Entries tagged with “”.


Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta o novo presidente empossado da Fiergs/Ciergs, Heitor José Müller, ao chegar na cerimônia de posse no Teatro do Sesi, em Porto Alegre (RS) Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Agenda presidencial
A presidenta Dilma Rousseff desembarcou na madrugada desta sexta-feira (15/7), na Base Aérea de Brasília, vinda de Porto Alegre (RS). Ontem à noite, participou da cerimônia de posse da diretoria da Feeração das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Ciergs).

Agora pela manhã, a agenda de trabalho da presidenta Dilma tem audiência ao ministro-chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República, Leônidas Cristino, no Palácio do Planalto. Em seguida, recebe a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, e a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.


[7] Comentários

A nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, diz que seu compromisso é garantir cidadania e dignidade para os brasileiros e as brasileiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A garantia de dar cidadania e dignidade “aos brasileiros e brasileiras que mais precisam da proteção do Estado” foi um dos pontos em destaque no discurso da nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que substitui Antonio Palocci, em cerimônia de posse ocorrida no Palácio do Planalto. Segundo a nova ministra, trata-se de compromisso do seu partido, o PT, bem como do governo. “Esse é o meu compromisso”, sentenciou.

Gleisi Hoffmann iniciou o discurso assegurando que assumia a missão “com muita humildade, muita fé em Deus”. A ministra explicou que pretende trabalhar frente à Casa Civil com a mesma seriedade da presidenta Dilma. Gleisi lembrou também do “enorme desafio de suceder o ministro Palocci”.

“O momento do Brasil é histórico. Vou trabalhar em linha direta com a primeira mulher eleita para presidir a República. Quero agir como a presidenta: com clareza, razão e sentido público sempre na defesa do Brasil e de todos nós, brasileiros e brasileiras.”

Vídeo com íntegra do discurso da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann

Leia aqui a íntegra do discurso da ministra Gleisi Hoffmann.

Ela associou também este trabalho como sendo “de futuro e de esperança” conduzido pela presidenta Dilma e pelo vice-presidente Michel Temer e iniciado pelo ex-presidente Lula e o ex-vice José Alencar.

A cerimônia de posse foi concorrida. No Salão Oeste, jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas acotovelavam-se. Parlamentares e funcionários públicos buscavam os melhores pontos para acompanhar a solenidade. No espaço nobre do salão, cadeiras reservadas para ministros, senadores e deputados federais, governadores davam o destaque ao evento.

Vídeo com íntegra do discurso do ex-ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci

Leia aqui a íntegra do discurso do ex-ministro Antonio Palocci

O ex-ministro Palocci, ao iniciar o discurso de despedida, explicou que “a vida é uma luta permanente”e que “não me acostumo abater pelas pedras no caminho”. Depois, lembrou o fato de aos nascidos sob o signo de Libra serem construidores de pontes. E, neste sentido, conforme assinalou, enfrentou os desafios de construir pontes. Palocci contou também que muitos amigos indagaram sobre o motivo de ter pedido demissão do cargo se no dia anterior o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, arquivou o pedido de abertura de investigação contra ele.

“Se vim para produzir o diálogo saio agora para preservá-lo”, disse Palocci. “Peço desculpa aos amigos por não consultá-los. Decisões como essa são solitárias”.

Após os discursos, a cerimônia foi encerrada.


[9] Comentários

A nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, diz que seu compromisso é garantir cidadania e dignidade para os brasileiros e as brasileiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A garantia de dar cidadania e dignidade “aos brasileiros e brasileiras que mais precisam da proteção do Estado” foi um dos pontos em destaque no discurso da nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que substitui Antonio Palocci, em cerimônia de posse ocorrida no Palácio do Planalto. Segundo a nova ministra, trata-se de compromisso do seu partido, o PT, bem como do governo. “Esse é o meu compromisso”, sentenciou.

Gleisi Hoffmann iniciou o discurso assegurando que assumia a missão “com muita humildade, muita fé em Deus”. A ministra explicou que pretende trabalhar frente à Casa Civil com a mesma seriedade da presidenta Dilma. Gleisi lembrou também do “enorme desafio de suceder o ministro Palocci”.

