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A Caixa Econômica Federal (CEF), principal alavanca do programa Minha Casa, Minha Vida no Brasil, vai levar o projeto para os bairros de Caracas, capital da Venezuela, e de lá ampliá-lo para outras cidades do país vizinho. O assunto foi tratado nesta quarta-feira (28/4) na reunião ampliada realizada no Palácio Itamaraty entre Brasil e Venezuela, com a participação dos respectivos presidentes -- Lula e Hugo Chávez. O presidente brasileiro aproveitou o encontro para explicar detalhes do programa habitacional brasileiro e apresentar um balanço das unidades habitacionais já contratadas na Caixa.

Após a reunião, a presidente da CEF, Maria Fernanda Ramos Coelho, conversou com o Blog do Planalto e explicou a “exportação” do Minha Casa, Minha Vida para a Venezuela.

Outro projeto a ser implantado naquele país é a automação bancária. A Caixa utilizará a experiência brasileira de atendimento ao cidadão em casas lotéricas. Deste modo, amplia-se a universalização da rede do sistema financeiro, por exemplo, sem a necessidade de abrir novas agências bancárias. Maria Fernanda explica que esse movimento na Venezuela faz parte do seu projeto de internacionalização da instituição.


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Presidente Dmitri Medvedev (Rússia), presidente Lula, presidente Hu Jintao (China) e primeiro-ministro Manmohan Singh (Índia) durante a II Cúpula Brasil-Rússia-Índia-China (Bric) realizada em Brasília. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Dmitri Medvedev (Rússia), presidente Lula, presidente Hu Jintao (China) e primeiro-ministro Manmohan Singh (Índia) durante a II Cúpula Brasil-Rússia-Índia-China (Bric) realizada em Brasília. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Selo do Bric e Ibas 2010

Em sua declaração à imprensa feita na abertura da II Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Brasil, Rússia, Índia e China (Bric), hoje à noite em Brasília, o presidente Lula afirmou que o grupo tem um papel fundamental na construção de uma nova ordem internacional, “mais justa, representativa e segura”. Antes de iniciar seu discurso, Lula se solidarizou com os líderes russo e chinês pelas tragédias que recentemente atingiram os respectivos países – ataque terrorista na Rússia e terremoto na China.

O presidente brasileiro agradeceu “de coração” a atenção dedicada pelos líderes russo, indiano e chinês ao encontro, consolidando assim a parceria iniciada em Ecaterimburgo, na Rússia, em 2009. Lula afirmou ainda que o grupo decidiu aprofundar a cooperação, e a declaração conjunta reflete justamente o “amplo leque de interesses comuns” que une os países nas áreas política, financeira, comercial, ambiental, energética, agrícola e de segurança. Lembrou ainda a importância do acordo de cooperação entre os bancos de desenvolvimento dos quatro países, que vai permitir “ampliar as atividades de fomento a projetos de infraestrutura”, e a interação entre as cooperativas de cada país, estimulando os setores produtivos.

Ouça aqui a íntegra do pronunciamento do presidente Lula:


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O primeiro-ministro indiano Manmohan Singh, o presidente Lula e o presidente sulafricano Jacob Zuma se reuniram em Brasília para a IV Cúpula do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas). Foto: Ricardo Stuckert/PR

O primeiro-ministro indiano Manmohan Singh, o presidente Lula e o presidente sulafricano Jacob Zuma se reuniram em Brasília para a IV Cúpula do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Selo do Bric e Ibas 2010

Para problemas cada vez mais globais é preciso ter respostas igualmente universais, baseadas na solidariedade, cooperação e diálogo, defendeu o presidente Lula na abertura da plenária da 4ª Cúpula do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas), realizada na tarde desta quinta-feira (15/4), no Palácio Itamaraty, em Brasília. O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohah Singh, também participaram do encontro.

O presidente Lula afirmou que o grupo é uma resposta “a uma ordem internacional desigual e injusta, incapaz de resolver antigos problemas, como a pobreza extrema e a fome de milhões”, e também não oferece respostas adequadas a novas ameaças como a degradação ambiental e a insegurança alimentar e energética. Como alternativa aos desafios de um mundo interdependente, o Ibas propõe mais cooperação e mais solidariedade, afirmou o presidente Lula, além de ajudar a moldar um século 21 livre de conflitos, miséria e medo.

