De janeiro a junho de 2011 (124 dias úteis), o superávit foi de US$ 12,985 bilhões e a média por dia útil, de US$ 104,7 milhões, conforme dados da balança comercial brasileira divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O saldo comercial é 63,3% maior que o do mesmo período de 2010, na comparação pelo resultado médio diário.
As exportações, no primeiro semestre do ano, chegaram a US$ 118,306 bilhões (média diária de US$ 954,1 milhões), valor 31,6% maior que o do mesmo período de 2010. Já as importações, fecharam o período em US$ 105,321 bilhões (média diária de US$ 849,4 milhões) – resultado 28,5% maior, considerando o mesmo critério e períodos comparativos. A corrente de comércio totalizou US$ 223,627 bilhões, com média diária de US$ 1,803 bilhão. Na comparação com a média diária do primeiro semestre de 2010, houve aumento de 30,1%.
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O mês de junho de 2011 registrou saldo comercial positivo de US$ 4,430 bilhões, com valor médio diário de US$ 211 milhões. O superávit do período é 31,6% maior que o de maio deste ano e está 95,4% acima do registrado em junho do ano passado, na comparação pela média diária.
Nos 21 dias úteis do mês, as exportações totalizaram US$ 23,692 bilhões, fechando com média diária de US$ 1,128 bilhão. Por esse critério, o resultado é maior que o verificado no mês passado (6,9%) e em junho de 2010 (38,6%).
Nas importações de abril (US$ 19,262 bilhões e média diária de US$ 917,2 milhões), houve crescimento pelo resultado médio diário de 29,9% em relação a maio de 2011 e 2,5% considerando junho do ano passado. Como resultado da soma das exportações e importações, a corrente de comércio foi de US$ 42,954 bilhões, com média diária de US$ 2,045 bilhões.
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O saldo comercial da quarta semana de junho foi positivo em US$ 966 milhões e média diária de US$ 241,5 milhões. A corrente de comércio, nestes quatro dias úteis (20 a 26), foi de US$ 8,118 bilhões e média diária de US$ 2,029 bilhões. As exportações foram de US$ 4,542 bilhões (média diária de US$ 1,135 bilhão) e importações de US$ 3,576 bilhões (média diária de US$ 894 milhões).
Na quinta semana do mês, o superávit contabilizado foi de US$ 849 milhões, com média diária de US$ 212,3 milhões, levando-se em consideração que houve quatro dias úteis (27 a 30). As vendas ao mercado externo somaram US$ 4,877 (média diária de US$ 1,219 bilhão) e as compras foram de US$ 4,028 bilhões (resultado diário de US$ 1,007 bilhão).
Entre janeiro e maio de 2011, a balança comercial brasileira registra um saldo positivo de US$ 8,558 bilhões. Em 103 dias úteis, a média diária ficou em US$ 83,1 milhões. O valor é 51% maior, na comparação com a média diária, que o registrado no mesmo período do ano passado, quando ocorreu superávit de US$ 5,613 bilhões e média diária de US$ 55 milhões. Os números do comércio exterior foram divulgados nesta quarta-feira (1/6), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
No ano, as exportações e importações aumentaram, na mesma comparação. Nos primeiros cinco meses de 2011, foram exportados US$ 94,616 bilhões – média diária de US$ 918,6 milhões -, frente aos US$ 72,093 bilhões (média diária de US$ 706,8 milhões) do mesmo período de 2010, com crescimento de 30% na média diária.
Já as importações, houve aumento de 28,2% na média em comparação com os cinco primeiros meses do ano passado, passando de US$ 66,480 bilhões (média diária de US$ 651,8 milhões) para US$ 86,058 bilhões (média diária de US$ 835,5 milhões), este ano.
Em consequência, a média diária da corrente de comércio cresceu 29,1%. Os valores passaram de US$ 138,573 bilhões (média diária de US$ 1,358 bilhão) para US$ 180,674 bilhões (média diária de US$ 1,754 bilhão), em 2011.