“O momento do Brasil é histórico. Vou trabalhar em linha direta com a primeira mulher eleita para presidir a República. Quero agir como a presidenta: com clareza, razão e sentido público sempre na defesa do Brasil e de todos nós, brasileiros e brasileiras.”

Leia aqui a íntegra do discurso da ministra Gleisi Hoffmann.

Ela associou também este trabalho como sendo “de futuro e de esperança” conduzido pela presidenta Dilma e pelo vice-presidente Michel Temer e iniciado pelo ex-presidente Lula e o ex-vice José Alencar.

A cerimônia de posse foi concorrida. No Salão Oeste, jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas acotovelavam-se. Parlamentares e funcionários públicos buscavam os melhores pontos para acompanhar a solenidade. No espaço nobre do salão, cadeiras reservadas para ministros, senadores e deputados federais, governadores davam o destaque ao evento.

O ex-ministro Palocci, ao iniciar o discurso de despedida, explicou que “a vida é uma luta permanente”e que “não me acostumo abater pelas pedras no caminho”. Depois, lembrou o fato de aos nascidos sob o signo de Libra serem construidores de pontes. E, neste sentido, conforme assinalou, enfrentou os desafios de construir pontes. Palocci contou também que muitos amigos indagaram sobre o motivo de ter pedido demissão do cargo se no dia anterior o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, arquivou o pedido de abertura de investigação contra ele.

“Se vim para produzir o diálogo saio agora para preservá-lo”, disse Palocci. “Peço desculpa aos amigos por não consultá-los. Decisões como essa são solitárias”.

Após os discursos, a cerimônia foi encerrada.


[47] Comentários

Emocionada, a presidenta Dilma Rousseff discursa durante cerimônia de posse da ministra-chefe da Casa Civil , Gleisi Hoffmann. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Um amigo deixa o governo e uma amiga assume seu lugar”. Com essas palavras, a presidenta Dilma Rousseff sintetizou a saída do ex-ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e a posse da senadora Gleisi Hoffmann que, a partir desta quarta-feira (8/6), assume a Pasta.

A presidenta Dilma fez questão de externar que, para ela, o momento é triste. Triste por motivos de ordem política, uma vez que o ex-ministro Palocci atuou ativamente na campanha que resultou em sua eleição, triste por motivos de ordem administrativa, pelo importante papel que Palocci “tinha e teria” no governo, e triste por questões pessoais, pela amizade construída ao longo de anos.

“Agradeço do fundo do coração ao amigo Antonio Palocci por tudo o que ele fez pelo governo, por mim, pelo Brasil”, emocionou-se.

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff.

À ministra Gleisi Hoffmann, a presidenta recomendou: “prepare-se, pois os nossos compromissos são ousados, como é o de manter a economia em crescimento, controlar a inflação, garantir a higidez fiscal, criar mais e mais empregos, investir pesadamente em educação, fortalecer nossa classe média, distribuir renda e, sobretudo, assegurar que um país rico é um país sem miséria”.

Dilma Rousseff lembrou que Gleisi Hoffmann é mais uma mulher no governo da primeira presidenta da história do Brasil e justificou sua escolha pela sólida formação técnica e grande gestora e administradora pública que Hoffmann provou ser em todas as funções que exerceu. Ao citar os desafios inerentes ao cargo, a presidenta lembrou de dois programas que definiu como fundamentais para os brasileiros: o Plano Brasil sem Miséria, ao qual teve importante participação o ex-ministro Antonio Palocci, e o Plano de Estratégico de Fronteiras, lançado hoje, em Brasília (DF).

“Assim como eu estou triste com a saída de um parceiro de lutas não posso deixar de afirmar que estou satisfeita com a solução que encontrei para assegurar a imediata continuidade do trabalho do gabinete civil da Presidência da República. Um amigo deixa o governo e uma amiga assume seu lugar. Seja bem vinda, ministra-chefe do gabinete civil da Presidência da República, senadora e amiga Gleisi Hoffmann”, afirmou.


[4] Comentários

Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta a nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, durante cerimônia de posse no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O Blog do Planalto transmitiu a cerimônia de posse da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, direto do Salão Oeste, no Palácio do Planalto. Senadora pelo Paraná, Gleisi substitui Antonio Palocci que ontem (7/6) apresentou pedido de demissão à presidenta Dilma Rousseff.

