Esquadrilha da Fumaça promete surpresa para a apresentação deste ano no Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF).
Tudo pronto para o início do desfile de 7 de setembro – palanques e arquibancadas montados, tropas ensaiadas, trabalhadores a postos. Entre as diversas atrações disponíveis ao público do desfile cívico da Independência, há expectativa especial para a apresentação da Esquadrilha da Fumaça.
O Esquadrão de Demonstração Aérea, conhecido como Esquadrilha da Fumaça, foi criado por iniciativa de instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada no Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinam acrobacias em grupos para incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves. Em 14 de maio de 1952, houve a primeira demonstração oficial.
De lá para cá, a Esquadrilha encanta adultos e crianças com suas manobras arriscadas e não será diferente amanhã, no desfile de 7 de setembro. Após a passagem das tropas em terra, os olhares se voltarão para o céu para a passagem de 28 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), incluindo sete aviões T-27 Tucano. Além das tradicionais acrobacias, o Esquadrão promete surpreender o público com a passagem final, em que os aviões deixarão no céu da capital as cores do Brasil. Veja aqui as principais manobras da Esquadrilha.
A Esquadrilha da Fumaça é composta por 28 aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), incluindo sete aviões T-27 Tucano.
“No 7 de setembro, a Esquadrilha da Fumaça vai fazer uma apresentação especial, uma homenagem a toda nossa nação. O público verá um belo espetáculo com a fumaça colorida, expelida nas cores da bandeira nacional. Esperamos todos lá”, convida o major Alexandre, membro do Esquadrão.
Para ver outros textos da nossa série especial 7 de Setembro, clique no selo que abre este post.
A TAM está ampliando participação no mercado sul-americano. Após reunião na Embaixada do Brasil na Colômbia, a companhia aérea brasileira anunciou que até o fim deste ano inicia a operação de voo diário entre São Paulo e Bogotá. O fato acontece horas antes do desembarque do presidente Lula à capital colombiana para participar de um jantar com o atual presidente Álvaro Uribe e para cerimônia de posse do presidente eleito, Juan Manuel Santos. O Blog do Planalto acompanhou de perto encontro entre o embaixador Valdemar Carneiro Leão e os executivos da empresa.
O diretor da TAM para a América Latina, João Francisco Amaro Filho, contou que a Colômbia constitui no oitavo país sul-americano. A partir de agora, o governo brasileiro, por meio da Embaixada, procederá nos entendimentos com autoridades colombianas, bem como o departamento jurídico da TAM tomará as providências no sentido de montar um braço da companhia na Colômbia. Em conversa com o Blog do Planalto, João Amaro informou que a empresa deve contratar 50 funcionários em Bogotá para operar um voo em aparelho Airbus 320.
João Amaro informou ainda que a TAM estuda também rotas para a África. Aliás, esta é outra reivindicação do presidente Lula que, durante o périplo pelo continente africano no mês passado, fez o desafio às companhias nacionais. Segundo Lula, tal procedimento permitirá que grupos brasileiros façam negócios nos países africanos.
O embaixador Carneiro Leão disse que a iniciativa da TAM reforça a importância do Brasil no momento atual. Segundo ele, o fluxo de brasileiros na Colômbia tem aumentado consideravelmente. Deste modo, a Colômbia tornou-se uma rota bastante atraente, seja para o turismo ou negócio. Atualmente, a GOL e a Avianca têm voos diários entre os dois países.
De acordo com informações da Embratur, a Colômbia é o 14º país em participação no fluxo aéreo para o Brasil. Em 2008, antes da crise financeira mundial, 96.846 colombianos estiveram em cidades brasileiras. No ano seguinte, houve uma queda em função da crise:78.010 colombianos visitaram o Brasil. O fluxo de brasileiros para a Colômbia também teve o mesmo impacto. Porém, o embaixador Carneiro Leão aposta na recuperação estes ano.
“Cartagena é o principal destino de brasileiros neste país. Trata-se de uma cidade construída em frente ao Mar do Caribe e banhada por dois oceanos. Na época do escoamento do ouro, para protegê-la do ataque de piratas, os espanhóis ergueram uma muralha o que torna um grande atrativo para quem visita o lugar”, contou o embaixador.
Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem à Colômbia.
A decisão do governo brasileiro sobre a compra de novos caças para a Força Aérea só será tomada após o Conselho de Defesa analisar as propostas, afirmou o presidente Lula em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (26/3) após encontro com o rei Carl Gustaf, da Suécia, no Palácio Itamaraty. O Brasil estuda propostas de empresas da Suécia, França e Estados Unidos.
Lula afirmou que, por estarmos num ano eleitoral, é preciso ter muito cuidado para discutir e decidir sobre o assunto, porque “uma coisa dessa envergadura não pode ficar à mercê de especulação política”, e disse ser natural o interesse do rei Gustaf na questão -- o mesmo acontece com os presidentes Obama e Sarkozy, que também defendem as empresas de seus países na disputa pelos caças.
