Mon 5 Oct 2009
Mostra de cinema sul-americano sobre direitos humanos ganha força em 2009
Posted by jorge under Uncategorized
Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.
Artigo 27 da Declaração Universal dos Direitos Humanos
A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, cuja quarta edição começa hoje em São Paulo com 39 filmes de 10 países, vem ganhando cada vez mais espaço no calendário cultural brasileiro. De apenas quatro capitais em sua edição de estréia, em 2006, passou a 16 este ano, com perspectiva de chegar a todas as 27 capitais brasileiras em 2010. Realizada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com patrocínio da Petrobras, produção da Cinemateca Brasileira e apoio do Ministério das Relações Exteriores, da TV Brasil e do SESC/SP, a Mostra traz filmes que tratam de temas como preconceito racial, proteção da criança e do adolescente, saúde mental, tortura e trabalho escravo, entre outros -- confira a programação completa aqui. As sessões são gratuitas e as salas adaptadas para pessoas com deficiência audiovisual.
O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vannuchi, que participa hoje da abertura da Mostra, no CineSesc em São Paulo (às 20h30 horas), conversou com o Blog do Planalto sobre o evento e deu algumas boas dicas do que ver, confira:
Veja aqui o vídeo de divulgação da mostra:
Um dos filmes em exibição é Garapa, do diretor José Padilha (Ônibus 174 e Tropa de Elite), que aborda questões como fome e extrema pobreza.
Assista ao trailer do filme:
[171] Comentários
171 Responses to “ Mostra de cinema sul-americano sobre direitos humanos ganha força em 2009 ”
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Escândalos de Corrupção no Governo Lula (Luiz Inácio Lula da Silva) desde 2003
01. Caso Pinheiro Landim
02. Caso Celso Daniel
03. Caso Toninho do PT
04. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
05. Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)
06. CPI do Banestado
07. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
08. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
09. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
11. Irregularidades do Fome Zero
12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
13. Escândalo do Ministério do Trabalho
14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
17. Operação Anaconda
18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
19. Caso José Eduardo Dutra
20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
23. Expulsão dos Políticos do PT
24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Waldomiro Diniz)
25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
26. Escândalo da ONG Ágora
27. Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
28. Caso Henrique Meirelles
29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
30. Caso Cássio Caseb
31. Caso Kroll
32. Conselho Federal de Jornalismo
33. Escândalo dos Vampiros
34. Escândalo das Fotos de Herzog
35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
37. Caso Antônio Celso Cipriani
38. Irregularidades na Bolsa-Escola
39. Caso Flamarion Portela
40. Irregularidades na Bolsa-Família
41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
45. Escândalo do IRB
46. Escândalo da Novadata
47. Escândalo da Usina de Itaipu
48. Escândalo das Furnas
49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
51. Escândalo da Secom
52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
54. Escândalo da CPEM
55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
56. Caso Marka/FonteCindam
57. Escândalo dos Dólares na Cueca
58. Escândalo do Banco Santos
59. Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
60. Escândalo da Interbrazil
61. Caso Toninho da Barcelona
62. Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
63. Caso dos Dólares de Cuba
64. Doação de Terninhos da Marísa da Silva (esposa do presidente Lula)
65. Escândalo da Nossa Caixa
66. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
67. Escândalo das Cartilhas do PT
68. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
69. Escândalo do Proer
70. Escândalo do Sivam
71. Escândalo dos Fundos de Pensão
72. Escândalo dos Grampos na Abin
73. Escândalo do Foro de São Paulo
74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
75. Escândalo do Mensalinho
76. Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
77. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
78. Crise da VarigEscândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
79. Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
80. CPI da Imigração Ilegal
81. CPI do Tráfico de Armas
82. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
83. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
84. Operação Confraria
85. Operação Dominó
86. Operação Saúva
87. Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
88. Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
89. Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
90. Escândalo dos Grampos no TSE
91. Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula – petistas pegos com malas de dinheiro para compra de um dossiê falso para incriminar José Serra, atual Governador de SP)
92. ONG Unitrabalho
93. Escândalo da Renascer em Cristo
94. CPI das ONGs
95. Operação Testamento
96. CPI do Apagão Aéreo
97. Operação Hurricane
98. Operação Navalha
99. Operação Xeque-mate (envolvendo o irmão do presidente Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá, indiciado por tráfico de influência e o compadre do presidente Dario Morelli Filho, denunciado pelos crimes de contrabando, formação de quadrilha e falsidade ideológica)
100. Escândalo no Senado (envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB, por falta de decoro parlamentar).
(…e tem mais…)
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Petralhas não merecem atenção!
Isolem, façam de conta que não existem…
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Mais uma do Molusco:
Um branco de olho azul decidiu recorrer à Justiça contra Lula
Da Folha Online:
O consultor Clóvis Victorio Mezzomo, nascido em Caxias do Sul (RS), entrou com um pedido de interpelação judicial no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na interpelação, Mezzomo pede para Lula explicar o motivo de responsabilizar gente branca e de olhos azuis pela crise econômica mundial.
Na ação, Mezzomo alega ter se sentido pessoalmente ofendido pela declaração de Lula, pois é descendente de italianos e tem a pele clara e olhos verdes. Diz que foi criado em Estância Velha (RS) e trabalhou desde a infância cercado por homens e mulheres de “pele branca e olhos azuis”. Mezzomo diz que essas pessoas, “juntamente com europeus ibéricos, negros e índios, muito fizeram pela prosperidade e progresso da região”.
Mezzomo alega ainda que Lula imputou a uma etnia a responsabilidade integral pela crise internacional em uma postura intoleravelmente racista.
Na ação, ele lembra que a Constituição reprime com veemência a prática de racismo. A reportagem não conseguiu localizar o autor da ação. O Palácio do Planalto informou que não vai comentar o assunto.
O advogado da ação, Rodrigo Mezzomo, conselheiro da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil do Rio, diz que espera uma retratação do presidente Lula. “Se essa retratação não ocorrer, vamos tomar medidas jurídicas cabíveis, como uma ação criminal por racismo”, afirmou à Folha Online.
Segundo ele, o presidente não poderia responsabilizar uma característica genética pela crise. “Se ele tivesse dito que a crise era causada por negros, por exemplo, todos diriam que foi racismo. Como culpou os brancos, isso não ocorreu.”
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O falso moralismo do PT
Editorial Estadão
Não poderia ser mais elucidativa a sentença que o juiz titular da 17ª Vara Federal de Brasília, Moacir Ramos, acaba de dar a uma das mais rumorosas denúncias de corrupção feita no final do primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. Além de absolver os acusados, ele fez duras críticas aos denunciantes, que acusa de terem feito a denúncia apenas para obter dividendos políticos, sem oferecer provas e ajudar nas investigações.
O caso começou em julho de 1998, quando alguns parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT), como Aloizio Mercadante, Ricardo Berzoini e Vicente Paulo da Silva, e um líder sindical filiado ao partido, João Vaccari Neto, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, acusaram o Ministério das Comunicações, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de manipularem o leilão de privatização da Telebrás, para favorecer um grupo financeiro interessado em comprá-la.
A denúncia foi feita com base em interceptações telefônicas ilegais, que era uma das práticas a que o PT, na oposição, mais recorria para criar fatos políticos. As gravações reproduziam as conversas travadas pelo então ministro Luís Carlos Mendonça de Barros com André Lara Rezende, presidente do BNDES, José Pio Borges, diretor do órgão para a área de desestatização, e Renato Guerreiro, presidente da Anatel, com o objetivo de tentar aumentar o valor do ágio no leilão da Telebrás. Como temiam que só aparecesse um ou dois candidatos, o que levaria a uma venda pelo valor mínimo, eles se mobilizaram para estimular fundos de pensão, como a Previ e a Funcef, e seguradoras ligadas ao Banco do Brasil a formarem um consórcio para participar do leilão, com apoio do BNDES.
Embora o material divulgado contivesse apenas trechos descontextualizados das conversas, o PT acusou o governo de “grossa corrupção” e, contando com procuradores da República simpatizantes, fez do caso uma “bandeira ética” contra o presidente Fernando Henrique Cardoso, que na época acabara de lançar sua candidatura à reeleição. Apesar de defender a inocência dos seus ministros, Mendonça de Barros e Lara Rezende, FHC não teve outra saída a não ser demiti-los, o que o obrigou a iniciar a campanha eleitoral na defensiva. Terminada a eleição, o PT se desinteressou do caso e nem depois da ascensão de Lula ao Palácio do Planalto, em 2003, decidiu reabri-lo.
Mesmo assim, o processo, ajuizado na Justiça Federal, seguiu sua tramitação normal. Mas as investigações mostraram que Mendonça de Barros e Lara Rezende eram inocentes, tendo agido dentro do limite da discricionariedade de seus cargos. E, acionado por procuradores da República simpatizantes do PT, o Tribunal de Contas da União apresentou relatório deixando claro que os acusados não causaram qualquer prejuízo ao erário, não feriram o princípio da moralidade administrativa e asseguraram a lisura e o caráter competitivo do leilão.
Em outras palavras, a denúncia de corrupção feita pelo PT em 1998 era infundada. Quase 11 anos depois, e esgotadas todas as etapas processuais, o titular da 17ª Vara Federal de Brasília absolveu os réus. E, além de reconhecer que eles agiram em defesa do interesse público, procurando aumentar o ágio do leilão da Telebrás, o magistrado não só condenou o PT por agir por puro oportunismo político, recorrendo a escutas telefônicas ilegais, como ainda fez questão de censurar o comportamento do atual presidente do partido, Ricardo Berzoini, do atual senador Aloizio Mercadante, do deputado Vicente Paulo da Silva e do sindicalista João Vaccari Neto. “Se havia a preocupação com a apuração dos fatos, por que esses nobres políticos não interferiram junto ao governo atual para que fosse feita a investigação das sérias denúncias que apontaram na representação que fizeram ao Ministério Público?”, disse o juiz Moacir Ramos.
A sentença é mais uma amostra da hipocrisia que caracterizou o comportamento do PT no tempo em que era oposição. Embora fizesse da moralidade sua principal bandeira, vê-se agora que vários de seus integrantes agiram sem o menor respeito à ética, recorrendo a qualquer método – inclusive espúrios – para chegar ao poder.
MST, crime e conivência
Carlos Alberto Di Franco, publicado em O Estadão
As invasões de fazendas em São Paulo, coordenadas por José Rainha, e as ações do Movimento dos Sem-Terra (MST) em Pernambuco – onde líderes do movimento assassinaram quatro seguranças de fazendas – causaram indignação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Recentemente, o ministro convocou a imprensa para dizer que os repasses de dinheiro público a movimentos que atuam dessa forma são tão ilegais quanto as invasões.
