Tue 8 Sep 2009
O Dia da Independência pelo Brasil
Posted by jorge under Uncategorized
Depois da cobertura feita ontem pelo Blog do Planalto do desfile de 7 de setembro em Brasília (ver aqui e aqui), hoje é dia de “passar em revista as tropas” de videoblogueiros e fotógrafos de diversas regiões do País e ver o que eles registraram da festa. O material, publicado no YouTube e no Flickr, revela a diversidade de olhares sobre os festejos da Independência. Como essa bela video-homenagem publicada por lynnsan2009:
Veja a seguir outros vídeos e também fotos do evento por todo o Brasil:
Quer saber como foi o desfile em Curitiba? Confira este vídeo, publicado no YouTube por mGogta. De Santo Amaro da Imperatriz (SC), sebastiaodacruz publicou este outro vídeo, mostrando atletas conduzindo o Fogo Simbólico da Pátria na abertura do desfile realizado na cidade, entre outras atrações. Ainda em Santa Catarina, vaswass publicou uma videomontagem sobre os festejos em Chapecó, e em Itatiba (SP), jpcarrara publicou o seu registro das festividades de sua cidade.
O desfile da banda escolar da Escola Municipal Alvimar da Silva, em Vitória (ES), foi gravado por iassuncao aqui. Os festejos da cidade de São Fidélis (RJ) estão representados por este vídeo, publicado por wilkinsonito.
O show aéreo realizado durante os festejos do Dia da Independência em Brasília chamaram a atenção de vários usuários do YouTube, como jomolos, renatoqueiros e epimolophant.
Os fotógrafos também fizeram a festa com o desfile de 7 de setembro pelo Brasil afora. E-sergipe publicou uma galeria de fotos do desfile em Aracaju (SE) e Eli K Hayasaka fotografou o desfile da capital paulista. Cristian Janke registrou o desfile de Blumenau (SC) -- aqui, aqui e aqui e, em Brasília, Bárbara Nonato registrou estas belas imagens do desfile da Esplanada.
O governo do Estado da Bahia também publicou uma galeria de fotos sobre o Dia da Independência no Estado -- confira aqui.

Por que a Justiça tem de intimar Lula?
Por Olavo de Carvalho
A Justiça tem de intimar Lula a explicar suas reuniões clandestinas com narcotraficantes e seqüestradores.
Há dezesseis anos o sr. Luís Inácio Lula da Silva, junto com outros líderes esquerdistas, se reúne regularmente com os representantes de entidades criminosas como as Farc, fornecedoras de cocaína ao mercado nacional, e o MIR chileno, seqüestrador de brasileiros.
O órgão que promove esses encontros chama-se Foro de São Paulo. Foi Lula quem o fundou e presidiu até 2002, mas mesmo depois de assumir a presidência da República continuou participando dos encontros.
Recentemente ele declarou, entre os participantes do Foro, que essas reuniões eram propositadamente camufladas, para que ninguém soubesse o teor do que ali se falava. Mas admitiu também que as conversações foram decisivas para ajudar Hugo Chávez a sair vencedor no referendo de 2004.
Outro resultado foi uma resolução coletiva, emitida poucos meses antes da eleição de 2002, que tomava partido das Farc no confronto com o governo colombiano, acusando este último de “terrorismo de Estado”. A resolução foi assinada por Lula depois de o traficante Fernadinho Beira-Mar ter confessado que comprava cocaína das Farc para distribuí-la no Brasil, destruindo as vidas de milhões de nossos compatriotas, inclusive crianças. Ao mesmo tempo, o Exército notificava freqüentes tiroteios com as Farc na selva amazônica, e as polícias estaduais informavam que agentes dessa organização narcotraficante estavam dando treinamento de guerrilha urbana a bandidos do Comando Vermelho e do PCC.
Com que autoridade um presidente da República se reúne em segredo com criminosos notórios para ajudar um político estrangeiro seu amigo, intervindo nos assuntos de uma nação vizinha sem dar ciência disto ao Congresso ou à opinião pública? Com que autoridade ele nos torna a todos “solidários” com agressores do país, com seqüestradores de brasileiros e com assassinos das nossas crianças?
As Farc e o MIR são inimigos do Brasil. Lula é amigo deles. Ele tem sabido proteger esse segredo tenebroso, graças à ajuda de seus colaboradores infiltrados na mídia.
Simplesmente não é possível admitir que esse conspirador sinistro se apresente candidato às eleições presidenciais antes de prestar esclarecimentos cabais sobre esse aspecto encoberto e clandestino das suas atividades.
As autoridades judiciais devem intimar Lula a entregar imediatamente toda a documentação das reuniões do Foro de São Paulo e a explicar as estarrecedoras declarações que fez no discurso que proferiu no décimo-quinto aniversário dessa entidade em 2 de julho de 2005, no qual confessa ter ludibriado o Congresso e o povo para ajudar Hugo Chávez por baixo do pano.
O Mundo Segundo a Monsanto
A jornalista francesa Marie-Monique Robin, autora do livro e do filme intitulados “O Mundo Segundo a Monsanto”, veio ao Brasil para participar do lançamento de seus trabalhos. O livro é um best seller na França (vendeu mais de 80 mil exemplares), já teve direitos de publicação vendidos para 10 idiomas e será lançado em dezenas de países.
No Brasil, está sendo lançado pela Radical Livros e recebeu apresentação de Marina Silva, senadora e ex-ministra do Meio Ambiente. O filme traduzido para o português estará em breve disponível em DVD.
O livro e o filme, lançados na França no primeiro semestre deste ano, são resultado de três anos de investigação da jornalista, que já recebeu prêmios por reportagens sobre roubo de órgãos e sobre as relações entre o serviço secreto francês e os governos militares da Argentina e do Chile.
Entre as revelações bombásticas apresentadas por Robin está, por exemplo, o fato de a empresa possuir documentos que comprovavam os riscos de alguns de seus produtos. A diretora conta que a Monsanto sabia dos efeitos nocivos do PCB, um óleo químico utilizado em transformadores elétricos, que foi produzido entre 1929 e 1971, numa fábrica na cidade de Anniston, nos Estados Unidos.
Doença cerebral – Segundo o filme, documentos internos da própria empresa, alguns de 1937, afirmam com todas as letras que a fabricação do PCB provocava poluição na região. Mas, no mesmo documento, vinha um aviso: “Nós não podemos perder um dólar com os negócios”. A poluição na cidade foi responsável, segundo o documentário, por pelo menos 450 casos de crianças com uma doença cerebral, além de dezenas de mortes por contaminação.
Em 2001, a Monsanto foi condenada a pagar US$700 milhões para compensar as vítimas, limpar a área e construir um hospital, numa ação movida pelos 20 mil moradores de Anniston. “A indenização que eles pagam é uma fração muito pequena perto do lucro que eles vão ter no futuro”, afirma, no filme, Ken Cook, presidente da organização Environmental Working Group.
Outro exemplo da recorrente má conduta da empresa é a sua condenação, por duas vezes, por conta de propaganda enganosa do herbicida Roundup, criado há 30 anos e, hoje, o mais vendido no mundo: a embalagem do produto trazia um aviso de que ele era biodegradável, o que se mostrou infundado em testes, culminando em processos judiciais. A Monsanto, então, mostra o documentário, retirou o termo “biodegradável” do Roundup.
O documentário mostra ainda as ligações de lobby perpetuadas pela Monsanto com os governos americanos de George Bush e Bill Clinton, e com o governo britânico de Tony Blair. Ex-secretário de agricultura de Clinton, Dan Glickman dá um depoimento dizendo que foi pressionado em questões sobre a política para transgênicos por gente do próprio governo, depois que ele sugeriu mais rigor nos testes realizados pelas empresas.
Link para baixar o vídeo gratuitamente
http://www.kactos.net/2009/08/download-o-mundo-segundo-monsanto.html
Governo Lula ratifica vitória da Monsanto
Através do Decreto nº. 5.591, publicado no dia 23 de novembro de 2005 no Diário Oficial da União, o Governo Lula regulamentou a Lei nº. 11.105, também conhecida como a nova Lei de “Biossegurança”, sancionada em março deste ano. Com isso, o governo brasileiro afirma ter institucionalizado normas de segurança e fiscalização para a pesquisa, cultivo e comercialização de organismos transgênicos e reestruturado a CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – chegando ao final de um dos seus mais polêmicos conflitos políticos. A surpreendente mudança de posição do governo com relação ao tema (ver o texto A nova Lei de Biossegurança: o governo Lula derrota a si mesmo, publicado na edição nº.48 desta revista:), as diversas Medidas Provisórias editadas e a pressa na aprovação e regulamentação legal, revelam claros indícios da subserviência e impotência do poder público diante dos fortes interesses econômicos e políticos que cercam a temática.
A assim chamada Lei de Biossegurança pode ser resumida em 3 elementos básicos: 1) o plantio e a comercialização da soja transgênica deixam de ser regulamentados por Medidas Provisórias e passam a ser liberados através de lei; 2) a CTNBio passa a ter a competência de decidir sobre a liberação de pesquisa, plantio e comercialização de organismos transgênicos; 3) estão revogadas todas as disposições anteriores. Note-se que isso não significa dizer que, com essa lei, a situação deixe de ser inconstitucional, pois ela não prevê a necessidade dos Estudos de Impacto Ambiental, previstos na Constituição Federal para a liberação de transgênicos. O governo iniciou afirmando sua contrariedade aos transgênicos, foi gradativamente cedendo e acabou sendo favorável, derrotando seu próprio projeto de lei original. Fundamentais nessa mudança de posição do governo são dois elementos políticos: 1) a aposta nas exportações agrícolas para melhorar os resultados da balança comercial, na expectativa de, com isso, poder pagar parte da dívida externa e garantir “estabilidade econômica” (e a soja é o primeiro produto de exportação do Brasil, com forte potencial de expansão com o uso da transgenia); 2) a concepção de governabilidade, que é a prioridade número 1 do governo, evitando confrontar as elites agrárias do país e sim construir “pactos sociais”, de forma que a contrariedade ao plantio dos transgênicos seria uma afronta aos grandes proprietários rurais e aos interesses das multinacionais. Do ponto de vista da população como um todo, essa política é antidemocrática, pois é contrária ao plano de governo apresentado e à maioria dos seus eleitores.
Do ponto de vista estratégico, a liberação dos transgênicos é desastrosa, pois a biodiversidade em recursos naturais é a maior riqueza que o Brasil possui. Entregar esse potencial aos interesses de uma multinacional é um problema, especialmente a longo prazo, pois, com isso, o Brasil entrega sua soberania, sua capacidade de produzir alimentos a um mercado internacional momentaneamente interessado na soja porque não há produto no mundo com tamanho índice de proteína a tão baixo preço (especialmente após o escândalo da vaca louca, que impede o uso de derivados animais na ração). Ter aprovado o plantio e a comercialização da soja transgênica é apenas o primeiro passo rumo a uma maior dependência tecnológica que está por vir e a rapidez como o processo de aprovação ocorreu (em comparação ao longo período de discussões que vem acontecendo, por exemplo, na Europa) demonstra que o conceito de soberania nacional já desapareceu há muito tempo da esfera dos governos brasileiros, cada vez mais entregues à lógica monetarista do capital financeiro mundial e seus aliados.
Para ilustrar a dimensão dos interesses econômicos que estão em jogo, é importante destacar que a maioria das empresas processadoras e comercializadoras de alimentos na Europa está confrontada com a rejeição dos consumidores aos alimentos que possam conter ingredientes transgênicos. Por isso, estão procurando, de várias formas, adquirir produtos que estejam comprovadamente livres de transgênicos. Entretanto, 80% dos produtos transgênicos estão relacionados à ração animal e os principais alimentos de origem animal (ovos, leite e carnes) estão, inclusive, isentos da rotulagem, de forma que os consumidores estão sendo obrigados a consumir esses produtos por, praticamente, não terem outra opção. Como o Brasil é o único país em condições de exportar soja não-transgênica em grandes quantidades, o potencial de mercado que se abre para a soja convencional é enorme. Basta ver as estatísticas oficiais da balança comercial dos países produtores de soja para constatar que o Brasil, nos últimos anos, ocupou o espaço na exportação de soja que os dois concorrentes EUA e Argentina perderam em função dos transgênicos.
O que pode ocorrer, portanto, é que a Europa venha a adotar outra fonte protéica para a ração animal, caso não existir mais soja convencional no mercado (a um maior custo, mas se o consumidor aceitar pagar um maior preço, isso estaria viabilizado). Um aumento do preço à soja não-transgênica também poderia estimular o cultivo de soja convencional ou orgânica, inviabilizando a produção de soja transgênica diante dos já constatados problemas de aumento no custo de produção em função do pagamento de royalties, aumento no uso de herbicidas por resistência dos inços à aplicação continuada de um mesmo produto, maior incidência de pragas e doenças e menor produtividade. Outro elemento a ser considerado no mercado mundial, entretanto, é que a China oferece um amplo mercado à soja transgênica, independente da posição dos consumidores japoneses e europeus, o que relativiza a hipótese de uma “soberania dos consumidores no mercado”. Um detalhe importante na posição do governo chinês é a exigência de que a soja transgênica seja rotulada, tendo em vista que a soja é originária da China, e o país procura prevenir seu produto nacional de possíveis contaminações.
Considerando o potencial da soja convencional no mercado internacional, os riscos que estão implicados no uso da transgenia, seja com relação à saúde e ao meio ambiente, bem como aos riscos econômicos relacionados à sua produção e comercialização, a liberação, de acordo com o conhecimento que dispomos neste momento, é claramente desvantajosa para o Brasil. As principais desvantagens, no entanto, tendem a se afirmar a longo prazo, se compararmos o Brasil com os países que já aprovaram o uso da transgenia há mais tempo. Por isso, se o conhecimento científico deve servir à humanidade, não podemos, neste momento, deixar de expressar nossa preocupação com a forma como a própria ciência vem sendo descaracterizada, constituindo-se em mercadoria para legitimar interesses de grupos hegemonicamente mais poderosos na sociedade.
A Monsanto conta com um forte lobby sobre governos e parlamentos de todo o mundo. Soma-se a isso sua forte presença na mídia e o poder de convencimento exercido diretamente sobre agricultores, para criar uma situação “de fato”, perante a qual fica muito difícil os governos agirem, até porque seus instrumentos de controle e fiscalização, especialmente nos países mais pobres, são, em sua maioria, insuficientes e ineficazes. A estratégia da Monsanto tem sido a seguinte: a) acostumar os agricultores ao uso do glifosato (isso vem ocorrendo desde o início da década de 1990 com a introdução do sistema de plantio direto combinado com o uso do herbicida secante); b) influenciar pesquisas, pesquisadores e institutos de pesquisa, cada vez mais dependentes de financiamento privado em função do crescente abandono por parte do Estado; c) adquirir a maior parte da indústria de sementes, constituindo verdadeiros monopólios; d) selecionar um território para introduzir as variedades transgênicas e esperar a contaminação para áreas vizinhas (na América Latina esse território escolhido é a Argentina e, no Brasil, o Estado do Rio Grande do Sul); e) conquistar, criteriosamente, cientistas e políticos em favor dos transgênicos, das mais variadas formas; f) constituir e financiar uma rede de empresas de assistência técnica, incluindo ONGs, para a difusão eufórica dos transgênicos especialmente entre os agricultores; g) apostar em intensas campanhas publicitárias na mídia (especialmente na televisão, no rádio e em jornais); h) criar uma “situação de fato”, perante a qual os argumentos críticos são tendencialmente deslegitimados; i) disponibilizar sementes e herbicidas a baixo custo aos agricultores, ou seja, inicialmente, sem incluir o pagamento de royalties; j) construir legislações favoráveis através de um intenso lobby político sobre parlamentares e governos; k) criar contratos de “empresas colaboradoras” com cooperativas e demais empresas compradoras da produção de soja dos agricultores, dispostas a controlar o pagamento de royalties sobre a comercialização da produção em troca de um percentual do faturamento total da multinacional. Esses passos foram todos seguidos, mesmo que nem sempre nessa ordem e, agora que a situação já foi regulamentada em lei, chegou o momento da Monsanto faturar e esta já anunciou que dobrará o valor dos royalties sobre a produção para a próxima safra e definiu que cobrará R$ 0,88 em royalties por cada Kg de semente patenteada (R$ 35,20 por cada saca de 40 quilos).
Com a regulamentação da Lei de Biossegurança, a CTNBio está legitimada com maior poder político do que os ministros, no que se refere à aprovação da pesquisa, cultivo e comercialização de transgênicos no país e, diante das decisões que vem tomando, acima da própria Constituição Federal, o que é um verdadeiro absurdo. Em função das pressões da sociedade civil, durante o período de regulamentação foram incorporados alguns elementos importantes na lei como uma relativa melhoria na composição da CTNBio, a necessidade de 2/3 de votos dos seus membros favoráveis em caso de aprovação de transgênicos, e a possibilidade de contestação das decisões por parte de um Conselho de Ministros. Isso, entretanto, não afeta substancialmente os interesses da Monsanto e seus aliados, nem altera o caráter explicitamente antidemocrático da nova lei.
O primeiro problema é que as decisões acerca do plantio e comercialização de transgênicos são políticas e deveriam ser tomadas com o máximo de participação da sociedade civil. Com o governo abrindo mão do poder político que lhe foi delegado (ou usando-o no sentido inverso do programa eleito), a participação da sociedade civil fica ainda mais restrita. O segundo problema é que a maioria dos membros da CTNBio são especialistas em biotecnologia (mesmo que atuem em diferentes áreas do conhecimento) e não em biossegurança (a matéria em questão). Portanto, mesmo o discurso de que as decisões acerca da liberação devam ser tomadas por especialistas no assunto é falso. O que a maioria da CTNBio reúne são cientistas eufóricos na defesa dos transgênicos, com o agravante de que muitos deles têm relações estreitas com a multinacional interessada na aprovação e, por isso, houve toda essa insistência dela ter tamanho poder, cuja regulamentação jurídica foi amplamente comemorada pelos defensores da soja transgênica, incluindo o Ministro da Agricultura, um dos maiores articuladores da nova lei no interior do governo.
Do ponto de vista científico, não há nenhum novo estudo disponível que possa corroborar a decisão tomada pelo governo brasileiro em favor da liberação do cultivo de transgênicos. Pelo contrário, os resultados de novos estudos desenvolvidos durante o período de discussão da Lei de Biossegurança só reforçam a necessidade de maior precaução com relação ao tema. Não há evidência científica de que estejamos livres de riscos à saúde e ao meio ambiente ao priorizarmos os transgênicos; não há nenhuma variedade de soja transgênica disponível mais produtiva que as convencionais ou que tenha alguma qualidade a mais com exceção da resistência ao herbicida Roundup e, nos países onde a soja transgênica vem sendo cultivada há mais tempo, as crescentes desvantagens são flagrantes. Com esse conhecimento disponível, não há argumento científico que justifique a liberação de transgênicos, tendo em vista que não há vantagens à vista que possam compensar os riscos do uso desta tecnologia, cujos efeitos negativos, após sua liberação na natureza, passam a ser incontroláveis.
