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Agenda presidencial
A presidenta Dilma Rousseff cumpre agenda de trabalho, nesta segunda-feira (25/7), em Alagoas. A presidenta Dilma embarcou às 8h30, de acordo com a agenda, na Base Aérea de Brasília para Maceió (AL).

Na capital alagoana, a presidenta será recebida pelo governador Teotônio Vilela (PSDB) e, em seguida, concede entrevista para duas emissoras de rádio do estado: Gazeta AM e Novo Nordeste AM.

Do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, a presidenta segue para a cidade de Arapiraca, na região Agreste, distante 120 quilômetros da capital. O primeiro compromisso, segundo a agenda, é a visita à Unidade Classificadora e Empacotadora de Farinha de Mandioca da Cooperativa Agropecuária de Campo Grande (Cooper-Agro), situada à Rodovia AL 110, Km 62, Sítio Bálsamo.

Às 13h, a presidenta tem encontro com governadores dos nove estados da região Nordeste. Na ocasião será assinado o Pacto pela Erradicação da Miséria. Este evento está previsto para a sede da AABB, à rua Governador Luiz Cavalcante, no 1.434, bairro Novo Horizonte.

Ao término do encontro com os governadores, a presidenta Dilma participa da cerimônia de lançamento regional Brasil sem Miséria – Nordeste. No fim da tarde, Dilma Rousseff retorna para Brasília com previsão de desembarque na Base Aérea da capital federal para 19h45.


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Na entrevista concedida a três emissoras de rádio do estado do Paraná, nesta terça-feira (12/7), a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância de se estabelecer uma política de preço mínimo para a agricultura familiar. A presidenta Dilma desembarcou no Aeroporto Municipal Dr. Paulo Abdala, em Francisco Beltrão, na região sudoeste do Paraná, para cerimônia e lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012. Durante a conversa com os locutores das emissoras Educadora AM 1060 e Onda Sul FM 98,7, de Francisco Beltrão; e Banda B 550 AM, de Curitiba, a presidenta disse também que o governo federal firmará convênios com os estados para permitir a comercialização dos produtos fabricados em pequenas propriedades rurais com o selo de qualidade.

“É muito bom que seja uma conversa. A agricultura familiar não tinha política de preço mínimo. Estamos destinando R$ 300 milhões. Quando se trata da circulação dos produtos, vamos descentralizar a fiscalização e passar para o estado esse processo. O Paraná é um desses estados. Nós construímos dentro da CEF [Caixa Econômica Federal] uma superintendência para tratar de reformas ou novas moradias para o agricultor. Tem uma outra dinâmica, outra característica. Vamos garantir que a posse da terra seja condição suficiente para receber o empréstimo.”

Dilma Rousseff reconheceu que a burocracia impedia que o pequeno produtor tivesse acesso aos recursos. Segundo explicou, neste Plano as barreiras foram rompidas e, com isso, o governo federal estará assegurando mais impulso à economia rural. “Criamos uma série de benefícios para o agricultor familiar para que ocorra o crescimento produtivo do país. Se a gente tiver essa teia de agricultores, então o Brasil inteiro cresce com o agricultor familiar”, explicou.

Durante a conversa, a presidenta reconheceu que o sudoeste do Paraná é uma das regiões mais importantes do país e, por tal motivo, merece a atenção do governo federal. Indagada, por exemplo, sobre a indústria têxtil – outro segmento importante da economia daquela região – a presidenta Dilma Rousseff lamentou a concorrência desleal com os produtores dos países da Ásia.

“No caso da indústria têxtil, estamos interessados que o Brasil seja mais competitivo em relação ao mundo asiático, que entra no mercado com preços baixos. É uma concorrência desleal. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) tem tido cuidado de preparar esse processo. Construir uma defesa da nossa competitividade. Vamos lançar agora no final do semestre Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).”

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da presidenta Dilma Rousseff em Francisco Beltrão (PR) ou leia aqui a transcrição.


Numa outra frente, segundo explicou, o governo vem atuando para incrementar o programa de bolsas de estudo no exterior. Dilma Rousseff informou que foram escolhidas cerca de 30 melhores universidades para promover o intercâmbio com estudantes brasileiros.

