Fri 20 Nov 2009
“Sofri muito preconceito por ser pobre e nordestino”
Posted by marcos under Cerimônias
Não basta o racismo ser crime inafiançável, é preciso que a população tenha mais consciência para acabar com a prática no Brasil, afirmou o presidente Lula em discurso na Praça Castro Alves, em Salvador, em evento comemorativo ao Dia Nacional da Consciência Negra. Lula disse que não foi vítima de racismo, mas que sofreu muito com preconceito por ser pobre e nordestino.
Lula, que entregou 30 títulos de posse de terra para integrantes de comunidades quilombolas, informou que o Incra tem 1,4 mil comunidades na fila para serem beneficiadas. Por isso, ele espera poder comemorar a data em 2010 -- que será feriado nacional -- numa praia na Bahia em que marcará a entrega de 200 ou 400 títulos de propriedades aos quilombolas.
O presidente Lula enfatizou que às vezes o cidadão “pratica o racismo de forma muito sutil, muito subjetiva, “que às vezes parece não ser racismo, mas é racismo”, disse.
O presidente lembrou que são minorias os chefes de seção de fábricas negros ou gerentes de bancos negros, por exemplo. “Já sofri muito preconceito por ser pobre e nordestino. E acho que ainda tem preconceito. Mas hoje não dou mais bola porque venci os preconceituosos e virei presidente da República desse País. A gente não vai vencer o preconceito lamentando, mas enfrentando, discutindo, debatendo, seja no local de trabalho, na igreja, no clube. Um homem ou uma mulher não pode ser medido pela cor, mas pelo caráter”, afirmou.
O presidente condenou a violência contra o negro e explicou que tem atuado para assegurar as cotas aos estudantes negros. Disse também que o ProUni, muito criticado pela mídia, permite que universitários negros tenham condições de pagarem os estudos e, como resultado, o País terá mais profissionais negros como médicos, dentistas, etc e tal. Ao concluir, Lula citou a participação do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, um simbolo de resistência pela paz no Oriente Médio.

Acessem o Blog para assistir o esclarecedor vídeo que Brizola Neto cita em seu artigo, como sempre muito ponderado.
http://tijolaco.com/?p=6143
Compra dos caças: um brigadeiro fala sobre tecnologia
novembro 20th, 2009 às 18:31
Tenho dito aqui que me falta, evidentemente, competência técnica para dar opiniões sobre as escolha dos caças que o Brasil irá comprar no programa FX-2 de reequipamento da nossa Força Aérea. Como é evidente, o foco da decisão se dará na questão da transferência de tecnologia. Gostaria que as pessoas que ainda têm alguma dúvida sobre se não seria vantajoso que o Brasil comprasse os F-18 Hornet que estão sendo oferecidos pelos Estados Unidos ouvissem e vissem esta palestra do Brigadeiro Venâncio Alvarenga Gomes,engenheiro aeronáutico, num fórum realizado no final do ano passado, no Instituto Tecnológico da Aeronáutica.
É um depoimento impressionante sobre as restrições tecnológicas que já sofremos em matéria de defesa aérea e de tecnologia aeroespacial por parte dos Estados Unidos. E um depoimento de quem é especialista no assunto.
Embora técnico, o depoimento do Brigadeiro Venâncio é de uma clareza impressionante.
Nossa imprensa, que tem dedicado tantas páginas ao programa de compra dos caças, bem que poderia relatar o que este oficial diz.
Prestaria, o que não parece ser sua intenção, um enorme serviço de esclarecimento à opinião pública.
Como você vai entender, a partir das palavras do Brigadeiro, nós temos problemas de transferência de tecnologia pelos EUA até para o velhíssimo F-5, que já não possui um mínimo de eficiência bélica.
Se escolhermos o F-18, quem nos garante que não ficaremos com um “elefante branco voador” por embargos tecnológicos?
Brizola Neto
Informação ao boquirroto
O Mundo todo sabe da alegria e satisfação do Sr. Tarso Genro e do Sr. Luis Inacio Lulla da Silva quando, em apenas 15 dias, extraditaram os boxeadores cubanos.
A cada entrevista que o Sr. Tarso Genro, dava as emissoras de Tv sobre o assunto, ESTAMPAVA UM SORRISO de felicidade, por atender a um pedido do Lulla e do Fidel .
Algo repugnante, nojento e ridículo.
Eita Brasil sil sil fulêêêêêra……….
PT e PTralhas (dirigentes, autoridades e BABA OVOS DO LULA) – VADE RETRO SATANÁS
Luiz Gonzaga,
As onze bolsas mais caras do Mundo;
Essa, é excelente.
Peraí homi! Cê vai acabar matando minha Vó, que tem 92 anos (29 dos quais, tem nojo do PT) de tanto rir.
Este negócio do Presidente fazer proseletismo de preconceito é muito perigoso. Elias Canetti já escreveu sobre o tema. Preconceito é qustão de vigilância de cada pessoa. Todos tendemos ao preconceito. O que pode nos tornr diferente é a vigilância constante para não cairmos em atitudes preconceituosas.
Bom dia,
A Maximus Assistencial, empresa com quase 13 anos na área de planos assistenciais, tem o produto perfeito para sua empresa e ótimo para seus funcionários.
Presente em 54 municípios do Paraná, com ampla rede credenciada composta por médicos, hospitais, laboratórios, clínicas de imagem, nutricionistas, fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, etc., a Maximus Assistencial está preparada para lhe ajudar a aumentar sua produtividade, diminuir as faltas por doenças e aumentar a fidelização de seus funcionários, através da saúde, segurança e tranquilidade que oferecerá aos seus colaboradores.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Um grupo de parlamentares contrários à extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti encaminhou nesta sexta-feira ao Planalto um pedido de audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo dos parlamentares é tentar convencer o chefe do Executivo a decidir pela não extradição de Battisti.
O refúgio político concedido a Battisti em janeiro foi dado pelo ministro da Justiça, Tarso Genro.
De acordo com a assessoria do senador José Nery (Psol-PA), autor do ofício, o grupo de 16 pessoas quer convencer Lula a decidir pela manutenção do refúgio do italiano.
Assinam o documento os senadores:
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Fátima Cleide (PT-RO),
Cristovam Buarque (PDT-DF),
Paulo Paim (PT-RS),
João Pedro (PT-AM)
Paulo Duque (PMDB-RJ)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
deputados:
Ivan Valente(Psol-SP)
Chico Alencar (Psol-RJ)
Geraldinho (Psol-RS)
Luiz Couto (PT-PB)
Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ)
Entidades:
Além dos parlamentares de PT, PSOL, PRB, PDT, PC do B e PMDB, assinam o pedido de audiência o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro, Wadih Nemer Damous Filho, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, e a Comissão Nacional de Justiça e Paz da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
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Grave estes nomes para nunca votar neles senão o Brasil se tornará o PARAÍSO DOS BANDIDOS.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Só existe uma raça (Espécie – homo sapiens): A raça humana.
O resto é discurso de bandidos para confundir os ignorantes!
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A raça é um conceito usado vulgarmente para categorizar diferentes populações de uma espécie biológica por suas características fenotípicas (ou físicas); é comum falar-se das raças de cães ou de outros animais[1].
A antropologia, entre os séculos XVII e XX, usou igualmente várias classificações de grupos humanos no que é conhecido como “raças humanas” mas, desde que se utilizaram os métodos genéticos para estudar populações humanas, essas classificações e o próprio conceito de “raças humanas” deixaram de ser utilizados. Um conceito alternativo é a “etnia”.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Diz o molusco:
“Sofri muito preconceito por ser pobre e nordestino”
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Lorota!!!
…ainda vai sofrer mais por ser mentiroso e ladrão!