Fonte
http://www.espacoacademico.com.br/055/55andrioli.htm
Sinopse da imprensa: gravações mostram mudança no discurso de Lula
A ala radical do PT resolveu reagir e divulgar gravações que mostram a mudança no discurso de Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informações divulgadas ontem. No material – um livro, um cedê e um vídeo – o presidente critica a reforma da Constituição, defende as propostas do partido dele, critica a Rede Globo e diz que o então presidente José Sarney é um “grande ladrão”. Esse discurso foi feito no dia 6 de setembro de 1987, em Aracaju.
Na época Lula era deputado federal, e criticava a idade mínima proposta para a aposentadoria – 48 anos para mulheres e 53 para homens – dizendo que o Governo queria “criar o limite de idade para que a classe trabalhadora morra antes de se aposentar”.
De acordo com a imprensa do centro do País, o material chegou ao jornal Folha de São Paulo pelas mãos do deputado João Fontes (PT-SE), que estava acompanhado da deputada Luciana Genro (PT-RS).
O discurso mostra que o partido que elegeu Lula mudou de opinião algumas vezes: a Rede Globo é motivo de elogio pela cúpula do PT, o atual presidente do senado José Sarney (PMDB- AP) é aliado, e a proposta de reforma da Previdência feita pelo presidente Lula propõe limites mínimos de idade de 60 anos para homens e 55 para mulheres (no serviço público).
Fonte
A campanha petista recebeu com festa, em 2002, o reforço de Sarney e seu grupo – o mesmo Sarney que o PT qualificava como oligarca e representante do atraso e que Lula havia chamado de ladrão.
Foi em 1987. O líder petista fazia um discurso em Aracaju, marcado por críticas ao então presidente. “Nós sabemos que antigamente se dizia que o Ademar de Barros era ladrão, que o Maluf era ladrão. Pois bem: Ademar de Barros e Maluf poderiam ser ladrões , mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República”, acusou. O ataque caiu no esquecimento até ressurgir em 2003, graças ao então deputado federal petista João Fontes (SE). Ameaçado de expulsão por ter votado contra a reforma da Previdência, Fontes queria mostrar que continuava fiel aos princípios petistas, e que Lula é que havia mudado de lado ao chegar ao poder. Expulso do partido, Fontes ajudou a criar o PSOL.
continua…
FOME ZERO, BIODIESEL, PRE-SAL, GNOMOS E DUENDES…
EU ACREDITO…
AFINAL O QUE 7 DE SETEMBRO VER COM PRE-SAL ???
O PETROLEO SÓ VAI SER EXPLORADO EM 2020 MAS A ESTATAL CHEIA DE JABUTIS COMEÇA “TRABALHAR” E “ARRECADAR” EM 2010…
CPI NOS RATOS !!!
http://www.youtube.com/watch?v=iY6l6XScXjg
Lula se desmente, ou será agora que ele está mentindo?
Uma vez mentiroso, sempre mentiroso, até candidato pra substituir tem que ser mentiroso…
Assista e veja o lula mentindo pra você, na maior cara-de-pau.
Olhem aí pessoal, eis um bom motivo para o Leonardo nos contar, mais uma daquelas estórias do reino… a respeito do comentário do David, às 10:54 pm
Widmark Recife em 8/setembro/2009 as 12:38
PHA, a Globo esqueceu seu passado, o trampolim que a tornou poderosa…deu no Terra magazine, o artigo escrito pelo Diogo Moyses,
Muitos leitores devem ter notado que a TV Globo passou as duas últimas semanas celebrando o aniversário de 40 anos do Jornal Nacional. Desde a sua criação, o telejornal global é, de longe, a principal fonte de informação de milhões de brasileiros.
Bonner e Fátima Bernardes fizeram questão de nos lembrar das tantas glórias conquistadas pelo JN e pelo jornalismo da emissora. Matérias intermináveis – intermináveis mesmo, de quase 15 minutos – exaltaram os feitos do telejornal. Os mais antigos repórteres (os que certamente melhor cumprem ordens do patrão) foram chamados à bancada e, ao vivo, recordaram as coberturas dos fatos que marcaram a história recente do país.
Telespectadores desavisados, desconhecedores de episódios importantes da vida nacional, talvez até tenham ficado com lágrimas nos olhos.
É fato incontestável que o Jornal Nacional consolidou-se desde a década de 1970 (estreou em 1969) como símbolo do poder das Organizações Globo. Com uma estrutura quatro, cinco ou seis vezes maior do que os telejornais de suas concorrentes, ainda hoje bota medo na maioria dos políticos, que temem ser alvos de abordagens, digamos, pouco simpáticas. Quando as menções são positivas, aí é só festa. Dá até pra pensar em vôos mais altos. Símbolo maior desse poder é o fato de seu lobista-chefe ser chamado de “senador” nos corredores do Congresso Nacional. Sem nunca ter sido candidato nem eleito para cargo algum, desfruta de poderes que nenhum parlamentar possui.
O JN tem todo o direito de comemorar o que bem entender. Aliás, a Globo é perita em se auto-promover. Já fez isso em diversas ocasiões e continua a fazer com competência, posando de defensora da cultura nacional e da liberdade de expressão, além da já manjada face “solidária” que os Crianças Esperanças da vida buscam construir.
O perigo iminente disso tudo é que, em um país pouco conhecedor da biografia de seus meios de comunicação, corre-se o risco de reescrever a história. O temor não se faz em vão: como historiadores cansam de afirmar, a memória coletiva muitas vezes é fruto do legado dos mais fortes.
Mas voltemos ao nosso tema. Como era previsível, o JN tratou de lembrar das tantas ocasiões nas quais noticiou fatos da vida política, econômica, cultural e esportiva do país.
Esqueceu-se, no entanto – e ao acaso isso não pode ser creditado -, de recordar os momentos em que o telejornal global foi ele mesmo sujeito da história.
Ficou de fora da retrospectiva, por exemplo, que o surgimento e fortalecimento da TV Globo deu-se a partir de um acordo ilegal com o grupo estrangeiro Time-Life, que foi inclusive objeto de CPI no Congresso Nacional.
Esqueceram de dizer que a emissora foi criada e se fortaleceu com o apoio decisivo dos sucessivos governos militares. E que seu jornalismo, em especial o JN, ignorou solenemente as torturas, os desaparecimentos e as mortes dos que lutavam contra a ditadura, como se não tivessem acontecido.
O resgate histórico deixou de lado a tentativa de ignorar o movimento pelas eleições diretas nos primeiros anos da década de 1980, assim como a participação da emissora na tentativa mal sucedida de fraude nas eleições para o governo do Rio de Janeiro, com o objetivo de evitar a posse de Leonel Brizola.
A memória seletiva igualmente deu conta de apagar a participação decisiva do JN na eleição de Fernando Collor em 1989, quando a emissora editou de forma canalha o último debate entre Collor e Lula, além de utilizar contra o candidato petista as acusações lunáticas de sua ex-mulher e o seqüestro do empresário Abílio Diniz.
Nos anos seguintes, de forma nem um pouco sutil, foi linha de frente na consolidação da idéia – hoje comprovadamente furada – de que o neoliberalismo e a privatização de empresas estatais eram o único caminho a seguir, impulsionando a eleição e reeleição de FHC à Presidência.
Há ainda uma série infindável de episódios mais recentes que poderiam ser acrescentados à lista, como a cobertura favorável ao tucano Alckmin nas últimas eleições presidenciais. Ao contrário de outras tentativas, a tática não deu certo, graças à multiplicação das fontes de informação e, quem sabe, ao aumento da consciência política das classes menos favorecidas.
Fato é que, ao longo de toda a sua história, a Globo consolidou-se como os olhos e ouvidos da atrasada elite brasileira, cerrando fileiras contra movimentos sociais e quaisquer políticas distributivas. Em Brasília, seu “senador” é sempre recebido com afagos. Tapetes vermelhos se estendem aos seus pés. E assim, políticas que visam democratizar as comunicações do país são enterradas antes mesmo de nascerem.
É normal, compreensível até, que o JN tente recontar a sua própria história. O que não pode acontecer é que a história não contada por ele seja esquecida por nós.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3961899-EI14204,00-Cada+um+conta+o+que+quer+contar.html
ModeloBrasil em 8/setembro/2009 as 12:35
PHA sou nordestino, portanto……………….
Gostaria de lhe fazer uma proposta após explicar todo meu projeto e a razão porque fiz: Lembre-se de que foi através de um justiceiro que foi derrubado o presidente da mais poderosa nação do planeta (Nixon renunciou após o escândalo de Watergate por um jornalista divulgado). Pois bem, proponho dar continuidade no meu projeto iniciado com o fim da inflação que redundará na falência de um sistema. Falo de um sistema e não ideologia idiota qualquer. O que alimenta esses governantes é um sistema. Sistema esse que quem melhor desenvolve é aquele que aplica melhor o “bullying” apenas. Minha proposta que iniciei nos EUA como você já sabe, foi transformar o Brasil em modelo para o mundo, iniciando-se com o fim da inflação. Voltei ao Brasil e enviei o início (o fim da inflação) para Fernando Henrique Cardoso quando ministro de Itamar Franco (observei boa vontade deste), acontece que um irmão que tenho servia ao senhor Marco Maciel e desviou esse estudo para adquirir prestígio promovendo-o à vice-presidente. Portanto, te proponho ser um aliado nesse propósito afim de que haja continuidade ao que foi interrompido por um atropelamento. Para que você tenha uma idéia dessa continuidade: Fiz uma patente de produto capaz de substituir o cimento e o tijolo em habitação popular. Com essa simples patente promoveria a expansão de escolas e a produção de vilas populares. Ao invés de alistamento militar obrigatório, seria optativo. Com a opção de contribuir ao país ingressando em algo que denominei de “usina de coerência social” que seria nada mais que uma espécie de escola de biodiesel com produção. Assim o cidadão sentia-se colaborador na riqueza do país, e não um “encostado” de um sistema falido. Mudar o costume de duas horas para almoço no meio do dia, para quando saísse do trabalho, a hora hoje estabelecida como almoço seria apenas um lanche no local de trabalho (30 mim) afim de melhor produtividade, pois, sairia do trabalho mais cedo (por volta das 16:00hr) e incrementaria o comércio. Essa é uma amostra do que inclui o projeto de foi desviado no início por um atropelamento. O grave é que para que haja essa continuidade tenho que ter independência total de familiares, pois, têm interesse que permaneça numa clínica por eles custeada. Assim me comprometeria com você à mudar esse pais com meu trabalho que redundaria em construção de vila popular ao redor do Cristo Redentor que possivelmente alavancaria investimentos internacionais num projeto de know-how exclusivo do Brasil. Retornei ao Brasil e enviei esse trabalho (apenas o início do projeto que redundaria no fim da inflação) para Fernando Henrique Cardoso, mas, foi desviado como citei acima. Em resumo o sujeito que vos escreve não é defensor de ideologias idiotas e pode ser um aliado, pois ao invés de ideologias idiotas existe sim praticidade e uma proposta. Mentalizado: Quem sabe possa existir a aliança proposta ?
Detalhe importante: Foi um nordestino quem idealizou a moeda que os PSDB/DEMO gostam tanto que promoveu seu governo e que divulgam serem pai.
Marcus Vinicius em 8/setembro/2009 as 12:33
Abaixo está a queixa de um leitor a respeito de uma matéria da Folha, de autoria do repórter Eduardo Scolese.
A matéria diz que “Trabalho escravo flagrado em obra do PAC”.
Vamos ver onde o repórter Scolese peca por desinformação e onde peca por má fé:
Por desinformação
1. Qualquer obra do PAC é de responsabilidade civil e criminal do seu executor.
2. A fiscalização cabe aos órgãos competentes – Ministério do Trabalho, Ministério Público Federal, IBAMA etc., não à Casa Civil, que coordena o PAC, nem à Fazenda, que libera os recursos.
3. Pela matéria, as empresas responsáveis foram autuadas.
Por má fé
No pé da matéria, diluídas no texto as seguintes informações:
1. A tal obra começou em 2005, tocada pela Construtora Lima e Cerávolo – que praticou o chamado “trabalho escravo”.
2. A Votorantim assumiu a obra em 2007. Rompeu o contrato com as terceirizadoras de mão de obra e já indenizou os 98 trabalhadores que haviam ingressado com a ação. Portanto, o problema já foi solucionado há dois anos.
3. O PAC começou em 2007 – quando o problema já estava solucionado. O repórter Scolese poderia estar desinformado quanto à responsabilidade do PAC nas obras. Não estava quanto ao ano em que o problema foi solucionado e o ano em que o PAC começou.
4. As repórtes Andrea Michel e Laura Capriglione, na Folha, mostram que há espaço para matérias jornalísticas dignas do nome.
ERRATA
Houve um engano na minha leitura sobre a data da solução do problema. Segundo a matéria, a Votorantim só resolveu a questão após o flagrante da semana passada.
Por fragoso.lr
Prezado Nassif,
Acompanho teu blog e, de vez em quando até faço alguns comentáros. Um desabafo! Não aguento mais o mau jornalismo da Folha. Remeto a matéria que vai publicada nesta terça.
A tentativa de desacreditar o programado PAC, através de matérias com essa chocam pela forma como subestimam a nossa capacidade de discernimento. Alguém com um mínimo de informação vai esperar que o Gabinete Civil vá acompanhar e fiscalizar num programa extenso como esse, cada obra? Verificando as condições da contratação da mão-de-obra dos operários? Se houve desrespeito à lei, no mínimo deveriam ser claros sobre de quem é a responsabilidade, não?
Da Folha
Trabalho escravo é flagrado em obra do PAC
Fiscais resgatam 98 trabalhadores em construção de usina no interior de Goiás
Em instalações sem cama nem banheiro, funcionários trabalhavam em troca de comida, acumulavam dívidas e não recebiam salários
EDUARDO SCOLESE
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Fiscais do governo federal e do Ministério Público do Trabalho encontraram e resgataram 98 trabalhadores em regime análogo à escravidão numa obra que integra o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), no sul de Goiás.
A partir de uma denúncia, a ação de procuradores e de auditores do Ministério do Trabalho numa usina hidrelétrica começou no início da semana passada e somente foi concluída na madrugada de anteontem, quando os trabalhadores foram indenizados e puderam retornar às suas casas.
A construção da usina Salto do Rio Verdinho é de responsabilidade da Votorantim Energia, braço do Grupo Votorantim, e tem o apoio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que no final do ano passado injetou cerca de R$ 250 milhões na sua implantação.
Planalto e PT apostam no PAC como uma vitrine da candidatura petista para a sucessão de Lula no ano que vem. Na semana passada, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata petista a presidente, aproveitou um evento sobre saneamento para, em discurso, falar das preocupações sociais e ambientais do programa. Ela chegou a compará-lo ao Bolsa Família.
O PAC, porém, é um motivo de reservas a Dilma por parte de movimentos sociais e de ambientalistas, caso do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens). Eles avaliam que o programa prioriza a geração de emprego e o crescimento da economia sem levar em conta as condições socioambientais.
Procurada ontem, a Casa Civil não se manifestou sobre o flagrante da fiscalização.
Sem salário e banheiro
O resgate na usina ocorreu nos limites dos municípios de Caçu e Itarumã (a cerca de 370 km de Goiânia).
Sem salários e instalados em alojamentos precários (sem cama e banheiro), os trabalhadores atuavam no desmate e na limpeza de uma antiga fazenda que será usada como reservatório de água, assim que as comportas da usina forem abertas.
A contratação deles ocorreu por meio de “gatos” (como são chamados os aliciadores de mão-de-obra degradante) ligados a uma empresa terceirizada que já atuava na obra quando o Grupo Votorantim assumiu o projeto, em 2007 -a obra começou em 2005.
Um desses “gatos” oferecia alimentos aos trabalhadores, mas, como esses não recebiam salários e estavam sem dinheiro, eram obrigados a acumular dívidas em troca da comida -uma forma de mantê-los sob “escravidão”, já que não podiam sair sem quitar as contas.
Contratada para a limpeza do terreno, a empresa (Construtora Lima e Cerávolo, com sede no sul do Piauí) foi buscar os trabalhadores no interior de Mato Grosso e de Minas. Desde que chegaram, a partir de maio, não receberam salários.
Diante do flagrante, o Grupo Votorantim assumiu as dívidas com os 98 trabalhadores e com outros 30, da região, que souberam da ação e aproveitaram para cobrar dívidas anteriores. O grupo desembolsou R$ 420 mil com as rescisões, alugou ônibus para o transporte deles a MT e MG e decidiu rescindir o contrato com a empresa.
Flood do Pedroso…
gilberto/rs em 8/setembro/2009 as 12:29
HUMILHOU O SERRA, E NÃO QUIS DINHEIRO DE SP.
PERSONAGEM DE SR. DOS ANÉIS O SERRA DE SUNGA PARECE AQUELE PERSONAGEM DE O SENHOR DOS ANÉIS, AQUELE QUE TINHA DUPLA PERSONALIDADE, A NADAVA COM OS ANÕES PARA ROUBAR-LHES O ANÉL NA PROMEIRA OPORTUNIDADE. SERRA ESTÁ CURTINDO O SOL DA BAHIA. SP DE SE DANE, ELE NÃO TEM O MENOR INTERESSE POR ESSE ESTADO, QUER FAZER METRO NA BAHIA, POIS LÁ O LULA TEM 89% DOS VOTOS, O SERRA QUER ESSES VOTOS, PARA ISSO QUER TRABALHAR NA BAHIA, WAGNER JÁ DEU O BASTA PARA ELE, MANDOU VOLTAR PARA SP E CUIDAR DOS PAULISTRAS QUE VÃO SOFRER COM AS PROXIMAS CHUVAS DE VERÃO. MUITOS VÃO MORRER E ELE QUER FAZER METRÔ COM 5 BI NA BAHIA. O GOVERNADOR WAGNER NÃO ACEITOU DINHERO DE NÓS PAULISTAS, HOMEM SENSATO. É DO PT AFINAL.
Alessandro Melchior em 8/setembro/2009 as 12:19
PHA,
Um vídeo do Serra, recebendo o resultado da eleição de 2010:
http://www.youtube.com/watch?v=2VxMoJ4JmBE
Abs.
J C Tavares em 8/setembro/2009 as 12:14
Lula provou que nordestino é infinitamente superior a essa elite branca paulista.
Em apena 6 anos colocou o Brasil na condição de líder mundial, e pela primeira vez o Brasil tem motivos pra comemorar o dia 07 de setembro, como país livre, independente e soberano..