Nove dias após líderes do MST matarem a tiros os seguranças, o presidente Lula disse considerar “inaceitável a desculpa de legítima defesa para matar quatro pessoas” e cobrou punição dos culpados. Apesar dos assassinatos, Tarso Genro, ministro da Justiça do governo Lula, minimizou a violência no campo. “A reforma agrária vem sendo feita de maneira ordenada, dentro da Constituição, e não vejo nenhum índice de aumento de violência. O que ocorre é a mobilização de movimentos sociais, em determinadas circunstâncias de uma maneira mais arrojada.” Assassinar pais de família faz parte do arrojo? Invadir propriedades produtivas é exemplo de respeito à Constituição? Genro fala, talvez, de outro país. E Lula poderia ter evitado a ilegalidade e as mortes. Bastaria ter cortado a dinheirama que alimenta a violência no campo. A sociedade espera menos lamento e mais ação.
Apesar de a legislação proibir desde 2001 o repasse de verbas públicas a entidades que comandam invasões de terras, o governo federal abriu os cofres públicos para os agressores da democracia. Segundo matéria do jornal O Globo, o governo repassou, nos últimos sete anos, R$ 49,4 milhões a movimentos sociais invasores. Os recursos beneficiaram, principalmente, entidades ligadas ao MST e ao Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST).
O MST não tem personalidade jurídica, ou seja, não tem CNPJ e, portanto, não pode receber recursos públicos. Por isso, ardilosamente, criou entidades paralelas, como a Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca) e a Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária (Concrab), para receber verbas oficiais. Essas entidades funcionam, de fato, sob o mesmo teto do MST em São Paulo e Brasília. Quer dizer, o governo repassa, sim, muito dinheiro ao MST. Só que o faz por caminhos indiretos.
A verdade é de uma transparência cristalina: a sociedade está financiando a violência no Brasil. Com a conivência do governo, o direito à propriedade, pilar da democracia, está sendo estrategicamente minado. Penso, por isso, que, se comprovada a concordância ou a leniência do governo, o STF tem o dever de fazer cumprir a Constituição.
Cabe ao Ministério Público, instituição com relevantes serviços prestados à cidadania, assumir o seu papel constitucional de zelador da lei. São funções institucionais do Ministério Público, segundo a Constituição, “promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos”.
Os brasileiros contam com garantias constitucionais para a defesa da democracia e para o eficaz exercício da cidadania. “Qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas e do ônus da sucumbência.” Acabo de citar o inciso LXXIII do artigo 5º da Constituição. A ação popular pode, eventualmente, ser um instrumento jurídico para o enquadramento de ações criminosas e antidemocráticas. Ademais, tem legitimidade para propor ação civil pública qualquer associação ou organização não-governamental (ONG) que esteja constituída há pelo menos um ano. Sobram leis. O que falta é executá-las.
Nada contra os movimentos sociais legítimos e democráticos. Mas é inadmissível conceder um passaporte de impunidade aos que agridem a democracia brasileira. O que alguns pretendem é criar uma rede social fortemente ideológica que, com a conivência do governo, dinheiro do Estado e sem quaisquer amarras legais, funcione como poder paralelo inquestionável. O exemplo da Venezuela está aí. É só escarmentar em cabeça alheia.
A imprensa brasileira, sem as mordaças que alguns têm defendido, deve denunciar os desvios e abusos do governo. A consequência do crime (e as ações de alguns dos movimentos de sem-terra já ultrapassaram de longe a fronteira da legalidade), independentemente da ideologia e da manipulação semântica das autoridades, deve ser a punição cabal e exemplar. O problema da violência no campo e do desrespeito à lei é recorrente e gravíssimo. E não será resolvido com curativos e analgésicos. É preciso lancetar o abscesso, raspá-lo, limpá-lo. É necessário chegar às raízes da doença. Só assim os homens de bem que compõem as fileiras dos que querem uma justa distribuição de terras não serão confundidos com criminosos. É preciso dar um basta aos que se servem da pobreza como instrumento do marketing ideológico.
É preciso que a sociedade civil, os juristas, os legisladores, você, caro leitor, e todos os que têm uma parcela de responsabilidade na formação da opinião pública façam chegar ao Ministério Público e ao Supremo Tribunal, com serenidade e firmeza, um clamor contra a impunidade e uma defesa contundente da democracia.
Qualquer construção democrática reclama os alicerces dos valores éticos e da lei. No respeito aos seus princípios está o melhor antídoto contra aventuras ditatoriais.
Carlos Alberto Di Franco, doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, professor de Ética, é diretor do Master em Jornalismo (www.masteremjornalismo.org.br) e da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com)
E-mail: difranco@iics.org.br
Frase do dia
Está tudo dando certo. A oposição pode cortar os pulsos!
Enviado por Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, em conversa com – 5/10/2009 – 16:26
Reações do blog:
Apelido: A_Bem_da_Verdade – 5/10/2009 – 18:01
VelhotaCética – 5/10/2009 – 17:50
O Serra não precisa de palanque lá no RS esta disparado na Frente e a Dilma empacada como o PAC não sai de 20 em todas as suposições e perde até para o Ciro.
Apelido: lampião1 – 5/10/2009 – 18:00
Dando certo!!!
Pac… empacado.
Olimpiadas 2016 ??
copa do mundo 2014??
Vai dar certo, quando:
»Melhorar O IDH brasileiro (ficar em primeiro na A.Latina!)
»Sta.Catarina ter uma gestão positiva no controle das enchentes (várias vezes/ano)…
»Melhorar a desigualdade. Poucos com muitcho!! e milhões sem nada ou com migalhas…
» Qualidade no gasto público (dinheiro nosso, não do senhor Lulla e sua batota)
»Melhorar: Educação, saúde e infraestrutura (as estradas só tem buracos!!)
Os portos e aeroportos (alguns só tem belas fachadas) estão defasados e sucateados!
» Quando for possivel ver obras (reais!) serem realizadas; como: Pontes, viadutos, novas estradas, ferrovias e ai vai..
Por enquanto é só conversa fiada e corrupção desnfreada.
Obs: Será que até nas Olimapadas 2016 correu o tradicional “por fora…”
Resumindo: copa do mundo e jogos olimpicos para o povão não quer dizer nadinha…por mais que o governo Lullista propague.
No Rio, menos de 20 mil assistiram a divulgação.
Nome: Paulo sergio borchio – 5/10/2009 – 17:53
Eu realmente cortaria os pulsos se a minha única opção fosse ficar trancado dentro de um quarto com ela.Sai fora Idelizão.
Nome: Ney S Monteiro – 5/10/2009 – 17:52
Realmente está dando tudo certo.
E tudo isso graças à economia.
A política econômica foi herdada da dupla Pedro Malan e Armínio Fraga.
A firme condução do Banco Central veio pelas mãos de um banqueiro que foi eleito deputado pelo PSDB.
Por isso é que não dá para fazer oposição.
Como PSDB/DEM vão contestar a política econômica implementada pelo governo FHC?
Agora, se os economistas do PT (Mercadante à frente) tivessem dados as cartas, quem já teria cortado os pulsos seria a senadora, futura candidata derrotada ao governo de Santa Catarina.
Apelido: Catururé – 5/10/2009 – 17:52
Como essa traira gostaria que não houvesse oposição. Mas não está dando nada certo. Basta perguntar quem mandou assassinar Celso Daniel, que ela quebra o barraco.
Apelido: Lunarscape – 5/10/2009 – 17:49
Essa senadora é indigna. Um exemplo de brasileira que comprou votos e mantem um “curral” eleitoral, as custas da ignorância de uma população refém.
Uma declaração perversa e infeliz, digna do nível mais rastejante possível. Isso é senadora da republica ?
Que nojo….
Apelido: kerouak – 5/10/2009 – 17:47
Idelouca vai dar as caras nas oktoberfestas por aqui? Vai nada. Ela e o alumiado estão no bico do corvo dos Catarinas. Prometeram mundos e fundos nas enchentes do ano passado e… nada. Esse ano nem deram as caras nos munícipios que foram atingidos novamente. Não fossem os esforços do governo estadual e prefeituras, muitos ainda estariam em abrigos e ginásios. Santa Catarina é tratada com tanto descaso pelo atual governo que este terá uma derrota amarga nas próximas eleições por aqui, basta ver como estão nossos portos e a BR-101 cuja duplicação já requer uma 3ª pista e não tem data para terminar. Sai fora sirizeira.
Apelido: A_Bem_da_Verdade – 5/10/2009 – 17:43
Petista realmente tem uma cara de pau de pinoquio que é imenso.
Agora a tarde discursou no Senado o Senador Jão Pedro do PT reclamando que um Prefeito de uma cidade do acre está sendo Julgado pelo TRE por abuso de poder economico na sua eleição, e teve a maior cara de pau de dizer que a prestação de contas dele da eleição que só gastou 37 mil reais, como é que poderi ser abuso de poder economico?
Ora nem vereador da menor cidade do Brasil se elege gastandos só 37 mil reais, é muita cara de pau.
Alegou na na declaração de bens dele nem automovel tem, bobagem o Colega dele do Acre o Tião Viana fez uma declaração de bens em 2006 de menos de 24 mil reais tudo em aplicações financeiras e mais da metade em nome dos filhos.
Pode? Para Petista poooooooooode.
Apelido: Metano – 5/10/2009 – 17:43
Por traz de todo petista se esconde um déspota. Ideli não difere dos demais. Eles querem ver os adversários mortos. As coisas vão dar errado só quando forem abertas as urnas em 2010.
Dica para os postadores não-petralhas:
Quem assiste às sessões da Camara e do Senado, vai perceber que os parlamentares do PT se vestem como uns “caipiras bocós”; os homens vestem palitozões amarfanhados e as mulheres com roupas de peruas ridículas.
Os discursos, nem se fala… de fazer Rui Barbosa se contorcer no túmulo.
Mas o que eu queria dizer é sobre a informação de um amigo que foi vizinho da Ideli Salvatti.
Ele falou que ela era sirizeira mesmo (catadora de siri). Como a bóia estava escassa ela fez um cursinho mixórdia e se tornou professora primária. Depois foi expulsa da escola por ”comportamento estranho” com as colegas.
Entrou para o sindicato (como ocorre com a maioria dos vagabundos que não gostam de trabalhar e querem “subir na vida”). Filiou-se ao PT e saiu babando ovo dos poderosos do partido.