Durante a entrevista, os apresentadores buscaram saber sobre as obras de infraestrutura para a região, especialmente no que diz respeito a melhoria do aeroporto municipal. Neste caso específico, conforme contou a presidenta Dilma, há estudo no âmbito do governo para constituir a política voltada para incrementar os voos regionais e isso passa por concessão de subsídios às companhias que desejam operar determinadas rotas.

“Hoje já existe o programa federal de auxílio dos aeroportos coordenado pela Secretaria de Aviação Civil. Tem que entrar no plano aeroviário do estado. Em parceria com o estado e com o governo federal e então colocamos recursos. Um país continental como o Brasil, nós vamos ter política agressiva de aeroportos regionais com política de tarifação diferente.”

Na sequência, a presidenta comentou que quando lançou programas como o plano Brasil sem Miséria ou da construção de institutos federais ficou muito feliz. Ela previu também que a política de emprego é outra frente que a enche de alegria e previu que o país deve alcançar em 2011 1,8 milhão de novos postos de trabalho.

Ainda na entrevista, a presidenta contou sobre as ações de combate ao crack e o plano de fronteiras. Depois, informou que o governo, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem tratando com o governo da Rússia a liberação das barreiras para exportação da carne suína para aquele país. Conforme explicou, dentro das próximas semanas os entraves devem estar equacionados.

Por fim, a presidenta Dilma contou sobre plano de construção de linhas do metrô no país. Ela antecipou que até o final de agosto o governo deve definir as regiões metropolitanas que devem contar com esta modalidade de transporte e, conforme assegurou, a região de Curitiba deve contar com o meio de transporte.


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O ministro da Secretaria de Portos, José Leônidas Cristino durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, nesta quinta-feira (7/7). Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro


“Sem dúvida nenhuma, nós vamos concluir todas essas obras até o final de 2013…”
. A afirmação foi feita pelo ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, ao falar no programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (7/7), transmitido pela Rede Nacional de Rádio, via satélite, a partir de Brasília, sobre os sete novos terminais que serão construídos no país. As cidades de Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos – beneficiadas com estes terminais – vão ampliar a oferta de leitos de hospedagem durante a Copa do Mundo Fifa 2014 que acontecerá no Brasil. O ministro informou, também, que os R$ 740 milhões destinados às obras já estão assegurados pelo governo federal.

Segundo Leônidas Cristino, até o final de julho ou começo de agosto, o governo federal pretende colocar em disputa os editais de licitação, para que a partir do próximo ano as obras nos portos possam ser iniciadas. O ministro informou que o processo licitatório deve começar por Recife, que é uma obra menor, seguida de Salvador, Santos, e depois Rio de Janeiro que – de acordo com ele – será uma obra maior, com seis berços exclusivos para passageiros.

Durante a entrevista, Leônidas Cristino ressaltou que a estrutura que será construída nos portos pelo governo federal para a Copa do Mundo de 2014 vai permanecer e vai melhorar, sem dúvida nenhuma, a movimentação de passageiros. Na sua avaliação, isso terá “um retorno extraordinário para a economia dessas cidades e também desses estados.”

Ele explicou que no caso dos sete terminais, especificamente, tem sido feito um acompanhamento diário porque as obras têm que estar prontas até o final de 2013. Mas, lembrou o ministro, o governo também está construindo obras estruturantes na maioria dos portos públicos nacionais, para melhorar a movimentação de cargas porque, segundo ele, o Brasil precisa ter a tranquilidade de produzir e de poder exportar os seus produtos. Hoje o Brasil tem 34 portos públicos, sendo 18 geridos diretamente pelo governo federal, e 16 delegados, informou ele.

“O governo está investindo em todos esses portos, fazendo dragagem, recuperando a estrutura portuária, melhorando a inteligência logística, e contribuindo para que a gestão fique mais moderna, para que aumente a movimentação de cargas nos portos.”