Desviar dinheiro público para fazer campanha e distribuir para os “cumpadres” é coisa de LADRÃO!!!
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Lembrança do 27 de novembro
19 de novembro de 2009
Por Aristóteles Drummond (*)
A esquerda, depois da criação da URSS e da longa ditadura de Stálin – que em seu país era imposta pela força policial e no resto do mundo pela força do dinheiro e pelo comportamento natural dos ressentidos com a vida e de inteligência estreita -, especializou-se em esconder a verdade, os fatos históricos. E, nas últimas décadas, com a democratização da cultura e a quebra do monopólio comunista nos meios intelectuais, onde ainda é muito presente, deram para justificar o injustificável.
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http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7893&Itemid=141
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Pergunta:
Não seria mais lógico e não ficaria mais barato dar educação ao povo e dar-lhe emprego?
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Resposta:
Sim, ficaria. Mas o que aconteceria depois, sem uma “massa de manipulação” para manter os corruPTos no poder?
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DE OLHO NOS COMUNAS
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“Penso que todo homem é prisioneiro de suas idéias. Muitas vezes essas idéias estão longe de expressar a verdade.
Somente o histórico do seu comportamento, cruzado com a realidade, mostrará que tipo de homem ele é.”
Luiz Gonzaga
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DE OLHO NOS COMUNAS
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A Cuba que eu conheço
19 de novembro de 2009
Por Graça Salgueiro (*)
O delinqüente ditador da Venezuela continua infernizando o presidente Uribe e a vida da Colômbia, ameaçando com guerra e em seguida recuando, desmentindo o que disse mas que está gravado em vídeo. Entretanto, este é um assunto que devo tratar nos próximos dias porque é um tema que tem muitos detalhes e incontáveis implicações, falsidades, manipulações e não pode ser tratado assim “de raspão”. Por isso, hoje eu volto a falar de Cuba, a Cuba que eu conheço e da qual o mundo nunca reclamou, nem fez passeatas de protesto, tampouco abaixo-assinados em sua defesa.
http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7898&Itemid=141
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Dilma apagão
19 de novembro de 2009
O PT prepara sua terceira fase com a dama de aço, com inflexão à esquerda e o velho e autoritário discurso de ampliação do Estado. De braços dados com Chávez e seus seguidores caminharemos sem medo e felizes para o nebuloso Socialismo do Século 21. No cenário de deterioração da democracia da América Latina não faremos feio.
Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Nunca antes nesse país houve um apagão como o que deixou 18 Estados e 70 milhões de pessoas nas trevas.
http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7899&Itemid=141
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DE OLHO NOS COMUNAS
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CONFECOM – o processo espúrio de sovietização do Brasil.
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http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7900&Itemid=141
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Meu caro Lula
20 de novembro de 2009
Por João Mellão Neto (*)
Nos últimos 23 anos já lhe escrevi, aqui, neste Espaço Aberto, pelo menos umas cinco cartas, sempre com o mesmo título. Não tenho grande esperança de que você as leia. Afinal, você mesmo se vangloria do fato de não gostar de nenhum tipo de leitura.
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http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7901&Itemid=141
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DE OLHO NOS COMUNAS
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FF AA afina estrategias contra amenazas terroristas
20 de novembro de 2009
Los militares afinan los planes de seguridad ante las amenazas zelayistas contra el proceso democrático
Actualmente la sección de inteligencia tiene información de todo lo que ocurre en el país
ElHeraldo.hn
Tegucigalpa, Honduras
Sin dar a conocer las estrategias a implementar, las Fuerzas Armadas se declararon ayer listas para dar seguridad en las próximas elecciones.
El jefe del Estado Mayor Conjunto, general Romeo Vásquez Velásquez, conoció cada detalle del plan para salvaguardar el proceso.
Y es que los zelayistas han amenazado con crear caos y violencia el día de las elecciones.
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http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7902&Itemid=141
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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VEJA COMO OS INDIOS SE COMPORTAM
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A acumulação de bens e a apropriação deles por grupos pode ter gerado os primeiros conflitos. Atualmente os grupos que assumem o poder nos paises, nem sempre de forma ética, podem, de modo relativamente fácil, impor seus objetivos, muitas vezes não coincidentes com os desejos da maioria do povo. Para mim uma forma mais adequada de governo para todos os paises ainda está por vir.
Democracia, comunismo ou socialismo sempre serão mitos, enquanto o comportamento individual for excessivamente reativo e o pensar e o sentir coletivos não forem o objetivo central dos governos.
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Os fatos postados são reais. Ou foram relatados por etnólogos de alta competência e credibilidade ou foram presenciados por mim como protagonista, no tempo em que morei na Amazonia. Aguarde.
Luiz Gonzaga
Aécio Neves: Vote Nele
Caixa-preta foi criada por Aécio Neves em 2001
A verba indenizatória é criação de Aécio Neves, tucano que hoje ocupa o cargo de governador de Minas Gerais. Quando era presidente da Câmara, há quase uma década, encontrou uma forma engenhosa de dar aumento de salário aos deputados sem ficar com o desgaste por conta desse ato: inventou um benefício quase secreto e indireto.
Em 5 de abril de 2001, Aécio assinou ato criando uma verba indenizatória mensal de até R$ 7.000 por mês. O uso desse dinheiro era flexível, bastando apresentar uma nota fiscal e alegar que a despesa era relacionada “ao exercício do mandato”.
O sucesso da ideia de Aécio foi tamanho que o artifício foi seguido pelo Senado, em 30 de janeiro de 2003, sob a presidência do senador Ramez Tebet (PMDB).
A Folha tentou em várias oportunidades ter acesso às notas fiscais de deputados e de senadores, mas só teve sucesso agora. Em dezembro de 2003, o Supremo Tribunal Federal chegou a tomar uma decisão a favor do jornal, mas o então presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), recorreu e conseguiu manter os documentos em sigilo. O episódio serviu para que ao menos os valores gerais dos gastos de cada deputado passassem a ser apresentados na internet.
Em janeiro de 2004 já foi possível saber que a Câmara havia reembolsado R$ 3 milhões de verba indenizatória aos deputados. Desse total, R$ 1,38 milhão foi por conta de despesas com combustível e lubrificantes. Nunca se soube em quais postos de gasolina cada congressista abastecia, pois as notas eram mantidas em segredo.
No início deste ano, o deputado Edmar Moreira, hoje no PR, mas à época no DEM, foi acusado de usar parte da sua verba indenizatória para pagar serviços de segurança contratados de empresas nas quais ele aparecia como proprietário. Um processo foi aberto. Constatou-se a veracidade da acusação, mas Moreira foi absolvido sob o argumento de que não havia regras claras impedindo congressistas de usarem as verbas para contratar serviços nas próprias empresas.
Apesar da absolvição, houve um aumento da transparência: Câmara e Senado passaram, desde abril, a divulgar o valor detalhado das despesas de cada deputado -com os números das notas fiscais apresentadas, CNPJ, nome do beneficiário e valor.
Apareceu então mais um argumento a favor da liberação de tudo: se as notas novas estão na internet, por analogia, as antigas também devem ser públicas. Os dados usados na reportagem de hoje na Folha, porém, representam só uma fração do total ainda em segredo. No Senado, nada foi divulgado.
Fonte: Folha se São Paulo 22/11/2009 por Fernando Rodrigues
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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VEJA COMO OS INDIOS SE COMPORTAM
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Sentimento e Gesto
Desde o início procuramos mostrar que as distorções em nosso modo de viver e conviver atingem e alteram a Organização Social, a Família e o Indivíduo. Dissemos que esses três planos da convivência estão interligados e se influenciam mutuamente. Se aceitarmos que o indivíduo é a unidade de qualquer grupo social, teremos que aceitar que seu comportamento é o motor das relações sociais e que seu psiquismo é o ponto de origem onde tudo se inicia.
