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Presidena Dilma Rousseff recebeu o ator Chico Diaz, em cartaz no CCBB com o monólogo A Lua vem da Ásia, para uma conversa sobre literatura,cinema e teatro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O ator Chico Diaz, em cartaz com a peça “A Lua vem da Ásia”, baseada no livro homônimo de Campos de Carvalho, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), esteve hoje (1/4), com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Durante o encontro, Diaz conversou sobre literatura, cinema e teatro com a presidenta Dilma. Na oportunidade, o ator presenteou-a com o livro do escritor brasileiro.

Mais sobre a peça

A paixão e intimidade com esta obra de Campos de Carvalho, serviram de estímulo para o ator Chico Diaz adaptar o texto para os palcos e se lançar ao desafio de estrelar seu primeiro monólogo. Com o cuidado de preservar o caráter surrealista do texto e da personagem iconoclasta, a precisa atuação de Chico Diaz, a direção elogiada de Moacir Chaves e a supervisão de Aderbal Freire-Filho levaram à montagem de um espetáculo carregado de humor ácido.

Publicado em 1956, o livro “A Lua vem da Ásia” marca o nascimento da narrativa surrealista de Campos de Carvalho, como bem mostra o seguinte trecho do texto: “Quando em 1934 atravessei sozinho o deserto de Iguidi, tendo por única companhia um casal de borboletas, ocorreu-me a aventura mais surpreendente que pode ocorrer a um homem vivo ou morto…”

Antes de “A Lua vem da Ásia”, outras duas obras-primas do autor ganharam os palcos: Vaca de nariz sutil e O púcaro búlgaro, que aproximaram o público da palavra bem dita, capaz de provocar transformações.


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Cineasta Anna Muylaert, diretora do filme E Proibido Fumar. Foto: Rafael Alencar/PR

Selo da série especial Dia internacional da Mulher Nessa sexta-feira (25/3), a presidenta Dilma Rousseff participa de mais uma ação de homenagem ao mês da mulher: logo mais, no Palácio da Alvorada, Dilma assistirá ao filme ‘É Proibido Fumar’, escrito e dirigido por Anna Muylaert, em sessão de cinema com cineastas brasileiras.

Em conversa exclusiva com o Blog do Planalto, Anna Muylaert – que desembarcou em Brasília (DF) hoje à tarde especialmente para a ocasião – afirmou que o cenário cinematográfico atual está muito mais positivo para a participação das mulheres.

“Da retomada para cá a participação da mulher vem crescendo, chegou um ponto até que ela pareceu maior que a do homem, logo no começo. O filma da Carla Camurati, Carlota Joaquina, marca a retomada. Num nível não só de diretoras, mas no nível técnico -- a maioria dos produtores são mulheres, hoje temos montadoras, e agora também muitas diretoras de fotografia”, disse.

Anna Muylaert afirmou ainda que é muito importante para o país, não apenas para o setor da cultura, ter uma mulher presidenta da República, “não só pelo fato de a mulher se ver representada lá, mas também para os homens, porque o que hoje é novidade, no futuro deverá ser normal”.

Sobre o filme que será exibido durante a sessão com a presidenta, Muylaert explicou que ‘É Proibido Fumar’ nasceu de uma necessidade sua de falar como as mulheres já alcançaram progresso e sucesso, igualdade profissional e financeira, “mas que muitas vezes no nível emocional têm ainda sonhos quase do século passado, se mantêm subservientes”.

“Tinha muita vontade de falar da dificuldade das relações; de como superar, quebrar, furar as paredes da relação”, frisou Anna.

Biografia -- Anna Luiza Muylaert nasceu no dia 21 de abril de 1964, em São Paulo. Estudou cinema na Escola de Comunicação e Artes da USP e hoje é roteirista e diretora de cinema e de televisão. No inicio de carreira, fez crítica de cinema para a revistas e jornais e trabalhou como repórter nos programas TV Mix da TV Gazeta e Matéria Prima, de Serginho Groissman. No cinema, Anna dirigiu ainda os filmes ‘Durval em Discos (2002)’ e ‘O Brasil em Curtas 13 -- Cinema e Comédia’ (1991). Como roteirista, atuou em ‘Quanto dura o amor?’ (2009) e ‘O ano em que meus pais saíram de férias’ (2006).

Filme – Rodado em seis semanas em São Paulo, e fruto de um processo de desenvolvimento de roteiro que tomou seis anos, ‘É Proibido Fumar’ tira partido do encontro inédito de Glória Pires, uma das atrizes brasileiras mais experimentadas pelo cinema e a TV, e Paulo Miklos, que começou sua carreira no cinema com uma premiada performance em O Invasor (2002), de Beto Brandt, e fez Boleiros 2 (2006) e Estômago (2007).

