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Presidente Lula e governador Eduardo Campos no sobrevoo à região inundada em Pernambuco. foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula recebeu, na manhã desta quinta-feira (24/6), na Base Aérea do Recife (PE), balanço das ações do 2º Comando Aéreo Regional (Comar) nos estados de Alagoas e Pernambuco, castigados pelas chuvas da semana passada. A tragédia atingiu 80 municípios nos dois estados com 42 óbitos e 116 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas. O major-brigadeiro-do-ar Hélio Paes de Barros Junior, do 2º Comar, apresentou ao presidente Lula os detalhes da “Operação Pernambuco”, que somente em alimentos transportou mais de 60 toneladas para a região.

Ouça abaixo a exposição do brigadeiro Paes de Barros.

Concluída a etapa de participação mais efetiva da Aeronáutica, a ação passa a ser de recuperação e reconstrução das casas e edifícios, além de estradas e ferrovias da região onde ocorreu a catástrofe. O brigadeiro Paes de Barros conversou, por telefone, com o Blog do Planalto, oportunidade em que apresentou o resumo da exposição feita ao presidente Lula. O comandante contou, por exemplo, que na última sexta-feira (18/6), verificou-se a formação de nuvens carregadas que poderiam resultar em chuva na região da capital pernambucana. Porém, os fortes ventos deslocaram as nuvens para as cabeceiras dos rios Mundaú e Largo. O excesso de chuvas fez com que os rios transbordassem provocando um dos mais graves acidentes das últimas décadas nos municípios ribeirinhos.

A partir do desastre, a operação se deu no resgate de pessoas e no apoio aos flagelados naquela região. As aeronaves atuaram durante todo o período em apoio às vítimas. O Hospital de Campanha da Aeronáutica foi instalado em Barreiros(PE) e o Hospital Móvel dos Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro em Santana do Mundaú (AL).


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Após a primeira reunião dos integrantes dos ministérios que formam o Gabinete de Crise, no anexo do Palácio do Planalto, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) divulgou os principais ítens que podem ser doados para as populações dos estados de Alagoas e Pernambuco atingidas pelas chuvas que provocaram estragos em diversos municípios.

De acordo com o GSI, medicamentos e ofertas de serviços podem ser direcionados ao Ministério da Saúde. Produtos como água engarrafada e alimentos para consumo imediato, a exemplo de leite tipo longa vida, sucos em caixa ou lata, achocolatados, biscoitos, barras de cereais, frutas desidratadas e enlatados de pronto consumo, devem ser encaminhados a partir de contato com a Defesa Civil do estado onde reside o doador. As informações podem ser obtidas no endereço eletrônico: www.defesacivil.gov.br.

No caso de outras ofertas de serviços podem ser apresentadas ao GSI que colocou à disposição os seguintes contatos: saei@planalto.gov.br ou fax 61.3411-1297. Participam do Gabinete de Crise representantes da Casa Civil e dos Ministérios da Defesa, da Saúde, dos Transportes, de Minas e Energia, das Cidades, da Integração Nacional e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e outros órgãos.


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A prioridade da ajuda brasileira às vítimas do terremoto no Chile será o envio de um hospital de campanha da Marinha e de equipes de busca e salvamento da Defesa Civil ao país. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (1/3) após reunião do Gabinete de Crise do governo federal, coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em Brasília. A data de envio e área de destino serão definidos após contatos com o governo chileno.

Participaram da reunião o ministro do GSI, general Jorge Felix; representantes dos ministérios das Relações Exteriores, Defesa e Integração Nacional, e dos comandos da Marinha, Exército e Força Aérea Brasileira (FAB), além do embaixador do Chile, Álvaro Diaz.

ATUALIZAÇÃO: O presidente Lula, que encontrava-se no Uruguai para a posse do presidente José Mujica, nesta segunda-feira (1/3), seguiu viagem para o Chile. Lula manteve contato com a presidente chilena Michelle Bachelet quando decidiu visitar o país atingido pelo terremoto de 8.8 graus na escala Richter na madrugada de sábado (27/2).


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O governo brasileiro encaminhará para Porto Príncipe, no Haiti, medicamentos, alimentos prontos e água engarrafada em voos que partem da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Já está restabelecida a ponte aérea Brasil-Haiti. A informação é do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, coordenador do gabinete da crise instituído na última quarta-feira (13/1) por determinação do presidente Lula. Neste instante de dificuldades da população daquele país, os aviões somente transportarão donativos que forem pedidos pelas autoridades haitianas. Segundo o ministro Felix, as autoridades brasileiras tiveram experiências em outras tragédias quando encaminharam aos locais de atendimentos produtos desnecessários.

