Sat 31 Oct 2009
Na trilha de Abreu e Lima
Posted by jorge under Curtas
(Os presidentes Lula e Hugo Chávez falam com exclusividade ao Blog do Planalto sobre a importância do projeto desenvolvido pela empresa brasileira Embrapa para o plantio de soja na região de El Tigre, na Venezuela. Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)
O nome do projeto agrário visitado pelo presidente Lula sexta-feira, em El Tigre, na Venezuela, é uma homenagem ao militar, político, jornalista e escritor José Inácio de Abreu e Lima, nascido em Recife (PE) em 1794 e considerado um dos heróis da independência venezuelana, tendo lutado ao lado de Simón Bolívar. Saiba mais aqui sobre Abreu e Lima.
Na Biblioteca Ayacucho, do governo venezuelano, é possível baixar o livro Utopismo Socialista (1830-1893), uma antologia de textos dos principais representantes do socialismo utópico da América Latina. Além de Abreu e Lima, traz textos de Esteban Echeverría, Domingo Faustino Sarmiento, Santiago Arcos Arlegui e Flora Tristán, entre outros.
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É porisso que eu repito sempre a mesma lista de escândalos, como a que está abaixo:
——————————————
Escândalos de Corrupção no Governo Lula (Luiz Inácio Lula da Silva) desde 2003
01. Caso Pinheiro Landim
02. Caso Celso Daniel
03. Caso Toninho do PT
04. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
05. Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)
06. CPI do Banestado
07. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
08. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
09. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
11. Irregularidades do Fome Zero
12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
13. Escândalo do Ministério do Trabalho
14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
17. Operação Anaconda
18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
19. Caso José Eduardo Dutra
20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
23. Expulsão dos Políticos do PT
24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Waldomiro Diniz)
25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
26. Escândalo da ONG Ágora
27. Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
28. Caso Henrique Meirelles
29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
30. Caso Cássio Caseb
31. Caso Kroll
32. Conselho Federal de Jornalismo
33. Escândalo dos Vampiros
34. Escândalo das Fotos de Herzog
35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
37. Caso Antônio Celso Cipriani
38. Irregularidades na Bolsa-Escola
39. Caso Flamarion Portela
40. Irregularidades na Bolsa-Família
41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
45. Escândalo do IRB
46. Escândalo da Novadata
47. Escândalo da Usina de Itaipu
48. Escândalo das Furnas
49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
51. Escândalo da Secom
52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
54. Escândalo da CPEM
55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
56. Caso Marka/FonteCindam
57. Escândalo dos Dólares na Cueca
58. Escândalo do Banco Santos
59. Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
60. Escândalo da Interbrazil
61. Caso Toninho da Barcelona
62. Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
63. Caso dos Dólares de Cuba
64. Doação de Terninhos da Marísa da Silva (esposa do presidente Lula)
65. Escândalo da Nossa Caixa
66. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
67. Escândalo das Cartilhas do PT
68. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
69. Escândalo do Proer
70. Escândalo do Sivam
71. Escândalo dos Fundos de Pensão
72. Escândalo dos Grampos na Abin
73. Escândalo do Foro de São Paulo
74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
75. Escândalo do Mensalinho
76. Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
77. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
78. Crise da VarigEscândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
79. Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
80. CPI da Imigração Ilegal
81. CPI do Tráfico de Armas
82. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
83. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
84. Operação Confraria
85. Operação Dominó
86. Operação Saúva
87. Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
88. Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
89. Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
90. Escândalo dos Grampos no TSE
91. Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula – petistas pegos com malas de dinheiro para compra de um dossiê falso para incriminar José Serra, atual Governador de SP)
92. ONG Unitrabalho
93. Escândalo da Renascer em Cristo
94. CPI das ONGs
95. Operação Testamento
96. CPI do Apagão Aéreo
97. Operação Hurricane
98. Operação Navalha
99. Operação Xeque-mate (envolvendo o irmão do presidente Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá, indiciado por tráfico de influência e o compadre do presidente Dario Morelli Filho, denunciado pelos crimes de contrabando, formação de quadrilha e falsidade ideológica)
100. Escândalo no Senado (envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB, por falta de decoro parlamentar).
Computando 2008 e 2009, atingimos o inacreditável n° de 178 escândalos (fora os não publicados). E o MST?