Somos três grandes democracias multiétnicas do mundo em desenvolvimento, unidas para propor e construir. Sem antagonismos. Com firmeza e continuidade de propósitos. Nossa vocação democrática nos ensinou a apostar na transparência e legitimidade das decisões multilaterais. Para problemas cada vez mais globais, precisamos de respostas igualmente universais.

Lula afirmou ainda que pretende realizar ainda este ano, no Brasil, um encontro de líderes empresariais dos três países.

E em seu discurso de encerramento, o presidente Lula afirmou:

Esta Cúpula é a culminação de uma longa caminhada e o começo de uma jornada ainda mais promissora. Índia, Brasil e África do Sul já têm uma história conjunta e certamente terão, cada vez mais. um futuro comum. Pessoalmente, me despeço do IBAS. E o faço com o sentimento do dever cumprido, com orgulho e felicidade de ver que nossa idéia prosperou. Com a alegria de ter compartilhado com indianos e sul-africanos esta extraordinária e promissora aventura. Desafiamos a geografia e a inércia – e vencemos.

Ouça a íntegra do discurso do presidente na abertura do encontro:

Ouça a íntegra do discurso do presidente no encerramento do evento:

O presidente brasileiro lembrou dos esforços de Brasil, Índia e África do Sul em concluir a Rodada de Doha de forma mais equilibrada, garantindo assim que o comércio internacional seja uma “alavanca para os países mais pobres”, permitindo a eles que desenvolvam o seu potencial agrícola. Citou ainda a atuação dos três países no Conselho de Direitos Humanos e nas negociações sobre mudanças no clima, defendendo o meio ambiente sem que isso interfira no direito ao desenvolvimento, e defendeu mais uma vez a reforma da ONU:

Estamos juntos nessas inúmeras frentes. Mas os países em desenvolvimento não consolidarão uma voz mais ativa sem a reforma da ONU e a ampliação do Conselho de Segurança. Temos credibilidade e estamos dispostos a assumir responsabilidades. Por isso defendo a participação de novos atores nas negociações sobre o Oriente Médio. Não temos histórico colonial nem interesses particulares na região. Podemos ajudar a desobstruir os impasses. Nosso único interesse naquela parte do mundo é o de contribuir para a paz.

Lula prestou homenagem aos primeiro-ministro Singh e ao presidente Zuma pelo compromisso assumido com a iniciativa da Estratégia de Desenvolvimento Social do IBas, que tem como seus principais pilares a cooperação, o diálogo e a solidariedade. Os primeiros frutos já começaram a aparecer: o lançamento de dois satélites do grupo, que trará benefícios nas áreas de navegação e agricultura, entre outras.

Já o Fundo IBAS permite que haja significativos avanços em pesquisa agrícola, formação técnico-profissional, saúde e desenvolvimento de fontes renováveis de energia nos três países.

Com o Fundo IBAS, estamos provando que não é preciso ser rico para ser solidário. Que é possível ajudar sem ingerência nos assuntos internos de outras nações. Estamos provando também que solidariedade não escolhe hora.


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A Medida Provisória enviada pelo governo ao Congresso Nacional nesta quinta-feira (21/1) prevê ajuda financeira de mais de R$ 350 milhões para o Haiti, segundo informou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, após reunião ministerial realizada na Granja do Torto, em Brasília.

Na MP estão previstos os US$ 15 milhões já anunciados pelo presidente Lula no dia seguinte à catástrofe, ocorrida semana passada, R$ 205 milhões do Ministério da Defesa a serem usados em ações humanitárias e R$ 135 milhões do Ministério da Saúde que pretende construir e equipar 10 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no território haitiano.

Padilha informou ainda que o presidente Lula recomendou ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que se inicie imediatamente o procedimento de construção das UPAs, já que a população do Haiti tem demanda por atendimento de primeiros socorros.

O governo pretende ainda aumentar o efetivo militar no Haiti em mais 1,3 mil militares e, para viabilizar isso, uma outra mensagem será enviada ao Congresso – por enquanto, o país caribenho receberá mais 900 homens das Forças Armadas brasileiras.


