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Neste sábado (18/6), o Ministério da Saúde (MS) lança a primeira etapa de mobilização para a Campanha Nacional de Vacinação 2011 contra a poliomielite. A ação, protagonizada pelo personagem infantil Zé Gotinha, será realizada em duas etapas e pretende imunizar 14,1 milhões (95% do público-alvo) de crianças de zero a menores de cinco anos.

O Sistema Único de Saúde (SUS) será o responsável pela ação e a primeira etapa da campanha para prevenir a paralisia infantil será realizada de 18 de junho a 22 de julho, período em que o público-alvo receberá a primeira dose da vacina. Para completar sua imunização as crianças deverão receber uma segunda dose das gotinhas no período de 13 de agosto a 16 de setembro.

É importante enfatizar que mesmo as crianças que já foram imunizadas contra a doença devem ser vacinadas por um dos 350 mil profissionais envolvidos na ação. Para manter a extinção da doença no país, certificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1994, o Ministério da Saúde investiu cerca de R$ 46,6 milhões na compra e distribuição das vacinas contra a pólio e mais R$ 20,2 milhões foram destinados às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

Em geral, a vacina preventiva da paralisia infantil não tem contraindicação, porém caso a criança não esteja se sentindo bem, o ideal é passar por uma avaliação médica antes de receber a dose.

“Se a criança estiver no dia se sentindo mal, com algum problema, o ideal é levar no posto de vacinação. Lá o profissional vai avaliar se deve ou não vacinar essa criança agora, no dia 18 de junho”, informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Em 1971, o Plano Nacional de Controle da Poliomielite foi implantado no Brasil para combater a doença infectocontagiosa grave. A doença é transmitida por vírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral. Na maioria dos casos, não leva a criança à morte, mas afeta o sistema nervoso provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores.

A campanha também imunizará crianças de um ano a menores de sete anos contra o sarampo e não há risco para aquelas que tomarem as duas vacinas no mesmo dia.

Fora da campanha, as vacinas contra pólio e sarampo são oferecidas gratuitamente pelo SUS por meio dos postos de saúde. Contra a pólio, os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses de vida, sendo necessária mais uma dose aos 15 meses. Já para combater o sarampo, aos 12 meses as crianças devem receber uma dose da vacina tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) e mais uma dose de reforço aos quatro anos de idade.

DOE SANGUE – Com o slogan “Essa corrente precisa de você. Doe Sangue”, o Ministério da Saúde (MS) lançou esta semana a nova campanha de incentivo à doação de sangue no Brasil. A meta da campanha é atingir 4 milhões de brasileiros até 2012 (2,1% da população do país), 0,2% a mais do que o público doador atual (1,9%).

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é preciso que 1,5% a 3% da população brasileira doe sangue regularmente para que os hemocentros sejam abastecidos. Um dos fatores que fazem com que os hemocentros necessitem cada vez mais de doações é o considerável aumento (65,3%) de transplantes realizados entre 2003 e 2010 que necessitam de transfusão.

Este ano, a campanha traz algumas novidades. Uma dela é a ampliação da faixa etária para pessoas de 16 a menores de 68 anos, na norma antiga era de 18 a 65 anos. Os doadores menores de 18 anos devem ter autorização dos pais ou responsáveis para participarem da ação.

Outra inovação da ação é a expansão da realização do Teste NAT para todos os hemocentros do país. O NAT aumenta a segurança das pessoas envolvidas no processo de doação (doador e receptor), já que o exame detecta possíveis doenças transmitidas pelo sangue em menos tempo que o convencional. Segundo o MS, cerca de R$ 55 milhões serão investidos para a implantação e realização dos Testes NAT no país.

O Blog do Planalto traz algumas dicas para você que quer se tornar um doador:

Poderão doar sangue candidatos com:

Aspecto saudável e declaração de bem-estar geral;
Idade entre 16 e 17 anos com autorização do responsável legal;
Idade entre 18 e menores de 68 anos;
Peso mínimo de 50 kg, com exceções para menos após avaliação médica;
Documentação com foto válido por todo o território nacional

Onde doar:

Veja a lista de hemocentros no Brasil  
Veja a lista de Secretarias de Saúde no Brasil 

Antes de doar:

Alimente-se, nunca doe sangue de jejum;
Faça um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior;
Não consuma bebida alcoólica por, no mínimo, 12 horas antes;
Não fume por pelo menos 12 horas antes;
Evitar alimentos gordurosos por, no mínimo, 3 horas antes;
Não praticar paraquedismo, mergulho ou subir em andaimes por pelo menos 12 horas antes;
Não dirigir ônibus ou caminhões de grande porte, bem como pilotar avião ou helicóptero, nas 12 horas que antecedem à doação

Quem não pode doar:

Quem teve hepatite após os 10 anos de idade;
mulheres grávidas ou amamentando;
pessoas portadoras de doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas;
usuário de drogas.


