Presidente Lula observa documento apresentado pelo governador do Rio, Sergio Cabral, no CCBB (foto: Ricardo Stuckert/PR)
O governo federal poderá aumentar o volume de recursos para Estados e municípios atingidos por enchentes nos últimos meses. A informação é do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que participou, na tarde desta quarta-feira (13/1), de reunião com o presidente Lula, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O encontro teve a participação do governador do Rio, Sergio Cabral, e prefeitos de cidades fluminenses.
De acordo com o ministro, na próxima segunda-feira (18/1), será promovido levantamento com o objetivo de apurar demanda por recursos em outros estados brasileiros. Segundo Geddel, há manifestações para se obter linhas de crédito em São Paulo, Rio Grande do Sul e Bahia. Ele informou, por exemplo, que o governador Cabral apresentou um programa de recuperação de encostas e outros pontos de risco que totaliza R$ 600 milhões.
“Na próxima semana vamos ver as demandas. Existem possibilidades de remanejamento de recursos. O pedido do governador Cabral refere-se a investimentos estruturantes”, explicou.
Geddel disse também que, por determinação do presidente Lula, colocará à disposição do governo do Haiti os equipamentos necessários para ajudar as vítimas do terremoto que atingiu 7.0 graus na escala Richter. O ministro informou que um técnico de sua pasta seguiu no voo liderado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e tão logo envie relatório da demanda o Ministério da Integração Nacional irá proceder com a ajuda necessária.
O ministro comentou também o falecimento de Zilda Arns, da Pastoral da Criança: “Ela morreu como viveu, ou seja, defendendo a crença na justiça social. Ela morreu em combate.”
Presidente Lula observa documento apresentado pelo governador do Rio, Sergio Cabral, no CCBB (foto: Ricardo Stuckert/PR)
O governo federal poderá aumentar o volume de recursos para Estados e municípios atingidos por enchentes nos últimos meses. A informação é do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que participou, na tarde desta quarta-feira (13/1), de reunião com o presidente Lula, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O encontro teve a participação do governador do Rio, Sergio Cabral, e prefeitos de cidades fluminenses.
De acordo com o ministro, na próxima segunda-feira (18/1), será promovido levantamento com o objetivo de apurar demanda por recursos em outros estados brasileiros. Segundo Geddel, há manifestações para se obter linhas de crédito em São Paulo, Rio Grande do Sul e Bahia. Ele informou, por exemplo, que o governador Cabral apresentou um programa de recuperação de encostas e outros pontos de risco que totaliza R$ 600 milhões.
“Na próxima semana vamos ver as demandas. Existem possibilidades de remanejamento de recursos. O pedido do governador Cabral refere-se a investimentos estruturantes”, explicou.
Geddel disse também que, por determinação do presidente Lula, colocará à disposição do governo do Haiti os equipamentos necessários para ajudar as vítimas do terremoto que atingiu 7.0 graus na escala Richter. O ministro informou que um técnico de sua pasta seguiu no voo liderado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e tão logo envie relatório da demanda o Ministério da Integração Nacional irá proceder com a ajuda necessária.
O ministro comentou também o falecimento de Zilda Arns, da Pastoral da Criança: “Ela morreu como viveu, ou seja, defendendo a crença na justiça social. Ela morreu em combate.”
Não basta o racismo ser crime inafiançável, é preciso que a população tenha mais consciência para acabar com a prática no Brasil, afirmou o presidente Lula em discurso na Praça Castro Alves, em Salvador, em evento comemorativo ao Dia Nacional da Consciência Negra. Lula disse que não foi vítima de racismo, mas que sofreu muito com preconceito por ser pobre e nordestino.
Lula, que entregou 30 títulos de posse de terra para integrantes de comunidades quilombolas, informou que o Incra tem 1,4 mil comunidades na fila para serem beneficiadas. Por isso, ele espera poder comemorar a data em 2010 -- que será feriado nacional -- numa praia na Bahia em que marcará a entrega de 200 ou 400 títulos de propriedades aos quilombolas.
O presidente Lula enfatizou que às vezes o cidadão “pratica o racismo de forma muito sutil, muito subjetiva, “que às vezes parece não ser racismo, mas é racismo”, disse.
O presidente lembrou que são minorias os chefes de seção de fábricas negros ou gerentes de bancos negros, por exemplo. “Já sofri muito preconceito por ser pobre e nordestino. E acho que ainda tem preconceito. Mas hoje não dou mais bola porque venci os preconceituosos e virei presidente da República desse País. A gente não vai vencer o preconceito lamentando, mas enfrentando, discutindo, debatendo, seja no local de trabalho, na igreja, no clube. Um homem ou uma mulher não pode ser medido pela cor, mas pelo caráter”, afirmou.
O presidente condenou a violência contra o negro e explicou que tem atuado para assegurar as cotas aos estudantes negros. Disse também que o ProUni, muito criticado pela mídia, permite que universitários negros tenham condições de pagarem os estudos e, como resultado, o País terá mais profissionais negros como médicos, dentistas, etc e tal. Ao concluir, Lula citou a participação do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, um simbolo de resistência pela paz no Oriente Médio.
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