Mon 30 Aug 2010
Rio Top Tour, inauguração de UPA 24h e show no Theatro Municipal
Posted by jorge under Agenda, desenvolvimento
O presidente Lula viaja nesta segunda-feira (30/8) para o Rio de Janeiro às 8h30, devendo chegar ao aeroporto Santos Dumont uma hora depois. Na cidade, às 10 horas, participa de cerimônia de lançamento do programa de turismo nas comunidades pacificadas “Rio Top Tour”, na quadra da Escola de Samba da comunidade Santa Marta, em Botafogo.
Às 12h30 segue para Nova Iguaçu (RJ), onde inaugurará Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h e a 1ª Unidade de Ressonância Móvel da América Latina. O presidente então retorna ao Rio de Janeiro para a comemoração dos 100 anos do Porto da cidade, em solenidade que será realizada no Armazém 2, na Praça Mauá.
Às 20 horas, assiste ao show “Beijo Bandido”, com Ney Matogrosso, em benefício das ações do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
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Jmendes
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30/08/2010 às 10:44
O marxismo é uma cultura (by Olavo de Carvalho). Uma vez que o camarada foi inserido nesta cultura, sair se torna cada vez mais difícil. O “aculturado” vive inserido num universo onde o Hobsbawn é o cara, Che Guevara é liberdade, Cuba é o paraíso, os EUA são o pior lugar da Terra. E os amigos são todos esquerdistas, as leituras são todas esquerdistas (os livros, os blogs e as revistas), o camarada está imerso numa Berlim Oriental mental. Notem que, nessa cultura, a verdade e a mentira são móveis e não factuais. O “aculturado” está sempre pronto a aceitar o que a esquerdalha diz que é verdade, mesmo que “a verdade” aponte ocasionalmente para o que era “mentira” tempos atrás. Ex: Sarney era ruim e bolsa família era ruim. Agora Sarney é bom e bolsa família idem. Plano real era ruim e do FHC/FMI. Agora é bom e “do PT”. O esquerdista não precisa pensar, apenas aceitar. E se pensa, é atrás daquele muro mental. O “aculturado” vive e se sente seguro naquele mundo; ai vem o Reinaldo Azevedo e diz que ele está cercado de mentiras. E está mesmo, se você analisar os fatos. Mas ao ser confrontado com isso, o camarada fica louco. Compreensível até. Mudar TODA a sua vida, leituras, amigos, convicções, vai dar um trabalho danado.
LUIZ FELIPE PONDÉ – A oligarquia de esquerda
O jargão “por uma sociedade mais justa” pode ser falado pelo pior dos canalhas
VOCÊ ACREDITA em justiça social? Tenho minhas dúvidas. Engasgou? Como pode alguém não crer em justiça social? Calma, já explico. Quem em sã consciência seria contra uma vida “menos ruim”? Não eu. Mas cuidado: o jargão “por uma sociedade mais justa” pode ser falado pelo pior dos canalhas. Assim como dizer “vou fazer mais escolas”, dizer “sou por uma sociedade mais justa” pode ser golpe.
Aliás, que invasão de privacidade é essa propaganda política gratuita na mídia, não? O desgraçado comum, indo pro trabalho no trânsito, querendo um pouco de música pra aliviar seu dia a dia, é obrigado a ouvir a palhaçada sem graça dos candidatos. Ou o blablablá compenetrado de quem se acha sério e acredita que sou obrigado a ouvi-lo.
Mas voltando à justiça social, proponho a leitura do filósofo escocês David Hume (século 18), “An Enquiry Concerning the Principles of Morals, Section III”. Cético e irônico, Hume foi um dos maiores filósofos modernos. É conhecida sua ironia para com a ideia de justiça social. Ele a comparava aos delírios dos cristãos puritanos de sua época em busca de uma vida pura. Para Hume, os defensores de um “critério racional” de justiça social eram tão fanáticos quanto os fanáticos da fé.
Sua crítica visava a possibilidade de nós termos critérios claros do que seria justo socialmente. Mas ele também duvidava de quem estabeleceria essa justiça “criteriosa” e de como se estabeleceria esse paraíso de justiça social no mundo. Se você falar em educação e saúde, é fácil, mas e quando vamos além disso no “projeto de justiça social”? Aqui é que a coisa pega.
Mas antes da pergunta “o que é justiça social?”, podemos perguntar quem seriam “os paladinos da justiça social”. Seria gente honesta? Ou aproveitadores do patrimônio dos outros e da “matéria bruta da infelicidade humana”, ansiosos por fazer seus próprios patrimônios à custa do roubo do fruto do trabalho alheio “em nome da justiça social”? Humm…
A semelhança dos hipócritas da fé que falavam em nome da justiça divina para roubar sua alma, esses hipócritas falariam em nome da justiça social para roubar você. Ambas abstratas e inefáveis, por isso mesmo excelentes ferramentas para aproveitadores e mentirosos, as justiças divina e social seriam armas poderosas de retórica autoritária e mau-caráter.