Eles se mordem e querem cortar os pulsos por terem ficado décadas apoiando um poder podre e entreguista. A nossa grande sorte e felicidade é que o Brasil não depende mais dessa elite inescrupulosa de São Paulo, pra fazer o comandante da nação. É Dilma 2010.
Fred em 8/setembro/2009 as 11:55
PHA
Você foi na ferida.
Nossos deputados e senadores estão vacilando.
Cadê o título do pessoal de Higionopolis ?
Vamos trabalhar !
FLOOD do Pedroso.
Hellow???
Não tem simancol?
Elvys em 8/setembro/2009 as 11:53
PHA, sobre FHC e CEBRAP
o inesquecível prof.Milton Santos quando foi ao Roda Viva (atual Roda Morta como dizem), tinha dito que a DIREITA financiava o CEBRAP. A entrevista foi no final do anos 90, mas a informação não teve repercussão na época. Por que será?rsrsrsrsrsrss
Adilson em 8/setembro/2009 as 11:47
PHA,
Não sou nordestino, não tenho ninguém na minha família de origem nordestina, mas devo confessar que toda essa história da elite, dos demos / tucanos e do PIG contra nossos irmãos nordestinos, me provocou nojo.
Por essas e outras razões, em 2010, eu voto Dilma Rousseff para Presidente do Brasil.
Marcelo Fernandes em 8/setembro/2009 as 11:06
PH, você já viu essa no blog do Nassif?
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/08/mais-uma-materia-falsa-da-folha/?cp=2
Abs
Paulo em 8/setembro/2009 as 11:03
‘JN’ omite apoio da ditadura ao reescrever história
Muitos leitores devem ter notado que a TV Globo passou as duas últimas semanas celebrando o aniversário de 40 anos do Jornal Nacional. Desde a sua criação, o telejornal global é, de longe, a principal fonte de informação de milhões de brasileiros.
Bonner e Fátima Bernardes fizeram questão de nos lembrar das tantas glórias conquistadas pelo JN e pelo jornalismo da emissora. Matérias intermináveis – intermináveis mesmo, de quase 15 minutos – exaltaram os feitos do telejornal. Os mais antigos repórteres (os que certamente melhor cumprem ordens do patrão) foram chamados à bancada e, ao vivo, recordaram as coberturas dos fatos que marcaram a história recente do país.
Telespectadores desavisados, desconhecedores de episódios importantes da vida nacional, talvez até tenham ficado com lágrimas nos olhos.
É fato incontestável que o Jornal Nacional consolidou-se desde a década de 1970 (estreou em 1969) como símbolo do poder das Organizações Globo. Com uma estrutura quatro, cinco ou seis vezes maior do que os telejornais de suas concorrentes, ainda hoje bota medo na maioria dos políticos, que temem ser alvos de abordagens, digamos, pouco simpáticas. Quando as menções são positivas, aí é só festa. Dá até pra pensar em vôos mais altos. Símbolo maior desse poder é o fato de seu lobista-chefe ser chamado de “senador” nos corredores do Congresso Nacional. Sem nunca ter sido candidato nem eleito para cargo algum, desfruta de poderes que nenhum parlamentar possui.
O JN tem todo o direito de comemorar o que bem entender. Aliás, a Globo é perita em se auto-promover. Já fez isso em diversas ocasiões e continua a fazer com competência, posando de defensora da cultura nacional e da liberdade de expressão, além da já manjada face “solidária” que os Crianças Esperanças da vida buscam construir.
O perigo iminente disso tudo é que, em um país pouco conhecedor da biografia de seus meios de comunicação, corre-se o risco de reescrever a história. O temor não se faz em vão: como historiadores cansam de afirmar, a memória coletiva muitas vezes é fruto do legado dos mais fortes.
Mas voltemos ao nosso tema. Como era previsível, o JN tratou de lembrar das tantas ocasiões nas quais noticiou fatos da vida política, econômica, cultural e esportiva do país.
Esqueceu-se, no entanto – e ao acaso isso não pode ser creditado -, de recordar os momentos em que o telejornal global foi ele mesmo sujeito da história.
Ficou de fora da retrospectiva, por exemplo, que o surgimento e fortalecimento da TV Globo deu-se a partir de um acordo ilegal com o grupo estrangeiro Time-Life, que foi inclusive objeto de CPI no Congresso Nacional.
Esqueceram de dizer que a emissora foi criada e se fortaleceu com o apoio decisivo dos sucessivos governos militares. E que seu jornalismo, em especial o JN, ignorou solenemente as torturas, os desaparecimentos e as mortes dos que lutavam contra a ditadura, como se não tivessem acontecido.
O resgate histórico deixou de lado a tentativa de ignorar o movimento pelas eleições diretas nos primeiros anos da década de 1980, assim como a participação da emissora na tentativa mal sucedida de fraude nas eleições para o governo do Rio de Janeiro, com o objetivo de evitar a posse de Leonel Brizola.
A memória seletiva igualmente deu conta de apagar a participação decisiva do JN na eleição de Fernando Collor em 1989, quando a emissora editou de forma canalha o último debate entre Collor e Lula, além de utilizar contra o candidato petista as acusações lunáticas de sua ex-mulher e o seqüestro do empresário Abílio Diniz.
Nos anos seguintes, de forma nem um pouco sutil, foi linha de frente na consolidação da idéia – hoje comprovadamente furada – de que o neoliberalismo e a privatização de empresas estatais eram o único caminho a seguir, impulsionando a eleição e reeleição de FHC à Presidência.
Há ainda uma série infindável de episódios mais recentes que poderiam ser acrescentados à lista, como a cobertura favorável ao tucano Alckmin nas últimas eleições presidenciais. Ao contrário de outras tentativas, a tática não deu certo, graças à multiplicação das fontes de informação e, quem sabe, ao aumento da consciência política das classes menos favorecidas.
Fato é que, ao longo de toda a sua história, a Globo consolidou-se como os olhos e ouvidos da atrasada elite brasileira, cerrando fileiras contra movimentos sociais e quaisquer políticas distributivas. Em Brasília, seu “senador” é sempre recebido com afagos. Tapetes vermelhos se estendem aos seus pés. E assim, políticas que visam democratizar as comunicações do país são enterradas antes mesmo de nascerem.
É normal, compreensível até, que o JN tente recontar a sua própria história. O que não pode acontecer é que a história não contada por ele seja esquecida por nós.
Outra vez esse ameba do Pedroso cola TODO o blog do PHA e TODOS os comentários das outras amebas???
Que originalidade……..
Hellow filhote do copy&paste…. aprenda a ter opinião própria!
Rogério Floripa (Pra não homenagear Floriano) em 8/setembro/2009 as 10:37
OPOSIÇÃO TRAIDORA DA NAÇÃO.
A História Secreta da Rede Globo
http://baixandonafaixa.blogspot.com/2009/08/historia-secreta-da-rede-globo.html
Washington Dener em 8/setembro/2009 as 10:34
Paulo Henrique?
Que entrevista maravilhosa do Adib Jatene. Seria interessante um post sobre as idéias de Adib Jatene expostas na entrevista que ele concedeu defendendo o Ministro José Temporão.
08/09/2009 – 07h30
“Com ou sem a nova CPMF, ministro da Saúde continuará de pires na mão”, diz Adib Jatene
Rodrigo Martins
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Ex-ministro da Saúde, o cardiologista acreano Adib Jatene, diretor do Hospital do Coração (HCor), tem sustentado há tempos a necessidade de se aumentar os investimentos públicos no Sistema Único de Saúde (SUS). Para ele, as cenas de horror e os recorrentes problemas no atendimento dos hospitais estatais não derivam de problemas de gestão, e sim da crônica falta de recursos para a assistência médica gratuita. Considerado o pai da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira), ele lutou pela aprovação do tributo em 1996, quando administrava a pasta da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso.
* Marisa Cauduro/Folha Imagem
Adib Jatene, 80 anos, foi secretário de Saúde
do município de São Paulo e duas vezes ministro da Saúde, durante o governo Collor e na gestão
de Fernando Henrique Cardoso. Também foi um dos fundadores do Instituto do Coração, ligado à Universidade de São Paulo. Atualmente, é membro da Academia Nacional de Medicina e diretor-geral do Hospital do Coração (HCor). Além disso, preside a comissão de cursos de Medicina do Ministério
da Educação, responsável por supervisionar
a qualidade das graduações desta área no país
Coerente com sua trajetória, o médico continua defendendo a criação de um tributo que vincule recursos para a saúde, razão pela qual cerra fileiras em defesa da Contribuição Social para a Saúde (CSS), proposta do governo Lula para ressuscitar a CPMF, com a cobrança de uma pequena porcentagem sobre as transações bancárias de empresas e pessoas físicas, objetivando a criação de um fundo para a saúde.
“Com os recursos de que dispõe hoje, é impossível o setor público oferecer uma assistência melhor às pessoas”, avalia Jatene. “O ministro José Gomes Temporão está pedindo R$ 10 bilhões a mais. É pouco. Ele precisa de, no mínimo, mais R$ 50 bilhões. Com ou sem a nova CPMF, ele continuará com o pires da mão”, conclui. Confira, a seguir, a entrevista que o médico concedeu ao UOL Notícias.
UOL Notícias: Por que o senhor defende a criação de um tributo para a saúde e a que atribui toda a mobilização pelo fim da CPMF?
Adib Jatene: A mobilização contra a CPMF surgiu da aversão aos impostos do setor mais diferenciado da sociedade. Os mais ricos resistem em assumir que são responsáveis por suprir necessidades da população de baixa renda. Há tempos a saúde pública precisa de mais recursos, especialmente após a ampliação da assistência a partir da Constituição de 1988. Mas, no momento em que se universalizou o acesso à saúde, simultaneamente, a Previdência Social se retirou do financiamento da assistência médica, causando um déficit para a saúde que até hoje não foi resolvido.
UOL Notícias: Isso porque, antes da Constituição de 1988, só tinha acesso à saúde pública quem tinha emprego formal e contribuía para a Previdência…
Adib Jatene: Sim, e eu já disse inúmeras vezes que os representantes regionais do extinto Inamps [Instituto Nacional Assistência Médica da Previdência Social] tinham mais poder que os secretários estaduais da saúde. Naquela época, uma grande parcela da população eram os indigentes, que não tinham direito a nada. E indigente era qualquer cidadão que não tinha emprego formal nem condições de pagar um hospital particular. No momento que universalizamos o atendimento, houve simultaneamente a crise da Previdência Social. O número de aposentados cresceu muito, até por conta da inclusão dos trabalhadores rurais no regime de aposentadorias. A Previdência chegou à conclusão de que não podia mais oferecer recursos para a saúde. O Inamps passou para o guarda-chuva do Ministério da Saúde e foram retirados todos os recursos da Previdência. Isso representou um rombo de mais de 50% no orçamento federal para a saúde. É isso que vem se tentando corrigir sem sucesso.
UOL Notícias: O senhor acha que a CPMF era um bom tributo?
Adib Jatene: Não estou discutindo se o tributo é bom ou ruim. Ofereçam-me outro tributo que seja melhor ou recursos de outra fonte. Houve oposição cerrada à CPMF porque ninguém queria pagar. Extinguiram-se R$ 40 bilhões, recursos que eram utilizados pelo governo. Você acha que, com as demandas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e de uma série de outras ações do governo, eles vão tirar recursos de outras áreas para dar para a saúde? Um país democrático tem que entender que o governo não gera recursos. Ele arrecada da atividade privada. Todo o dinheiro que governo tem sai das empresas, das pessoas. Se o governo passasse a imprimir dinheiro, criaria inflação. Em vez disso, ele cobra de quem pode pagar. Mas quem mais pode pagar é quem mais reclama de que paga muito.
UOL Notícias: A carga tributária não é elevada demais para o retorno social oferecido pelo governo?
Adib Jatene: Isso é uma falácia. Da carga tributária, é preciso retirar os recursos da Previdência Social, que não pertencem ao governo. Esses recursos são dos aposentados. Há 30 milhões de brasileiros recebendo aposentadoria. Isso não é benefício social. Tem países, como a China, nos quais o trabalhador não tem nenhum direito. Tem países em que a previdência é privada. No Brasil, ajustou-se um sistema, desde a época do presidente Getúlio Vargas, no qual seria retirada uma contribuição dos trabalhadores e dos empregadores, um recurso com destinação certa: o pagamento das pensões e aposentadorias. Isso tem que ser retirado da carga tributária, porque não pertence ao governo. Mesmo sem poder, o governo já fez isso no passado, quando havia um número reduzido de aposentados. Até para a construção da hidrelétrica de Itaipu foi usado dinheiro dos aposentados. Os grandes hospitais do Rio de Janeiro foram construídos todos com recursos da Previdência Social.
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Alencar em pressão
por Emenda 29
* PT volta a afirmar que
defesa da CSS depende da mobilização da sociedade
* Governo espera “mobilização” nacional
para aprovar a nova CPMF
* Governo conta com governadores e prefeitos para aprovar nova CPMF
* Criação da CSS divide opiniões; lideranças da saúde defendem tributo
* Temporão e lideranças
na área de saúde fazem
ato pela aprovação da CSS
na Câmara
UOL Notícias: Qual é o tamanho da carga tributária brasileira se tirarmos da conta a Seguridade Social?
Adib Jatene: Se contar apenas os recursos que o governo pode utilizar, a carga tributária gira em torno de 25%. Se considerarmos um pouco de sonegação, um pouco menos do que isso. É por isso que vemos uma exuberância de determinados setores e uma pobreza enorme nos outros setores. Vá na avenida Berrini [zona sul da capital paulista] e veja toda aquela opulência, difícil de se encontrar em outros lugares do mundo. Mas ao lado vemos favelas, hospitais sem leito. É a assimetria característica do Brasil. O setor que conseguiu criar recursos, se desenvolver, quer crescer cada vez mais. E o setor que não tem recursos fica cada vez em maior dificuldade.
UOL Notícias: A elite brasileira é incapaz de estender a mão?
Adib Jatene: Esse é o problema. A elite financeira, a elite política, a elite intelectual… vive somente entre a elite. E quem se dispõe a ajudar os mais pobres e ir atrás dos recursos é combatido. O que o ministro José Gomes Temporão [Saúde] está fazendo é uma situação de desespero. Ele vê que pode fazer mais. Vê que tem uma parcela da população que tem tudo, da melhor forma que se faz no mundo. Mas ele não ignora que uma grande parcela da população não possui o mínimo para sobreviver. Ele vai buscar alguma coisa no orçamento e não consegue. Aí ele vem e propõe: “Eu preciso de R$ 10 bilhões a mais”. É pouco. Ele precisa de, no mínimo, R$ 50 bilhões a mais. Mas as pessoas que podem oferecer isso sem nenhuma dificuldade, incluem qualquer novo tributo na sua planilha de custos, repassa o valor ao consumidor final e reclama.
UOL Notícias: Há quem diga que o problema da saúde, a exemplo da administração pública em geral, não é de falta de recursos, mas de gestão. O senhor concorda com isso?
Adib Jatene: Se há problema de gestão na administração pública, temos que falar com o ministro do Planejamento, o ministro da Fazenda. Se há alguma irregularidade na distribuição de recursos, nas licitações, no superfaturamento de obras, que eu ouço falar muito, é com eles que devemos falar, para apurar se houve desperdício de recursos públicos. Mas precisamos ver se na saúde pública há desperdício. Eu acho que não. Porque, na saúde, paga-se por serviços prestados. Quando fui ministro, combati fortemente as irregularidades e fraudes. Hoje, não sei se você notou, ninguém fala mais em irregularidades na saúde. Falam em falta de leito, em exame que demora, em falta de atendimento. Mas fraude eu não ouço mais falar.
UOL Notícias: Houve alguns episódios, como as denúncias da máfia das ambulâncias, da máfia dos sanguessugas, na compra de hemoderivados…
Adib Jatene: Isso ocorre em licitações. É crime e temos de punir os responsáveis. Mas, no pagamento das ações de saúde, ela é feita em relação a serviços já prestados. E como o volume de recursos é limitado, em cada Estado e município, há teto de pagamento para as instituições. Se um hospital atende acima do teto, o governo não paga. O hospital Beneficência Portuguesa atende pelo Sistema Único de Saúde. Cerca de 60% do atendimento é pela assistência pública. Mas o hospital recebe só 38%. O resto ele próprio precisa arcar. Vai entrevistar o Rubens Ermírio de Moraes, que é o atual presidente do hospital. Ele provavelmente dirá: “Ok, vocês não podem pagar mais do que 40% da minha capacidade, deixa eu atender o restante pelos planos de saúde, para que eu possa equilibrar minhas contas”. Mas não, ele tem de atender a todos e arcar com a diferença. O Hospital das Clínicas também tem um teto. Se ele atende acima do teto, o governo não paga. É justo? É claro que não é justo. E o Ministério da Saúde não paga mais porque não tem dinheiro.
UOL Notícias: O senhor acredita que esse novo tributo será aprovado, a despeito de toda a pressão dos industriais contrários ao aumento da carga tributária?
Adib Jatene: O ministro da Saúde fez o seu papel. Porque ele tem a responsabilidade de dizer que estão faltando recursos, que ele não consegue obter mais verba dentro orçamento. Ele propôs uma alternativa. Se negarem os recursos, não foi por omissão dele. Antes de extinguir a CPMF, havia o compromisso do governo de repor ao menos R$ 25 bilhões para a Saúde. E não foi reposto. O ministro está pedindo R$ 10 bilhões, que representa 0,1% da movimentação financeira. O sujeito que movimenta R$ 1.000, vai pagar R$ 1. Quem movimenta R$ 100 mil por mês, vai gastar R$ 100. Ora, quem está nessa faixa de renda gasta muito mais que R$ 100 num almoço com a mulher no fim de semana. Mas ele não quer oferecer esse recurso. Então não venham acusar o ministro de não pelejar por uma saúde melhor.
UOL Notícias: Quando o senhor foi ministro, também teve de ficar com o pires na mão?
Adib Jatene: Sim. Eu vou dar um exemplo da diferença entre vinculação de recursos e a partilha do orçamento. Recentemente, as três universidades públicas paulistas (USP, Unicamp e Unesp) fizeram um balanço da vinculação de recursos. Até 1989, todas as greves nas universidades iam estourar no gabinete do governador. Nessa época, José Aristodemo Pinotti, que havia sido reitor da Unicamp, era secretário de Saúde do governador Orestes Quércia. Então, ele sugeriu ao Quércia vincular recursos para as três universidades. Estabeleceu-se 9,17% da arrecadação do ICMS. A USP ficou com 4,47% do ICMS. Nesta época, o orçamento da USP era exatamente igual ao do Hospital das Clínicas, cerca de US$ 300 milhões. A USP continuou com a sua parcela do ICMS, aumentou só um pouquinho a porcentagem, nada demais. E o Hospital das Clínicas ficou na disputa do orçamento ano a ano. Passados 20 anos, o orçamento da USP era mais que o dobro do orçamento do hospital.