Uma medida considerada importante pelo ministro Leônidas é a implantação do Porto sem Papel. Trata-se um sistema concentrador de dados que, segundo ele, vai desburocratizar os procedimentos de estadia dos navios, vai dotar os portos de uma estrutura mais moderna, vai contribuir para melhorar a movimentação de cargas e, consequentemente, vai aumentar a rentabilidade dos portos brasileiros. O processo já foi iniciado em Santos, Rio e Vitória, e na estimativa do ministro, até 2012 esse benefício deverá chegar à maioria dos portos do país.

Leônidas citou, durante a entrevista, a iniciativa do presidente Lula – a criação da Secretaria de Portos – como extremamente importante para a melhoria da infraestrutura portuária brasileira. Para ele, a Secretaria foi criada justamente para que os investimentos acontecessem em maior quantidade e maior frequência – uma vez que mais de 90% de todas as riquezas do país passam pelos portos – e isso vem acontecendo desde a sua criação. O ministro também fez questão de ressaltar, durante a entrevista, o empenho da presidenta Dilma para o aprimoramento do sistema portuário e disse que ela tem um olhar muito focado para o assunto, porque o conhece e sabe de sua importância para o país.

O ministro também considerou bastante positivo o crescimento, ao longo dos últimos três, quatro anos, do número de navios de cruzeiro que vêm para a costa brasileira. E afirmou que, por conta disso, o governo federal está procurando, cada vez mais, dar condições para que esses navios tenham toda a estrutura necessária para atender aos seus passageiros.


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No Senado, o ministro Paulo Bernardo falou da criação da Secretaria de Inclusão Digital. Foto: Antonio Cruz/ABr

O ministro das Comunicações,Paulo Bernardo, anunciou nesta quarta-feira (16/03), durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal, que o Ministério das Comunicações ganhará, dentro de alguns dias, a Secretaria de Inclusão Digital. A nova secretária ficará sob o comando de Bernardo, além das duas já existentes: Secretaria de Telecomunicações e Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica.

Segundo Bernardo, a Secretaria de Inclusão Digital, que conta com a aprovação da presidenta Dilma Rousseff e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, será criada para dar apoio, reforço e celeridade ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que é considerado prioridade nos projetos desenvolvidos atualmente pelo ministério.

“Nós temos, os dados vão ser mostrados aqui, um acesso ainda pequeno à internet. Nós consideramos que os serviços são caros e estamos trabalhando para que eles sejam reduzidos e portanto essa é a grande prioridade.”

A quantidade de domicílios que possuem acesso à internet ainda é relativamente baixa, no geral, se comparada às residências que possuem computadores, contou o ministro.

“E temos 34,7% dos domicílios com computador, sendo que só 27,4% com acesso à internet, ou seja, ainda tem um intervalo aí no número de domicílios que tem computador e não tem internet, com certeza por conta do preço ou a dificuldade, em alguns casos, de falta de serviço oferecido.”

Proporcionalmente, a região Sudeste lidera o ranking de aquisição de computadores e de acesso à internet: 43% da população possui computador em casa e desse total, 35% tem acesso à internet. Em contrapartida, a região Nordeste encontra-se em último lugar da lista com apenas 18,5% da população servida por computador e 14,4% dela com acesso à internet.

Alguns números apresentados pelo ministro ratificam o potencial brasileiro de consumo de informação via internet, já que, em 2009, a produção e venda de computadores de mesa e portáteis no Brasil ultrapassou, por exemplo, a do Reino Unido.

“Nós ultrapassamos o Reino Unido e nos tornando o 4º mercado mundial, perdendo para os Estados Unidos, China e Japão e, para 2011, a indústria de eletroeletrônicos prevê 16 milhões de unidades comercializadas no Brasil.”

O ministro citou ainda alguns números sobre segmentos controlados pelo ministério como rádios, serviços ativos de telefonia móvel e fixa, além de emissoras de TV, TV digital, TV por assinatura, entre outros. Paulo Bernardo também comentou os principais projetos, a serem realizados ao longo do ano pelas Comunicações que abordarão temas como inclusão digital, implantação da TV Digital, apresentação do marco regulatório das comunicações eletrônicas e garantia de infraestrutura para a Copa das Confederações, Copa de 2014 e para as Olimpíadas de 2016.