 

Na primeira entrevista concedida no Senado, a nova ministra assegurou que atuaria com o perfil de gestora e técnica. “Temos um projeto de transformação deste país”, disse Gleisi.

“O desafio é muito grande. Vou trabalhar para que possa entregar a ela [presidenta Dilma Rousseff] o produto que ela quer do meu trabalho. Aceitei o convite sabendo do tamanho da minha responsabilidade”, disse a futura ministra.

Casada com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, Gleisi Hoffmann usa com frequência as mídias sociais. Ela tem espaço no Flickr, facebook e armazena sua carreira profissional num blog. Foi eleita senadora, em 2010, com mais de 3,1 milhões de votos. Assim ela descreve o perfil antes de ter sido eleita para o Senado Federal:

“Curitibana, filha de Júlio Hoffmann e Getúlia Agda. Casada com Paulo Bernardo, mãe de João Augusto e Gabriela Sofia.

Me formei em Direito, pela Faculdade Curitiba e me especializei em Gestão de Organizações Públicas pela UFMS e Administração Financeira pela FAE. Fui Secretária de Estado em Mato Grosso do Sul, Secretária de Gestão Pública em Londrina e Diretora Financeira da Itaipu.

Integrei a equipe de transição de governo do presidente Lula, ao lado da ministra Dilma Roussef e do ministro Palocci.

Sou filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 1989.

Hoje, me dedico principalmente a atividade política. Acredito que os votos que tive na minha primeira eleição para o Senado, em 2006, apontaram qual deveria ser a minha missão de vida. É por meio da política que devo servir à comunidade e fazer tudo o que posso para ajudar a melhorar o mundo em que vivo.

CANDIDATA AO SENADO PELO PARANÁ.”


Comente!

Nota Oficial

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta terça-feira (7/6), carta do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, em que pede demissão do cargo. Nota oficial divulgada há pouco diz que a presidenta “aceitou e lamenta a perda de tão importante colaborador”.

 

 

Leia a seguir íntegra da nota oficial da Presidência da República:

Nota à imprensa

“A presidenta da República, Dilma Rousseff, recebeu na tarde de hoje carta em que o ministro Antonio Palocci solicita demissão da chefia da Casa Civil. A presidenta aceitou e lamenta a perda de tão importante colaborador.

A presidenta destacou a valiosa participação de Antonio Palocci em seu governo e agradece os inestimáveis serviços que prestou ao governo e ao país.

Também hoje, a presidenta convidou a senadora Gleisi Hoffmann para ocupar a chefia da Casa Civil da Presidência da República.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República”

 

Mais cedo, a Casa Civil divulgou nota oficial do ministro Antonio Palocci. A seguir, o Blog do Planalto reproduz a íntegra:

Nota oficial da Casa Civil

“O ministro Antonio Palocci entregou, nesta tarde, carta à presidenta Dilma Rousseff solicitando o seu afastamento do governo.

O ministro considera que a robusta manifestação do Procurador Geral da República confirma a legalidade e a retidão de suas atividades profissionais no período recente, bem como a inexistência de qualquer fundamento, ainda que mínimo, nas alegações apresentadas sobre sua conduta.

Considera, entretanto, que a continuidade do embate político poderia prejudicar suas atribuições no governo. Diante disso, preferiu solicitar seu afastamento.”


[4] Comentários

Nota Oficial

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta terça-feira (7/6), carta do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, em que pede demissão do cargo. Nota oficial divulgada há pouco diz que a presidenta “aceitou e lamenta a perda de tão importante colaborador”.

 

 

Leia a seguir íntegra da nota oficial da Presidência da República:

Nota à imprensa

“A presidenta da República, Dilma Rousseff, recebeu na tarde de hoje carta em que o ministro Antonio Palocci solicita demissão da chefia da Casa Civil. A presidenta aceitou e lamenta a perda de tão importante colaborador.

A presidenta destacou a valiosa participação de Antonio Palocci em seu governo e agradece os inestimáveis serviços que prestou ao governo e ao país.