As doações dos brasileiros podem ser encaminhadas para três setores: 1 -- Medicamentos e ofertas de serviços médicos devem ser informados à coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde. As instituições podem contatar pelo e-mail: missaodeajudasamu192@saude.gov.br ou pelo telefone 61 3315-3518. No caso do cidadão comum, o contato pode ser direto com o 192 da central SAMU da cidade ou do Estado. 2 -- Alimentos prontos e água engarrafada devem ser entregues à Defesa Civil. Saiba os endereços aqui. 3 -- Outras ofertas de serviços -- Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) pelo e-mail saci@planalto.gov.br ou pelo fax 61 3411-1297.


No início da tarde deste sábado, o general Jorge Félix; o subchefe de Comando de Controle do Estado Maior do Ministério da Defesa, contra-almirante Paulo Zuccaro, e o subsecretário do Ministério das Relações Exteriores para a América do Sul, Antonio Simões, concederam entrevista coletiva para apresentar o balanço da primeira semana de ação do grupo do governo federal. As autoridades brasileiras asseguraram que, neste momento, a participação do Brasil no Haiti estará dividida entre a liderança da missão militar e a prestação da ajuda humanitária. O general Felix explicou que, em função das dificuldades de comunicação, foram enviados telefones celulares que operam por satélite.

Neste sábado, os voos militares para Porto Príncipe começam a decolar do Galeão, no Rio. Ontem (14/1), fechou-se entendimento entre os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Haiti para equacionar a questão do aeroporto da capital haitiana. O contra-almirante Zuccaro explicou que o controle interno do aeroporto permanece sob domínio dos americanos. A parte externa fica a cargo dos militares brasileiros que integram a tropa de paz naquele país. Zuccaro não descartou a possibilidade de o Brasil enviar mais batalhões para apoiar a segurança de distribuição dos donativos, bem como auxiliar na segurança interna do Haiti. Veja a entrevista aqui:

O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do núcleo de atendimento aos brasileiros, recebeu informações que induziriam à conclusão de que 500 brasileiros civis estariam naquela região atingida pelo terremoto. Porém, Simões explicou que o número não é verdadeiro, pois além de duplicidade, existem pedidos de informações sobre militares em missão no Haiti. Oficialmente, o governo confirma que 14 militares e a médica Zilda Arns morreram em Porto Príncipe. Existem três militares e Luiz Carlos da Costa, principal funcionário brasileiro na ONU, desaparecidos.


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O governo brasileiro encaminhará para Porto Príncipe, no Haiti, medicamentos, alimentos prontos e água engarrafada em voos que partem da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Já está restabelecida a ponte aérea Brasil-Haiti. A informação é do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, coordenador do gabinete da crise instituído na última quarta-feira (13/1) por determinação do presidente Lula. Neste instante de dificuldades da população daquele país, os aviões somente transportarão donativos que forem pedidos pelas autoridades haitianas. Segundo o ministro Felix, as autoridades brasileiras tiveram experiências em outras tragédias quando encaminharam aos locais de atendimentos produtos desnecessários.

As doações dos brasileiros podem ser encaminhadas para três setores: 1 -- Medicamentos e ofertas de serviços médicos devem ser informados à coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde. As instituições podem contatar pelo e-mail: missaodeajudasamu192@saude.gov.br ou pelo telefone 61 3315-3518. No caso do cidadão comum, o contato pode ser direto com o 192 da central SAMU da cidade ou do Estado. 2 -- Alimentos prontos e água engarrafada devem ser entregues à Defesa Civil. Saiba os endereços aqui. 3 -- Outras ofertas de serviços -- Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) pelo e-mail saei@planalto.gov.br ou pelo fax 61 3411-1297.


No início da tarde deste sábado, o general Jorge Félix; o subchefe de Comando de Controle do Estado Maior do Ministério da Defesa, contra-almirante Paulo Zuccaro, e o subsecretário do Ministério das Relações Exteriores para a América do Sul, Antonio Simões, concederam entrevista coletiva para apresentar o balanço da primeira semana de ação do grupo do governo federal. As autoridades brasileiras asseguraram que, neste momento, a participação do Brasil no Haiti estará dividida entre a liderança da missão militar e a prestação da ajuda humanitária. O general Felix explicou que, em função das dificuldades de comunicação, foram enviados telefones celulares que operam por satélite.