Quando falamos em mimetismo psicossocial queremos dizer que as pessoas, num mundo cheio de mentiras e falsidades, procuram se defender mentindo, fraudando, retendo e camuflando seus sentimentos, princípios e valores. Suas emoções ! Num mundo onde as emoções não podem fluir sem medo, o psiquismo se oprime e o comportamento se altera.
Também dissemos que todas as lembranças e experiências pelas quais passamos na vida necessitam de um processo de emotização para serem registradas e organizadas na mente. Esse é um fator indispensável para que haja organização, integração e equilíbrio no mundo mental. É tão importante a emoção, que matamos, cometemos suicídio, amamos, criamos, construímos ou destruímos movidos por essa força. Um mundo sem emoção seria o tédio total, o mundo das máquinas e robôs ! Seria a morte da alma.
Quando falamos sobre doença e comportamento queremos dizer que o indivíduo é acusado de ser doente mental ou ter qualquer comportamento anormal, sem avaliarmos que ele sempre pertenceu a uma família e a uma sociedade e que sofreu fortes influências desses dois meios durante toda a sua vida. Ora, se isso é verdade, temos que admitir que seu psiquismo é formado sob a força dessas influências. Que a cultura que o influenciou e o modo como foi tratado no seu grupo familiar pesará fortemente sobre a qualidade dos seus sentimentos, princípios e valores, permitindo ou não que se expresse livremente ou que reprima intensamente suas emoções.
Essas variações traumáticas podem alterar seu equilíbrio psíquico, o que será mostrado no seu comportamento, mais cedo ou mais tarde. Freqüentemente, mais tarde.
Como sair desse dilema ? Tratando (remendando) o indivíduo, ou alterando os valores da cultura e da família ? As pessoas querem mudar ?
Uma coisa é certa: o psiquismo continuará registrando as experiências do mesmo modo, como já vem acontecendo há milhares de anos.
Quando falamos dos índios só queremos mostrar comparativamente como um modelo cultural bem constituído pode facilitar um bom equilíbrio psíquico e, conseqüentemente, uma convivência mais harmoniosa e equilibrada.
Ao visitarmos outras culturas diferentes da nossa, estamos tão embriagados com os nossos costumes e valores, que geralmente não compreendemos os deles. Alguns exemplos, com a explicação dos seus significados, podem ser mostrados nos próximos posts.
Luiz Gonzaga
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SUGESTÕES DE LEITURA
ANTROPOLOGIA
CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência. S. Paulo, Brasiliense,1982
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de, antropologia política. Rio de Janeiro, 1973, F. Alves.
HOEBEL,E. Adamson e FROST, Everett L., Antropologia Cultural e Social. S. Paulo, Cultrix, 1993
LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos. Lisboa, edições 70 LDA, 1993, Grafidois LDA
MONTAGU, Ashley. Introdução à Antropologia. S. Paulo, Cultrix, 1977
MALINOWSKI, Bronislau. Los Argonautas del Pacífico Occidental: un estudio sobre comercio y aventure entre, los indígenas de los archipiélagos de la Nueva Guinea melanésia. Barcelona, 1975, Edicions 62
MALINOWSKI, Bronislau. A Vida Sexual dos Selvagens. S.Paulo, 1977.
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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VEJA COMO OS INDIOS SE COMPORTAM
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Quebrando Panelas
Uma índia fazia panelas de barro à porta de sua oca. Eram enfeitadas de um lado com cabeça e bico de pássaro e de outro lado com um rabinho. Seu filho de um ano assistia esse trabalho e, logo que sua mãe terminava uma panela, ele imediatamente quebrava a cabeça e o rabinho. Ao terminar outra panela ela repetia o mesmo gesto e seu filho tornava a quebrar a cabeça e o rabinho. Isso já tinha se repetido tantas vezes que o missionário branco resolveu perguntar: – Por quê você não faz só o corpo da panela e deixa para colocar a cabeça e o rabinho quando ele não estiver presente ?
Ela respondeu calmamente: – Porque ele gosta de quebrar as panelas com cabeças e rabinhos !
Comentário:
Todo ser humano nasce com potencial destrutivo. Toda criança é naturalmente destrutiva: morde, bate e quebra. Só aprende a construir a partir de experiências primitivamente destrutivas. Depois que atua destruindo, passa para uma outra fase de socialização da agressão: aprende a reparar e construir. Supomos que a índia já sabia intuitivamente dessa evolução natural dos instintos humanos e deixava que seu filho completasse naturalmente essa primeira fase. Como sua cultura valoriza pouco o objeto material, ela poderia estar valorizando o desenvolvimento normal do filho, mesmo sem saber dessas questões da psicologia humana.
Vemos muitas vezes crianças maiores ajudando suas mães a enfeitar suas panelas, a tecer cestos e a fazer tarefas domésticas, sem serem solicitadas. E nós, os civilizados, como reagimos nessas situações ?
Luiz Gonzaga
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SUGESTÕES DE LEITURA
ANTROPOLOGIA
CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência. S. Paulo, Brasiliense,1982
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de, antropologia política. Rio de Janeiro, 1973, F. Alves.
HOEBEL,E. Adamson e FROST, Everett L., Antropologia Cultural e Social. S. Paulo, Cultrix, 1993
LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos. Lisboa, edições 70 LDA, 1993, Grafidois LDA
MONTAGU, Ashley. Introdução à Antropologia. S. Paulo, Cultrix, 1977
MALINOWSKI, Bronislau. Los Argonautas del Pacífico Occidental: un estudio sobre comercio y aventure entre, los indígenas de los archipiélagos de la Nueva Guinea melanésia. Barcelona, 1975, Edicions 62
MALINOWSKI, Bronislau. A Vida Sexual dos Selvagens. S.Paulo, 1977.
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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VEJA COMO OS INDIOS SE COMPORTAM
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O Ovo de Pato
Na Unidade Sanitária estava chegando o sexto índio contaminado pela tuberculose. Resolvemos visitá-los num fim de semana para examinar os mais de oitenta índios da aldeia Nazaré na cabeceira do rio Marau, afluente do rio Maués no Estado do Amazonas. Eram semi-aculturados, em contato com missionários na aldeia a alguns anos.
Descemos da canoa e já encontramos tudo organizado para começar a trabalhar. Auscultamos todos, e os que não sabiam falar português respondiam para um missionário ou para o chefe que traduziam para nós. No dia seguinte o trabalho continuou e só a tarde foi concluído.
Um missionário nos avisou que o tuxaua Paulo (nome do líder da aldeia) queria que fossemos conhecer sua família e agradecer pelos serviços que prestamos à sua gente. Pediu que tirássemos fotografias da sua família e no final, num gesto cerimonial, nos deu de presente um bonito ovo de pato selvagem que havia coletado a alguns dias. A principio não entendemos nada. O que tinha a ver um ovo de pato com os serviços que fizemos ? Procuramos o missionário e pedimos que nos explicasse aquilo. Ele arregalou os olhos e nos perguntou: – Ele deu este presente? –Sim! – respondemos. Os seus olhos azuis brilharam e ele falou: – Mas essa é a maior honraria que um branco é capaz de ganhar dessa gente. Todo mundo vai ficar sabendo disso.