UOL Notícias: Por que é tão difícil garantir recursos para a saúde na partilha do orçamento?
Adib Jatene: É um investimento que não tem retorno político. Sempre terá quem reclame, quem diga que precisava fazer mais. Mas se você faz uma grande obra, uma ponte estaiada, isso fica como realização do governo.
UOL Notícias: Pode construir um hospital, mas depois herdará as contas para mantê-lo funcionando…
Adib Jatene: Depois de inaugurado, você passa a gastar o dobro. Todo ano. O custo de manutenção anual costuma ser o dobro do investimento na construção. Se construir uma grande rede de hospitais, pode consumir todo o orçamento. Qual é a estratégia? Não faça. Eu tenho a prova aqui [diz, ao mostrar um mapa da cidade de São Paulo debaixo do tampo de vidro de sua mesa, na diretoria do HCor]. Temos 4 milhões de habitantes na cidade de São Paulo que moram em bairros sem nenhum leito hospitalar. Além disso, outros 4 milhões vivem em bairros com 1,2 leitos por mil habitantes, quando o mínimo aceitável seria 2,5 leitos. Enquanto isso, nós temos 1,8 milhão de pessoas vivendo em áreas que têm uma média de 13 leitos por mil habitantes, aí incluídos bairros como Jardim Paulista, Morumbi, Bela Vista. O descompasso é enorme, mesmo na cidade mais rica do país. O ministro da Saúde está no caminho certo, mas está pedindo pouco. Deveríamos caminhar para os 30% do orçamento da Seguridade, que daria algo em torno de R$ 120 bilhões.
UOL Notícias: Ao propor novos impostos, ele não sairá desgastado?
Adib Jatene: Quem tem dinheiro tem condições de mobilizar a imprensa, fazer propaganda para dizer que a população está sendo prejudicada, que o beneficiário é o prejudicado pela CPMF. Não existe opinião pública. O que existe é opinião publicada que forma a opinião pública. Só ganha eleição quem tem bom marqueteiro e quem tem dinheiro para financiar o marketing. Se os industriais fazem oposição à medida, o ministro da Saúde vai ter apoio de quem? Do centro de saúde da periferia? Bom, ele está fazendo seu papel, está indo para o Congresso pedir mais recursos…
Raimundo Pacco/Folha Imagem
O ministro está pedindo
R$ 10 bilhões, que representa 0,1% da movimentação financeira. O sujeito que movimenta R$ 1.000, vai pagar R$ 1. Quem movimenta R$ 100 mil por mês, vai gastar R$ 100. Ora, quem está nessa faixa
de renda gasta muito mais
que R$ 100 num almoço no
fim de semana. Mas ele não quer oferecer esse recurso
UOL Notícias: E quando o ministro deixará de sair com um pires na mão, para reivindicar mais recursos para a Saúde?
Adib Jatene: Nunca. Com ou sem a nova CPMF, ele continuará de pires na mão, porque precisa de mais recursos para fazer um bom trabalho. Por isso que, quando brincaram comigo há um tempo atrás, perguntando se eu aceitaria voltar a ser ministro da Saúde, eu disse que não. Que só aceitaria ser ministro da Fazenda, porque aí eu realmente teria como interferir na aplicação do dinheiro público.
UOL Notícias: E nunca te convidaram para este posto?
Adib Jatene: Não… [risos]
UOL Notícias: Por que não foi possível corrigir o problema da falta de recursos após 20 anos de Sistema Único de Saúde?
Adib Jatene: A discussão gira em torno de duas opções. Disputar a partilha do orçamento federal ou ter recursos vinculados para a assistência médica. Disputar a partilha do orçamento é sempre desfavorável, porque a saúde precisa competir com os investimentos de infraestrutura, de áreas mais prestigiadas no governo. É por isso que insistimos que num setor como a saúde deve-se ter recursos vinculados. Eu lutei por isso. O ministro José Serra [hoje governador de São Paulo] lutou por isso. Eu consegui a CPMF, mas ela foi esvaziada. Porque, no momento em que os recursos da CPMF começaram a ingressar, a área econômica do governo passou a retirar, das fontes que o Ministério da Saúde já tinha, um valor superior ao da CPMF.
UOL Notícias: Isso por intermédio da Desvinculação das Receitas da União?
Adib Jatene: A desvinculação era um item. A CPMF, que deveria ser um recurso a mais, passou a ser substitutivo. Passou a substituir os recursos que foram retirados da Saúde. O problema todo foi esse. O orçamento deveria crescer. Mas isso não aconteceu, porque reduziram os recursos na outra ponta, pelo orçamento.
UOL Notícias: E os recursos foram retirados para fazer o quê?
Adib Jatene: Eu não sei. Para atender as outras necessidades do governo. Eu não discuto as outras necessidades. O que eu discuto é que, constitucionalmente, se ofereceu um sistema público de saúde para atender toda a população. E os parlamentares estabeleceram, nas disposições transitórias da Constituição, que 30% do orçamento da Seguridade Social deveria ser destinado à Saúde.
UOL Notícias: O que daria hoje algo em torno de quanto?
Adib Jatene: No ano passado, o orçamento da Seguridade deu algo em torno de R$ 430 bilhões. Trinta por cento daria R$ 129 bilhões. Mas o orçamento da Saúde ficou em pouco mais de R$ 50 bilhões. Esse descompasso deixou a saúde numa posição muito desconfortável. O setor privado dispõe de quase R$ 2.000,00 per capita ao ano. O sistema público tem R$ 650 per capita ao ano. Só que o setor privado trabalha apenas na assistência médica hospitalar e ambulatorial. Enquanto a saúde pública, além da assistência médica, trabalha na vigilância epidemiológica, na vigilância sanitária, nas imunizações, numa série de ações que o setor privado não faz.
UOL Notícias: É isso o que explica a diferença na qualidade de atendimento entre um hospital público e um privado?
Adib Jatene: Com os recursos de que dispõe, é impossível o setor público ter um nível de assistência mais diferenciado. Os profissionais da saúde têm lutado há muito tempo para conseguir recursos. O ministro da Saúde não consegue na partilha do orçamento mais do que ele já tem. Mas ele precisa de mais recursos. Ele tenta fazer alguma coisa que já foi feita no passado para garantir mais recursos.
UOL Notícias: Um novo tributo, à imagem e semelhança da CPMF…
Adib Jatene: Por que não? A CPMF não causou nenhum prejuízo. Tanto que, quando ela foi extinta, não houve nenhum impacto para a sociedade. Não baixou preço de nada, não houve nenhum impacto, nem para as empresas nem para o povo.
UOL Notícias: Porque a Previdência se retirou da saúde?
Adib Jatene: O número de aposentados cresceu. Hoje, cerca de 30 milhões de brasileiros vivem com recursos da Previdência. Paga-se pouco, mas dá para o sujeito viver. Então, como ainda dizem que a população não tem nenhum benefício? Quer comparar o nosso sistema de saúde com o da França ou Canadá? Eles gastam US$ 2.500 per capita. Isso dá quase R$ 5.000,00 per capita. Nós dispomos de apenas R$ 650 reais per capita. É desonesto fazer esse tipo de comparação. As pessoas se esquecem da evolução dos países. Os países da Europa ocidental se desenvolveram com a Revolução Industrial. Naquele período, houve uma grande migração das pessoas para as cidades. Só que os trabalhadores não tinham nenhum direito. Trabalhavam 16 horas por dia, inclusive crianças. O que aconteceu? Surgiu Karl Marx, que escreveu uma doutrina sobre a exploração do trabalhador pelo capital. Mas eles passaram por isso 200 anos antes. E, nessa época, esses países tinham colônias. Eles drenavam a riqueza do resto do mundo. As grandes cidades da Europa foram construídas no século 19. É uma história absolutamente distinta da nossa. A China, hoje, tem um grande desenvolvimento econômico, mas não dá nada para o trabalhador. E todo mundo acha formidável a China. No Brasil, pelo menos, o trabalhador tem aposentadoria.
Jean Ayissi/AFP
Quer comparar o nosso sistema de saúde com o
da França ou Canadá? Eles gastam US$ 2.500 per capita. Nós dispomos de R$ 650
UOL Notícias: Quer dizer que o Brasil optou por um modelo de desenvolvimento mais humano?
Adib Jatene: A sociedade brasileira decidiu garantir ao menos a previdência e a saúde, e se engrandece com essa escolha. Está cuidando daqueles que podem menos e dando as mínimas condições de sobrevivência. Mas o setor da saúde não tem o mínimo de recursos para dar assistência à toda população. Como o Brasil não tem o volume de recursos suficientes para fazer o saneamento, o transporte, a segurança, a habitação. O Brasil ainda é um país pobre, que se industrializou muito recentemente. Nós temos de correr atrás do prejuízo. Mas houve um setor da nossa sociedade que se desenvolveu, que vive hoje como se estivesse num país de US$ 40 mil de renda per capita. É este setor que tem grande compromisso de corrigir as desigualdades.
UOL Notícias: E não cumpre esse compromisso?
Adib Jatene: Resiste. Eu digo sempre que no Brasil existe a sonegação ilegal, que é crime, precisa ser apurado, e a sonegação legal.
UOL Notícias: O que seria a sonegação legal?
Adib Jatene: São itens na legislação que permitem ao sujeito não pagar impostos. O nosso setor de exportação, por exemplo, não paga nada. Quantos bilhões ele movimenta? Não importa, o setor não paga nada. Então, se diz: “Não podemos exportar impostos”. Ok. Mas como é que vou atender tantas pessoas nos hospitais. Dizia-se que a CPMF era um imposto ruim, com efeito em cascata, que afetava no preço do pãozinho, do café, do feijão… Era de se esperar que, com a retirada da CPMF, desmontasse a cascata e isso resultasse numa redução de preços. Passado um ano, eu pergunto: Aconteceu? Nada, absolutamente nada, eram argumentos falsos.
UOL Notícias: Os defensores da CPMF também costumam ressaltar seu papel na prevenção da sonegação de impostos.
Adib Jatene: É verdade. Quando criaram a CPMF, a Receita Federal ficou proibida de cruzar as informações do tributo para verificar as declarações de imposto de renda. Foi preciso que o Everaldo Maciel [secretário da Receita Federal no governo Fernando Henrique Cardoso] demonstrasse que, dos cem maiores contribuintes da CPMF, 62 nunca haviam pago Imposto de Renda. Ele também demonstrou a existência de microempresas, que por definição não podem movimentar mais de R$ 100 mil por ano, movimentando R$ 100 milhões por ano. Então, se permitiu o cruzamento de dados. E a arrecadação cresceu absurdamente, só com o indicativo da sonegação propiciado pela CPMF.
UOL Notícias: Quanto o Sistema Único de Saúde paga por cada consulta?
Adib Jatene: Paga-se, em média, R$ 7. Na época do Inamps, pagava-se seis unidades de valor. Cada unidade correspondia a 1% do salário mínimo. O salário mínimo, hoje, é R$ 475. É só fazer as contas. Hoje, isso daria R$ 28,50, o mesmo que os planos de saúde pagam aos hospitais particulares. Algumas seguradoras pagam mais, a maioria gira em torno disso. Só que o SUS só paga R$ 7. E esse descompasso ocorre em todos os procedimentos. É uma situação insustentável. Fizemos o Programa Saúde da Família, para oferecer atendimento básico a toda a população. Alcançamos 100 milhões de pessoas. Falta quase a metade dos brasileiros. Por que não atendemos todo mundo? Falta dinheiro. Se eu quiser construir hoje um centro de saúde numa área com deficiência, o secretário do município pode me dizer: “Não faça, porque eu não tenho dinheiro para colocar o hospital em operação”.
UOL Notícias: O senhor disse certa vez que, pelo o que o SUS oferece, talvez ele seja o sistema de saúde mais bem gerido do mundo. Por quê?
Adib Jatene: Quando você trabalha com grande deficiência de recursos, você apura o seu desempenho. E ele vem sendo apurado. Vários hospitais de primeira linha foram buscar no SUS os seus gestores. Quem é o superintendente do prestigiado hospital Sírio Libanês? Gonçalo Vecina [ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e secretário da Saúde do município de São Paulo na gestão de Marta Suplicy (PT)]. Quer dizer que ele era um péssimo gestor quando estava no sistema público e agora é bom? Nada disso. O Sírio Libanês, o Albert Einstein têm recursos para gerir bem. O SUS não tem recursos para gerir.
UOL Notícias: E o que consegue fazer com o pouco que tem?
Adib Jatene: Anualmente, o SUS interna 11 milhões de pessoas, faz 3 milhões de partos, 400 milhões de consultas. Nós erradicamos a poliomielite, o sarampo, a rubéola. Nós vacinamos mais do que qualquer país do mundo. Temos um programa de combate à Aids que é referência internacional. Fazemos hemodiálise para uma quantidade brutal de pessoas. Cirurgias complexas. Os transplantes de fígado feitos no Albert Einstein é o SUS que paga. Oncologia, medicamentos que os planos de saúde não cobrem… É um trabalho tão grande, que a população que pode deveria vir ajudar espontaneamente, e não obrigada por tributos.
Marcelo Teixeira em 8/setembro/2009 as 10:31
Não resisto:
Parábola do Rato
Certo dia, um homem entrou numa loja de antigüidades e se deparou com uma belíssima estátua de um rato. Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o preço ao vendedor:
- Quanto custa?
- A peça custa R$ 50 e a história do rato custa R$ 1000.
- O quê? Você ficou maluco? Fique com a estorinha.
- Vou levar só a obra de arte.
Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço.
Bela pechincha tinha ele conseguido!
À medida que ia andando, percebeu, mortificado, que inúmeros ratos saíam das lixeiras e bocas de lobo na rua e passaram a segui-lo.
Estava ficando assustador. Ninguém a acudí-lo!
Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto e atirou a peça com toda a sua força para o meio do mar.
Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se jogarem atrás e morrerem afogadas.
Coisa de louco, sô !
Ainda sem forças, o homem voltou mais que depressa pro antiquário e, logo ao chegar, o vendedor já lhe foi dizendo :
- Já sabia…! Veio comprar a história, não é?
- Não! Eu quero saber se você tem uma estátua do FHC, José Serra, Geraldo Alkmin ou Gilberto Kassab (qualquer um)…
Rafael Amaral em 8/setembro/2009 as 10:26
Olá PHA, quero dizer que sou seu fã. Queria que existisse mais cidadãos como você no Brasil. Pena que o PIG ainda domina nosso pais.
Admiro muito seu trabalho e reconheço teu texto em qualquer lugar. Não sei se é possível, mas queria ter uma conversa mas próxima com você.
Se por obra do destino você lê este comentário e quiser prosear com um “anti-pigsta” add aí brother raphael_rap_ha@hotmail.com.
abraço!
parabens a vocês também amigos leitores. Mostram-se inteligentes, simplesmente pelo ato de ler esta obra prima.
>b:Toc Toc (na cabeça do Pedroso)>
Tem alguém aí dentro?
Hellow???
Eita gaguinho….
Quanta falta de opinião própria ein?
Não pensa, não escreve e só faz FLOOD – em TODOS os tópicos – com palavras de outros.
Vai estudar pirralho!
Gente,
Esse ameba do Pedroso não sabe pensar…
O que ele está fazendo é FLOOD
Pow.. aturar lamerzinho pré-adolescente.. é dose….
Sugiro à moderação deletar postagens repetidas.
Quer copiar e colar, faça 1 vez.
Mas não torre o saco em todos os tópicos, né?
Criancisse é dose..
O bobalhão vem copiando e colando o blog inteiro do PHA, junto com os comentários (totalmente dispensáveis) dos alienados e paus mandados petralhas.
Nica says:
September 9, 2009 at 1:59 am
Sugiro à moderação deletar postagens repetidas.
Democracia é uma coisa, aturar quem não respeita ninguém, é outra…eu iria além… se fosse no meu blog eu bloqueava logo essa figura, paciência tem limite e o cara é compulsivo e afasta qq um de querer comentar aqui
Fica por conta dos donos do BLOG CLONE:
ele que ajoelhe no milho e cole esta MERDA no blog original, manda pro LULA abrir a porteira lá
eu não tenho saco, esse cara estando aqui,
ADEUS
Elisabeth,
É isso que ele quer:
Afastar os comentaristas.
Como ele não tem a menor competência pra argumentar usa o Flood pra tumultuar.
É coisa de crianção mesmo.
Não caia nessa.
JÁ SAQUEI NICA
EI EI, PERAI
TO FICANDO MAGOADO…
VOCES ESTÃO MONTANDO UM COMPLO CONTRA MIM ???
ANTES ERA SÓ A NICA
AGORA E VOCE TAMBEM
BETHINHA ???
boa noite e abraços
(Nicaaaaaaa mudei o nick em sua homenagem)
O Intuito é este mesmo, tanto esse como Leonardo que devem até ser a mesma pessoa.E de repente, pau mandado até pago…
Seguidores de LULA na maioria, não sabem nem ler nem escrever, como seu MESTRE.
Paciência tem limite, o direito dele vai até onde o meu de não ser incomodada lendo esse monte de MERDAS, desse pato fanho do PHA.
Bom, cabe aos DONOS do BLOG tomarem uma providência. Tb não dá pra criar um clone e deixar tudo largado aqui, ainda mais com petralhas em ação.
Sumiram as pessoas com comentários inteligentes e ficou esta ANTA compulsiva aqui.
Tb acho que a idéia de clonar foi ótima, mas tb já está me torrando a paciência só ler MENTIRAS do LULA POSTADAS.
Abraço NICA
Pois não falei que era criança?
Quando a figura tenta falar por si mesmo.. sai isso ae que vc leram…
Elizabeth,
Espero que a moderação tome providências quanto à creche…
e possamos retomar os debates.
Grande abraço
NIQUINHAAAAA
O que é botinha ??
sabe, é que como o meu chefe sou meio anarfa.
Diz pra eu diz.
boa noite.
PS. diz pra bethinha não me maltratar não tá ?
falo errado poisque sou do interiorrrrrr.
boa noite
Botinha cor de rosa?
Pesquise
Já estamos providenciando uma armadilha para esse lamerzinho canalha, Nica. É só questão de mais um tempo, para as ratoeiras dispararem e esse ratinho Pedroso dançar.
Ele começou a fazer isso depois que, o David e mais alguns, começaram a estragar a festa dele.
Niquinhaaaa
To ficando com medo.
se viu ?
Tem um tal de Martinica, ai em cima, que diz que vai me pegar.
Acho que é na hora da saida.
Uce me defende Niquinhaaa????
brigado
boa noite.
(se viu que não to mais gritando?? Voce me acalma. Porque será?? Será amor ? )
Hoje – quarta – acompanharemos a decisão do STF sobre a burrada do Sinistro Tanso no caso do assassino Battisti.
Niquinhaaaaaaaaaaaaaaaa
Fala com eu.
