O governo federal está elaborando um programa nacional de reforma das unidades básicas de saúde que prevê, entre outras ações, dobrar o repasse de recurso aos centros de saúde que cumprirem metas de qualidade, informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta terça-feira (10/5), momentos antes da abertura da 14ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
O ministro afirmou que, a partir de determinação da presidenta Dilma Rousseff, o Ministério da Saúde trabalha em um programa nacional de reforma e qualificação das 36 mil unidades básicas de saúde no país. Recentes pesquisa apontam, segundo o ministro, que grande parte das unidades básicas de saúde trabalham em condições aquém do necessário para um bom atendimento.
“Os recursos virão a mais para aqueles profissionais dos centros de saúde que cumprirem alguns indicadores de qualidade, de bom atendimento aos usuários, de boa produção de consultas e exames, de avaliação permanente de satisfação do usuários”, antecipou.
Padilha disse, ainda, que o ministério irá presentar ao prefeitos, ainda durante a Marcha, novas propostas de enfrentamento ao crack e outras drogas, entre elas a constituição de equipes multiprofissionais com médicos, enfermeiros, psicólogos e terapeutas ocupacionais para servirem de apoia às unidades terapêuticas e à construção de casas de acolhimento transitório na rede pública.
“Vamos também atuar com intervenção específica às grandes cracolândias no país.”
Outra novidade apresentada pelo ministro é a retomada da ampliação de leitos para internação de dependentes de álcool e outras drogas dentro de hospitais gerais, “inclusive com novo modelo de financiamento aos municípios”.
“O álcool continua sendo o grande vilão das drogas neste país.Vamos apresentar nova proposta de financiamento desses leitos para que a gente possa universalizar a disponibilidade de leitos pra dependentes de álcool e outras drogas”, finalizou.
Presidenta Dilma Rousseff comandou reunião do Fórum Direitos e Cidadania, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Como primeiro ato da presidenta Dilma Rousseff ao instalar o Fórum Direitos e Cidadania, nesta terça-feira (15/3), foi a assinatura do decreto que convoca a conferência nacional das mulheres. A informação é do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, em entrevista no Palácio do Planalto, ao confirmar que o governo manterá o diálogo com a sociedade por meio da realização de conferências. Segundo o ministro, no governo do ex-presidente Lula foram realizadas 73 conferências setoriais e, nos próximos quatro anos, o debate se intensificará por meio desde canal de diálogo com os diversos setores.
“A presidenta Dilma abriu a reunião lembrando que o governo trabalha o exercício dos direitos e cidadania. Trabalha também os valores éticos. Governar não é apenas somar obras”, disse Carvalho.
Conforme explicou, as conferências ganharam mais espaço no governo e o número de encontros deve ser ampliado já em 2012. Ao mesmo tempo, o governo pretende efetivar o aperfeiçoamento dos conselhos que tratam de questões voltadas paras as políticas sociais. Segundo o ministro, serão desenvolvidas ações prioritárias em questões, por exemplo, de registro civil, das comunidades quilombolas, da juventude e do idoso, dentre outros.
A partir de agora, acontecerão reuniões mensais com a participação dos secretários executivos dos ministérios envolvidos nos programas. A cada seis meses a presidenta Dilma Rousseff terá reunião com os ministros que integram o fórum.
“Agora vamos trabalhar para selecionar algumas ações e fixar metas”, informou.
Na conversa, os jornalistas indagaram o ministro sobre se a presidenta comentou a situação no Japão, onde usinas nucleares estão sendo monitoradas em função do risco de novos acidentes. Carvalho explicou que ainda faltam elementos que mostrem a situação nuclear naquele país, mas assegurou que a presidenta Dilma vem acompanhando com atenção o noticiário.
Fórum de Direitos e Cidadania - Sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República, o Fórum integra um dos quatro eixos temáticos que vão nortear a atuação do governo federal nos próximos quatro anos.