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A população com mais de 60 anos, crianças de seis meses a dois anos incompletos, gestantes, indígenas e trabalhadores de saúde podem se dirigir neste sábado (30/4) a um posto de vacinação para receber dose da vacina contra a gripe. No Dia de Mobilização Nacional de Vacinação contra a Gripe, o “Dia D”, todos os 65 mil postos de vacinação do país estarão abertos para vacinar os grupos prioritários. O horário de funcionamento e local de postos volantes estão sendo divulgados pelos estados e municípios.

Pela primeira vez desde 1999, a campanha passou a incluir crianças de seis meses a menores de dois anos (1 ano 11 meses e 29 dias), gestantes em qualquer período da gravidez e trabalhadores dos serviços de saúde que atuam no atendimento de pacientes e na investigação de casos de infecções respiratórias. Para ser vacinado, é importante estar munido de documento de identidade e carteira de vacinação. A campanha prossegue até o dia 13 de maio.

Vale lembrar que não deve tomar a vacina pessoas que apresentam alergia severa à proteína do ovo ou a doses anteriores da vacina. Já quem está com suspeita de gripe deve procurar orientação médica.

O Blog do Planalto deixa ainda algumas dicas para se prevenir da influenza sazonal: lave as mãos com frequência; cubra o nariz e boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar e não compartilhe alimentos e objetos de uso pessoal se estiver com sintomas de gripe.

Público-alvo - A ampliação da população a ser vacinada foi definida pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, com base em estudos epidemiológicos e observação do comportamento das infecções respiratórias que têm como principal agente os vírus da influenza. Essas doenças acometem, em sua grande maioria, idosos e crianças com menos de dois anos, além das gestantes, que também são muito vulneráveis.

A inclusão dos novos grupos teve, ainda, aprovação do Comitê Técnico Assessor em Imunizações do Ministério – que reúne especialistas, representando sociedades científicas, entidades de classe, meio acadêmico, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

A campanha utilizará 32,7 milhões de doses, para todos os estados e municípios brasileiros. A vacina protege contra os três principais vírus que circularam no hemisfério Sul em 2010, entre eles o da influenza A (H1N1).

Ao todo, os cinco grupos prioritários da campanha de vacinação somam aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta do Ministério da Saúde, estados e municípios é vacinar 80% dessa população alvo, o que representa cerca de 23,8 milhões de pessoas. Durante a campanha, serão mobilizados mais de 240 mil profissionais de saúde no país.

Veja abaixo detalhamento dos grupos prioritários para vacinação contra influenza sazonal:

IDOSOS

- As infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas à população com 60 anos e mais, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dessas infecções.

- Desde 1999, a vacinação desse grupo vem contribuindo para prevenir a doença e suas complicações, além de causar impacto considerável: queda de 45% no número de hospitalizações por pneumonias e redução de 60% na mortalidade entre os residentes em casas de repousos e/ou asilos.

GESTANTES

- A vacina é segura e está indicada para todas as grávidas, independentemente do período de gestação. Se a grávida tiver alguma dúvida, deve consultar o médico.

- Além disso, não há evidências científicas de que a vacina possa causar dano ao feto, afetar a capacidade reprodutiva da mulher ou provocar aborto.

- Durante a pandemia de gripe A (H1N1), em 2009, as grávidas foram um dos grupos mais afetados. Entre as mulheres em idade fértil que apresentaram quadros graves de doença respiratória causada pelo vírus H1N1, 22% estavam gestantes.

CRIANÇAS DE 6 MESES A MENOS DE 2 ANOS

- Menores de 6 meses de idade não devem tomar a vacina porque não há estudos que comprovem a qualidade da resposta imunológica, ou seja, a proteção não é garantida.

- Por isso, os pais ou responsáveis devem levar aos postos de vacinação crianças que tenham entre 6 meses e dois anos incompletos (1 ano, 11 meses e 29 dias).

- As crianças nessa faixa etária deverão receber duas meias doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre as doses. Por isso, os pais ou responsáveis devem buscar os postos de vacinação para completar o esquema vacinal.

- Assim como nos idosos, as infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas às crianças menores de 2 anos, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dos casos.

INDÍGENAS

- Assim como nos idosos, as infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas às crianças menores de 2 anos, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dos casos.

- A população indígena que vive em aldeias é sempre considerada grupo prioritário na prevenção de qualquer doença respiratória, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde.

- Isso decorre da maior vulnerabilidade biológica deles a essas doenças e à dificuldade de acesso a unidades de saúde.

- Por isso, o grupo é vacinado desde a primeira Campanha Nacional, em 1999.

- A vacinação dos indígenas é indiscriminada, a partir dos seis meses de idade.

