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Posted by robertocordeiro under desenvolvimento, emprego

Na coluna “Conversa com a Presidenta”, publicada nesta terça-feira (12/4) em jornais no Brasil e no exterior, a presidenta Dilma Rousseff foi abordada sobre temas como estímulo para pequenos empresários, como por exemplo linha de crédito mais acessível; a cooperação sino-brasileira e também a questão da oferta de mão de obra no país. De Campinas, o empresário Cleriston Alan Santos indagou sobre “quando o governo federal irá estimular de fato os pequenos empresários, cobrando menos impostos e investindo em crédito acessível?”
“Nós temos plena consciência da importância das micro e pequenas empresas, que empregam, sozinhas, quase a metade da mão de obra no Brasil. Tanto que decidimos criar a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que terá status de ministério e será vinculada diretamente à Presidência. O órgão vai facilitar em muito a formulação de políticas de apoio – que, aliás, já existem. Em 2006, com a aprovação da lei que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, o setor foi fortemente beneficiado.”
E prosseguiu: “a lei estabeleceu estímulos para acesso ao crédito, ao mercado, à tecnologia e criou o Simples Nacional, que unifica oito tributos. A lei garante também que as compras do setor público, de até R$ 80 mil, devem ser feitas exclusivamente das micro e pequenas empresas. Resultado: considerando as vendas apenas para o governo federal, o faturamento do setor subiu de R$ 3,8 bilhões, em 2005, para R$ 15,9 bilhões, em 2010. O crescimento foi de 318%. Destaco também que o aumento real da renda no país foi um estímulo para toda a economia, incluindo o setor das micro e pequenas empresas. E mais: na semana passada, nós comemoramos a marca de 1 milhão de trabalhadores que aderiram ao programa Empreendedor Individual e passaram ter inscrição no CNPJ, a emitir nota fiscal, e a contar com toda a proteção da Previdência Social.”
Leia aqui a íntegra da coluna “Conversa com a Presidenta”.
A presidenta Dilma, que está na China em missão oficial, foi questionada pelo economista Felipe Castro B. dos Santos, 24 anos, que reside em Pequim há dois anos, sobre os planos para aperfeiçoar a representação brasileira na China, bem como as medidas que serão tomadas para ampliar a cooperação bilateral sino-brasileira.
“Felipe, nossa embaixada em Pequim já é uma das maiores do Brasil. E, nos últimos anos, inauguramos um consulado em Cantão e renovamos o consulado de Xangai. Neste momento, estou visitando o país, em uma das primeiras viagens que faço ao exterior como presidenta. A China já é, desde 2009, o nosso maior parceiro comercial. Queremos reciprocidade, isto é, aumentar o acesso a produtos brasileiros no mercado chinês, exportar produtos com maior valor agregado”, respondeu a presidenta.
A presidenta informa ainda que “a China é o país que mais investe no Brasil” e que o governo trabalha para aumentar a participação de empresas brasileiras no desenvolvimento econômico chinês. As parcerias devem ser estreitadas, assegurou, em várias outras áreas, como, por exemplo, em ciência, tecnologia e inovação, bem como no campo espacial e de defesa. “Temos muitos interesses em comum e atuamos de forma articulada no cenário internacional, em fóruns como o G-20, o grupo dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e do BASIC (Brasil, África do Sul, Índia e China). O Brasil e a China estabeleceram entre si – e estamos aprofundando – uma parceria estratégica de grande envergadura”.
A cabeleireira Maria das Graças G. da Silva, do município de Abreu e Lima (PE), mostrou-se interessada naquilo que tem sido feito pelo governo para combater o desemprego. “Vamos prosseguir com as medidas que vêm apresentando ótimos resultados quanto à redução do desemprego”, explicou a presidenta. Ainda na resposta, Dilma Rousseff conta que “o índice atual está em torno de 6%, um dos mais baixos da história”. A criação de novos empregos com carteira assinada, comenta, foi de quase 15 milhões no governo passado e, no primeiro bimestre deste ano, já bateu novo recorde histórico: 448 mil. “O estímulo ao crescimento tem sido vital para a geração de novos postos de trabalho.”