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Café com a presidenta

A presidenta Dilma Rousseff anunciou a criação da ‘Rede Cegonha’ durante o programa semanal de rádio ‘Café com a Presidenta’, transmitido na manhã desta segunda-feira (14/3). Segundo a presidenta Dilma, o governo está atento a “um dos momentos mais marcantes da vida de toda mulher: a maternidade”. Na conversa, a presidenta também abordou temas como a violência doméstica e o compromisso de garantir com que a Lei Maria da Penha seja cumprida. Ela contou que no próximo ‘Café’ irá tratar “dos novos programas de prevenção e tratamento de câncer de mama e de colo de útero”.

“Vamos anunciar o Rede Cegonha, que é um programa, na área da saúde, voltado para o atendimento integral das mães e das crianças desde a gravidez, passando pelo parto até chegar ao desenvolvimento do bebê. Nós queremos que as mães e as crianças tenham um atendimento completo, integral,” iniciou a conversa.

Na entrevista, a presidenta reconheceu também que “nenhuma mulher trabalha tranquila se seus filhos não estiverem protegidos e bem cuidados”. Para que isso ocorra, segundo afirmou, será criado programa de creches. A meta é construir seis mil creches e pré-escolas em todo o Brasil, até 2014.

“As creches e pré-escolas, elas são muito importantes na administração do tempo das mulheres, mas são, sobretudo, Luciano, importantíssimas para a educação das crianças e para atacar a raiz das desigualdades sociais. Hoje, todo mundo sabe que as crianças de zero a cinco anos, que recebem atenção social e pedagógica, higiene e alimentação adequados, entram na vida escolar em condições muito melhores, daí o programa de creches.”

Ouça abaixo a íntegra do programa ‘Café com a Presidenta`.

Leia aqui a íntegra do programa.

A presidenta fez uma avaliação da situação da mulher no país: “as mulheres ajudaram e ajudam a construir o nosso país. Saem dos seus lares, vão para o mundo do trabalho, para as empresas, para as escolas, às universidades, para a vida social e fazem a diferença.”

“Sabe, Luciano, se as mulheres não tivessem crescido em seu papel na sociedade brasileira, eu não conseguiria ter sido eleito presidenta, por isso eu devo honrar as mulheres do nosso país.”

E para ilustrar o momento de mudança da mulher, a presidenta Dilma contou sobre o encontro que teve com uma menina chamada Vitória. Segundo disse, a mãe da menina se aproximou dela e informou que a filha gostaria de fazer uma pergunta:

“Falo de uma pequena mulher, chamada Vitória, uma menininha que eu conheci num aeroporto do nosso país. Eu estava lá e a mãe dessa menininha aproximou com ela e me disse: “A minha filha quer te fazer uma pergunta. Ela quer saber se mulher pode”. E eu perguntei: “Pode o quê?” Ela disse: “Olha, a Vitória quer saber se mulher pode ser presidente”. E foi isso que eu respondi para ela: “Vitória, mulher pode sim”. Então, Luciano, eu tenho certeza que as mulheres, cada vez mais, sabem, percebem e vivem essa realidade – elas podem. Mas, Luciano, ainda falta muito para as mulheres poderem tudo.”

Em seguida, a presidenta disse que uma de suas “maiores preocupações é a violência contra a mulher, ainda muito presente, inclusive dentro de casa”. E continuou: “Uma situação, que sobre todos os aspectos, é inaceitável para uma sociedade como a brasileira.”

“É o que eu te disse, Luciano, isso é inaceitável! Olha, uma das leis mais importantes, criadas no governo do presidente Lula, foi a Lei Maria da Penha. Essa lei é reconhecida até pela ONU como um modelo de enfrentamento da violência doméstica. O meu compromisso é garantir que essa lei seja rigorosamente cumprida. Aliás, no meu governo, o Ministério da Saúde tornou obrigatória a notificação da violência contra a mulher em toda a rede pública e privada do país na área da saúde. Quem não notificar que recebeu uma mulher agredida, machucada, está sujeito à punição administrativa e corre o risco de ser punido por seu conselho profissional.”