Em maio – com 22 dias úteis -, as exportações brasileiras foram de US$ 23,211 bilhões (média diária de US$ 1,055 bilhão) e as importações, de US$ 19,682 bilhões (média diária de US$ 894,6 milhões). A corrente de comércio (soma das duas operações) totalizou US$ 42,893 bilhões (média diária de US$ 1,949 bilhão) e houve um superávit (diferença entre exportações e importações) de US$ 3,529 bilhões (média diária de US$ 160,4 milhões).
Na comparação pela média diária de maio do ano passado (US$ 843 milhões), as exportações aumentaram 25,2%. Em relação às importações (média diária de US$ 678,8 milhões), o crescimento foi de 31,8% neste comparativo. A média diária do saldo comercial (US$ 164,2 milhões) diminuiu 2,3% frente ao mesmo período.
No comparativo com a média diária de exportações registrada em abril deste ano (US$ 1,061 bilhão), houve queda de 0,6%. A média diária das importações também reduziu 7,2% sobre a de abril (US$ 963,7 milhões), mas o saldo comercial teve aumento de 63,6%, na comparação com a média diária do mesmo mês (US$ 98,1 milhões).
Em relação à corrente de comércio, pela média diária, houve aumento de 28,1% na comparação entre maio deste ano e o mesmo mês de 2010 (média de US$ 1,521 bilhão) e retração de 3,7% no comparativo com abril passado (média de US$ 2,025 bilhões).
Semanas – A quarta semana do mês – cinco dias úteis (23 a 29) – teve superávit de US$ 320 milhões (média diária de US$ 64 milhões). No período, as exportações foram de US$ 4,783 bilhões (média diária de US$ 956,6 milhões) e as importações, de US$ 4,463 bilhões (média diária de US$ 892,6 milhões). A corrente de comércio alcançou US$ 9,246 bilhões (média diária de US$ 1,849 bilhão).
Os dois dias úteis (30 e 31) da quinta semana de maio registraram saldo positivo de US$ 463 milhões (média de US$ 231,5 milhões). Os embarques ao exterior somaram US$ 2,163 bilhões (média de US$ 1,081 bilhão) e as aquisições no mercado externo foram de US$ 1,700 bilhão (média de US$ 850 milhões). A corrente de comércio totalizou US$ 3,863 bilhões, com média diária de US$ 1,931 bilhão.
Presidenta Dilma Rousseff, ao lado do presidente chinês, Hu Jintao, comemorou os resultados da visita oficial à China. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (12/4), em entrevista coletiva concedida após jantar oferecido pelo presidente da China, Hu Jintao, em Pequim, que o governo brasileiro está consciente e alerta em relação à questão cambial e que está “tomando as medidas necessárias para que isso não se transforme num problema maior do que já é”. A presidenta admitiu, ainda, que o Brasil opera com taxas de juros mais elevadas que as do resto do mundo, mas que, ao longo de seu governo, irá perseguir uma taxa de juros compatível com as taxas internacionais.
“Eu não estou dizendo que vou derrubar os juros depois de amanhã; estou dizendo que num horizonte de quatro anos é possível sim, perfeitamente. Esse é o grande desafio que o Brasil vai ter que enfrentar pelo menos dessa vez”, frisou.
Vídeo da entrevista -- primeira parte
A presidenta ressaltou, ainda, que manteve durante o encontro com o presidente Hu Jintao a mesma manifestação na questão de direitos humanos que manteve com os Estados Unidos, na ocasião da visita do presidente Barack Obama ao Brasil, e completou:
“Todos os países têm problemas de direitos humanos. Nós sempre começamos a falar dos nossos – nós temos problemas de direitos humanos; todos os países têm. Nossa posição sobre direitos humanos nessa questão está expressa na nossa nota conjunta, assim como a posição em relação ao caso recente da nossa nota conjunta com os Estados Unidos”, disse.
Na nota conjunta Brasil e China, mencionada pela presidenta e divulgada hoje mais cedo pelo Ministério das Relações Exteriores, os dois países se comprometeram a fortalecer consultas bilaterais em matéria de direitos humanos, promover o intercâmbio de experiências e boas práticas e avaliar a criação de um mecanismo de cooperação dedicado aos temas sociais.