TRABALHADORES DE SAÚDE

- A vacinação desse grupo garante o funcionamento dos serviços de saúde. Com os profissionais protegidos, estará assegurado o atendimento da população.

- É importante reforçar que a vacina não está disponível para todo e qualquer profissional de saúde, devendo ser priorizadas para aqueles que atuam no atendimento e investigação de casos de infecções respiratórias. São aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de se infectar com os vírus causadores da influenza.

- Esse grupo inclui os trabalhadores:

I. Da atenção básica (Estratégia Saúde da Família, agente de controle de endemias).

II. Dos serviços de média e alta complexidade (pronto-socorros, Unidades de Pronto Atendimento/UPA, hospitais de pequeno, médio e grande porte).

III. Que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e em laboratórios.

- Assim, devem ser vacinados:

a) Médicos e equipes de enfermagem que atuam em pronto atendimento, ambulatórios e leitos em clínica médica, pediatria, obstetrícia, pneumologia de hospitais de emergência e de referência para a influenza e unidades de terapia intensiva.

b) Recepcionistas, pessoal de limpeza, seguranças, motoristas de ambulâncias, maqueiros, equipes de laboratório e de vigilância epidemiológica.

c) Pessoas que atuam no controle sanitário de viajantes em portos, aeroportos e fronteiras.

- É importante que todos os trabalhadores busquem informação nos seus locais de trabalho e na Secretaria de Saúde do seu município ou estado.


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Agenda presidencial
A presidenta Dilma Rousseff começou o dia de trabalho, no Palácio do Planalto, tomando vacina contra a gripe. A campanha marca o início da mobilização que pretende vacinar 30 milhões de pessoas.

Ainda pela manhã, conforme agenda, a presidenta concede audiência ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.

À tarde, reúne-se com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wagner Bittencourt, e, em seguida, com o ministro do Esporte, Orlando Silva.


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A campanha “Saco é um Saco”, desenvolvida pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceira com a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), ganha reforços com o lançamento de cartilhas para a orientação e incentivo à redução do número de sacolas utilizadas no Brasil. As cartilhas estarão à disposição dos internautas a partir desta quarta-feira (16/03) no site do ministério, contarão com tiragem de 15 mil exemplares impressos em três volumes e destinados a públicos específicos: gestores municipais, instituições públicas e privadas e consumidores em geral.

O material direcionado aos gestores municipais os orientará sobre como replicar a campanha em pequenas cidades com parcerias com cooperativas de catadores e associações de consumidores. O segundo volume, destinado a instituições públicas e privadas, relata experiências da campanha em promover articulações entre os setores envolvidos de maneira a viabilizar a sua realização. Já o terceiro, foca nas orientações para os consumidores, oferecendo dicas para mudança de hábito do uso das sacolas plásticas e para formas diferentes de acondicionamento de compras e de lixo.

Uma das alternativas, citadas na cartilha, para a substituição das sacolas plásticas são as sacolas retornáveis que já são utilizadas, por exemplo, por 93% população da cidade de Xanxerê (SC), que conseguiu banir àquelas do uso diário.

Desde que o projeto foi lançado, em 2009, a indústria brasileira deixou de produzir cerca de 5 bilhões de sacolas em todo o país. Ainda assim, naquele ano foram produzidas cerca de 14 bilhões de sacolas plásticas no Brasil e visando a redução desse número e, consequentemente do impacto no meio ambiente, o MMA e a Abras celebraram um pacto com o setor varejista em dezembro último.

O acordo prevê a redução de 30% das sacolas plásticas nas lojas de varejo até 2013 e 40% até 2015. Algumas redes de supermercados varejistas já aumentaram suas metas individuais para 50% de redução até 2013 e outras pretendem até banir a utilização de sacolas plásticas de suas lojas até 2014.


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Cidades mais procuradas neste carnaval, Rio, Salvador e Recife merecem atenção especial do governo que colocou nas ondas do rádio jingles especialmente com o alerta que não se deve misturar bebida com trânsito. Os spots trazem mensagens em ritmo de samba (Rio), axé (Salvador) e frevo (Recife). O texto vem com uma linguagem próxima do jovem e cheia de “pegada”.

Ouça abaixo os jingles em ritmo de samba, axé e frevo.

A campanha de conscientização lançada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), ligado ao Ministério das Cidades, terá mensagens também em painéis de aeroportos, outdoors, e adesivos em táxis e ônibus, durante a primeira quinzena de março. “No carnaval, pega bem pegar táxi ou ônibus depois de beber”, diz um dos texto de alerta que estarão nos ônibus, por exemplo.

Segundo explicou a assessoria do ministério, o foco específico nessas cidades é porque elas costumam receber grande quantidade de jovens acima de 18 anos, público-alvo da ação, durante o carnaval. Pelos dados do IBGE, 50% das vítimas fatais no trânsito têm entre 18 e 34 anos.

