Fri 22 Jan 2010
Para levar etanol ao mundo, é preciso seriedade e comprometimento no Brasil
Posted by jorge under Cerimônias
Se o Brasil quer ser referência mundial na produção de etanol e ter o combustível com relevância na matriz energética nacional e internacional, é preciso haver seriedade e comprometimento de produtores, empresários e governo para garantir o fornecimento do produto a um preço competitivo, afirmou nesta sexta-feira (22/1) o presidente Lula durante inauguração do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) em Campinas (SP).
Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente Lula:
Lula comentou os argumentos que têm circulado para justificar a diminuição na produção e aumento de preço do etanol no Brasil -- excesso de chuva e grandes compras de açúcar pela Índia -- e disse que se o Brasil passar a idéia ao mundo de que não dá conta sequer de suprir seu mercado interno com etanol, por causa do aumento de preço do açúcar, o País não conseguirá levar o etanol para o mundo. E todo o trabalho que vem sendo feito pelo governo para que outros países introduzam etanol em sua gasolina vai ruir se desconfiarem que o Brasil não dá conta de atender ao mercado.
O presidente deixou claro aos empresários do setor presentes ao evento em Campinas que não dá par ser empresário energético quando o etanol está com um bom preço e ser empresário da agricultura quando o preço do açúcar estiver melhor, lembrando que a indústria do álcool quase acabou no País justamente porque não havia seriedade e comprometimento, nem ajuste de conduta, entre empresários, produtores, governo e indústria automobilística.
Lula disse que, durante a 15a. Conferência da ONU sobre Clima, realizada em dezembro em Copenhague (Dinamarca), teve a certeza de que o etanol vai se transformar num dos principais itens da matriz energética mundial e que o Brasil tem papel fundamental no setor, porque tem estrutura, disposição e cientistas preparados para fazer a competição com igualdade de condições com qualquer país do mundo.
Lula falou ainda sobre a importância de se investir em educação e centros de pesquisa como o da CTBE inaugurado em Campinas, lembrando que muitas instituições financeiras e de fomento estão apontando o Brasil como a quinta economia do mundo em 2016. O País, afirmou, precisa estar preparado para isso para ganhar importância no mundo.

HAITI, CRENDO NA CRENÇA.
Os americanos esperam 5 dias e os nossos aspones ficaram batendo cabeça por incompetência, pensando que estavam em Brasília e no Brasil. Como perceberam que a mixórdia ia continuar e alguém tinha que tomar uma atitude, os americanos assumiram a administração do problema, tomaram a frente e colocaram os brasileiros para servirem a bóia e lavarem as latrinas. E agora os incompetentes ficam reclamando e alguns até acusando os americanos de provocarem o terremoto. É muita besteira, somente poderia estar saindo da boca desses esquerdóides que crêem na crença de que vão salvar a humanidade. Coitados.
Brizola Neto Comentários (21)
Obama: um ano medíocre, por Carlos Heitor Cony
quinta-feira, 21 janeiro, 2010 às 17:00
Sempre muito bem escrito, vale a pena ler o artigo de Carlos Heitor Cony na Folha de S. Paulo de hoje, onde ele também identifica o ânimo dominador por detrás da ajuda humanitária ao Haiti, ao analisar o primeiro ano do governo Barack Obama.
“O primeiro ano do governo Obama, nos EUA, não guardou nem prolongou o impacto de sua eleição e posse. Evidente que houve exagero na exaltação com que o mundo recebeu a novidade, um negro na Presidência de um país marcado até há pouco pela discriminação racial. Seu discurso parecia não um atalho, mas um caminho novo não só para os norte-americanos mas para o mundo.
Sucedendo a George W. Bush, que teve a glória de realizar um dos governos mais impopulares da história, Obama encarnava mais do que uma esperança, era a possibilidade de um novo tempo não apenas para os Estados Unidos mas para a comunidade internacional.
Em pouquíssimos meses a realidade se impôs. Obama era realmente um fato novo, mas os Estados Unidos continuavam a ser o que sempre foram, tanto interna como externamente. Fica difícil julgar este primeiro ano pela ótica de dentro, pela administração interna do poderoso país. Muitas esperanças ruíram, mas as coisas foram indo, uns gostando e outros detestando suas ações no dia a dia da nação.
No plano exterior, foi um desastre. Obama pouco se diferenciou de Bush, a não ser pelo discurso menos fanático e apocalíptico. Continuou mantendo guerras, aumentando efetivos e dando à Casa Branca a decisão final para todos os problemas do mundo.
É bem verdade que Obama mudou o seu perfil de salvador dos povos, mas os Estados Unidos continuam os mesmos. Com a tragédia do Haiti, os norte-americanos, valendo-se de seu poderio econômico e militar, abriram um cisma na ajuda internacional que mobilizou o mundo. Todos podem ajudar, desde que peçam licença e obedeçam ao comando de Washington. Este primeiro ano do governo Obama marcou-se pela mediocridade e pela falta de imaginação
Enquanto os EEUU, que assumiram o aeroporto, priorizam o desembarque das tropas imperialistas, aviões com medicamentos, aparelhos cirúrgicos e equipes dos MSF (Médicos Sem Fronteira) são impedidos de pousar, tendo já 18 voos desviados para São Domingos.