Vídeo da entrevista -- segunda parte
Segundo o Itamaraty, Brasil e China decidiram intensificar a cooperação na área social, em especial sobre políticas e programas de combate à pobreza e, neste sentido, decidiram criar o grupo de trabalho sobre temas sociais e combate à pobreza. O GT será liderado, do lado brasileiro, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e outros órgãos competentes, e, do lado chinês, pelo Gabinete de Políticas de Combate à Pobreza do Conselho de Estado,
Balança comercial – Durante a entrevista, a presidenta Dilma Rousseff elogiou a disposição do presidente chinês em abrir mais espaço para produtos brasileiros manufaturados e disse também que Hu Jintao tem “uma consciência muito clara da questão relativa à necessidade de o Brasil e a China passarem para uma nova etapa de relacionamento”.
Vídeo da entrevista -- final
“O presidente Hu Jintao também se mostrou extremamente consciente da importância que tem, para a nossa parceria, [a inserção de] mecanismos mais amplos. Primeiro a questão do valor agregado, de a China abrir espaço para o Brasil no que se refere à valor agregado. E aí uma das coisas que nós temos que comemorar é o fato de que se definiu a ida ao Brasil de uma missão de compra – aquelas missões que você manda aos países para avaliar quais são as oportunidades de importação em setores manufatureiros – e fazer com que de fato o nosso relacionamento tenha maior densidade econômica”.
Segundo a presidenta, a missão, liderada pelo ministro de comércio da China, Chen Deming, chegará ao Brasil em maio de 2011.
Acordo na área de TI - Durante a entrevista, a presidente Dilma anunciou também um projeto de investimento na área de tecnologia da informação no Brasil pela Foxconn de US$ 12 bilhões em seis anos. O investimento – firmado durante audiência com o presidente da Foxconn, Terry Gou -- seria para a instalação da produção de telas usadas em equipamentos como celulares de terceira geração e iPads. A Foxconn é o maior fornecedor de produtos da Apple na China.
Dilma Rousseff destacou ainda temas como a pareceria sino-brasileira na geração de energia limpa, a presença, pela primeira vez, dos integrantes do BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) como membros não-permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas e a expectativa para a reunião do bloco de países, que acontece na próxima quinta-feira (14/4), em Sanya, China.
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Os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), que acompanham a presidenta Dilma Rousseff na viagem oficial à China, avaliaram a relação comercial entre os dois países. De acordo com Pimentel, “começamos uma nova relação comercial com a China” e principal sinal desta mudança é a presença da presidenta Dilma em Pequim liderando uma delegação de cerca de 300 empresários brasileiros que, há dois dias, debatem o incremento comercial Brasil-China.
“O esforço é nessa direção. Esse tipo de relação se faz também entre as empresas”, respondeu Pimentel a indagação sobre o interesse do Brasil de exportar produtos com valor agregado.
Para o ministro Mercadante, as empresas chinesas estão interessadas na experiência brasileira de biocombustíveis, ciência, tecnologia e inovação. Ao mesmo tempo, explicou, o Brasil tem interesse em nanotecnologia.
“Temos um longo caminho a percorrer. Existem áreas de interesse da China e outras do Brasil”, afirmou o ministro.
A delegação de empresários brasileiros tem à frente o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. Ao todo, 24 empresas e 10 entidades empresariais integram a comitiva, que terá as presenças do secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, e do presidente da Apex-Brasil, Maurício Borges. As empresas brasileiras representam os setores de alimentos (carnes, frutas, laticínios, café, mel e vinho) e moda (calçados, componentes para calçados e joias) e se reunirão com empresas chinesas e de cinco países do sudeste asiático (Indonésia, Malásia, Cingapura, Vietnã e Tailândia) para rodadas de negócios em Hong Kong.