“Foram várias iniciativas, inclusive os altos investimentos em obras de infraestrutura energética, logística e social-urbana, que se espalham por todo o país. Com as obras do PAC 2, incluindo o programa Minha Casa Minha Vida, com o início da exploração do pré-sal e com a realização dos maiores eventos esportivos do planeta – a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 – aumentará ainda mais a necessidade de mão de obra. Em alguns setores já existem mais vagas que candidatos qualificados para preencher. É por isso que vamos investir ainda mais no ensino, tanto nas universidades e escolas técnicas quanto nos planos nacionais de qualificação. Para aumentar a reinserção dos beneficiários do Seguro Desemprego no mercado, lançamos recentemente o portal Mais Emprego (http://maisemprego.mte.gov.br). Com o site, que atenderá todos os estados até o final do ano, vamos integrar informações de vários órgãos e facilitar a vida de quem precisa de emprego.”
Tags: Blog do Planalto, Brasil, Brasil e China, Conversa com a Presidenta, cooperação bilateral, crédito, Destaques, Dilma, Dilma Rousseff, Entrevistas, Geral, governo, linha de financiamento, microempresário, Outros, política, políticas públicas, presidenta, presidente, sino-brasileira
Posted by jorge under Uncategorized
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Patrus Ananias, afirmou que o presidente Lula assinará dois termos de cooperação com o governo do Haiti: um para a construção de cem cisternas a curto prazo no país e outro para garantir alimentos por meio de programas de agricultura familiar.
O ministro Ananias viajou para Porto Príncipe nesta quarta-feira (24/2) para acompanhar a visita do presidente brasileiro ao país caribenho. Ele afirma que o trabalho de cooperação com o Haiti precisa ser intensificado porque cerca de 80% da população local vive hoje abaixo da linha da pobreza. “E pelo menos metade dos habitantes vive em estado de pobreza absoluta. Isso é muito preocupante”, afirmou o ministro.
Patrus Ananias considera ainda importante promover programas de geração de emprego e renda no Haiti. “O país tem uma bonita história de resistência do povo, mas sofre com o impacto da pobreza extrema.”
Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem ao Haiti.
O emir do Catar, xeque Hamad Bin Khalifa Al Thani, será recebido pelo presidente Lula, nesta quarta-feira (20/1), no Palácio Itamaraty. Al Thani está em visita oficial ao Brasil. Na reunião de trabalho, serão assinados acordos entre os dois países sobre o estabelecimento de mecanismo de consultas políticas e de comitê de cooperaração intergovernamental, sobre serviços aéreos bilaterais, formas der evitar dupla tributação dos lucros do transporte aéreo internacional, isenção de vistos em passaportes oficiais e diplomáticos e cooperação econômica e comercial.
Às 15h30, o presidente Lula tem reunião sobre o programa Minha Casa, Minha Vida. A agenda do presidente prevê também audiências aos ministros Guido Mantega (Fazenda), Carlos Lupi (Trabalho e Emprego) e Pedro Brito (Secretaria Especial de Portos), além do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha.
O emir do Catar, xeque Hamad Bin Khalifa Al Thani, será recebido pelo presidente Lula, nesta quarta-feira (20/1), no Palácio Itamaraty. Al Thani está em visita oficial ao Brasil. Na reunião de trabalho, serão assinados acordos entre os dois países sobre o estabelecimento de mecanismo de consultas políticas e de comitê de cooperaração intergovernamental, sobre serviços aéreos bilaterais, formas der evitar dupla tributação dos lucros do transporte aéreo internacional, isenção de vistos em passaportes oficiais e diplomáticos e cooperação econômica e comercial.
Às 15h30, o presidente Lula tem reunião sobre o programa Minha Casa, Minha Vida. A agenda do presidente prevê também audiências aos ministros Guido Mantega (Fazenda), Carlos Lupi (Trabalho e Emprego) e Pedro Brito (Secretaria Especial de Portos), além do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha.
Posted by jorge under Agenda
O presidente Lula recebe, nesta quarta-feira (20/1), no Palácio Itamaraty, o Emir do Estado do Catar, Xeque Hamad Bin Khalifa Al Thani, que se encontra em visita oficial ao Brasil. Na oportunidade, as duas autoridades assinam acordos sobre o estabelecimento de mecanismo de consultas políticas e de comitê de cooperaração intergovernamental, sobre serviços aéreos bilaterais, formas der evitar dupla tributação dos lucros do transporte aéreo internacional, isenção de vistos em passaportes oficiais e diplomáticos e cooperação econômica e comercial.
Nota oficial do Ministério das Relações Exteriores diz que, no encontro, serão avaliadas as oportunidades de incremento e diversificação do intercâmbio econômico-comercial e de investimentos. Serão igualmente passados em revista temas das agendas regionais e internacional.
