Fri 4 Jun 2010
Ouvindo a sociedade a gente erra menos
Posted by jorge under Cerimônias, educação

Presidente Lula discursa na III Conferência Nacional do Esporte, realizada em Brasília. Foto: Ricardo Stuckert/PR
A realização de mais uma conferência nacional, dessa vez do esporte, é uma demonstração humilde de um governo que “pensa que ouvindo a sociedade a gente tem a chance de errar menos”, afirmou o presidente Lula durante a III Conferência Nacional do Esporte, realizada nesta sexta-feira (4/6) em Brasília. Lula lembrou que esta é a 68ª conferência realizada em seu governo e que elas são importantes por externar a diversidade do País em relação aos temas propostos por esses encontros. “Vocês vieram aqui para falar e a gente veio aqui para ouvir”, afirmou o presidente, lembrando que muitas das propostas dessas conferências acabam ajudando ao governo a montar políticas públicas.
Lula reafirmou que as Olimpíadas servirão como uma prova de fogo para o País:
As Olimpíadas estão servindo para nós como se fosse uma prova de fogo, porque quando chegar nas Olimpíadas, não tem como esconder, a nossa cara vai aparecer do jeito que nós somos. Se trabalharmos corretamente, vamos sair na foto com a cara bonita. Se ficarmos esperando que a natureza dê conta das coisas, vamos sair com a cara feia.
Uma das prioridades, frisou, é convencer os quase seis mil prefeitos do País de que o esporte é importante para a juventude brasileira e que fica mais barato investir em melhores escolas, que ofereçam oportunidades esportivas aos jovens, e também na contratação de professores de educação física, do que construir cadeias. “É um trabalho sério que vamos ter que fazer daqui pra frente com os quase seis mil prefeitos deste País”, afirmou Lula.
Ouça aqui a íntegra do discurso:
Lula citou os importantes investimentos que o País vem fazendo no esporte brasileiro, não só por conta dos Jogos Olímpicos que o Rio de Janeiro sediará em 2016, mas também porque é uma determinação da Constituição – conforme está no artigo 217, lembrou o presidente, que define o esporte como direito social e determina que cabe ao Estado oferecê-lo como política pública.
“Portanto não estamos fazendo nenhum favor, apenas cumprindo um preceito constitucional.”
O presidente cobrou ainda que as federações esportivas do País apresentem às autoridades olímpicas um plano de metas, até 2014, porque são essas metas que vão orientar as verbas do governo a serem repassadas às federações. “Todo o dinheiro que a gente tiver que colocar tem que ter base em um programa a ser perseguido por eles e fiscalizados por todos nós, senão não vamos atingir nossos objetivos”, disse.
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MESSI TIENE RAZIÓN, SOMOS LOS MEJORES !!!!!!!!
Los débios jugadores de brasil son fracazados y su mediocre selección no pasa de las quartas de final .
PORTUGUES UN IDIOMA QUE NO TIENE INPORTANCIA PARA EL MUNDO.
Estaba pensando que debe ser muy frustrante vivir en un continente donde todos hablan un idioma diferente. Caso concreto de los Brasileños, están solos en América, todos sus vecinos hablan español, los camaradas de lengua más cercanos está hasta Portugal.
Estados Unidos al menos tiene a Canadá, y hoy en día muchos hablan inglés, ¿Pero cuántos hablan portugués?, porque a NADIE le interesa hablar portugués siendo sinceros. Cuando alguien se decide a aprender otro idioma eligen el Inglés, español,o el Francés, después el italiano o Alemán.
O Japonés o hasta Chino pero JAMÁS Portugués. Y miren que me parece un idioma cuando feiozo y que no tiene utilidad mundial. Vamos hablar en casteliano y español que es mucho mejor.
ARGENTINA CANPÉON 2010 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para nuestra felicidad, la mediocre selección de brasil no pasa de las quartas de final.
Argentina canpeón del mundo !!!!
Filipe y luis fabiano son boludos y maricon.
Mas una cosita, las unicas cositas que nosotros gostar en su violento país son las chichas brasileñas que son muy fácil y no poden ver un Argentin que logo abren las piernas.
Un saludo,
Esteban crustille
Córdoba
Un saludo
Fred, sou eu mesmo. O brasileiros Gayucho que tanto tu bate e que eu tanto adoro apanhar. Olha Fredinho, fui ao fundo do baú e encontrei uma foto de eu quando participava de uma peça de Teatro no colegio onde estudava o primeiro grau (não passei disso). Eu já era uma menina. Tu concorda?
Ei minino, veja a foto e comente. Eu era muito diferente dos dias atuais. Não achas?
http://www.tiocolorau.com.br/wp-content/uploads/knuttz_ueba_021.jpg
Ei Fredinho, lindo! “Eu preciso de um companheiro”.
Aguardo teus comentários.
Beijos, beijinhos, beijões e beijaços onde tu mais gosta.
Alo Fred, Luiz, Nikacio,Edson e demais amigos anti petralhas do blog.
Voces já viram a sátira que uma TV de Israel está fazendo sobre A BESTA?
Acessem e vejam o sucesso que o Lulla tá fazendo lá fora.
http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=programa-de-humor-de-israel-satiriza-lula-veja-legendado-0402993562D8A17386/user=66dwi1vns92s/date=2010-06-04&&list/type=editor/
É xuuuuuuuuuuxeeeeeeeeeeeexuuuuuuuuuuuuu!
ARRÉ éééééééééééééééééééééééeéééééégua
qua qua qua qua qua qua qua qua qua qua qua
Besta não. ESPERTO com “S”. Assim como na história em quadrinhos existe o pirata da perna de pau, nós aqui realmente temos o PIRATA DA MÃO SEM DEDO.
Olá, J. Grandão, Fred e Luiz Gonzaga.
Tive uma idéia.Como essa merda desse impostometro não serve para nada mesmo, pois o nosso povo é covarde, que tal lançacemos a seguinte campanha:
IMPOSTOS
Quanto aos impostos, vemos todo mundo reclamando que são altos demais, mas não vemos ninguém se mobilizando para a instituição de uma tributação mais justa. É pura demagogia, como a maioria e sonegador mesmo, usam a desculpa do imposto alto para abrandar a própria consciência dizendo: “Sonego porque é muito caro e etc”, mas poucos querem resolver o problema.
TENHO UMA SUGESTÃO: Acredito, se não quisermos, não somos obrigados a trabalhar de graça para ninguém e muito menos sermos obrigados a recolhermos impostos para os governos, pois em tese, não somos empregados e muito menos escravos deles. Que tal, todo mundo, indústria, comércio e serviços começarem emitir somente o recibo da sua parte, ou seja o do preço justo do produto e juntamente com esse recibo emitir um boleto para que cada cidadão e consumidor fosse aos bancos autorizados ou às secretarias da receita para recolher voluntariamente a parte que cabe ao govêrno. Será que todos os consumidores que hoje recolhem compulsoriamente e sem saber o que estão pagando arcariam com a obrigação? Duvido. Já pensaram o governo tendo que correr atrás de cada cidadão para receber o imposto do alimento, da roupa, do material escolar,… Será que ele conseguiria manter essa arrecadação atual? Já pensaram todos os políticos, apaniguados e funcionários públicos ATUANDO COMO PUBLICANOS para poderem receber o salário no final do mês? Eu iria achar muito engraçado, pois muitos iriam descobrir que o paraíso não existe e que todos temos que pagar pelo nosso direito de existirmos, a menos que alguém o faça por nós.
Juro que eu e a maioria do povo gostaria de ver qualquer deputado lançando um projeto de lei nesse sentido para ver se passaria.
PEDÁGIOS
Também concordo que está muito caro, mas reclamar via internet não adianta nada. O povo precisa deixar de ser covarde, e quando verem que vão construir a praça do pedágio se mobilizarem e não deixar a mesma funcionar como fizeram os moradores da cidade de Botucatu quando quiseram impor uma praça de pedágio na ligação da Rodovia Castelo Branco- Botucatu. Não vou defender o PSDB não, mas esse negócio de construção de praças de pedágios em São Paulo, tem a conivência dos prefeitos das cidades que são cortadas pelas rodovias, sejam elas governadas por prefeitos de qualquer partido (inclusive do PT e dos PCs), pois nem eles e nem os sindicatos de classes se manifestam, pois também estão interessados na divisão do butim, já que os pedágios aumentam as suas arrecadações. A realidade é uma só, quem já viu algum prefeito da situação ou oposição se manifestando contra quando o assunto é dinheiro para receber? Façamos justiça, mas a culpa não é somente do Zé Pedágio como dizem os nossos “amigos” coletivistas não.
Grande Edson. Pena que raríssimas pessoas nesse país pensem iguais a voce.
Eu também teria uma opinião formada.
Assim como toda a população vai parar para assistir os jogos da seleção (exceto eu) e, como é de praxe, após um gol todos se levantam para comemorar, porque “todos” não param e pensem na possiblidade de NINGUÉM pagar impostos durante um mês? Isso mesmo. Todo mundo levantar e gritar: ESTE MES EU NÃO PAGO IMPOSTO.
A começar pelos patrões que não recolheriam na fonte os impostos dos funcionários. Depois viriam os produtores de produtos industrializados (IPI),o comercio, fornecedores de energia, agua, telefone, etc.
UM MES SERIA O BASTANTE PARA MUDAR A CARA DESTE PAÍS.
Seria A GREVE DOS PAGAMENTOS DE IMPOSTOS.
Um dos grandes sonhos do Lulla era paralisar o país durante um dia. Lembra?
Um outro grande sonho do Lulla era diminuir a carga tributaria quando chegasse ao poder. Lembra?
Infelizmente, Edson, o brasileiro só se levanta para gritar GOL.
A maior prova disso, eu, voce, nós, vós, eles e elas,veremos nos próximos dias, durante varios dias. Ligue a TV e veja o carnaval que acontecerá nos dias de jogos da Copa do Mundo.
A cada quatro anos o brasileiro enche o peito e diz: NÓS SOMOS OS MELHORES DO MUNDO.
Nessa hora, os países desenvolvidos…. são meros países pobres e insignificantes. Sem valor algum. Valores? Quem? Os engenheiros da NASA? ora, ora que tolice é essa meu Edson? Valores de verdade temos nós brasileiros: Pelé, Adriano, Robinho, Ronaldinhos, Xuxa, Felipe Massa, Gisele (a modelo) etc. Esses “valores” é que fazem o país “crescer”.
Assim pensam os brasileiros.
tô certo ou tô errado, Edson?
São adoradores de celebridades. O máximo que leêm são livrecos de auto ajuda ou revistas tipo Caras e Capricho.Acreditam que o universo conspira a favor do Brasil. nào gostam de estudar ciências nem gestão. Quem estuda e opina com bases científicas, criticam e taxam de metidos.
Todos de uc ardido ai pra cima….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Botaram na estaca, agora aguentem…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Peçam vasilina pro Fred, anda sempre com uns frasquinhos no bolso..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O Luiz Gonzaga (bucha véia) louco pra assumir fica saracoteando com meu apelido..kkkkkkkkkkk
Assume logo, todo mundo já sabe mesmo…kkkkkkkkkkkk
O Richard Shimitinho louco pra entrar no “time”…kkkkkkkkkkkkkkk…sacristão saudoso…kkkkkkkkkkkkkkkkk
Sifú Zé Ladeira….kkkkkkkkkkkkkkkk
Serra, Dantas e a fábula do Ali Babá
Publicado em 04/06/2010 Compartilhe | Imprima | Vote (+22)
Lá atrás da moita, atrás do Ali, você talvez perceba o Amauri
O Amauri foi à caverna do Ali-Babá.
Passou dez anos ali, na moita.
E contou ao Paulo o que tinha lá dentro.
Quem ia lá dentro.
E quem era o Ali Babá.
Uma vergonha, diria o Boris Casoy.
Aí, o Zé ficou com medo do que o Amauri viu lá dentro.
E disse que a Vilma ia espalhar por aí que tinha impressão digital do Zé lá dentro da cavena do Ali Babá.
A Vilma não viu nada, não disse nada.
Mas, o Zé ficou nervoso com a descoberta do Amauri.
E mais nervoso ainda quando soube o que o Amauri contou pro Paulo.
Aí, o Zé perdeu o senso.
E recorreu aos aliados de todas as horas.
O PiG (*).
E o PiG (*) faz o papel de sempre.
O PiG (*) está muito prepocupado com o que a Vilma não disse.
E se esquece da caverna do Ali Babá.
Do que tem lá dentro.
E do Ali Babá.
O PiG (*) ainda acha que engana alguém ?
E o Zé acha que você é bobo, amigo navegante.
O partido da Vilma foi à Justiça para obrigar o Zé a provar que ela disse o que não disse.
Aí, o Paulo e o Amauri vão ser intimados a contar ao Juiz o que sabem sobre a caverna, o que tem dentro da caverna e quem é o Ali Babá.
Em tempo: não pronunciem a expressão “exceção da verdade” na frente do Zé. Ele fica nervosíssimo.
O “DOSSIÊ” DILMA…KKKKKKKKKKKKK
COISAS QUE A VEJA, GLOBO, FOLHA, ESTADÃO NÃO PUBLICAM JAMAIS. POR ISSO SÃO CORRETAMENTE CHAMADOS DE PIG:
Livro desnuda a relação de Serra com Dantas.
É por isso que Serra se aloprou
A bomba explodiu no colo do Serra
O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.
Vai desembarcar na eleição.
É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.
Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.
É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.
Um dos documentos Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.
O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI do Banestado, o petista José Mentor.
Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.
Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.
As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.
Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.
Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.
Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:
Os porões da privataria
Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.
Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …
Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.
A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.
(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).
O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.
A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.
O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.
O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.
Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.
Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.
Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.
De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.
Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…
Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.
(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco
EM CAPÍTULOS VAI SER UMA DELÍCIA…KKKKKKKKKKKKKKKKK
NÃO É LACERDINHAS?…KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Dantas teria financiado a campanha de Serra em 2002?
PublicadO EM 04/06/2010
Jornalista pergunta: o Dantas financiou o Serra em 2002 ?