As entidades empresariais que integram a missão terão encontros com representantes do governo chinês. Estão previstas também visitas técnicas a um supermercado, a um shopping center, ao porto de Hong Kong e ao Centro de Negócios da Apex-Brasil em Pequim. “Temos feito um investimento contínuo no mercado asiático para aproveitar o aumento de renda e o interesse crescente por produtos de qualidade e alto valor agregado”, declara o secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, que coordena a missão.
A China é hoje o principal parceiro comercial brasileiro. Em 2010, o Brasil exportou para os chineses US$ 30,785 bilhões e importou US$ 25,593 bilhões, resultando em superávit de US$ 5,192 bilhões. As vendas externas para a China, no ano passado, cresceram 46,57% em relação ao montante exportado em 2009 (US$ 21,003 bilhões).
Os principais produtos brasileiros comprados pelos chineses no primeiro bimestre de 2011 foram minérios de ferro não-aglomerados (US$ 2,115 bilhões), óleos brutos de petróleo (US$ 712 milhões), minérios de ferro aglomerados (US$ 319 milhões), pasta química de madeira (US$ 170 milhões), ferronióbio (US$ 82,731 milhões), outros grãos de soja triturados (US$ 52,941 milhões), frangos congelados (US$ 50,012 milhões), pasta química de madeira para dissolução (US$ 38,938 milhões), aviões/veículos aéreos mais pesados (US$ 32,439 milhões) e óleo de soja em estado bruto (US$ 27,134 milhões).
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No primeiro trimestre de 2011, o superávit da balança comercial chega a US$ 3,173 bilhões (média diária de US$ 51,2 milhões). O resultado é 253,9% maior que o verificado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 14,5 milhões). Nos 62 dias úteis de 2011, a corrente de comércio somou US$ 99,293 bilhões (média diária de US$ 1,601 bilhão), com aumento de 25,9% sobre a média do mesmo período do ano passado (US$ 1,271 bilhão).
Os números foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). De acordo com o resultado, no acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 51,233 bilhões (média diária de US$ 826,3 milhões), 28,5% acima do verificado no mesmo período de 2010, que teve média diária de US$ 643,1 milhões.
Enquanto isso, no primeiro trimestre o acumulado das importações também está 23,3% maior em relação ao ano passado (média diária de US$ 628,7 milhões). Entre janeiro e março deste ano, as importações chegam a US$ 48,060 bilhões (média diária de US$ 775,2 milhões).
No mês passado – com 21 dias úteis – houve o registro de superávit de US$ 1,552 bilhão na balança comercial, com média diária de US$ 73,9 milhões por dia útil. No comparativo com as médias de outros meses, o valor é 152,6% maior que o registrado em março de 2010 (US$ 29,3 milhões) e 23,3% superior ao de fevereiro último (US$ 60 milhões).
A corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 37,020 bilhões, com média diária de US$ 1,762 bilhão. Houve crescimento de 31,7% em relação à média de março de 2010 (US$ 1,338 bilhão) e aumento de 9,3% na comparação com fevereiro último (média de US$ 1,613 bilhão).
As vendas brasileiras ao mercado externo foram de US$ 19,286 bilhões (média diária de US$ 918,4 milhões). Por este comparativo, o número é 34,3% superior à média de US$ 683,8 milhões do mês de março de 2010 e está 9,8% acima da media de fevereiro deste ano (US$ 836,7 milhões)
As aquisições no exterior foram de US$ 17,734 bilhões (média de US$ 844,5 milhões). A média é 29% maior que a de março do ano passado (US$ 654,6 milhões). Já na comparação com o resultado médio de fevereiro de 2011 (US$ 776,7 milhões), os gastos no mercado externo também registraram aumento de 8,7%.
Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta o secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América, Timothy Geithner, durante audiência. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff recebeu em seu gabinete na tarde desta segunda-feira (6/2) o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner. A ocasião foi vista como uma oportunidade para tratarem do crescimento do comércio entre os dois países e da necessidade de se equilibrar a balança comercial entre Brasil e Estados Unidos, ponto fortemente defendido pela presidenta durante o encontro.