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US ACUNSÊIAMENTU DU INAÇO PÁ SUA CAGUIDATA (CORDEL POPULAR)
“Dirma,Dirma
Tomi temença
Veja u qui afirma
Sinão vira duença”
Minha véia cumpanhera
Devi aprendê a mintí
Num afirmi muta coiza
Çem antis mutcho pensá
A istrada têim puera
Quarqué uma bandaiêra
Priciza sê verdadera
Prus povu acriditá
Pra num virá um paiaço
Quarqué palava é um traço
Qui num podi si borrá
U meu nomi é Inaço
Quarqué coza qui eu fasso
É prus outro acriditá
Si num téim mermo diproma
Num fala tudu, num imbroma
Fala logu qui num sabe
A mintira é muto bôa
Maiz só devi simpregá
Nu lugá qui ela cabe
U bódi veio só fala
Quandu a mintira é redonda
Todu mundo vai na onda
I ainda mi palmeia
Inganá já tá na veia
Du mestri qui nada sabe
Qui só fala nu momento
Ondi a farsidade cabe
Só fale quandu pudé
Logu, logu iscapulí
Pois a art di mintí
Num é prá quarqué cristão
Já dizia u Salumão
U sábo di antigamente
Cristu abençoa us qui mente
I us torna Prisidente
Prá inganá seus irmão
Si ocê mi obidecê
I aprendê a lissão
Possu lhi aprumetê
Qui na próchima inleissão
Ocê será prisidente
Deça imença nassão
Açinado: Zé Serrote o pueta do Serrão
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Enviado por Ruy Fabiano -
31.10.2009
| 16h54m
Artigo
A quem não interessa a CPI do MST
Os que protestam contra a CPI do MST, em instalação no Congresso, invocam um argumento pueril: seria um instrumento político contra os movimentos sociais. Portanto, injusto.
Mas o que está em pauta não é a legitimidade dos movimentos sociais (que não se esgotam na questão agrária), mas os meios de que o MST se vale para sustentar sua pauta de reivindicações. A lei existe para todos, independentemente do que pleiteiem.
O MST com freqüência ignora a lei. Sustenta, através de suas lideranças, que, em face da nobreza de seus propósitos, a lei é um detalhe, quando não um obstáculo. Isso talvez explique o fato de haver nada menos que 165 ações judiciais, em instâncias diversas, contra o Movimento, que sequer existe como entidade jurídica.
É sustentado por um conjunto de ONGs, que capta dinheiro nos cofres do erário e em entidades internacionais e os repassa (ou não) aos sem-terra. E é aí que está um dos pontos centrais da investigação que o Congresso fará (ou não fará, já que a maioria governista não quer a CPI): não há transparência contábil.
Não se sabe o que é feito do dinheiro, que não é pouco. Contabiliza-se na escala das centenas de milhões. Há pistas importantes para as investigações iniciais. Relatório da CPI das ONGs, no Senado, que mapeou entidades ligadas ao MST, será utilizado como ponto de partida para futuras convocações à CPI do MST.
O relatório detecta um vínculo entre as entidades repassadoras de recursos da União ao MST e parlamentares governistas, a maioria do PT. Diz que muitas delas passaram a captar recursos públicos em maior volume depois que conseguiram empregar em gabinetes de parlamentares seus próprios representantes.
Citam-se, no tal relatório, entre outros, os deputados petistas Marco Maia (RS), Assis do Couto (PR), Anselmo de Jesus (RO) e o recentemente falecido Adão Preto (RS). O documento menciona desvio de recursos públicos e fala em formação de quadrilha.
Já na própria CPI das ONGs, as evidências apontadas respaldaram quebra de sigilo de quatro entidades parceiras do MST: Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil (Concrab), Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-Sul).
Juntas, receberam algo em torno de R$ 50 milhões dos cofres públicos. A CPI das ONGs confirmou o vínculo empregatício de representantes dessas entidades em gabinetes daqueles parlamentares. Um deles, lotado no do deputado Marco Maia, representava os interesses de nada menos que 13 entidades ligadas ao MST. Se essas informações não produziram maiores conseqüências na CPI das ONGs – esvaziada pela ação governista -, podem, no entanto, produzi-las agora, na CPI do MST, já que constituem o foco central da investigação. De cara, vão gerar as primeiras convocações e depoimentos.
Constata-se, entre os que condenam a instalação da CPI do MST – entre os quais, destacados intelectuais, que firmaram abaixo-assinado -, argumentação semelhante à que buscou evitar a CPI da Petrobrás: evocar uma suposta teoria da conspiração para evitar as investigações. Ora, se o MST não delinqüiu, não há o que temer. E, se delinqüiu, o temor deverá ser apenas dos delinqüentes, não dos defensores da reforma agrária.