O Conversa Afiada reproduz e-mail de amigo navegante (esse não é mineiro):
Dr. P H,
Nessa história aloprada do Serra – clique aqui para ler “Livro desnuda relação de Dantas com Serra” – com o dossiê que não existe tem um ponto neural que ninguém aborda e que exige explicação de um candidato a Presidente da República.
Ou da Justiça Eleitoral.
Creio que a DECIDIR.com existiu 3 anos: de 1999 a 2002. Esse era um período pré-eleitoral, em que Serra seria candidato em 2002, e tomou aquela surra do Lula.
O que precisa ser bem investigado e esclarecido é se a DECIDIR.com não foi um instrumento do Daniel Dantas para financiar a campanha do José Serra em 2002.
A hipótese é que isso teria sido feita sem declarar, é claro, à Justiça Eleitoral!
Teria Serra cometido um crime eleitoral em 2002, com o apoio daquele que você chama de “passador de bola apanhado no ato de passar bola” ?
Para responder a essa pergunta é fácil.
Basta que uma das Verônicas, ou a Serra ou a Dantas, revele os detalhes da capitalização da DECIDIR.com.
Fala-se que a empresa foi capitalizada em 20 ou 30 milhões de dólares em 1999.
Em 2002, a empresa é dissolvida.
Perguntas que um jornalista como você deveria fazer, na minha opinião:
O que aparece nos balanços da DECIDIR.com?
Como uma empresa recém-nascida gastaria 20 ou 30 milhões de dólares?
Se gastou, gastou com o que?
Se não gastou, foi distribuído o capital para os sócios em 2002?
Quanto foi para a Verônica Serra ou a entidade que ela representava?
Quanto o Opportunity da Verônica Dantas colocou na capitalização da empresa?
Em resumo, a DECIDIR.com serviu para o Daniel Dantas financiar a campanha de Serra em 2002?
Essas perguntas dizem respeito à lisura de uma campanha eleitoral – e isso é muito mais importante o que saber se foi você quem falou da ligação da filha do Serra com a irmã do Dantas.
Me desculpe.
Mas, estou preocupado é com o Brizola Neto: eleição se ganha no voto.
U SABÊ IU FAZÊ (CORDEL POPULAR)
Sabê o que vai fazê,
como fazê e sabê
só u Saci-Pererê
É qui pódi lhi dizê
Possu agora dizê
Sem a cara enrubecê
Qui adoru dossiê
Pru módi aparicê
Si vucê votá nim eu
Agora na inleissão
Vô dizê qui naum sofreu
Toda a corrupissão
Quieu poçu prometê
Di dá continuassão
(Ançina: Zé Serrote, u pueta do Serrão)
Essa turma da sujeira já abusou demais da nossa paciência. Quem não conhece a ex-terrorrista que se atrapalha com as próprias palavras e mente com a cara lisa? Quem não conhece o peão que se juga um gênio? E os aloprados de sempre do PT? E os recalcados que os seguem?
Mude o Brasil, vote em José Serra!
Mude o Brasil, vote em José Serra!
Mude o Brasil, vote em José Serra!
Sábado, Junho 05, 2010
Relato de uma brasileira que serve no Exercito de Israel
Via Pletz
Recebemos o relato de Ana Luiza Tapia, uma brasileira que fez aliá há cerca de 2,5 anos e que atualmente está servindo na área médica do Exército de Israel. Ela conta com suas palavras um pouco do que se passou por lá em relação à frota de navios com “ajuda humanitária”. (Colaboração de Uri Lam). Nota do editor: O texto abaixo está publicado da mesma forma que o recebemos, sem nenhum tipo de edição ou correção.
Oi a todos!
Primeiro quero agradecer a todos os e-mails preocupados. Eu estou bem, ótima. Eu peço desculpas por não escrever mais frequentemente, mas no exército é assim. Não temos tempo para nada. Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos.
EU ESTAVA LÁ! NINGUÉM ME CONTOU. NÃO LI NO JORNAL. NÃO VI FOTOS NA INTERNET OU VÍDEOS NO YOUTUBE. VI TUDO COMO FOI MESMO, AO VIVO E COM MUITAS CORES. Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
4:30h da manhã de segunda-feira: meu telefone do exército começa a tocar. Possíveis conflito em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do exército (até para entender o tamanho da situação).
O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que TODOS os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo NOSSO exército a Gaza. Isso porque AINDA HOJE, cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza.
ESSA FOI UMA ATITUDE EXTREMAMENTE PACIFISTA DO NOSSO EXÉRCITO, EM RESPEITO AOS CIVIS QUE ESTAVAM NO NAVIO. E, SE NÃO HÁ ARMAMENTO NO NAVIO, QUAL É O PROBLEMA DE QUE ELE SEJA INSPECIONADO?
Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h – Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E FORAM GRATUITAMENTE ATACADOS: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram ATENDIDOS E RESGATADOS POR NÓS, EU E MINHA EQUIPE E ENVIADOS PARA OS MELHORES HOSPITAIS EM ISRAEL.
Entre nós, 9 feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e 6 tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo MÉDICO em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. ALÉM DE AGRESSORES, SÃO TAMBÉM INGRATOS.
Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. LOTADO DE ARMAS BRANCAS E MATERIAL PARA CONFECÇÃO DE BOMBAS CASEIRAS. ONDE É QUE ESTÁ O PACIFISMO DA ONU???
Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. MAS JAMAIS VAMOS PERMITIR QUE MATEM OS NOSSOS SOLDADOS.
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? ELES NÃO ENTENDEM QUE FORAM USADOS COMO FERRAMENTA CONTRA ISRAEL, E QUE A INTENÇÃO NUNCA FOI ENVIAR AJUDA A GAZA E SIM GERAR POLÊMICA E CRIAR AINDA MAIS OPOSIÇÃO INTERNACIONAL. E CONTINUAM SEM ENTENDER QUE DAR FORÇA AO TERRORISMO DO HAMAS, DO HEZBOLLAH OU DO IRÃ SÓ SIGNIFICA MAIS PERIGO. NÃO SÓ A ISRAEL, MAS AO MUNDO TODO.
E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E QUE O BRASIL JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS SEM RESOLVER. TEM MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA. TEM MUITO MAIS GENTE MORRENDO VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA NO RIO DO QUE MORTOS NAS GUERRAS DAQUI. E PASSAR A CUIDAR DOS PROBLEMAS DAÍ. DOS DAQUI, CUIDAMOS NÓS.
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente destorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.
Um beijo a todos
Shabat Shalom
Ana
Um sujeito que tenta se colocar como “inteligente”, como o Luiz Gonzaga, vir aqui reproduzir uma carta mentirosa como essa á o maior mico. Essa mesma carta foi mandada para diversos países, em cada uma a “mentirosa” assume nacionalidade diferente e nome diferente. Uma carta formulada pelo alto comando sionista. É só ler com atenção que fica evidente que é uma carta de um comando, não de um relato pessoal. Maior armação, especialidade sionista. Voces sionistazinhas “brasileiros” devem ter adorado, mas não passou, a mentira é muito óbvia.
Esse ai deve ser mais um escroque dos “Porões da Privataria”, inocente útil, que perdeu a boquinha…..kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pode dar adeus Zé Serra Ladeira, com a verdade das privatarias e as ligações com os que deram “sumicídio” na grana, contada em livro, com provas documentadas, já era a candidatura. Zé Ladeira, quando voce voltar pra onde nunca devia ter saído, leva junto o Fred, o Luiz bicha véia, o boçal e o Shimitinho, namorado da égua tronxa…..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Como prova que a carta é montagem, entrem nesse link e vejam que a tal brasileira é uma estudante de medicina, aqui no Brasil. Seu nome está sendo usado. Tanto é que se ela fosse Brasileira, servindo em Israel, jamais escreveria “nosso exército”…espalha outra Luiz sionista, esta não passou.
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:1z4Lh0Cq0sYJ:www.medstudents.com.br/diagnostico.asp%3Fregid%3D141+%22ana+luiza+tapia%22&cd=9&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Pensando o futuro com lógica:
O seqüenciamento lógico do peão-presidente – e dos seus discípulos – é o de se aperfeiçoarem em delitos, asneiras e boçalidades. Isso o levará em pouco tempo a ser considerado o “estadista” Zé Arigó. Agora também em versão internacional!
Os seus discípulos se misturarão à massa ignara, depois de convenientemente esquecidos.
EU INSISTO E JÁ ESTOU QUASE APELANDO.
……EU PRECISO DE UM COMPANHEIRO………..
Soninha Francine fala de Serra e do tempo em que era petista, e como atuava contra ele
Publicado por Cassio Curvo em 4/06/2010 às 14:38 hs. Acompanhe as respostas pelo RSS 2.0.
(Do blog Sem Retoques)
Soninha Francine abre o jogo
Leando Dalle questionou a Soninha Francine sobre seu apoio ao Serra. Enviamos a mensagem e ela nos enviou a seguinte resposta:
Leandro, posso explicar, sim. Talvez não em poucas palavras, mas em muitas informações sobre o que vi, vivi e aprendi nos últimos anos. Pra não deixar sem nenhuma resposta agora, posso resumir assim:
- Descobri que o meio em que eu vivia – de petistas – inventava muitas barbaridades sobre o Serra. Por que o Serra? Não sei, talvez porque ele tenha sido o candidato do governo à sucessão do Fernando Henrique, portanto rival direto do Lula na disputa presidencial… Porque os petistas já pintavam os tucanos como o fel da terra (e eu, mesmo quando era do PT, achava isso um pouco absurdo), e o Serra como o próprio Satanás. Só que os fatos, mesmo vistos de longe, já desmentiam algumas coisas que diziam sobre ele: como ele podia ser “queridinho” da grande mídia quando comprava briga contra a publicidade de cigarro, por exemplo – que era uma baita fonte de receita para os meios de comunicação?
E como ele era parte da elite imperialista internacional, quando foi à OMC e lutou contra os lobbys e cartéis da indústria farmacêutica, conseguindo as quebras de patente em nome da saúde pública dos países mais pobres?
Mesmo com esses fatos, eu acreditava nas versões do PT… Afinal, o PT era o meu partido, eu tendia a concordar com tudo… Pensava: “Ok, eles fez uma ou duas coisas importantes, corajosas, mas nem por isso é uma pessoa decente”. O PT dizia que ele era covarde, porque tinha “fugido” da ditadura… Que era um manipulador ardiloso, porque “armou” um flagrante pra Roseana Sarney (se bem que eu já pensava naquela época: o marido da Roseana Sarney tem um milhão e meio de reais de origem desconhecida e a culpa é do Serra?).
Enfim, eu o detestava. Até ser vereadora e ele, prefeito. E descobrir que o demônio que pintavam não era nada daquilo. Mal humorado, impaciente, carrancudo, ríspido demais às vezes? Sim. Mau caráter? Não.
Em 2005, começo do meu mandato, o Serra me recebeu (a meu pedido), ouviu atentamente tudo o que eu disse e reconheceu que estava equivocado em algumas medidas que havia tomado como prefeito. Na manhã seguinte, desfez o que tinha feito. Depois, me procurou inúmeras vezes para perguntar de assuntos que acreditava que eu conhecesse melhor do que ele – políticas de juventude, meio ambiente, cultura. Cansei de vê-lo pedindo idéias, sugestões, opiniões. O contrário do que diziam dele…
Enquanto isso, o PT – que era o meu partido – continuava inventando, mentindo. Uma barbaridade. Analisava um projeto de lei enviado á Câmara pelo prefeito, concluía que o projeto era muito bom e… No plenário da Câmara, fazia DE TUDO para barrar o projeto. Saía do plenário para não dar quórum, subia na tribuna e passava meia hora falando horrores de um projeto que TINHA CONSIDERADO BOM – apenas para prejudicar “os tucanos” na eleição seguinte. Mesmo assim, mesmo no meio da guerra mais suja – petistas espalhavam mentiras para assustar a população, uma coisa realmente horrorosa – se chegasse um Projeto de Lei de um vereador do PT e ele considerasse o projeto bom para a cidade, ele sancionava (isto é, aprovava). E se chegasse um Projeto de Lei de um vereador do PSDB e ele considerasse o projeto ruim para a cidade, ele vetava. Aliás, nós ficamos amigos, e ele… vetou vários projetos meus. Ou seja, um comportamento REPUBLICANO, de respeito à Casa Legislativa e ao interesse coletivo. Mas o PT continuava espalhando que ele era autoritário, mentiroso, privatista, neoliberal… E que era repressor, “inimigo dos pobres”, “amigo das elites”, tudo de pior no mundo.
Mas o Serra ia fazendo coisas muito legais na cidade – criou a Coordenadoria da Diversidade Sexual, a Secretaria da Pessoa com Deficiência… O Centro de Juventude da Cachoeirinha, que é do cacete… Pegou um esqueleto que estava lá abandonado desde o Janio Quadros e fez um troço muito legal. Terminou o primeiro trecho do maldito Fura-Fila do Pitta, que também estava abandonado. Voltou atrás na história dos CEUS – porque essa foi uma das coisas que eu consegui convencê-lo de que ele estava errado – e mandou fazer vários outros, mantendo o nome “CEU” (bandeira da Marta…). Idem com os Telecentros – que os petistas diziam que ele “destruir”, transformar em Acessa São Paulo, que era bem diferente… Criou a Virada Cultural. Fez os benditos hospitais de Cidade Tiradentes e do M’Boi Mirim – que o PT anunciava que a Marta tinha feito, quando na verdade ela não tinha começado nem a cavar o alicerce… Sem falar que a Marta, que passou os 2 primeiros anos de seu governo sanando as contas da prefeitura detonadas pelo Pitta, passou os dois últimos anos destroçando as contas da prefeitura – e deixou dívidas absurdas, contratos temerários de 20 anos assinados “no apagar das luzes”… O Serra deu muita força para a Secretaria do Meio Ambiente, que sempre era das mais pobrezinhas. E chamou para trabalhar com ele pessoas que tinham trabalhado com a Marta, sem a menor hesitação, sem rancor e ressentimento, porque considerava que elas eram competentes.