Na oportunidade, o secretário americano disse que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está com grandes expectativas a respeito de sua visita ao Brasil, prevista para o próximo mês, e classificou a relação entre os dois países como estratégica. Geithner afirmou ainda à presidenta que está otimista em relação à economia americana e que, em encontro com empresários do Brasil, notou uma impressão positiva da economia do país.
“Nosso foco é tirar vantagem deste momento pós crise econômica – Estados Unidos e Brasil – e garantir que trabalhemos juntos em um nível global para construir uma relação econômica mais balanceada, mais estável, mais forte e melhor”, disse Geithner, em entrevista coletiva concedida após a reunião.
O secretário do Tesouro americano manifestou ainda interesse sobre fontes de energia limpa e ressaltou a importância de um acordo sobre a Rodada de Doha, opinião compartilhada pela presidenta.
Por sua vez, ao tratar sobre o G-20, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que não se pode responsabilizar as commodities pelo desequilíbrio na economia mundial e defendeu a estabilidade da balança comercial, não apenas com os Estados Unidos, mas com demais países do mundo.
Participaram ainda da reunião no Palácio do Planalto os ministros brasileiros Guido Mantega (Fazenda) e Antonio Palocci (Casa Civil), o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas A. Shannon, além de assessores de Geithner.
A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 424 milhões em janeiro de 2011. A média diária ficou em US$ 20,2 milhões. No mês passado, as exportações atingiram a marca de US$ 15,215 bilhões. Já as importações ficaram em US$ 14,791 bilhões. Os números foram divulgados, nesta terça-feira (1/2), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Nos 21 dias úteis do período, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 30,006 bilhões, com média de US$ 1,428 bilhão por dia útil. Neste resultado, segundo a Secex, houve crescimento de 25,4% em relação à média de janeiro do ano passado (US$ 1,139 bilhão) e retração de 9,9% na comparação com dezembro último (média de US$ 1,585 bilhão).
Sobre as exportações em janeiro, com média diária de US$ 724,5 milhões, por este comparativo, ficou 28,2% superior à média de US$ 565,3 milhões do mês de janeiro de 2010 e 20,3% menor que a de dezembro passado (US$ 909,5 milhões).
Enquanto isso, as importações tiveram resultado médio diário de US$ 704,3 milhões, ou seja, 22,7% maior que a de janeiro do ano passado (US$ 574,1 milhões) e 4,2% acima do resultado médio de dezembro de 2010 (US$ 676,1 milhões)
De acordo com o balanço do comércio externo, na quarta semana de janeiro, com cinco dias úteis (24 a 30), as exportações foram de US$ 3,632 bilhões (média diária de US$ 726,4 milhões) e as importações de US$ 3,654 bilhões (média de US$ 730,8 milhões). Houve, portanto, déficit de US$ 22 milhões e média diária negativa de US$ 4,4 milhões por dia útil. A corrente de comércio na quarta semana foi de US$ 7,286 bilhões, com média de US$ 1,457 bilhão.
A quinta semana do mês, com apenas um dia útil (31), teve déficit de US$ 244 milhões, com exportações de US$ 647 milhões, importações de US$ 891 milhões e corrente de comércio de US$ 1,538 bilhão.
Em outubro passado as exportações brasileiras alcançaram US$ 18,381 bilhões e média diária de US$ 919,1 milhões. A informação foi divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Trata-se da maior média diária para meses de outubro e a terceira maior mensal, abaixo apenas de maio e agosto de 2008, quando totalizaram US$ 965,2 milhões e US$ 940,3 milhões, respectivamente. Sobre outubro de 2009, as exportações registraram aumento de 37,1%, e sobre setembro de 2010, cresceu 2,5% pela média diária.
Ainda segundo do MDIC, as importações somaram, em valor, US$ 16,527 bilhões e média diária de US$ 826,4 milhões, sendo a maior média diária para meses de outubro e igualmente a terceira maior média mensal, abaixo somente de setembro de 2010 (US$ 844,8 milhões) e de agosto de 2008 (US$ 830,8 milhões). Sobre igual período do ano anterior, as importações registraram crescimento de 35,9% e sobre setembro de 2010, retrocederam 2,2%.