Só um pouquinho tá ?
Prometo que acompanho o julgamento do Cesare.
Se quer que eu torça a favor ou contra ele??
Mas voce não pode me ignorar.
Promete???
Foi muito bom ter acontecido esse embate, pois isso só vem consubstanciar a argumentação dos verdadeiros democratas (os de “direita”), de que esses esquerdopatas de meia-tijela, como não tem educação nem argumentos consistentes para esconder as mazelas do regime genocida que eles defendem, soltam sua verborragia para ofender os cidadãos que querem apenas debater idéias. Qualquer criança sabe que no regime comunista não existe a liberdade de expressão tão apregoada pela esquerda. A prova incontestável esta aqui. Imaginem esse pessoal dirigindo um país de cabo a rabo, sem oposição, qualquer cidadão que tentar discordar do regime vai para a prisão ou campos de trabalhos forçados, como acontece ainda hoje na Coreia do Norte. Quando tocamos na ferida terrível das mais de 100 MILHÕES DE VÍTIMAS DESSE REGIME GENOCIDA (entrem no Google e pesquisem: memorial das vitimas do comunismo), os esquerdopatas esperneam, porque não tem esconder os crimes que eles cometeram.
Quanto ao Pedro Paulo pessoal, só me resta rir para não chorar…
rssrsrsrr
O Narddôôôô…
ucê é comunista é ????
tô ficando cum medo ducê.
Caso Battisti. STF vai se considerar competente para julgar a extradição. Tese de decisão soberana de Tarso Genro vai cair
Leiam a análise do jurista Wálter Fanganiello Maierovitch:
http://maierovitch.blog.terra.com.br/2009/09/08/caso-battisti-stf-vai-se-considerar-competente-para-julgar-a-extradicao-tese-de-decisao-soberado-de-tarso-genro-vai-cair/
__
Nicaaaaaaaaaaaaaaa.
Não me ignora não…
To numa aflição danada.
Fala comigo…
só um pouquinho.
por favor…
Niquinhaaaaaaaaaaaa
fala comigo que te prometo que voto no Serrote.
Voto até no ACM se voce q
nilton em 8/setembro/2009 as 18:45
VIvAAAAAAA!pela primeira vez num governo os brasileiros sentem orgulho de si´.
eu nao quero mudar,eu quero dilma para presidente e o PT a maior bancada no congresso,no minimo uns 80% PT.
Ricardo da Silveira Carvalho em 8/setembro/2009 as 17:26
Ouvindo o Agripino e o Virgílio agora a pouco na TV Senado, metralhando o pré-sal, me ocorreu o seguinte questionamento: se a urgência fosse, a exemplo do que foi na Telebrás, para entregar o pré-sal ao Banqueiro Bandido e/ou ao Eike Batista, os mesmo senadores estariam a gritar na tribuna?
francisco.latorre em 8/setembro/2009 as 14:36
“A independência não é um quadro na parede nem um grito congelado na história. A independência é uma construção do dia-a-dia. A reinvenção permanente de uma nação.”
viva o brasil. viva o lula.
governo popular é isso.
Nica, como senão bastassem os bandidos das FARC e caterva, para fornecer asilo, agora o desgoverno brasileiro pretende dar a esse assasino terrorista italiano.
Chega de bandidos como Olivério Medina no país, já basta a quadrilha do Lula e companhia para aturar…
NIca, menos mal que o relator vai ser o Peluso, se fosse o Gilmar ou o Elefante Marinho do Eros, teria minhas dúvidas. Ministro Joaquim tb é muito bom.
Esse Tarso adora um Bandido…são iguais.
Eu não sei como a LUciana consegue aturar um pai desses, deve morrer de vergonha hehehe
Ah !
Ucê tava aí né???
Ao invés de ir procurar a Niquinha pra mim voce fica ai caladinho feito um As de Paus né ??
(vou já começar copiar/colar)
Nica, acredito que a “Sinopse da imprensa: gravações mostram mudança no discurso de Lula”, que está lá em cima, está afetando algumas amebas petistas por aqui. Chora petralhas canalhas! kkkkk
OI Everaldo…que bom que sobou alguém com vocabulário pra teclar ainda aqui
boa noite procê
Aha !
a Bethinha tambem tava aí é ??
e eu aqu sozinho…
Digam pra Niquinha falar comigo.
só um pouquinho…
prometo que vou lá em frente ao STF e ponha aqueles comunistas, amigos do everaldinho, prá correr.
Everaldo e Elizabeth,
Vamos acompanhar.
Vamos ver se o STF (finalmente) faz justiça.
No mínimo pra tirar o Tanso e o Stalinácio do vexame internacional em que se meteram…
Fora Battisti!
Já temos bandidos demais!
Eu não tenho um vocabulário como o de Rui Barbosa, mas pelo menos tenho um melhor do que o sapo analfabeto barbudo…
Boa noite procê também, Elizabeth
Vamos acompanhar sim, Nica. E vamos fazer o maior barulho se o STF ficar a favor desse terrorista assasino.
Boa noite…
vai com Deus..
seja feliz com a sua amada.
(comunistinha de araque..)
Nica, depois do episódio da Reserva Raposa Serra do Sol, tudo é possível nesse STF.
Eu confiaria mais se o relator fosse o Marco Aurélio, ou o Joaquim, mas como depende do voto dos outros tb, né?
Joaquim esteve de licença médica, não sei se já estará lá, eu gostava muito do Ayres Brito, mas eu achei que ele deu umas escorregadas da Eleição para prefeito, não averiguando denuncias encaminhadas a ele, mas o acho um cara correto.
Agora Gilmar e elefante marinho, não! confio nem um pouco
Everardinôôô
não seja modesto…
teu vocabulario pode não ser como o do Rui.
Mas é muito melhor que o do Machado (de assis, lógico)
esqueci o
rsarsrsrsrsr
Niquinhaaaaaa
fala comigo.
fala comigo só um pouquinho.
por favor…
eu já quase te amo.
o Bom do Blog é isso, é termos um espaço para mobilizar, mas aí teria que ter uma quantidade maior de pessoas, no meu blog falo tb de política, mas é geral, e todo mundo VOTA em BBB e em A FAZENDA, mas se chamar alguém pra participar de alguma coisa política, ninguém liga, talvez porque seja um assunto irritante , chato e que a maioria não se interessa e nem sabe de nada.
Já que querem falar de direita/esquerda vamos lá. Peguem essa. Vou colocar uma parte e o link.
A FAMÍLIA BUSH E O PREÇO DO SANGUE DERRAMADO PELOS NAZISTAS
Victor Thorn – Babel Magazine
Já se perguntaram alguma vez como Adolf Hitler, um artista miserável que vivia em albergues, pôde converter-se no deus e fuehrer proeminente da Alemanha nos anos 30 e 40? O que quero dizer é que: Quantos quase-sem-teto você conhece que tenham tido tal sorte? Mesmo que você conheça algum, o fato é que o fenômeno nazista não foi mera casualidade. Pelo contrário, foram os banqueiros de Wall Street (entre outros) os financiadores ocultos desta meteórica ascensão ao poder. O que é ainda mais deplorável é o fato de que a família de nosso atual presidente fez parte das pessoas que financiaram a máquina de guerra nazista, e se locupletaram com ela.
O que tento dizer é isto: uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler. Podem imaginar os desdobramentos desta afirmação? O atual presidente dos Estados Unidos, assim como seu pai (ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô, seu pai e sua família política haviam ajudado e alentado os nazistas. As perguntas que gostaria de fazer agora são as seguintes:
http://www.rizoma.net/interna.php?id=150&secao=conspirologia
Bom agora me vou…boa noite pra vcs e vamos ver se moderam isso aqui, pois já espantou a maioria dos comentaristas bons
abraço
Já vou começar copiar/colar tá?
não se chateiem não , tá?
soraia em 8/setembro/2009 as 9:14
Lula faz a diferença ! Deixou sem palavras até o engraçadinho do fustão, quanto voltou ao ar, só reclamou ! Sem comentarios.Adorei, as palavras do presidente do Brasil , acertou a cabeça das cobras com uma paulada só.
Que tal ???
gostaram??
Gilmar Mendes, “cavalo de troia” do FHCia
Elizabeth, eu gostava do Carlos Alberto Menezes Direito, por ter sido contra a palhaçada da Reserva Raposa Serra do Sol. Infelizmente, ele faleceu a pouco tempo.
O STF ainda não está de todo aparelhado.. (e falta tb o bala Toffy – amicíssimo do Zeca Diabo – que pretende anular o processo do mensalão).
Tem política internacional envolvida, com o risco do Brasil ser denunciado em Haia.
Vamos acompanhar atentos.
___
E deixo um pequeno lembrete a todos: “Don’t feed the trolls”.
Niquinhaaaaaaa,
deixar eu te ouvir só uma ultima vez.
antes que o Machado de Assis ai presente
me interrompa.
ou será Guimarães Rosa.
antes que eu me esqueça..
rsrsrsrsrsrsr
rsrsrsrsrsr
A Betinha não quer saber decoisas da direitona, vai nanar
Niquinhaaaaa
voce anda acreditando muito em tudo que te falam.
As coisas não são bem assim…
Se teu professor fosse bom ele não seria professor.
Seria advogado atuando junto ao STF
[77 77. Pedro Paulo says:
September 9, 2009 at 3:29 am]
O DAVID deve estar “garimpando” mais alguma reportagem daquelas montadas pela extrema direita..rsrs
Leonardinhôôôô
Olha lá heim?
Voce pode ficar com a Bethinha.
até com o Everardinho voce pode ficar.
Mas,
a Niquinha eu vi primeiro
tá??
Pedro Paulo
Daquelas que as duas ai só abrem a guelinha e ele enfia.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
PHA,
simplesmente FANTÁSTICO!
Viva Lula!
Viva o Brasil!
ok, vou da ALFA
Voces são meio pornograficos…
Sei não…
José Carlos Tressino em 8/setembro/2009 as 0:25
SR. PAULO HENRIQUE, LEMBRA-SE DO “CANSEI”?
MUDOU PARA: “…TUCANO CANSADO E INSOSSO…”.
Esse discurso vai ficar para a História.
Marcelo Cândido em 7/setembro/2009 as 22:14
CATARSE !
URRE DE INVEJA FHC !
URRA, TU !
QUE, DE MINHA VIDA, LEVOU ANOS DE OURO, COM SUA POLÍTICA DE RECESSÃO !
QUE TANTA EMPRESA QUEBROU EM SEUS ANOS DE ENTREGUISMO !
URRA, POIS TEU NOME ESTÁ NO SAL DA HISTÓRIA. SECO E SEM VIDA COMO OS DEMAIS ANOS DE ESTAGNAÇÃO !
URRA, CRIATURA !
NESSES ÚLTIMOS ANOS TENHO VISTO TEU CONTORCER.
AGORA ASSISTO ESCÁRNIO DE TI !
CATARSE, ENFIM !
I’M FREE !
Simone em 7/setembro/2009 as 21:45
Que Deus continue no seu coração, Lula!
Que Deus continue iluminando nosso querido Presidente do Brasil!!!
Obrigada, PHA! Você faz parte desta história!
Niquinhaaaaaaaaaaaaa
Fala comigo.
Pedro Paulo
Sabe aquele “expert” em gripe suína? Pois é, afilhado dele, aquele kisabe, nomeu um sub-prefeito em Sumpaulo. Na primeira visita que o Sub-prefeito fez na região, reclamaram pra ele da sugeira, lixo não recolhido, que estavam os ratos a proliferar. Ele respondeu: “vocês tem de criar sucuri para comer os ratos”
Eu acho que te amo.
VANINHO OLIVEIRA em 7/setembro/2009 as 21:05
Não vou permitir que só os grandes Centros Urbanos, parabenize o melhor Presidente que esta nação ja teve em seu governo. Portanto, eu, uma pessoa da Amazônia (Pará), também posto minha satisfação com este POLÍTICO chamado simplesmente LULA.
Viva o Brasil e viva LULA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
2010
AGORA É DILMA.
Nica, também vou indo descansar, vamos deixar os animais e protozoários descansarem…
Até a próxima e boa noite para você!
E deixo um pequeno lembrete a todos: “Don’t feed the trolls”.[2]
A Nica e a Bety foram dormir “juntas”…elas são uma só, aqui se desdobram pra fazer volume, não querem que saibamos que demotucanos estão em extinção, com DNAS político vencido
Vai com Deus
e o pinto do Divino….
Ô “companhero”
não gostei desse teu jeito de se referir à minha princesa Niquinha.
Peça desculpas a ela.
por favor.
Vinicius (Rio de Janeiro) em 7/setembro/2009 as 20:52
Prezado PHA,
hoje, dia 7 de setembro, é meu aniversário. E confesso que o discurso do Lula , me deixou extremamente emocionado. E valeu, para mim, como os parabéns antecipados.
Viva o 07 de Setembro !!!!!!!!!!!!!
Manoel mecias em 7/setembro/2009 as 18:59
VIVA O ESTADO.
VIVA O PT.
VIVA O LULA.
VIVA AS ESQUERDAS DE TODO O MUNDO.
VIVA O SOCIALISMO.
VIVA OS POBRES DESTE PAÍS.
VIVA A IGUALDADE.VIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIVA!
Mário Mota em 7/setembro/2009 as 18:44
PHA,
Estou de alma lavada!
Viva Lula!
Viva Dilma!
Viva Gabrielle!
Viva o Brasil!
Viva o Povo Brasileiro!
Sds Soteropolitanas,
Mário
09/09/2009
Senado vota reforma eleitoral com ‘limites’ à internet
Vai a voto nesta quarta (9), no plenário do Senado, o projeto que reforma a legislação eleitoral.
A despeito dos acenos de recuo, os relatores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Marco Maciel (DEM-PE) mantiveram no texto restrições ao noticiário da web.
Liberaram a veiculação de artigos sobre partidos e candidatos em blogs, em comunidades virtuais como o Orkut e no twitter.
Mas impuseram aos portais e demais sítios pendurados na rede as mesmas regras que restringem a ativiade jornalística nas emissoras de rádio e TV.
Uma maluquice. Por duas razões: A) rádio e TV são concessões públicas, a internet não; B) controlar o noticiário na web é algo tão improvável como encaixotar fumaça.
Há quem discorde. O líder do PT, Aloizio Mercadante, apresentará emenda propondo a “liberdade absoluta na internet”.
Fonte: Josias de Souza
Precisa falar mais sobre quem são os censores, com medo da liberdade de opinião?
E#ita, vamos falar pros neo-colonizados correr lá e avisar as Empresas que o pré-sal não existe, que é invensão do Lula
08/09/2009 – 20h57
Petrobras anuncia “altíssima produtividade” em poço do pré-sal
da Folha Online
A Petrobras informou na noite desta terça-feira que um teste realizado em um dos poços da bacia de Santos, informalmente denominado Guará, foi concluído, constatando “uma altíssima produtividade dos reservatórios com óleo do pré-sal nesta área”. O poço fica em águas ultraprofundas.
Segundo a empresa, com os dados obtidos até o momento, pode-se estimar em Guará um volume de óleo recuperável na faixa de 1,1 a 2 bilhões de barris de óleo leve e gás natural, com densidade em torno de 30º API.
“Durante o teste foram constatadas vazões da ordem de 7.000 barris por dia limitada à capacidade dos equipamentos do teste. A estimativa de produção inicial deste poço está sendo estimada em cerca de 50 mil barris de óleo por dia”, informou a empresa.
Ainda de acordo com a Petrobras, com o resultado deste teste de formação, a área de Guará deverá ser priorizada para o recebimento do sistema de produção ora em processo de licitação para o pré-sal da bacia de Santos.
A petroleira informou ainda que o consórcio, formado pela Petrobras (45% e operadora), BG Group (30%) e Repsol (25%), “dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas descobertas nesta área conforme o plano de avaliação aprovado pela ANP [Agência Nacional do Petróleo]“.
Ô voces ai,Petrobras (45% e operadora), BG Group (30%) e Repsol (25%), podem parar, o pré-sal é invensão do Lual
Mas que pressa
Tem mais
08/09/2009 – 10h15
Petrobras retoma a produção na área de Tupi, no pré-sal de Santos
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
A Petrobras informou nesta terça-feira que a produção na área de Tupi, no bloco BM-S-11, no pré-sal da bacia de Santos, foi retomada no último sábado. O poço havia sido fechado no início de julho, depois que um parafuso de fixação de uma das árvores de Natal molhadas (equipamento submarino de controle de fluxo de poços) do projeto apresentou defeito.
Pré-sal é passaporte para combater desigualdade, diz Dilma
Brasil não tem interesse em participar da Opep, diz Lula
Petrobras quer unir poço de Iara com área da União
Inicialmente, a estatal estimava que a produção em Tupi seria paralisada por três meses. A área é a primeira do chamado cluster (polo central) do pré-sal na bacia de Santos a operar, ainda de forma experimental.
O chamado TLD (Teste de Longa Duração) vai durar 15 meses, e vai fornecer informações sobre o comportamento do reservatório local durante a extração de óleo. Nesse tempo, a expectativa é que a produção média seja de 15 mil barris/dia.
Após o TLD, no final de 2010, começará o projeto-piloto de Tupi, com produção média de 100 mil barris/dia e 4 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.
A Petrobras estima que Tupi tenha de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de petróleo e gás natural recuperáveis. Se confirmado esse nível de reservas, Tupi será a área petrolífera com maior acumulação de petróleo e gás já descoberta.
Denunciada e indiciada por práticas ilícitas quando prefeita de Três Pontas, Adriene Barbosa assume vaga de conselheira Divulgação
Adriene Barbosa A ausência de princípios éticos questionados em todo País é relativamente pequena se comparada com o que vem ocorrendo em Minas Gerais.
Enquanto no passado a probidade era quesito fundamental para o exercício da função pública, atualmente inverteu-se a lógica, ou seja, apenas os desonestos ocupam funções públicas. Não se trata de uma pequena minoria, mas sim da maioria.
A atribuição de fiscalização das atividades das empresas, autarquias e outras entidades públicas exercida pelo Tribunal de Contas, legalmente permaneceu onde estava. Porém, a prática dos conselheiros é que mudou.
Desta forma, podemos afirmar que não precisamos de novas leis, apenas de pessoas que as cumpram.
Na Corte do Tribunal de Contas, sem dúvida de errar, os mais crédulos dizem que 90% dos conselheiros são desonestos. Não se trata de acusação, basta aferir o “prontuário” de cada um dos integrantes da Corte, uma vez que currículos poucos têm.
Para confirmar o que noticiamos, são atualmente conselheiros do Tribunal de Contas:
Wanderley Geraldo de Ávila (investigado pela Polícia Federal, processado e indiciado)
Antônio Carlos Doorgal de Andrada (investigado pela Polícia Federal, processado e indiciado)
Adriene Barbosa de Faria Andrade (investigada pela Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Federal, processada e indiciada)
Eduardo Carone Costa (sem investigações e processos).