Enfim, eu VI, eu testemunhei, condutas absurdas do meu partido – e condutas admiráveis do Serra, que o meu partido pintava como o enviado do capeta.
Resultado: (lembre-se, este é um resumo, a história completa é uma enciclopédia) saí do PT, que foi se distanciando barbaramente dos ideais que pregava, adotando o “vale tudo” (pra governar, pra ser oposição), e fui para um partido de oposição. Que hoje apóia o Serra para presidente, assim como eu.
E eu nem falei do governo do estado… De mais uma seqüência enorme de mentiras e terrorismos, como de costume (“ele vai privatizar o metrô!”; “ele publicou decretos para acabar com a autonomia universitária!”), e, da parte dele, realizações admiráveis, mais ainda para quem ficou 3 anos e pouco no governo (e 1 ano e meio na prefeitura). Uma lista de pontos em que a atuação dele me agrada muito: trens metropolitanos, metrô, meio ambiente, cultura, pessoa com deficiência… E outros mais.
Se você odeia o Serra como eu odiava, eu sei que não vai mudar de idéia assim tão fácil. Não tenho essa pretensão. Mas gostaria que você acreditasse em mim: é com muita convicção que eu voto nele, baseada nos meus 6 anos de vida mergulhada integralmente na política.
Abração
Soninha
Relato de uma brasileira que serve no Exercito de Israel é verdadeira!
Siga:
http://www,firgs.org.br/noticias/relato-de-uma-brasileira-que-serve-no-exercito-de-israel-.aspx
Cadê voce Fred querido?
Vem me dar um apoio moral, e trás a vazelina, estou ardido de tanto levar do “verdadeiro”.
Quer saber de uma coisa Luiz Gonzaga? Para de me apurrinhar. A vazelina é minha, de meu uso. Se quizer vai ali na farmácia e compra.
Epa !!!!!!
Se desentenderam as moçoilas.
Já é possivel ver o logotipo da Copa do Mundo de Futebol que será realizada no brasil sil sil.
Eu acho que ficou a cara do brasil sil sil
Com a permissão ou não dos brasileiros fanáticos verdes e amarelos da Republica das Bananas, já enviei esta foto para a Holanda, Estados Unidos, Noruega, Portugal e para as TVs de Israel (esse país tá amando o Lulla). Pedi aos amigos lá fora para “espalhar” e ela já está correndo o Mundo.
Acessem e vejam que belíssimo logotipo. Uma criação maravilhosa, digna do país governado pelo Sr. “Eu Não Sei de Nada”.
http://4.bp.blogspot.com/_nAUluK44p34/TAVtYpSeYPI/AAAAAAAABFo/yr5_JDC6CAM/S1600-R/lgCOPA2014.jpg
Fernando — 5 de junho de 2010 @ 7:50
Resumindo o “suposto dossiê do PT”, não é suposto e não é do PT.
São fatos comprovados.
E foi o PSDB que fez.
Mesmo o autor publicando sua pesquisas, assumindo a autoria, eles continua dizendo que foi o PT, se isso não é canalhice, mau caratismo e sem-vergonhice, é o que?
Nós nos acostumamos a falar do PIG (Globo, Estadão, FSP, Veja, etc…), mas estas empresas não são entidades do além, são feitas por “homens” (no sentido bíblico), e estes se dizem “jornalistas”, e são estes “homens” que emprestam seus nomes para publicar mentiras, calunias, difamações, etc…
Por este motivo acho que devíamos parar de dizer: “Saiu na FSP”, temo que começar a dizer assim: “Saiu na FSP a matéria mentirosa assinada pelo “jornalista” Fulano”.
Porque assim daqui a 30 anos quando forem pesquisar na historia, vão ter mais subsídios para saber a veracidade e a credibilidade da noticia. E quem sabe quando começarem a ver seus nomes aparecendo junto com suas mentiras, estes não aprimorem sua ética moral, pois profissional sabemos que não tem mesmo.
A égua relinchona é mais inteligente que Shimitinho, seu dono.
Artur — 5 de junho de 2010 @ 9:48
Essa imprensa de direita acha que todo o Brasil é imbecil como os leitores habituais das mesmas. O site Amigo dos Presidente desmascara com competência e aponta contradição nas versões entre a Veja e o Estadão. Já a Folha vem com uma terceira versão, diferente das demais, e ainda vai além, afirmando que o livro a introdução do livro do jornalista Amauri Ribeiro Jr teria sido escrito pele Lanza Comunicações.
Eu não sou jornalista, nem nunca passei perto de uma escola de comunicação, mas não seria muito mais óbvio colher a versão do jornalista do que a de supostos arapongas de origem duvidosa? Porque nenhum jornalão toma a entrevisto do Ribeiro Jr? Porque ninguém comenta o conteúdo do livro?
Essa é fácil Antônio Carlos. O PIG não só tem medo da verdade como foge dela, assim como os 4 patetas boçais aqui frequentadores…..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Como os 4 daqui, o PIG adora a mentira deslavada….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
SÉRGIO GUERRA É UM SEM NOÇÃO
Com tantas matérias na Internet em vários veículos de comunicação, como está nas postagens a baixo, sobre a sociedade de Verônica Serra, filha do Serra e Verônica Dantas, irmã do Daniel Dantas, a Veja (só podia ) inventa que petistas estão fazendo um dossiê contra o Serra, com matérias velhas que todo mundo já leu como uma grande novidade. Com tantas matérias bem explicativas rolando na internet, em revistas, desde 2002 alguém acha que ainda precisa de um dossiê? Nem o mais aloprado dos aloprados iria fazer uma bobagem dessas. Agora o senador ex anão do orçamento Sergio Guerra do PSDB, quer que a ministra Dilma explique sobre o tal dossiê. Que dossie? Em 2002 quando começou a pipocar essas noticías a ministra Dilma nem era a chefe da Casa Civil, o presidente Lula estava sendo eleito. O senador Sergio Guerra é mesmo um sem noção. É um babaca, vai pedir explicação para a ISTO É, para os jornalistas que fizeram matéria, para a Veja, para o MP, para a Justiça.
SÉRGIO GUERRA É UM SEM NOÇÃO
Passou mal após saber do crescimento mostruoso de Dilma nas pesquisas.
Como a maioria dos políticos do DEM veio a SP se internar.
Porque não fico no nordeste onde impera as políticas coronelistas com hospitais públicos de “Ótima qualidade”
E ai Fred, o pagador de dízimo sem noção.
pergunte ao Edson o que ele acha dos evangélicos dízimistas kkkkkkkk vc vai ter um choque.
E ai brasileiro
A política externa brasileira é a melhor de todos os tempos, nunca antes neste país, um presidente nos apoiou com vem fazendo nosso povo:
Ótima crônica do Gaspari, hoje na folha.com
A diplomacia moral de Lula
Dilma e Vannuchi sabem o que acontece aos EUA na tentativa de derrubar Ahmadinejad
A CANDIDATA DILMA Rousseff e o companheiro Paulo Vannuchi, secretário nacional de Direitos Humanos, precisam ler “Death to the Dictator!” (”Morte ao Ditador!”), livrinho de 169 páginas que saiu nos Estados Unidos, contando a história de um jovem de 25 anos que foi preso pela milícia iraniana no dia 5 de agosto do ano passado, durante um protesto contra a posse de Mahmoud Ahmadinejad na Presidência.
Olá Jair
Voce viu como o Luiz Gonzaga não desisite de querer tomar meu apelido?
Mas sobre o dossiê, é briga interna, igual as moçoilas agora a pouco aqui no blog:
[SOBRE A CARA FEIA - E O PRIMARISMO - DO (S)ERRA!]
Segundo Nassif, a história é a seguinte:
“Quando começou a disputa dentro do PSDDB, pela indicação do candidato à\s eleições presidenciais, correram rumores de que Serra havia preparado um dossiê sobre a vida pessoal de seu adversário (no partido) Aécio Neves.
A banda mineira do PSDB resolveu se precaver. E recorreu ao (jornal) Estado de Minas para que juntasse munição dissuasória contra Serra. O jornal incumbiu, então, seu jornalista Amaury Ribeiro Jr. de levantar dados sobre Serra. Durante quase um ano Amaury se dedicou ao trabalho, inclusive com viagens à Europa, atrás de pistas.
Amaury é repórter experiente, farejador, que já passou pelos principais órgãos de imprensa do país. Passou pelo O Globo, pela IstoÉ, tem acesso ao mundo da polícia e é bem visto pelos colegas em Brasília.
Nesse ínterim, cessou a guerra interna no PSDB e Amaury saiu do Estado de Minas e ficou com um vasto material na mão. Passou a trabalhar, então, em um livro, que já tem 14 capítulos, segundo informações que passou a amigos em Brasília.
Quando a notícia começou a correr em Brasília, acendeu a luz amarela na campanha de Serra (…)”.
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, reagiu às informações com uma mensagem no Twitter ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra.
“Então quer dizer que foi o Aécio quem encomendou?
E agora querem jogar no nosso colo? Que coisa feia!”
FONTE: http://escrevinhador.com.br/ – ínclito e impávido jornalista Rodrigo Vianna
Vou continuar postando as verdades que a imprensa não divulga, e a incompetência de um governo que privilegia poucos em detrimento a muitos outros.
cade o metro de São paulo?
estão a vinte anos no poder do estado mais rico do Brasil.
e só estão construindo pedágios.
podem apostar, escrevam ai, tucaninhos BABACAS,
A próximo do PSDB em São Paulo, Será PEDÁGIO URBANO!!!!!!!!!!!
Brasileiro este ultimo foi eu para sacanear ele.
Vc é inconfundível Brasileiro.
Brasileiro, eu ja postei algumas coisas como essa que vc postou.
O Serra é um político centralizador e é capaz de qualquer coisa.
Ele é um Brucutu ladeado por uma porção de jugunços políticos, como o babaca do Guerra.
Milhares de israelenses protestam contra o Governo em Tel Aviv
05/06/2010
EFE4
Milhares de israelenses protestam contra o Governo em Tel Aviv
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05/06/2010 – 17h29 / Atualizada 05/06/2010 – 17h37
Milhares de israelenses protestam contra o Governo em Tel Aviv
Jerusalém, 5 jun (EFE).- Cerca de seis mil israelenses se manifestaram hoje em Tel Aviv para protestar contra o Governo de seu país pelos ataques militares desta semana contra os navios da frota internacional que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza, e que na segunda-feira causaram a morte de nove ativistas turcos.
Convocados por partidos políticos como o esquerdista Meretz e organizações pacifistas como a Peace Now, os manifestantes gritaram palavras de ordem como “um Governo de direita é igual a uma ameaça à segurança do Estado”.
Em princípio, a manifestação foi convocada para protestar pelo início da Guerra dos Seis Dias de 1967, que completa 43 anos hoje e que levou à ocupação dos territórios palestinos.
Os manifestantes levantavam bandeiras israelenses em sinal de que defendem a existência do Estado de Israel, mas que são contra a colonização de Jerusalém Oriental e da Cisjordânia, assim como o bloqueio à Faixa de Gaza.
Segundo testemunhas, grupos de manifestantes mantiveram alguns enfrentamentos com uma centena de ultradireitistas que se concentraram nas imediações.
O protesto coincidiu com a abordagem hoje do navio irlandês “Rachel Corrie”, o último navio da frota que se dirigia a Gaza e que foi abordado pelo exército israelense e conduzido ao porto de Ashdod, ao norte da faixa.
O exército israelense atacou na segunda-feira os outros seis navios da frota, uma iniciativa de caráter internacional que tinha como objetivo romper o bloqueio israelense e levar ajuda humanitária a Gaza
Manchete em alguns noticiários nos EUA:
Astronautas fazem testes para caminhar no solo de Marte.
Manchete em TODOS os noticiarios no brasil sil sil
Lésbicas Gays e bissexuais fazem caminhada na Avenida Paulista
Precisa perguntar qual dos dos países pertence ao TERCEIRO MUNDO?
A resposta correta está logo ali abaixo.
Quem respondeu que é os EUA, A-C-E-R-T-O-U.
qua qua qua qua qua qua qua qua qua
Vai ver que as familias desses ativistas humanitários estão passando fome. Eles não ajudam porque onde a familia está não tem nenhuma camera de tv.
Tem mesmo é que levar tiro de fuzil no rabo.
Vão ajudar as putas que os pariu cambada de vagabundos(as).
Essa brasileira que mora em NY deveria vir trazer ajuda para o povo sofrido do nordeste brasileiro. Sem a presença de cameras de TV. DUVIDO QUE um dia VENHA TRAZER UM GRÃO DE FEIJÃO.
Vai te catar vagabunda de meia tijela. Era para ter sido a primeira a ser jogada no mar para ser devorada por tubarões.
qua qua qua qua qua qua qua qua qua
Tá no ig.com
PT tenta conter dano de caso do dossiê
* Acusada de produzir suposto dossiê contra Serra, campanha de Dilma monta operação para minimizar impacto. Ordem é investir em tese de que cúpula não se envolveu no episódio
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Olhe, minha cara “Perguntadora”, EU NUM SEI DI NADA. Cê tá mi intendendu? EU NUM SEI DI NADA.
Arré Ééééééééééééééééééééééégua!!!!!!!!!!!
qua qua qua qua qua qua qua qua qua qua
EU NUM SEI DI NADA!
EU NUM SEI DI NADA!
EU NUM SEI DI NADA!
EU NUM SEI DI NADA!
EU NUM SEI DI NADA!
EU NUM SEI DI NADA!
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Aloprados virtuais.
Os aloprados virtuais: Marcelo Branco, o tuiteiro do Obama, Scott Goodstein e André Vargas, o chefe da turma.
