É difícil ter a exata noção das mudanças que a chegada da energia elétrica promove nas comunidades mais distantes do País. Em Curuçá, comunidade quilombola em Alcântara, no Maranhão, a luz transformou por completo a vida da população local. Confira abaixo mais essa história retirada do livro Um Marco Histório – 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão, editado pelo Ministério de Minas e Energia, sobre os benefícios do programa Luz para Todos.
Você pode baixar para o seu computador o livro em português (aqui), espanhol (aqui) ou inglês (aqui).
Confira aqui o infográfico que preparamos para explicar detalhes do programa Luz para Todos.
Com a chegada da energia elétrica do programa Luz para Todos, os descendentes de escravos estão podendo desfrutar do conforto que a tecnologia do século XXI propicia. Na comunidade Curuçá, em Alcântara (MA), já é possível ver os frutos da energia. “Para nós, a melhoria começou com a estrada. Antes só havia uma picada, mas com a precisão de fincar os postes, surgiu a estrada. Hoje ficou mais fácil andar até a cidade e voltar pra casa”, conta José Ribamar Pinheiro.
Para o amigo Faustino Pereira Rodrigues, bom foi para a escola que, antes, era de taipa: hoje, é de alvenaria; construção realizada pela prefeitura. “Ficou muito melhor para nossas crianças”, disse. “E vai ficar bem melhor!”, completou a professora Leide Daiana. Para ela, agora há possibilidade de iniciar as aulas de alfabetização de adultos: “Agora, com energia, será possível ter aulas à noite. Falta muito pouco para isso!”, declarou.
No post de hoje trazemos a história do Cacique Firmino Arana e sua família, de Ji-Paraná, em Rondônia. Quando contaram a novidade, o cacique duvidou: “Nós pensamos que era mais uma mentira do homem branco”, afirmou. Pois era a mais pura verdade. E mudou para melhor a vida de todos na aldeia. Confira mais uma história extraída do livro Um Marco Histórico – 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão, editado pelo Ministério de Minas e Energia. Você pode baixar para o seu computador o livro em português (aqui), espanhol (aqui) ou inglês (aqui).
Para Maria Luiza Arara, o que ela mais gostou foi da chegada da máquina de lavar roupa. Segundo ela, antigamente tudo era lavado no rio e dava muito trabalho, “agora quem trabalha é a máquina”, disse toda sorridente. Disse também que, naqueles dias, havia chovido muito e um cabo da rede elétrica se partiu, deixando a aldeia toda sem energia, “aí é que vimos como nós morávamos antigamente. Ficamos doidinhos, sem energia a máquina não funcionou, a água de beber ficou de novo quente e ninguém mais quer beber água quente, só queremos água gelada!”, declarou às gargalhadas.
Confira o infográfico abaixo, que traz detalhes sobre o programa Luz para Todos.
Com a chegada da energia elétrica, as salas de aula da pacta Almécegas (CE) agora têm ventiladores que espantam o calor.
No segundo post sobre as histórias do livro Um Marco Histórico – 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão, editado pelo Ministério de Minas e Energia, mostramos como a “novidade elétrica” trazida pelo programa Luz para todos mudou a vida na pacata cidade de Almécegas, no interior do Ceará. Clique no selinho Especial – Luz para Todos para ler todos os posts da série.
Clique aqui para baixar o livro. Também temos versões em espanhol (aqui) e em inglês (aqui).
A ‘novidade elétrica’não beneficiou apenas os negócios. As crianças também gostaram da presença da rede de energia na escola. “É uma bênção”, conta o professor Raulindo Ramos Menezes. “A comunidade pensava que a energia nunca ia chegar até aqui”, revela. Com a ligação do Luz para Todos, as salas de aula já têm ventiladores e as crianças já podem tomar um suco gelado ou uma água para aplacar o forte calor da região. A energia da rede elétrica ainda vai ajudar a melhorar o funcionamento do laboratório do informática da escola, visto que antes dela chegar, os computadores funcionavam por meio de baterias alimentadas por uma placa solar, o que permitia o funcionamento por apenas uma hora continuamente. “E para que eles funcionassem novamente, era necessário que ficassem meia hora desligados,a fim de não sobrecarregar o sistema”, conta o professor.
A rede de energia elétrica já mudou, para melhor, a vida pacata do pequeno paraíso de Almécegas (Ceará).