Comentário:
O missionário falou que naquela época do ano as chuvas diminuíam de intensidade e, por conseqüência, os rios diminuam o seu volume d’água. Os peixes desciam para rios mais volumosos e a caça procurava outros lugares para se abastecer de água e comida. Tudo ficava mais difícil para caçar e pescar e o esforço para conseguir comida aumentava. O costume tradicional era coletar e armazenar ovos de aves e répteis (que se conservavam por muitos dias) para preservar a reserva alimentar da tribo. Havia um código ético de que as crianças não podiam ficar com fome nesses tempos de escassez. Bom, coletar ovos seria uma forma de garantir comida às crianças, pelo menos. Reserva alimentar de proteínas para as crianças, naquela tribo, era uma questão de honra. Ora, tirar da reserva alimentar dos filhos para oferecer presentes, principalmente para brancos, poderia ser no mínimo um grande privilégio. Ficamos sem fôlego quando ouvimos isso, mas, mesmo assim, não conseguimos compreender totalmente o profundo gesto daquela tribo. Depois de algum tempo percebemos que fôramos agraciados com um ato de profunda gratidão. Nunca alguém nos proporcionou tamanha felicidade por um trabalho que fazíamos mecanicamente, sem esperar nada. Na nossa civilização nunca ninguém nos tratou assim. Até hoje ficamos muito emocionados e agradecidos por esse presente.
Tivemos o cuidado de levar esse ovo prá casa e comê-lo com grande satisfação. Se o tivéssemos esquecido na aldeia teríamos cometido uma grande ofensa para aquele povo tão generoso. Essa foi uma grande lição de gratidão que recebemos.
Luiz Gonzaga
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SUGESTÕES DE LEITURA
ANTROPOLOGIA
CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência. S. Paulo, Brasiliense,1982
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de, antropologia política. Rio de Janeiro, 1973, F. Alves.
HOEBEL,E. Adamson e FROST, Everett L., Antropologia Cultural e Social. S. Paulo, Cultrix, 1993
LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos. Lisboa, edições 70 LDA, 1993, Grafidois LDA
MONTAGU, Ashley. Introdução à Antropologia. S. Paulo, Cultrix, 1977
MALINOWSKI, Bronislau. Los Argonautas del Pacífico Occidental: un estudio sobre comercio y aventure entre, los indígenas de los archipiélagos de la Nueva Guinea melanésia. Barcelona, 1975, Edicions 62
MALINOWSKI, Bronislau. A Vida Sexual dos Selvagens. S.Paulo, 1977.
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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VEJA COMO OS INDIOS SE COMPORTAM
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O Presente dos Colares
Desses tratamentos que fizemos em índios, o caso mais agudo foi o de uma índia de quinze anos. Chegou na Unidade Sanitária um caco quase sem vida. Estava esquelética. Pesava menos do que a maca que a conduzia. Era um caso grave e a internamos na própria Unidade, coisa que não era permitida pelo regulamento. Clinicamente era um caso de tuberculose mas, dos três exames de escarro feitos, todos foram negativos. Lembramos da aula de um grande professor que nos ensinou que existem casos de “tuberculose fechada”, aquelas que não mostram positividade nos exames de escarro. Acreditamos no diagnóstico e, quebrando as regras da FSESP (Fundação Serviços de Saúde Pública) iniciamos o tratamento. Tudo indicava que o raciocínio estava certo.
Três meses depois a índia tinha cinco quilos a mais de peso e recuperou seu peso normal aos seis meses. Respondia até mais do que o esperado em termos de recuperação. Estávamos felizes e a visitávamos duas vezes por semana na casa do pastor Ronald, onde ela estava hospedada. Ela foi liberada para continuar o tratamento por mais seis meses na sua tribo sob coordenação do mesmo pastor que a hospedara. Ficamos tranqüilos e continuamos o trabalho na Unidade como de rotina. Meses depois ela voltava para novos exames e, já tendo completado o tratamento, recebeu alta por cura completa.
Certa tarde a auxiliar de enfermagem nos informou, já no final do expediente, que havia uma comitiva que queria conversar conosco. Estávamos cansados mas mandamos que entrassem. Eram quinze pessoas: a índia, seu pai, um irmão, um tio, uma tia, o chefe da tribo, o pajé, outros parentes e o pastor Ronald e seus familiares. Ficamos surpresos. O pastor Ronald falou algumas palavras na língua deles e as traduziu, em seguida falou o pai, depois o pajé e por último o tuxaua. De olhos arregalados ouvíamos tudo e em seguida cantaram e falaram palavras que só foram traduzidas depois. O pai, o chefe e o pajé colocaram, cada um por sua vez, no nosso pescoço, três colares feitos pela índia que havia sido tratada. Cumprimentos de todos e o ritual se encerrou.
Comentário:
Fomos homenageados pela índia, seus parentes e pela tribo com colares que significavam mais ou menos como: “cidadão do povo”, algo parecido com “persona grata” ou “guerreiro de confiança”, tradução do pastor. Para nós, até hoje, nenhuma quantia em dinheiro tem mais valor do que essa honraria. Compreendemos que nesses grupos humanos o valor de uma pessoa é tão grande que pode mobilizar todo o grupo, seja para a guerra, seja para um gesto de gratidão.
Luiz Gonzaga
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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A Farra de Café
Costumávamos caçar e pescar naquela época. Um dos companheiros de caçada era um civilizado da cidade de Boa Vista-RR. Trabalhava numa borracharia e era um “mateiro” (conhecedor da mata) muito experiente. Conhecia muito bem o lugar para onde estávamos indo. Tinha o hábito de levar café e açúcar para um grupo indígena que conhecia há alguns anos e que ficava a meio caminho do local da caçada. Falava um pouco a língua deles e os respeitava muito.
Contou-me que ao receber o presente, seu amigo índio o entregara para sua mulher que imediatamente convidou todos os outros para uma verdadeira festa. Como tratava-se de um quilo de café e dois de açúcar, eles ficavam bebendo até que todo o café e açúcar acabasse. Poderiam entrar pela madrugada a dentro bebendo café e conversando. Nunca guardavam e sempre repartiam. O presente dado a um, era o presente para o grupo todo. Uma questão de costume.
Certa vez convidou um rapaz da cidade para uma caçada e entraram na aldeia para entregar o café e cumprimentar o amigo índio. O rapaz afastou-se um pouco e começou a fazer gracinhas com índias que o rodearam para vê-lo de perto, pois era um desconhecido para o grupo. Despediram-se e continuaram a caminhada. Na volta o rapaz pediu para que entrassem de novo na aldeia pois ele queria receber arcos e flechas de presente. O mateiro falou para o índio que o rapaz queria arcos e flechas. O índio se retirou e logo voltou com dois arcos e seis flechas muito bonitos e enfeitados com penas de pássaros. Falou para o mateiro: – Isso é seu ! Para ele não daremos presentes e nem queremos receber. Ele não é amigo do nosso povo. Ele é gente ruim…!
Comentário:
Os índios percebem com facilidade as intenções dos brancos que visitam as aldeias. Guardam na memória os gestos e as palavras que conseguem entender. Cultivam a amizade mas não gostam de ser humilhados. Quando repelem uma amizade dificilmente mudam de idéia depois. São simples e sinceros e falam o que sentem na frente das pessoas. Não possuem o hábito de mentir ou falsear seus pensamentos e sentimentos.
Luiz Gonzaga
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A Volta
Há algum tempo atrás saiu a reportagem sobre um antropólogo americano que casou-se com uma índia yanomami. A índia aceitou sair da aldeia e morar com ele nos EUA. Após alguns anos de convivência com a civilização resolveu voltar para sua tribo. Deixou dois filhos com o pai e retornou aos seus velhos costumes. Não se adaptou.
Comentário:
Não é fácil trocar um grupo humano integrado e solidário por uma “civilização” cheia de problemas, onde as pessoas são tratadas de forma desumana.