A presidenta concluiu a conversa semana informando que na próxima segunda-feira (21/3), estará abordando “os novos programas de prevenção e tratamento de câncer de mama e de colo de útero”.

“Eu não tenho dúvida, Luciano, até porque aconteceu comigo, que a prevenção é o melhor caminho para reduzir o problema do câncer. As mulheres, Luciano, são hoje um pouco mais da metade da população, mas o resto da população – a outra metade – são os nossos filhos. Por isso, quando a gente cuida da mulher, nós estamos tratando toda a sociedade, estamos, contudo, dentro de casa.”


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Café com a presidenta

No programa “Café com a Presidenta”, transmitido na manhã desta segunda-feira (28/2), em rede de emissoras de rádio, a presidenta Dilma Rousseff abordou a lei que estabelece a política de reajuste do salário mínimo e comemorou a geração de 152 mil novos postos de trabalho em janeiro deste ano. Segundo a presidenta, “esse é um momento importante para o trabalhador” pois conta com lei que dá “segurança e estabilidade” a quem recebe o piso nacional. E ela explicou que a lei permite que todos os trabalhadores saibam com antecedência como são as regras de reajuste até o ano de 2015.

“Quero lembrar que a lei de valorização do salário mínimo consolida um acordo fechado pelo governo Lula com os trabalhadores, por meio das centrais sindicais, ainda em 2007. A primeira regra, Luciano [Seixas, entrevistador do programa "Café com a Presidenta"], acertada é a seguinte: é preciso garantir que o salário mínimo não perca o valor e, para isso, ele precisa acompanhar a inflação. Porque se o preço do alimento subir, o preço do transporte subir, o preço das roupas subir, o salário também tem que subir junto.”

Leia aqui a íntegra do programa desta segunda-feira (28/2).

Ouça abaixo a íntegra do programa “Café com a Presidenta”.

A presidenta Dilma Rousseff explicou que o critério vai além da reposição da inflação do período. Ou seja, a política determina também o acréscimo da taxa de crescimento da economia. “Então, o que ficou acertado é a segunda regra: além da inflação, o salário mínimo tem que ter um ganho real, uma valorização. E esse aumento real deve acompanhar o crescimento da economia. Você sabe, não é, Luciano, que o aumento da economia aparece em um número chamado Produto Interno Bruto, o PIB. É ele que, todo ano, diz se a economia cresceu ou não, e quanto ela cresceu”, disse.

Porém, se a economia retrair, os trabalhadores terão assegurados o reajuste por meio a reposição da inflação. A presidenta Dilma garantiu que o trabalhador não vai “perder salário”. “Quando a economia não cresce ou mesmo diminui, o cálculo do reajuste considera que o crescimento do PIB foi zero, nulo – não há desconto de salário mínimo. Mas o mínimo, ainda nesse caso, tem a correção pela inflação. É o que aconteceu em 2009. A economia caiu, o mínimo não caiu, ele vai ser corrigido agora pela inflação e, por isso, vai chegar a R$ 545,00″, afirmou.

E, para o ano de 2012, o novo salário mínimo deve ficar em R$ 616,00. Isso ocorre porque a economia cresceu acima de 7% e, se acrescido da estimativa da inflação, o índice de reajuste deve fechar em 13%, aplicado sobre R$ 545,00 projeta-se um mínimo de R$ 616,00.

“O que nós queremos é continuar a valorização do salário mínimo para gerar riquezas e para fazer a roda da economia girar com vigor, porque o salário mínimo tem impacto direto na vida das pessoas e na economia do país. Isso significa mais comida na mesa, uma vida melhor para muita gente, e mais dinheiro circulando, não é, Luciano, o que faz a roda da economia girar.”

Na entrevista, a presidenta Dilma comemorou a marca de 152 mil empregos criados em janeiro de 2011. Segundo ela, com o aumento da produção abrem-se frentes de trabalho que permite fazer “a roda girar”. A presidenta avaliou que desde 1992, quando o governo começou a acompanhar o comportamento do mercado nunca tinha registrado um crescimento da oferta de emprego tão elevado.