Elmo Braz Soares (investigado pela Polícia Federal, processado e indiciado).
Como pode uma Corte como esta continuar a julgar as contas públicas do Estado de Minas Gerais?
Os conselheiros do Tribunal de Contas vêm aprovando a mais variada gama de negociatas, conforme comprovado por inquérito da Polícia Federal.
Quase que a totalidade dos atuais conselheiros foi indicada pelo Executivo. Desta forma, tudo leva a crer que ao Executivo interessa esta situação.
O Executivo não pode sequer alegar que não sabia. Entretanto, o absurdo ultrapassou o limite do pudor na indicação da conselheira Adriene. A justificativa foi que a mesma era “namorada” de Clésio Andrade, na época vice-governador de Minas.
O sindicato dos funcionários do Tribunal de Contas chegou a ajuizar uma ação contra sua indicação. Até hoje nada adiantou.
A imoralidade é tão grande que particulares estão encaminhando ao Judiciário e ao presidente do Tribunal (sic) denúncia de suspeição contra os conselheiros, como a encaminhada contra a conselheira Adriene. (cópia abaixo).
Já que vale a indicação de namorada, a exemplo de Napoleão, inclusive Clésio parece com Napoleão, só falta agora acontecer como ocorrido no Senado Romano, quando Calígula indicou seu cavalo Incitatus para compor o Senado.
Evidente que, segundo funcionárias do Tribunal, só falta o cavalo Incitatus. Calígula já existe.
Há pouco mais de um mês, o então candidato à vaga de conselheiro, deputado Irani Barbosa, denunciou da Tribuna da Assembleia Legislativa a maneira pouco ortodoxa adotada pelos deputados para escolha do novo conselheiro.
Será que não estaria na hora de mudar o modelo de indicação para provimento do cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas?
http://www.novojornal.com/politica_noticia.php?codigo_noticia=11274
é o “xoque de jestão” dos tucanos de Minas
nesse caso foi o “xoque de indicação”
em 2010 vamos tirar essa corja maldita do planalto votarei em serra para presidente e senadores do DEM E dep. federais do DEM de meu estado.dep.estaduais votarei em branco
Mais petistas falando besteiras no blog. Confiram:
Leonardo
Pedroso
Pedro Paulo
e ainda vem mais, esperem…
O blog do Lula é chato mesmo. É só confete e louva-louva barato. É um monólogo sem sentido… O tal de Pedroso poderia dar um descanso e falar sobre as últimas pesquisas e a queda do Lula e da Dilma, pois parece que o relaxamento moral do Lula está começando a aparecer na opinião dos brasileiros honestos e esclarecidos.
É uma pena que a oposição esteja dividida para enfrentar a cachorrada que o Lula impôs ao Poder Legislativo, que através do Temer e da sua maioria que comem na mão do cara de pau que governa o país estão propensos a enguli-la. Lula usou o seu “poder” para apoiar e salvar o Sarney e seus malfeitos e agora desafia impudicamente nosso Legislativo que cai de quatro ante o bigorrilha de Garanhuns.
Discurso do Acaro CLONADO
Pronunciamento à nação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em cadeia nacional de rádio e televisão, por ocasião do 187º aniversário da Independência do Brasil – CLONADO (com base em intenções explícitas)
Brasília-DF, 06 de setembro de 2009
Queridas Incautas e Queridos Incautos,
É comum que o 7 de setembro sirva para a gente enaltecer o passado e pensar o presente. Desta vez é diferente: este é o 7 de setembro do Brasil festejar o futuro. De celebrar uma nova independência.
Esta nova independência tem nome, forma e conteúdo. Seu nome é PROPAGANDA PRÉ-ELEITORAL PRÓ-DILMA; seu conteúdo são as gigantescas mentiras que venho disseminando descaradamente sem saber o que estou dizendo, mas a culpa não é minha e sim do Marco Aurélio Garcia, vulgo “top-top”, e dos marqueteiros que me assessoram.
Eu não sei de nada; sua forma é o conjunto de projetos de lei que enviamos, há poucos dias, ao Congresso Nacional. E que vai garantir que esta riqueza seja utilizada pelos novos mensaleiros que estou comprando, para o azar do Brasil e de todos os brasileiros.
Peço a cada um de vocês que acompanhe passo a passo as discussões destas leis no Congresso. Que se informe, reflita, e entre de corpo e alma dessa nova falcatrua que bolei tão importante para os destinos dos corruptos do Brasil e para o futuro dos seus filhos e netos.
Posso resumir em duas frases a proposta do governo: de um lado, ela garante que a maior parte da riqueza do pré-sal fique nas mãos dos corruptos do o futuro; de outro, ela impede que qualquer governante gaste de forma responsável estes recursos. E mais: obriga que este dinheiro seja aplicado em corrupção, churrascos e festas de São João, fabricação de cachaça da boa, defesa do MST e combate a ética.
Minhas idiotas e meus idiotas,
O pré-sal é uma das maiores fraudes de todos os tempos. Ainda não se pode dizer, com exatidão, quantos bilhões de barris de petróleo existem nele. Mas já se pode garantir, com toda segurança, que ele colocará o Brasil entre os países mais ridicularizados do mundo, pois enquanto gasta com reservas de petróleo e gás os países evoluídos estão investindo pesado em formas de energias renováveis.
Elas se espalham por uma área de 149 mil quilômetros quadrados, segundo os experientes cumpadres e sindicalista que aparelharam a PTBRÀS, que começa no litoral do Espírito Santo e termina no de Santa Catarina. É uma área do tamanho do estado do Ceará.
As jazidas ficam debaixo de uma lâmina de água e de camada de sal, que, em alguns pontos, correspondem a dez morros do corcovado empilhados, que beleza.
Minhas retardadas e meus retardados,
O que deve fazer um povo livre, responsável e soberano ao receber tamanha dádiva de Deus, do humilde àcaro que vos fala e da nossa propaganda oficial?
Garantir que esta riqueza não escape de nossas mãos, buscar os meios mais eficientes de explorá-la e modernizar suas leis para que não vá para as mãos dos nossos adversários.
A história tem mostrado que a riqueza do petróleo é uma faca de dois gumes. Quando bem explorada, traz progresso para o povo. Quando mal explorada, ela traz conflitos, desperdícios, agressão ao meio-ambiente, desorganização da economia e privilégios para uns poucos, como a nossa quadrilha.
Assim, alguns países pobres, ricos em petróleo, não conseguiram jamais sair da miséria, porque não baixaram os preços dos combustíveis e drenaram esses recursos para os ladrões, como nós.
Por isso, dei orientações bem claras aos ministros. Primeira: o petróleo e o gás pertencem ao PT e as futuras campanhas eleitorais da nossa quadrilha. Como no pré-sal, os possíveis sócios terão poucos riscos, eles não podem ficar com a parte da renda. Ela tem que ser do PT e da quadrilha que tivemos muito trabalho em organizar.
Segunda orientação: o Brasil não pode ser um mero exportador de óleo cru, ele tem que exportar muita cachaça, que é o melhor combustível para a nossa turma. Vamos agregar valor aqui dentro, exportando derivados, como: Pitú, 51 e produtos alcoólicos como Conhaque Presidente, que valem muito mais. Vamos construir uma poderosa indústria de equipamentos e serviços e gerar milhares e milhares de empregos para mais petistas.
Terceira orientação: não vamos nos deslumbrar e sair por aí, como novos ricos, torrando dinheiro em bobagens. Vamos drenar para o PT, para o Hugo Chávez, o Evo Morales, o Fidel Castro e outros amigos ditadores em todos os continentes.
O pré-sal é um passaporte para o futuro da DILMA. Vamos investir seus recursos naquilo que temos de mais precioso e promissor: nossos bolsos, nossos cumpadres, nossos futuros colaboradores como Sarney, Renan, Jáder e Collor.
Minhas microcéfalas e meus microcéfalos,
Os ministros paus-mandados seguiram estas diretrizes e honraram o compromisso conosco. A principal mudança que estamos propondo é que, nas áreas ainda não exploradas do pré-sal, passe a vigorar o modelo de partilha-da-quadrilha. Quase todos os países autoritários que têm grandes reservas e baixo risco de exploração adotam este sistema. Ele garante que o estado corrupto e seus cúmplices continuem donos da maior parte do óleo e do gás mesmo depois de sua extração.
O modelo de concessão, que foi adotado em 97, não se adapta as nossas pretensões. Seria um erro mantê-lo no pré-sal. Um erro grave. Ele foi implantado quando não sabíamos da existência de grandes reservas e o País não tinha recursos para explorar seu petróleo e também ainda não conhecíamos a nova forma para desviar recursos públicos para o caixa dois do PT e dos nossos aliados.
Estamos propondo, também, que a PTBRÀS seja a operadora de toda área. Ou seja, exerça atividades de exploração e produção, com uma participação mínima de 30% em todos os blocos, desde que eu possa mudar de opinião daqui a dois.
Não podia ser diferente. Afinal, temos dentro de casa uma das maiores, melhores e mais respeitadas empresas de petróleo do mundo. Assim saberemos tudo sobre as reservas, aperfeiçoaremos nossa tecnologia e faremos da PTBRÀS uma empresa ainda mais forte. E eu desejo ser superintendente dela depois que a Dilma ganhar, para controlar essa grana preta.
Este trabalho será complementado pela Petro-sal, uma nova empresa estatal, enxuta e altamente qualificada, que vai gerir os contratos de partilha-da-quadrilha e os de comercialização com base em licitações fraudulentas. Para isso deveremos extinguir o TCU, esse órgão chato que só nos dá problema. Ela não vai concorrer com a PTBRÀS. Sua função é outra – a de ser o olho do PT na fiscalização de toda operação, sem interferências dos órgãos verdadeiramente fiscalizadores.
Minhas lerdas e meus lerdos,
Hoje o Brasil tem todas as condições políticas, econômicas e tecnológicas para enfrentar este desafio. A economia do Brasil vive um novo momento. De 2003 a 2008, crescemos em média, 4,1% ao ano. Nos últimos dois anos, mais que 5%. O país gerou cerca de onze milhões de empregos com carteira assinada. O desemprego caiu fortemente, de 11,7% em 2003, para 8% hoje. As taxas de juros são as menores das últimas décadas, graças às medidas estruturantes construídas em governos anteriores.
Não só achamos que pagamos a dívida externa, como acumulamos reservas de 215 bilhões de dólares, que temos distribuído generosamente para governos populistas, como nós. E mais: achamos que reduzimos a miséria e as desigualdades. Mais de 30 milhões de brasileiros continuam na linha da pobreza, graças à bolsa família; não foram educados para trabalhar e estudar.
E destes, 20 milhões ingressaram na nova classe média, fortalecendo o mercado interno e dando vigoroso impulso à nossa economia, ainda cambaleante.
O fato é que hoje temos uma economia quase organizada e em lento crescimento, que foi testada na mais grave crise internacional desde 29 e saiu-se, digo: parece que vai sair muito bem. Não só não quebramos como fomos um dos últimos países a entrar na crise e estamos sendo um dos primeiros a sair dela, segundo nossos economistas de confiança, como o Mercadante.
Antes, éramos alvo de chacotas e de imposições. Hoje, nossa voz é ouvida lá fora com chacotas e comparações do tipo: “quem é mais desequilibrado: o Chávez ou o Lula?
A PTBRÀS de hoje será o grave problema do futuro se continuar se transformando em cabide de emprego de sindicalistas e provedora de políticos corruptos.
É a oitava maior empresa do mundo, segundo nossos informantes de confiança. Não existe nenhuma empresa, na Europa, do tamanho dela. Nas Américas, fica atrás apenas de três gigantes norte-americanas. E é a segunda empresa em lucratividade. E, entre as petroleiras, a segunda em valor de mercado no mundo. E ainda dizem porraí que eu sou megalômano.
A PTBRÀS chegou aí, entre outros motivos, porque este governo acreditou e investiu, dando condições para que ela aumentasse a produção, encomendasse plataformas, sondas, modernizasse e ampliasse refinarias, treinasse e contratasse funcionários. Além de construir uma grande infra-estrutura de gás natural e entrar na área de biocombustíveis.
A PTBRÀS é invenção nossa desde a época do Getúlio Vargas, quando um dos fundadores do Buteco dos Trabalhadores, um cara chamado Delúbio, aconselhou o Vargas e arrecadou dinheiro para furar o primeiro poço de petróleo no quintal da casa dele.
O PT ainda não era um partido, mas funcionava nesse buteco e já tinha cueca com bolso nessa época, pois havia muitos aloprados querendo “mensalar”. Era perigoso!
…mas voltando ao assunto:
O coroamento deste esforço foi exatamente a descoberta, pela própria PTBRÀS, das reservas do pré-sal. Um feito extraordinário, que encheu de admiração o mundo e de orgulho os petistas. É o nosso futuro caixa!
Minhas ingênuas e meus ingênuos,
Este é um governo que acredita no PT e no LULA e no que ele tem de mais rico: o seu bolso.
É por isso que propomos que os recursos do pré-sal sejam colocados em um fundo social, controlado pela Lula, e que será aplicado, majoritariamente, em desenvolvimento do partido. De um lado, o novo fundo será uma mega-poupança, um passaporte para o nosso futuro eleitoral, que nos ajudará, entre outras coisas, a pagar a imensa dívida que fizemos tentando chegar a Presidência. O Marcos Valério é nossa testemunha…
De outro lado, funcionará, também, como um dique contra a entrada desordenada de dinheiro de outros partidos e empreiteiras, evitando seus efeitos nocivos e garantindo que nosso caixa dois siga saudável, forte e baseado no trabalho e no talento de nossa turma.
Todos estes temas estão agora em discussão no Congresso Nacional e eu sei que contaremos, mais uma vez, com a obediência dos petistas e a subserviência da tropa de choque no Legislativo na prostituição deste pobre Brasil.
Uma ação desta amplitude só pode ocorrer, de forma saudável, em um ambiente Lulocrático. A lulocracia é o ambiente mais saudável para o decrescimento.
O embuste e a ganância política fazem parte do nosso universo lulocrático, mas não podemos deixar que interesses de terceiros retardem ou desviem a marcha do futuro do PT.
Uma lulocracia só se fortalece com a corrupção da sociedade. Por isso se mobilize, converse com seus amigos, escreva pra seu deputado, seu senador, pra que eles roubem e desviem os recursos pagos pelos otários que acreditam no que eu falo. E o que eu falo é melhor para o PT e para a minha enorme popularidade.
O Brasil não tem medo de decrescer, nem de buscar os piores caminhos. Não vai ficar preso a dogmas, a modelos fechados ou a falsas verdades, pois essas são de minha autoria.
O Brasil acredita no livre mercado, mas também no controle autoritário do Estado como detonador do desenvolvimento. E saberá sempre buscar o desequilíbrio que garanta melhores chances para O PT.
Queridas bobocas e queridos babacas,
É tempo de ampliarmos, ainda mais, a nossa pretensão eleitoral no Brasil. A independência não é uma pinga na parteleira nem um grito de apedeuta. A independência é uma construção do dia-a-dia na inclusão dos corruptos do Brasil.
A reinvenção permanente de uma nação com Educação, Saúde, Infra-estrutura e Segurança decentes não será a minha prioridade. A caminhada segura e soberana para o futuro do povo e não dos ratos e ácaros, também não está nos meus planos.
Viva o 7 de setembro! Boa noite e sonhem com outro dirigente honesto!
Discurso organizado por:
Idealizador: Marco Aurélio Garcia (vulgo top-top)
Redator-bajulador: Franklin Martins
Conteúdo Intelectual: Delúbio Soares
Para os que aparelharam o Brasil:
A Civilização não pode continuar esmagando o homem. O Estado Moderno, com suas instituições, não pode manter a cidadania humana amordaçada e transformada em simples figura de contribuinte passivo. Não somos peças mecânicas de u’a máquina produtora de bens materiais e nem consumidores dependentes de seus bens. Temos consciência e bom-senso para retomar nossa identidade e reter o poder, que cabe a cada cidadão, de decidir qual o melhor caminho para o futuro.
A instituição familiar não deve reprimir o comportamento reativo dos seus membros, mas refletir sobre suas verdadeiras causas. Deve aprender a lidar com a loucura, absorve-la e compreendê-la, para conseguir libertar sua voz. A família é uma instituição natural e indestrutível. Precisa juntar-se em grupos maiores e organizados, para exigir o poder e o respeito que merece e a que tem direito.
Nenhum Estado Moderno resgatará para o indivíduo os direitos da cidadania e da liberdade individual, porque o seu papel essencial é o de restringi-los. O Estado os deseja, os controla e sempre seu oporá a essa devolução. Os homens que representam o Estado Nacional, na sua maioria, nunca desejarão transferir o poder, para não perderem seus privilégios. Nenhuma ideologia política deverá ser seguida porque seus discípulos, sempre as utilizam como forma de controle do poder político centralizado. Nenhuma ideologia política, econômica ou religiosa contém dentro de si a essência da liberdade, pois, a liberdade não é feita de palavras ou de idéias, ela existe dentro de cada cidadão que queira falar, pensar e agir livremente. Todas as ideologias e formas de governos experimentadas até hoje pelo homem civilizado não conseguiram mudar o panorama do mundo atual.
Haverá de chegar o dia em que assistiremos à morte do Estado Moderno. A partir desse dia se iniciará um processo de reconstrução social, onde cada cidadão se tornará responsável, com direitos e deveres, para conviver em um novo modelo cultural. Veremos então o desaparecimento gradual das desigualdades, da violência, da fome, da solidão e da loucura. Quando esse dia chegar seria bom que ainda vivêssemos para assistir, de pé, o início dessa nova era para a humanidade.
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O Lula é portador de um tipo de comportamento reativo muito comum em bandidos. Farei um detalhamento disso em próximas postagens. Ele jamais procuraria uma psicoterapia analítica.
Os bandidos bem sucedidos(?) são geralmente portadores de sociopatias complexas. Eles não sentem culpa por seus atos destrutivos.
Exemplo: Quando vai assaltar uma casa ele não se importa se vai matar, causar danos materiais, psicológicos e de outras naturezas.
Ele só pensa em si (egocentrismo, irresponsabilidade social) e geralmente sente prazer com isso.
Um sociopata (indivíduo incompatível com a convivência social) pode agregar ao seu desvio de caráter, habilidades como: inteligência, carisma, facilidade em comunicar-se, mitomania (mania de mentir), megalomania(mania de grandeza), idéias delirantes(obsessão por tarefas impossíveis), capacidade de persuasão(muito comum em estelionatários), recalques (inveja inconsciente de pessoas socialmente mais importantes ), etc.
O resultado da popularidade do Lula se deve, em minha opinião, a cinco fatores:
1.Suas habilidades pessoais citadas acima e associadas a sua patologia.