Eleandro Emídio Brasil em seu primeiro emprego: uma fábrica de postes no município de Rio Branco (AC)
O Ministério de Minas e Energia lançou no início deste mês um livro revelador: Luz para Todos – Um Marco Histórico: 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão. Com histórias reais de pessoas que tiveram suas vidas mudadas com a chegada da energia elétrica, o livro registra a transformação promovida pelo programa Luz para Todos na vida de milhões de brasileiros. O Blog do Planalto publicará a partir desta terça-feira (30/3) algumas dessas histórias. A primeira da série é a de Eleandro Emídio Brasil, de Rio Branco (AC). O texto foi retirado diretamente do livro Um Marco Histórico:
A chegada da luz está representando mais conforto, melhoria da qualidade de vida e novas possibilidades de geração de renda para as comunidades. Além disso, as obras do programa Luz para Todos têm impulsionando a economia, abrindo oportunidades de empregos diretos e indiretos em fábricas de postes, indústrias de materiais elétricos (cabos, transformadores etc.) e de eletroeletrônicos. Na execução do programa, dá-se prioridade ao uso da mão-de-obra local e à compra de materiais e equipamentos nacionais que, quando possível, serão fabricados em áreas próximas às localidades atendidas.
Foi o caso de Eleandro Emídio Brasil, que conseguiu seu primeiro emprego em 2006, em uma fábrica de postes em Rio Branco, capital do Acre. Sua família, que também “vivia no escuro”, foi atendida pelo programa. “Ter energia em casa era um sonho antigo nosso; agora, além da luz, consegui um emprego e posso ajudar minha família”, disse Eleandro, emocionado.
Baixe o livro aqui (arquivo pdf). Para a versão em inglês, clique aqui.
O governo brasileiro se baseou em três premissas -- segurança energética, universalização do acesso à energia e cobrança justa de tarifa energética -- para tomar ações importantes nos setores energético e de mineração e assim garantir o crescimento sustentável do País nos próximos anos, afirmou o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) no décimo quarto programa da série 7 Anos em 7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta segunda-feira (22/3). Assim o Brasil poderá, por exemplo, aumentar em 120% sua produção de etanol nos próximos 10 anos, de 27 milhões de litros em 2009 para 60 milhões de litros em 2018, afirma Lobão.
O ministro destaca a construção de hidrelétricas, como as de Santo Antônio e Girau, no rio Madeira em Rondônia, e o leilão da usina de Belo Monte, no rio Xingu, como importantes marcos para garantir a segurança no abastecimento de energia no País, bem como a contratação de 8,8 mil megawatts de energia de fontes alternativas como a eólica (ventos), pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e biomassa.
Para que toda essa energia chegue à população, o governo investiu pesado em linhas de transmissão, construindo “30% de tudo que havia sido feito no Brasil até 2002, lembra Lobão. Segundo o ministro, outro ponto de destaque da atuação do governo no setor energético brasileiro foi a instituição do programa Luz para Todos em novembro de 2003, que já levou energia elétrica para 11 milhões de pessoas em todo o País.
O ministro Lobão fez questão de lembrar ainda que o Brasil conquistou sua autosuficiência na produção de petróleo, passando de 1,55 milhão de barris diários em 2003 para 2 milhões de barris em 2009, antes da descoberta da camada Pré-sal, que “pode significar um salto sem precedentes para a economia do País e uma oportunidade única de promoção do desenvolvimento nacional”.
Foram sete anos de grandes avanços e conquistas nos setores energético e de mineração, os quais contribuíram para a construção de um novo tempo que o nosso País está vivendo.
O Ministério de Minas e Energia se inspirou na produção de petróleo ‘off-shore’ para encontrar a solução para a geração de energia elétrica em plena floresta amazônica, no Pará. Os cinco projetos hidrelétricos do Complexo Tapajós, que serão leiloados em 2011 e terão capacidade de produzir eletricidade equivalente a uma usina de Itaipu, ocuparão o menor espaço físico possível, reduzindo o seu impacto ambiental. São as hidrelétricas-plataforma, conforme explica o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmermann, com exclusividade ao Blog do Planalto:
A Eletrobrás está concluindo estudo de viabilidade do aproveitamento hidrelétrico no Complexo Tapajós. Vencida essa etapa, os leilões das usinas serão realizados. A expectativa é que o país possa contar com essa energia a partir de 2016.
