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Cineasta Anna Muylaert, diretora do filme E Proibido Fumar. Foto: Rafael Alencar/PR

Selo da série especial Dia internacional da Mulher Nessa sexta-feira (25/3), a presidenta Dilma Rousseff participa de mais uma ação de homenagem ao mês da mulher: logo mais, no Palácio da Alvorada, Dilma assistirá ao filme ‘É Proibido Fumar’, escrito e dirigido por Anna Muylaert, em sessão de cinema com cineastas brasileiras.

Em conversa exclusiva com o Blog do Planalto, Anna Muylaert – que desembarcou em Brasília (DF) hoje à tarde especialmente para a ocasião – afirmou que o cenário cinematográfico atual está muito mais positivo para a participação das mulheres.

“Da retomada para cá a participação da mulher vem crescendo, chegou um ponto até que ela pareceu maior que a do homem, logo no começo. O filma da Carla Camurati, Carlota Joaquina, marca a retomada. Num nível não só de diretoras, mas no nível técnico -- a maioria dos produtores são mulheres, hoje temos montadoras, e agora também muitas diretoras de fotografia”, disse.

Anna Muylaert afirmou ainda que é muito importante para o país, não apenas para o setor da cultura, ter uma mulher presidenta da República, “não só pelo fato de a mulher se ver representada lá, mas também para os homens, porque o que hoje é novidade, no futuro deverá ser normal”.

Sobre o filme que será exibido durante a sessão com a presidenta, Muylaert explicou que ‘É Proibido Fumar’ nasceu de uma necessidade sua de falar como as mulheres já alcançaram progresso e sucesso, igualdade profissional e financeira, “mas que muitas vezes no nível emocional têm ainda sonhos quase do século passado, se mantêm subservientes”.

“Tinha muita vontade de falar da dificuldade das relações; de como superar, quebrar, furar as paredes da relação”, frisou Anna.

Biografia -- Anna Luiza Muylaert nasceu no dia 21 de abril de 1964, em São Paulo. Estudou cinema na Escola de Comunicação e Artes da USP e hoje é roteirista e diretora de cinema e de televisão. No inicio de carreira, fez crítica de cinema para a revistas e jornais e trabalhou como repórter nos programas TV Mix da TV Gazeta e Matéria Prima, de Serginho Groissman. No cinema, Anna dirigiu ainda os filmes ‘Durval em Discos (2002)’ e ‘O Brasil em Curtas 13 -- Cinema e Comédia’ (1991). Como roteirista, atuou em ‘Quanto dura o amor?’ (2009) e ‘O ano em que meus pais saíram de férias’ (2006).

Filme – Rodado em seis semanas em São Paulo, e fruto de um processo de desenvolvimento de roteiro que tomou seis anos, ‘É Proibido Fumar’ tira partido do encontro inédito de Glória Pires, uma das atrizes brasileiras mais experimentadas pelo cinema e a TV, e Paulo Miklos, que começou sua carreira no cinema com uma premiada performance em O Invasor (2002), de Beto Brandt, e fez Boleiros 2 (2006) e Estômago (2007).

Veja trailler do filme É Proibido Fumar:

O filme conta a história de Baby (Glória Pires), que vive sozinha no apartamento que herdou da mãe. Ela dá aulas de violão para alguns alunos e vive em atrito com as irmãs. Quando o músico Max (Paulo Miklos) se muda para o apartamento vizinho, Baby vê nele a grande chance de voltar à vida, mas para que o romance dê certo ela está disposta a enfrentar qualquer ameaça, inclusive seu vício compulsivo por fumar. À época do lançamento, Glória Pires explicou que o filme trata das grandes dificuldades da vida moderna.

“Às vezes, quanto mais perto das pessoas a gente está, mais difícil fica o contato. É a vida na metrópole, onde os espaços são delimitados, e os sentimentos têm que caber em determinadas situações”, disse a atriz, que também interpretou a mãe do ex-presidente Lula, dona Lindu, no filme ‘Lula, o Filho do Brasil’.

O 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro consagrou ‘É Proibido Fumar’. O filme levou oito troféus Candangos para casa, entre eles o de melhor filme, melhor roteiro, melhor atriz e melhor ator e ainda o prêmio especial da crítica. A película levou também seis troféus da 5ª edição do Prêmio Contigo! de Cinema Nacional, além de melhor diretor e melhor atriz pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, entre outras premiações e indicações.


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Em entrevista ao Blog do Planalto, Denise Paraná, escritora e corroterista do filme Lula, o Filho do Brasil, disse que o cineasta Fábio Barreto fez “ uma leitura fiel” do livro de sua autoria. Denise compareceu à pré-estreia do filme no estúdio Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.