“Uma comprovação disso é a quantidade de empregos criados agora em janeiro: 152 mil novas vagas. É um sinal importante. Olha, desde [19]92, o governo acompanha o mercado de trabalho, e nunca havia registrado um crescimento das vagas tão grande no mês de janeiro como aconteceu no ano passado e este ano. Isso é a roda da economia girando, Luciano. E se depender do empenho do meu governo, tenha certeza, essa roda vai girar mais e mais, vai ajudar o país a gerar riquezas, a reduzir a pobreza e a construir uma vida melhor para todos e todas. Por isso, Luciano, o lema do meu governo é: país rico é país sem pobreza.”


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Ministra Ana de Hollanda (Cultura) foi a entrevistada desta quinta-feira (27/1) do programa de rádio Bom Dia, Ministro. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro

Reduzir a violência urbana e inserir a sociedade e os jovens é a proposta do Ministério da Cultura com a criação do programa “Praças do PAC”. Segundo informou a ministra Ana de Hollanda em entrevista ao programa “Bom Dia Ministro”, transmitido por rede de emissoras de rádio sob comando da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O projeto conta com a participação de diversos ministérios, e vai estar prioritariamente em regiões de alta densidade demográfica, de baixa renda e alta vulnerabilidade. Estas “Praças” terão espaços para esporte, bibliotecas, oficinas, cineteatros, centros de assistência social.

Segundo Ana de Hollanda, já foram selecionados projetos para 400 “Praças do PAC” em 362 municípios e, no fim deste ano, já deverão estar abertas as inscrições de outras 400 unidades. A idéia, conforme explicou, é trabalhar junto com as prefeituras, a comunidade local e os movimentos organizados para instalar, manter e cuidar dos programas e dos espaços.

“Não só a construção é importante, mas também o trabalho que vai permanecer lá.”

Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia Ministro.

A partir de amanhã (28/1) o site do Ministério da Cultura vai disponibilizar no “Praças do PAC” o manual do projeto técnico para que as prefeituras possam se informar e conhecer melhor as possibilidades e a documentação necessária.

Na entrevista, Ana de Hollanda contou também sobre a proposta do vale-cultura. A ministra avaliou o projeto como importantíssimo, pois o trabalhador vai poder ir ao cinema, ao teatro, comprar um livro, comprar um disco a preços mais acessíveis.

“Se a gente não trabalhar voltado para o trabalhador brasileiro, que é a grande maioria, a gente está perdendo, a cultura está perdendo uma grande oportunidade de inserir a cultura, mesmo, na vida e no dia a dia do trabalhador.”

Para a ministra, a “cultura é um bem, uma necessidade de todo ser humano, quer dizer, a cultura tem que estar na vida do ser humano. Ela amplia visões, ela alimenta o cidadão para poder se inserir; a cidadania, tudo isso está ligado muito à cultura. Parece um segmento meio abstrato, mas ele tem uma função muito objetiva de lidar com o cidadão. E o trabalhador também tem que lidar com isso, ele poder ter esse direito.”

Ao explicar a criação da Secretaria de Economia Criativa, Ana de Hollanda afirmou que o tema é uma necessidade que já vem sendo discutida em vários países. Segundo a ministra, essa discussão começou na Inglaterra. A economia criativa perpassa todas as áreas da cultura: o espetáculo, a produção, as gráficas, até o pipoqueiro que está atendendo as pessoas, exemplificou.

“A secretaria nova veio para dar esse viés, essa visão de que a cultura tem um lado de economia que não estava sendo aproveitado. Vamos otimizar isso.”


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Agenda presidencial

O presidente Lula está na Bahia. Lula desembarcou à noite no aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus. Agora pela manhã, ele concede entrevista as rádios Difusora, de Itabuna (BA), e Santa Cruz, de Ilhéus, num hotel da cidade. Depois, cumpre agenda em Itabuna, na cerimônia de inauguração do Gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene).

À tarde, em Ilhéus, o presidente participa de cerimônia de lançamento dos editais para licitação da Ferrovia Oeste-Leste e assinatura de contratos no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida para municípios da Bahia,

À noite, Lula embarca para São Paulo. Ele permanece o fim de semana em São Bernardo do Campo.


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