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Após conversar por telefone nesta quarta-feira (13/1) com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o presidente Lula anunciou que o Brasil poderá liderar um movimento pela reconstrução do Haiti, país que foi arrasado por terremoto na última terça-feira (12/1). Lula afirmou que o Brasil doou US$ 15 milhões ao governo haitiano e 14 toneladas de alimentos, que serão enviados ao país caribenho nesta quinta-feira (14/1), em um avião Hércules a partir da Base Aérea de Brasília. Um Boeing 707 também seguirá para a capital haitiana, Porto Princípe, com militares do Corpo de Bombeiros especializados em resgates de vítimas em escombros. O presidente brasileiro explicou que os próximos passos serão dados a partir do relatório do ministro da Defesa, Nelson Jobim, que desembarca no Haiti nas próximas horas.

Ouça aqui o áudio da entrevista coletiva concedida pelo presidente Lula no Palácio Itamaraty:

Lula informou que, na conversa com o presidente Obama, avisou que o governo brasileiro seguirá com os entendimentos para a ajuda ao Haiti. Obama informou que se reunirá com o ex-presidente Bill Clinton, representante da ONU para aquele país, para traçar o cronograma que, no Brasil, será capitaneado pelo Gabinete da Segurança Institucional (GSI), sob liderança do general Jorge Felix.

Na entrevista com jornalistas, o presidente brasileiro lamentou a morte de 11 militares e de Zilda Arns, coordenadora da Pastoral da Criança, e afirmou que deverá conversar com o presidente do Haiti, Rene Préval, tão logo sejam restabelecidas as comunicações com aquele país. Além disso, Lula manifestou interesse em viajar ao Haiti. O roteiro da visita oficial já vinha sendo preparado oficialmente e com a tragédia aumentou-se a necessidade de visitar o país.

O presidente Lula também enfocou outros assuntos, como a edição do decreto que cria o Grupo de Trabalho para elaborar anteprojeto de lei  que institui a Comissão Nacional da Verdade; a mobilização do governo federal na elaboração de um plano para as regiões metropolitanas; as 63 conferências nacionais que abordaram os mais diversos temas de interese da sociedade brasileira e o processo de escolha dos caças que serão usados na defesa nacional.


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Presidente Lula discursa na cerimônia de encerramento do seminário empresarial Brasil-Alemanha, em Hamburgo. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula discursa na cerimônia de encerramento do seminário empresarial Brasil-Alemanha, em Hamburgo. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Exatamente na cidade onde se firmou o primeiro acordo de cooperação econômica com o Brasil – em 1827 -, o presidente Lula participou, nesta sexta-feira (4/12), da cerimônia de encerramento do Seminário Empresarial Brasil-Alemanha. Em Hamburgo, Lula e empresários chegaram num trem especialmente preparado para atender a delegação brasileira. No encontro com empresários dos dois países, Lula buscou mais uma vez passar para os investidores estrangeiros os avanços conquistados pelo Brasil nos últimos anos, traçou perfil do atual momento da economia e vislumbrou grandes perspectivas de parceria no setor de biocombustíveis.

Num discurso de mais de 50 minutos, Lula destacou também a importância da Alemanha no processo de industrialização brasileiro com ênfase à indústria automobilística e de bens de consumo. O presidente brasileiro explicou também as iniciativas de governo no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sobretudo aqueles que preveem projetos voltados para energias limpas e renováveis. Lula deu destaque aos programas sociais como o Bolsa Família e o Luz para Todos.

Presidente Lula conversa com o condutor do trem de alta velocidade que o levou a Hamburgo, juntamente com comitiva de empresários brasileiros. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula conversa com o condutor do trem de alta velocidade que o levou a Hamburgo, juntamente com comitiva de empresários brasileiros. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Por ser o maior pólo industrial alemão no exterior, Lula defendeu que as indústrias alemãs reforcem ainda mais os planos de investimentos no Brasil. O intercâmbio quase triplicou nos últimos cinco anos, passando de US$ 8 bilhões para US$ 21 bilhões em 2008. O presidente destacou a necessidade de Brasil e Alemanha avançarem em matéria de inovação e conhecimento.

Na agenda de trabalho, Lula se reuniu com o presidente da Siemens, Peter Löscher, na sede do governo de Hamburgo. Depois, concedeu audiência ao presidente do Conselho de Administração da Unidade de Negócios “Sistemas Marítimos” da ThyssenKrupp AG, Hans-Christoph Atzpodien, e após o encerramento do seminário Brasil-Alemanha, participou de almoço oferecido pelo governador da cidade-estado de Hamburgo, Ole von Beust, último compromisso da viagem à Alemanha.