Entrou “pela janela” no Senado, mas continua sendo a mesma sirizeira de sempre.
Observem (abusando da paciência de vocês) o conteúdo dos seus discursos cheios de chavões superados e de textos que ela decora para falar. Quando o conteúdo é muito complexo ela lê…
Que pena! O Congresso Nacional está entupido de despreparados. Cópias daquele que ocupa o lugar de Presidente atualmente…
O Luizinho boquirroto, tua relação está cheia de “supostos”, escandalos fabricados pelo PIG. Muitos escandalos tem a marca dos Tucademos, como o do Banestado, que voce cita, escândalo enterrado pelo Tucano Matogrossense Antero Paes de Barros, para prateger seu financiador, “Comendador” Arcanjo, preso no Presídio Federal de Campo Grande.
Mas viu só como eles se enforcam, né Luizinho?
Olha o que tem na tua relação:
- Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia – Responsável =ACM
-Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel) Governo de Minas = Aécio
-Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos) Roraima = ex tucano
-Escândalo dos Vampiros = iniciado quando era ministro o Zé “gripe suína Serra.
-Irregularidades na Bolsa-Escola = programa do FHCia, extinto no governo Lula
- Escândalo da Usina de Itaipu =FHCia
- Escândalo das Furnas =FHCia Lista de Furnas)
-Caso Marka/FonteCindam =Famoso escandalo do Cacciola = FHCia
- Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)= Cria do FHCia na privataria
- Doação de Terninhos da Marísa da Silva (esposa do presidente Lula)mentira, esse escandalo é o da esposa do ALkmim, em São Paulo
-Escândalo da Nossa Caixa = Governo demotucano de São Paulo
-Escândalo do Proer = FHCia
- Escândalo do Sivam = FHCia
- Escândalo dos Fundos de Pensão =FHCia na privataria
Bem, tem mais, mas já basta pra mostrar a cara de pau do Luizinho apostando na “falta de memória” nossa.
Logo,logo estarei postando um comercial não-político para aliviar a tensão no blog.
Atenção é um cordel…tchan…tchan…tchan…tchan!!!
Para o Zé “gripe suina” e os tucademos que andam sonhando com a Presidência:
A mulher acorda o marido no meio da noite e diz, emocionada:
- Querido, sonhei que você estava me dando um colar de brilhantes. O que será que esse sonho quer dizer ?
E ele responde:
- Você vai saber no seu aniversário…
No dia do aniversário, o marido entra em casa com uma caixa retangular, maravilhosamente decorada, a mulher se agarra ao pacote, rasga o papel, abre a caixa e encontra o livro “O significado dos Sonhos
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A LIBEDADE DAS BRABULETA (CORDEL POPULAR)
A brobuleta é um bichu
Qui num sabi sê cativo
Num si sabi u mutivu
Na noça comprienssão
Nem uzandu a razão
Dá prá compriendê
Pruquié qui esti sê
qui disafia os ispaço
avúa prá todu ladu
na friage i nu mormasso
prá sê filiz nu vivê
Sabi quar é a frô
Qui podi si alimentá
Seu nutrimento é o mé
I ela sábi quar é
U maiz bom i verdadero
Quiconsomi u mêiz intero
Prá pudê sempi avuá
Quandu vem a pimavera
Vúa qui nem pensamento
Isculhendu u alimento
Pozandu di frô in frô
Cumu a deuza du amô
Cum suas aza culurida
Vai da rosa a margarida
Çem precunceitu de cô
Acácia branca i amarela
Assucena i larangêra
Gerâniu e girassó
Todas muito cherosa
Lindas i perfumosa
Qui si abrim paru só
Maiz néim sempi u rumantismo
Cunduz à rialidade
Nessi mundu di mardade,
Mintira i currupissão
É pricizu tê nussão
Du quié farso iu verdadero
Prá num tê dissepição
Néim entrá i disispêro
A palava brabuleta,
cuidadu, é pirigoza
Rima cum coiza ruim
Tambéim cum coiza gostoza
O vocábu brabuleta,
Rima cum iscopeta
I cum muinta coiza mais
Rima cum massaneta
Cum a tar di ispoleta
Cum a pirigoza beretta
Maiz cuidadu meu rapaiz
Ela podi sê impregada
Cum coiza imporcaiáda
Qui essa rapaziada
Fica correnu atrás
Tombém podi musicá
Cumu si ôve corneta
Quéim iscrevi cum caneta
Tombéim podi apruveitá
Rima tombéim cum perneta
Cum boli-boli i maneta
Cum monuciclo i lambreta
Cum mintira i cum mutreta
Cum instrumentu bureta
Cum caxote e cum caxeta
Na Ciênça, cum gameta
Na mecânca, cum gaxeta
Nu restoranti a gujeta
Nus jorná e nas gazeta
Nus circu as pirueta
Prus astrômo a luneta
Prus catalão a peseta
Mariana i Marieta
Prus qui viaju a maleta
Prus alejadu a muleta
Prus pedrófilo a ninfeta
Prus doidu téim a veneta
Prus analfa apedêta
Prus construtô a mureta
Prás crianssa a chupeta
Prus armáro a cruzeta
Prus Romeu a Julieta
Prus vingadô a vendeta
Prus astrômo a luneta
Prus sordadu a baioneta
Prus purtuga a lisboeta
Prus baianu a micareta
Prus jovi a motoneta
Prus tempêru a malagueta
…………………………………..
..só num vô falá procê
Aquilo c’ocê pensô
Zé Serrote u cantadô
É um homi di reispeitu
É caba bão i direitu
Respeitozo cua’s famía
I nas sua puesia
Num pronuncia bobage,
Nomi feio i sacanage
Néim prá irmã da sua tia
Si ocê quizé falá
Quissi reponçazabilize
Pôiz foi ocê qui pensô
I nunca mi martirize
Zé Serrote é direitu
Homi retu i iscurreitu
Nunca cuméti dislize
Brigadu…
Ançina: Zé Serrote, u pueta du Serrão
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Micheletti promete punir responsáveis pela expulsão de Zelaya
Declaração vem à tona logo após revogação do estado de sítio em Honduras; presidente de golpista admite ‘erro’
estadao.com.br
Wilson Pedrosa/AE
Em entrevista coletiva, Micheletti diz que expulsão de Zelaya foi decisão de ‘alguns setores’
TEGUCIGALPA – Logo após revogar o estado de sítio em Honduras, o presidente de facto, Roberto Micheletti, afirmou que os responsáveis por terem expulsado do país o chefe de Estado deposto, Manuel Zelaya, ainda não identificados, serão levados à justiça e punidos. Micheletti reiterou que “foi cometido um erro” ao enviar Zelaya para a Costa Rica após sua deposição, em 28 de junho, porque a Constituição hondurenha “guarda a presença de todos os hondurenhos, sem extradição, no país
Especial: O impasse em Honduras
“Definitivamente é uma decisão tomada por alguns setores (os quais não mencionou) e serão punidos conforme a lei”, disse o líder golpista, em entrevista coletiva ao lado da deputada republicana americana Ileana Ros-Lehtinen, que chegou nesta segunda-feira, 5, a Honduras para apoiar sua administração. “Estou totalmente seguro de que serão levados aos tribunais, como corresponde a qualquer erro cometido, eu não sabia de nada”, por ter expulsado Zelaya do país, acrescentou
Ditadura à brasileira
Roberto Setton
Leia trecho de um artigo de Marco Antonio Villa na Folha de hoje. Ele é exemplo de um intelectual de fato independente. E comete um pecado imperdoável aos olhos de certa esquerda: é muito estudioso.
É ROTINEIRA a associação do regime militar brasileiro com as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai). Nada mais falso. O regime militar brasileiro teve características próprias, independentes até da Guerra Fria.
Fez parte de uma tradição anti- democrática solidamente enraizada e que nasceu com o positivismo, no final do Império. O desprezo pela democracia foi um espectro que rondou o nosso país durante cem anos de república. Tanto os setores conservadores como os chamados progressistas transformaram a democracia em um obstáculo à solução dos grandes problemas nacionais, especialmente nos momentos de crise política.
O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 (até o AI-5), com toda a movimentação político-cultural. Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições para os governos estaduais em 1982. Mas as diferenças são maiores.
Enquanto a ditadura argentina fechou cursos universitários, no Brasil ocorreu justamente o contrário. Houve uma expansão do ensino público de terceiro grau por meio das universidades federais, sem esquecer várias universidades públicas estaduais que foram criadas no período, como a Unicamp e a Unesp, em São Paulo.
Ocorreu enorme expansão na pós-graduação por meio da ação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), especialmente, e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), em São Paulo. Ou seja, os governos militares incentivaram a formação de quadros científicos em todas as áreas do conhecimento concedendo bolsas de estudos no Brasil e no exterior. As ditaduras do Cone Sul agiram dessa forma?
A Embrafilme -que teve importante papel no desenvolvimento do cinema nacional- foi criada no auge do regime militar, em 1969. Financiou a fundo perdido centenas de filmes, inclusive de obras críticas ao governo (o ministro Celso Amorim presidiu a Embrafilme durante o regime militar). A Funarte foi criada em 1975 -quem pode negar sua importância no desenvolvimento da música, das artes plásticas e do teatro brasileiros? E seus projetos de grande êxito, como o Pixinguinha, criado em 1977, para difundir a música nacional?
No Brasil, naquele período, circularam jornais independentes -da imprensa alternativa- com críticas ao regime (evidentemente, não deve ser esquecida a ação nefasta da censura contra esses periódicos). Isso ocorreu no Chile de Pinochet? E os festivais de música popular e as canções-protesto? Na Argentina de Videla esse fato se repetiu? E o teatro de protesto? A ditadura argentina privatizou e desindustrializou a economia. Quem não se recorda do ministro Martinez de Hoz? Já o regime militar brasileiro estatizou grande parte da economia.
Somente o presidente Ernesto Geisel criou mais de uma centena de estatais. Os governos militares industrializaram o país, modernizaram a infraestrutura, romperam os pontos de estrangulamento e criaram as condições para o salto recente do Brasil, como por meio das descobertas da Petrobras nas bacias de Santos e de Campos nos anos 1970.
Luiz Antonio Gomes da Silva em 5/outubro/2009 as 17:32 E quando terminará o “Estadão” de sítio promovido contra o Presidente Lula. O Presidente Lula, apoiado pelo povo vive “sitiado” por uma quadrilha jornalística denominada PIG, cujas mentes criminosas se abrigam no “Estadão” (não o de sítio, mais o de coma, dos Mesquitas), na “Folha” Morta, do Otavinho da Ditabranda, na InVEJA e no Grupo criminoso Globo, único carioca a se aliar ao bando. No pasarán, cafajestes!