Luiz Gonzaga
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A Distribuição da Comida
Já estava começando a anoitecer. Estávamos sentados sobre um tronco em frente a palhoça onde o missionário morava. Bem em frente, há uns trinta metros, havia um barracão coberto de palha e sem paredes. Nele uma índia mantinha a fogueira acesa e de vez em quando a alimentava com pedaços de galhos secos. O missionário dizia que ela estava esperando seus parentes, homens, que tinham saído para caçar. Pediu para prestarmos atenção sobre o modo de distribuição da comida naquela tribo. Segundo ele, havia um ritual bem disciplinado sobre a hierarquia no ato de servir-se do alimento.
Já estava quase escuro quando um grupo de quatro índios entrou na área da aldeia com duas grandes pacas penduradas nas mãos. Foram seguidos por crianças e jovens curiosos que falavam e riam o tempo todo. Deixaram as pacas sobre uma esteira no barracão e se retiraram. Mais duas mulheres se aproximaram e começaram a preparar a paca para assar. Quando tudo estava pronto as crianças se aproximaram e começaram a tirar pedaços do assado para comer com beijú (espécie de pão feito de mandioca). Depois vieram os velhos seguidos das mulheres. Por último chegaram os homens e comeram o que restava da caça. Não sobrou nada.
Comentário:
O missionário explicou que, naquele grupo, as crianças tinham prioridade para servir-se , em segundo lugar vinham os velhos, depois as mulheres e por último os homens. Comer coletivamente obedecia a costumes muito antigos ensinados pelos mitos e pela tradição. Todos conheciam esses critérios e não avançavam desordenadamente para comer.
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Os fatos postados são reais. Ou foram relatados por etnólogos de alta competência e credibilidade ou foram presenciados por mim como protagonista, no tempo em que morei na Amazonia.
Luiz Gonzaga
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Uma ou mais Mulheres ?
Em certos grupos indígenas qualquer homem pode ter mais de uma mulher, desde que haja mulheres suficientes no grupo. Porém nem todos usam desse direito tradicional, muitos recusam a possibilidade e preferem ter apenas uma companheira. Muitos civilizados devem achar esse comportamento bastante estranho. Mas é assim que acontece em algumas tribos.
Foi perguntado a um índio adulto se ele não queria ter duas ou três mulheres. Sua resposta foi simples: – Tem gente que gosta de ter mais de uma. Eu só gosto de ter uma.
Comentário:
Nesses grupos a maior humilhação que um guerreiro (homem adulto) pode sofrer se baseia na sua incapacidade de conseguir alimento suficiente para sua família. Deixar filhos e mulher com fome é muitas vezes pior do que ser chamado de homossexual, ladrão ou covarde. Como em determinadas épocas do ano a caça e a pesca se tornam bem escassas, fica muito difícil alimentar muitas bocas. Cair no ridículo perante todos do grupo seria o resultado final dessa incompetência demonstrada pelo guerreiro. Vamos raciocinar: Um guerreiro com sua mulher e dois filhos teria que alimentar quatro bocas, se tivesse mais uma mulher e dois filhos teria que alimentar sete bocas; se esse número aumentasse o guerreiro não teria tempo para fazer mais nada e sua vida estaria restrita a caçar e pescar grande parte de seu tempo. Não poderia mais conversar e divertir-se. Prover com alimento suficiente sua família é uma questão de honra que um guerreiro deseja manter sempre.
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Os fatos postados são reais. Ou foram relatados por etnólogos de alta competência e credibilidade ou foram presenciados por mim como protagonista, no tempo em que morei na Amazonia. Aguarde.
Luiz Gonzaga
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A Lanterna Quebrada
Numa aldeia, ás margens do rio Catrimân, nas florestas da serra Parima em Roraima residia um grupo de índios Yanomami. Era um grupo recentemente contatado, andavam nus e mantinham grande parte de sua cultura tradicional. Eram aproximadamente noventa índios. Lá tinha sido instalada uma missão católica (Missão Catrimani) há pouco tempo. Os padres João e Carlos moravam numa casa de madeira a cem metros da maloca. Entramos com uma equipe de pesquisas para coletar sangue e material da garganta dos índios com o objetivo de descobrir que tipo de vírus estava matando os índios de pneumonia em outros locais da região.
Descemos do pequeno avião num campo de pouso todo de terra, a poucos metros da casa dos padres. Logo ao descermos vieram algumas crianças para ver o avião e olhar curiosamente para nós. Um índio de aproximadamente trinta anos aproximou-se do padre João, que viajara conosco, e falava insistentemente no seu dialeto mostrando uma lanterna velha sem pilha e sem a tampa de trás. Não entendíamos nada mas notamos um ar de preocupação no rosto do padre. Mais tarde nos contou: o índio havia trocado aquela lanterna velha com um homem branco (peão de construtora de estradas) que estava caçando por aquelas bandas. Ele havia dado em troca um porco-do-mato inteiro e mais alguns arcos e flechas. Disse ele que o branco afirmara que aquele objeto fabricava luz e ele podia enxergar a noite. Depois o branco mandaria as pilhas e a tampa de trás. Nunca cumpriu sua palavra e já tinham se passado dois meses. O índio estava querendo entender porque o homem branco não cumprira o que prometeu e estava demorando tanto.
Comentário:
O padre João explicou para nós que naquele grupo eles não conheciam a mentira. No dialeto deles não havia qualquer palavra referente a enganar, mentir, descumprir. Não conheciam esse hábito civilizado e o padre estava em dúvida se deveria colocá-lo a par da realidade branca, onde uma pessoa pode enganar a outra. Ele aprenderia esse costume novo e o contaria para os outros índios, contaminando assim aquela cultura pura e sem maldades. Mas um dia teria que falar sobre isso, pois a civilização estava se aproximando da aldeia com a abertura da estrada.
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Os fatos postados são reais. Ou foram relatados por etnólogos de alta competência e credibilidade ou foram presenciados por mim como protagonista, no tempo em que morei na Amazonia.
Luiz Gonzaga
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Usar dinheiro dos nossos impostos para fazer propaganda, doar aos corruptos, inventar programas que jamais serão cumpridos e desviar para familiares, até o mais reles canalha faria.
Luiz Gonzaga
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Poucos filhos
Um dia perguntamos ao padre João porque uma família indígena tinha sempre uma média baixa de filhos. Eram sempre dois ou três os filhos de um casal. Ele citou as razões ligadas ao número de bocas a alimentar e falou sobre um possível uso de anticoncepcionais naturais pelas mulheres. Mas não tinha certeza dessa utilização de anticoncepcionais. Falou apenas que as mulheres se reuniam periodicamente dentro da mata e parece que faziam chás com uma espécie de batatinha semelhante ao gengibre. Não sabe dizer para que servia e se aquilo tinha algum fundamento. Nessas reuniões a presença dos homens não era permitida pela tradição.
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Os Cumprimentos
Nessa mesma aldeia onde morava o padre João, após descermos do avião, nos dirigimos para a casa dele. No alpendre já havia um pequeno grupo de índios e índias reunidos. Ao entrar cumprimentamos a todos e nenhum gesto de retribuição foi feito. Ninguém respondeu ao cumprimento. Os outros dois médicos também fizeram o mesmo e nada aconteceu. Silêncio total.
O padre João, percebendo o nosso desapontamento, explicou: Eles aqui não conhecem o nosso costume de cumprimentar. Alguns dias atrás falei a eles que iria trazer três amigos que eram “pajés de brancos” (médicos); e que iriam furar o braço de todos para tirar sangue, dar uma água para lavar a garganta e depois cuspir num pote (frasco de coleta). Isso iria servir para que descobrissem a doença que estava matando outros índios. Eles aceitaram porque acreditam em mim.