Veja trailler do filme É Proibido Fumar:

O filme conta a história de Baby (Glória Pires), que vive sozinha no apartamento que herdou da mãe. Ela dá aulas de violão para alguns alunos e vive em atrito com as irmãs. Quando o músico Max (Paulo Miklos) se muda para o apartamento vizinho, Baby vê nele a grande chance de voltar à vida, mas para que o romance dê certo ela está disposta a enfrentar qualquer ameaça, inclusive seu vício compulsivo por fumar. À época do lançamento, Glória Pires explicou que o filme trata das grandes dificuldades da vida moderna.

“Às vezes, quanto mais perto das pessoas a gente está, mais difícil fica o contato. É a vida na metrópole, onde os espaços são delimitados, e os sentimentos têm que caber em determinadas situações”, disse a atriz, que também interpretou a mãe do ex-presidente Lula, dona Lindu, no filme ‘Lula, o Filho do Brasil’.

O 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro consagrou ‘É Proibido Fumar’. O filme levou oito troféus Candangos para casa, entre eles o de melhor filme, melhor roteiro, melhor atriz e melhor ator e ainda o prêmio especial da crítica. A película levou também seis troféus da 5ª edição do Prêmio Contigo! de Cinema Nacional, além de melhor diretor e melhor atriz pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, entre outras premiações e indicações.


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Houve um período da história do Brasil que aconteceu de verdade, aconteceram barbaridades, atrocidades e elas têm que ser escancaradas para a sociedade saber o que aconteceu, até porque não há razões para esconder um fato histórico. (Trecho do depoimento do presidente Lula no documentário Perdão, Mister Fiel, de Jorge Oliveira)

Cinema é diversão, mas também instrumento de alerta e denúncia, e por meio de filmes de ficção e documentários que retratam os horrores de uma ditadura militar, garante-se um direito fundamental: o Direito à Memória e à Verdade. Esse, aliás, é o tema da 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que abre oficialmente nesta quarta-feira (17/11) em Brasília (DF). A Mostra é realizada em 20 capitais brasileiras e reúne 41 obras de dez países sul-americanos -- veja aqui a lista. As sessões são gratuitas e têm audidescrição e closed caption, garantindo o acesso a pessoas com deficiência visual ou auditiva. A mostra vai até o dia 19 de dezembro e reúne filmes que retratam fatos e consequências das ditaduras militares da região, entre títulos inéditos e clássicos como A Batalha do Chile, A História Oficial e Pra Frente, Brasil.

Para Rogério Sottili, secretário-executivo da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, organizadora da mostra, é preciso promover a educação, sensibilização e cultura em direitos humanos no País porque “durante muitos anos acreditou-se ser normal torturar, matar e esconder corpos de vítimas de ditaduras”.

É estratégico para o Brasil, que tem um histórico de 500 anos de violação dos direitos humanos, trazer o assunto para a pauta nacional. Com a Mostra, nosso objetivo é sensibilizar corações e mentes e dizer que direitos humanos é também tratar de sustentabilidade ambiental, acessibilidade, cultura, respeito às diferenças. Falar em direitos humanos é, ainda, garantir o direito à memória e à verdade.

O primeiro filme da mostra hoje no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília (sessão às 19h30, só para convidados) é o documentário Perdão, Mister Fiel , que conta com depoimento do presidente Lula. A obra, do cineasta alagoano Jorge Oliveira, traz depoimentos de 30 personalidades brasileiras, entre historiadores, escritores, ex-presos políticos e exilados, que contaram suas experiências pessoais e analisaram o contexto político nacional e internacional que motivou a barbárie da ditadura militar.

Também estão presentes na programação da Mostra temas como o direito à terra, ao trabalho, à inclusão social, à diversidade étnica e religiosa, respeito às orientações sexuais, o direito à memória e à verdade, direitos dos povos indígenas, das pessoas com deficiência, da pessoa idosa, da criança e do adolescente, da população carcerária, da população afrodescendente e dos refugiados.

A 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul tem produção da Cinemateca Brasileira, patrocínio da Petrobras e apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), TV Brasil e Sociedade Amigos da Cinemateca. As obras mais votadas pelo público são contempladas com o Prêmio Aquisição TV Brasil nas categorias longa, média e curta-metragem. A programação tem curadoria do cineasta e curador Francisco Cesar Filho.