Esse fórum é composto também pelas Secretarias de Direitos Humanos; Políticas para Mulheres; Promoção da Igualdade Racial, e pelos ministérios da Saúde, Educação, Trabalho e Emprego, Cultura, Justiça, Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Comunicações, Desenvolvimento Agrário, Pesca e Aquicultura. O grupo conta, ainda, com a parceria de instituições governamentais e não governamentais, a exemplo da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNDES, Correios, Petrobras, Eletrobras, Sesi e Sebrae.
Os eixos de atuação do governo federal foram definidos pela presidenta Dilma Rousseff durante sua primeira reunião ministerial realizada em janeiro. Na ocasião, os 37 Ministérios foram agrupados por temas afins, com o objetivo de assegurar uma gestão compartilhada e resultados mais efetivos em todas as áreas.
Além de Direitos e Cidadania, o governo trabalhará com foco no Desenvolvimento Econômico (sob a coordenação do Ministério da Fazenda); Infraestrutura (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão); e Erradicação da Pobreza (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome -- MDS).
A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nessa segunda-feira (21/2), no programa de rádio “Café com a Presidenta”, que a luta contra o crack é prioridade do seu governo, corresponsável – junto com os pais e a sociedade – pelo futuro da juventude, “que é a maior vítima das drogas”. A presidenta citou a implantação de 49 Centros Regionais de Referência em Crack e Outras Drogas, anunciada na semana passada, como estratégia para prevenir e reduzir o consumo e tratar os usuários e suas famílias.
Dilma Rousseff explicou que os centros regionais funcionarão em universidades federais, “justamente para formar profissionais capazes de oferecer o atendimento e o acompanhamento que os dependentes precisam”. Segundo ela, a partir de agora médicos, enfermeiros, assistentes sociais e outros profissionais irão receber capacitação para atender, de forma eficaz, os dependentes de crack e seus familiares. Nos centros, completou a presidenta, serão oferecidos quatro cursos: um para médicos que atendem nas unidades básicas de saúde; outro para profissionais que vão receber pacientes para
desintoxicação nos hospitais ou clínicas; um terceiro para agentes comunitários de saúde e profissionais que atendem as pessoas nas ruas; e o último para os profissionais da assistência social.
“Eles vão conhecer as técnicas de tratamento e, também, as possibilidades de trazer essas pessoas de volta ao convívio social, Luciano, ao trabalho e aos estudos. Vão também pesquisar sobre a doença, entendê-la melhor para combatê-la melhor. Já estamos fazendo 13 estudos clínicos sobre o crack em seis universidades federais”, frisou.
Leia aqui a íntegra do programa “Café com a Presidenta” desta segunda-feira (21/2).
Ouça abaixo a íntegra do programa “Café com a Presidenta”.
Durante a entrevista, a presidenta disse que seu governo fará com que as universidades públicas, além de educar brasileiros e brasileiras, respondam às necessidades dos que mais precisam. “É o melhor jeito de devolver aos brasileiros um investimento que eles fizeram ao pagar, com seus impostos, a criação das universidades públicas – federais, estaduais e municipais”.
Diante da afirmação do apresentador Luciano Seixas, de que “é preciso cercar as drogas por todos os lados”, a presidenta afirmou:
“É, Luciano. E usando ainda todos os recursos disponíveis. Eu quero dizer a você que o nosso plano de enfrentamento ao crack e outras drogas, lançado no ano passado pelo presidente Lula e que eu estou aprofundando, cerca o problema por todos os lados. São três pontas interligadas, Luciano: a primeira é a prevenção, feita na escola e nas famílias; a outra é o tratamento, que estende as mãos às vítimas do crack (…). [A terceira] é o combate ao tráfico. Nosso plano prevê ampliação do combate ao tráfico, especialmente nas fronteiras. Veja, vamos atrás do traficante internacional e, ao mesmo tempo, vamos agir para acabar com o pequeno tráfico, aquele que muitas vezes rouba a infância, usando nossas crianças e adolescentes como chamados ‘aviões’”.
