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Emprestar dinheiro aos cidadãos mais carente é uma forma de ampliar a política de distribuição de renda e o Brasil precisa disso para reduzir ainda mais o total de pessoas que estão na linha de pobreza. E engana-se quem se preocupa com a inadimplência dos mais pobres: são justamente eles os que menos dão calote. “A palavra-chave é essa: coloque ‘prata’ na mão dos pequenos. Dê oportunidade para que os pequenos tenham as coisas”, disse o presidente Lula a Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, durante o II Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira realizado em Brasília (DF) nesta quarta-feira (17/11).

Lula aproveitou o evento para divulgar os dados do relatório preparado pelo secretário-adjunto da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, sobre os resultados da política de microcrédito e inclusão financeira do governo -- veja nosso post sobre esse balanço.

A promoção, pelo governo, de um fórum para discutir a inclusão financeira de famílias de baixa renda pode soar estranho para executivos do sistema financeiro mundial, observou o presidente, mas o fato é que o Brasil está provando que segue no rumo certo.

É uma coisa inusitada. Nós aqui estamos exercitando uma coisa simples. A gente está provando que pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de renda. E muito dinheiro nas mãos de poucos significa concentração de renda.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que falou pouco antes de Lula, enfatizou a importância da política adotada pelo governo. Explicou que o BC tem atuado em duas frentes: controle da inflação, que possiblita o pleno funcionamento dos chamados bancos comunitários, e politica de inclusão financeira.

O sucesso da política de inclusão financeira das famílias de baixa renda no Brasil apenas comprova, afirmou o presidente, que tudo fica mais fácil quando se faz o óbvio. Ele lembrou que na década de 1990 esteve em contato com o banco comunitário Palmas, de Fortaleza. Naquela ocasião, recebeu crédito de R$ 20. O que para alguns pode ser apenas uma ‘gorjeta’, para o pobre é dinheiro para “entrar numa bodega e fazer uma festa pelos próximos dez dias”.

O presidente Lula aproveitou ainda para citar dois exemplos claros de como pequenos empréstimos podem promover grandes mudanças na vida das pessoas: um caso de Petrolina (PE), onde se encontrou com um jovem que cursava engenharia na universidade local e era beneficiário do Bolsa Família, e outro também no interior de Pernambuco, onde conheceu a história de uma mulher que pegou R$ 50 emprestados e investiu na produção de alimentos para operários da obra do canal do Rio São Francisco. Em poucos meses, o dinheiro se multiplicou e ela já estava ampliando o negócio: uma cozinha industrial para produzir alimentos para 400 operários. Veja aqui.

Sandra Magalhães, representante do Banco Palma, de Fortaleza (CE), narrou a experiência de um banco comunitário. Fruto de uma experiência na capital cearense, o modelo já é adotado em nove estados brasileiros. Estes bancos são geridos por comunidades, por exemplo, de quilombolas, quebradeiras de coco, pescadores. A meta é atingir dois mil bancos até o ano de 2014. Para isso, as entidades contam com a política efetiva do governo federal.


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Representantes de seis cidades brasileiras e o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, assinam nesta quinta-feira (1º/7), em Brasília, o Compromisso Nacional – Cidade Acessível é Direitos Humanos, com metas para melhorar a acessibilidade até o final de 2010. Participam do projeto as cidades de Campinas (SP), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Joinville (SC), Rio de Janeiro (RJ) e Uberlândia (MG). Essas cidades já têm políticas de promoção dos direitos da pessoa com deficiência em andamento.

As principais políticas, ações e projetos implementados pelas cidades que pretendem melhorar a acessibilidade se dão nas seguintes áreas: marco legal, acesso à saúde, reabilitação, educação, transporte público, habitação, trabalho e emprego, turismo, esporte, cultura e lazer. Os municípios também se comprometerão a elaborar, em 90 dias, o Plano de Ação Municipal, além de criar, manter ou nomear uma instância que monitore o compromisso, garantida a participação dos movimentos sociais e da sociedade civil organizada.


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A artesã Maria do Socorro Nascimento mal consegue esconder sua felicidade nessa entrevista que fizemos com ela durante cerimônia em comemoração aos cinco anos do programa de microcrédito AgroAmigo, do Banco do Nordeste Brasileiro (BNB) realizada em Fortaleza na terça-feira (8/6). Não apenas por ter dado ao presidente Lula, presente ao evento, uma de suas obras -- uma estatueta de Luiz Gonzaga, pernambucano como o presidente. A felicidade de Maria do Socorro vai além. Ela nos conta como tomou coragem para pedir seu primeiro empréstimo e como pagou sempre em dia, ganhando sempre os bonus de 25% oferecidos pelo programa para quem salda a dívida no prazo.