Ouça aqui a íntegra da entrevista concedida pelo presidente Lula após o almoço com o rei Carl Gustaf, da Suécia:
Para ler a transcrição da entrevista, clique aqui.O presidente afirmou que quanto mais se conversa, mais os preços vão caindo e as condições do negócio melhorando. Disse ainda que todos os concorrentes já sabem o que o Brasil quer: tecnologia, fabricação das aeronaves no País e, num futuro próximo, a exportação pelo Brasil desses aviões.
O presidente Lula também conversou com os jornalistas sobre ministros que sairão do governo para concorrer a cargos públicos nas eleições deste ano e sobre a convocação ou não do jogador Kaká para a Seleção Brasileira que disputará a Copa do Mundo na África do Sul este ano.
Major Mark Lima Santos (esquerda) é um dos pilotos do avião presidencial e sempre faz um vôo de reconhecimento antes de levar o presidente da República nas viagens internacionais. Foto: Magno Romero/PR
Com 21 anos dedicados à Força Aérea Brasileira (FAB), o major Mark Lima Santos chegou à maioridade em sua profissão. Foi piloto e instrutor de caças, voou com aeronaves comerciais de pequeno e médio porte para ministros e autoridades de Brasília e desde 2005 é um dos três pilotos oficiais do Airbus A 319 CJ da Presidência da República, que leva o presidente Lula em suas viagens internacionais. O Blog do Planalto conheceu o major, carioca de 38 anos, na terça-feira (9/3) durante o voo para Tel Aviv (Israel) da equipe que vai preparar os detalhes da visita de Lula ao Oriente Médio – a partir deste domingo (14/2), ver aqui – e resolveu saber um pouco mais sobre o seu trabalho.
A presença do major Mark nesse voo preparatório a Tel Aviv tem por objetivo conhecer a rota e os procedimentos tomados pelos pilotos, os possíveis obstáculos e dificuldades do trajeto, e os avisos que os pilotos recebem das torres de comando pelo caminho. Ele retornou ao Brasil na mesma aeronave (um Boeing 737), logo após o desembarque da equipe de apoio avançado (o Prescav), e trará o presidente Lula a Israel conhecendo de antemão o trajeto e seus procedimentos usuais e os eventuais pontos críticos.
“Nosso enfoque nesse reconhecimento que fazemos é a segurança. Conferimos toda a rota, principalmente na hora do pouso – do começo da descida ao corte do motor já em solo”, diz o major, destacando que um dos pontos centrais a ser observado é o relevo em torno do aeroporto onde pousará o avião presidencial. “Em Tegucigalpa (Honduras), por exemplo, a pista tem muitas montanhas em volta, é uma ‘panela de morros’ e o tráfego lá é diferente, é preciso muita cautela para pousar. Sem o reconhecimento prévio, fica ainda mais difícil.”
Mark sempre quis ser piloto de caça e nunca imaginou que um dia estaria voando com o presidente da República de seu país. Mas depois de atingir a excelência em aeronaves como o Xavante e o AMX A1, resolveu tentar algo diferente. Foi para Brasília em 2003 e se incorporou ao Grupo de Transporte Especial (GTE) da Aeronáutica, onde passou a atuar no segundo esquadrão pilotando aeronaves para o transporte de ministros e outras autoridades federais. Em 2004, fez um curso de Airbus na TAM, foi incorporado ao primeiro esquadrão do GTE para fazer voos presidenciais (só os melhores e mais experientes são escolhidos) e, em janeiro do ano seguinte, estava entre os três pilotos escalados para ir a Hamburgo, na Alemanha, buscar o recém comprado Airbus A 319 CJ da Presidência.
O primeiro voo com o presidente Lula foi realizado logo que o avião chegou ao Brasil, numa viagem a Tabatinga (AM). O major Mark diz que não sentiu o peso da responsabilidade nem foi preciso tomar cuidados extras de segurança.
Na aviação militar, a gente já tem uma doutrina que preza muito a segurança. Esse é o nosso foco. Estamos sempre preparados para o reves, mas também para evitá-lo.
Sobre o presidente Lula, o major Mark afirma que é simpático, sempre cumprimenta todo mundo, gosta de ver a paisagem da cabine e sempre pergunta sobre o vento, se está contra ou a favor, porque isso influi no tempo da viagem. “Ele prefere que esteja a favor, porque sempre quer chegar o quanto antes nos eventos”, diz.
Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem a Israel.
Balanço da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) comprova que o brasileiro voou mais em 2009 na comparação com os anos de 2008 e 2007. De acordo com projeção da agência reguladora, ocorreram 126 milhões de embarques e desembarques no ano passado, um aumento de 13 milhões em relação a 2008 e um crescimento de 15,4 milhões sobre o volume registrado em 2007.
Se por um lado a Anac teve registro do incremento do uso do avião como transporte, os atrasos dos voos superiores a 30 minutos recuaram: em 2007, a média ficou em 28,6%; no ano seguinte, 17,5%; e, no ano passado, a média ficou em 11%. A agência reguladora, ao divulgar o balanço do setor, constatou que o movimento foi tranquilo neste último fim de ano, período de maior movimento nos aeroportos.