Primeiro, foi Marcelo Branco, o quase diplomado em ciências da computação que veio de Woodstock a pé, que aprontou poucas e boas na internet ante os sorrisos idiotizados da candidata, embevecida com o teleprompter. Tanto é que mandaram o jaguara (ele é gaúcho e entende o significado) fazer terrorismo virtual em reunião de comitê pelo Brasil à fora, onde petistas de sovacos cabeludos e bolsinhas hippies o aplaudem efusivamente, aprendendo a fazer blogs e usar as redes “sossiais” para construir dossiês e destruir reputações. O seu sustentáculo na burocracia interna é o deputado aloprado do PT do Paraná, André Vargas, Secretário Nacional de Comunicação do partido da bandidagem(expressão cunhada pela imprensa), que especializou-se em usar o twitter para espalhar mentiras pela rede. Diariamente, sai da sua toca para ofender pessoas, ironizar, transformar a web na sua pocilga, onde chafurda o tempo inteiro, não tendo nem mesmo respeito pelo cargo político que detém, quanto menos pelos adversários. As últimas 48 horas foram a prova do papel escroto que o petista paranaense vem exercendo na internet. Estava desde o dia de ontem informando que “o Ibope vem bom” e repercutindo informações de que a pesquisa contratada pela Globo viria com Dilma 10% à frente de José Serra. Lançou desconfiança sobre os resultados da mesma, tanto em relação a Rede Globo quanto ao Ibope, pois os resultados são de empate técnico. Conseguiu o seu intento, assim como foi decisivo na pressão para tirar a campanha de 45 anos da Globo do ar. Dizem que, dentro do PT, André Vargas causa ânsia de vômitos em petistas históricos, que foram derrotados por outra facção da sofisticada organização criminosa, na última eleição. Não chega a ser bem assim. Antes a área foi comandada pelo Valter Pomar, que criou as pomaretes e iniciou a baixaria virtual, colocando gentalha a soldo em áreas de comentários de blogs e de veículos de comunicação. Pomar não é flor que se cheire, mas pelo menos sabe escrever, acentuar e formar um raciocínio. Já o atual detentor do cargo é praticamente um imbecil ou, usando um termo que lhe cai bem, um aloprado virtual que está organizando esta esgotosfera composta blogueiros chapa-branca, financiada pelos cofres públicos.
Dossiê da Dilma faz a primeira vítima: candidata manda embora o chefe dos aloprados versão 2010.
O empate técnico que arranjaram na última hora na pesquisa Ibope/Rede Globo não aplacou a fúria de Dilma Rousseff(PT). Fontes internas da campanha informam em off (jamais perguntem qual é a fonte!)que ela teve uma das suas crises de fúria e mandou despedir o jornalista Luiz Lanzetta, com uma última ordem: deveria dar uma entrevista à Folha de São Paulo, que não tinha revelado nada e estava sequinha por uma notícia sobre o tema, dizendo que a culpa era toda dele.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/746071-jornalista-sai-da-campanha-de-dilma-apos-polemica-sobre-dossie.shtml
“O material não era para informação apenas. Era para ser usado na campanha. Na hora, adverti que aquilo ia acabar virando um novo escândalo dos aloprados”
Onézimo Sousa, o delegado aposentado da Polícia Federal, procurado para espionar a serviço do PT
sábado, 5 de junho de 2010
Comissões do Congresso podem pedir depoimento do genro e filha de Serra e da irmã de Daniel Dantas
O deputado federal demo-tucano Gustavo Fruet (PSDB-PR), disse que encaminhará um pedido de convocação do sargento Dadá (Idalberto Matias de Araújo), do delegado aposentado da Polícia Federal Onésimo de Souza para depor na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional.
Ao mesmo tempo pedirá abertura de inquérito na Polícia Federal e encaminhará representação ao Ministério Público Federal e ao Ministério Público Eleitoral.
A idéia é excelente, mas é preciso que a base governista acrescente aos pedidos, os depoimentos de outros nomes envolvidos nessa história:
- a filha de José Serra, Verônica. Afinal, se não há nada de errado, que mal há em explicar os detalhes da sociedade com a irmã de Daniel Dantas, e supostas movimentações financeiras em paraísos fiscais;
- a outra Verônica, a irmã de Daniel Dantas;
- o próprio José Serra, para explicar que negócio é esse de encomendar dossiês contra a base aliada, e contra Aécio Neves;
- Aécio Neves para explicar que negocio é esse de encomendar dossiê contra José Serra;
- o Deputado Marcelo Itagiba, para explicar que negocio é esse de fazer dossiês contra a base aliada e contra Aécio Neves;
- o genro de Serra, Alexandre Bourgeois, para explicar as supostas movimentações financeiras em paraísos fiscais;
- Gregório Marin Preciado, casado com a prima de Serra;
- Valdimir Rioli, ex-sócio de Serra;
- Ricardo Sérgio de Oliveira, amigo de Serra e ex-caixa de campanha;
- o jornalista Amaury Ribeiro Jr., autor do livro que tanto apavorou José Serra, antes mesmo de ser lançado.
Hybrid States
Between Dome of the Rock and a Hard Place
Testimony of rogue commando who killed six civilian activists further undermines official IDF story
by Yaniv Reich on June 4, 2010
The Israeli government is very rapidly losing control of its own hasbara efforts.
As documented in recent posts, Israel’s Consulate in New York first claimed no commandos were detained by activists, then Israel’s navy said there were, and just now the consulate wrote me again (@HybridStates) to say no IDF troops were captured at any point.
Excuse me? I think its time for the consulate’s Twitter manager to call Tel Aviv and get their story straight.
More to the point, The Times (UK) now reports that one commando killed six civilian activists, and he is now in line to receive a “medal of valor” for his supposed bravery in shooting in the head multiple civilians. This new spotlight on Staff Sergeant S, as he is referred to in order to protect his identity (valor indeed!), gives him a marvelous opportunity to earn himself an actual award—for helping to prove just how false is the IDF version of events.
In his testimony, he explains how he came to murder so many people. As reported by The Times:
As he landed on the ship’s top deck, he said he saw three of his superior officers who had landed ahead of him lying wounded, one with a bullet wound to the stomach, another shot in the knee and the third beaten unconscious.
Taking charge, he formed his men in a perimeter around the wounded, pulled his 9mm Glock pistol and opened fire on passengers.
Did you catch that? He told The Times that he pulled out his 9mm Glock pistol.
Yesterday, however, we were informed by a navy officer that navy commandos don’t carry 9mm guns, and that the empty 9mm casings were proof that the humanitarian activists had brought guns with them. Oops, someone forgot to tell Sergeant S. Then, of course, Michael Oren parroted a recital of this “evidence” on the op-ed pages of the New York Times, unchallenged by any differing opinions or contradictory testimony, as usual.
Thankfully, Staff Sergeant S has done at least one positive thing in the otherwise highly criminal last few days: help the world see the very distorted if not outright fabricated fantasy that is the IDF story about the flotilla massacre
Fredinho Lavadeirinha
É verdade o que ONÉZIMO SOUZA falou a respeito do ITAGIBA estar montando 100 dossiês contra Dilma?…ou ele é um mentiroso?
Coincidência demais!
Lendo notícias antigas publicado na imprensa no dia 08 de maio, achei muito interessante essa fala do Serra que está aqui no site do Terra:….”Após o lançamento da pré-candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo de São Paulo, neste sábado (8), na capital paulista, José Serra disse não temer a existência de dossiês contra os tucanos e afirmou que só tem “medo da inveja dos outros e ressentimentos”. “Você conhece algum dossiê tucano?”, questionou. “No que depender de mim, não vai haver baixaria de espécie alguma nessa campanha. Vamos nos defender com firmeza e serenidade”, disse o pré-candidato à presidência da República” Veja bem. No dia 08 não existia ainda, qualquer conversa sobre dossiê. Não havia uma única nota sobre o assunto na imprensa. Mas, o candidato tucano José Serra já dava pistas, ou tinha conhecimento sobre o caso. Não é estranho?
José Serra fez sim dossiê
Poleiro tucano
Na coluna do tucanissimo Ucho Haddad o profeta dos tucanos, a nota de 2204: Diante das acusações contra Paulo Maluf, os tucanos ainda não sabem quem será o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo. Enquanto José Serra, acusado de ser o disseminador dos documentos contra Maluf, resiste à idéia de se candidatar, líderes partidários apostam que a resposta do ex-ministro será positiva. A animação fica por conta das pesquisas internas do partido, que dão larga vantagem ao candidato tucano. Mesmo sendo o responsável pelo calvário de Maluf, Serra ainda não explicou a polêmica surgida durante a campanha presidencial: o envolvimento de sua filha, Verônica Allende Serra, com a empresa Decidir.com. Verônica foi sócia da irmã do banqueiro Daniel Dantas (Opportunity) numa empresa que, com sede em Miami, oferecia facilidades em negociações com o governo federal. Vale lembrar que, sob o título A Queridinha do Papai, o editor da coluna publicou matéria desmascarando toda a enlameada operação.
Carlos Brickmann conta quem é o amigo do tucano
Ora, mas quem é, afinal, Ucho Haddad, esse profeta da ruína moral brasileira, capaz de comover o país com suas “revelações”. Trata-se na verdade de Evaldo Haddad Fenerich, um publicitário de 46 anos, freqüentador assíduo de delegacias de polícia e tribunais. Constantemente encrencado com a Justiça, morou atrás das grades em 2001. Respondeu a inquéritos por estelionato, apropriação indébita, falsificação de documentos, receptação, ameaça e outros crimes. Em 1998, foi condenado por apropriação indébita. Recebeu como pena um ano de reclusão em regime aberto e dez dias-multa. Seus advogados, entretanto, conseguiram que cumprisse a pena em liberdade. Em 2000, Fenerich foi acusado de tentar leiloar o Dossiê Cayman II. As bizarras histórias do “jornalista” estão narradas em reportagem de José Paulo Lanyi publicada no portal Comunique-se e reproduzida no Observatório da imprensa, em 2003.
Em outra nota, publicada recentemente em seu site, Haddad atribui a uma “peluda raposa” informação sobre um suposto esquema para retirar o presidente Lula da cena política…
Reviravolta: Onézimo de Souza, da revista Veja, é da turma de arapongagem de Serra e Itagiba desde o Ministério da Saúde
Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 05/06/2010 às 07:11hs
A revista Veja traz entrevista com um ex-delegado da Polícia Federal, Onézimo de Souza, que acusa de aloprado o jornalista Luiz Lanzetta, dono da empresa de que emprega os assessores da área de comunicação de Dilma e, acusou indiretamente, o ex-prefeito Fernando Pimentel.
O que revista não conta é que Onézimo de Souza foi parceiro de Marcelo Itagiba, nos tempos de arapongagem no Ministério da Saúde de José Serra (PSDB/SP), o que muda completamente o cenário dos fatos.
Quando José Serra (PSDB/SP) era Ministro da Saúde do governo FHC, montou um serviço de inteligência na ANVISA, sob a gerência do então delegado da PF, Marcelo Itagiba (PSDB/SP).
Em meio a denúncias de espionagem contra outros tucanos, foi extinto em 1999 (conforme notíciou o boletim ANVISA nº 4 ).
Em 2001, a revista Carta Capital, publicava:
“…no Ministério da Saúde se teria produzido um conjunto de informações sobre atividades de Paulo Renato. Informações explosivas, pois indicariam uma das trilhas montadas pelo grupo em sua escalada rumo ao poder. Ainda segundo a história do dossiê, este teria sido montado no Ministério da Saúde, mais precisamente na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, onde funcionaria um sistema espionagem. …Eram sete os agentes, incluídos um ex-SNI e SAE [hoje Abin] e um ex-chefe da Inteligência da Polícia Federal no governo Fernando Henrique”.
Com o fim desse grupo, Itagiba voltou a Polícia Federal, e esteve na superintência do Rio de Janeiro.
Onézimo de Souza era delegado da Polícia Federal, nesta época. Atuou em parceria com Marcelo Itagiba, nestas operações para o então Ministro da Saúde, José Serra.
Justamente nesta época, é que houve o rumoroso episódio da Operação Lunus, para retirar Roseana Sarney da corrida presidencial, quando havia ultrapassado Serra nas pesquisas, em 2002.
O bom relacionamento entre Onézimo e Itagiba continuou, pois quando Itagiba ocupou a Secretaria de Segurança Pública no Rio de Janeiro, no governo de Rosinha Garotinho, Onézimo era convidado para palestrar na Academia de Polícia do Rio, em 1995:
O jornalista Leando Fortes, da revista Carta Capital, apurou o seguinte nessa coisa de “dossiê”, a respeito de Onézimo:
“O mesmo fenômeno envolveu o ex–delegado federal Onézimo de Souza, especialista em contraespionagem que chegou a oferecer serviços ao PT de vigilância e rastreamento de escutas telefônicas. Como cobrou caro demais, acabou descartado, mas foi apontado como futuro integrante da tal equipe de arapongas de Dilma Rousseff.”
Logo, Onézimo de Souza, tem todas as características de ter tentado de infiltrar na campanha petista como espião de Serra, ou para tentar oferecer “dossiê” sonhando armar outro flagrante de “de onde veio o dinheiro”.
Não deu certo. Como o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr. existe, e Serra quer neutralizar para desacreditar qualquer denúncia contra ele, como se fosse “dossiê” falso, tudo indica que Onézimo foi convocado pela arapongagem de Serra para um plano “B”, nesta semana.
Diz que foi “convidado” a fazer “dossiê”, diz que iriam pagar R$ 1,6 milhão (qualquer semelhança com o dossiê Vedoin não é mera coincidência) e diz que recusou.
A história contada pela revista Veja é muito ruim até como roteiro de ficção. Os aloprados tucanos que escreveram esse roteiro na pressa e no desespero, cometeram um ato falho, que denuncia a trama. A certa altura da “entrevista” combinada, Onézimo diz:
“Primeiro, queriam que a gente identificasse a origem de vazamentos que estavam acontecendo dentro do comitê. Havia a suspeita de que um dos coordenadores da campanha estaria sabotando o trabalho da equipe. Depois, queriam investigações sobre o governador José Serra e o deputado Marcelo Itagiba.”