“Com meu talento vou produzir e vou ter um bom resultado”, diz com orgulho.


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Presidente Lula, ministro Temporão, governador Cid Gomes e secretário de Saúde José Arruda Bastos na inauguração do hemocentro. Foto Ricardo Stuckert/PR

As conquistas da sociedade brasileira -- inclusive com a população mantendo a autoestima elevada -- fazem com que o momento atual do Brasil “seja um momento meio mágico”. Assim, para o presidente Lula, “o país está ficando mais igual, mais justo”, como destacou num breve discurso por ocasião de inauguração do banco de sangue do cordão umbilical e placentário, em Fortaleza (CE), para mostrar que o seu governo tem se pautado por descentralizar os empreendimentos, como o inaugurado na capital cearense.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que antecedeu o presidente Lula, explicou que o banco de sangue do cordão umbilical -- o primeiro inaugurado no país -- será implantado em outras capitais, como Manaus, São Luís, Curitiba, e pediu mais recursos do BNDES para aumentar o lastro desta rede de hemocentro. O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), manifestou o apoio à iniciativa e colocou-se à disposição para ampliar a unidade. Já a diretora do Hemocentro, Luciana Carlos, emocionada com a cerimônia, sintetizou a unidade como sendo “uma tradição de salvar vidas”.
Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula.


O presidente Lula destacou que por um bom tempo, desde que foi criado pela Constituinte de 1988, o Sistema Único de Saúde (SUS) vinha sendo tratado como um serviço de qualidade duvidosa. Porém, o SUS conseguiu resistir ao longo dessas décadas “pela competência de milhares de profissionais brasileiros”. E o hemocentro inaugurado tem o convênio com o SUS.

Em seguida, Lula contou que esteve mais cedo participando de cerimônia de microcrédito do BNB e que naquela ocasião recebeu informações sobre o aumento do volume de crédito colocado pelo banco à disposição dos clientes. Lula enfatizou que a inadimplência da carteira do banco é uma das menores em função que de a maioria dos tomadores de recursos ser de baixa renda.

Lula também comemorou o resultado do PIB divulgado pelo IBGE. Destacou a política do governo em distribuir as verbas publicitárias, levando em conta os critérios técnicos, e deste modo permite que mídias fora do eixo Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, tenham acesso aos recursos. Lula voltou a tratar da crise financeira internacional e relatou da importância que as classes C e D do Nordeste tiveram no aumento do consumo, resultado apontado em recentes pesquisas.

Numa outra frente de ação, o presidente assegurou que pretende concluir o mandato com a inauguração de 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a entrega de 160 ambulâncias que atenderão o interior do país num programa de saúde bucal.


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As histórias de Antonio Fábio da Silva e de Maria Eliane de Oliveira são bons exemplos de como é importante perseverar e lutar por um futuro melhor, independentemente da adversidade que se enfrenta. Os dois foram os destaques da aula inaugural do programa ProJovem Urbano, realizada nesta terça-feira (8/6) em Fortaleza (CE), e personificaram os conselhos que o presidente Lula deu aos milhares de jovens presentes à solenidade, para que não desistissem nunca de seus sonhos.

Vocês do ProJovem quando tiverem dúvida se devem estudar ou não, lembrem que este País tem um presidente que nasceu numa cidade do Nordeste, Garanhuns, é de família pobre, que veio conhecer pão aos sete anos de idade. Este presidente, que não tem diploma universitário, estudou até a quarta série e fez curso do Senai, este presidente não desistiu nunca, jamais na adversidade.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente no evento:

Antonio fez um breve discurso de improviso no evento, antes do presidente, contando a sua história de dificuldades e superação. Segundo filho de uma família de sete crianças, Antonio Fabio nasceu em Quixeramobim, município situado a 211 quilômetros de Fortaleza, no interior do Ceará. O pai abandonou a família quando ele ainda era pequeno e sua mãe teve que lutar muito para garantir o sustento da família.

“Ela teve que batalhar muito para colocar a comida na mesa. É por este motivo que estou aqui para mostrar para ela que o seu esforço não foi em vão. O filho dela vai vencer na vida”, disse ele, que considera o ProJovem a oportunidade que precisava para conseguir um emprego melhor e dar qualidade de vida à sua mãe, aos irmãos e ao filho que em breve nascerá. “Se a gente quiser, a gente consegue.”

Já a história de Maria Eliane abriu o discurso do presidente Lula. Ela tem 27 anos e é mãe de quatro filhos. Parou de estudar na quinta série quando engravidou pela primeira vez, deixando a escola em segundo plano para poder cuidar do bebê e da casa. Os anos se passaram, outros filhos vieram e o retorno à escola era sempre adiado, afirmou o presidente. Quando seu marido morreu, há sete meses, começou a trabalhar como diarista para sustentar os filhos. No mês passado, após 10 anos longe de uma sala de aula, Eliane voltou a estudar, graças ao ProJovem Urbano.