O objetivo é modificar o comportamento desse grupo, que além de curtir música, diversão e “pegação”, também tem o hábito de dirigir alcoolizado, conforme demonstra pesquisa do Denatran, que diz que o índice de jovens que dirige após consumir álcool é alto, 78%.

Balanço Acidentes nas Estradas – Nas estradas federais, os índices de acidentes e mortos registram tendência de redução nos últimos anos, embora tenha aumentando a frota de veículos em circulação no país. É o que demonstram os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao compararmos os registros entre 1997 e 2009.

Pelos números da mais recentes da PRF, o índice de acidentes caiu de 44,8 acidentes por grupo de 10 mil veículos em 1997, para 27,1 acidentes por grupo de 10 mil carros em 2009, e o índice de mortos caiu praticamente pela metade, passando de 2,7 em 1997 para 1,3 em 2009 (a cada grupo de 10 mil veículos).

Em relação à gravidade dos acidentes nas rodovias federais a situação também melhorou um pouco, com uma vítima fatal a cada 21,6 acidentes em 2009, contra uma a cada 16,5 acidentes em 1997.

Apesar disso, a colisão frontal continua liderando o ranking de acidentes fatais nas estradas, causada principalmente por ultrapassagem indevida e em pistas não duplicadas.


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Entra no ar neste sábado (5/2) a segunda fase da campanha contra a aids, hepatites e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), que foi preparada sob encomenda do Ministério da Saúde para o carnaval: “Sexo, só se for com camisinha. Senão, não dá.”

Desta vez, no filme que será veiculado na TV até o dia 8 de março, a menina reforça e exige o uso do preservativo durante a relação sexual. Ao ver que vai rolar e que o parceiro não tem camisinha, ela logo fala: “Meu amor, sem camisinha não dá. Se liga! Ele ainda insiste: “Dá, sim…”. Mas ela não abre mão: “Dou, dou a camisinha.”

Além dos filmes, a campanha também está sendo divulgada em cartazes, outdoors e camisetas, entre outras peças de comunicação. O lançamento aconteceu no dia 25 de fevereiro, na quadra da escola de samba Salgueiro, no Rio de Janeiro. Com foco nos jovens entre 15 e 24 anos, o ministério pretende atingir especialmente as mulheres, para que ajam com naturalidade, sem preconceito, e incentivem o parceiro a usar a camisinha.

A partir da quarta-feira de cinzas começará a terceira fase da campanha, que vai até o dia 20 de março. Nessa fase, o foco será a importância do teste de aids para quem fez sexo desprotegido durante o carnaval.


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O jornal O Globo não foi fiel às declarações do presidente Lula durante cerimônia de batismo do navio-plataforma P-57, em Angra dos Reis, ontem (8/10) pela manhã. A publicação carioca não apenas interpretou errôneamente trecho do discurso como alterou palavras da frase “entre aspas” que compôs o título para dar conotação distorcida. Tal fato levou o jornalista Ricardo Boechat a confrontar o áudio do discurso com o texto de O Globo.

Ouça abaixo o que o jornalista Ricardo Boechat diz na BandNews FM:

Agora, leia o trecho do presidente Lula ao qual se referiu O Globo:

“Você, hoje, governa um estado que não aparece mais nas páginas policiais como aparecia antes. Lógico que tem criminoso, lógico que tem bandido, mas eu estou convidando vocês para subirem comigo, um dia, e com o Sérgio a favela de Manguinhos, o Complexo do Alemão, Pavão-Pavãozinho, para vocês perceberem que nós estamos dizendo para aquele povo de lá: Nós não vamos mandar para cá a polícia apenas para bater. A polícia vai vir para cá para bater em quem tem que bater, proteger quem tem que proteger, mas o Estado tem que trazer para cá cultura, educação, emprego e decência. E é o que nós estamos fazendo nas favelas do Rio de Janeiro e, se Deus quiser, vamos fazer nas favelas de todos os estados brasileiros, porque a favela é o descaso e o desgoverno de muita gente que governou este país nos anos 60, nos anos 70 e nos anos 80, que não construíram casas, que não fizeram saneamento básico, que não geraram empregos.”

Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula em Angra dos Reis:


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O governo federal lançou uma campanha para parabenizar os brasileiros por terem confiado no Brasil nos momentos difícieis que se passaram permitindo ao País avançar. Foram as medidas tomadas pelo governo somadas à confiança da população que fizeram o Brasil superar a crise econômica mundial e garantir a sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, entre muitos outros avanços.

Vale a pena assistir o vídeo abaixo, que diz o que é ser brasileiro:

No site Confiança no Brasil você encontra um diagnóstico do Brasil hoje, com retrato econômico e social do País. Também pode pesquisar quais os programas do governo estão em andamento por temas.


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