Entre eles a palavra amigo tem valor real. Amigo é amigo, inimigo é inimigo. Como não se mente, tudo o que é dito é compreendido como verdade inquestionável. Falou que podíamos olhar a vontade para o corpo nu deles, pois, para eles, eles não se sentiam nus. Eles também não se sentiam constrangidos em olhar para nós, chegar bem perto e até nos tocar. Eles não reprimem a sua curiosidade e são muito amistosos.
Comentário:
Supomos que o cumprimento entre os civilizados, na grande maioria das vezes, é feito de forma mecânica e obrigatória. Nós cumprimentamos sem sentirmos essa vontade, e para ver como anda o humor da outra pessoa ou para nos sentirmos educados. Na verdade achamos chato ter que cumprimentar sempre. Estamos sempre desconfiados em saber se somos aceitos pelos outros ou não. Quase sempre é um gesto hipócrita
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Luiz Gonzaga
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O Cipó
O padre Carlos estava há pouco tempo na aldeia. Havia chegado da Itália e fora encaminhado para trabalhar na missão Catrimani para ajudar o padre João. Quando um ia à cidade resolver questões de rotina, o outro ficava com os índios. Ainda estava aprendendo os costumes do grupo.
Um grupo de índios composto de homens, mulheres e crianças tinha o hábito de descer de tarde para o igarapé (pequeno afluente do rio) para tomar banho. Era uma festa, nadavam, conversavam e divertiam-se muito nessas horas. Nessa tarde, ao passarem em frente a casa dos padres, convidaram o padre Carlos para descer com eles. O padre foi vestir seu calção e os acompanhou pelo caminho que levava ao igarapé. No caminho, passando por um índio jovem, o convidou para seguir o grupo. O índio fez um gesto negativo com a cabeça e parecia encabulado. Vestia um calção vermelho e desbotado, produto de troca com um branco da estrada. O padre se aproximou e perguntou por que ele não queria ir. Ele falou: – Estou sem cipó !
Comentário:
Para esses índios a roupa do branco era tratada como simples ornamento, como se fosse um colar ou pulseira. Estar vestido, para um homem, significava ter seu prepúcio (pele que envolve a cabeça do pênis) amarrado por um cipó fino, levantado para cima e amarrado em volta da cintura. Isso sim era estar vestido. O calção, embora encobrindo seus genitais, não lhe dava a sensação de estar vestido. Seria uma falta de vergonha ir tomar banho junto com o grupo daquele jeito. Ele preferia ficar assistindo os outros se divertirem mas não quebraria a tradição. Estava se sentindo nu sem o cipó.
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Luiz Gonzaga
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Risos na Canoa
Eram dez horas da manhã e os dois padres tinham de atravessar o rio para pegar mantimentos que estavam do outro lado. Naquele trecho a correnteza era forte, o rio tinha quase cem metros de largura e logo abaixo, a uns duzentos metros, havia uma cachoeira alta e perigosa para quem não a conhecia. Pediram a dois índios fortes que o ajudassem a atravessar. Cada qual com um remo, ocuparam a proa e a popa da canoa. Durante a travessia os padres começaram a conversar em italiano e o padre Carlos entusiasmado, gesticulava muito. Os índios achavam engraçado aquela conversa e começavam a rir, parando de remar. A canoa se aproximava perigosamente da cachoeira logo abaixo. Voltavam a remar e logo paravam para rir novamente. O padre João estava ficando preocupado e pediu para o outro padre parar de falar e gesticular. Fizeram o transporte dos mantimentos sem problemas e os índios só pararam de rir quando eles ficaram em silêncio. Durante a volta todos ficaram calados.
Comentário:
A condição psicomotora do branco (excesso de palavras e de gestos) é diferente da dos índios. Enquanto nós falamos e gesticulamos muito (expressão de ansiedade) eles só usam as palavras e gestos suficientes para se comunicar (expressão de pouca ansiedade). Eles comparam os brancos com os macacos ou micos que, segundo eles, tem gestos parecidos com os dos brancos. O padre Carlos sabia disso e pediu para o outro padre se calar e encerrar a gesticulação. Deu tudo certo.
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Os fatos postados são reais. Ou foram relatados por etnólogos de alta competência e credibilidade ou foram presenciados por mim como protagonista, no tempo em que morei na Amazonia.
Luiz Gonzaga
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A FARSA DAS IDEOLOGIAS IMPORTADAS
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VEJA COMO OS INDIOS SE COMPORTAM
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O Arco
Uma das coisas que mais nos impressionou entre os índios foi a obediência quase sagrada aos seus costumes tradicionais. Os conceitos de: individual, coletivo, liberdade e verdade são seguidos de forma tão coerente e flexível que chega a ser de difícil compreensão para nós.
Um guerreiro saiu de sua casa e atravessou o terreno central da aldeia. Bem no meio do caminho abaixou-se, deixou seu arco e flechas no chão e se embrenhou na mata. Poucos minutos depois sua mulher fez o mesmo percurso e notou no chão o arco e flechas do marido. Identificou e seguiu, sem parar, para o seu destino. Mais alguns minutos e o guerreiro voltou, retomou suas armas do chão e penetrou na floresta.
A maioria das pessoas não teria notado qualquer importância nisso que acabamos de narrar. Mas perguntamos: o que é que a maioria das mulheres brancas fazem quando encontram um objeto do marido no chão ?
Para certos grupos os objetos pessoais são de propriedade de uma pessoa apenas. Só deixam de ser quando é autorizado, pelo proprietário, outro tipo de uso. Nenhuma outra pessoa deve exercer qualquer tipo de poder sobre ele sem autorização, como por exemplo: trocá-lo de lugar, pegar sem pedir, etc. Cada pessoa é o único detentor do poder sobre seu objeto pessoal e quando essa pessoa morre, seus objetos são enterrados com o corpo, pois nenhum objeto pode sobreviver ao seu dono.
Os objetos usados em cerimoniais sagrados só podem ser tocados por certas pessoas do grupo durante os rituais; encerrada a cerimônia ele passa a ser um objeto qualquer que pode ser usado livremente e até servir de brinquedo para as crianças.
Pai, mãe, chefe ou pajé não ousam se intrometer na individualidade das crianças, jovens ou adultos, pois desde pequenos aprendem que são responsáveis, cada um por si, sobre seus atos, palavras e objetos. Sabem reconhecer com precisão os territórios do individual e do coletivo para não serem motivo de risos dos outros. Cultivam a liberdade para se sentirem livres, pois um cidadão ou cidadã adulta sabe escolher e sabe o que fazer; cultivam a verdade para se sentirem autênticos consigo e sintonizados com o grupo.
Preservar o individual, o coletivo, a liberdade e a verdade são coisas tão automáticas entre os índios que falar sobre isso com eles não teria qualquer sentido para eles.
O que uma pessoa faz ou deixa de fazer com seus objetos é de sua inteira responsabilidade, e ninguém se sente com direito de emitir qualquer tipo de comentário. Comentar seria invadir a privacidade e se intrometer na individualidade de alguém, coisas ridículas para eles.
Viver e conviver numa outra cultura nos obriga a compreender seus hábitos e costumes. O comportamento das pessoas é regulamentado pelo modelo cultural de cada grupo ou sociedade. É um engano acharmos que os nossos costumes são os únicos e os mais acertados.
Ainda vivemos num mundo de diversidade cultural. Cada macaco no seu galho ! Ao invadirmos o galho dos outros, devemos aprender a conhecer esse galho. Novo para nós.
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Os fatos postados são reais. Ou foram relatados por etnólogos de alta competência e credibilidade ou foram presenciados por mim como protagonista, no tempo em que morei na Amazonia.
Luiz Gonzaga
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SUGESTÕES DE LEITURA
ANTROPOLOGIA
CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência. S. Paulo, Brasiliense,1982
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de, antropologia política. Rio de Janeiro, 1973, F. Alves.
