Há mais obras e crédito para seu financiamento em todas as regiões do País, milhares de jovens carentes têm tido a oportunidade de fazer uma faculdade (graças ao ProUni), a população está consumindo mais, o governo federal tem feito importantes parcerias com governos estaduais e municipais – independementemente de partidos políticos – mas ainda assim a imprensa e parte da elite brasileira ainda se recusa a admitir que o Brasil mudou. A observação foi feita nesta quinta-feira (10/6) pelo presidente Lula durante inauguração de unidades habitacionais em Aracaju (SE).

Se as coisas não estivessem dando certo, não ia ser porque é pobre que ia gostar de mim. As pessoas gostam porque percebem que as coisas estão acontecendo. É esse país que não aparece na imprensa, nem na televisão. É esse país que muita gente tenta esconder. É esse país que está dando essa popularidade toda ao governo! Não é o chamado País do ‘formador de opinião pública’. Porque houve um tempo que invetaram o formador de opinião pública, era um cidadão que colocavam uma gravata e ia na televisão (…) e essa moça da Central dos Movimentos Populares que veio aqui, bonita e elegante, não é formadora de opinião pública.

As pessoas não percebem que o povo está ficando mais sabido, mais inteligente. O povo não quer mais intermediário. O povo quer falar pela sua boca, pensar pela sua cabeça, enxergar pelo seus olhos e tomar decisão por conta própria.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente no evento em Sergipe:

Um dos grandes legados que está deixando aos brasileiros, afirmou Lula, é fazer a população mais pobre do País acreditar em si mesmo. Falta muito para recuperar o que foi perdido no século 20, admitiu o presidente, mas com a auto-estima reforçada e a economia crescendo de forma contínua e sustentavelmente, o Brasil tem todas as condições de dar um salto de qualidade nos próximos anos.


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