O presidente Lula citou então uma declaração de Eliane:

“Vou terminar meus estudos, custe o que custar. Quero ter minha independência e dar uma vida melhor para meus filhos.”

Lula parabenizou Eliane pela força de vontade em buscar melhores condições de vida para si e para seus filhos. “Não se entregue, Eliane, levanta a cabeça e vá à luta!”, incentivou o presidente, afirmando que nunca é tarde para recuperar o tempo perdido e construir um futuro melhor. “Ela está se redescobrindo como cidadã”, comemorou Lula.

PROJEM URBANO

O evento em Fortaleza reuniu cerca de 10 mil alunos do programa ProJovem Urbano, que entre 2008 e 2009 atendeu mais de 350 mil jovens de 96 municípios de 22 estados. Em 2010, o programa beneficiará mais de 150 mil novos alunos em todo o País. No Ceará foram matriculados mais de 25 mil jovens no programa, dos quais 13 mil só na capital Fortaleza.

Com duração de 18 meses, o Projovem Urbano destina-se a jovens de 18 a 29 anos que sabem ler e escrever, mas que não concluíram o ensino fundamental, e combina a iniciação profissional, práticas de cidadania e inclusão digital com a formação escolar. O aluno também recebe um auxílio mensal de R$ 100,00, que é pago mediante a entrega dos trabalhos escolares e frequência de 75% às aulas.

A iniciativa é uma das quatro modalidades do Projovem Integrado, que foi lançado em 2007, e atua também com o ProJovem Adolescente, ProJovem Campo e ProJovem Trabalhador. Desde o início do Programa até o final de 2010, as quatro modalidades devem atender, juntas, pelo menos 1,5 milhão de jovens.


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Ao responder uma das perguntas feitas pelo entrevistador Paulo Costa, da rádio Jangadeiro FM, de Fortaleza (CE), na manhã desta terça-feira (8/6), o presidente Lula chegou a ser profético: “Essa pergunta colocada assim, a resposta vai fazer com que uns adversários meus coloquem em manchete de jornal: ‘Lula não quer que a Seleção ganhe o título’.” Dito e feito. O Globo Online já cravou em uma de suas manchetes que o presidente prefere ver Dilma presidente do que a Seleção Brasileira campeã do mundo na África do Sul. Como você, leitor, verá abaixo, não foi bem assim.

Ouça aqui o trecho da entrevista:

Entrevistador: Eu vou lhe dar aqui uma hipótese, o senhor tem só uma opção para escolher. Se o senhor tivesse que escolher entre o título da Seleção Brasileira e o candidato que o senhor está apoiando, o senhor escolheria o que para ganhar? Só vale um, não fique em cima do muro…

Presidente Lula: Deixa eu lhe contar uma coisa… Essa pergunta colocada assim, a resposta vai fazer com que uns adversários meus coloquem em manchete de jornal ‘Lula não quer que a Seleção ganhe o título’. Obviamente que eu prefiro que o candidato que eu apoio ganhe as eleições, porque eu estou pensando é no Brasil para os próximos quatro, os próximos oito anos. Agora, obviamente que a Seleção, ela vai ganhar porque eu fico analisando, não temos adversários, não temos muitos adversários, não tem muita novidade na Copa do Mundo. Quem é a novidade da Copa do Mundo? Em 18 Copas, o Brasil sozinho ganhou quase que um terço. Brasil, Alemanha e Itália ganharam dois terços. Depois quatro países, Argentina, Uruguai, Inglaterra e França ganharam um terço. Ou seja, desde 1930 até agora. Então vai chegar na Copa, o time do Brasil ‘maneiro’, você viu que estava ‘maneiro’ ontem, né?

Entrevistador: Mas também aquele adversário…

Presidente Lula: “… ninguém quer se machucar, você viu que já aconteceu, jogadores importantes da Costa do Marfim, da Espanha… Ninguém é tonto de chegar na véspera da Copa e se machucar e não poder jogar. O pessoal estava com azeite de oliva na canela, pisando de leve, foi um jogo de brincadeira…”

Entrevistador: O senhor acredita na Seleção do Dunga?

Presidente Lula: Acredito!

Entrevistador: Sabe escalar a Seleção?

Presidente Lula: Eu acredito porque é o melhor que nós temos. Nós não temos muitas novidades. O Dunga ganhou a Copa América com esse time, o Dunga ganhou a Copa das Confederações com esse time. O resultado da quantidade de vitórias do Dunga no período de técnico é melhor do que muitos outros técnicos, que eram técnicos profissionais mais famosos que o Dunga.


