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Viagens internacionais

Comunicado distribuído pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, nesta terça-feira (18/5), no Instituto de Feiras de Madri (IFEMA), manifesta apoio ao presidente Lula pela obtenção do acordo nuclear com o Irã. Segundo o texto, este foi o tema da reunião bilateral ocorrida durante a VI Cumbre União Européia, América Latina e Caribe.

De acordo com a nota oficial, a França fará gestão junto à Agencia Internacional de Energia Atômica (AIEA) para que concorde com os termos do acordo firmado na última segunda-feira (17/5), em Teerã, durante encontro entre os presidentes Lula e Mahmoud Ahmadinejad (Irã) e o primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan. Ainda no comunicado, Sarkozy diz que a França dará prioridade junto ao Grupo dos Seis países [França, Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Alemanha e China] para discutir o assunto e as implicações que possam equacionar o impasse.

O presidente francês afirma, mais adiante, que vê como sendo positiva a cláusula na qual o Irã entregará 1.200 quilos de urânio à Turquia, com retorno para aquele país do urânio enriquecido a 20%. Essa era uma das questões colocadas na negociação sobre a produção de energia nuclear pelo Irã.

O primeiro passo foi dado, diz Marco Aurélio Garcia.

Em conversa com jornalistas na sala de imprensa da VI Cúpula União Européia, América Latina e Caribe, o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, explicou que o acordo foi muito importante e que a proposta de Sarkozy de levar o tema ao Grupo dos Seis tem por objetivo apenas cumprir uma formalidade.

Garcia acredita que o mais importante foi a relação de confiança firmada entre Brasil, Irã e Turquia. Daqui para frente, segundo avaliou, será verificada a decisão do Irã de enriquecer o urânio. “O mais difícil era chegar a um acordo. Então, o primeiro passo foi dado”, explicou Garcia.

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Agenda presidencialA agenda de trabalho do presidente Lula, desta sexta-feira (9/4), começa com despachos internos no gabinete provisório da Presidência da República, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Depois, Lula concede entrevista ao jornal espanhol El País e, ainda pela manhã, recebe o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Jorge Felix.

Ao meio dia, no Palácio Itamaraty, Lula se encontra com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, que visita o Brasil pela primeira vez desde a posse ocorrida no mês passado. Após reunião reservada, Lula e Piñeira se deslocam até o salão ao lado para assinatura de atos. Na ocasião, o presidente chileno será condecorado com a Ordem do Cruzeiro do Sul. A audiência se encerra com almoço oferecido pelo presidente brasileiro.

Às 15h, Lula concede audiência à presidente do Conselho Regional de Poitou-Charentes, Ségolène Royal, no CCBB – ela foi candidata à presidente da França em 2007, mas perdeu para Nicolas Sarkozy. A agenda contempla ainda audiências ao ministro Ricardo Lewandowski, do STF e do TSE, ao ministro da Saúde José Gomes Temporão, e ao vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Jonas Barcellos Correia Filho.


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Os presidentes Lula e Nicolas Sarkozy (França) durante Cúpula dos Países Amazônicos e França sobre Mudança do Clima, realizada em Manaus. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Os presidentes Lula e Nicolas Sarkozy (França) durante Cúpula dos Países Amazônicos e França sobre Mudança do Clima, realizada em Manaus. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Os países sul-americanos que integram a região amazônica, mais a França, vão discutir a questão climática na Conferência da ONU (COP 15) marcada para dezembro em Copenhague (Dinamarca) balizados pelo documento aprovado na Cúpula dos Países Amazônicos e França sobre Mudança do Clima, realizada nesta quinta-feira (26/11) em Manaus (AM), afirmou o presidente Lula em entrevista coletiva conjunta com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, após o encontro.

A Declaração de Manaus cobra metas dos países desenvolvidos para redução de suas emissões de gases do efeito estufa e recursos para que os países em desenvolvimento cresçam sustentavelmente, sem prejudicar o clima.

Segundo Lula, a ausência de alguns presidentes na Cúpula não esvaziou de forma alguma o encontro e muito menos diminuiu a validade e importância do documento final, que já vem sendo negociado há tempos e poderá inclusive ajudar no acordo global na reunião da ONU na Dinamarca -- veja aqui.