Suspeito de que se Hume vivesse hoje entre nós, faria críticas semelhantes à oligarquia de esquerda que se apoderou da máquina do governo brasileiro manipulando uma linguagem de “justiça social”: controle da mídia, das escolas, dos direitos autorais, das opiniões, da distribuição de vagas nas universidades, tudo em nome da “justiça social”. Ataca-se assim, o coração da vida inteligente: o pensamento e suas formas materiais de produção e distribuição.
A tendência autoritária da política nacional espanta as almas menos cegas ou menos hipócritas. A oligarquia de esquerda associa as práticas das velhas oligarquias ao maior estelionato da história política moderna: a ideia de fazer justiça social a custa do trabalho (econômico e intelectual) alheio.
Outro filósofo britânico, Locke (século 17), chamava a atenção para o fato de que sem propriedade privada não haveria qualquer liberdade possível no mundo porque liberdade, quando arrancada de sua raiz concreta, a propriedade privada (isto é, o fruto do seu esforço pessoal e livre e que ninguém pode tomar), seria irreal.
Instalando-se num ambiente antes ocupado pela oligarquia nordestina, brutal e coronelista, e sua aliada, a chique oligarquia industrial paulista, os “paladinos da justiça social” se apoderam dos mecanismos de controle da sociedade e passam a produzir sucessores e sucessoras tirando-os da cartola, fazendo uso da mais abusiva retórica e máquina de propaganda.
Engana-se quem acha que propriedade privada seja apenas “sua casa”. Não, a primeira propriedade privada que existe é invisível: sua alma, seu espírito, suas ideias. É sobre elas que a oligarquia de esquerda avança a passos largos. Em nome da “justiça social” ela silenciará todos.
A LÓGICA NÃO PERDOA…!
O narco-socialismo depende de capital!!!
Se assim não fosse Mao não teria fomentado o ópio na China; os soviéticos não teriam se associado aos traficantes de armas e drogas; o PT não teria aparelhado as prefeituras para obter fundos de campanha para o lulophitecus. Atualmente não necessitariam dos banqueiros, empresários e dos bilionários fundos de pensão.
Como dizia o poeta Ferreira Gullar, falando de sua desilusão com o comunismo: “o capitalismo – “latu sensu” – é um fenômeno da natureza, enquanto o socialismo engendrado por radicais representa uma reação aos seus excessos.” O homem sempre quis controlar tudo. Até que um dia ele cresce, amadurece e sente necessidade de ser solidário e pacífico. E retorna ao capitalismo.
É… A LÓGICA NÃO PERDOA…!
A política e a violência
Seja num bando, numa horda, num povoado ou numa Nação sempre haverá um líder orientando o grupo que controla as decisões e o destino do todo grupal. Entre os primatas o macho alfa atua como líder do bando, instituindo a hierarquia a ser seguida e dissuadindo os que, porventura, aspirarem à liderança. Normalmente a ordem vigente é controlada pela força do líder e o medo passa a ser a limitação necessária para a manutenção da estabilidade. Os privilégios concedidos ao líder e aos seus aliados…
http://logicaecomportamento-politica.blogspot.com/
30/08/2010
às 16:07
“Eleição é escolha autocrática”
O deputado Indio da Costa, vice na chapa do presidenciável tucano, José Serra, deu início a uma corrente de e-mails pregando a mobilização em favor do candidato da oposição. Indio reconhece dificuldades e expressa confiança na mudança do quadro eleitoral. E afirma: “Eleição não pode ser a escolha autocrática de uma pessoa que deseja impor sua vontade.” Leia a íntegra
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Prezado Apoiador,
A luta de várias gerações em defesa da democracia garantiu-nos o direito de escolha. Construímos um país sem a tutela de ninguém, que se subordina às instituições e às leis democraticamente votadas.
Eleição não pode ser a escolha autocrática de uma pessoa que deseja impor sua vontade. O Brasil pede bem mais do que palavras. Precisa de um presidente que una o país, em vez de dividi-lo; que seja escravo das leis, em vez de escravizá-las.
Precisamos de comprometimento com os direitos humanos, não com as tiranias. O nome da democracia no Brasil, hoje, é SERRA.
Com a sua ajuda, SERRA pode ser nosso próximo Presidente. Você vai se juntar a milhares de outras pessoas e entrar para o TIME SERRA 45?
As pesquisas não acreditavam na aprovação do Ficha Limpa, mas, com a nossa mobilização, a Lei foi aprovada. Somos nós quem decidimos o que queremos.
Acredite no seu voto! Acredite em você!
Todas as campanhas vitoriosas têm momentos difíceis. Somos 72 milhões de brasileiros conectados – uma das maiores comunidades do mundo na internet e é a hora da virada. SERRA precisa do seu apoio agora!
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Você vai ajudar a eleger Serra presidente do Brasil? Entre agora no Serra45.com.br.
Participe. Em nome e em defesa da democracia.
Em respeito a nossa história, com esperança no futuro.
Vamos juntos. Somos muitos.
Indio da Costa
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