2.A falta de educação (e politização) da grande maioria da população brasileira.
3.Ao estado de pobreza dessa maioria e a desvios culturais de tirar vantagem de tudo (Lei de Gerson).
4.Ao completo despreparo da maioria dos representantes políticos nos três poderes da República.
5.Ao nosso completo despreparo como cidadãos responsáveis (desatenção como eleitores).
Se alguém quiser, pode adicionar outros fatores que posso ter esquecido…
Acostumamos-nos a ser dependentes, achamos que o Estado deve tomar todas as decisões sozinho e resolver todos os nossos problemas. Somos comodistas e, por consequência, irresponsáveis. Mas sabemos criticar.
Pode vir mais…
Leonardo…
Você acabou de usar a expressão “presidentes de esquerda”…
Esse negócio de esquerda, socialismo marxismo é uma fraude, isso não existe mais…
Isso acabou em 1989 com a queda do muro de Berlim…
Onde está a União Soviética?…onde estão os países da cortina de ferro?…o que é
feito da doutrina do Mao Tse Tung…? A China hoje pratica o maior capitalismo do mundo.
Cuba faliu porque a grana que a URSS mandava acabou.
Vamos parar de desenterrar esqueletos, o que os “de esquerda” (como diz você)querem é GRANA E PODER.
As bandeiras e os chavõe antigos estão ultrapassados!
O que determina se um sistema é bom ou ruim é o comportamento ético das pessoas que representam um povo. Para com isso Leonardo, aqui só tem gente inteligente e atualizada. Vai dormir e sonhar com o HEIL LULA!!!
Uma estorinha para petistas: (para não fundir seus pequenos cérebros)
Ocorrências no Oceano
Era uma vez um fruto-do-mar que resolveu mudar todo o Oceano. Ele falou para as ostras que logo abaixo havia muito sal e, mais abaixo, muita riqueza. Disse que havia ali um “bilhete premiado ” que iria garantir o futuro dos habitantes do mar. Falou para os camarões que iria encher o fundo do mar de pratos cheios de comida e acabaria com a fome. Falou para os tubarões que eles não se preocupassem porque não faltariam sardinhas para que se fartassem para sempre.
Aos moluscos prometeu um milhão de conchas para residirem, no prazo de um ano. As enchovas, bacalhaus e cavalas ficaram radiantes porque o Novo Netuno iria distribuir benefícios para todos. Os habitantes mais leais receberiam os melhores pedaços e não seriam incomodados pela legislação marítima, pois eles mesmos, os polvos, fariam as leis.
Todos ficaram perplexos com tanta ousadia do molusco falante e acreditaram em suas palavras. Quando ia descer da pedra sobre a qual fazia seu discurso, apareceu um peixe-Serra e o devorou.
Comentário: fruto-do-mar que muito fala ou é comido ou se cala.
Contei essa estória para os meus netos e eles riram muito. No final perguntaram: o Lula vai conseguir eleger a Dilma, vovô?
Essas crianças de hoje…!
“Nunca na história deste país” se apoiou tanto os bandidos e irresponsáveis…
Leia neste link sob os títulos:(http://oglobo.globo.com/pais/noblat/)
Governo afrouxa controle sobre prefeituras e ONGs.
Lei seca absolve quem rejeita bafômetro
Aspirante ao STF ataca Ministério Público
Câmara perdoa 85% das faltas na legislatura atual
O ácaro ainda diz que não existe “nestepaiz” ninguém mais ético do que ele.
Os estelionatários ganharam um gurú de peso…
Um amigo de Brasília (que não mente)me passou três informações de bastidores:
1.Movimentos sindicais que não engolem os comportamentos antiéticos do ácaro e sua tropa, irão dividir seus votos em 2010 entre Marina e Serra.
2.Alas do MST(pasmem!)também estão se tornando dissidentes do ácaro.
3.Dirigentes responsáveis pelo bolsa-família estão sendo chantageados pelas lideranças populares que exigem aumento na “contribuição para os miseráveis”.
Haja dinheiro do nosso bolso…
os petistas deveriam pedir para o lula liberar os comentarios no blog oficial, deixando para nos outrso usarmos este……combinado
O David disse:
Há dezesseis anos o sr. Luís Inácio Lula da Silva, junto com outros líderes esquerdistas, se reúne regularmente com os representantes de entidades criminosas como as Farc, fornecedoras de cocaína ao mercado nacional, e o MIR chileno, seqüestrador de brasileiros.
O órgão que promove esses encontros chama-se Foro de São Paulo. Foi Lula quem o fundou e presidiu até 2002, mas mesmo depois de assumir a presidência da República continuou participando dos encontros.
*************
Vejam essa jóia que eu descobri escondidinho no site oficial do PT.
A data é de 2005 e o arquivo estava sob o nome “pr812a.doc”.
Um discurso do ácaro que fez no foro de São Paulo sem que o povo brasileiro tomasse conhecimento. Está em papel timbrado com os dizeres:
Presidência da República
Secretaria de Imprensa e Divulgação
Discurso do Presidente da República
Abaixo:
Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no ato político de celebração aos 15 anos do Foro de São Paulo
São Paulo-SP, 02 de julho de 2005
Meus queridos companheiros e companheiras dirigentes do Foro de São Paulo que compõem a mesa,
Meus queridos companheiros e companheiras que nos estimulam com esta visita ao 12º Encontro do Foro de São Paulo,
Não preciso ler a nominativa toda, porque os nomes já foram citados pelo menos três vezes. E se eu citar mais uma vez, daqui a pouco alguém vai querer se candidatar a vereador ou a prefeito, aqui, em São Paulo.
Primeiro, uma novidade: sabem por que a Nani está sentada lá atrás? Porque há poucos dias o Brasil ganhou da Argentina e ela não quer ficar aqui perto da mesa.
Meus companheiros, minhas companheiras,
Como sempre, eu tenho um discurso por escrito, como manda o bom protocolo da Presidência da República, mas, como sempre também, eu tenho uma vontade maluca de fazer o meu improviso.
E eu queria começar com uma visão que eu tenho do Foro de São Paulo. Eu que, junto com alguns companheiros e companheiras aqui, fundei esta instância de participação democrática da esquerda da América Latina, precisei chegar à Presidência da República para descobrir o quanto foi importante termos criado o Foro de São Paulo.
E digo isso porque, nesses 30 meses de governo, em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990, quando éramos poucos, desacreditados e falávamos muito.
Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranqüila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela.
E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.
Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política.
Foi assim que surgiu a nossa convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso continente.
Certamente não é tudo que as pessoas desejam, se olharmos o ideal do futuro que queremos construir, mas foi muito, se nós olharmos o que éramos poucos anos atrás no nosso continente. Era um continente marcado por golpes militares, era um continente marcado por ausência de democracia. E hoje nós somos um continente em que a esquerda deu, definitivamente, um passo extraordinário para apostar que é plenamente possível, pela via democrática, chegar ao poder e exercer esse poder. Esse poder que é construído no dia-a-dia, esse poder que é construído a cada momento com muita dificuldade. Mas, quando exerce o cargo de presidente da República de um país, ele não será lembrado apenas pela quantidade de obras que conseguiu realizar ou apenas pela quantidade de políticas sociais que ele fez.
Eu tenho feito questão de afirmar, em quase todos os pronunciamentos, que a coisa mais importante que um governante pode fazer é estabelecer um novo padrão de relação entre o Estado e a sociedade, entre o governo e as entidades da sociedade civil organizada. E consolidar, de tal forma, que isso possa ser duradouro, independente de quem seja o governo do país.
E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.
Todas as vezes que um de nós quiser fazer críticas justas, e com todo direito, nós temos que olhar o que éramos há cinco anos atrás na América Latina, dez anos atrás, para a gente perceber a evolução que aconteceu em quase todos os países da nossa América.
E eu quero dizer para vocês que muito mais feliz eu fico quando tomo a informação, pelo Marco Aurélio ou pela imprensa, de que um companheiro do Foro de São Paulo foi eleito presidente da Assembléia, foi eleito prefeito de uma cidade, foi eleito deputado federal, senador, porque significa a aposta decisiva na consolidação da democracia no nosso país.
Se não fosse assim, o que teria acontecido no Equador com a saída do Lucio Gutiérrez? Embora o Presidente tenha saído, a verdade é que o processo democrático já está mais consolidado do que há dez anos atrás.
O que seria da Bolívia com a saída do Carlos Mesa, recentemente, se não houvesse uma consciência democrática mais forte no nosso continente entre todas as forças que compõem aquele país?
A vitória de Tabaré, no Uruguai: quantos anos de espera, quantas derrotas, tanto quanto as minhas. Ou seja, a paciência de esperar, de construir, de somar, de estabelecer políticas que pudessem consolidar, definitivamente, não apenas a vitória, mas tirar o medo de muita gente do povo, que se assustava quando imaginava que a esquerda pudesse ganhar uma eleição.
O que significa a passagem da Argentina? Num momento em que ninguém queria ser presidente, o Duhalde assume e consegue, em dois anos, não só começar a recuperar a economia da Argentina, como consegue eleger um sucessor com a personalidade do presidente Kirchner.
Os chilenos, depois de tantas e tantas amarguras, num período que muita gente não quer nem se lembrar, estão agora prestes a, pela quarta vez consecutiva, reeleger um presidente, eu espero que uma presidente, ou seja, uma mulher presidente daquele país. Isso não é pouco, isso é muito.
E o que nós precisamos é trabalhar para consolidar, para que a gente não permita que haja qualquer retrocesso nessas conquistas, que são que nem uma escada: a gente vai conquistando degrau por degrau. E, às vezes, até paramos um pouco num degrau para dar um passo um pouco maior, porque se tentarmos dar um passo muito grande poderemos cair, nos machucar e a caminhada retrocederá.
O Foro de São Paulo, na verdade, nos ensinou a agir como companheiros, mesmo na diversidade. A coordenação do Foro de São Paulo, que envolvia parte das pessoas que estão aqui, não pensava do mesmo jeito, não acreditava nas mesmas profecias, mas acreditava que o Foro de São Paulo poderia ser um caminho. E foram inúmeras daquelas reuniões que ninguém quer participar, às vezes, pegar um vôo, andar quatro, cinco horas de avião e parando três, quatro vezes para chegar num lugar e encontrar meia dúzia de companheiros para se reunir. E esses companheiros que tiveram a coragem de assumir essa tarefa, eu acho que hoje podem estar orgulhosos, porque valeu a pena a gente criar o Foro de São Paulo.
No começo, eu me lembro que alguns partidos nem queriam participar, porque acharam que nós éramos um bando de malucos. O que não faltava eram adjetivos. E quanto mais perto as pessoas iam chegando do poder, mais distantes iam ficando do Foro de São Paulo.
A minha vinda aqui, hoje, é para reafirmar uma coisa: a gente não precisa esquecer os nossos companheiros quando a gente ganha uma eleição para presidente da República. A gente precisa continuar tendo as nossas referências para que a gente possa fazer cada vez mais e cada vez melhor. E é isso que eu quero fazer como exemplo, ao sair de Brasília e vir aqui.
Vocês sabem que eu não posso brincar o tanto que eu já brinquei, as coisas que fazia nos outros, porque quando nós começamos o Foro de São Paulo, a gente ficava implorando para ter um jornalista e não tinha nenhum. E hoje tem muitos e eu já não posso fazer as brincadeiras, eu não posso fazer o que fazia antes e nem dizer tudo o que eu dizia antes.
Mas uma coisa eu quero que vocês saibam: valeu a pena acreditar em nós mesmos e saber que nós vamos levar muitos anos, muitos… Nós não conseguiremos fazer as transformações que acreditamos e por que brigamos tantos anos em pouco tempo. É um processo de consolidação.
Eu estava vendo as imagens do primeiro encontro e fico triste porque a velhice é implacável. A velhice parece que só não mexe com a Clara Charf, que é do mesmo jeito desde que começou o primeiro Foro, mas todos nós, da mesa, envelhecemos muito. Espero que tenha valido a pena envelhecer, Marco Aurélio. Eu me lembro que eu não tinha um fio de cabelo branco, um fio de barba branca e hoje estou aqui, todos estão, de barba branca.
Meus companheiros,
Eu estou feliz porque vocês acreditaram. Reuniões que não eram fáceis, difíceis, muitas vezes as divergências eram maiores que as concordâncias e sempre tinha a turma que fazia o meio de campo para contemporizar, procurar uma palavra adequada para que não houvesse nada que pudesse criar embaraço para o Foro de São Paulo.
Eu quero dizer uma coisa para vocês: não está longe o dia em que o Foro de São Paulo vai poder se reunir e ter, aqui, um grande número de presidentes da República que participaram do Foro de São Paulo.
As coisas caminham para isso. Nós aprendemos que a organização da sociedade é um instrumento excepcional e nós aprendemos que o processo democrático pode garantir que a gente concretize esses sonhos nossos.
No Brasil, eu espero que o PT tenha preparado para vocês os informes que vocês devem levar para os seus países, e é importante que o Foro de São Paulo consiga que os outros países apresentem também as coisas que estão acontecendo em cada país, para que a gente vá consolidando os avanços das políticas sociais que tanto nosso povo precisa.
Esses dias eu estava assinando, ou melhor, sancionando o Fundo de Habitação Popular, lá em Brasília, e não tinha me dado conta de que, quando foi falar o líder do povo, que luta por habitação no Brasil, ele não agradeceu a lei que vai criar o Fundo, ele não fez menção. A coisa mais importante para ele não era o fato de termos criado uma lei que criava um fundo de moradia; a coisa que mais o marcou no discurso é que era a segunda vez que ele tinha conseguido entrar no Palácio de governo do Brasil. E aí a minha memória voltou a 1994, o Marco Aurélio estava comigo, quando eu fui visitar o Mandela. Na porta do Palácio tinha um monte de pessoas, mulheres e homens, andando felizes. E eu perguntei para o Mandela: o que essa gente faz aqui, desfilando? Ele falou: “Lula, essa gente era proibida de passar na frente do palácio, portanto, hoje eles vêm aqui. Só o fato de eles entrarem no recinto do Palácio, tem muitos que choram, tem muitos que querem colocar a mão na parede. E se eu estiver perto para tirar fotografia”, me dizia o Mandela, “então, isso é a realização máxima.”
Além disso a nossa relação, e é o Dulci que cuida da relação com o movimento social, eu penso que não existe, na história republicana, ou não sei se não existe na história da América do Sul, algum momento em que o movimento social esteve tão próximo das relações mais saudáveis possíveis com o governo do que nós temos hoje.
Vejam que os companheiros do Movimento Sem-Terra fizeram uma grande passeata em Brasília. Organizada, muito organizada. E todo mundo achava que era um grande protesto contra o governo. O que aconteceu? A passeata do Movimento Sem-Terra terminou em festa, porque nós fizemos um acordo entre o governo e o Movimento Sem-Terra, pela primeira vez na história, assinando um documento conjunto.
Alguns dias depois, foi a Confederação da Agricultura, milhares de trabalhadores. E quando chegaram no Palácio, já tinha um acordo firmado com os companheiros, que foram para as ruas fazer uma festa.
Esse tipo de comportamento, de mudança que houve no Brasil, demonstra que a democracia veio para ficar. A democracia veio, no nosso país, para se consolidar. E vocês, que são visitantes, companheiros que estão preocupados com as notícias que têm saído no Brasil, tenham consciência de uma coisa: seria impensável que eu fosse governar este país quatro anos e não tivesse problemas. Seria impensável, ou seja, nós já conseguimos o máximo, ou seja, nós já conseguimos fazer com que o FMI fosse embora sem precisar dar nenhum grito.
Eu dizia para o Palocci: Palocci, o que você vai fazer quando não precisar mais fazer acordo com o FMI? Porque alguns aqui passaram a vida inteira gritando, ou seja, de repente você construiu uma situação política em que não precisou fazer absolutamente nada a não ser dizer: não precisamos mais do acordo com o FMI.
Na política, o que está acontecendo eu encaro como uma certa turbulência, mas que só existe efetivamente num processo que vai se consolidando fortemente, da democracia.
Eu quero que vocês saibam e voltem para os seus países com a certeza de que eu entendo que a corrupção é uma das desgraças do nosso continente, e muitas vezes quando alguém falava que nós éramos pobres por conta do imperialismo, eu dizia: pode ser até meia-verdade, mas a outra verdade é que nesses países da América do Sul e da América Latina nem sempre nós tivemos dirigentes que fizessem as coisas corretas para o seu povo e com o dinheiro público.
É por isso que tenho afirmado, num pronunciamento, que seremos implacáveis com adversários e com aliados que acharem que podem continuar utilizando o dinheiro público para ficarem ricos, mas da mesma forma seremos também implacáveis no trabalho de consolidar o processo democrático brasileiro. Não permitiremos retrocesso. Alguns, antes de nós, morreram para que nós chegássemos onde nós chegamos, e nós temos consciência do sacrifício que se fez no Brasil, do sacrifício que se fez no Chile, do sacrifício que se fez na Argentina, do sacrifício que se fez no Uruguai, do sacrifício que se fez no Peru, do sacrifício que se fez na Colômbia, em todos os países, para que o povo pudesse sentir o gosto da coisa chamada democracia.
E, portanto, nós, estejam certos disso, o Lula que vocês conheceram há quinze anos atrás está mais velho, mas também muito mais experiente e muito mais consciente do papel que temos que jogar na política da América do Sul, da América Latina, da África e, eu diria, na nova concepção de política no mundo inteiro.
Não foi fácil criar o G-20, não. Não foi fácil convencer um grupo de países de que era possível mudar a geografia comercial do mundo se estabelecêssemos entre nós um grau de confiança e de relação em que pudéssemos, cada um de nós, entender que temos que nos ajudar muito mais. É por isso que hoje a gente pode olhar para vocês e dizer: a relação comercial Sul-Sul aumentou em mais de 50%. Nós estamos comprando mais e vendendo mais de nós mesmos. Nós estamos estabelecendo parcerias entre nossas empresas. Esses dias, fizemos não sei quantos acordos, 26 acordos, com a Venezuela. Agora foi feito um monte de acordos com a Colômbia. Estamos fazendo acordo com a Argentina, com o Chile, ou seja, os nossos empresários têm que se encontrar, estabelecer parceria. Os nossos sindicalistas têm que se encontrar e estabelecer formas conjuntas. Os partidos têm que se encontrar, os parlamentares têm que se encontrar, o Foro de São Paulo tem que exigir cada vez mais a criação de um parlamento do Mercosul para que a gente possa consolidar definitivamente o Mercosul, não como uma coisa comercial, mas como uma instância que leve em conta a política, o social, o comercial e o desenvolvimento.