Confira aqui a íntegra, em áudio:

O tema de proteção ao clima não é mais, disse Lula, uma questão ambientalista ou da comunidade científica, mas sim política, o que exige cada vez mais a articulação de todos os líderes políticos do planeta. O fato de vários países estarem apresentando números recentemente, como a China e Estados Unidos, mostra segundo o presidente brasileiro, que o assunto entrou na ordem do dia e não pode ser mais ignorado por quem quer que seja -- menos ainda pelos chefes de Estado. Por isso é importante que todos os líderes do mundo estejam em Copenhague em dezembro.

Lula fez questão de destacar ainda que nenhum país sul-americano estará abrindo mão de sua soberania para assumir os compromissos de combate às mudanças climáticas na reunião de Copenhague. afirmou, estabelecendo responsabilidades diferenciadas, porque alguns tem mais responsabilidade do que outros. Os países mais pobres, disse Lula, precisam receber ajuda financeira e novas tecnologias para se desenvolver e ter o mesmo padrão de vida que os mais desenvolvidos, sem que isso prejudique o clima.


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O presidente Lula está em Manaus para participar da inauguração de um gasoduto e encontrar-se com representantes dos nove países que integram a região amazônica para discutir uma proposta comum sobre mudanças climáticas. Nos dois casos, o meio ambiente ganha.

O gasoduto Urucu-Coari-Manaus vai permitir o escoamento do gás natural produzido no Pólo de Urucu (Bacia de Solimões) até Manaus. A obra contribui com o meio ambiente porque evita a emissão de mais de 1 tonelada de CO2 por ano na atmosfera, segundo a Petrobras, já que sua produção de gás substituirá a energia gerada por termelétricas movidas a óleo combustível e diesel que abastece Manaus.

Após a inauguração do gasoduto, o presidente Lula almoça com os representantes da Colômbia, Venezuela, Peru, Equador, Bolívia, Suriname, Guiana, Guiana Francesa (território ultramarino francês na América do Sul) e França. Em seguida, todos seguem para a reunião de Cúpula dos Países Amazônicos e França sobre Mudança do Clima para unificar o discurso a ser levado para a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP 15) que acontecem em dezembro em Copenhague.

À noite o presidente Lula terá ainda encontro reservado com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.


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Para o bem do clima no planeta, a França tem que assumir seu perfil sul-americano e participar mais das discussões sobre a proteção da biodiversidade da Amazônia. A provocação foi feita pelo presidente Lula durante almoço realizado hoje em São Paulo como parte do encerramento do Ano da França no Brasil, lembrando a ligação do país europeu com a América do Sul por conta da Guiana Francesa.

Com o problema do aquecimento global, e com a importância que ganha a manutenção das florestas no mundo, a França precisa assumir o seu lado sul-americano.

Para ouvir a íntegra do discurso, clique aqui.

Para ler, clique aqui.


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Após acompanharem o desfile do Dia da Independência na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, os presidentes Lula e Nicolas Sarkozy (França) se reuniram no Palácio do Alvorada e lá fecharam acordos que aproximarão ainda mais os dois países.

Confira aqui a lista dos atos assinados pelos dois presidentes e leia aqui a declaração conjunta relativa à visita da delegação francesa ao Brasil.

Em entrevista coletiva após a reunião no Alvorada, os dois presidentes destacaram a parceria entre Brasil e França, que vai além dos laços comerciais:

O presidente Lula anunciou ainda a decisão de iniciar as negociações com a França para comprar os aviões Rafale, baseada no compromisso francês de transferir a tecnologia aeronáutica ao Brasil e permitir que o País alcance autonomia na construção e até na venda das aeronaves no mercado internacional. O valor dos investimentos ainda não foi definido. O presidente afirmou que o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os negociadores brasileiros discutirão os detalhes da negociação com a comitiva francesa ainda hoje. No vídeo abaixo, Lula fala da parceria com a França e da importância de o Brasil, que é um país de paz, estar preparado para se defender:

As palavras de Lula e Sarkozy durante a entrevista demonstraram que os dois governantes têm o pensamento alinhado com relação à necessidade de um foro mais representativo que o G-8 para discutir temas de importância global. Lula considera uma ilusão imaginar que é possível construir um mundo mais justo sem uma reforma profunda das Nações Unidas:

“Tenho dito que não podemos resolver os problemas de ordem multipolar, no século XXI, com os instrumentos de 60 anos atrás”, afirmou o presidente brasileiro. Para ele, o apoio da França ao pleito brasileiro por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU é mais do que um voto de confiança no Brasil. “É uma demonstração do compromisso do presidente Sarkozy com a ordem mundial democrática e solidária.”