Bye-bye Serrágio 2010!!! em 5/outubro/2009 as 17:13 O PiG deve estar em prantos!
Não há de ser nada: ainda temos o nosso Micheletti, aqui na Chuiça para nos vingar.
Força Serrágio Micheletti Presidente!
Não vamos nos dispersas em pererecas verdes, tampouco em cabras nordestinos que se mudaram para a Chuiça.
Faremos nossa própria Constituição e instituiremos uma raça pura: A nossa gente – os demotucanalhas!
E, deixarei como testemunho de minha caminhada em terras tupininquins uma autobiografia:
SERRÁGIO – Mine Kupf!..he he he
Viomundo: Golpista recebeu Jungmann com vinhos e “comidinhas”
5/outubro/2009 17:00
O Conversa Afiada reproduz a entrevista da jornalista Heloísa Villela ao blog Viomundo, do Luiz Carlos Azenha:
Heloisa Villela: “O que mais me chocou foi o encontro de deputados com Micheletti”
Atualizado em 05 de outubro de 2009 às 18:19 | Publicado em 05 de outubro de 2009 às 13:36
por Conceição Lemes
A jornalista Heloisa Villela, correspondente em Washington da TV Record e enviada especial a Honduras, ficou no país de 24 de setembro a 2 de outubro. Ela foi até Manágua, na Nicarágua, onde pegou um carro para Tegucigalpa.
“Para mim, foi fácil entrar em Honduras, porque tenho passaporte americano. Mas o fotógrafo da AFP [Agência France-Presse], que estava conosco, foi barrado”, afirma. “Por conta das relações rompidas com o Brasil, a embaixada de Honduras em Manágua, não está dando vistos. Ele acabou voando para El Salvador onde, por algum motivo, é fácil tirar o visto. Reencontrou conosco dois dias mais tarde, em Tegucigalpa.”
Durante nove dias , Heloisa esteve presente nos acontecimentos mais marcantes de Honduras: decretação do estado de sítio, enterro da universitária Wendy Elizabeth, volta ao ar da rádio Globo na internet, prisão dos 56 camponeses no Instituto Nacional Agrário e o encontro de parlamentares brasileiros com presidente do governo golpista, Roberto Micheletti, na última quinta-feira, 1º de outubro.
Nesta entrevista ao Viomundo, faz um balanço dos fatos da sua chegada à sua partida. Até agora Heloisa está chocada com a postura dos parlamentares brasileiros.
Viomundo – Você foi preparada para encontrar o quê?
Heloisa Villela — Fui esperando barreiras do exército no caminho e um clima mais tenso na cidade. Não foi bem isso que eu vi. O clima na cidade não era tão assustador como pensei que seria. A mudança veio na segunda-feira passada [28 de setembro], quando saiu o decreto que instituiu o estado de sítio, proibiu reuniões, suprimiu as liberdades democráticas. O AI-5 deles. Aí sim, as manifestações foram proibidas e reprimidas. Mas o próprio decreto parece ter sido uma bênção porque rachou os golpistas.
Viomundo – Você presenciou a prisão na quarta-feira, 30 de setembro, dos 56 camponeses que estavam no Instituto Nacional Agrário. O que aconteceu com eles?
Heloisa Villela – Na quinta-feira, às 8 da noite, um líder camponês me avisou que eles iriam começar uma greve de fome na sexta ou no sábado. E começou mesmo no sábado. Depois, me avisou também que alguns estavam sendo transferidos para uma prisão de segurança máxima, onde ficam vários narcotraficantes.Como fiquei atrás dos deputados brasileiros até 11 da noite, quando terminou o encontro com o golpista Roberto Micheletti, e na sexta voltei para os Estados Unidos, infelizmente não pude averiguar o que aconteceu. Mas estou tentando contato com o advogado do grupo de direitos humanos encarregado de defendê-los.
Viomundo – Qual o temor dos camponeses em relação à transferência de presídio?
Heloisa Villela – O medo é que alguns “desapareçam” lá dentro, como de vez em quando acontece. E as autoridades culpam os narcos.
Viomundo – Em reportagem do G1 no sábado, os camponeses são chamados de fazendeiros. Por favor, explique aos leitores do Viomundo quem são os “fazendeiros” apoiadores do presidente deposto, Miguel Zelaya?
Heloisa Villela – Puxa vida, isso me chamou muito a atenção. A palavra fazendeiro dá a entender que são ricos, donos de muita terra ou algo assim. Se você visse como é essa gente… Como estavam vivendo dentro daquele Instituto… É gente muito simples, que tem um pequeno lote de terra para plantar feijão e milho, que se organiza em cooperativas, etc. Um deles acabou ficando meu amigo, Don Lourenzo, um senhor que vive em Bonito Oriental, tem 11 filhos e uma área de 113 manzanas (196 acres). Ele me contou que trabalha com o movimento social desde 84. Foi vigilante da fronteira – o exército esperava que ele barrasse as trocas comerciais com salvadorenhos. Mas ele fazia de conta que estava do lado das autoridades e deixava passar tudo pela fronteira. Um tio dele fugiu da área quando foi considerado traidor, pelo governo, porque dava água e comida aos refugiados salvadorenhos que conseguiam cruzar a fronteira. Pois bem, volta e meia ele aparecia no hotel, de manhã, acho que para poder fazer uma boa refeição. Ele disse que se o Zelaya não voltar, ele provavelmente vai boicotar as eleições. Muito gente fina o Don Lourenzo. Tenho certeza que ele ainda tinha muita história boa para contar.
Viomundo – Pelo que você nos contou na outra entrevista, os camponeses presos no Instituto Nacional estavam lá para defender os títulos de terra. Qual o medo deles?
Heloisa Villela – Eles me disseram que o medo era de que o governo golpista tomasse posse das terras do estado e repartisse entre os amigos. Além do que, muitos que estão trabalhando e cultivando os mesmos lotes há tempos, não têm o título de propriedade. Ou têm, mas temiam perdê-lo. Como em qualquer lugar do mundo, é fundamental a relação do homem com a posse da terra.
Viomundo – Fala-se em centros de tortura lá. Existem mesmo?
Heloisa Villela – Depois de três dias procurando, com a ajuda de Don Lorenzo, encontrei Ramon Navarro, líder da liga campesina, que aparentemente fez a denúncia. Ele me disse que ouve algum ruído na comunicação. Ele não falou em centros de tortura mas em alguns casos. E me explicou que, no momento, está muito difícil fazer com que os torturados conversem com a imprensa porque as famílias estão sob ameaça de morte. Ramon Navarro prometeu voltar a falar comigo e me apresentar alguns homens que foram torturados, assim que as famílias deles forem para lugares mais seguros.
Viomundo – Já se tem ideia do número de pessoas mortas pelo governo Micheletti?
Heloisa Villela — Após a volta de Zelaya ao país, são três. Mas desde o começo do golpe, há 100 dias, fala-se em mais de 100. Não tenho provas disso. Fui ao enterro da universitária de 24 anos, Wendy Elizabeth, a última vítima do movimento golpista. Aparentemente, a exposição às bombas de gás detonou uma bronquite da qual ela não conseguiu se recuperar. Vi também os túmulos dos outros dois mortos nos últimos 15 dias.
Viomundo – O povo tem medo dos gorilettis?
Heloisa Villela – Os que estão na linha de frente das manifestações e os que estavam acampados no Instituto Agrário, sim. O povo em geral, não. Eles reclamavam muito do estado de sítio, da situação em que o país se encontra, da falta de respeito à democracia.
Viomundo – O fechamento da rádio Globo e canal 36 foi um golpe às liberdades democráticas. O povo estava mesmo ligado nelas?
Heloisa Villela – Muito. Imagine um país sob golpe de estado, toda a imprensa comprometida com os golpistas – afinal, os empresários fizeram parte do golpe – e uma rádio e uma tevê contando tudo o que está acontecendo, denunciando os abusos, avisando onde vai ser a próxima manifestação, dando os informes a respeito do que está se passando nos demais distritos do país… O povo não gostou nem um pouquinho…
Viomundo – Na manifestação de quarta-feira passada que pedia a reabertura da rádio Globo, a polícia lançou bombas de gás lacrimogênio e andou distribuindo cacetadas. Eles tinham noção da presença da imprensa estrangeira?
Heloisa Villela – Totalmente. Não houve truculência, pancadaria, pelo menos nesta manifestação. Houve um exagero, uma necessidade, de demonstrar força, para ver se no dia seguinte a manifestação seria menor. Os policiais lançaram umas 7 ou 8 bombas de gás. O porta-voz da polícia estava do meu lado, junto com o batalhão; ele me deu conselhos de como fazer para não ficar com o olho ardendo demais. Não existe um ódio dos policiais em relação aos manifestantes. É quase um teatro, um jogo. Cada um fazendo o seu papel. Não chega a ser, na minha opinião, nada parecido com as pancadarias que vimos durante os golpes militares na América Latina, entende?
Viomundo – E a igreja católica não tem feito nada para evitar as arbitrariedades, torturas?
Heloisa Villela – Existem sempre aqueles padres mais dedicados aos pobres, pastoral da terra, etc. Mas, pelo que eu soube, a igreja católica de Honduras, ao menos a cúpula, estava empenhadíssima em garantir o direito dos ricos ao visto americano. Essa é a grande preocupação dos empresários: poder passar o fim de semana em Miami…
Viomundo – Que impressão você levou do povo hondurenho?
Heloisa Villela – Achei o povo muito simpático, simples e com um quê de ingenuidade. Não sei explicar direito, mas eles me pareceram um pouco despreparados ou sem malícia suficiente para lidar com a situação política que estão enfrentando. Por outro lado, eles são tinhosos, tenazes e dizem que o povo do interior é ainda mais aguerrido. Gostaria muito de ter tido tempo para viajar e conhecer o resto do país.
Viomundo – Na quinta-feira, os deputados federais Roberto Jungman (PPS-PE), Claudio Cajado (DEM-BA), Bruno Araújo (PSDB-PE), Maurício Rands (PT-PE), Ivan Valente (PSOL-SP)e Janete Pietá (PT-SP)estiveram em Tegucigalpa. Conversaram com parlamentares locais, com o presidente deposto e Manuel Zelaya. No final, os quatro primeiros se reuniram durante quase duas horas com Roberto Micheletti. Esse encontro fazia parte da agenda?