Neste sábado, os voos militares para Porto Príncipe começam a decolar do Galeão, no Rio. Ontem (14/1), fechou-se entendimento entre os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Haiti para equacionar a questão do aeroporto da capital haitiana. O contra-almirante Zuccaro explicou que o controle interno do aeroporto permanece sob domínio dos americanos. A parte externa fica a cargo dos militares brasileiros que integram a tropa de paz naquele país. Zuccaro não descartou a possibilidade de o Brasil enviar mais batalhões para apoiar a segurança de distribuição dos donativos, bem como auxiliar na segurança interna do Haiti. Veja a entrevista aqui:

O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do núcleo de atendimento aos brasileiros, recebeu informações que induziriam à conclusão de que 500 brasileiros civis estariam naquela região atingida pelo terremoto. Porém, Simões explicou que o número não é verdadeiro, pois além de duplicidade, existem pedidos de informações sobre militares em missão no Haiti. Oficialmente, o governo confirma que 14 militares e a médica Zilda Arns morreram em Porto Príncipe. Existem três militares e Luiz Carlos da Costa, principal funcionário brasileiro na ONU, desaparecidos.


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O ministro Geddel Vieira de Lima, da Integração Nacional, afirmou nesta segunda-feira (4/1) que o governo federal está concentrado, neste primeiro momento, na ajuda emergencial nas áreas atingidas pelas fortes chuvas de fim de ano, com distribuição de comida, agasalhos, cobertores e colchões, mas que é preciso depois combater o mal uso do solo urbano para evitar novas tragédias.

Construções em locais inadequados devem ser revistas, principalmente na região de Angra dos Reis (RJ), uma das mais atingidas, afirmou o ministro, que recebeu instruções do presidente Lula para dar todo apoio necessário a estados e municípios atingidos. O presidente também conversou com o governador Sérgio Cabral Filho, do Rio de Janeiro, um dos estados que mais sofreu as consequências do temporal e tem recebido informes regulares sobre a situação. A Defesa Civil Nacional está de prontidão para o pronto atendimento.

Confira aqui as recomendações da Defesa Civil para se agir em casos de desastres naturais.

Segundo a secretária nacional de Defesa Civil, Ivone Valente, o momento agora é de resgate e assistência humanitária às vítimas dos municípios mais atingidos pela chuva. “Depois do atendimento à população é que será possível analisar os danos e disponibilizar recursos financeiros para a reconstrução das áreas que foram afetadas pelos deslizamentos de terra”, explicou.

Segundo dados da Defesa Civil do Rio de Janeiro, há 20 localidades afetadas, com 900 pessoas desabrigadas, 1.868 desalojadas e 72 mortes registradas.

Rede social

Internautas preocupados com a situação das milhares de pessoas desabrigadas e outras tantas em situação de risco pelo Brasil criaram um mapa colaborativo, o Projeto Enchentes, para listar as áreas de inundações e de risco no País, bem como indicações de locais para abrigar os atingidos pelas chuvas e onde doar alimentos e roupas. Confira e dê também a sua contribuição.


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Uma medida provisória que será publicada na edição desta quarta-feira (16/12) do Diário Oficial da União destina o montante de R$ 742 milhões para Estados e municípios com populações vítimas de enchentes e das secas. A mesma MP segue para o Congresso Nacional. Dos recursos, R$ 400 milhões serão destinados à Defesa Civil por meio do Ministério da Integração Nacional e quase sua totalidade seguirá para as regiões Sul e Sudeste que, nas últimas semanas, foram castigadas pelas chuvas.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) receberá R$ 230 milhões para recuperação de rodovias danificadas neste período de chuvas mais intensas. O Ministério da Saúde ficará com R$ 50 milhões para aquisição de remédios e obras em postos de saúde. Outros R$ 50 milhões entram na conta do Ministério da Agricultura e atenderá, basicamente, os estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que apresentaram problemas na produção de alimentos. Já o Ministério da Educação receberá R$ 12 milhões para a recuperação de prédios escolares.

Os recursos foram deslocados do orçamento da União numa reserva de contigência para reparar danos causados por catástrofes. A maior fatia dos recursos da Defesa Civil será para a distribuição de cestas básicas, agasalhos e abrigos à população vítima das enchentes. No Nordeste, o dinheiro será empregado no abastecimento de água por meio de carro pipa, bem como obras de reconstrução de estruturas físicas, desobstrução de ruas, remoção de escombros e outros serviços emergenciais.


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