Para ouvir a íntegra da entrevista coletiva conjunta, clique aqui:

(clique aqui para a transcrição da entrevista)


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Uma grande festa popular e multicolorida, com a participação especialíssima da França, homenageada por conta dos festejos do Ano da França no Brasil. O desfile de 7 de setembro agradou em cheio às cerca de 50 mil pessoas que compareceram à Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã desta segunda-feira, e teve como convidado de horna o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

O trajeto do desfile foi decorado com bandeiras intercaladas do Brasil e da França, que enviou para a festa a banda de sua Marinha, o 1º Regimento da Guarda Republicana e uma tropa da Legião Estrangeira. Participaram do desfile quase 4 mil pessoas, entre estudantes, militares, bandas de música, bombeiros, policiais e grupos folclóricos. O evento foi encerrado com a apresentação dos aviões da Esquadrilha da Fumaça brasileira e francesa.

Confira abaixo algumas imagens da festa:

Presidente Lula e a Primeira-Dama Marisa Letícia desfilam no carro presidencial na Esplanada dos Ministérios. Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Desfile de 7 de setembro, em Brasília. Foto: Danielle Pereira.

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Cerca de 50 mil pessoas assistiram nesta segunda-feira ao desfile cívico-militar de 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que teve como convidado de honra o presidente da França, Nicolas Sarkozy. O trajeto do desfile foi decorado com bandeiras intercaladas do Brasil e da França, lembrando os festejos do Ano da França no Brasil. Os franceses contribuíram com a festa enviando a banda de sua Marinha, o 1º Regimento da Guarda Republicana e uma tropa da Legião Estrangeira. Participaram do desfile quase 4 mil pessoas, entre estudantes, militares, bandas de música, bombeiros, policiais e grupos folclóricos. O evento foi encerrado com a apresentação dos aviões da Esquadrilha da Fumaça.

Confira abaixo algumas imagens da festa:


O Escriba semeia palavras para colher idéias (http://www.interney.net/blogs/oescriba/)

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O presidente Lula foi hoje no início da noite à Base Aérea de Brasília para receber o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e sua comitiva, que estão no Brasil para participar das comemorações da independência brasileira. Após a recepção eles seguiram para um jantar privado no Palácio do Alvorada, em Brasília.

Presidente Lula recebe o presidente da França, Nicolas Sarkozy na Base Aérea de Brasília (Brasília,DF,06/09/2009) Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula recebe o presidente da França, Nicolas Sarkozy na Base Aérea de Brasília (Brasília,DF,06/09/2009) Foto: Ricardo Stuckert/PR

A delegação francesa vai assistir ao desfile do 7 de setembro que será realizado amanhã a partir das 9h na Esplanada dos Ministérios, ao lado do presidente brasileiro, na Tribuna de Honra. Como este é o Ano da França no Brasil, os franceses também vão participar da apresentação. Entre os militares brasileiros estará a banda da Marinha francesa, o 1° Regimento da Guarda Republicana da França e uma tropa da Legião Estrangeira.

Sarkozy vai ficar no Brasil hoje e amanhã. Além das comemorações, o encontro com Lula constituirá oportunidade para os governantes avaliarem a implementação do Plano de Ação da Parceria Estratégica, adotado em dezembro de 2008 entre Brasil e França, bem como tratar de temas de interesse comum da agenda global.

O presidente francês está acompanhado dos ministros dos Negócios Estrangeiros, Cultura e Comunicação, Defesa, Economia e Comércio Exterior, Imigração, Integração, Identidade Nacional e Desenvolvimento Solidário e Educação Nacional, além do Secretário de Estado de Transportes.


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