A presidenta concluiu afirmando que a sociedade não pode tolerar o tráfico de entorpecentes, já que as drogas são capazes de destruir famílias inteiras e que o jovem brasileiro tem “o mundo de possibilidades que vão além das promessas falsas de dinheiro fácil e do prazer imediato que as drogas podem dar. Com a sua inteligência e sua criatividade, o jovem encontra muitas maneiras de se realizar: pode praticar esporte, pode ter um bom emprego, pode conviver com sua família, ir a festas, namorar, e o crack tira tudo isso dele. É justamente isto que não podemos, nem iremos deixar acontecer”, lembrou.
Presidenta Dilma anuncia criação de 49 Centros de Referência em Crack e Outras Drogas. Da esq. para direita, presidente da Andifes, Edward Madureira, o ministro Fernando Haddad (Educação), presidenta Dilma e os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Alexandre Padilha (Saúde). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira (17) a implantação de 49 Centros Regionais de Referência em Crack e Outras Drogas (CRR) em universidades federais das cinco regiões brasileiras. Em solenidade no Palácio do Planalto, a presidenta reafirmou o compromisso de seu governo na luta contínua do combate às drogas, especialmente o crack, “para que um país como o nosso não tenha sua juventude vulnerabilizada”.
Os centros serão responsáveis por capacitar, nos próximos 12 meses, 14,7 mil profissionais como médicos, psicólogos , enfermeiros, assistentes sociais e agentes comunitários. Segundo a presidenta Dilma, o combate de “um problema da proporção do crack” requer profissionais altamente capacitados para tratamento do usuário e apoio às famílias, daí a importância do projeto que será, segundo ela, “uma das armas mais fortes de combate e prevenção às drogas”.
“Eu estava aqui, há pouco, comentando com o ministro Fernando Haddad a importância cada vez maior que a universidade federal, a universidade estadual, a universidade municipal adquirem na sociedade brasileira. A valorização que, no governo do presidente Lula, foi dada às universidades federais, eu acho que contribui também para essa devolução que eu acho que os senhores podem fazer com [para] a sociedade brasileira”, disse.
Leia aqui o discurso da presidenta na abertura do seminário de implantação dos Centros Regionais de
Referência em Crack e Outras Drogas e, abaixo, ouça íntegra do áudio.
Em seu discurso, a presidenta frisou a importância do envolvimento multissetorial no combate às drogas e criminalidade e lembrou que “a valorização dos professores e professoras do nosso país” é imprescindível nesse processo e uma meta de seu governo. Além disso, ressaltou a presidenta, é necessário envolver instituições como a Política Federal para o combate ao crime organizado, tráfico de drogas e fortalecimento das fronteiras.
“Junto com a Polícia Federal nas áreas de fronteira, com o próprio Exército, com as Forças Armadas, o saber talvez seja uma das condições privilegiadas através das quais nós podemos decifrar as drogas (…). E, acho que é fundamental a gente perceber que tudo isso também passa por um processo de combate ao crime organizado, através do controle de fronteiras, da… eu diria, o reforço ainda maior da Polícia Federal no combate à criminalidade e às drogas”, disse.
Participaram ainda da abertura do seminário – que reúne 49 reitores das universidades selecionadas – os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Fernando Haddad (Educação), a secretária nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), Paulina do Carmo, e o presidente da Andifes, Edward Madureira.
“O crack é mais que uma droga, é quase um veneno. Começa com uma brincadeira e termina com a morte”, alertou o ministro da Educação, Fernando Haddad.
Após a cerimônia, a secretária nacional de Políticas Sobre Drogas concedeu entrevista coletiva e assinalou que, no próximo mês, o governo federal lançará o maior estudo do mundo sobre o crack, que envolveu 22 mil pessoas de diversos estados brasileiros. A partir da amostragem, a pesquisa traçará o mapa do consumo de crack no país e servirá como embasamento para diversas políticas públicas para enfrentamento da droga.