Na última sexta-feira (12/2), o presidente Lula falou sobre o projeto das hidrelétricas-plataforma, durante inauguração em Goiânia da Barragem do Ribeirão João Leite:
E vamos também apresentar ao Brasil uma coisa chamada hidrelétrica-plataforma, que é um novo modelo de hidrelétrica em que a gente vai apenas fazer o desmatamento para construir a hidrelétrica. Depois vai fechar o desmatamento, não vai permitir a entrada de ninguém para não ter casa, não ter nada, e os trabalhadores que forem trabalhar na hidrelétrica, eles vão trabalhar como se fossem trabalhar numa plataforma da Petrobrás, em alto mar. Eles vão de helicóptero, descem lá na hidrelétrica, trabalham, ficam um certo tempo e voltam para casa, sem ter estrada, sem ter nada na hidrelétrica.
Esse é um modelo que a gente vai apresentar, que eu acho que a gente vai deixar o mundo boquiaberto de conhecer o que é o nosso projeto plataforma para fazer hidrelétrica. E aí, fazer o debate com a sociedade, fazer as audiências públicas que tiver que fazer, discutir com os nossos companheiros ambientalistas para que a gente, democraticamente, consiga convencer a sociedade brasileira de que não tem volta para o Brasil. Este país vai se transformar numa grande potência econômica nos próximos anos. É por causa do pré-sal, é por causa da Amazônia, é por causa da descoberta da biodiversidade, é pelo aproveitamento das coisas que a gente tem.
Um vídeo institucional produzido pelo governo federal dá a dimensão do empreendimento. A busca por alternativas energéticas para assegurar o abastecimento no País começou, segundo Zimermann, em 2004, quando ele comandava a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia. Por recomendação da ministra Dilma Rousseff, que naquela ocasião comandava a pasta de Minas e Energia, foi elaborado estudo com o objetivo de ampliar a capacidade de geração energética. Desse estudo saiu a idéia da usina-plataforma.
O presidente Lula comemorou, nesta terça-feira (19/1) em Juiz de Fora (MG), o lançamento da primeira usina termelétrica do mundo a funcionar com etanol. Por meio de parceria inédita entre a Petrobras e a GE, a usina de Juiz de Fora representará “uma revolução”, afirmou o presidente, já que produzirá energia a partir de gás natural e também etanol.
Lula destacou ainda que o Brasil tem condições de ampliar a geração de energia com esse tipo de equipamento inovador e convencer os Estados Unidos a entrar no projeto. Terra no Brasil para se plantar cana-de-açúcar não falta e a produção de etanol a partir da cana é muito mais atraente e eficiente do que a partir do milho, base da produção nos Estados Unidos.
Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente na cerimônia em Juiz de Fora (MG):
A iniciativa, segundo o presidente, tem um reflexo importante no clima mundial, já que contribui para a redução de emissão na geração de energia. Lula lembrou do empenho do governo brasileiro na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP15), que aconteceu em Copenhague (Dinamarca) em dezembro passado. Frisou que o Brasil apresentou uma proposta bastante ousada de redução da emissão dos gases do efeito estufa durante o encontro na Dinamarca e defendeu que as nações mais industrializadas, ou aquelas que se industrializaram há mais tempo, tenham uma postura de vanguarda, contribuindo mais com a proteção do clima no planeta.
O presidente citou ainda, durante seu discurso, outra inovação que está sendo preparada no País para a geração limpa de energia: a hidrelétrica-plataforma. Veja:
Um milhão de residências ganharão energia elétrica até o final de 2010, afirmou nesta segunda-feira (11/1) o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, após audiência com o presidente Lula no Centro Culturual Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Lobão informou que a reunião teve por objetivo apresentar o balanço do programa Luz para Todos que, até o final de 2009, levou eletricidade para dois milhões de residências, beneficiando 10 milhões de pessoas. Também participaram da reunião dirigentes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Lobão explicou ainda sobre a portaria interministerial assinada nesta segunda-feira que reduz de 25% para 20% a adição do álcool anidro no gasolina -- ver aqui. Segundo o ministro, a medida irá reduzir o consumo de etanol no País em 100 milhões de litros por mês. Ele explicou que a decisão somente entrará em vigor no início de fevereiro para que a Petrobras possa se preparar para o cumprimento da portaria.