Heloisa Villela – Não. Por isso mesmo os deputados Ivan Valente e Janete Pietá se recusaram a participar. Os dois ficaram irritadíssimos, pois o encontro não estava previsto e que não era o combinado. Testemunhei os seis parlamentares no elevador discutindo, mas o Ivan e a Janete não conseguiram convencer os outros. E acabou acontecendo aquele encontro.
Viomundo – Eles viram que você estava no elevador?
Heloisa Villela – O Raul Jungman, do PPS, percebeu que o cinegrafista da Record, Joaquim Leite Neto, estava gravando, e só dizia assim: “Ivanzinho, por favor”. E o Ivan balançava a cabeça.
Viomundo – Na matéria que foi ao ar no JR, a imagem que me marcou foi a do Micheletti e dos parlamentares rindo. Foi esse mesmo o clima do encontro? Os quatro apertaram a mão manchada de sangue do Micheletti?
Heloisa Villela – O tom amistoso e a troca de gracinhas foram irritantes. Não houve cobrança e sim bate-papo. Perguntei ao Micheletti se a presença deputados brasileiros significava um reconhecimento do governo. Ele disse que os parlamentares não tem esse papel, mas completou: “Espero que eles me ajudem”. Eles não só apertaram a mão do Micheletti como posaram para foto, todos juntos.
Viomundo – Como eles defenderam a visita ao Micheletti?
Heloisa Villela – Que graças à visita ao Micheletti, eles conseguiram a garantia de que a integridade da embaixada brasileira jamais será violada. Isso não é correto. Essa garantia já havia sido dada, por Micheletti, há dias. Eles também disseram que, na conversa, pediram que as linhas de telefone da embaixada fossem restabelecidas e que o golpista prometeu fazer o favor. Nossa… que favor!
Viomundo – É verdade que o encontro foi regado a vinho e comidinhas?
Heloisa Villela – Infelizmente, é. Na hora acabou o encontro, eu disse ao Mauricio Rands, que tinha sido informada há poucos minutos da provável transferência dos camponeses para um presídio de segurança máxima, onde some muita gente. E perguntei como ele se sentia ao apertar a mão do representante do governo que estava fazendo isso. Ele não respondeu. Não se referiu a direitos humanos, direitos civis, nada. Ficou apenas repetindo o discurso ensaiado de véspera. E pior. Disse que a OEA vai negociar também com os golpistas. Quando comentei que a OEA tem mandato para isso, ele saiu sem dizer mais nada. Uma decepção…
Viomundo – Na sua permanência em Honduras, qual o acontecimento que mais te chocou?
Heloisa Villela – Nada me chocou mais do que esse encontro dos deputados brasileiros com o Micheletti. Nem o cerco policial e militar à embaixada brasileira. Na verdade, uma barricada humana, que fica ali dia e noite. A grande maioria deles, meninos de 18 a 20 anos que vem do interior para garantir um sustento trabalhando na polícia e nas forças armadas. Aposto que muitos estão com o Zelaya. O Tenente Molina, porta-voz da polícia, disse abertamente que está com o presidente Zelaya. Mas ver nossos representantes fazendo aquele papelão, para jogar para a platéia no Brasil ou tentar com isso criticar o governo brasileiro, que não negocia com golpistas, realmente me deixou superchocada. Confesso, tremia de raiva na hora que fiz a primeira pergunta ao Rands.
Viomundo – Você esteve frente a frente com o Micheletti. Que impressão ficou?
Heloisa Villela – A impressão que tive foi a que já tinha antes de ir para Honduras. Ele pode ser alto, baixo, gordo, magro, jovem, idoso. Não importa. É um político que sempre desejou a presidência e nunca chegou lá pelo voto. Agora que usurpou o poder, não quer largar o osso. Se conta piada ou é carrancudo, não faz a menor diferença. Ele, agora, é apenas isso: o chefe da gangue que deu o golpe de estado em Honduras.
Leia também:
A íntegra do discurso de Jarbas Vasconcelos no Senado, em sessão histórica
Discurso Pronunciado pelo Senador Jarbas Vasconcelos no Plenário do Senado Federal no dia 3 de março de 2009.
Senhor Presidente,
Senhoras Senadoras,
Senhores Senadores,
Volto a esta tribuna duas semanas depois da entrevista que concedi à Veja, na qual analisei o quadro político do Brasil. Nesse período, li, vi e ouvi as mais diversas análises sobre as minhas palavras. Levantaram teorias conspiratórias, tentaram me descredenciar.
Neste exato momento em que falo para os senhores e senhoras, sei que estão vasculhando a minha vida, investigando as minhas prestações de contas à Justiça Eleitoral e à Receita Federal. Não tenho o que esconder, pois disputei em Pernambuco algumas das eleições mais acirradas da história do Estado.
Não temo esses investigadores, apesar de considerá-los credenciados para tal função, pois de crimes eles entendem.
Essas iniciativas, que têm por objetivo me intimidar, não me surpreendem nem me assustam. Tenho 40 anos de vida pública. Fui Deputado Estadual, Deputado Federal, Prefeito e Governador, sempre com votações expressivas e com reconhecimento da maioria do povo de Pernambuco.
A esses arapongas digo apenas que enfrentei coisas piores quando, na década de 1970, denunciei torturas e violências praticadas pela ditadura militar. Eles não me amedrontam.
Estou nesta Casa há dois anos e um mês, e nada do que afirmei ao repórter Otávio Cabral difere muito do que eu disse a alguns dos senhores e das senhoras. Nesta mesma tribuna, já critiquei a degradação pública à qual está submetido o sistema político brasileiro, alertando para a desqualificação moral dos partidos políticos.
A verdade é sempre inconveniente para quem vive da mentira, da farsa e é beneficiário dessa realidade perversa. Eu constatei o óbvio. Apenas isso. Essa realidade exige ações corretivas – correção de rumos e de práticas.
Nunca tive, não tenho e nem desejo ter vocação para ser paladino da ética. E mais: desconfio daqueles que querem sempre pairar acima dos demais. A verdade é que fui eleito Senador da República para exercer uma função política e não policial ou investigatória.
Mas quero aqui me colocar à disposição de todos aqueles que dentro e fora do Congresso Nacional defendem pensamento semelhante: querem partir para a ação e dar um basta aos desvios no exercício da função pública. Alguns parlamentares já me procuraram com esse objetivo. A eles assegurei o meu apoio e o meu engajamento.
O meu objetivo primordial foi atingido ao fazer com que uma parte expressiva da sociedade brasileira prestasse mais atenção no que ocorre no nosso País. Um quadro aterrador que até agora vinha sendo encoberto pelos bons resultados da economia. O resultado prático foi mostrar ao cidadão comum que vale a pena se indignar, que nem tudo está perdido, que compactuar com a corrupção não é pré-requisito para a carreira política.
É extremamente necessário que algo seja feito, antes que essa degradação comprometa a nossa democracia, levando as novas gerações a um quadro de desalento para com o exercício da política.
Mais importante ainda é que essa mobilização não fique restrita à Câmara e ao Senado, mas que reflita prioritariamente o desejo da sociedade brasileira, o desejo de quem hoje se expressa apenas por meio de cartas, de e-mails e de telefonemas. O exercício da política não comporta espectadores. Quem não faz política verá outros fazê-la em seu lugar, para o bem e para o mal.
Senhor Presidente, cobraram-me nomes, uma lista de políticos que não honram o mandato popular conquistado. A meu ver, essa cobrança em si já é uma distorção do papel de um Parlamentar, que deve ser o de lutar pela ética e por políticas públicas que façam o País avançar.
Instituições como os Tribunais de Contas, o Ministério Público, a Polícia Federal e a própria imprensa têm dado uma contribuição inquestionável e valiosa nessa área.
Não sou afeito aos holofotes e à palavra fácil. Os jornalistas que cobrem os trabalhos do Senado Federal sabem do que estou falando. Mas uma coisa eu posso assegurar: sempre tive posições claras, mesmo nos momentos mais obscuros da história do Brasil. Tenho ojeriza à passividade e à omissão.
Os recentes acontecimentos na Fundação Real Grandeza, o fundo de pensão dos funcionários de Furnas e da Eletronuclear, são uma prova clara e inequívoca do que explicitei na minha entrevista. Repito: não preciso citar nomes, pois eles vêm à tona, infelizmente, quase que diariamente.
A população que paga seus impostos não compreende o porquê da disputa ferrenha entre grupos partidários, sempre envolvendo empresas de orçamentos bilionários.
Quando ocorrem casos como o de Furnas, não dá para esquecer o que aconteceu e o que foi dito. É papel do chefe do Executivo, no caso, o Presidente da República, instalar uma auditoria independente que coloque tudo em pratos limpos. Essa deveria ser a atitude a ser tomada, e não a de deixar a poeira baixar, esperando que a história seja esquecida, abafada por um novo escândalo.
Celina Vargas do Amaral Peixoto, socióloga reconhecida internacionalmente, neta do Presidente Getúlio Vargas, em carta publicada pela revista “*Veja*”, edição de nº 2.101, se manifesta tão horrorizada quanto eu com a degradação do quadro político nacional:
(Abre aspas:)
“Os políticos lutavam por projetos. Brigavam dentro e fora dos partidos, por ideias e pelo poder legitimamente constituído ou não. Entendia-se que o homem público tinha uma missão a cumprir.”
(Fecha aspas.)
Ou resgatamos essa lógica para o exercício da política ou vamos continuar estampando capas de revistas e jornais da pior forma possível. Não pensem que me agradou dizer o que eu disse, mas estou convicto de que tinha de fazê-lo.
Aproveito esta oportunidade para agradecer as milhares de correspondências que recebi em apoio a minha entrevista. Foram *e-mails*, cartas, telegramas, telefonemas. Expresso minha gratidão também pelas cartas enviadas aos jornais e à revista *Veja*, as quais tive oportunidade de ler nos últimos 15 dias.
Senhoras Senadoras, Senhores Senadores,
*O exercício da política não pode ser transformado em um balcão de negócios.
O que se vê hoje no nosso País é um sentimento de descrença, com a impunidade corroendo as bases da democracia. O poder pelo poder leva ao quadro político degenerado que hoje vivemos no nosso País, no qual a esperteza é mais valorizada do que a inteligência e a correção ética.