As exportações do Brasil ao Catar renderam US$ 195 milhões no ano passado, uma redução de 34% em comparação com 2008. Os principais itens embarcados foram carnes in natura, minério de ferro, material elétrico, carnes industrializadas e cartuchos para espingardas. Já as importações de produtos do Catar somaram US$ 25 milhões, uma queda de 82% em relação a 2008. A uréia foi praticamente o único item comercializado.
Posted by jorge under Agenda
O presidente Lula recebe, nesta quarta-feira (20/1), no Palácio Itamaraty, o Emir do Estado do Catar, Xeque Hamad Bin Khalifa Al Thani, que se encontra em visita oficial ao Brasil. Na oportunidade, as duas autoridades assinam acordos sobre o estabelecimento de mecanismo de consultas políticas e de comitê de cooperaração intergovernamental, sobre serviços aéreos bilaterais, formas der evitar dupla tributação dos lucros do transporte aéreo internacional, isenção de vistos em passaportes oficiais e diplomáticos e cooperação econômica e comercial.
Nota oficial do Ministério das Relações Exteriores diz que, no encontro, serão avaliadas as oportunidades de incremento e diversificação do intercâmbio econômico-comercial e de investimentos. Serão igualmente passados em revista temas das agendas regionais e internacional.
As exportações do Brasil ao Catar renderam US$ 195 milhões no ano passado, uma redução de 34% em comparação com 2008. Os principais itens embarcados foram carnes in natura, minério de ferro, material elétrico, carnes industrializadas e cartuchos para espingardas. Já as importações de produtos do Catar somaram US$ 25 milhões, uma queda de 82% em relação a 2008. A uréia foi praticamente o único item comercializado.
Posted by jorge under Agenda, crise econômica
Em sua declaração conjunta e entrevista coletiva após o encontro com o presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, o presidente Lula destacou que além das oportunidades comerciais, é importante que Brasil e Ucrânia explorem suas posições convergentes sobre temas de interesse global. Para ele o momento exige firmeza e coerência dos líderes mundiais para enfrentar os desafios desse início de século, agora que os fatos mostram que o mundo não pode ser regido por um grupo de 7 ou 8 países ricos sem levar em conta mais da metade da humanidade.
Ouça a íntegra da declaração :
Para ler, clique aqui.
Lula acredita ser imperativo que os paradigmas da governança mundial mudem, especialmente depois que a última crise econômica provou que estavam errados:
“A crise é resultante da hegemonia de paradigmas econômicos e políticos profundamente equivocados que encobriam desenfreada especulação. Dominavam teses sobre as excelências do Estado mínimo, sobre as vantagem das privatizações de empresas publicas, sobre a crítica forte à presença reguladora do Estado… Tudo isso conduziu a economia global a beira do abismo. Mas a crise é também uma oportunidade para a construção de uma nova ordem e governança internacionais.”
Para o presidente é preciso reformar as Nações Unidas com a inclusão de novos membros para que enfim a instituição responsável pela paz mundial possa avançar em legitimidade e eficácia. Para ele as organizações políticas e econômicas multilaterais já não podem prescindir da legitimidade dos países em desenvolvimento para a tomada de decisões. Não faz sentido que o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, por exemplo, continuem a operar nos moldes tradicionias depois de o Brasil – e vários outros países em desenvolvimento – emprestar US$ 14 milhões para o Fundo.
Cooperação Brasil – Ucrânia
Depois de duas décadas de relações diplomáticas, Ucrânia e Brasil já se ajudam em muitas áreas. Por exemplo, têm acordo de cooperação espacial e buscam se tornar atores relevantes no uso pacífico do espaço. Juntos esperam realizar o primeiro voo de qualificação do veículo de lançamento do satélite Cyclone-4 ainda em 2010. Lula destacou que a produção de satélites e de veículos lançadores é componente essencial do projeto de defesa do território brasileiro, e terá efeitos multiplicadores em atividades de sensoriamento remoto, serviços meteorológicos e controle do espaço aéreo nacional. Na área da defesa, pretendem explorar a complementariedade industrial para produzir juntos equipamentos de defesa.
Outro campo de cooperação é no esporte. Técnicos ucranianos elevaram a ginástica artística brasileira a outro patamar, formando inclusive campeões mundiais. Em sua fala agradeceu ao voto da Ucrânia no Rio de Janeiro como sede das olimpíadas de 2016 e disse que a ajuda do país na preparação de atletas brasileiros será fundamental.
Tags: banco mundial, Brasil, comércio, cooperação bilateral, crise econômica mundial, economia, FMI, Fundo Monetário Interancional, Nações Unidas, nova ordem mundial, olimpíadas, ONU, UCrânia