HOEBEL,E. Adamson e FROST, Everett L., Antropologia Cultural e Social. S. Paulo, Cultrix, 1993
LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos. Lisboa, edições 70 LDA, 1993, Grafidois LDA
MONTAGU, Ashley. Introdução à Antropologia. S. Paulo, Cultrix, 1977
MALINOWSKI, Bronislau. Los Argonautas del Pacífico Occidental: un estudio sobre comercio y aventure entre, los indígenas de los archipiélagos de la Nueva Guinea melanésia. Barcelona, 1975, Edicions 62
MALINOWSKI, Bronislau. A Vida Sexual dos Selvagens. S.Paulo, 1977.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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A construção de um mito
20 de novembro de 2009
O filme Lula, o Filho do Brasil faz parte de um projeto de endeusamento do presidente, o que, às vésperas de uma eleição, entra na categoria de propaganda política.
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Como dizer não?
Lula, o Filho do Brasil foi patrocinado e apoiado por um grupo de empresas, a maioria delas com negócios com o governo, que doou 10,8 milhões de reais
AmBev – Em 2005, o BNDES destinou 319 milhões de reais para a empresa de bebidas.
Camargo Corrêa – A construtora participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, tendo recebido, em 2008, 102,7 milhões de reais.
CPFL Energia – O controle da distribuidora de energia está dividido entre a Camargo Corrêa, o BNDES e fundos de pensão de estatais.
EBX – Os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas de Eike Batista ultrapassam 3 bilhões de reais só neste ano.
GDF Suez – A empresa faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de 7,2 bilhões de reais.
Grendene – O BNDES aprovou, em 2008, financiamento de 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás dos mesmos controladores da Grendene.
Hyundai – Em 2007, o governo federal deu uma mãozinha para a implantação da fábrica da montadora em Goiás.
Neoenergia – O Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB) detêm, juntos, 61% da companhia. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo.
OAS – Foi uma das financiadoras da campanha de reeleição de Lula. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, 107 milhões de reais.
Odebrecht – Venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitação para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES.
Oi – O BNDES aprovou, na semana passada, financiamento de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (BrT), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia.
Volkswagen – Tem contrato com o governo para o programa Caminho da Escola para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de 1 100 veículos, pelo qual recebeu 223 milhões de reais.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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E Chávez criou uma recessão
20 de novembro de 2009
Esqueça a crise financeira mundial. Na Venezuela, a queda de 4,5% no PIB é consequência da má gestão no setor de petróleo, dos apagões elétricos e do cerco ao setor privado
Por Duda Teixeira (*)
Fotos Diego Giudice/Archivolatino e Fernando Llano/AP
E AGORA, CORONEL?
Fila em frente ao supermercado estatal Mercal, em Caracas: (foto) levou os venezuelanos a privações de guerra. Só falta criar um conflito de fato
No momento em que outras nações deixam para trás a crise financeira ou fazem as contas para sair dela, a Venezuela de Hugo Chávez segue na direção contrária e entra oficialmente em recessão.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Uma enorme asneira jurídica
20 de novembro de 2009
Tudo pelo terrorista
Battisti paparicado (foto)por políticos de esquerda: obsessão por lhe conceder abrigo, mesmo em detrimento das instituições brasileiras
O STF decidiu que dar refúgio a Cesare Battisti é ilegal e que ele deve ser extraditado. Mas também disse que a palavra final é de Lula, quebrando uma tradição de 200 anos
Por Diego Escosteguy (*)
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E O NOSSO DINHEIRO?
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Bolsa ditadura
De Elio Gaspari:
Nosso Guia pode ter os melhores argumentos para vetar mudanças nas contas da Previdência, mas ficaria numa posição mais respeitável se ao mesmo tempo abrisse mão de sua Bolsa Ditadura.
Por conta de 31 dias de cadeia (com direito a cenas sombrias no filme “Lula, Filho do Brasil”) Nosso Guia recebe perto de R$ 5.000 mensais. Se tivesse deixado na poupança todos os mimos que recebe desde 1996, teria mais de R$ 1 milhão.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Não deu para apagar o apagão
20 de novembro de 2009
Fotos Wilton Junior/AE e Mauricio Lima/AFP
EVASIVOS
O ministro Edison Lobão (FOTO) tentou encerrar o assunto do apagão; Dilma Rousseff apenas desconversou.
O governo tentou encerrar a discussão sobre o blecaute apelando para raios simultâneos, mas a gênese do problema pode ter sido uma falha no isolamento elétrico da linha de Itaipu
Por Fábio Portela (*)
Desorientado pelo apagão que atingiu dezoito estados do país no último dia 10, o governo federal foi rápido como um raio na hora de tentar tirar o problema de seu colo.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Origens da CONFECOM
22 de novembro de 2009
Por Nivaldo Cordeiro (*)
Existe um problema da democratização dos meios de comunicação? Na cabeça dos revolucionários, sim, porque uma parte da cadeia produtiva do setor está na mão da iniciativa privada e o conteúdo produzido não está integralmente sob seu controle, nos termos propostos por Gramsci.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Refúgio de bandidos
22 de novembro de 2009
Por Percival Puggina (*)
O nosso STF, a um formidável custo de dinheiro e de recursos intelectuais, levou meses estudando o caso Battisti. Por fim, depois de horas a fio esfregando flanela no próprio saber e ostentando seu lustro jurídico, os membros da corte deliberaram que sua decisão valia tanto quanto a opinião do senhor que abastecia de água o copo do ministro Gilmar Mendes.
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Conversa de pé de ouvido da Sra. Marisa Mudinha Analfa da Silva com uma amiga, minutos antes de assistir o filme do Lulla:
“Mulé, só vou assistí esse filme aqui porque esse filme é DUBRADO porque se for daqueles que tem aquelas letrinhas lá embaixo, eu disisto. Nem eu e nem o Lulla assisti filme assim. Agente só intendi se for DUBRADO”.
Vigi Maria………Meu padim Ciço Romão Batista, lá do meu Ceará……Perdoe, eles não sabem o que dizem. Nem o que fazem!
SAIBAM QUE:
Se nas proximas eleições todo eleitor brasileiro VOTAR NULO, a eleição será ANULADA e NENHUM dos politicos safados que se candidataram poderá se candidatar na próxima.
Para fazer uma faxina geral no Brasil sil sil, seria necessario que todos votassem NULO.
Impossivel isso ocorrer antes do ano de 2500. Ano em que, provavelmente, o povo brasileiro estará civilizado e sabendo votar.
Quando isso ocorrer, eu, tu, ele, nós, vós e eles….. seremos apenas OSSOS.
P que Pariu!
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Visita indesejável
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O mesmo país que tentou oferecer segurança e consolo a vítimas do Holocausto estende honras a quem banaliza o mal absoluto?
De: José Serra:
É desconfortável recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.
O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada.
Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.
Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?
A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?
Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?
O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência.
O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?
As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU.
Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?
Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.
José Serra é governador de São Paulo
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O sapo barbudo e etílico alega que sofreu muito preconceito, que nada, o povo era muito mais sábio e via que era verdade sim : o homem era bebum, pelego, analfabeto, grosseiro, não gostava de trabalhar e por aí vai…
Isso é ser preconceituoso ?