Centros de referência -- Cada projeto (quatro cursos) terá até R$ 300 mil do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) para capacitação de 300 profissionais. Ao final de 12 meses, serão formados 14,7 mil profissionais, em 844 municípios de 19 estados do país. Os cursos vão abordar o gerenciamento de casos, a reinserção social e o aconselhamento motivacional, bem como o aperfeiçoamento de médicos atuantes no Programa de Saúde em Família, no Núcleo de Assistência à Saúde da Família e profissionais do SUS e do Sistema Único de Assistência Social.
A iniciativa faz parte do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado no ano passado pelo governo federal. O Plano prevê, também, a ampliação do número de leitos de internação de usuários, a ampliação do número de Centros de Referência de Assistência Social e dos Centros de Referência Especializada de Assistência Social, a realização de estudos e pesquisas, a ampliação do horário de atendimento do VivaVoz, a criação de centros de pesquisa e novas metodologias de tratamento e reinserção social, e medidas de enfrentamento ao tráfico.
A presidenta Dilma Rousseff inicia a agenda de trabalho, nesta quinta-feira (17/2), em despacho com assessores do Palácio do Planalto. Ela também participa, segundo agenda, da abertura do seminário de implantação dos Centros Regionais de Referência em Crack e Outras Drogas, no Salão Leste, também no Palácio do Planalto.
Ainda pela manhã, a presidenta recebe o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. À tarde, concede audiência ao presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha.
A agenda contempla também reuniões com os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Fernando Haddad (Educação).
Entre o ministro José Gomes Temporão (Saúde) e o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, presidente Lula acena para populares em cerimônia de inauguração de centro de referência de combate ao crack. Foto Ricardo Stuckert/PR.
O Brasil está empenhado no combate ao consumo e tráfico de drogas, e tratar do dependente químico é prioridade para o governo federal, afirmou o presidente Lula, nesta sexta-feira (1/10), em São Bernardo do Campo, durante inauguração da República Terapêutica e do Consultório de Rua para Dependentes Químicos e outras ações relacionadas ao Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack.
Em seu discurso, Lula afirmou que o governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e o Ministério da Saúde, resolveu enfrentar “de frente” o problema das drogas e não ficar transferindo responsabilidade. Para ele, esse é um problema do presidente, do governador, do prefeito, do pai e da mãe – é um problema da sociedade brasileira e que não é possível ninguém fugir.
“Colocamos R$ 420 milhões para fazer parceria com os prefeitos. Qualquer prefeito do Brasil que quiser construir uma república como essa ou uma clínica, o governo federal estará com dinheiro em caixa para garantir que a gente tenha clínica e que a gente possa treinar, inclusive, os profissionais para que a gente possa ter a possibilidade de recuperar milhões de jovens nesse país. Da parte do governo federal não faltará recursos para combater e vencer as drogas e o crack neste país.”
Ouça abaixo a íntegra do discurso do presidente Lula.
O presidente chamou atenção para o consumo do crack e o definiu como “uma peste que está aí a matar as nossas crianças”, por se tratar de uma droga barata, mas altamente mortal.
“Todo mundo já ouviu falar da gravidade do crack, sobretudo porque já não é uma coisa que atinge apenas a periferia das grandes regiões metropolitanas. O crack está indo para as cidades pequenas e está envolvendo até crianças. É uma droga que ainda não se tem todo o conhecimento científico dela que se tem de outras drogas existentes a mais tempo em nosso país, onde já temos uma gama de especialistas para tratar os dependentes”, disse.
(Vídeo do Ministério da Saúde na campanha de combate ao crack)
(Outra campanha do Ministério da Saúde contra o crack)
O Consultório de Rua de São Bernardo do Campo consiste em equipes que realizam atividades e intervenções psicossociais e educativas nas ruas, junto aos usuários de drogas. As equipes contam com insumos para tratamento de situações clínicas comuns, além de preservativos, cartilhas e material instrucional, curativos e medicamentos de uso mais frequente.
Já a Política Municipal de Prevenção e Atenção às Pessoas em Uso Abusivo de Álcool e Outras Drogas tem como objetivo estruturar, integrar, articular e ampliar as ações voltadas à prevenção do uso, tratamento e reinserção de usuários das mais diversas drogas, contemplando a participação dos familiares e a atenção aos públicos vulneráveis.