Também hoje, a presidenta convidou a senadora Gleisi Hoffmann para ocupar a chefia da Casa Civil da Presidência da República.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República”

 

Mais cedo, a Casa Civil divulgou nota oficial do ministro Antonio Palocci. A seguir, o Blog do Planalto reproduz a íntegra:

Nota oficial da Casa Civil

“O ministro Antonio Palocci entregou, nesta tarde, carta à presidenta Dilma Rousseff solicitando o seu afastamento do governo.

O ministro considera que a robusta manifestação do Procurador Geral da República confirma a legalidade e a retidão de suas atividades profissionais no período recente, bem como a inexistência de qualquer fundamento, ainda que mínimo, nas alegações apresentadas sobre sua conduta.

Considera, entretanto, que a continuidade do embate político poderia prejudicar suas atribuições no governo. Diante disso, preferiu solicitar seu afastamento.”


[8] Comentários

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, discursa na 37ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, no Palácio do Planalto. Foto: Wilson Dias/ABr

A presidenta Dilma Rousseff autorizou ontem (25/4) a recém criada Secretaria de Aviação Civil a definir os critérios de concessão de obras nos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (Campinas/SP) e Juscelino Kubitschek (Brasília/DF), informou nesta terça-feira (26/4) o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, durante plenária da 37ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

Ainda de acordo com Palocci, a presidenta determinou também que a Secretaria avance os estudos sobre a concessão de serviços para os aeroportos de Confins (Belo Horizonte/MG) e Galeão (Rio de Janeiro/RJ). O ministro lembrou que essa é uma das medidas do governo federal para acelerar os empreendimentos estratégicos para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

“Portanto, cinco grandes aeroportos terão iniciativas de curto espaço de tempo em regime de concessão, porque nós queremos combinar a urgência das obras com a necessidade do investimento público e privado, para que a gente possa dar resposta às questões no menor espaço de tempo possível”, ressaltou.

Assim como Guido Mantega (Fazenda) e Alexandre Tombini (Banco Central), o ministro Antônio Palocci discursou sobre a necessidade do controle da alta dos preços e frisou que “o combate à inflação é sem dúvida uma prioridade que o governo não irá abandonar”.

Ele lembrou, ainda, que todos os programas que o governo está realizando no momento são dirigidos ao fortalecimento das políticas de combate à pobreza e de desenvolvimento econômico equilibrado para todas as regiões. Entretanto – continuou o ministro – muitas vezes o desenvolvimento provoca desequilíbrios.

“Hoje os declínios existem em todo o mundo e algumas dessas questões atingem o Brasil. É muito importante que nós estejamos atentos a isso e que nós possamos fortalecer o esforço da equipe econômica brasileira, do governo brasileiro, para que haja sucesso no desenvolvimento dessa atuação”, afirmou.

Para Palocci, é indispensável que o governo, com apoio da iniciativa privada, se esforce para “fazer uma política de desenvolvimento que possa continuar sendo inclusiva e que possa se realizar com estabilidade e redução da pobreza”.

“Foi possível já nesses três meses, sem comprometer os programas sociais e os investimentos, realizar o cumprimento das metas fiscais de maneira adequada”, completou.

Financiamento de longo prazo – Palocci defendeu que um dos maiores desafios que o país enfrenta atualmente é encontrar mecanismos para desenvolver o mercado privado de títulos de longo prazo, para garantir “o financiamento para o desenvolvimento”. Segundo ele, hoje praticamente todo financiamento de longo prazo é feito com recursos do Tesouro Nacional e do BNDES, prática que precisa ser mudada.

“Esse conselho deve contribuir para esse debate”, lembrou.

Código Florestal – Por fim, o ministro informou que o governo e os parlamentares estão próximos de um acordo acerca do novo Código Florestal, de forma equilibrada entre reivindicações do setor agropecuário e as necessidades da defesa ambiental do país.

“O Brasil não quer ser um país de desenvolvimento desequilibrado. Nós queremos ser reconhecidos no mundo todo como o maior celeiro de alimentos, o país mais competitivo do agronegócio, mas com respeito ao meio ambiente”, concluiu.