A conclusão de tudo isso é óbvia. O caminho para resolver as pendências da nossa democracia está em pauta há anos. Refiro-me à Reforma Política – não a esse arremedo de reforma que chegou recentemente ao Congresso Nacional, a qual, segundo afirmam, será “fatiada”. Também não me refiro à fidelidade partidária com “prazo de validade”, aprovada pela Câmara dos Deputados.
Uma reforma política séria deve, em minha opinião, incluir e aprovar pelo menos quatro pontos:
1 – Financiamento público de campanha;
2 – Fidelidade partidária;
3 – Fim das coligações em eleições proporcionais e
4 – Implantação da cláusula de desempenho.*
O financiamento público de campanha é indispensável para evitar a interferência cada vez maior do poder econômico, que corrompe o processo eleitoral.
A proposta de reforma política debatida há algum tempo pela Câmara dos Deputados previa o financiamento público com um custo para a campanha eleitoral de R$ 7 reais por eleitor. Hoje isso representaria um custo de aproximadamente R$ 914 milhões de reais para uma eleição nacional, tomando como referência um eleitorado de 130,6 milhões de pessoas.
De acordo com números do Tribunal Superior Eleitoral, a campanha eleitoral do ano passado custou cerca de R$ 2,43 bilhões. A imprensa, por sua vez, calcula que a despesa real representou até cinco vezes esse valor, chegando à cifra de R$ 12,15 bilhões – mais de 12 vezes o valor estabelecido no projeto da reforma política!
Não sou ingênuo de acreditar que o financiamento público sozinho vá resolver o problema da corrupção e do desvio de recursos públicos para as campanhas eleitorais. Isoladamente, nenhuma dessas propostas que eu citei dará resultados amplos. Por essa razão, questiono a chamada “reforma fatiada”.
A fidelidade partidária, por sua vez, é um instrumento para impedir o degradante festival de adesões fisiológicas. Não condeno quem esteja insatisfeito num lugar e queira ir para outro. Mas, no caso dos partidos políticos, isso deve ser a exceção e não a regra, que tem prevalecido há alguns anos.
* De todas as medidas de uma reforma política séria e objetiva, talvez a única que obteria um resultado extraordinário isoladamente é a proibição das coligações nas eleições proporcionais. Essas coligações são uma deformidade existente apenas no Brasil, onde se vota em Jose e se elege João.*
Senhor Presidente, se o Congresso Nacional fala da reforma da Previdência, todos se interessam. Recebemos milhares de *e-mails*, milhares de ligações telefônicas. O mesmo se aplica às reformas trabalhista e tributária. Mas a reforma política é vista pela opinião pública como algo de interesse exclusivo dos políticos.
O cidadão talvez não compreenda que a reforma política é a “mãe” de todas as reformas, justamente por assegurar o aprimoramento das instituições responsáveis pelo encaminhamento de todas elas.
Outro espaço para a degradação do exercício da política reside no Orçamento Geral da União. Sua elaboração, aprovação e execução precisam passar por uma profunda e séria reformulação, que estabeleça obrigações severas para o Poder Executivo.
O Parlamento não pode continuar sendo um mero atravessador de verbas públicas, com emendas liberadas às vésperas das votações que interessam ao Governo.
As distorções começam na elaboração do Orçamento, permanecem na sua aprovação e atingem o auge na hora da liberação dos recursos e quando o dinheiro, que deveria ir para obras prioritárias nos municípios, escorre pelos esgotos da corrupção e dos desvios, muitas vezes com a participação dos ordenadores de despesas do Poder Executivo, indicados pelos partidos.
Senhoras Senadoras, Senhores Senadores
Eu Gostaria de aproveitar esta oportunidade para informar que apresentarei um Projeto de Lei que proíbe que as diretorias financeiras de empresas estatais possam ser ocupadas por indicações partidárias. Minha proposta reservará esta posição com exclusividade para funcionários de carreira dessas empresas e autarquias.*
Além disso, o nome dos diretores deverão ser aprovados pelo Senado Federal, seguindo o exemplo do que já ocorre hoje com os dirigentes das agências reguladoras.
A classe política – se tivesse bom senso – deveria ficar a quilômetros de distância de qualquer diretoria financeira.*
Senhoras Senadoras, Senhores Senadores,
Deixei para a parte final deste meu pronunciamento a questão da impunidade, que considero a conseqüência mais nefasta do quadro de degradação da política e dos nossos compromissos políticos, sociais e éticos.
A impunidade estimula a corrupção, é um cancro que precisa ser extirpado.
Apesar das promessas reiteradas em cada discurso de posse, a cultura da impunidade não apenas permanece entre nós, mas se estabelece em bases sólidas num terreno cada vez mais fértil.
Em outros países – e temos diversos exemplos recentes – uma mera suspeita é suficiente para que haja uma renúncia, a fim de que alguém rejeite uma colocação pública. E essa iniciativa não representa uma confissão de culpa, como alguns poderiam dizer. Significa apenas a sensatez de separar o espaço público das pendências privadas.*
No Brasil dos dias atuais, a certeza da impunidade dá uma força muito grande a quem não agiu com lisura e correção. As pessoas se agarram aos cargos como um marisco no casco de um navio – não caem nem nas maiores tempestades. Senhor Presidente, a corrupção é um fator de desagregação política e social. Ela conduz ao desgaste e enfraquece profundamente a legitimidade do poder constituído.
A partir dessa constatação, gostaria de apresentar mais duas propostas que julgo serem de grande importância, apesar de não serem originais, pois recorri a um documento amplamente difundido há alguns anos. Essas sugestões vou fazer à Frente Parlamentar Anticorrupção:
Primeira – A criação de uma agência anticorrupção, com participação do Executivo, do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União e de representantes da sociedade civil, para detalhar um Plano Nacional Anticorrupção.
Segunda – A retomada do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que pretende acompanhar, junto aos Tribunais Regionais Eleitorais e ao Tribunal Superior Eleitoral, todos os processos relativos às denúncias de compra de votos e uso eleitoral da máquina administrativa. Eu gostaria também de citar o trecho de um documento que tive oportunidade de ler recentemente.
(Abre aspas:)
“A corrupção no Brasil tem raízes históricas, fundamentos estruturais e impregna a cultura de setores importantes do espectro social, político e econômico. A prática de corruptos e corruptores na esfera do poder se dissemina pela sociedade, como exemplo negativo que vem de cima. O compromisso em erradicá-la não pode se limitar a uma prática de denúncias eventuais e, muito menos, servir a fins eleitorais ou políticos imediatos. Ela exige uma intervenção enérgica pelo fim da impunidade e requer ampla ação cultural educativa pela afirmação dos valores republicanos e democráticos em nossa vida política”. (Fecha aspas.)
Senhores Senadores, Senhoras Senadoras,
Essas duas propostas que acabei de apresentar e também o texto citado constam do documento “Combate À Corrupção – Compromisso Com A Ética”, parte do “Programa de Governo 2002 Lula Presidente”.
Tomei a liberdade de incorporá-los ao meu discurso por considerar que trazem abordagens atuais, corretas e, principalmente, por nunca terem sido postas em prática pelo atual Governo.
Senhor Presidente,
Encerro o presente discurso com um elogio à CNBB, que, entre os temas da Campanha da Fraternidade deste ano, defende denunciar os crimes contra a ética, a economia popular e as gestões públicas, assim como a injustiça nos institutos da prisão especial, do foro privilegiado e da imunidade parlamentar para crimes comuns.
É essa a postura que se espera da sociedade civil, das igrejas, das entidades de classe e da imprensa. A mudança de postura que se faz necessária no Congresso Nacional só virá pela pressão de todos.
Era o que tinha a dizer.
Muito Obrigado.
Um curso de Massinha I para o ministrinho do Desenvolvimento Agrário..
Por reinaldo Azevedo,
Guilherme Cassel é ministro do Desenvolvimento Agrário. Embora o Incra esteja subordinado à sua pasta, quem dá as ordens por lá é o MST. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra não tem existência legal e se metamorfoseia em entidades e ONGs — estas, sim, legalizadas — que vivem do que conseguem arrancar dos cofres oficiais. O movimento começou invadindo terras públicas, avançou para as propriedades privadas, passou a agredir o agronegócio e, finalmente, optou por ações terroristas contra laboratórios da agroindústria. Na semana passada, membros no MST executaram, com balas na cabeça e na cara, quatro seguranças de uma fazenda em Pernambuco. As mortes seguiram um impressionante ritual de covardia e violência. Pois bem: mesmo sendo um franco promotor da baderna, o MST continua a receber dinheiro público por intermédio de suas fachadas legais. Gilmar Mendes, presidente do Supremo, foi ao ponto com simplicidade e clareza: é ilegal financiar um movimento que promove… ilegalidades!!! Volto a Cassel: como reagiu o valente? Ora, disse não haver provas de que as entidades financiadas com bufunfa oficial são mesmo ligadas ao MST.
Não há? Ora, podemos dar uma ajuda ao ministro, ensinando-lhe os primeiros passos da chamada coleta de indícios e provas. É, assim, uma espécie de Massinha I da pré-escola do ministro sagaz. Uma das entidades que recebem farto financiamento oficial é a Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola). Pois bem. Um leitor resolveu verificar os registros das páginas eletrônicas da tal Anca e do MST. Atenção, ministro Cassel:
domínio: anca.org.br
entidade: Associação Nacional de Cooperação Agrícola
documento: 055.492.425/0001-57
responsável: Associacao Nacional
endereço: Barão de Limeira, 1232,
endereço: 01202-002 – São Paulo – SP
país: BR
telefone: (11) 33613866 []
ID entidade: ANA275
ID admin: ANA275
ID técnico: ANA275
ID cobrança: ANA275
servidor DNS: araguaia.cepatec.org.br
status DNS: 01/03/2009 AA
último AA: 01/03/2009
servidor DNS: itacaiunas.cepatec.org.br
status DNS: 01/03/2009 AA
último AA: 01/03/2009
criado: 26/11/2002 #1011624
expiração: 26/11/2009
alterado: 10/11/2008
status: publicado
domínio: mst.org.br
entidade: Associação Nacional de Cooperação Agrícola
documento: 055.492.425/0001-57
responsável: Associacao Nacional
endereço: Barão de Limeira, 1232,
endereço: 01202-002 – São Paulo – SP
país: BR
telefone: (11) 33613866 []
ID entidade: ANA275
ID admin: ANA275
ID técnico: ANA275
ID cobrança: ANA275
servidor DNS: araguaia.cepatec.org.br
status DNS: 01/03/2009 ERR
último AA: 26/02/2009
servidor DNS: itacaiunas.cepatec.org.br
status DNS: 01/03/2009 AA
último AA: 01/03/2009
criado: 29/08/1997 #54615
expiração: 29/08/2009
alterado: 09/09/2008
status: publicado
ID: ANA275
nome: Associação Nacional de C. Agrícola/ANCA
e-mail: suporte@anca.org.br
criado: 20/08/2002
alterado: 30/07/2008
Como se evidencia, estamos falando de um mesmo grupo, mas com nomes distintos. Quando assume a roupagem do MST, escolhe essa clandestinidade cheia de publicidade — para não ser alcançado pela lei. Quando se manifesta como Anca, opta, então, pela lei — para ser alcançado pelos cofres públicos. Só Cassel não sabe…
Loja virtual
Se o leitor quiser colaborar com a “reforma agrária no Brasil”, pode adquirir produtos na loja virtual do MST. É o que os valentes chamam de “presente solidário”. Os quatro Silvas assassinados pelo movimento no último dia 21 não poderão comprar nada. Se você clicar aqui, tem acesso à lojinha. Por R$ 5, pode levar fotos de Sebastião Salgado com um close em pés de pobre. Pés de pobre são sempre fotogênicos. São, assim, um verdadeiro chute na cara do conformismo burguês. Pés de pobre parecem sempre querer dizer alguma coisa. Como seria uma foto em close dos pés dos quatro Silvas assassinados com tiros na cabeça e na cara? Sugeririam, também, alguma metáfora redentora? Mas já me desviei. Volto ao ponto.