Ora, Itagiba não é carta fora do baralho nestas eleições, vai candidatar-se a reeleição de deputado federal no Rio de Janeiro. Ninguém em sã consciência, se interessaria por um “dossiê” contra ele. Quanto Onézimo o cita, comete um ato falho, e aponta a serviço de quem está.
Versão do Estadão cai em contradição com a Revista Veja
O Estadão também vem com a estória do Onézimo, mas quem fez o roteiro de ficção para o Estadão esqueceu de combinar com a Veja, porque cai nas seguintes contradições:
VEJA: Onézimo diz que foi convidado para um encontro com Fernando Pimentel. Chegando lá no restaurante, estava o Luiz Lanzetta, que ele não conhecia, mas que se apresentou como representante do prefeito. Diz que o pagamento seria R$ 160 mil por mês.
ESTADÃO: Diferente da Veja, diz que Luiz Lanzetta marcou um encontro com o sargento Dadá (*) e o Onézimo. A reunião ocorreu no restaurante Fritz, na Asa Sul de Brasília. O Estadão já aumentou: disse que seriam R$ 200 mil por mês.
Há vários outros pontos muito mal esclarecidos e falta de detalhes nas “reporcagens”. Mas para quem abdicou de escrúpulos, como a oposição de José Serra, não interessa muito. O caso é igual ao da Lina Vieira. A palavra de um contra a de outro. Inventar pauta negativa na imprensa, e ficar martelando o boato. Quando a verdade aparece tiram de pauta.
Perderam a “virgindade” que queriam que acreditassemos que tem:
Enfim a Procuradora Sandra Cureau viu baixaria eleitoreira no “site” do PSDB
A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, ajuizou representação pedindo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para condenar o PSDB a multa de R$ 25 mil por veicular propaganda eleitoral antecipada negativa contra Dilma Rousseff no site de baixaria “gente que mente”.
A representação pede que cesse a divulgação dos comentários e que seja suspenso, por 24 horas, o acesso a todo o conteúdo informativo do site (retirado do ar).
A procuradora explica que as passagens transcritas do site possuem evidente conotação eleitoral, já que há menção expressa às eleições de 2010, pedido de voto e comparação entre governos, demonstrando o claro propósito de prejudicar a pré-candidata Dilma Rousseff e beneficiar o pré-candidato José Serra na disputa eleitoral, bem como a potencialidade para influenciar a vontade do eleitor que acessa o sítio.
“Por isso, os comentários transcritos na presente representação extrapolam a liberdade de manifestação do pensamento na internet e o direito de crítica relativo à atuação administrativa de Dilma e do governo atual, inerente à atividade política, caracterizando verdadeira propaganda extemporânea”.
Fredinho Lava-Trapo, empresta a vazilina pros teus companheiros….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Isto sim que é desgraça.
O plano feito no aparelho petista onde foi tramado o dossiê contra Serra era que o companheiro de grupos terroristas e da luta armada, Fernando Pimentel (PT-MG), seria pré-coordenador de campanha de Dilma Rousseff(PT), colocaria a dama dos dossiês na dianteira, saindo nos ombros da petezada para ser o candidato ao governo de Minas. Mas não adianta: terrorista inexpressivo, planejador sem talento. Agora, depois de chamar os aloprados para a mansão do crime organizado, além de perder a coordenação da campanha, a cabeça de chapa em Minas, ainda vai ser derrotado na eleição ao senado por Itamar Franco(PPS) e Aécio Neves(PSDB), imbatíveis no estado. Que ironia! O Pimentel só teria alguma chance se Aécio fosse o vice de Serra. Isso sim que é desgraça.
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Domingo, Junho 06, 2010
Mas será o Benedito?
Segundo declarações dos arapongas que estavam sendo contratados pela campanha petista para fazerem o Dossiê da Dilma contra o Serra, o responsável pelo pagamento estimado em R$ 1,6 milhão era Benedito de Oliveira Neto, um dos donos da Gráfica Brasil e da Dialog Serviços de Comunicação e Eventos, que experimentaram um fantástico incremento de faturamento no segundo mandato do governo Lula. Vejam a evolução do “business” das duas empresas, cujo dono iria pagar os Aloprados da Dilma, segundo dados do Portal da Transparência:
DIALOG
2006 – R$ 15.670,00
2007 – R$ 6.526.966,20
2008 – R$ 26.603.089,77
2009 – R$ 42.218.206,08
2010 – R$ 1.019.232,82 (até março)
GRÁFICA BRASIL
2006 – R$ 23.822.478,10
2007 – R$ 30.590.238,31
2008 – R$ 32.040.273,25
2009 – R$ 43.916.554,59
2010 – R$ 7.459.242,34 (até março)
Um fornecedor que consegue crescer tanto no fornecimento ao governo estar circulando dentro da Campanha da Dilma e pagando arapongas para fazerem dossiês é caso de polícia. Mais suspeito ainda é que, em 2010, projetando-se o que as duas empresas faturaram até agora, vão faturar muito menos. Por que será? Por que será que o faturamento das duas empresas, enquanto aumenta a sua colaboração, irá diminuir em 2010? Apenas porque o TCU está investigando as empresas ou porque o dinheiro já teria entrado em caixa por outras formas menos convencionais? Ninguém esquece aquela pilha de dinheiro dos Aloprados em 2006. Até hoje a Polícia Federal não quis descobrir de onde veio.
Postado por O EDITOR às 10:25:00 3 comentários
Ibope desmonta o erro do Datafolha na Região Sul, como este blog denunciou.
No quadro acima, o Ibope contratado pela Rede Globo e pelo O Estado de São Paulo mostra os votos de Serra e Dilma por regiões. Lembram da pesquisa Datafolha, feita no final de maio? Aí vai:
Datafolha Sudeste: Serra 40% x Dilma 33% ( no Ibope, Serra cresceu 1% e Dilma ficou igual)
Datafolha Sul: Serra 38% x Dilma 35% ( no Ibope, Serra cresceu 8% e Dilma caiu 9%)
Datafolha Norte/Centro-Oeste: Serra 34% x Dilma 40% ( no Ibope, Serra caiu 3% e Dilma cresceu 4%)
Datafolha Nordeste: Serra 33% x Dilma 44% ( no Ibope, Serra caiu 6% e Dilma cresceu 3%)
É óbvio que, como este blog denunciou, o Datafolha fez uma leitura completamente equivocada sobre o Sul do país. É a única região que estava completamente fora das famosas e aconchegantes “margens de erros” que sustentam a incompetência ou má fé dos institutos de pesquisa brasileiros. A notícia mais importante das pesquisas, confirmado também pelo Ibope, é que José Serra(PSDB) , no Nordeste, está muito melhor do que a oposição sempre esteve. Crescer no Sul e no Sudeste é uma tendência natural. Segurar a votação no Nordeste é fundamental. O quadro é muito bom e só tende a melhorar com os programas eleitorais e a indicação do vice.
Postado por O EDITOR às 08:50:00 8 comentários
Isto sim que é desgraça.
O plano feito no aparelho petista onde foi tramado o dossiê contra Serra era que o companheiro de grupos terroristas e da luta armada, Fernando Pimentel (PT-MG), seria pré-coordenador de campanha de Dilma Rousseff(PT), colocaria a dama dos dossiês na dianteira, saindo nos ombros da petezada para ser o candidato ao governo de Minas. Mas não adianta: terrorista inexpressivo, planejador sem talento. Agora, depois de chamar os aloprados para a mansão do crime organizado, além de perder a coordenação da campanha, a cabeça de chapa em Minas, ainda vai ser derrotado na eleição ao senado por Itamar Franco(PPS) e Aécio Neves(PSDB), imbatíveis no estado. Que ironia! O Pimentel só teria alguma chance se Aécio fosse o vice de Serra. Isso sim que é desgraça.
Postado por O EDITOR às 08:25:00 2 comentários
Prêmio de consolação.
Do Painel da Folha:
Feridas De volta a Brasília depois de um período de reclusão desde que foi alijado da disputa à Presidência, Ciro Gomes (PSB) será chamado para uma conversa com Dilma. A reaproximação é conduzida pelo governador Eduardo Campos (PSB-PE), autorizado a lhe ofertar um papel na campanha.
……………………………………………………………………….
A honra e a dignidade nunca tiveram um preço tão baixo na política brasileira. Ou, como dizem no popular, todo homem tem seu preço, mas alguns tem um precinho de ocasião.
……………………………………………………………………….
O ex-candidato também pode ser chamado de Ciroborg, o deputado dos R$ 6 milhões em emendas parlamentares.
Postado por O EDITOR às 08:19:00 9 comentários
Sábado, Junho 05, 2010
PSDB bota PF, MP, MPE e Congresso na investigação do Dossiê da Dilma.
O deputado federal Gustavo Fruet (PR) disse neste sábado (5) que o PSDB vai pedir a abertura de quatro frentes de investigação para apurar o suposto envolvimento de arapongas ligados a serviços de inteligência oficiais com a montagem de uma central de fabricação de dossiês no interior da campanha de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência. Um dos alvos dos serviços de espionagem seria o ex-governador de São Paulo José Serra, que também concorre ao Planalto. – Não se trata de contratação de pessoas para fazer análise de fontes abertas. São pessoas, que na história recente, sempre tiveram envolvidas com operações não oficiais da área de inteligência do governo. São especialistas em grampo e monitoramento. Segundo reportagem publicada hoje pelo jornal O Estado de S. Paulo, entre os agentes envolvidos estão o sargento da reserva Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, recém-saído do serviço secreto da Aeronáutica, e o delegado aposentado da Polícia Federal Onésimo de Souza. Fruet disse que a oposição – PSDB, DEM e PPS – irá tomar ações conjuntas e pretende convocar Dadá e Onésimo para depor na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso. Além disso, vai solicitar a abertura de inquérito à Polícia Federal e levar representações ao MPF (Ministério Público Federal) e ao MPE (Ministério Público Eleitoral). O deputado vê na suposta articulação para contratar os arapongas indícios de crime eleitoral. Leia mais aqui.
Postado por O EDITOR às 23:19:00 21 comentários
Por uma política externa responsável.
Artigo de Fernando Henrique Cardoso, publicado nos grandes jornais brasileiros, neste domingo:
A despeito das bazófias presidenciais que vez por outra voltam ao bordão de que “hoje não nos agachamos mais” perante o mundo, se há setor no qual o Brasil ganhou credibilidade e, portanto, o respeito internacional, foi no das relações exteriores. Elas sempre foram orientadas por valores e estiveram intransigentemente fincadas no terreno do interesse nacional. A demagogia presidencial não passa de surto de ego deslumbrado, que desrespeita os fatos e mesmo a dignidade do país.
Com exceção dos flertes com o totalitarismo europeu durante o Estado Novo, sempre nos orientamos pela defesa dos valores democráticos, pela busca da paz entre as nações, por sua igualdade jurídica e pela defesa de nossos interesses econômicos. Com toda a dificuldade do período da Guerra Fria – quando os governos militares se opuseram ao mundo soviético e a seus aliados –, não nos distanciamos do que então se chamava de Terceiro Mundo. Se não nos juntamos propriamente ao grupo dos “não alinhados”, dele sempre estivemos próximos. Terminada a Guerra Fria, restabelecemos relações com os países do campo socialista, Cuba e China à frente, voltamos a estar mais ativamente presentes na África, apoiamos o Conselho de Segurança nos conflitos entre Israel e a Palestina, sustentamos a posição favorável à criação de “dois Estados” e o respeito às fronteiras de 1967 e nunca nos solidarizamos com o grito de “delenda Israel”, nem com as afrontas de negação do Holocausto.
Seguindo esta mesma linha, assinamos o Tratado de Não Proliferação de armas atômicas (TNP), com ressalvas quanto à manutenção dos arsenais pelos “grandes”, fomos críticos das invasões unilaterais no Iraque e só aceitamos a intervenção no Afeganistão graças à supervisão das ações bélicas pela ONU. A reação ao unilateralismo foi tanta, que em discurso na Assembleia Nacional da França cheguei a aludir à similitude entre o unilateralismo e o terrorismo, provocando certo mal-estar em Washington. Procedemos de igual modo na defesa de nossos interesses como país em desenvolvimento. No dia em que se publicarem as cartas que dirigi aos chefes de Estado do G-7, ver-se-á que predicávamos desde então maior regulação financeira no plano global e maior controle do FMI e do Banco Mundial pelos países emergentes. Reivindicamos nossos direitos comerciais na OMC, a começar pelo caso do algodão, e no caso das patentes farmacêuticas defendemos vitoriosamente em Doha o ponto de vista de que a vida conta mais que o lucro. Todas essas políticas tiveram desdobramentos positivos no atual governo.
Temos, portanto, credenciais de sobra para exercer uma ação mais efetiva na condução dos negócios do mundo. A hegemonia norte-americana vem diminuindo pelo fortalecimento econômico dos Brics (metáfora que abrange não só os quatro países, mas vários novos atores econômicos), especialmente da China, pela presença da União Europeia e também vem sendo minada pelas rebeliões do mundo árabe e muçulmano, como o próprio governo Obama reconhece. É natural, portanto, que o Brasil insista em sentar à mesa dos tomadores de decisões globais. Sendo assim, por que a celeuma causada pela tentativa de acordo entre Irã e a comunidade internacional empreendida pelo governo brasileiro? Há duas ordens distintas de questões para explicar o porquê de tanto barulho. A primeira é a falta de clareza entre a ação empreendida e os valores fundamentais que orientam nossa política externa. A segunda é a forma um tanto retórica e pretensiosa que ela vem assumindo.
Quanto ao primeiro ponto, como compatibilizar o repúdio às armas nucleares com a autonomia decisória dos povos? Esta abrange inclusive o direito ao conhecimento de novas tecnologias, mesmo as “duais”, que tanto podem ser usadas para a paz como para a guerra. Em nosso caso, conseguimos, por exemplo, dominar a técnica de foguetes propulsores de satélites (e quem lança satélite pode lançar mísseis). Ninguém desconfia, entretanto, de que a utilizaremos para a guerra, até porque obedecemos às regras do acordo internacional que regula a matéria. Do mesmo modo, dominamos o ciclo completo de enriquecimento do urânio. Mas não cabem dúvidas de que não estamos fazendo a bomba atômica, não só porque nossa Constituição proíbe, mas porque inexistem ameaças externas e porque submetemos o enriquecimento do urânio (guardado o sigilo da tecnologia usada) ao duplo controle de um tratado de fiscalização recíproca com a Argentina e da Agência Internacional de Energia Atômica.