“Foi uma obra ficcional baseada num drama familiar. É um filme universal. Não é ideológico. Fico muito feliz. Foi uma leitura fiel. Ele foi muito próximo daquilo que o Lula viveu”, afirmou.


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Colagem de cenas do filme Lula, o Filho do Brasil. Imagem: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Colagem de cenas do filme Lula, o Filho do Brasil. Imagem: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Tudo pronto para a pré-estreia do filme Lula, o Filho do Brasil em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo e berço do movimento sindical da década de 1970. São esperados 2,5 mil convidados, com direito a tapete vermelho no hall de entrada do local onde o filme será exibido, o pavilhão Vera Cruz, estúdio de cinema inaugurado em 1949 que gerou várias produções brasileiras famosas entre elas O Cangaçeiro e Tico -- Tico no Fubá.

Entre os convidados são esperadas as estrelas do filme de Fábio Barreto: Glória Pires (Dona Lindu), Rui Ricardo Diaz (Lula), Juliana Baroni (Dona Marisa), Cléo Pires (Lurdes, primeira mulher do presidente), além roteiristas, produtores, corroteristas.

Veja aqui o trailer do filme:

Na primeira fila, Lula assistirá ao filme e poderá conferir se o produto da família Barreto retrata a história que está no livro homônimo da escritora Denise Paraná. Antes de rodar a fita, a prefeitura lançará o projeto de retomada dos estúdios da Vera Cruz para produção audiovisual brasileira. O local foi ápice do cinema brasileiro e, na década de 1970, chegou a ser desativado. Atualmente, serve de espaço para feiras e exposições, mas também foi utilizado para gravações de cenas dos filmes Lula, o filho do Brasil e Carandiru, este último de Hector Babenco.


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Certo de que o cidadão comum vai se idenficar com o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva no filme Lula, o filho do Brasil, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, conversou com exclusividade com o Blog do Planalto. Segundo Nobre, Lula é muito maior que a região do ABC. Para o líder sindical, o filme de Fábio Barreto, baseado no livro homônimo de Denise Paraná, vem num momento muito especial.

“Lamentamos que setores da mídia e da elite avaliem o filme como sendo eleitoral. Lula não é candidato a nada em 2010. Lula tem uma vida muito interessante. O mundo tem a aprender com a trajetória dele. Mesmo você sendo pobre, a partir de sua realidade, pode se transformar numa grande liderança. É justo que o presidente Lula tenha a sua trajetória consagrada. O Lula é fruto do movimento sindical organizado”, afirmou.

O filme entra em cartaz em janeiro de 2010. Para o sindicalista, assim como a Índia cultua Manhatman Gandhi, e o povo da África do Sul, Nelson Mandela, o Brasil tem o direito de vislumbrar em Lula um ídolo. Ele explicou que com o objetivo de permitir que o trabalhador brasileiro assista ao filme, alguns ingressos serão custeados pelos sindicatos. “Nada mais justo que o trabalhadores tenham acesso de modo mais barato. Lula é importante para o Brasil, para a América Latina e para o mundo”, assegurou.


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A atriz Juliana Baroni e a primeira-dama Marisa Letícia, durante exibição do filme Lula, o Filho do Brasil na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro no Teatro Nacional. Juliana interpreta Marisa no filme. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A atriz Juliana Baroni e a primeira-dama Marisa Letícia, durante exibição do filme Lula, o Filho do Brasil na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro no Teatro Nacional. Juliana interpreta Marisa no filme. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A primeira-dama Marisa Letícia prestigiou na noite desta terça-feira (17/11) a pré-estreia do filme Lula, o Filho do Brasil (veja o trailer aqui), comparecendo à sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, em Brasília, para assistir à produção dirigida por Fabio Barreto. O filme, baseado no livro homônimo de Denise Paraná, abre o 42º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro e entrará em cartaz em todo o País no dia 1º de janeiro de 2010.

O presidente Lula não foi à pré-estreia, devendo assistir ao filme com a família no dia 28 de novembro, nos Estúdios Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (SP).

O Blog do Planalto se encontrou hoje no Hotel Nacional, horas antes da pré-estreia, com alguns dos principais responsáveis pelo filme: o diretor Fabio Barreto, a atriz Glória Pires (que representa a dona Lindu, mãe de Lula), o ator Rui Ricardo Diaz (que o Lula nas décadas de 1970 e 1980) e a produtora Paula Barreto. Confira:

O diretor Fabio Barreto:

O ator Rui Ricardo Diaz:

A atriz Glória Pires:

A produtora Paula Barreto:


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A atriz Juliana Baroni, que interpreta a primeira-dama Marisa Letícia no filme Lula, o Filho do Brasil (veja trailer aqui), mandou um alô para os leitores do Blog do Planalto durante visita do presidente aos novos estúdios da Record, no Rio de Janeiro. Confira:


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