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A crise econômica mundial e as mudanças climáticas não deixam dúvidas: é tempo de construir pontes de cooperação e derrubar muros da desigualdade, preconceito e desperdício. Em jantar oferecido pelo presidente da Alemanha, Horst Köhler, nesta quinta-feira em Berlim, o presidente Lula destacou a importância da visita oficial que faz ao país europeu no ano em que comemora os 60 da República e 20 anos da queda do Muro de Berlim.

Nossa tarefa coletiva é construir pontes, unir. Jamais separar. A crise econômica mundial e os riscos da mudança do clima deixam patente que somos cada vez mais dependentes uns dos outros. Precisamos, por isso, derrubar também os muros levantados pela desigualdade, pelo preconceito e pelo desperdício.

Lula também falou sobre o empenho do Brasil para promover um acordo global na reunião da ONU sobre clima em Copenhague (Dinamarca):

Enfrentar eficazmente a mudança do clima e preservar o meio ambiente não é um custo, mas um investimento. Na luta pelo futuro do planeta, a Alemanha assumiu o compromisso de reduzir significativamente suas emissões e melhorar seu balanço energético. O Brasil vai também a Copenhague com propostas ambiciosas e compromissos concretos. Em 2009, apresentamos o menor desmatamento dos últimos 20 anos. Nossa meta vai mais longe: vamos reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia até 2020. Assim, diminuiremos em 4,8 bilhões de toneladas a emissão de CO2, mais do que a soma dos compromissos de todos os países desenvolvidos juntos.


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A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, será recebida nesta quarta-feira (18/11) pelo presidente Lula em recepção no Palácio Itamaraty, onde ambos revisarão o andamento de projetos do Mecanismo de Integração e Coordenação Brasil-Argentina e assinarão alguns atos de cooperação, entre os quais um que facilita o turismo na fronteira Foz do Iguaçu – Puerto Iguazú e outro que fortalece o Programa de Controle de Dengue nos dois países.

Está prevista também estabelecimento de convênio entre as empresas Empreendimentos Energéticos Binacionais (Ebisa), da Argentina, e a brasileira Eletrobrás para a realização de um estudo técnico-econômico e ambiental sobre a possível construção de uma segunda hidrelétrica no rio Uruguai.

Após as solenidades, Lula e Cristina Kirchner participarão de uma coletiva de imprensa e, em seguida, será oferecido um almoço para a presidenta argentina ainda no Palácio Itamaraty.


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José Maria Neves, primeiro-ministro do Cabo Verde, e o presidente Lula conversam em encontro realizado em Brasília nesta terça-feira. Foto: Ricardo Stuckert/PR

José Maria Neves, primeiro-ministro do Cabo Verde, e o presidente Lula conversam em encontro realizado em Brasília nesta terça-feira. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula se encontrou na tarde desta terça-feira, em Brasília, com o primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, para discutir a negociação da dívida do país africano e também acordos de cooperação e comércio bilaterais. O governante cabo-verdiano terá nos próximos dias encontros com os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e de São Paulo, José Serra, além de reuniões com representantes de empresas brasileiras que atuam em seu país.

José Maria Neves, que fica no Brasil até o próximo dia 17 de outubro, também se encontrará com representantes da comunidade estudantil de Cabo Verde no Rio de Janeiro e com a diretoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo, onde se formou.


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Lula discursa durante cerimônia no Ministério da Justiça que marcou o Dia Nacional de Combate a Cartéis. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Lula discursa durante cerimônia no Ministério da Justiça que marcou o Dia Nacional de Combate a Cartéis. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula participou, na noite desta quinta-feira (8/10), de cerimônia no Ministério da Justiça, em Brasília, que marcou o Dia Nacional de Combate a Cartéis. Na oportunidade, foi assinado acordo de cooperação com a União Européia para a troca de experiências e maior integração no combate a cartéis. Foi lançada também a Estratégia Nacional de Combate a Cartéis (Enacc) que, segundo o presidente, fortalece a economia nacional e dota o País de critérios “republicanos e transparentes na concorrência”.

Lula lembrou em seu discurso que cartéis geram aumento de preço e pressionam os índices de inflação, prejudicando assim as pessoas que vivem de salário no País. Afirmou também ser fundamental garantir no Brasil um ambiente de competição, que garante economia em obras públicas e a qualidade dos produtos e serviços contratados.

Veja trecho do discurso do presidente:

Para ouvir a íntegra do discurso, clique aqui:


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