Mas tem babacano neocolonizado capacho e safadista que aprova e defende.
Mas nada de melhor a esperar de um caluniador barato, sem moral e sem auto-estima, mal resolvido, buscando solução para seus problemas existencias na submissão a extrangeiros.Impatriota acima de tudo. A ser desprezado e ignorado. Nada de bom oferece ao Brasil…Para exterminar de vez os entreguistas é DILMA 2010. BABACANOS NUNCA MAIS.
Pior cego é aquele que não quer ver, o Brasil saiu de uma posição, de submissao aos EUA, a posição de um dos mais importantes paises no cenário internacional.
Ontem, assisti Lula o filho do Brasil, um excelente filme , mas apenas uma sintese da extraordinária saga deste homen.
Ser bem sucedido na vida tendo bons estudos e uma estrutura familiar por trás é facil, agora sair da linha da pobreza e virar presidente, só para os iluminados.
Olá brasileiro…. e jair (em minúscula mesmo, pois são insignificantes)
É que os americanos sabem que o primeiro e melhor medicamento a ser dado nessa hora é água, pois caso contrário o indivíduo morre por desidratação. Outra coisa como eles conhecem muito bem a ONU e seus congêneres cabides de empregos, eles não são doidos de repassarem dinheiro para essa turma, pois a grana desaparece. Com certeza pelo menos 50% dessa grana e ajuda humanitária não vai chegar ao Haiti, pois vai desaparecer na origem e no meio do caminho.
Quanto aos comentários do Sr. C. Heitor Cony, ele não tem moral para comentar nada, pois recebe mais de R$ 20mil/mês como anistiado para levar uma vida de nababo. Questione-o sobre isso e ele vai dizer que é legal. Pergunto: “Mas é lícito?”.
Caluniador são esses ratos fofoqueiros que ficam comprando e vendendo mercadorias roubadas ( notícias plantadas) entocados dentro de seus buracos, não provam o que dizem e quando confrontados com a verdade são dissimulados e desconversam. Covardes, se são machos então porque não aparecem?
Olá jair, Post 8
Sinto muito informá-lo e desapontá-lo, mas você gostou do filme porque assistiu ao infantil “AFeiurinha da Xuxa”, já que você com esse cérebro e cultura de uma criança de três anos ainda não sabe o que significa a palavra “ficção” (Ato ou efeito de fingir; simulação, fingimento, criação ou invenção de coisas imaginárias; fantasia) e muito menos tem capacidade para entender um filme como “O filho do Brasil”.
ja vi o filme de lula treis veis e vou acistir de novo pois me diceram que o dinheiro do ingressu é pra ele. santo homem esse nosso prisidenti e tem genti cum inveja dele
Assisti Lula o filho do Brasil, um excelente filme , mas apenas uma sintese da extraordinária saga deste homen.
Ser bem sucedido na vida tendo bons estudos e uma estrutura familiar por trás é facil, agora sair da linha da pobreza e virar presidente, só para os iluminados.
Diogo Mainardi é acusado de preconceito contra nordestinos
O jornalista Diogo Mainardi foi acusado de preconceito contra os nordestinos. O Ministério Público Federal em Sergipe apresentou uma Ação Civil Pública contra o jornalista, com base em escritos de Mainardi publicado em 2005, na coluna que assina na revista Veja e em afirmações feitas no programa Manhattan Connection, do canal de TV por assinatura GNT.
De acordo com o procurador Paulo Gustavo Guedes Fontes, que assina a ação, Mainardi também ofendeu moralmente a cidade e o povo de Cuiabá. Por isso, o procurador pede que o jornalista seja condenado a pagar R$ 200 mil de indenização por danos morais, valor que deve ser revertido para o Fundo de Direitos Difusos.
O preconceito de Mainardi teria sido escancarado na edição de 19 de janeiro de 2005 da Veja. Ao se referir ao então presidente da Petrobras José Eduardo Dutra, escreveu: “Dutra não tem passado empresarial. Fez carreira como sindicalista da CUT e senador do PT pelo estado de Sergipe. Não sei o que é pior”.
No programa Manhattan Connection, veiculado pelo GNT em 9 de março de 2005, onde se comentava sobre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o jornalista fez a seguinte observação: “Ele não é pragmático. Ele é oportunista. O episódio do Pará agora é muito claro. Quer dizer, uma semana ele concede a exploração de madeira, na semana seguinte, ele cria a reserva florestal grande como Amazonas, Sergipe, sei lá eu… por essas bandas de onde eles vêm. Isso é oportunismo”.
Para o zeloso procurador, os comentários de Mainardi são carregados de preconceito contra o povo nordestino e os estados. “A liberdade de expressão é princípio basilar da democracia e do Estado de Direito, mas a ordem jurídica lhe impõe limites no sentido de impedir que venha a atentar contra outros direitos igualmente caros à Constituição e às leis.”
O procurador procurou e encontrou na edição de 18 de maio de 2005 da Veja outra suposta manifestação de preconceito de Mainardi. O colunista escreveu: “Minha maior ambição, hoje em dia, é jamais, em hipótese alguma, colocar os pés em Cuiabá”. Para o procurador, o texto é evidentemente ofensivo aos cidadãos cuiabanos e a Mato Grosso. Como se fosse crime não querer botar os pés em Cuiabá.