Muito bem, leitor. Se você mostrar a disposição de comprar alguma coisa, terá de preencher uma pequena ficha de dados, e lhe será fornecido o número de uma conta do Banco do Brasil, a saber:
Agência 1531-8, conta nº 4344-3
Muito bem: como é que um movimento sem existência legal tem conta bancária e faz venda na Internet? Quem servirá de fachada legal para o inexistente MST? Cassel, aquele que está no estágio Massinha I do ministro sagaz, não quer saber dessas coisas. Para ele, basta repetir que não há provas de que as entidades ligadas à reforma agrária que recebem recursos públicos são, de fato, máscaras do MST, aquele movimento que, nas palavras de um de seus líderes, já atua como juiz e executor de sentenças capitais.
Vamos nos divertir?
Óia essa…
Historiadores
A Associação Brasileira dos Historiadores acabou de concluir, que agosto é o mês que marca as três maiores tragédias políticas da História do Brasil:
- Getúlio se matou.
- Jânio renunciou.
- Lula não se matou nem renunciou! …
Lula estava nadando
Lula estava nadando no lago Paranoá e começou a se afogar. Foi salvo por três meninos. Agradecido, disse que eles poderiam lhe pedir qualquer coisa.
Um deles, gaúcho, falou:
- Meu pai trabalhava na fábrica de sapatos e perdeu o emprego. Quero um trabalho para ele.
- Está mais do que feito! – disse o presidente.
Outro, do Piauí, reclamou que estava sem escola.
- A vaga já está garantida! – respondeu Lula.
O terceiro era mineiro:
- Quero um enterro de estadista, com salva de tiros, flores, banda de música e tudo!
Estupefato, Lula perguntou:
- Você é tão novo! Por que essa preocupação com a morte?
E o garoto:
- Uai, o que o senhor acha que vai acontecer comigo quando eu chegar lá em Minas e disser que salvei um político?!
Fome Zero
Lula e Palocci enviaram um fax para o Governo de Israel, solicitando uma doação para o programa Fome Zero.
No dia seguinte receberam a resposta, que dizia:
- BL…. MB…. V BB…. 6…. 2…..
Palocci não conseguiu decifrar e foi até Lula que, com seus profundos conhecimentos de gramática, an@lisou o documento e chegou até mais
uma de suas magníficas conclusão de que:
BL – Beleza, MB – Muito Breve, VBB – Via Banco do Brasil, 6…2…- US$ 62.000.000,00 (sessenta e dois milhões de dólares).
Verificada se existia a tal conta no BB nada foi encontrado.
Ordenou então que procurassem em todos os bancos BB: Banco Bradesco, Banco de Boston, etc.Nada!
Foi aí que alguém sugeriu, que fosse convocado para decifrar a correspondência o Jacózinho, um funcionário judeu do terceiro escalão do Planalto.
Jacóbzinho olhou para o documento – BL….. MB….. V BB……6….2… e em menos de 30 segundos traduziu:
- Brezidente Lula…. Ministra Balossi…. Vai Buda Bariu……Seis Dois!
Churrasco do PT
O Lula, encarregado do churrasco na sede do PT, ficou surpreso ao verificar que havia um monte de sacos de cal no local do churrasco.
Perguntou ao auxiliar:
- Quem pediu esses sacos de cal?
- O senhor – respondeu o rapaz.
- Eu? – perguntou indignado.
- Sim, foi o senhor mesmo, companheiro.
- Mas como você me acusa de uma coisa dessas, companheiro? – esbraveja irado, elegante com sua face vermelha combinando com um terno Armani novinho.
- Lógico! – Disse o jovem mostrando ao ilustre o bilhete que o mesmo havia deixado para compras.
Estava claramente escrito: 102 kilo de CAL
- Mas você é iletrado mesmo, companheiro! – disse o Lula, babando de ódio com a ousadia do pentelho. – Apenas esqueci de por cedilha no C. É lógico que era ÇAL para o churrasco. E aonde você viu que eram 102, seu retardado? Escrevi 1 ô 2 kilo, seu burro!!!
Pela imediata privatização da revista Veja
Por Altamiro Borges, 16.09.2009
Numa conversa descontraída no aeroporto de Brasília, o irreverente Sérgio Amadeu, professor da Faculdade Cásper Libero e uma das maiores autoridades brasileiras em internet, deu uma idéia brilhante. Propôs o início imediato de uma campanha nacional pela privatização da Veja. Afinal, a poderosa Editora Abril, que publica a revista semanal preferida das elites colonizadas, sempre pregou a redução do papel do Estado, mas vive surrupiando os cofres públicos. “Se não fossem os subsídios e a publicidade oficial, as revistas da Abril iriam à falência”, prognosticou Serginho.
pragmatismo, ou muita tibieza. Ou as três “virtudes” juntas.
A relação promiscua com os tucanos
Já da parte de governos demos-tucanos, o apoio à famíglia Civita é perfeitamente compreensível. Afinal, a Editora Abril é hoje o principal quartel-general da oposição golpista no país e a revista Veja é o mais atuante e corrosivo partido da direita brasileira. Não é de se estranhar suas relações promiscuas com o presidenciável José Serra e outros expoentes do PSDB-DEM. Recentemente, o Ministério Público Estadual acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar irregularidades no contrato firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola.
A compra de 220 mil assinaturas representa quase 25% da tiragem total da revista Nova Escola e injetou R$ 3,7 milhões aos cofres do “barão da mídia” Victor Civita. Mas este não é o único caso de privilégio ao grupo direitista. José Serra também apresentou proposta curricular que obriga a inclusão no ensino médio de aulas baseadas nas edições encalhadas do “Guia do Estudante”, outra publicação da Abril. Como observa o deputado Ivan Valente, “cada vez mais, a editora ocupa espaço nas escolas de São Paulo. Isso totaliza, hoje, cerca de R$ 10 milhões de recursos públicos destinados a esta instituição privada, considerado apenas o segundo semestre de 2008”.
O mensalão da mídia golpista
Segundo o blog NaMariaNews, que monitora a deterioração da educação em São Paulo, o rombo nos cofres públicos pode ser ainda maior. Numa minuciosa pesquisa aos editais publicados no Diário Oficial, o blog descobriu o que parece ser um autêntico “mensalão” pago pelo tucanato ao Grupo Abril e a outras editoras, como Globo e Folha. Os dados são impressionantes e reforçam a sugestão de Sérgio Amadeu da deflagração imediata da campanha pela “privatização” da revista Veja. Chega de sugar os cofres públicos! Reproduzo abaixo algumas mamatas do Grupo Civita:
- DO de 23 de outubro de 2007. Fundação Victor Civita. Assinatura da revista Nova Escola, destinada às escolas da rede estadual de ensino. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 408.600,00. Data da assinatura: 27/09/2007. No seu despacho, a diretora de projetos especial da secretaria declara “inexigível licitação, pois se trata de renovação de 18.160 assinaturas da revista Nova Escola.
- DO de 29 de março de 2008. Editora Abril. Aquisição de 6.000 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 2.142.000,00. Data da assinatura: 14/03/2008.
- DO de 23 de abril de 2008. Editora Abril. Aquisição de 415.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 30 dias. Valor: R$ 2.437.918,00. Data da assinatura: 15/04/2008.
- DO de 12 de agosto de 2008. Editora Abril. Aquisição de 5.155 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 1.840.335,00. Data da assinatura: 23/07/2008.
- DO de 22 de outubro de 2008. Editora Abril. Impressão, manuseio e acabamento de 2 edições do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 4.363.425,00. Data da assinatura: 08/09/2008.
- DO de 25 de outubro de 2008. Fundação Victor Civita. Aquisição de 220.000 assinaturas da revista Nova Escola. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 3.740.000,00. Data da assinatura:01/10/2008.
- DO de 11 de fevereiro de 2009. Editora Abril. Aquisição de 430.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 2.498.838,00. Data da assinatura: 05/02/2009.
- DO de 17 de abril de 2009. Editora Abril. Aquisição de 25.702 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 608 dias. Valor: R$ 12.963.060,72. Data da assinatura: 09/04/2009.
- DO de 20 de maio de 2009. Editora Abril. Aquisição de 5.449 assinaturas da revista Veja. Prazo: 364 dias. Valor: R$ 1.167.175,80. Data da assinatura: 18/05/2009.
- DO de 16 de junho de 2009. Editora Abril. Aquisição de 540.000 exemplares do Guia do Estudante e de 25.000 exemplares da publicação Atualidades – Revista do Professor. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 3.143.120,00. Data da assinatura: 10/06/2009.
Para não parecer perseguição à asquerosa revista Veja, cito alguns dados do blog sobre a compra de outras publicações. O Diário Oficial de 12 de maio passado informa que o governo José Serra comprou 5.449 assinaturas do jornal Folha de S.Paulo, que desde a “ditabranda” viu desabar sua credibilidade e perdeu assinantes. Valor da generosidade tucana: R$ 2.704.883,60. Já o DO de 15 de maio publica a compra de 5.449 assinaturas do jornalão oligárquico O Estado de S.Paulo por R$ 2.691.806,00. E o de 21 de maio informa a aquisição de 5.449 assinaturas da revista Época, da Globo, por R$ 1.190.061,60. Depois estes veículos criticam o “mensalão” no parlamento.