No período, a corrente de comércio alcançou a cifra de US$ 34,908 bilhões. Sobre igual período do ano anterior, a expansão foi de 36,5%, o segundo melhor resultado para meses de outubro, superado apenas por outubro de 2008 (US$ 35,696 bilhões).
Entre janeiro e outubro de 2010, as exportações totalizaram US$ 163,310 bilhões. Já as importações ficaram em US$ 148,683 bilhões. A corrente de comércio atingiu a marca de US$ 311,993 bilhões e o saldo (exportações menos importações) alcançaram US$ 14,627 bilhões.
A visita oficial do presidente Lula ao continente africano, em julho deste ano, quando esteve em seis países -- Cabo Verde, Guiné Equatorial, Quênia, Tanzânia, Zâmbia e África do Sul -- começa a surtir efeitos na balança comercial brasileira. No mês de setembro deste ano, o governo registrou um crescimento de 45% nas vendas para a África, sendo que os principais produtos foram açúcar, carnes, milho, veículos e máquinas e equipamentos. Lula vem incentivando a participação de empresários brasileiros como forma de alavancar as vendas ao mercado externo. O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, atribui parte do desempenho da balança comercial às missões brasileiras.
“Essas missões dão resultado, com certeza”, disse Barral ao Blog do Planalto.
Além do presidente Lula, segundo a assessoria de imprensa do MDIC, o ministro Miguel Jorge e o secretário-executivo do Ministério, Ivan Ramalho, participaram de missões oficiais em 11 países daquele continente. No mês passado, segundo Barral, as vendas para a África totalizaram US$ 1 bilhão. Outro dado significativo apontado no desempenho comercial foi a venda para a China, com crescimento de 74,2% no mês pasado comparado com setembro de 2009.
No mês passado, as exportações alcançaram o volume de US$ 18,833 bilhões (média diária de US$ 896,8 milhões). Segundo o Ministério, tratou-se da melhor média diária desde setembro de 2008 e a segunda maior para os meses de setembro da série histórica. As vendas para o mercado externo cresceram 35,9% na base comparativa a igual período do ano passado e aumento de 2,6% em relação a agosto de 2010.
As importações somaram US$ 17,740 bilhões, com superávit de US$ 1,093 bilhão no mês. No ano (janeiro a setembro) a balança apresentou superávit de US$ 12,777 bilhões, com fluxo comercial em US$ 277,081 bilhões.
O secretário explicou que a questão do câmbio consiste num dos maiores entraves ao comércio exterior brasileiro. Com o dólar em queda, o produto nacional perde competitividade no mercado internacional. Na outra ponta, o volume de importações aumentam porque os produtos estrangeiros estão mais em conta. Barral informou que o governo está atento ao problema e vem buscando uma solução mais efetiva.
As exportações brasileiras atingiram o volume de US$ 18,833 bilhões (média diária de US$ 896,9 milhões) no mês passado. A informação foi divulgada nesta manhã (1º/10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Com isso, as exportações do país, no ano de 2010 (janeiro a setembro), totalizaram US$ 144,929 bilhões. Na comparação pelo critério média diária, o mês de sembro deste ano mostrou crescimento de 35,9% nas vendas externas em relação a igual período do ano passado (US$ 660,1 milhões).
Quando a avaliação é feita entre o resultado da média diária do mês passado com agosto de 2010 (US$ 874,4 milhões), o crescimento ficou em 2,6%.
Enquanto isso, as importações em setembro ficaram em US$ 17,740 bilhões, com as compras junto ao mercado externo totalizando US$ 132,152 bilhões (janeiro-setembro).
O saldo da balança comercial (exportações menos importações) em nove meses ficou em US$ 12,777 bilhões. Já o fluxo da corrente de comércio (exportações mais importações) atingiu US$ 277,081 bilhões.
O secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, concederá entrevista coletiva, nesta sexta-feira, às 15h30, no auditório do MDIC, quando irá detalhar o resultado da balança comercial brasileira.
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