A Anac tornou público também o resultado de avaliação, por parte dos passageiros, das companhias aéreas nacionais e estrangeiras. A OceanAir foi a mais bem avaliada, com 301 notas – sendo a média 7,50. O serviço de bordo foi o destaque da companhia aérea. A melhor avaliação entre as estrangeiros ficou com a colombiana Avianca, com média de 8,29. A pontualidade foi o destaque, segundo os passageiros, e o pior ficou por conta do atendimento na sala de embarque.
Avião Embraer 190, o Bartolomeu de Gusmão, entregue hoje para uso da Presidência da República. Foto: Divulgação Embraer
O ministro da defesa Nelson Jobim recebeu nesta sexta-feira (25/9) da Embraer, em Brasília, o primeiro dos dois novos aviões Embraer 190 que serão utilizados pela Presidência da República. A aeronave foi batizada com o nome de Bartolomeu de Gusmão em homenagem ao religioso e inventor luso-brasileiro a quem se credita a invenção do aeróstato, pai dos balões e dirigíveis. O segundo avião deverá ser entregue até o final do ano e receberá o nome do aviador Augusto Severo.
O Blog do Planalto visitou ontem o novo avião Embraer 190 e conversou com um dos pilotos da aeronave, o capitão aviador Alexandre Pereira Reynaldo, na cabine de comando. Assista:
Os novos Embraer 190, designados VC-2, substituirão os dois Boeing 737-200 que operam no Grupo de Transporte Especial (GTE) desde 1976, no transporte do presidente da República e de sua comitiva nas viagens nacionais e pela América do Sul. Os VC-2 têm alcance suficiente para ligar Brasília a todas as capitais brasileiras e de todos os países da América do Sul. As aeronaves irão executar as missões regionais em apoio à Presidência da República e também atuarão como reserva ao VC-1 “Santos Dumont”, o Airbus A319 adquirido em 2005.
Os aviões da Embraer poderão atender a Presidência da República por até 30 anos. Lula fará sua estréia no “Bartolomeu de Gusmão” em sua próxima viagem à Europa, nos trechos entre Lisboa e Copenhague e entre Bruxelas e Estocolmo.
As principais vantagens dos VC-2 em relação aos antigos 737-200, designados VC-96, são a segurança, a flexibilidade operacional e a redução do custo operacional, do consumo de combustível e de emissões poluentes. A aeronave possui sistemas que permitem a comunicação de forma segura e equipamentos de voo de última geração. Fruto de pesquisa e desenvolvimento da Embraer, o 190 é considerada um dos mais modernos do mundo e de mais longo alcance de sua categoria, podendo voar de Brasília para quase toda a América do Sul sem parar para reabastecer. Os aviões receberam ainda uma adaptação em seus tanques de combustível, o que aumentou ainda mais sua autonomia de voo.
A substituição dos 737
Apesar de ainda capazes de cumprir missões com segurança, os dois Boeing 737-200, designados na Força Aérea Brasileira como VC-96, estão em operação há mais de 30 anos. A saída de operação do modelo no mercado civil tornou difícil a aquisição de alguns itens de manutenção. A empresa que fazia a manutenção dos motores P&W JT-8 no Brasil, por exemplo, parou de atuar nesse segmento, o que obriga a Força Aérea a recorrer a empresas fora do país, aumentando os custos operacionais. Os ruidosos turbojatos dos Boeing 737-200 também já faziam o avião sofrer restrições de horários de operação ou mesmo proibição de pouso e decolagem em determinadas localidades da América do Norte e Europa.
Tirar o estado de Roraima do isolamento, reconhecer a sua importância estratégica na integração do País e da América Latina, e desenvolver uma nova política aeroviária para o país, que fortaleça a aviação regional e desenvolva a interligação entre as cidades brasileiras. Estes foram alguns dos pontos importantes enfatizados pelo presidente Lula em seu discurso hoje, na cerimônia de descerramento da placa de inauguração do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Boa Vista.
Confira trecho do discurso do presidente Lula no evento em Boavista:
A inauguração do novo terminal do Aeroporto Internacional de Boavista, obra realizada com R$ 9 milhões em recursos do PAC, é um passo importante na integração do estado de Roraima ao resto da região. O aeroporto é considerado pela Infraero como estratégico para a integração do País e para a conexão do Brasil com os parceiros da América Latina. O novo terminal inaugurado amplia a capacidade operacional do aeroporto de 270 mil para 330 mil passageiros por ano, e aumenta a área do terminal de passageiros de 4,5 mil metros quadrados para 7 mil metros quadrados.
Clique aqui e ouça a íntegra do discurso do presidente em Boavista:
Todo o conteúdo desse blog é originalmente do Blog do Planalto e está licenciado sob a CC-by-sa-2.5, exceto quando especificado em contrário e nos conteúdos replicados de outras fontes.