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Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, comemora geração de emprego no país em abril. Foto: Marcelo Casal Jr./ABr

O Brasil criou 272.225 novas vagas de emprego com carteira assinada em abril de 2011, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta terça-feira (17/5) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado está acima da média dos últimos quatro anos, que ficou em torno de 250 mil empregos celetistas.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, acredita que o mercado de trabalho brasileiro continuará com o ritmo de crescimento em todos os setores e regiões, de forma sustentável e equilibrada. “Em abril tivemos um resultado muito bom, e maio será melhor ainda”, aposta.

Os números do mês passado resultam de 1.774.378 admissões e 1.502.153 desligamentos, ambos os maiores para o mês. O desempenho foi gerado, segundo o MTE, com a expansão generalizada do emprego entre os setores, com serviços e comércio registrando saldo recorde para o mês, com 114.434 e 41.587 novos postos, respectivamente. Considerando-se os 25 subsetores, seis obtiveram saldo recorde para o mês e quatro o segundo melhor saldo. Apenas a indústria mecânica registrou queda, com o fechamento de 407 postos.

“Os setores seguirão crescendo: temos muitas obras grandes começando em todo o Brasil, que demandam muita mão-de-obra, principalmente por conta da Copa do Mundo. Temos também o PAC 2 e o Minha Casa, Minha Vida em execução. Há muitas intervenções municipais e estaduais saindo do papel. E, como sempre, comércio e serviços mantêm a liderança na geração de empregos”, avaliou o ministro.

Os dados por Unidade da Federação revelaram elevação do emprego em 23 estados, com dois recordes – Rio de Janeiro e Amazonas. Em termos absolutos, cabe destacar os estados de São Paulo (119.133), Minas Gerais (36.354), Rio de Janeiro (25.756), Paraná (20.837) e Rio Grande do Sul (16.997). Também se sobressaíram, por apresentarem o segundo melhor saldo para o mês, a Bahia (10.623), Ceará (6.605), Distrito Federal (5.244), Piauí (2.496) e Paraíba (1.902).

Quadrimestre – Entre janeiro e abril deste foram gerados 880.711 postos de trabalho formal, incorporando as declarações fora do prazo. O resultado, equivalente a um crescimento de 2,45% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010, é o terceiro melhor do Caged no período de 2003 a 2011, sendo menor que o ocorrido em 2010, quando foram gerados 962.327 postos de trabalho, e 2008, com 848.962. Nos últimos 12 meses, o montante de empregos gerados atingiu 2.294.809 postos de trabalho, correspondendo ao aumento de 6,65% em relação ao estoque de trabalhadores.


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A experiência brasileira de inclusão social e econômica dos catadores de materiais recicláveis é a mais relevante hoje no mundo e um bom exemplo para outros países, afirma Antonio Bunchaft, diretor do centro de estudos socioambientais Pangea, um dos participantes da ExpoCatadores 2010 que está sendo realizada em São Paulo (21 a 23 de dezembro) e que receberá a visita do presidente Lula nesta quinta-feira (23/12). Segundo Bunchaft, a questão dos catadores não é apenas brasileira, mas de todo o mundo.

“A experiência brasileira é a mais relevante do ponto de vista de como a política pública constrói um conjunto de ações na área legal, de reforçar a inclusão social e econômica dos catadores, para que eles possam dar uma resposta significativa não só de inclusão social e econômica desse segmento, mas inclusive na melhoria da qualidade no meio ambiente urbano.”

Bunchaft cita a Política Nacional de Resíduos Sólidos como fundamental para incluir os catadores do centro da discussão da reciclagem e recuperação de materiais recicláveis no País, beneficiando milhares de pessoas ao gerar emprego e renda, e também o meio ambiente. Um dos instrumentos fundamentais, diz ele, é a ideia da logística reversa, a ser feita com a inclusão dos catadores no processo. Isso vai gerar novas oportunidades de negócios e mercado para os catadores, diz Bunchaft.


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Depois de ver durante décadas milhares de brasileiros deixarem o País em busca de oportunidades no exterior, o presidente Lula acredita que agora o Brasil está pronto para garantir a esse pessoal tudo a que eles têm direito. Afinal, o País está se desenvolvendo e ampliando oportunidades de emprego, graças aos investimentos em infraestrutura, energia e educação, e isso reabre as portas para o regresso dos brasileiros que estão pelo mundo, disse Lula nesta sexta-feira (3/12) na III Conferência “Brasileiros no Mundo”, realizada no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro (RJ).