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Presidente Lula quer incentivos para a retomada do mercado cinematográfico brasileiro. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O incentivo para que empresários invistam na construção de novas salas de cinema e que ocorra um processo de desconcentração destas salas nas periferias das cidades ou fora dos grandes centros urbanos. Essa foi a tônica da defesa do presidente Lula, nesta quarta-feira (23/6), ao lançar o projeto “Cinema perto de você”, do Ministério da Cultura e da Agência Nacional de Cinema (Ancine). A cerimônia ocorreu no município de Luziânia (GO), distante 70 quilômetros de Brasília porque, segundo Lula, a cidade tem o perfil exato daquilo que o governo federal pretende alcançar com o programa. Na cerimônia, o presidente assinou uma Medida Provisória (MP) que assegura incentivos para a expansão dos cinemas país afora.

“É preciso fazer um mapeamento para identificar as causas que levaram a este problema sem ar de lamentação.”

Lula explicou ser necessário, nessa questão, que o poder público sinalize aos investidores a importância de oferecer mais salas de projeções, sem a cobrança de ISS e ICMS, e que os cinemas possam ser um ponto de atração do público. Que motive o cidadão deixar sua casa, enfrentar o transporte e pagar pelo ingresso para assistir ao filme. Para o presidente, essa conjugação de fatores poderá retomar o mercado cinematográfico brasileiro.

Ele contou que o filme “Cinema Paradiso” espelhou um pouco sua história. Nos anos 60, assistia fitas projetadas nas paredes de pequenos comércios e o áudio tinha pouca qualidade. “Quando assisti ao filme Cinema Paradiso, eu chorei. A história daquele menino era um pouco a minha história”, explicou.

Naquela época, conforme contou, ia ao cinema de terno e gravata que era emprestado pelo amigo Cláudio. Lula tratava o amigo com carinho, pois acreditava que se ele ficasse zangado pegaria a roupa de volta. O presidente fez questão de narrar estas dificuldades, inclusive com um pouco de nostalgia, para mostrar a plateia que se concentrava em Luziânia aquilo que é necessário fazer neste momento para a retomada deste mercado.

Ele acredita que a televisão foi outro fator que tirou o público das salas de projeções. Para o cidadão, o conforto da casa com um aparelho de televisão à frente assistindo novela ou outro programa é incentivo para não ir ao cinema. E, conforme assinalou, o controle remoto diminuiu ainda mais as chances de assistir filmes nos telões. Porém, ele aposta na inversão desta situação. Lula pediu também que a MP a ser encaminhada ao Congresso Nacional seja aprovada ainda este ano.


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Presidente Lula quer incentivos para a retomada do mercado cinematográfico brasileiro. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Os empresários brasileiros de entretenimento foram incentivados nesta quarta-feira (23/6) pelo presidente Lula a investir na construção de novas salas de cinema para ajudar no processo de desconcentração dessas salas nas periferias das cidades ou fora dos grandes centros urbanos, durante lançamento do projeto “Cinema perto de você”, do Ministério da Cultura e da Agência Nacional de Cinema (Ancine). A cerimônia ocorreu no município de Luziânia (GO), distante 70 quilômetros de Brasília porque, segundo Lula, a cidade tem o perfil exato daquilo que o governo federal pretende alcançar com o programa. Na cerimônia, o presidente assinou uma Medida Provisória (MP) que assegura incentivos para a expansão dos cinemas país afora.

“É preciso fazer um mapeamento para identificar as causas que levaram a este problema sem ar de lamentação.”

Lula explicou ser necessário que o poder público sinalize aos investidores a importância de oferecer mais salas de projeções sem a cobrança de ISS e ICMS, e que os cinemas possam ser um ponto de atração para o público, motivando o cidadão a deixar sua casa, enfrentar o transporte e pagar pelo ingresso para assistir ao filme.

Lula contou que o filme “Cinema Paradiso” espelhou um pouco sua história. Nos anos 60, assistia fitas projetadas nas paredes de pequenos comércios e o áudio tinha pouca qualidade. “Quando assisti ao filme Cinema Paradiso, eu chorei. A história daquele menino era um pouco a minha história”, explicou.

Naquela época, conforme contou, ia ao cinema de terno e gravata que era emprestado pelo amigo Cláudio. Lula tratava o amigo com carinho, pois acreditava que se ele ficasse zangado pegaria a roupa de volta.

O presidente acredita que a televisão foi outro fator que tirou o público das salas de projeções. Para o cidadão, o conforto da casa com um aparelho de televisão à frente assistindo novela ou outro programa é incentivo para não ir ao cinema. E, conforme assinalou, o controle remoto diminuiu ainda mais as chances de uma pessoa assistir filmes nos telões. Porém, Lula aposta na inversão dessa situação – para isso confia na na aprovação ainda este ano da MP a ser encaminhada ao Congresso Nacional.