[10] Comentários

Agenda presidencial A agenda da presidenta Dilma Rousseff desta quarta-feira (19/1) inicia-se às 9h30 com despacho interno em seu gabinete, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

Logo depois, às 10h, a presidenta Dilma recebe o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antônio Palocci.

O último compromisso previsto na agenda é audiência com a ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Helena Chagas, às 15h.


Comente!

bom dia, MinistroO ministro Nelson Jobim (Defesa) afirmou, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro desta sexta-feira (7/1) – a primeira edição do ano – ser favorável à instalação da Comissão Nacional da Verdade para investigar violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, e disse que não há divergência entre ele e Maria do Rosário, ministra dos Direitos Humanos. “Não há nenhuma divergência com a ministra de Direitos Humanos, ela conhece bem o projeto e nós temos uma excelente relação”, disse Jobim, destacando ter ido à posse de Maria do Rosário no cargo.

Em maio de 2010 um projeto de lei que cria a Comissão foi enviada ao Congresso Nacional pelo então presidente Lula, mas ainda não foi votado. Segundo o ministro, a Comissão Nacional da Verdade tem que ser usada para o País conhecer os fatos, não para ser um instrumento de retaliação. “Vamos aguardar o debate no Congresso, para a elaboração e criação da Comissão Nacional da Verdade, para depois desenvolver a ela relativas”, afirmou.

Atualmente, disse Jobim, o Brasil tem apenas um grupo de trabalho do Araguaia, sendo feita pelo Ministério da Defesa, cumprindo determinação da Advocacia-Geral da União (AGU). O grupo já está trabalhando há dois anos na busca dos corpos dos desaparecidos na região durante a ditadura militar (1964-1985).

A entrevista com o ministro Jobim também abordou outros temas importantes, como a Estratégia Nacional de Defesa e sua contribuição para o desenvolvimento do País, a importância da proteção das fronteiras nacionais, principalmente na Amazônia e a aviação civil brasileira. Ele conversou com os jornalistas durante quase uma hora, falando sobre a necessidade de fortalecimento do programa Calha Norte, que está completando 25 anos, e a transferência do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) da Casa Civil para a Defesa. O ministro explicou ainda as medidas adotadas em sua gestão durante o governo Lula para a aviação civil, que segundo ele servirão de base para os novos projetos a partir de 2011. Outro assunto abordado foi a atuação da Força de Pacificação para a manutenção da segurança pública nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, assinaram em dezembro acordo que autorizou o início dos trabalhos e definiu as regras de implementação da Força de Pacificação (FPaz) no complexo Penha-Alemão. Constituída pelo Exército e pelas polícias Civil e Militar, a Força atua para garantir a lei e a ordem na área abrangida pelo complexo.

Ouça a íntegra da entrevista aqui:

Jobim comentou também o convite que fez ao ex-deputado e ex-presidente nacional do PT, José Genoíno, para assessorá-lo no Ministério da Defesa. Segundo o ministro, José Genoíno teve uma atuação destacada no Congresso e ajudou muito no debate sobre a Defesa nacional. Jobim disse que Genoíno ainda na respondeu ao convite e que o martelo deve ser batido em fevereiro.

Sobre a compra de novos aviões caça para a Força Aérea Brasileira (FAB), Nelson Jobim disse que o assunto deverá estar resolvido no primeiro semestre deste ano, lembrando que os atuais aviões em atuação no Brasil (Mirage 2000) terão seus ciclos de vida expirando em 2016. Brasil abriu concorrência internacional para comprar 36 caças e estão na disputa os modelos Gripen (Suécia), F-18 (Estados Unidos) e Rafale (França).

Participam do programa, ao vivo, as rádios: CBN (Rio de Janeiro/RJ), Amazonas FM (Manaus/AM), Eldorado (São Paulo/SP), Guaíba (Porto Alegre/RS), Grande Rio AM (Petrolina/PE), Itatiaia (Juiz de Fora/MG), Jornal 820 AM (Goiânia/GO), Paiquerê (Londrina/PR), Excelsior (Salvador/BA), Campina FM (Campina Grande/PB), Universidade 106,9 FM (São Luís/MA), Alternativa FM (Várzea Grande/MT), Clube (Belém/PA), 96 FM (Palmas/TO), Difusora Acreana (Rio Branco/AC).


[12] Comentários