Disse.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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Ahmadinejad e os direitos humanos
23 de novembro de 2009
Por Denis Lerrer Rosenfield (*)
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A diplo-MÁ-cia brasileira segue o seu curso acelerado em direção ao não-reconhecimento dos direitos humanos, embora às vezes se compraza em dizer que faz precisamente o contrário.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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OS AMIGOS DO MOLUSCO
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Mahmoud Ahmadinejad disputou as eleições presidenciais iranianas de 2009, apesar das centenas de denúncias de fraude eleitoral, pouca coisa foi apurada, dando assim a vitória para ele no primeiro turno, com 62,63% dos votos. [8] A oposição denunciou as fraudes, mas o governo sufocou os protestos com prisões e mortes, sobretudo em Teerã e em outras grandes cidades, onde grande parte da população manifestou seu apoio à oposição, sendo que muitas das manifestações terminaram em confrontos diretos com a polícia e com as milícias islâmicas Basij.
O segundo colocado na eleição, o reformista Mir Hossein Mousavi pediu formalmente a anulação do pleito.
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http://www.president.ir/en/
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DE OLHO NOS COMUNAS
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O MAIOR MEDO DA SOCIEDADE E A PATOLOGIA DA COVARDIA
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“Ou seja, Lula foi criado em um ambiente delinqüente onde o roubo e o desvio de conduta era encarado como sorte, como drible. Não tem em sua programação princípios fundamentais como o respeito ao próximo. Lula não driblou seu destino, como afirma a escritora. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso. Para não ter caráter. Lula é uma massa amorfa moldada pelo que há de pior no ser humano.”
(Adriana Vandoni – uma mulher ousada e corajosa: uma patriota de verdade)
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DE OLHO NOS COMUNAS
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O MAIOR MEDO DA SOCIEDADE E A PATOLOGIA DA COVARDIA
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Igual ao marido que prefere não ver o que está acontecendo com seu casamento, do que reconhecer que está sendo traído pela sua mulher com o próprio amigo, está se mostrando a sociedade dos esclarecidos que têm formação e informação suficientes para sair da influência da magia dos canalhas e aceitar a responsabilidade de não mais permitir que sua pátria continue sendo destruída por bandidos que tomaram conta do poder público – as gangues dos quarentas e seu líder maior: o Retirante Pinóquio.
A maioria dos esclarecidos se faz de desentendida pela influência maligna da herança de uma falência de valores comandada pelo próprio poder público, que fez de corruptos e corruptores nobres senhores das apodrecidas oligarquias políticas que transformaram a fraude da abertura democrática na via preferencial do enriquecimento ilícito e para o sucesso VIP nas relações públicas e privadas imorais e prostituídas.
Enquanto o poder público apodrecia depois do Regime Militar, uma casta de canalhas se criava e reproduzia no pântano fétido do submundo comuno-sindical. Tudo acontecia com a liderança de uma absurda fraude humana, uma besta da política, a mesma citada pela admirável Adriana.
Durante a fraude da abertura democrática essas bestas humanas, ovos da serpente – o mais sórdido político de nossa história –, fortaleceram os laços do demônio do comunismo com gente torpe – absolutamente sem princípios e apátridas – que investiu durante mais de duas décadas em um projeto de poder com finalidades hoje inquestionáveis: conquistar o poder pelo poder para a vitória do ilícito sobre a moralidade e sobre as leis, se vingar das Forças Armadas e colocá-las de calças arriadas, e não consertar seus erros, e fazer o país à semelhança de uma Cuba Continental, para transformar a América Latina no solo de resgate dos piores regimes ditatoriais que já freqüentaram as páginas da civilização.
Diante da agressividade da verdade dos fatos que se repetem com conteúdos explícitos e sistemáticos de desvios de conduta sem pudores e com absoluto desrespeito e desafios aos códigos legais, somente podemos crer que a sociedade dos esclarecidos tem um absurdo medo de vir a público dizer o que está sentido sobre os anos do desgoverno petista.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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O MAIOR MEDO DA SOCIEDADE E A PATOLOGIA DA COVARDIA
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A confissão da verdade que apavora os que poderiam fazer a diferença na libertação do nosso país das mãos dos canalhas do petismo e de seus cúmplices, meliantes por vocação doutrinada pelo poder público corrupto e corporativista sórdido – fruto da fraude da abertura democrática – iria, forçosamente, obrigar a sociedade a destituir o desgoverno do Retirante Pinóquio, assumindo as consequências de reerguer o país, tirando-o do fundo do poço da degradação moral em que se encontra.
A revolta existe e está cada vez maior, mas, também, cada vez mais silenciosa, proporcionalmente à gravidade de tudo o que está acontecendo – especialmente a falência do Poder Judiciário e do descarado servilismo dos Tribunais Superiores ao petismo –, pois a patologia da covardia ainda está vencedora e cada vez mais difícil de ser derrotada.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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O MAIOR MEDO DA SOCIEDADE E A PATOLOGIA DA COVARDIA
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Enfrentar o petismo nas ruas, enfrentar os bandos do MST, enfrentar os estudantes covardes que se venderam às verbas públicas, enfrentar o poder de polícia cúmplice do Retirante Pinóquio, deixar de assistir as novelas pela cumplicidade de seus atores com a destruição de nossa pátria, deixar de prestigiar artistas e cantores que se venderam ao comunismo petista, destituir os podres poderes da República que viraram despudoradamente covis de bandidos, assusta a todos aqueles que entendem com clareza os rumos que nosso país está tomando na fronteira de ser presidido por uma terrorista acusada de assassinatos ou roubos, por co-autoria ou cumplicidade direta.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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O MAIOR MEDO DA SOCIEDADE E A PATOLOGIA DA COVARDIA
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Os pais devem estar sempre dispostos a dar sua própria vida pela garantia de uma vida digna para seus filhos e suas famílias.
Este princípio de preservação da família, abençoado por Deus, parece estar afundando diante da doença terminal de nossa pátria atacada violentamente pela PATOLOGIA DA COVARDIA, pois a história das covas coletivas, dos holocaustos e dos assassinatos em massa não está sendo suficientes para levantar o ânimo de milhares de homens e mulheres esclarecidos para iniciar uma guerra sem tréguas para aniquilar os canalhas que estão tomando conta do poder, e que não hesitarão em sacrificar quem quer que seja depois que a terrorista Estela assumir a presidência do país.
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DE OLHO NOS COMUNAS
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O MAIOR MEDO DA SOCIEDADE E A PATOLOGIA DA COVARDIA
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Essa gente covarde prefere não reagir e deixar seus filhos e suas famílias entregues às próprias sortes. Certamente terão que aceitar a mesma patologia da covardia que acometeu seus pais, para não serem sacrificadas nas suas profissões ou em suas próprias vidas pelos canalhas do petismo depois que a terrorista Estela assumir o poder.
Mesmo diante da patologia da covardia retransmito uma forma de iniciar revolução em nosso país em 2010:
NÃO REELEJA POLÍTICO ALGUM PARA CARGO QUE ESTEJA OCUPANDO.
Nas próximas eleições,
haverá renovação de 2/3 do Congresso.
Façamos uma faxina na podridão da política.
Nem esses, nem indicados por esses.
Não vote sem conhecer a história dos candidatos.
Não vote porque alguém pediu.
Se não tiver candidato limpo, vote nulo.
SE NEM DIANTE DE UMA CABINE SECRETA NÃO TIVERMOS CORAGEM DE FAZER UMA REVOLUÇÃO ENTÃO REALMENTE NOSSO PAÍS NÃO TERÁ MAIS JEITO ATÉ O DERRAMAMENTO DE SANGUE SE TORNAR INEVITÁVEL.
Geraldo Almendra
18/outubro/2009
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Quando Deus fez o mundo para que os homens prosperassem, decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.
- Aos Ingleses, organizados e pontuais.
- Aos argentinos, chatos e arrogantes.
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos.
- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e “petistas”.
O anjo anotou tudo, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três!
Isto não os fará soberbos em relação aos outros povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! Exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os outros povos!
- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
O que for petista e inteligente, não pode ser honesto.
E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.
Palavras do Senhor
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