Eu sonho que não está longe o dia em que só estará no exterior o brasileiro que quiser estar no exterior. Mas ele não estará mais fora fugindo daquele tempo tenebroso em que nós passamos vinte anos sem gerar emprego neste país. Muitos de vocês foram embora para adquirir o direito de comer outra vez e nós queremos dizer para vocês que esse país está pronto para garantir o direito de comer a todos os brasileiros aqui dentro do Brasil.

O presidente Lula citou obras as obras das hidrelétricas Jirau, Santo Antônio e Belo Monte – as três maiores em construção no mundo –, as ferrovias Norte-Sul, Leste-Oeste e Transnordestina, além das refinarias do Rio de Janeiro, Maranhão, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte como exemplos de obras que geraram muitos empregos e oportunidades no País. Se levarmos em conta ainda os investimentos do Pré-sal, o Brasil está num patamar superior aos países desenvolvidos quando se fala em emprego e crescimento, disse ele.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

O momento de crescimento acelerado do Brasil tende a continuar, afirmou Lula, uma vez que a presidenta eleita, Dilma Rousseff, exerceu papel fundamental na elaboração e condução de programas e políticas públicas que impulsionaram o País – e portanto vai dar continuidade ao projeto. Para ele, se a economia brasileira continuar crescendo nesse ritmo, em muito pouco tempo não faltará lugar para os brasileiros que moram fora e ainda haverá oportunidades para trabalhadores de outros países.

Estou certo de que o Brasil tem pela frente anos excepcionais. O que está acontecendo neste país é uma coisa que eu sonhei muito tempo e que muitos de vocês sonharam. Esse país não pode mais ser governado para 30% da população.

A III Conferência Brasileiros no Mundo teve início ontem (2/3), e tem o objetivo de debater as políticas governamentais para as comunidades brasileiras que vivem fora do país. Durante a cerimônia, houve ainda a posse do Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior.


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Especial 7 de SetembroNos dias que antecedem o 178º aniversário da Independência do Brasil, o Blog do Planalto foi às ruas de Brasília (DF) para saber o que significa independência para os brasileiros. Para uns, independência é ter emprego e renda. Para outros, acesso à educação de qualidade. Saneamento básico, moradia e segurança pública também foram apontandos como determinantes para a nossa independência.

O presidente Lula costuma lembrar em seus discursos que comemorar o Dia da Independência é, antes de tudo, olhar para o futuro sem medo de crescer, nem de buscar os melhores caminhos:

“É tempo de ampliarmos a nossa esperança no Brasil. A independência não é um quadro na parede nem um grito congelado na história. A independência é uma construção do dia-a-dia, a reinvenção permanente de uma nação, a caminhada segura e soberana para o futuro.”

Com base nas respostas que levantamos nas ruas, fizemos um painel das principais ações do governo que interferem diretamente nos temas apontados. Confira o infográfico:

Infográfico: Thiago Melo


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(Trecho em vídeo do programa Café com o Presidente. Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)

Café com o presidenteEstarrecido com o que viu em Pernambuco e Alagoas depois das enchentes que arrasaram várias cidades, o presidente Lula fez questão de tomar medidas mais rápidas do que aquelas previstas pela legislação (decretação de calamidade pública) para ajudar no processo de reconstrução e minorar os problemas enfrentados pelas populações. O presidente explicou em seu programa Café com o Presidente desta segunda-feira (28/6) que a situação na região atingida pelas fortes chuvas exigia medidas de exceção e urgentes.

Ficamos estarrecidos com a gravidade do problema, com a quantidade de água que caiu num único dia. A maior enchente da história, que envolveu mais de 30 cidades, e que agora nós estamos num processo de reconstrução. Eu fiz questão de visitar a região e de levar vários ministros, para que a gente veja in loco a situação em que as pessoas estão vivendo e para que a gente tome medidas mais rápidas do que aquelas que a própria legislação permite que a gente tenha que tomar.

O presidente afirmou que se o governo fosse cumprir o ritual de decretação de calamidade, para dar recursos para as cidades, o processo iria demorar meses. Por isso foi tomada a decisão de dar R$ 275 milhões para cada governador, depositando a quantida na conta dos estados de Alagoas e Pernambuco.

Depois é que nós vamos contabilizar isso e vamos querer documentação para provar onde esse dinheiro foi gasto, porque não é possível que a gente fique perdido na burocracia, enquanto milhares de pessoas estão perdidas, sem casa, sem endereço, cidade sem igreja, cidade sem prefeitura, cidade sem cartório.

Para ouvir o programa, clique aqui:

Para ler a transcrição do programa, clique aqui.