É precisamente isso que falta no caso do Irã: a confiabilidade internacional nos propósitos pacíficos do domínio da tecnologia. E é isso que o governo americano alega para recusar a intermediação obtida, ao reafirmar que a quantidade de urânio já disponível, mesmo descontada a quantidade a ser remetida para enriquecimento no exterior, permitiria a fabricação da bomba. O xis da questão, portanto, seria a obtenção pelo Brasil e Turquia de garantias mais efetivas de que tal não acontecerá. Deixando de lado as alegações recíprocas sobre se houve o estímulo americano à ação intermediadora (que para quem quer ter uma posição independente na política externa é de somenos), uma ação eficaz para evitar o confronto e as sanções – posição coerente com nossa tradição negociadora – deveria buscar desfazer a sensação da maioria da comunidade internacional de que o governo iraniano está ganhando tempo para seguir em seus propósitos nucleares.
Neste ponto, a retórica dos atores brasileiros parece ter falhado. O levantar de mãos de Ahmadinejad e Lula, à moda futebolística, e as declarações presunçosas do presidente brasileiro passando a impressão de que havíamos dado um drible nas “grandes potências”, digno de Copa do Mundo, reforçaram a sensação de que estaríamos (no que não creio) nos bandeando para o “outro lado”. E em política internacional, mais do que em geral, cosi é (se vi pare).
Postado por O EDITOR às 22:38:00 16 comentários
Eu só queria entender.
Como é que Luiz Lanzetta, dono da Lanza Comunicação, que contratou Helena Chagas, a diretora da EBC, pode ter pedido demissão da campanha para a jornalista que é sua empregada? É muito pra cabeça, como dizem aqui em Santa Catarina. O patrão pedindo demissão para a empregada? Então a Lanza era mesmo uma Laranza? Se era uma Laranza, quem é a chefe dos aloprados? A Helena Chagas não tem talento para isso. O negócio dela é ferrar o Caseiro Francenildo. Já a Dilma tem uma história e tanto com dossiês. Fala, Dilma! Fala, Dama dos Dossiês!
Mico deletado
Sob o título “Secretário do PT antecipa suposto resultado do Ibope”, postei ontem às 15h21m a nota que agora repito:
“Mensagens recentes postadas no twitter por André Vargas, deputado federal pelo PT do Paraná e Secretário de Comunicação do PT nacional:
1. Corre o boato que a GLOBO vai cancelar a divulgação do IBOPE.Será que o resultado realmente foi desfavorável ao Serra?
2. Será que a Rede Globo vai divulgar a pesquisa do IBOPE?
3. Segundo informações que circulam na rede, a Globo vai divulgar, hoje à noite, pesquisa que aponta Dilma com 10 pontos à frente de Serra.
4. Segundo o Blog de Militantes do PT estes são os números do IBOPE Dilma: 43% – Serra: 34% – Marina: 10%.”
Uma vez anunciado o resultado verdadeiro da pesquisa (Serra 37% das intenções de voto x Dilma 37%), Vargas apagou do twitter as três últimas mensagens.
Esqueceu que o twitter deixa rastros indeléveis.
O Fredinho só busca notícias no esgoto. Ai com certeza só dá Zéladeira como “rei da cocada”…ops, “rei do cocô”…como gosta de chafurdar o bate trapo criciumense….kkkkkkkkkkkkkkk
SIONISTAS CRIMINOSOS. AINDA SÃO CHEGADOS A PEGAR NO “BRUTO”:
Governo turco denuncia torturas aos membros da frota em Israel
Membros da embarcação atacada na segunda-feira asseguraram ter sofrido torturas sexuais, psicológicas e físicas
06 de junho de 2010
ISTAMBUL – O vice-primeiro-ministro e porta-voz do Governo da Turquia, Cemil Çiçek, assegura que os integrantes da frota humanitária sofreram torturas durante sua retenção em Israel, informou hoje a imprensa local.
“Visitei, junto ao primeiro-ministro (Recep Tayyip Erdogan), os feridos hospitalizados. O que nos explicaram é algo que a consciência humana é incapaz de aceitar. Sofreram sérias torturas. Se vê claramente nas marcas que deixaram em seus corpos”, afirmou em declarações publicadas hoje pelo jornal “Milliyet”.
O presidente da ONG turca IHH e um dos principais organizadores da frota, Bülent Yildirim, já acusou na sexta-feira passada Israel de ter submetido os seus a torturas físicas e psicológicas”. Em declarações à rede de televisão “NTV”, membros turcos da expedição humanitária asseguraram ter sofrido “toques genitais” e outros tipos de torturas sexuais.
O ministro porta-voz turco manifestou seu desejo de que os organismos internacionais averiguem estes fatos e tomem declarações das vítimas turcas do ataque israelense. Concretamente, pediu ao Comitê para a Prevenção da Tortura da União Europeia que vá à Turquia para entrevistar as vítimas das supostas torturas.
“Estes organismos devem esclarecer o que aconteceu nos casos da tortura realizada pelos soldados israelenses”, exigiu Çiçek e lembrou que “a tortura é um crime contra a Humanidade”. O diário “Hürriyet” publica hoje uma série de fotografias realizadas pelos membros da frota nas quais se vê vários soldados israelenses feridos.
Em uma das imagens se vê um soldado chorando e com a cabeça ensanguentada,supostamente após ter sido atingido pelos tripulantes do navio. Em outra fotografia se vê o corpo do fotógrafo turco Cevdet Kiliçlar, morto com um disparo na cabeça a pouca distância.
ASSASSINOS
Israel matou turco para evitar envio de imagens do ataque, diz ativista
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
DA FRANCE PRESSE, EM ATENAS
Um ativista grego que estava no barco turco da “Frota da Liberdade” que seguia para Gaza quando foi abordada por um comando israelense na segunda-feira acusou as tropas de Israel de terem matado um dos turcos a bordo para evitar a difusão na internet de imagens da invasão, segundo declarações publicadas por o jornal grego “Elefthérotypia” neste domingo.
“Até meia hora depois do ataque e apesar da guerra eletrônica, o [navio] ‘Mavi Marmara’ continuava enviando imagens pela internet, graças a um sistema hipermoderno que o militante turco operava. Logo, o vi morto, com um tiro na testa”, disse Dimitris Plionis ao jornal.
“Os israelenses tinham como prioridade por um fim à difusão de imagens. No barco, os turcos haviam instalado talvez uma centena de câmeras que enviavam imagens sem parar. O sistema parou quando aquele que o operava foi assassinado”, acrescentou o grego, um mecânico parte da tripulação navio de bandeira turca.
Plionis disse ainda que, durante o ataque, se escondeu no centro de imprensa do barco.
“Depois de tomar o controle do navio”, os soldados israelenses “bateram muito nos jornalistas (…) e quebraram todas as câmeras, os computadores e os telefones”, afirmou.
Os nove ativistas turcos mortos no incidente naval de segunda-feira na costa da faixa de Gaza levaram no total 30 tiros, e cinco deles foram alvejados na cabeça, disse o jornal britânico “Guardian” nesta sexta-feira.
Mortos por 30 tiros
Ainda na sexta-feira o resultado das necropsias dos nove mortos no ataque de Israel à “Frota da Liberdade” mostraram que quase todos os tiros foram de armas de 9 milímetros, disparados à queima-roupa, disse Yalcin Buyuk, vice-presidente do Conselho Turco de Medicina Forense, responsável pelas necropsias.
Os ativistas participavam de uma frota naval que tentava levar mantimentos à faixa de Gaza, furando assim o bloqueio imposto por Israel ao território palestino governado pelo grupo islâmico Hamas. Israel diz que seus soldados atiraram em defesa própria, depois de serem agredidos ao descerem de helicópteros, por cordas, no convés do navio Mavi Marmara.
De acordo com o jornal britânico “The Guardian”, a necropsia revelou que um homem de 60 anos, Ibrahim Bilgen, levou quatro tiros — na têmpora, no peito, no quadril e nas costas.
Fulkan Dogan, 19, que tinha também cidadania americana, recebeu cinco tiros a menos de 45 centímetros de distância: no rosto, na nunca, nas costas e dois na perna, relatou o jornal.
Dois outros homens levaram quatro tiros. Cinco dos mortos tinham perfurações na nuca ou nas costas, de acordo com Buyuk. Além dos nove mortos, 48 ativistas foram baleados, e seis continuam desaparecidos, relatou o legista ao jornal
O esgoto ambulante aqui é vc gayucho petralha imbecil.
Enviado por Mary Zaidan
Estado forte, país pálido
Há anos este país acostumou-se às impropriedades verbais do presidente Lula, sejam elas propositais e de efeito popular, sejam deslizes sérios, arroubos improvisados ou piadas de gosto duvidoso. Pode-se até relevar declarações grotescas – a Venezuela de Hugo Chávez “tem democracia demais”; as manifestações contra a fraude na eleição de Mahmoud Ahmadinejad no Irã são “apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos”- e tantos outros absurdos. Ou mesmo rir das trotas que faz com a sua macheza, com sexo e futebol, com o ponto G. Faz parte do jeito Lula de ser. E não dá para levar a sério esse tipo de sandice.
Mas nesta semana Lula foi longe demais. Defender como essencial ao Estado a acachapante carga tributária brasileira, uma das mais altas do mundo, é uma afronta, um acinte. Tão grande e tão ofensivo aos que entregam ao governo quase a metade do que ganham, que nem mesmo a sua candidata concordou. Como se de oposição fora, Dilma Rousseff desdisse o que Lula afirmara e tratou, rapidamente, de se comprometer com uma reforma tributária, caso seja eleita.
Tem de se dar a Lula, é verdade, o mérito de colocar combustível em um debate emergente: o quão caro é viver em um país onde se paga tanto imposto e quase nada se tem em troca. Um tema inesgotável.
Tão grave ou mais é Lula entender essa altíssima carga tributária como premissa para um Estado forte.
E o que é mesmo um Estado forte? No modelo preconizado por Lula, parece ser aquele que arrecada muito e cada vez mais; que financia o desenvolvimento criando estatais ou subsidiando empresas, concentra ativos e sustenta sua política social na cobrança de mais impostos, sempre sob o argumento de banir a pobreza.
Pode até ser que Lula acredite piamente nisso. Mas não é o que se vê e muito menos o que o presidente faz.
Sob a batuta de Lula, o peso dos tributos dilacera os ombros exatamente dos que têm menos renda. De forma contínua e acelerada. Até os que recebem bolsa-família pagam uma infinidade de taxas e impostos diretos ou embutidos nos produtos que consomem. Uma equação perversa.
Fortalece o Estado. Mas como quem tem a verba tem o verbo, aniquila a sociedade, deixando-a refém das benevolências do governo.
E aí mora o perigo.
Sob a égide de fazer justiça social, cultivaram-se conceitos como “só o Estado pode resolver as dramáticas contradições do capitalismo” ou “não há nação sem Estado forte”. Frases literais de Benito Mussolini e António Salazar, que embasaram toda sorte de regimes totalitários.
Gerados após o apogeu do liberalismo e aproveitando-se do conflito inerente à democracia, tanto o fascismo e o nazismo quanto o comunismo tiveram o Estado forte como elo comum. Longe imaginar que algo do tipo possa ganhar corpo no Brasil. Mas facetas desses regimes já inspiraram governantes destes trópicos. A ditadura de Getúlio Vargas usou e abusou de princípios fascistas, do Estado sobre todas as coisas. O general Ernesto Geisel bebeu vários goles da mesma doutrina. E Lula não esconde a admiração por ambos.
Alertas não faltam, e nos ditam cautela.
Hoje, o Estado já é fortíssimo. Concentra quase 40% dos recursos produzidos no país, mantendo no cabresto o capital e o trabalho, cada vez mais subservientes ao governo.
E sabe-se que um Estado forte é insaciável. Faz de tudo para obter vitamina, mesmo ao custo da palidez dos que lhe fornecem nutrientes.
ESSE SIM SABE FALAR COM PROPRIEDADE,
DIFERENTE DO ANALFABETO QUE O SUCEDEU:
Artigo
Por uma política externa responsável.
A despeito das bazófias presidenciais que vez por outra voltam ao bordão de que “hoje não nos agachamos mais” perante o mundo, se há setor no qual o Brasil ganhou credibilidade e, portanto, o respeito internacional, foi no das relações exteriores.
Elas sempre foram orientadas por valores e estiveram intransigentemente fincadas no terreno do interesse nacional. A demagogia presidencial não passa de surto de ego deslumbrado, que desrespeita os fatos e mesmo a dignidade do país.
Com exceção dos flertes com o totalitarismo europeu durante o Estado Novo, sempre nos orientamos pela defesa dos valores democráticos, pela busca da paz entre as nações, por sua igualdade jurídica e pela defesa de nossos interesses econômicos.
Com toda a dificuldade do período da Guerra Fria – quando os governos militares se opuseram ao mundo soviético e a seus aliados –, não nos distanciamos do que então se chamava de Terceiro Mundo. Se não nos juntamos propriamente ao grupo dos “não alinhados”, dele sempre estivemos próximos.
Terminada a Guerra Fria, restabelecemos relações com os países do campo socialista, Cuba e China à frente, voltamos a estar mais ativamente presentes na África, apoiamos o Conselho de Segurança nos conflitos entre Israel e a Palestina, sustentamos a posição favorável à criação de “dois Estados” e o respeito às fronteiras de 1967 e nunca nos solidarizamos com o grito de “delenda Israel”, nem com as afrontas de negação do Holocausto.
Seguindo esta mesma linha, assinamos o Tratado de Não Proliferação de armas atômicas (TNP), com ressalvas quanto à manutenção dos arsenais pelos “grandes”, fomos críticos das invasões unilaterais no Iraque e só aceitamos a intervenção no Afeganistão graças à supervisão das ações bélicas pela ONU.