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O espaço do Vera Cruz, que tem dois estúdios e serviu para a gravação de cenas do filme Lula, o filho do Brasil, se transformará na Fundação Pierino Massenzi, em homenagem ao cenógrafo, já falecido, que morou em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

O anúncio do projeto foi feito pelo prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, na cerimônia de pré-estreia do filme de Fábio Barreto. A idéia é transformar o local num dos maiores centros de produção audiovisual do País. Antes da projeção do filme sobre a história de Lula, o público assistiu a um filmete que mostrou a história do Vera Cruz e a proposta da fundação.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, afirmou que a cidade conhecida por abrigar fábricas de carros será também referência na produção cinematográfica. “Fiquei muito impressionado com a quantidade de mão de obra absorvida pela indústria cinematográfica. Isso será muito importante para a nossa região”, avaliou o líder sindical.


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Após a pré-estreia de Lula, o Filho do Brasil (veja aqui o trailer) ontem à noite na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizada num lotado Teatro Nacional, que contou com a presença da primeira-dama Marisa Letícia, os atores principais do filme foram recebidos no Palácio da Alvorada pelo presidente Lula.

O Blog do Planalto estava lá e aproveitou para entrevistar com exclusividade as atrizes Glória Pires (a Dona Lindu, mãe de Lula, no filme), Cleo Pires (Maria de Lourdes, a primeira mulher), Juliana Baroni (a primeira-dama Marisa Letícia) e Rui Ricardo Diaz (o presidente Lula). Confira:


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A atriz Juliana Baroni e a primeira-dama Marisa Letícia, durante exibição do filme Lula, o Filho do Brasil na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro no Teatro Nacional. Juliana interpreta Marisa no filme. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A atriz Juliana Baroni e a primeira-dama Marisa Letícia, durante exibição do filme Lula, o Filho do Brasil na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro no Teatro Nacional. Juliana interpreta Marisa no filme. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A primeira-dama Marisa Letícia prestigiou na noite desta terça-feira (17/11) a pré-estreia do filme Lula, o Filho do Brasil (veja o trailer aqui), comparecendo à sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, em Brasília, para assistir à produção dirigida por Fabio Barreto. O filme, baseado no livro homônimo de Denise Paraná, abre o 42º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro e entrará em cartaz em todo o País no dia 1º de janeiro de 2010.

O presidente Lula não foi à pré-estreia, devendo assistir ao filme com a família no dia 28 de novembro, nos Estúdios Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (SP).

O Blog do Planalto se encontrou hoje no Hotel Nacional, horas antes da pré-estreia, com alguns dos principais responsáveis pelo filme: o diretor Fabio Barreto, a atriz Glória Pires (que representa a dona Lindu, mãe de Lula), o ator Rui Ricardo Diaz (que o Lula nas décadas de 1970 e 1980) e a produtora Paula Barreto. Confira:

O diretor Fabio Barreto:

O ator Rui Ricardo Diaz:

A atriz Glória Pires:

A produtora Paula Barreto:


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A atriz Juliana Baroni, que interpreta a primeira-dama Marisa Letícia no filme Lula, o Filho do Brasil (veja trailer aqui), mandou um alô para os leitores do Blog do Planalto durante visita do presidente aos novos estúdios da Record, no Rio de Janeiro. Confira:


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Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.

Artigo 27 da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, cuja quarta edição começa hoje em São Paulo com 39 filmes de 10 países, vem ganhando cada vez mais espaço no calendário cultural brasileiro. De apenas quatro capitais em sua edição de estréia, em 2006, passou a 16 este ano, com perspectiva de chegar a todas as 27 capitais brasileiras em 2010. Realizada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com patrocínio da Petrobras, produção da Cinemateca Brasileira e apoio do Ministério das Relações Exteriores, da TV Brasil e do SESC/SP, a Mostra traz filmes que tratam de temas como preconceito racial, proteção da criança e do adolescente, saúde mental, tortura e trabalho escravo, entre outros -- confira a programação completa aqui. As sessões são gratuitas e as salas adaptadas para pessoas com deficiência audiovisual.

O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vannuchi, que participa hoje da abertura da Mostra, no CineSesc em São Paulo (às 20h30 horas), conversou com o Blog do Planalto sobre o evento e deu algumas boas dicas do que ver, confira:

Veja aqui o vídeo de divulgação da mostra:

Um dos filmes em exibição é Garapa, do diretor José Padilha (Ônibus 174 e Tropa de Elite), que aborda questões como fome e extrema pobreza.

Assista ao trailer do filme:


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