Uma das ações do Plano é a criação da Casa de Acolhimento Transitório para Adolescentes (República Terapêutica), um espaço de reabilitação psicossocial de adolescentes e jovens com histórico de abuso de substâncias psicoativas e com os vínculos familiares fragilizados que os impeçam de retornar ao convívio familiar. O objetivo da República Terapêutica é oferecer suporte nos cuidados com esse público, formando uma rede de atenção à saúde mental na adolescência.
Para aumentar a eficácia no combate ao uso do crack, o governo brasileiro anunciou nesta segunda-feira (20/9) investimentos de R$ 140 milhões para que hospitais da rede pública de saúde possam oferecer 6.120 leitos para usuários da droga. A cerimônia de lançamento dos editais para que os municípios possam contar com a estrutura ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a participação do presidente Lula.
A secretária adjunta da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, apresentou as linhas de ação do Plano de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, que conta com a participação de 15 ministérios e envolve também entidades não-governamentais:
O enfrentamento do uso indevido de drogas requer uma articulação forte e permanente entre os governos federal, estaduais e municipais e a sociedade civil para que juntos possamos enfrentar esse problema que é de todos e que atinge a todos.
Dos 6.120 leitos a serem oferecidos pela rede pública de saúde, 3.620 serão na rede pública de atenção à saúde, nos hospitais, Centros e Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e nas Casas de Acolhimento Transitório. Outros 2,5 mil leitos públicos estarão em Comunidades Terapêuticas em articulação com a rede dos Sistemas Único de Saúde (SUS) e de Assistência Social (SUAS).
Além disso, serão implementadas 40 Casas de Acolhimento Transitório (CAT), equipadas com 520 novos leitos psiquiátricos, com investimento de R$ 16,08 milhões. O objetivo é abrigar, em período integral, por até 40 dias, usuários de crack e outras drogas em situação de vulnerabilidade social e risco ou excluídos do convívio familiar.
Já as ações direcionadas ao atendimento a usuários de crack estão a criação de 30 Centros Regionais de Referência de Formação Permanente e a instituição de 50 unidades do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, destinados à capacitação profissional dos diferentes profissionais que atuam nas redes de atenção à saúde e assistência social a usuários de crack e outras drogas. Esses profissionais terão acesso a curso específico – oferecido a distância – pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, nas áreas de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social dos usuários.
Para aumentar a eficácia no combate ao uso do crack, o governo brasileiro anunciou nesta segunda-feira (20/9) investimentos de R$ 140 milhões para que hospitais da rede pública de saúde possam oferecer 6.120 leitos para usuários da droga. A cerimônia de lançamento dos editais para que os municípios possam contar com a estrutura ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a participação do presidente Lula.
A secretária adjunta da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, apresentou as linhas de ação do Plano de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, que conta com a participação de 15 ministérios e envolve também entidades não-governamentais:
O enfrentamento do uso indevido de drogas requer uma articulação forte e permanente entre os governos federal, estaduais e municipais e a sociedade civil para que juntos possamos enfrentar esse problema que é de todos e que atinge a todos.
Dos 6.120 leitos a serem oferecidos pela rede pública de saúde, 3.620 serão na rede pública de atenção à saúde, nos hospitais, Centros e Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e nas Casas de Acolhimento Transitório. Outros 2,5 mil leitos públicos estarão em Comunidades Terapêuticas em articulação com a rede dos Sistemas Único de Saúde (SUS) e de Assistência Social (SUAS).
Além disso, serão implementadas 40 Casas de Acolhimento Transitório (CAT), equipadas com 520 novos leitos psiquiátricos, com investimento de R$ 16,08 milhões. O objetivo é abrigar, em período integral, por até 40 dias, usuários de crack e outras drogas em situação de vulnerabilidade social e risco ou excluídos do convívio familiar.