A reação ao unilateralismo foi tanta, que em discurso na Assembleia Nacional da França cheguei a aludir à similitude entre o unilateralismo e o terrorismo, provocando certo mal-estar em Washington. Procedemos de igual modo na defesa de nossos interesses como país em desenvolvimento.
No dia em que se publicarem as cartas que dirigi aos chefes de Estado do G-7, ver-se-á que predicávamos desde então maior regulação financeira no plano global e maior controle do FMI e do Banco Mundial pelos países emergentes.
Reivindicamos nossos direitos comerciais na OMC, a começar pelo caso do algodão, e no caso das patentes farmacêuticas defendemos vitoriosamente em Doha o ponto de vista de que a vida conta mais que o lucro. Todas essas políticas tiveram desdobramentos positivos no atual governo.
Temos, portanto, credenciais de sobra para exercer uma ação mais efetiva na condução dos negócios do mundo. A hegemonia norte-americana vem diminuindo pelo fortalecimento econômico dos Brics (metáfora que abrange não só os quatro países, mas vários novos atores econômicos), especialmente da China, pela presença da União Europeia e também vem sendo minada pelas rebeliões do mundo árabe e muçulmano, como o próprio governo Obama reconhece.
É natural, portanto, que o Brasil insista em sentar à mesa dos tomadores de decisões globais. Sendo assim, por que a celeuma causada pela tentativa de acordo entre Irã e a comunidade internacional empreendida pelo governo brasileiro?
Há duas ordens distintas de questões para explicar o porquê de tanto barulho. A primeira é a falta de clareza entre a ação empreendida e os valores fundamentais que orientam nossa política externa. A segunda é a forma um tanto retórica e pretensiosa que ela vem assumindo.
Quanto ao primeiro ponto, como compatibilizar o repúdio às armas nucleares com a autonomia decisória dos povos? Esta abrange inclusive o direito ao conhecimento de novas tecnologias, mesmo as “duais”, que tanto podem ser usadas para a paz como para a guerra.
Em nosso caso, conseguimos, por exemplo, dominar a técnica de foguetes propulsores de satélites (e quem lança satélite pode lançar mísseis). Ninguém desconfia, entretanto, de que a utilizaremos para a guerra, até porque obedecemos às regras do acordo internacional que regula a matéria.
Do mesmo modo, dominamos o ciclo completo de enriquecimento do urânio. Mas não cabem dúvidas de que não estamos fazendo a bomba atômica, não só porque nossa Constituição proíbe, mas porque inexistem ameaças externas e porque submetemos o enriquecimento do urânio (guardado o sigilo da tecnologia usada) ao duplo controle de um tratado de fiscalização recíproca com a Argentina e da Agência Internacional de Energia Atômica.
É precisamente isso que falta no caso do Irã: a confiabilidade internacional nos propósitos pacíficos do domínio da tecnologia. E é isso que o governo americano alega para recusar a intermediação obtida, ao reafirmar que a quantidade de urânio já disponível, mesmo descontada a quantidade a ser remetida para enriquecimento no exterior, permitiria a fabricação da bomba.
O xis da questão, portanto, seria a obtenção pelo Brasil e Turquia de garantias mais efetivas de que tal não acontecerá. Deixando de lado as alegações recíprocas sobre se houve o estímulo americano à ação intermediadora (que para quem quer ter uma posição independente na política externa é de somenos), uma ação eficaz para evitar o confronto e as sanções – posição coerente com nossa tradição negociadora – deveria buscar desfazer a sensação da maioria da comunidade internacional de que o governo iraniano está ganhando tempo para seguir em seus propósitos nucleares.
Neste ponto, a retórica dos atores brasileiros parece ter falhado. O levantar de mãos de Ahmadinejad e Lula, à moda futebolística, e as declarações presunçosas do presidente brasileiro passando a impressão de que havíamos dado um drible nas “grandes potências”, digno de Copa do Mundo, reforçaram a sensação de que estaríamos (no que não creio) nos bandeando para o “outro lado”. E em política internacional, mais do que em geral, cosi é (se vi pare).
O paciente, o Sr. Direito, está “precluso”
Contaram-me uma história de um jornalista que participava de um programa de televisão com um juiz e que, diante das formalidades levantadas no mundo jurídico para que se aja contra o que é manifestamente ilegal, fez os espectadores imaginarem a seguinte situação: o Sr. Direito é atropelado ali na frente do Tribunal e todos gritam: olhem, o Direito foi atropelado!
E correm a pedir que o Doutor recupere o Sr. Direito, trate do Sr. Direito, conserte o Sr. Direito. Mas o Doutor diz que não, que essa não é a forma de fazer, que é preciso chamar a ambulância, pegar uma maca, deitar ali o Sr. Direito, ligar a sirene e entrar pela porta de emergência do Tribunal, ou melhor, do Hospital. Bem, o pessoal volta com o Sr. Direito, coloca-o de novo no asfalto, chama a ambulância, procura a maca, conserta a sirene quebrada da ambulância e, horas e horas depois, consegue fazer o Sr. Direito ser examinado. Tarde demais, porém. O Doutor levanta os óculos, franze as sombrancelhas e diz, com voz triste e grave: senhores, o Sr. Direito, infelizmente, está precluso. A preclusão, juridicamente, é a morte do Direito.
A historinha, evidente, não é totalmente veraz. Muitas vezes a Justiça não pode agir, embora eu esteja cansado de ir a eventos onde, por sua própria iniciativa, ela manda fiscais verificarem se há propaganda eleitoral antecipada ou transgressões à lei. Seus funcionários, de colete e máquinas fotográficas, ficam ali, trabalhando debaixo de sol e chuva, com grande esforço pessoal, sábados e domingos, sem o seu repouso e o lazer com suas famílias. Empenham-se, corretamente, em buscar detectar pequenas transgressões; uma faixa, uma camiseta, um “santinho”. Mas , enquanto eles se esforçam, será possível que infrações milhões de vezes maiores, mais graves, possam ser praticadas sem menhuma reação?
Em geral, o privilégio da ação, o papel de estar atento e agir diante do Sr. Direito sendo atropelado é do Ministério Público. E, infelizmente, a impressão que se tem é que o Ministério Público Eleitoral só olha para uma das pistas da rua, onde pede multas à menor invasão do acostamento ou excesso de velocidade, enquanto na outra pista o pobre do Sr. Direito é atropelado como um boneco de pano, sem que nada aconteça.
Hoje, ao analisar a pesquisa Ibope, o Estado de S. Paulo chega a publicar esta pérola:
“No caso de Serra, praticamente não há diferenças entre os dois grupos: 41% de preferências entre os que viram o programa tucano e 37% entre os que não viram.”
Que programa tucano? O programa do DEM ilegalmente usado pelo candidato tucano?
Todos sabiam que isso ocorreria. Estava nos jornais. Era declarado e confesso.
O Ministério Público Eleitoral ignorou tudo. O Judiciário lavou as mãos, dizendo que seria censura prévia.
Ou seja, o Sr. Direito só poderia ser protegido depois de atropelado. E, mesmo depois de atropelado em rede nacional, diante de milhões de brasileiros, há mais de dez dias, o douto Ministério Público Eleitoral não teve ainda oportunidade de vir em seu socorro.
Pior, duas outras jamantas, Roberto Freire e Roberto Jefferson, anunciam nos jornais e nos sites oficiais de seus partidos, que vão passar com “seus” PPS e PTB por cima do Sr. Direito, em rede nacional de rádio e televisão, nos dias 10 e 24 deste mês, promovendo José Serra, mas o Ministério Público Eleitoral só se preocupa em deduzir que, se Lula suspirar ao ouvir o nome de Dilma Roussef, isso carateriza propaganda eleitoral antecipada.
Faço um apelo aos srs. Procuradores e Ministros da Suprema Corte Eleitoral. A intenção de transgredir é pública, confessa, impressa nos jornais. O que está em jogo não é a liberdade de expressão, mas o desvio de finalidade dos programas partidários, como, aliás, Suas Excelências puniram ao considerar que, subjetivamente, havia ocorrido no programa do PT. Mas os partidos pró-Serra vão muito além da transgressão sujetiva. Vão fazer seus programas serem “estrelados” e promoverem um integrante de outro partido, o que é absoluta e expressamente vedado pela lei, independendo de qualquer interpretação subjetiva. Quem é filiado a uma partido não pode participar do programa de outro. É, repito,outra vez, a letra do Inciso I, Parágrafo 1° do Artigo 45 da Lei 9096, que regula estes programas.
O princípio da liberdade de expressão não está em jogo aí. Também é uma garantia constitucional a inviolabilidade do lar, mas se um homem entra em casa de revólver em punho, gritando que vai matar a mulher e os filhos, deveria o poder público, em nome da inviolabilidade do lar, deixar que isso se consume, para depois aplicar as sanções cabíveis a este tresloucado cidadão?
E, neste caso, a coisa é ainda mais evidente: ainda que Serra ficasse imóvel como uma estátua na tela, fará parte do programa e esta participação é expressamente proibida por lei.
Ocorre aí não uma preclusão jurídica, mas prática, com a inocuidade da pena prevista para esta trangressão. Que lhes importa a punição futura se, daqui a meses, quando a lenta roda da Justiça girar, o objetivo da transgressão terá sido alcançado. Que importa perder o horário partidário de 2011? É como matar alguém atropelando-o e sabendo que a pena por isso limitar-se-á a perder a carteira de motorista por seis meses, em lugar de responder por um homicídio.
Repito, não é uma transgressão subjetiva, pendente de interpretação. É expressa, objetiva, literal afronta à lei.
É impossível ser um bom operador do Direito sem amar a Justiça. É evidente que a intenção do legislador, ao proibir a participação em horário político de um partido de filiado a outro partido foi a de evitar seu uso eleitoral. Foi, aliás, medida inspirada no que aconteceu com Fernando Collor que, tal como fará José Serra – se não se puser côbro a isso – , apareceu em três programas de rede nacional nas eleições de 89, para projetar-se como candidato. Com a diferença, para pior, que Serra o fará em quatro, pois além do DEM, do PPS, do PTB, ainda terá – este, legitimamente – o programa do PSDB.
Quem teve a paciência de ler, até aqui, este “tijolaço”, há de ter percebido que o escreve alguém que ama a Justiça e tem, pelos seus operadores, enorme respeito. É por isso que perde sua noite de sábado alinhando estes argumentos que, embora não contenham as citações em alemão ou italiano tão ao gosto de alguns juristas, vale-se da mísera e pobre realidade dos fatos, sem latinismos ou citações para floreá-los.
Eu só quero, por favor, é que o Sr. Direito não seja, de novo e repetidas vezes, atropelado. E que, na prática, embora não juridicamente, tenhamos de dizer, daqui a 20 dias, que já não há recurso possível, o Sr. Direito está, na prática, inapelavelmente, precluso.
Morto, portanto. E sem ressurreição possível.
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51. Fred Campos verdadeiro pedetista — 6 de junho de 2010 @ 16:31
Perde a tua noite de sabado sendo um idiota baba-ovo da Dilma seu trouxa !!!
Dilma deixa a indústria brasileira a ver navios
MENTIRA
“Quem diz que é impossível que o país tenha indústria naval devia ter vergonha de estar gerando emprego na Coreia ou em Cingapura, em vez de gerar no Brasil. Tudo o que pode ser produzido no Brasil deve ser produzido aqui.” (Ex-ministra Dilma Rousseff, em Brasília, 04/06/10.)
A VERDADE
Quem gera empregos em Cingapura é o governo do PT. Foi lá, e não em estaleiros no Brasil, que o navio-plataforma FPSO Capixaba e a plataforma P-57 foram reformados e adaptados. Se quer defender a produção local, a ex-ministra Dilma deveria prestar atenção no que acontece hoje com a indústria brasileira em geral. É o governo do PT quem exporta empregos para a Ásia e o resto do mundo, com uma política econômica que debilita a nossa indústria e empurra o Brasil de volta à condição de exportador de commodities.
http://www.blogmercante.com/2010/03/fpso-capixaba-chega-hoje-ao-rio-de-janeiro/
Justiça: Muito bom. Democracia: Muito bom.
Agora peguem a palavra justiça ou democracia e juntem a elas a palavra SOCIAL.Vira uma merda só, chamada “justiça social o social democracia”. Palavrinhas compostas (ou combostas) que estes coletivistas salvadores do mundo, mas que vivem do suor alheio adoram repetir.
ANALISANDO A PESQUISA:
Dilma e Serra aparecem empatados com 38% das intenções de voto entre os eleitores com renda de 2 a 5 salários mínimos. Marina tem 11%.
Entre os eleitores com renda acima de cinco salários mínimos, Serra tem 42% das intenções de voto, enquanto Dilma tem 33%. Marina tem 12%.
OBS.: A pesquisa demonstra o óbvio, qual seja, que quanto menor a renda e a escolaridade, maior a probabilidade de votar em Dilma. Analfabetos, ignorantes e humildes, eis os principais alvos dos coletivistas oportunistas. Petista e comunistas seduzem incautos com suas promessas populistas. Como o Norte e o Nordeste concentram mais miséria e ignorância, os coletivistas ( PT e cias) voltam suas energias para estas regiões, com suas crescentes esmolas estatais, chamadas de Bolsa-Família e Bolsas-Minorias.
À medida em que o sujeito avança nos estudos e começa a ganhar melhores salários, aumenta a probabilidade de ele rejeitar a candidata petista. Por que será?
Cuidado Coletivistas salvadores do Brasil e do mundo: Já que vocês estão dizendo que vão deixar todo mundo rico (exportando commodities), cuidado que vocês podem estar dando um tiro no próprio pé. Só no Brasil e na América latina mesmo, continente da piada pronta. Pior, eles acreditam nas próprias mentiras.
Em tempo: O que você desejam mesmo é ganhar São Paulo, mas esqueçam, esperem sentados, pois a locomotiva já é nossa.