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Numa demonstração de que o governo federal tem atuado firmemente no estado do Ceará, o presidente Lula, em entrevista exclusiva e por escrito ao jornal O Povo, de Fortaleza (CE), informou que no período 2007 a 2010, foram destinados R$ 24,2 bilhões para obras do PAC no estado. Do total de 98 obras, algumas estão em projeto/licenciamento, outras em licitação ou execução, e algumas já foram concluídas.

Em relação às obras concluídas, posso citar a Termoceará, usina a Gás Natural da Petrobras, com recursos de R$ 104,6 milhões; 8 Parques Eólicos (que aproveitam a energia dos ventos): Beberibe, Canoa Quebrada Rosa dos Ventos, Foz do Rio Choró, Lagoa do Mato, Paracuru, Praia Formosa, Praias de Parajuru e Taíba Albatroz; Linhas de Transmissão Milagres-Tauá e Milagres-Coremas; Terminal de Gás Natural Liquefeito em Pecém; Usina de Biodiesel da Petrobras, em Quixadá; financiamentos liberados para a casa própria, no total de R$ 1,7 bilhão; o novo Terminal de Cargas e a Nova Torre de Controle do Aeroporto de Fortaleza, um investimento de R$ 25,6 milhões; os eixos de Integração Orós-Feiticeiro e Curral Velho-Pacajus; a meta original do programa Luz para Todos, de 112 mil ligações na zona rural, não só foi atingida como superada – hoje, já são 137 mil ligações concluídas. Muitas outras obras estão em fase de conclusão e serão entregues ainda este ano aos cearenses.

Na entrevista, Lula enfatizou que o fato de ter nascido em Caetés, em Pernambuco, não lhe permite privilegiar aquele estado em detrimento de outras unidades da federação. Ele atribui a ciúme o fato de difusão de notícias, no Ceará, de que sua administração destinou mais recursos a Pernambuco.

Eu já disse várias vezes e vou repetir: tenho muito orgulho de ser caeteense, pernambucano e nordestino, mas esse fato conta muito apenas do ponto de vista pessoal, afetivo. No exercício da Presidência, no entanto, eu tenho que olhar por todos os estados e por todos os brasileiros. Não posso privilegiar um município, um Estado ou uma Região porque sou natural dali ou então porque os governantes são da base de apoio do governo. Só não trato a todos de maneira igual porque aí também seria injustiça. Eu privilegio aqueles brasileiros e aqueles locais que estão mais atrasados em relação aos demais.

Leia aqui a íntegra da entrevista.

Para o presidente, “já não era mais possível o Nordeste continuar sendo considerado a parte pobre do nosso País, como se tivesse cidadãos de segunda categoria. Por isso, estamos fazendo investimentos como nunca foram feitos nesta Região, em todas áreas. Se você pegar os dados de emprego, vai perceber que, nos últimos doze meses, foram gerados mais de 363 mil empregos com carteira assinada no Nordeste, número inferior apenas ao da região Sudeste. No Ceará, foram abertas 84 mil vagas nesse período, o segundo maior saldo da região, superando Pernambuco e ficando atrás apenas na Bahia”.

Lula tratou também das questões políticas locais. Dise que num primeiro momento consiera que não haverá dificuldade na disputa entre postulantes de partidos da base aliada na disputa ao Senado. “O jogo ainda não acabou e estou convencido de que antes do apito final será encontrada a melhor solução, de tal modo a manter unida a nossa base de apoio no Estado. Dessa forma, seremos competitivos e conseguiremos eleger os que estão comprometidos efetivamente com o projeto político que nós estamos implementando e que conta com amplo apoio da população”, explicou.


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Bastante a vontade ao receber o título de Cidadão Honorário de Fortaleza, nesta segunda-feira (30/11), o presidente da República em exercício, José Alencar, iniciou o discurso com um “causo”. Segundo Alencar, mineiro de Muriaé, na sua terra natal diz-se que o cearense é o mais mineiro de todos os brasileiros. “E hoje, ao receber esta homenagem, sou um cearense de Fortaleza, a capital do Estado”, afirmou.

Ouça aqui a íntegra do seu discurso:

Alencar contou um pouco a sua trajetória no comércio no interior de Minas Gerais. Explicou que será candidato ao Senado em 2010 e que pedirá apoio a Lula para vencer mais uma disputa eleitoral. Um dos argumentos a ser utilizado, segundo ele, é o fato de ter deixado quatro anos de mandato em 2002 para formar chapa com o presidente Lula. O presidente em exercício contou também sobre a luta contra o câncer.


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