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O governo brasileiro encaminhará para Porto Príncipe, no Haiti, medicamentos, alimentos prontos e água engarrafada em voos que partem da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Já está restabelecida a ponte aérea Brasil-Haiti. A informação é do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, coordenador do gabinete da crise instituído na última quarta-feira (13/1) por determinação do presidente Lula. Neste instante de dificuldades da população daquele país, os aviões somente transportarão donativos que forem pedidos pelas autoridades haitianas. Segundo o ministro Felix, as autoridades brasileiras tiveram experiências em outras tragédias quando encaminharam aos locais de atendimentos produtos desnecessários.

As doações dos brasileiros podem ser encaminhadas para três setores: 1 -- Medicamentos e ofertas de serviços médicos devem ser informados à coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde. As instituições podem contatar pelo e-mail: missaodeajudasamu192@saude.gov.br ou pelo telefone 61 3315-3518. No caso do cidadão comum, o contato pode ser direto com o 192 da central SAMU da cidade ou do Estado. 2 -- Alimentos prontos e água engarrafada devem ser entregues à Defesa Civil. Saiba os endereços aqui. 3 -- Outras ofertas de serviços -- Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) pelo e-mail saei@planalto.gov.br ou pelo fax 61 3411-1297.


No início da tarde deste sábado, o general Jorge Félix; o subchefe de Comando de Controle do Estado Maior do Ministério da Defesa, contra-almirante Paulo Zuccaro, e o subsecretário do Ministério das Relações Exteriores para a América do Sul, Antonio Simões, concederam entrevista coletiva para apresentar o balanço da primeira semana de ação do grupo do governo federal. As autoridades brasileiras asseguraram que, neste momento, a participação do Brasil no Haiti estará dividida entre a liderança da missão militar e a prestação da ajuda humanitária. O general Felix explicou que, em função das dificuldades de comunicação, foram enviados telefones celulares que operam por satélite.

Neste sábado, os voos militares para Porto Príncipe começam a decolar do Galeão, no Rio. Ontem (14/1), fechou-se entendimento entre os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Haiti para equacionar a questão do aeroporto da capital haitiana. O contra-almirante Zuccaro explicou que o controle interno do aeroporto permanece sob domínio dos americanos. A parte externa fica a cargo dos militares brasileiros que integram a tropa de paz naquele país. Zuccaro não descartou a possibilidade de o Brasil enviar mais batalhões para apoiar a segurança de distribuição dos donativos, bem como auxiliar na segurança interna do Haiti. Veja a entrevista aqui:

O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do núcleo de atendimento aos brasileiros, recebeu informações que induziriam à conclusão de que 500 brasileiros civis estariam naquela região atingida pelo terremoto. Porém, Simões explicou que o número não é verdadeiro, pois além de duplicidade, existem pedidos de informações sobre militares em missão no Haiti. Oficialmente, o governo confirma que 14 militares e a médica Zilda Arns morreram em Porto Príncipe. Existem três militares e Luiz Carlos da Costa, principal funcionário brasileiro na ONU, desaparecidos.


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O governo brasileiro encaminhará para Porto Príncipe, no Haiti, medicamentos, alimentos prontos e água engarrafada em voos que partem da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Já está restabelecida a ponte aérea Brasil-Haiti. A informação é do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, coordenador do gabinete da crise instituído na última quarta-feira (13/1) por determinação do presidente Lula. Neste instante de dificuldades da população daquele país, os aviões somente transportarão donativos que forem pedidos pelas autoridades haitianas. Segundo o ministro Felix, as autoridades brasileiras tiveram experiências em outras tragédias quando encaminharam aos locais de atendimentos produtos desnecessários.

As doações dos brasileiros podem ser encaminhadas para três setores: 1 -- Medicamentos e ofertas de serviços médicos devem ser informados à coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde. As instituições podem contatar pelo e-mail: missaodeajudasamu192@saude.gov.br ou pelo telefone 61 3315-3518. No caso do cidadão comum, o contato pode ser direto com o 192 da central SAMU da cidade ou do Estado. 2 -- Alimentos prontos e água engarrafada devem ser entregues à Defesa Civil. Saiba os endereços aqui. 3 -- Outras ofertas de serviços -- Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) pelo e-mail saci@planalto.gov.br ou pelo fax 61 3411-1297.


No início da tarde deste sábado, o general Jorge Félix; o subchefe de Comando de Controle do Estado Maior do Ministério da Defesa, contra-almirante Paulo Zuccaro, e o subsecretário do Ministério das Relações Exteriores para a América do Sul, Antonio Simões, concederam entrevista coletiva para apresentar o balanço da primeira semana de ação do grupo do governo federal. As autoridades brasileiras asseguraram que, neste momento, a participação do Brasil no Haiti estará dividida entre a liderança da missão militar e a prestação da ajuda humanitária. O general Felix explicou que, em função das dificuldades de comunicação, foram enviados telefones celulares que operam por satélite.

Neste sábado, os voos militares para Porto Príncipe começam a decolar do Galeão, no Rio. Ontem (14/1), fechou-se entendimento entre os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Haiti para equacionar a questão do aeroporto da capital haitiana. O contra-almirante Zuccaro explicou que o controle interno do aeroporto permanece sob domínio dos americanos. A parte externa fica a cargo dos militares brasileiros que integram a tropa de paz naquele país. Zuccaro não descartou a possibilidade de o Brasil enviar mais batalhões para apoiar a segurança de distribuição dos donativos, bem como auxiliar na segurança interna do Haiti. Veja a entrevista aqui:

O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do núcleo de atendimento aos brasileiros, recebeu informações que induziriam à conclusão de que 500 brasileiros civis estariam naquela região atingida pelo terremoto. Porém, Simões explicou que o número não é verdadeiro, pois além de duplicidade, existem pedidos de informações sobre militares em missão no Haiti. Oficialmente, o governo confirma que 14 militares e a médica Zilda Arns morreram em Porto Príncipe. Existem três militares e Luiz Carlos da Costa, principal funcionário brasileiro na ONU, desaparecidos.


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