O presidente Lula também falou no programa sobre a divulgação pelo IBGE de pesquisa sobre orçamentos das famílias brasileiras. “A vida do povo brasileiro está melhorando”, afirmou.

Isso, para mim, é motivo de orgulho: saber que o povo está comendo mais e está comendo melhor. Eu acho que isso é a compensação das políticas públicas que o governo tem feito, sobretudo na área de inclusão social, na área de distribuição de renda, na área de transferência de renda. Eu acho que está valendo a pena a gente dizer ao mundo que a gente tem que distribuir para a economia crescer, e não esperar a economia crescer para distribuir.

Ou seja, quando você dá um pouco de dinheiro às pessoas mais pobres elas não compram dólares, elas não aplicam na Bolsa; elas vão ao supermercado comprar comida, comprar roupa, comprar as coisas que elas precisam para sobreviver. E é isso que me deixa muito feliz: saber que o nosso povo está melhorando a sua condição de vida.


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O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi entrevistado no programa Bom Dia Ministro em cadeia de rádio na manhã desta quinta-feira (17/12). Meirelles contou sobre as medidas tomadas pelo BC e pelo governo brasileiro para atravessar o período da crise financeira e assegurou que a autoridade monetária continuará a adotar as medidas necessárias para que se alcance a meta de inflação fixada.

“O Brasil trabalhou sério, de forma correta e com bastante esforço nos últimos anos exatamente para que crescesse a taxas maiores para criar emprego e estar preparado para enfrentar crises. No passado, crises como essa traziam consequências dramáticas para o país e para a população. Porém, no ano passado, quando veio a crise, o País crescia à taxas elevadas de consumo, produção e investimento. Ao mesmo tempo, a inflação estava estabilizada e Brasil estava com mais de US$ 200 bilhões em reservas internacionais. E a dívida pública comparada com o produto do país estava caindo nos últimos anos. Isso tudo fez com que as ações tomadas fossem consideradas exemplares. Hoje, o Banco Central do Brasil é apontado como exemplo a ser seguido pelos demais BCs. Hoje, de fato, o Brasil sai mais forte da crise.”

Ouça aqui a íntegra da entrevista do presidente do BC, Henrique Meirelles:


Para o ano de 2010, Meirelles assegurou o compromisso com a meta de inflação de 4,5%. Segundo ele, o banco tomará as medidas que forem necessárias para alcançar as metas por meio de fixação de “política monetária adequada”. E garantiu: “O importante é que a população pode ficar tranquila que o BC vai manter a estabilidade de preços em 2010″.

Atualmente, esse volume de reservas do Brasil já ultrapassa os US$ 239 bilhões. De acordo com o que foi abordado na entrevista, este elevado nível de reservas [US$ 205 bilhões no final de 2008] ajudou o país a preservar o emprego e a renda em um momento de grave crise mundial: o Brasil tem hoje uma das menores taxas de desemprego da sua história, inferior à taxa de desemprego dos Estados Unidos e da União Europeia. A renda real dos trabalhadores e a massa salarial, inclusive decorrente dos programas sociais do governo, mantiveram a expansão durante a crise, contribuindo para manter o nível da demanda interna.

Outro dado que aponta que a saída da crise está consolidada foi o crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre deste ano. As medidas adotadas pelo Brasil e a saída da crise trazem ao país o reconhecimento internacional, que atrai cada vez mais investimentos estrangeiros. Uma das principais atribuições do Banco Central é a de garantir a estabilidade de preços, mantendo o poder de compra da moeda. Para isso, trabalha com regime de metas de inflação, que visa a manter a inflação em linha com uma meta preestabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para 2010, a previsão dos analistas do mercado é de que a taxa de inflação oficial fique dentro do intervalo da meta, pouco abaixo de 4,5%. O Banco Central também atua para ampliar a oferta de crédito e para reduzir as taxas de juros nos empréstimos. Em 2003, o volume de crédito de todo o sistema financeiro no Brasil era de cerca de R$ 418 bilhões. Neste ano, esse volume alcançou mais de R$ 1,3 trilhão.

Participaram do programa as rádios: Tupi (Rio de Janeiro/RJ), Jovem Pan AM (São Paulo/SP), CBN (Brasília/DF), Sociedade (Salvador/BA), Bandeirantes (São Paulo/SP), Gaúcha (Porto Alegre/RS), 730 AM (Goiânia/GO), Itatiaia (Belo Horizonte/MG), Guarujá (Florianópolis/SC), Verdes Mares (Fortaleza/CE), Amazonas AM (Manaus/AM), Banda B (Curitiba/PR), Jornal do Commercio (Recife/PE), Mirante (São Luís/MA) e Clube (Belém/PA).


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