Esses dias, nós fomos à Guiné-Bissau. Aliás nós já visitamos mais países da África, acho, do que todos os governantes da história do Brasil. E fomos à Guiné-Bissau e fizemos uma reunião. Guiné-Bissau é um país de língua portuguesa, pequeno, praticamente destruído. E eu dizia ao Presidente e aos parlamentares: para que guerra, para que uma guerra na Guiné-Bissau? É um país destruído. A única chance que aquele país tem é a construção da paz, eles têm que construir um país para depois brigar pelo poder, porque senão estão brigando em torno de nada. Nem o Palácio Presidencial está de pé. Eu fui ao banheiro do Presidente, não tinha água. E eu dizia: meu Deus do céu, vocês precisam encontrar um jeito de transformar a paz na mais importante bandeira de vocês, porque somente a partir dela é que vocês poderão construir o país.
Esse trabalho é um trabalho que leva anos e anos. E nós apenas estamos começando. Nós apenas estamos transitando pelo mundo tentando estabelecer uma nova ordem, em que a gente consiga as vitórias na Organização Mundial do Comércio, que precisamos. E foi assim que nós ganhamos a questão do açúcar, foi assim que nós ganhamos a questão do algodão, foi assim que nós ganhamos a questão do frango congelado. Parece pouco, mas era muito difícil ganhar uma coisa na Organização Mundial do Comércio. E por conta do G-20 já ganhamos três e poderemos ganhar muito mais, adotando o princípio que nós aprendemos desde que começamos a nossa militância política, de que se todos nós nos juntarmos, nós derrotaremos os outros.
Por isso, eu tenho viajado muito. Eu viajei, possivelmente, em dois anos, mais do que muitos presidentes viajaram e vou continuar viajando, porque as soluções para os problemas do Brasil não estão apenas dentro do Brasil, as soluções para os problemas de Cuba não estão só dentro de Cuba, não estão dentro da Argentina, não estão dentro da República Dominicana, não estão dentro do México, ou seja, é preciso que a gente resolva outros problemas externos para que a gente possa consolidar as soluções de alguns problemas internos.
Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica.
E eu estou convencido de que o Foro de São Paulo continuará sendo essa ferramenta extraordinária que conseguiu fazer com que a América do Sul e a América Latina vivessem um dos melhores períodos de democracia de toda a existência do nosso continente.
Muito obrigado a vocês. Que Deus os abençoe e que eu possa continuar merecendo a confiança da Coordenação, que me convide a participar de outros foros. Até outro dia, companheiros.
Comentário: Essa é uma confissão de culpa que deve ser avaliada pelo STF. Chega de proteger esse psicopata de duas caras. Se quiserem eu posso fornecer o arquivo…
Lulla=Renan=collor=sarney=jader=titica de galinha
Não vamos reeleger ninguém, vamos mandar os ratos pra casa porque pra cadeia não vão mesmo
O Pedroso e o Leonardo devem estar sendo pagos pelo governo ( lógico que com o dinheiro do contribuinte) para ficarem o dia todo contaminando e enchendo o saco no blog. Vamos boicotá-los e ninguém mais lê as postagens deles. Se eles não tem o que fazerem, nos temos.
Gostaria de saber se este é um blog alternativo ao do Planalto – que, na minha opinião, deveria ter um espaço para comentários dos internautas – ou um instrumento da direita raivosa, capitaneado pelo ‘grande patriota’ Olavo do Carvalho?
VIVA O ESTADO CORRUPTO
VIVA O PT OPORTUNISTA
VIVA O LULA MENTIROSO
VIVA AS ESQUERDAS CORONELISTAS DE TODO O MUNDO SUBDESENVOLVIDO.
VIVA O SOCIALISMO E A ANTIDEMOCRACIA
VIVA AOS POBRES INCULTOS E MANIPULADOS DESTE PAÍS.
VIVA A DESIGUALDADE ENTRE OS QUE PAGAM IMPOSTOS E OS QUE SE LOCUPLETAM NO PODER
VIVA AOS PHA, PEDROPAULOS E TODOS AQUELES QUE SÃO PAGOS PARA ACREDITAM NOS CONVENCER QUE SOMOS IDIOTAS
VIVA A QUEBRA DO SIGILO DO CASEIRO
VIVA AOS PETISTAS MANTIDOS A CUSTA DOS NOSSOS IMPOSTOS
VIVA AOS CUECAS MILAGROSAS
VIVA AOS SARNEYS E RENANS
VIVA A TODOS OS CAPACHOS DO NOSSO GUIA
NÓS BRASILEIROS MERECEMOS
O que Lulla sabe sobre a independência do Brasil, já que não leu nenhum livro de história? Não leu porque não quer, pois oportunidade e tempo ele tem de sobra!
Fomos comemorar a independência em Curitiba, mas a única coisa que nosso país nos ofereceu, foi censura.
Proibiram cidadãos de bem de se aproximar das tribunas no desfile por estarem portanto faixas Fora Sarney!
Parabéns Brasil pela forte democracia e independência de seu povo….
Do que esses Generais da ativa tem MEDO?
Querem motivos mais justíficávais do que essa DESMORALIZAÇÃO???
O FUTURO NÂO JUSTIFICA?
“ As Forças Armadas precisam cumprir seu papel de esteio moral da Nação Brasileira”
O máximo que pode acontecer é ser morto ou ser preso…
O QUE IMPORTA É A NOSSA PATRIA…
é, por mais ideológica que possa parecer…
ISSO É O QUE IMPORTA , AINDA!
Serra foge da chuva como fugiu da cratera do metrô. E Bush fugiu do Katrina
O caderno “Cotidiano” da Folha (*****) dedica quatro páginas, – fora a primeira – ao dia de caos que São Paulo viveu. (**)
Sete pessoas morreram (tanto quanto na abertura da cratera do metrô).
Quem melhor resume a situação calamitosa é o jornal Agora, o único que merece ser lido em São Paulo:
“Minhocão alagado. Obra de Kassab.”
Continua o Agora:
“Lixo espalhado entope as galerias. O lixo na alça de saída do Minhocão está acumulado há quinze dias. Elevado é fechado por duas horas. Marginais bloqueadas.”
A única referência a uma autoridade pública aparece no Estadão, onde Kassab põe a culpa na Marta.
Essa é outra característica dos tucanos de São Paulo, amigo navegante: quando a coisa fica feia, a culpa é da Marta
Concordo plenamente com euller, já está na hora dos militares voltar ao poder, e botar ordem no Estado. Porque dá forma que está a administração pública lameada em corrupção e etc, com o cidadão pagamento uma das maiores cargas de tributos do mundo (38%/PIB) sem ter direito a nada, exceto bolsas de currais eleitorais, seria bem melhor do que a atual ditadura imposta pelo funcionalismo público de alto escalão (juiz, procurador, promotor e etc) com seus altíssimos salários e mordomias e políticos encastelados em geral. Porque melhor? Ora, no militarismo viveríamos com apenas um rei (general) ao invés de milhares de reis da atual ditadura que complicam tudo em prol dos interesses particulares na defesa de grupos econômicos estrangeiros no País. Seria muito mais barato para o País e para o cidadão, além de oferecer uma maior garantia da pátria e da soberania brasileira. Viva os militares!!
[120 Luiz Gonzaga says:
September 9, 2009 at 8:53 am]
Bem se vê o quanto vocês, anti Lula lacerdentos são incapazes. Você, com esse artigo acabou chamando o DAVID de mentiroso. E mais, postou o artigo sem ler. Tivesse lido teria amorcegado.
[131 Moisés says:
September 9, 2009 at 12:50 pm]
Faz o seguinte, ao invés de pedir o caos de um novo golpe militar e suas consequencias, vá para algum país em que já exista uma ditadura militar no poder. Será muito mais barato, porque fazer uma enorme movimentação de tropas e tudo mais se com uma passagem apenas, a sua, estará feita sua vontade?
[120 Luiz Gonzaga]
Começa que: se está no Site Oficial, que é de livre acesso, até pra chupa-cabra igual você, então não está “escondidinho”.
Bem se vê o quanto vocês, anti Lula lacerdentos são incapazes. Você, com esse artigo acabou chamando o DAVID de mentiroso, outro que lê mas não interpreta. E mais, postou o artigo sem ler. Tivesse lido teria amorcegado.
Agora, te desafio a encontrar algum discurso ou ata, ou seja lá o que for das reuniões do CLUBE DE BILDERBERG, que voce certamente não sabe o que signifioca, mesmo tendo os “gurus” de voces como membros.
Boa tarde aos pensantes!
NICA, conseguiu acompanhar o Julgamento??
Eu só agora que cheguei para o almoço vou ver. Já comentei na UOL.
http://forum.noticias.blog.uol.com.br/arch2009-09-06_2009-09-12.html#2009_09-08_20_49_44-8953204-0
Eles(STJ) estão no almoço, vou deixar gravando, mas já li que o Peluso, foi contra a decisão do TARSO.
GILMAS”MENTES” DANTAS, já falou que o julgamnto deve ser lonnnnngo.
Eu não entro no merito da condnação dele, na Itália , só acho que cada País tem suas leis, os ciddãos devem ter conhecimento delas, lá é perpéua? que fique lá, agora Brasil querer ficar com asassino e na época do PAN tratou de expulsar os atletas que apenas queriam fugir do DITADOR? tem dó. Manda o bandio pra morar como TARSO kkkkk
abraço até à noite se não tiver chatos aqui
Meu Deus! À direita e à esquerda, pra qualquer lado que se olhe isso aqui é um verdadeiro horror! Não sobra um único e mísero comentário que se aproveite. Parece que conseguiram reunir a escória. Foi combinado? Acho que agora deu pra entender por que o blog oficial optou por não incluir comentários. E pelo visto fez muito bem… Tchau!
Escevi errado, correndo, mas não sou Ptista
hehe
A discussão(entrevista) agora na TV Jutiça está muito boa, elucidativa
Escevi errado, correndo, mas não sou Ptista
hehe
A discussão(entrevista) agora na TV Justiça está muito boa, elucidativa
Colocar o Tarso como Ministro da Justiça é o mesmo que admitir o Delúbio como representante do Brasil na ONU…
Esses “cumpadres” do ácaro…!
Enquanto o aiatolá Ali Khamenei, ordenou o maluco do Ahmadinejad a usar bandeiras “em nome de Alá”, o ácaro e sua tropa aqui no Brasil estão a usar bandeiras “em nome da inclusão social”!
A farsa é a mesma: controle do PODER!
Já recomeçou..adorei as falas do Peluso, explicando o que diz a Lei no Brasil e o que o TARSO nojento fez, completamente errado
vou assitir enquanto posso
Esse Olavo de Carvalho é uma bomba para o desgoverno Lula e sua quadrilha. Sugiro que visitem o site dele.
http://www.olavodecarvalho.org
A secretária do Lula era apaixonada por ele. Mas ele não percebia. Um dia, depois do expediente, ela entrou na sala dele, com um vestido provocante, bem decotado. Fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até a mesa, com ares de Monica Lewinski e propôs:
- Presidente, vamos fazer uma sacanagem?
- Vamos! Onde é que eu assino?
Olá pessoal ! Vejam êste vídeo.Será que é armação do “ PIG “ ?
http://www.youtube.com/watch?v=VRxGdrcnDlg&feature=player_embedded
Obrigado, Lula de 2000, pela resposta brilhante ao seu próprio projeto.
PORRA OBAMA….MANDA ESSES MERDAS DA AMERICA LATINA PRA PQP !!!! ESSES MERDAS
COMUNISTAS ..BURROS !!!
A CHINA JA MOSTROU O POR QUE DE ANDAR TAO RAPIDO…DÊ A MÃO A QUEM TEM TECNOLOGIA E DINEHIRO !!! E ANDE PARA FRENTE !!!!
IMBECIS LATINOS !!!
Lula voltou atrás… A sua afoiteza xucra de obter vantagens políticas em tudo que faz deu com os burros n’água. Lula foi obrigado a retirar o regime de urgência de projetos do pré-sal para evitar um fiasco do seu governo. A oposição venceu e Lula perdeu. É o que dá acreditar que pode tudo por causa da sua desmoralizada popularidade.
Chora petralhada canalha kkkkk
Leonardo porque tu está preocupado com os militares, o senhor é funcionário público que vive a custa dos altíssimos impostos pagos pelo cidadão excluído totalmente dos direitos básicos? Amigo, veja bem, se a ditadura é tão ruim assim, porque na china vivem mais 1,3 bilhão, enquanto no brasil mal vivem 0,3 milhão, com a maioria ganhando uma miséria ou acusta das tais bolsas. Rapaiz se pintar uma guerra aqui, no Brasil, é um bem que fazemos aos nossos netos, pode ter certeza disso. Viva a REVOLUÇÃO!!! Viva os MILITARES!!!! Viva a Guerra!!! Fora ditadores encastelados com seus hipersalários injustificáveis!!!
Moisés, ele deve estar preocúpado em perder o imprego dele
A OEA, órgão do Foro de São Paulo
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 20 de julho de 2009
A teoria de que o think tank democrata “Diálogo Interamericano” controla o Foro de São Paulo foi lançada pelo meu amigo José Carlos Graça Wagner no começo dos anos 90, uma época em que ninguém no Brasil – muito menos ele próprio – tinha uma visão clara do esquema globalista em ação nos EUA. O dr. Wagner foi o pioneiro nas investigações sobre o Foro de São Paulo, mas tão longe da realidade ele estava quanto a esse ponto em particular, que interpretava as ações do Diálogo em termos do interesse nacional dos EUA, acreditando que o apoio dado por aquela entidade à esquerda latino-americana visava a conter o fluxo da imigração ilegal que ameaçava a segurança interna daquele país. Transcorrida uma década e meia de apoio constante da esquerda democrata à abertura das fronteiras para os ilegais, essa hipótese deve ser considerada apenas um erro já longamente superado. Desenterrá-la é deixar-se hipnotizar por um fantasma.
Que houve colaboração entre o Diálogo e o Foro, não se pode negar. Pelo menos um encontro discreto entre representantes das duas entidades aconteceu em maio de 1993. O fato foi completamente ocultado pela grande mídia norte-americana e só saiu na edição cubana do Granma no dia 5 daquele mês. Como no ano passado eu recebesse dos arquivos do Dr. Graça Wagner um recorte parcial da matéria, pedi que um assistente meu buscasse o texto integral na Biblioteca do Congresso. A coleção completa do Granma estava lá: só faltava a edição de 5 de maio de 1993. A mesma lacuna observou-se em várias outras bibliotecas, alimentadas por aquele organismo central. Coincidência ou não, a então diretora da seção latino-americana da Biblioteca do Congresso era a mesma pessoa que havia organizado o encontro entre o Diálogo e o Foro quinze anos antes.
Por mais comprometedor que seja esse episódio, não se deve exagerar a sua importância, porque depois dele aconteceram tantos outros contatos diretos entre agentes globalistas de maior porte e representantes do Foro de São Paulo, e até mesmo das Farc, que as conversações de 1993 não podem ser vistas, hoje, senão como o vago começo de um flerte que já se estabilizou como casamento faz muito tempo. Mais ainda, esses contatos envolveram membros do CFR, Council on Foreign Relations, entidade todo-poderosa da qual o Diálogo Interamericano não passa de uma subestação retransmissora. Expliquei isso em artigo aqui publicado em 5 de junho de 2006.
Longe de representar uma expressão do poderio nacional americano (embora se utilize dele para seus próprios fins), o esquema globalista que protege a esquerda radical e o narcotráfico na América Latina tem o propósito declarado de quebrar a hegemonia dos EUA, facilitando a transformação da ONU em governo mundial. A eleição de Barack Obama, forçada por meio do controle absoluto dos meios de comunicação, que privou o eleitorado de informações essenciais sobre um candidato suspeitíssimo no qual jamais votaria se soubesse quem ele era, foi uma etapa importante do processo. Todas as medidas tomadas pelo presidente desde sua posse são perfeitamente coerentes com os objetivos de seus mentores: debilitar militarmente os EUA, destruir a economia nacional por meio do gasto público desenfreado e da inflação, desmantelar a resistência nacionalista (especialmente a direita religiosa), isolar Israel, favorecer a ascensão islâmica e proteger por todos os meios, inclusive os mais obviamente imorais, a esquerda radical na América Latina. Nunca um presidente norte-americano, com a modesta exceção de Jimmy Carter, foi tão coerentemente inimigo do seu país.
Sua mais recente iniciativa nesse sentido não poderia ser mais clara: condenando Honduras numa seção em que a parte acusada não teve o menor direito de defesa, a OEA consolidou-se como escritório de advocacia a serviço do castrochavismo, do narcotráfico e de tudo o que pode existir de mais anti-americano ao Sul do Rio Grande.
Mais realista do que os tagarelas iluminados da nossa mídia, ainda e sempre empenhados em camuflar as ações do Foro de São Paulo sob toneladas de desconversas anestésicas, a imprensa de Honduras foi direto ao ponto: informou que, pelos bons préstimos de Barack Obama, o Foro de São Paulo assumiu o controle da OEA.
Fonte
http://www.olavodecarvalho.org
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Qunta gente que nao tem o que fazer e fica aqui so dizendo coisas insanas, vamos pensar um pouco antes de mandar comentarios.
Dofus est un dofus kamas, le joueur incarne un ou plusieurs personnages. On y retrouve une multitude acheter des dofus kamas et d’¨¦quipements en tout genre, une vingtaine de m¨¦tiers diff¨¦rents et plus d’une centaine de monstres r¨¦partis en diff¨¦rentes zones sur les 10 000 dofus kamas pas cher (portions de carte, sur lesquelles l’on se d¨¦place d’ailleurs comme sur une carte) formant l’univers de achat dofus kamas, dont 99% ne sont accessibles qu’aux abonn¨¦s.
רҵɴӰϢƽ̨,רҵɴӰ,½רҵɴӰվ,˹רҵɴӰйרҵɴӰЭ, лרҵɴӰϢ, רҵɴӰ, йýרҵɴӰ. йרҵɴӰý,ɽרҵɴӰΪοṩרҵɴӰԤ,רҵɴӰ·,רҵɴӰѶ,ɽרҵɴӰŻվרҵɴӰ˾רҵɴӰרҵɴӰרҵɴӰ˾רҵɴӰ硢רҵɴӰ רҵɴӰ, Ĵתֳʪ, תֳʪ, ȱתֳʪ, dzתֳʪƵ, ۼͨ߶, йתֳʪ,תֳʪ,תֳʪزƷ,תֳʪع˾,תֳʪ,תֳʪվ,תֳʪ,תֳʪ,йתֳʪƷΪתֳʪҵλרҵתֳʪྭʵáתֳʪƷƷתֳʪƷתֳʪűתֳʪϢԽתٱ˾Ǻרҵתٱ˾,Ӫҵ,Ӣתٱ,תٱ,תٱ,תٱȸרҵתٱ!ɽתٱ. ɽתٱ. ɽתٱ. ɽתٱ˾ ݰתٱҵ̬תٱšתٱгתٱҡתٱ̡תٱ4Sꡢתٱ
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