkozy, para quem apresentarão a proposta brasileira para a reunião da ONU em Copenhague.


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Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o governador Eduardo Braga (Amazonas) afirmou que o Brasil é um dos poucos países do mundo que tem equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a emissão de gases. Segundo o governador, o presidente Lula tem sido uma liderança importante nas questões que envolvam o clima do planeta. Confira:


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