Assim como a descoberta de eventuais falcatruas na Petrobrás não inviabilizará a empresa, nem fará com que o petróleo deixe de ser nosso, a reforma agrária não sairá da agenda política pela constatação de que uma organização que a postula comete irregularidades. Pelo contrário. Saneada em seu comando, terá meios mais efetivos de se materializar.
Movimento social não é uma entidade, mas uma realidade concreta que a transcende – não começa, nem acaba com ela. Se determinada entidade se comporta mal no papel de porta-voz daquela realidade, pode até sair de cena, mas o clamor que deveria expressar continua e se reorganiza de maneira mais eficaz.
Pelo volume de recursos já aportados ao MST, a causa da reforma agrária já deveria estar bem mais avançada. Os sem-terra poderiam até ter entrado no agronegócio, por meio de cooperativas.
O que se constata é que não há empenho em resolver a crise agrária, mas em dela tirar proveito político. Não se quer pôr fim à tensão no campo, mas mantê-la como instrumento de pressão política e eleitoral. É claro que os que se beneficiam com essa estratégia – e não são com certeza os trabalhadores sem-terra – estão contrariados. Mas isso nada tem a ver com movimento social. Tem outro nome, capitulado no Código Penal.
Ruy Fabiano é jornalista
Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 21h10m
Rosane diz que recebe só R$ 13 mil de pensão de Collor
Do jornal Extra:
Rosane Malta briga na Justiça para ter direito à metade do patrimônio do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Ela revela que recebe uma pensão de R$ 13 mil, ou seja um terço do que recebia na época da Presidência, quando o empresário Paulo César Farias disse que “madame estava gastando demais”.
O senador (PTB-AL) ainda paga o salário de quatro funcionários que trabalham na mansão no bairro Murilópolis, em Maceió, onde Rosane mora. A casa de quatro quartos – com piscina, quadra de tênis e quadra de futebol – foi comprada quando Collor deixou o governo de Alagoas para concorrer à Presidência da República, em 1989.
Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 21h55m
Recursos para presídios estão embargados
Em meio a problemas de superlotação e rebeliões, pelo menos R$ 460 milhões destinados pelo governo federal para a construção e a reforma de presídios estão parados nas contas bancárias de 24 estados e do Distrito Federal.
Relatório da Caixa Econômica Federal obtido pelo Globo informa que os projetos que deveriam ser financiados com esses recursos estão embargados por pendências nas licitações, entraves ambientais e falhas de engenharia, entre outros problemas.
Em alguns casos, o dinheiro mofa nas contas desde 2004, e os projetos não saem do papel há quatro ou cinco anos, relata reportagem de Jailton de Carvalho, publicada na edição deste domingo, do Globo.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 2h36m
DEU EM O ESTADO DE S.PAULO
Licença pode custar patrimônio de chefe do Ibama
Roberto Messias e diretor de licenciamento do órgão são alvos do Ministério Público
De João Domingos:
Tido como um destravador de licenças ambientais, o presidente do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias Franco, corre o risco de perder o patrimônio pessoal se condenado pela Justiça.
O Ministério Público Federal e o Ministério Público de Rondônia movem dois processos por improbidade administrativa contra Messias e o diretor de Licenciamento do Ibama, Sebastião Custódio. Eles foram acusados de conceder a licença de instalação do canteiro de obras e para todo o empreendimento da Usina de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, sem respeitar a Lei de Licitações nem a Constituição.
As ações são o exemplo maior dos conflitos que envolvem o licenciamento das obras de infraestrutura, pois nem dois dos responsáveis pela fiscalização se livraram dos problemas.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 2h58m
deu em o estado de s.paulo
Planalto prepara a criação de órgão que ficará acima do TCU
Objetivo seria enquadrar ‘célula de oposição’ que estaria controlando máquina de fiscalização e travando obras
De João Domingos:
O governo já estuda a criação de uma câmara técnica para resolver pendências relacionadas com a paralisação de obras diretamente com o Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, levou a proposta ao presidente do órgão, Ubiratan Aguiar, e ao ministro José Múcio Monteiro e aguarda uma manifestação. O Palácio do Planalto considera o TCU uma espécie de célula da oposição, visto que, dos nove membros, cinco são ex-políticos oposicionistas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu também ordem para que sejam respondidos imediatamente todos os questionamentos em relação às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o conjunto de empreendimentos que deverá servir de alavanca para a candidatura da ministra Dilma Rousseff à Presidência, no ano que vem. A determinação de Lula levou a Casa Civil, que supervisiona o PAC, a rebater um a um todos os questionamentos quanto a 15 itens do programa.