Num primeiro momento, a medida vigorará pelo período de três meses, mas pode ter uma abrangência superior. Tudo vai depender do comportamento do preço do açúcar e do álcool no mercado. “A medida tem por objetivo inicial manter o abastecimento e permitir em determinado espaço de tempo que o preço do álcool cai para o consumidor”, explicou.
Lobão informou também que a fiscalização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) acompanhará o comportamento das cadeias distribuidora e comercializadora do produto.
Sorte, todo mundo quer ter. Mas para descobrir o petróleo da camada Pré-sal, desenvolver o biodiesel e ver programas sociais como o Luz Para Todos obterem sucesso é preciso aliar sorte à competência e decisão política para fazer pesquisa e investimentos nos setores necessários, afirmou o presidente Lula nesta quinta-feira (19/11) durante cerimônia de ampliação da Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC) e implantação da unidade de produção de gasolina de Guamaré (RN).
“Não diga que foi sorte do Lula, foi incompetência deles”, disse o presidente, num recado direto aos adversários que menosprezam as conquistas do governo. Conquistas que transformam as regiões mais pobres do País. Lula destacou o programa Luz Para Todos, que atingiu este mês no Rio Grande do Norte 50 mil ligações elétricas.
Confira também a entrevista exclusiva concedida pelo presidente hoje de manhã à rádio Clube de Natal, na qual falou sobre as obras de ampliação da refinaria Clara Camarão, em Guamaré (RN) e sua importância para o País neste momento que se descobre novas reservas de petróleo, para que o Brasil possa exportar derivados de petróleo. Lula falou também sobre a segunda fase do PAC (2011-2015), os investimentos previstos para o Nordeste em 2010 (em educação, saúde, agricultura familiar), o interesse do mundo pelo Brasil, a Copa do Mundo de 2014, a vida como ex-presidente, as eleições em 2010 e até sobre futebol.
Ministro Edison Lobão (Minas e Energia), presidente Lula e governadora Wilma de Faria com funcionários da refinaria Clara Camarão. Foto: Ricardo Stuckert/PR
No Brasil, o programa já beneficiou 10,7 milhões de brasileiros, que reconquistaram a dignidade e cidadania, e agora podem buscar um futuro melhor para suas famílias. Segundo pesquisa feita pelo Ministério de Minas e Energia, a primeira coisa que 83% dos beneficiados pelo Luz Para Todos fazem é comprar uma televisão -- e isso ajuda a dinamizar a economia local.
O presidente Lula falou também ao público que acompanhava a cerimônia sobre as escolas técnicas e universidades criadas durante o seu governo -- 214 escolas técnicas (sete delas no Rio Grande do Norte) e 14 universidades até 2010 -- e fez questão de frisar que todo o investimento feito na refinaria Clara Camarão não ignora a importância de se preservar o meio ambiente. Lembrou o compromisso assumido na abertura da Assembléia-Geral da ONU, em setembro deste ano, quando anunciou que o Brasil reduziria o desmatamento em 80% na Amazônia até 2020.
Segundo Lula, a proposta que o Brasil levará para a reunião da ONU sobre clima, que acontece em dezembro em Copenhague (Dinamarca) é “a maior e melhor proposta apresentada por um país emergente” e que o Brasil mesmo não tendo obrigação de apresentar uma proposta, o fez para mostrar ao mundo que está preparado para discutir a questão seriamente, com números e metas ousadas.
Também discursaram o prefeito de Guamaré, Auricélio Teixeira; a governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria; o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli; e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
Primeiro vem a turma do “eu acho”. Depois, vem o pessoal do “acreditamos”. E por fim, tem os do “parece que foi isso, parece que foi aquilo”. Mas um assunto tão sério e complicado como o blecaute de terça-feira que interrompeu o fornecimento de energia para 18 estados brasileiros, é importante primeiro ouvir as pessoas que cuidam do assunto: o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Operador Nacional do Sistema (ONS) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), entre outros. Ao comentar em São Paulo o blecaute de terça-feira, o presidente Lula afirmou que não vai ficar especulando sobre as causas e culpados do problema: só vai trabalhar com informações técnicas que os órgãos responsáveis produzirem após um processo de investigação.
Lula descartou qualquer hipótese de sabotagem e reafirmou que o sistema elétrico brasileiro é confiável e robusto, e tem funcionado corretamente. “Quando terminar a fase do ‘achismo’, nós vamos entrar na fase mais objetiva que são os resultados concretos de toda a investigação.”
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