PT mantém tesoureiro envolvido com a Justiça
Para Pannunzio, campanha petista
resvala para o baixo nível
Mesmo tendo sido condenado a devolver R$ 2,1 milhões aos cofres da de Diadema (SP), por ter contratado ilegalmente o escritório do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, o ex-prefeito José de Filippi Júnior, do PT, anunciou que será mantido como tesoureiro da campanha da candidatura oficial à Presidência da República.
Para o deputado Antonio Carlos Pannunzio (SP), a escolha de um ex-prefeito condenado pela Justiça para cuidar das finanças da campanha do PT revela que a última preocupação do petismo é com a competente e com a transparência.
“O PT não se importa com a capacidade do seu tesoureiro e não se preocupara em analisar a história dos responsáveis para cuidar das finanças do partido. O curriculum do Filippi Júnior não deve em nada ao Vaccari Neto e a Delúbio Soares. Em todos os casos, a corrupção esteve presente”, critica o deputado.
Há dez meses nos Estados Unidos, para um curso na Universidade de Harvard, Filippi Júnior desembarcou em Brasília na terça-feira para uma conversa com a ex-ministra e com o deputado Antonio Palocci. A pré-candidata já deu o aval para o ex-prefeito cuidar das finanças da campanha, noticiou hoje o jornal O Globo.
O tesoureiro da candidatura oficial já foi condenado em duas decisões. A se confirmar a ação judicial em última instância, além de ter de devolver o valor repassado ao escritório de Greenhalgh, Filippi Júnior também perderá os direitos políticos pelo prazo de cinco anos.
O ex-prefeito, no entanto, ao participar de evento em Diadema (SP) para comemorar o seu aniversário, declarou a intenção de disputar uma vaga a deputado federal. A comemoração, custeada pelo PT, serviu ainda de atos de campanha para pré-candidatos petistas.
“Modelo delubiano”
Como têm mostrado as últimas campanhas, a escolha do tesoureiro é um tema delicado para os petistas. Mas, segundo o senador Alvaro Dias (PR), “o modelo do partido se assemelha a uma escola de formação, cuja especialidade é a conduta duvidosa”.
Pannunzio acredita que a campanha petista se envereda para um caminho sem princípios. “A campanha da ex-ministra Dilma Rousseff resvala para o baixo nível, é deplorável. Assim como nas outras campanhas, o que menos conta é o princípio republicano”, lamenta.
Filippi Júnior não será o primeiro tesoureiro petista às voltas com a Justiça. João Vaccari Neto, responsável pelas finanças do PT, é acusado pelo Ministério Público de desviar R$ 100 milhões da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo) para irrigar “o caixa dois” de campanhas do partido.
Já Delúbio Soares foi denunciado como operador do esquema de pagamento de propina a políticos do PT e partidos aliados. Delúbio foi classificado pela Procuradoria Geral da República como coordenador da “quadrilha” do mensalão.
Fonte: Agência Tucana
Edson Vergilio, quanto mais pobres e ignorantes, melhor pra essa corja petista, que engana os sem cultura que são maioria, e dão voto pra esses criminosos, em troca de bolsa-esmola, meia duzia de tijolos, uma cesta basica, etc.
REVISTA VEJA ESTOUROU APARELHO DA DILMA
“Era para levantar tudo, inclusive coisas pessoais”
Delegado conta que aloprados planejavam mesmo
espionar aliados e o ex-governador José Serra
Policarpo Junior e Daniel Pereira:
Na semana passada, VEJA revelou a existência de
um grupo que se reunia dentro do comitê eleitoral
do PT, em Brasília, com a missão de espionar
adversários e integrantes do próprio partido.
A notícia estremeceu as relações até então amigáveis entre os principais atores ligados à campanha presidencial. O PSDB anunciou que pretende convocar para depor no Congresso os personagens que tentaram montar uma rede de espionagem onde funciona o comitê de comunicação da pré-campanha da ex-ministra Dilma Rousseff.
“Haverá um acirramento”, avisou Eduardo Jorge, vice-presidente executivo dos tucanos. Já os petistas correm em sentido oposto, tentando pôr um ponto final à discussão. “Não fomos nós que colocamos esse assunto absurdo em pauta. Esse tipo de debate não interessa ao país”, afirma o presidente do PT, José Eduardo Dutra.
Na sexta-feira passada, em entrevista a VEJA, o delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo Sousa revelou detalhes que ajudam a dimensionar com maior exatidão o que se planejou nos subterrâneos do comitê petista – forçando uma intervenção direta do comando da campanha com ordens expressas de parar com tudo.
Apontado como o chefe do grupo de espionagem, o policial garante que sua atuação se restringiu a uma reunião de planejamento. O que foi proposto, segundo ele, era inaceitável.
Em carta a VEJA, ele reafirmou que divergia “cabalmente quanto à metodologia e ao direcionamento dos trabalhos a ser ali executados”. O comitê petista queria identificar um suposto membro da cúpula da campanha que estaria vazando informações estratégicas.
Para isso, era necessário reunir os extratos telefônicos e rastrear com quem cada um deles conversava. Acreditava que por meio do cruzamento de números o traidor seria facilmente identificado.
A outra missão era ainda mais explosiva: monitorar o ex-governador José Serra, candidato à Presidência pelo PSDB, e o deputado tucano Marcelo Itagiba, seus familiares e amigos. Os aloprados do comitê queriam saber tudo o que os dois faziam e falavam.
No início de abril, ainda distante do atual clima de euforia com o resultado das pesquisas eleitorais, havia uma disputa interna pelo controle da campanha. De um lado, o ex-prefeito Fernando Pimentel, coordenador e amigo de Dilma. Do outro, um grupo do PT de São Paulo ligado ao vice-presidente do partido, o deputado Rui Falcão.
Onézimo Sousa conta que foi convidado para uma conversa com Pimentel, na área reservada de um restaurante tradicional de Brasília. No local marcado, não encontrou o coordenador da campanha, mas um representante do comitê, o jornalista Luiz Lanzetta.
Responsável pela parte de comunicação da campanha, Lanzetta explicou ao delegado que o objetivo deles era montar um grupo de espionagem. Não haveria contrato, e o pagamento – 1,6 milhão de reais, o equivalente a 160 000 por mês – seria feito pelo empresário Benedito de Oliveira Neto, um prestador de serviços que enriqueceu durante o governo Lula e estava presente à reunião, da qual participou também o ínclito, reto e vertical ex-jornalista e agora escritor Amaury Ribeiro.
O senhor foi apontado como chefe de um grupo contratado para es-pionar adversários e petistas rivais?
Fui convidado numa reunião da qual participaram o Lanzetta, o Amaury (Ribeiro), o Benedito (de Oliveira, responsável pela parte financeira) e outro colega meu, mas o negócio não se concretizou. Havia problemas de metodologia e direcionamento do trabalho que eles queriam.
Como assim?
Primeiro, queriam que a gente identificasse a origem de vazamentos que estavam acontecendo dentro do comitê. Havia a suspeita de que um dos coordenadores da campanha estaria sabotando o trabalho da equipe. Depois, queriam investigações sobre o governador José Serra e o deputado Marcelo Itagiba.
Que tipo de investigação?
Era para levantar tudo, inclusive coisas pessoais. O Lanzetta disse que eles precisavam saber tudo o que eles faziam e falavam. Grampos telefônicos…
Pediram ao senhor para grampear os telefones do ex-governador Serra?
Explicitamente, não. Mas, quando me disseram que queriam saber tudo o que se falava, ficou implícita a intenção. Ninguém é capaz de saber tudo o que se fala sobre alguém sem ouvir suas conversas. Respondendo objetivamente, é claro que eles queriam grampear o telefone do ex-governador.
Disseram exatamente que tipo de informação interessava?
Tudo o que pudesse ser usado contra ele na campanha, principalmente coisas da vida pessoal. Esse é o problema do direcionamento que eu te disse. O material não era para informação apenas. Era para ser usado na campanha. Na hora, adverti que aquilo ia acabar virando um novo escândalo dos aloprados.
Quem fez essa proposta?
Fui convidado para um encontro com Fernando Pimentel. Chegando lá no restaurante, estava o Luiz Lanzetta, que eu não conhecia, mas que se apresentou como representante do prefeito.
Ele pediu para investigar os petistas também?
Disse que estava preocupado, que tinha ocorrido uma reunião entre os seis coordenadores da campanha e que tudo o que havia sido discutido foi parar nos jornais. Havia alguém vazando informações, e ele queria saber quem era. Suspeitava do Rui Falcão.
O ex-prefeito Fernando Pimentel informou que não conhece o delegado e que Luiz Lanzetta não fala em seu nome. O jornalista, que continua trabalhando no comitê da campanha, disse que “fez uma bobagem” ao tentar criar um grupo que tinha como objetivo apenas evitar ataques dos adversários.
Perguntas de domingo.
Quem pagou Amauri Ribeiro Junior para não trabalhar durante alguns anos e escrever um livro com calúnias contra Serra, lançando-o justamente no ano eleitoral? Será que o seu livro está sendo impresso na Gráfica Brasil, que estava pagando os aloprados da Dilma? Será que a festa de lançamento do livro será organizada pela Dialog, do mesmo grupo? Por que o “escritor” participou da reunião de contratação dos arapongas? Seriam seus conhecidos e informantes? O informativo Brasília Confidencial é de Luiz Lanzetta, o chefe dos aloprados da Dilma, ou ele é apenas um Laranza? Como é que Lanzetta, depois de descoberto, pediu demissão para Helena Chagas, se ele era o chefe dela, segundo o que se publicou na imprensa? Por que o PT demitiu o Lanzetta da campanha, se o PT disse que ele não participava da mesma? O final de semana termina repleto de perguntas sem resposta. So quem poderia responder era a chefe de tudo, Dilma Rousseff, candidata do PT, a Dama dos Dossiês. Mas parece que ela ficou afônica, de uma hora para outra.
Blog Coturno Noturno
Olavo de Carvalho desmascara Emir Sader e detona a esquerda brasileira, imperdivel:
http://www.youtube.com/watch?v=sjSlv92AYgM&feature=channel
Estado forte, país pálido
Há anos este país acostumou-se às impropriedades verbais do presidente Lula, sejam elas propositais e de efeito popular, sejam deslizes sérios, arroubos improvisados ou piadas de gosto duvidoso. Pode-se até relevar declarações grotescas – a Venezuela de Hugo Chávez “tem democracia demais”; as manifestações contra a fraude na eleição de Mahmoud Ahmadinejad no Irã são “apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos”- e tantos outros absurdos. Ou mesmo rir das trotas que faz com a sua macheza, com sexo e futebol, com o ponto G. Faz parte do jeito Lula de ser. E não dá para levar a sério esse tipo de sandice.
Mas nesta semana Lula foi longe demais. Defender como essencial ao Estado a acachapante carga tributária brasileira, uma das mais altas do mundo, é uma afronta, um acinte. Tão grande e tão ofensivo aos que entregam ao governo quase a metade do que ganham, que nem mesmo a sua candidata concordou. Como se de oposição fora, Dilma Rousseff desdisse o que Lula afirmara e tratou, rapidamente, de se comprometer com uma reforma tributária, caso seja eleita.
Tem de se dar a Lula, é verdade, o mérito de colocar combustível em um debate emergente: o quão caro é viver em um país onde se paga tanto imposto e quase nada se tem em troca. Um tema inesgotável.
Tão grave ou mais é Lula entender essa altíssima carga tributária como premissa para um Estado forte.
E o que é mesmo um Estado forte? No modelo preconizado por Lula, parece ser aquele que arrecada muito e cada vez mais; que financia o desenvolvimento criando estatais ou subsidiando empresas, concentra ativos e sustenta sua política social na cobrança de mais impostos, sempre sob o argumento de banir a pobreza.
Pode até ser que Lula acredite piamente nisso. Mas não é o que se vê e muito menos o que o presidente faz.
Sob a batuta de Lula, o peso dos tributos dilacera os ombros exatamente dos que têm menos renda. De forma contínua e acelerada. Até os que recebem bolsa-família pagam uma infinidade de taxas e impostos diretos ou embutidos nos produtos que consomem. Uma equação perversa.
Fortalece o Estado. Mas como quem tem a verba tem o verbo, aniquila a sociedade, deixando-a refém das benevolências do governo.
E aí mora o perigo.
Sob a égide de fazer justiça social, cultivaram-se conceitos como “só o Estado pode resolver as dramáticas contradições do capitalismo” ou “não há nação sem Estado forte”. Frases literais de Benito Mussolini e António Salazar, que embasaram toda sorte de regimes totalitários.
Gerados após o apogeu do liberalismo e aproveitando-se do conflito inerente à democracia, tanto o fascismo e o nazismo quanto o comunismo tiveram o Estado forte como elo comum. Longe imaginar que algo do tipo possa ganhar corpo no Brasil. Mas facetas desses regimes já inspiraram governantes destes trópicos. A ditadura de Getúlio Vargas usou e abusou de princípios fascistas, do Estado sobre todas as coisas. O general Ernesto Geisel bebeu vários goles da mesma doutrina. E Lula não esconde a admiração por ambos.
Alertas não faltam, e nos ditam cautela.
Hoje, o Estado já é fortíssimo. Concentra quase 40% dos recursos produzidos no país, mantendo no cabresto o capital e o trabalho, cada vez mais subservientes ao governo.
E sabe-se que um Estado forte é insaciável. Faz de tudo para obter vitamina, mesmo ao custo da palidez dos que lhe fornecem nutrientes.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa.
TRABALHO DE FORMIGUINHA
Nosso grupo de seis amigos conseguiu 428 indecisos para votar no Serra em Abril e 853 no mês de Maio. São prestadores de serviços (eletricistas, bombeiros, pedreiros, pintores e vizinhos). Digo a eles que minha sobrinha que mora na Venezuela está passando fome com os filhos (e é verdade!).
Vai minha sugestão para que amigos do blog também atuem concretamente para tirar os parasitas do poder.
06/06/2010 – mais 12 indecisos votam no Serra. Total: 1.293
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