Aguiar, ex-deputado pelo PSDB, disse que ainda não foi procurado pelo governo para tratar da câmara técnica. “Tudo o que sei a esse respeito veio da imprensa”, afirmou. A assessoria do TCU complementou a informação, dizendo que a ideia é uma repetição da iniciativa de Rui Barbosa, de um órgão independente para fiscalizar o Executivo – ou seja, o próprio TCU.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 3h22m
deu na folha de s.paulo
Cabral aumenta em 37% recursos para publicidade
Governo tira verba da pasta da Agricultura e não explica origem de R$ 16 milhões
Em nota, o Estado diz que foi necessário o acréscimo porque o Orçamento “previa um valor menor que o valor que se pretendia gastar”
O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), ampliou em R$ 25 milhões a verba para propaganda, aumentando em 37,3% o montante de recursos autorizados para o setor.
A Secretaria de Agricultura foi a que mais perdeu recursos (R$ 6,8 milhões). A publicação de decreto no “Diário Oficial”, no entanto, não explica a origem de R$ 16 milhões remanejados para a propaganda.
Segundo o texto publicado, o limite para gastos em “serviço de comunicação e divulgação” da Subsecretaria de Comunicação Social foi ampliado de R$ 66,9 milhões para R$ 91,7 milhões, o maior já registrado na gestão Cabral. Até ontem, o governo havia gasto com publicidade R$ 61,9 milhões.
Caso mantenha essa tendência até o final do ano, desembolsará no setor mais de R$ 80 milhões, padrão que se mantém desde o início do governo.
Ao assumir seu mandato, para se contrapor à ex-governadora Rosinha Matheus (PMDB), Cabral havia dito que só gastaria dinheiro com publicidade de prestação de serviço.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 3h36m
deu na folha de s.paulo
Caixa pagou parte de festa em homenagem a Toffoli
Parte da festa oferecida em homenagem ao ministro José Antonio Dias Toffoli após a sua posse, no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa Econômica Federal.
A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), que organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura, pediu R$ 50 mil à Caixa Econômica, a título de patrocínio para a festa.
Questionado pela Folha, o banco confirma que, do valor pedido, repassou R$ 40 mil.
A comemoração, para 1.500 pessoas, aconteceu no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5 mil metros quadrados às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.
O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio da CEF à festa. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa. Quer saber se a despesa foi regular.
“Não posso concordar com a Ajufe transformada em laranja. Não veria problema se a Caixa Econômica desse dinheiro para um evento cultural da Ajufe. Não poderia haver patrocínio para esse tipo de encontro”, diz Flores da Cunha.
O juiz afirma não ter intenção de fragilizar a entidade, mas tornar a Justiça mais respeitada e transparente.
Ele foi procurado pela Folha depois do vazamento de e-mails em rede interna na internet. Em mensagem, o juiz chamava os diretores da Ajufe de “meros tesoureiros de “vaquinhas” que, se lícitas fossem, não se dariam desta forma”.
Cunha pediu informações sobre o montante gasto na festa e sobre se havia previsão estatutária após ler notícias de que a Ajufe contratara um buffet com pratos quentes, uísque, vinho e espumantes.
Enviado por Fernando Henrique Cardoso -
1.11.2009
| 8h07m
ARTIGO
Para onde vamos?
A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas.
Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?
Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.
É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública.
Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?
Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.”
Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.
Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”.
Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.
Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro.
Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.
Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina.
No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.
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Esse artigo do FHC foi a explicação mais clara que lí últimamente sobre a intenção do molusco, dos sindicalistas, dos petralhas e dos oportunistas de plantão.
Vou repeti-lo várias vezes para que os brasileiros, que são verdadeiros democratas, lembrem no futuro que foram avisados das tentativas dessa quadrilha petista em transformar o Brasil em uma nova Cuba no continente sulamericano.
Essa estória de alta popularidade é uma ilusão. É como aconteceu com o Jânio Quadros que tentou dar o golpe contando com a grande adesão popular que havia conseguido na época; contava com o apoio do povo para aclamá-lo o “grande líder”. Deu no que deu.
O povo é como o “jacaré guloso” que, enquanto o seu alimentador lhe fornece comida à vontade, permanece fiel; quando a comida acaba ele morde a perna do tratador e se puder o engole inteiro, até que apareça um outro mais generoso.
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Leiam de novo:
ARTIGO
Para onde vamos?
A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas.
Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?
Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.
É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública.
Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?
Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.”
Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.
Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”.
Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.
Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro.
Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.
Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina.
No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.
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Quanto mais o Lula fala
Mais votos ganha o Serra
Como diz o cantadô:
“O bom cabrito não berra”
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Domingo petralha não trabalha?
…ou é porque o pagamento falha?
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