Já as ações direcionadas ao atendimento a usuários de crack estão a criação de 30 Centros Regionais de Referência de Formação Permanente e a instituição de 50 unidades do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, destinados à capacitação profissional dos diferentes profissionais que atuam nas redes de atenção à saúde e assistência social a usuários de crack e outras drogas. Esses profissionais terão acesso a curso específico – oferecido a distância – pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, nas áreas de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social dos usuários.
Para aumentar a eficácia no combate ao uso do crack, o governo brasileiro anunciou nesta segunda-feira (20/9) investimentos de R$ 140 milhões para que hospitais da rede pública de saúde possam oferecer 6.120 leitos para usuários da droga. A cerimônia de lançamento dos editais para que os municípios possam contar com a estrutura ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a participação do presidente Lula.
A secretária adjunta da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, apresentou as linhas de ação do Plano de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, que conta com a participação de 15 ministérios e envolve também entidades não-governamentais:
O enfrentamento do uso indevido de drogas requer uma articulação forte e permanente entre os governos federal, estaduais e municipais e a sociedade civil para que juntos possamos enfrentar esse problema que é de todos e que atinge a todos.
Dos 6.120 leitos a serem oferecidos pela rede pública de saúde, 3.620 serão na rede pública de atenção à saúde, nos hospitais, Centros e Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e nas Casas de Acolhimento Transitório. Outros 2,5 mil leitos públicos estarão em Comunidades Terapêuticas em articulação com a rede dos Sistemas Único de Saúde (SUS) e de Assistência Social (SUAS).
Além disso, serão implementadas 40 Casas de Acolhimento Transitório (CAT), equipadas com 520 novos leitos psiquiátricos, com investimento de R$ 16,08 milhões. O objetivo é abrigar, em período integral, por até 40 dias, usuários de crack e outras drogas em situação de vulnerabilidade social e risco ou excluídos do convívio familiar.
Já as ações direcionadas ao atendimento a usuários de crack estão a criação de 30 Centros Regionais de Referência de Formação Permanente e a instituição de 50 unidades do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, destinados à capacitação profissional dos diferentes profissionais que atuam nas redes de atenção à saúde e assistência social a usuários de crack e outras drogas. Esses profissionais terão acesso a curso específico – oferecido a distância – pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, nas áreas de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social dos usuários.
Para aumentar a eficácia no combate ao uso do crack, o governo brasileiro anunciou nesta segunda-feira (20/9) investimentos de R$ 140 milhões para que hospitais da rede pública de saúde possam oferecer 6.120 leitos para usuários da droga. A cerimônia de lançamento dos editais para que os municípios possam contar com a estrutura ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a participação do presidente Lula.
A secretária adjunta da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, apresentou as linhas de ação do Plano de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, que conta com a participação de 15 ministérios e envolve também entidades não-governamentais:
O enfrentamento do uso indevido de drogas requer uma articulação forte e permanente entre os governos federal, estaduais e municipais e a sociedade civil para que juntos possamos enfrentar esse problema que é de todos e que atinge a todos.
Dos 6.120 leitos a serem oferecidos pela rede pública de saúde, 3.620 serão na rede pública de atenção à saúde, nos hospitais, Centros e Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e nas Casas de Acolhimento Transitório. Outros 2,5 mil leitos públicos estarão em Comunidades Terapêuticas em articulação com a rede dos Sistemas Único de Saúde (SUS) e de Assistência Social (SUAS).
Além disso, serão implementadas 40 Casas de Acolhimento Transitório (CAT), equipadas com 520 novos leitos psiquiátricos, com investimento de R$ 16,08 milhões. O objetivo é abrigar, em período integral, por até 40 dias, usuários de crack e outras drogas em situação de vulnerabilidade social e risco ou excluídos do convívio familiar.
Já as ações direcionadas ao atendimento a usuários de crack estão a criação de 30 Centros Regionais de Referência de Formação Permanente e a instituição de 50 unidades do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, destinados à capacitação profissional dos diferentes profissionais que atuam nas redes de atenção à saúde e assistência social a usuários de crack e outras drogas. Esses profissionais terão acesso a curso específico – oferecido a distância – pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, nas áreas de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social dos usuários.
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