Mães de Presidentes
As mães de Lula , Bush e do Puttin conversam sobre a infância de seus filhos:
A mãe de Bush disse:
” Sabe, quando o George nasceu,eu não pude amamentá-lo. Ele então foi amamentado com leite de búfala. Por isso é que ele é assim, impetuoso e determinado”
A mãe de Puttin disse:
“Também não pude amamentar o Puttin e tive que amamentá-lo com leite de uma ursa siberiana. Por isso ele é assim, raivoso,imprevisível e violento”
A mãe de Lula retruca:
” Eu também não tive leite e amamentei o Inácio com leite de magnésia. Por isso é que ele é assim um cagão e só faz merda”
Diz que o Salva-vidas
Diz que o Salva-vidas estava na praia de Itapuã, quando vê alguém gritando por socorro. Rapidamente atira-se ao mar para salvar o sujeito. Quando consegue traze-lo de volta para a praia e já em plena segurança ele surpreende-se com o rosto conhecido.
- O senhor não é o Lula?
- Sou eu mesmo! Você salvou a minha vida! Pode pedir o quiser, que eu lhe darei!
O Salva-vidas olha para os lados, pensa um pouquinho e fala baixinho:
- O senhor seria capaz de me fazer um grande favor, então?
- Claro, o que você pedir!
- Não conta pra ninguém que fui eu que o salvei, tá?
LULA e seu chofer
Lula e seu chofer passeavam por uma estrada quando, subitamente atropelaram um porco,matando-o instantaneamente. Lula disse a seu chofer que fosse até a fazenda explicar o ocorrido ao dono do animal. Uma hora mais tarde, Lula vê o seu chofer voltar cambaleando, com um cigarro na mão e com uma garrafa na outra além da roupa toda amarrotada.
- O que aconteceu? – perguntou Lula. E o chofer respondeu:
- Bem, o fazendeiro me deu o vinho, sua mulher, o cigarro e sua charmosa filha de 19 anos fez amor comigo apaixonadamente.
- Meu Deus! O que você disse para eles? – perguntou Lula.
E o chofer respondeu: – Sou o chofer do Lula e acabo de matar o porco!!!
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Lula no exterior
Numa reunião com o Presidente da Suiça, Lula apresenta os seus
ministros:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o ministro da Educação, este é o
Ministro da Cultura, este é o Ministro da Justiça…
E assim foi. Chegou a vez do Presidente da Suiça:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Fazenda, este é o
Ministro da Educação, este é o Ministro da Marinha…
Nessa altura, Lula começa a rir:
- Desculpe, Sr.Presidente, mas para quê o Sr. tem um Ministro da
Marinha, se
o seu país não tem mar?
O Presidente da Suiça, então, educadamente, responde:
- Bem, quando você apresentou os Ministros da Educação, da Saúde e da
Justica, eu me segurei e não ri…
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Da mesma forma
Lula entra no Café Photo, senta-se no balcão do bar ao lado de uma linda garota de programa e diz:
“Você deve me conhecer… quanto você quer pra passar uma noite comigo?”
E ela responde:
“Se o senhor conseguir fazer o seu pen!$ crescer como fez com os juros e mantê-lo duro como estão todos os brasileiros, levantar minha saia como está fazendo com os impostos, baixar minha calcinha como está fazendo com os salários, mudar de posição como mudou na sua vida política e me foder com tanto jeitinho como está fodendo o povo brasileiro…
É DE GRAÇA!”
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Lula faz uma visita
Lula faz uma visita a uma escola em Brasília e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta ao presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra “Tragédia”.
Ele aceita e pede a turma que lhe de um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo esta brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não – diz o presidente – isto seria um ACIDENTE.
Uma garotinha levanta a mão.
- Se um ônibus escolar levando cinqüenta crianças – pergunta ela – caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não – explica Lula – Neste caso seria uma GRANDE PERDA.
A sala fica em silêncio. Nenhum voluntário. Lula olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranqüila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e dona Marisa, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! – exclama Lula – Correto! E você, pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, – diz o garoto – porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Na sua recente visita aos Estados Unidos, Lula e sua esposa hospedaram-se num luxuoso Hotel.
Próximo das 17h, o Presidente agarra no telefone, chama o serviço de quartos e diz:
- TU TI TU TU TU TU!
A recepcionista não compreende o que quer dizer e crendo que se tratava de uma mensagem cifrada, avisa imediatamente o FBI.
Num ápice, apresentam-se dois agentes do FBI e após horas de observação e estudos não conseguem decifrar a mensagem decidem então, chamar a CIA.
Os serviços secretos mandam mais dois agentes ao hotel e começam a investigar e a tentar decifrar a mensagem, mas sem qualquer resultado.
Entretanto, Lula, volta a telefonar para a recepcionista, agentes do FBI e da CIA ouvem a mensagem:
- TU TI TU TU TU TU!
Desesperados os agentes resolvem chamar o tradutor oficial da língua portuguesa.
Um caça supersônico do Pentágono pousa instantes depois no aeroporto Kennedy, o respectivo tradutor oficial é conduzido sem mais delongas ao Hotel.
Chegado ao hotel e posto a par da situação o tradutor disfarça-se de criado, vai aos aposentos do Lula e descobre o mistério.
- O presidente brasileiro queria, simplesmente, dizer: “Two tea to 222″
Na sua recente visita aos Estados Unidos, Lula e sua esposa hospedaram-se num luxuoso Hotel..
Próximo das 17h, o Presidente agarra no telefone, chama o serviço de quartos e diz:
- TU TI TU TU TU TU!
A recepcionista não compreende o que quer dizer e crendo que se tratava de uma mensagem cifrada, avisa imediatamente o FBI.
Num ápice, apresentam-se dois agentes do FBI e após horas de observação e estudos não conseguem decifrar a mensagem decidem então, chamar a CIA.
Os serviços secretos mandam mais dois agentes ao hotel e começam a investigar e a tentar decifrar a mensagem, mas sem qualquer resultado.
Entretanto, Lula, volta a telefonar para a recepcionista, agentes do FBI e da CIA ouvem a mensagem:
- TU TI TU TU TU TU!
Desesperados os agentes resolvem chamar o tradutor oficial da língua portuguesa.
Um caça supersônico do Pentágono pousa instantes depois no aeroporto Kennedy, o respectivo tradutor oficial é conduzido sem mais delongas ao Hotel.
Chegado ao hotel e posto a par da situação o tradutor disfarça-se de criado, vai aos aposentos do Lula e descobre o mistério.
- O presidente brasileiro queria, simplesmente, dizer: “Two tea to 222″
Ô beleza, a ultra-extrema direita resolveu sair da toca, piar, e tá levando cacete de tudo que é lado. è o que dá meia dúzia de morimbundos TFPsentos querer falar em nome do povo, que eles nunca representaram, mas sim sempre usaram. Quem quizer ver a palhaçada entre aqui:
http://forazelaya.blogspot.com/
Brasil, 05 de outubro de 2009.
Exmo. Sr.
Embaixador Celso Amorim
DD. Ministro das Relações Exteriores
Brasília, DF
Senhor Ministro,
Nós, verdadeiros brasileiros nacionalistas, NÃO SOMOS CONTRÁRIOS À PERMANÊNCIA DO PRESIDENTE LEGÍTIMO SR MANOEL ZELAYA em nossa embaixada em Honduras e pedimos que o mantenham em nossa embaixada em respeito aos tratados internacionais e em nome dos direitos humanos e da democracia no continente latino-americano.
Estamos satisfeitos com a atuação do Brasil em Honduras, sobretudo porque o golpista que se intitula presidente já começa a dar sinais de desistência de sua posição ilegal. A posição do Brasil contribuirá para que se evite uma guerra civil e o governo brasileiro não pode se eximir da responsabilidade de cumprimento dos tratados internacionais em defesa da democracia a fim de que todos evitemos derramamento de sangue que poderá haver naquele país.
Sr Ministro, a posição do governo brasileiro, contribui para um desfecho democrático para o povo hondurenho. Faltam apenas dois meses para as eleições! Graças à atuação do governo do Presidente Lula, os hondurenhos poderão escolher seu próprio destino sem a interferência de um títere golpista.
A política do Itamaraty sempre se caracterizou pela não interferência na autodeterminação das nações e é isto que o Itamaraty tem feito neste episódio em Honduras. O problema de um atentado golpista às instituições democráticas naquele país é problema de todos nós da América Latina, pois não podemos compactuar com novas ditaduras nem com a falta de democracia no nosso país nem no nosso continente. Sr Ministro, temos certeza que a posição do Brasil salvará a nossa face diante da opinião pública mundial. Esta certeza tem sido corroborada pelo apoio internacional à posição do governo do Presidente Lula.
Na certeza de que estamos no caminho certo, e que V. Exa. encaminhará este elogio que aqui faço ao Presidente Lula, despeço-me
Atenciosamente
Paulo Cesar
5 de Outubro
Enviado por Ricardo Noblat -
6.10.2009
| 6h14m
Deu em O Globo
TCU condena membro de comitê da Rio 2016
O chefe do comitê criado pelo governo federal para a candidatura do Rio a sede das Olimpíadas de 2016 – e cotado agora para ficar à frente do grupo que organizará os Jogos – foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver R$ 18,4 milhões aos cofres públicos, junto com outros envolvidos na organização do Pan-Americano de 2007.
Para o TCU, Ricardo Leyser Gonçalves foi um dos responsáveis por supostas irregularidades nos gastos com o evento. Ele foi condenado em dois processos que tratam de denúncias de superfaturamento e pagamento por serviços não prestados, mas nega as acusações e diz ter recorrido para não devolver o dinheiro.
REPASSANDO
Para conhecimento,
A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO: A PEDOFILIA DO HAMAS
Pedofilia do Hamas A Pedofilia do Hamas
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
O mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.
A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade. org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.
“Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade”, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.
Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas
As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.
“Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra”, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.
As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida:
Pedofilia do Hamas
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.
Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.
A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.
Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:
Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota… É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.
Para finalizar, o vídeo abaixo traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para “estudarem melhor” – que incluem açoitamentos – escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical:
http://www.youtube. com/watch? v=gdi2bdv4nwA
Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.
Publicado por De Olho na Mídia com o título A História Oculta do Mundo: a pedofilia do Hamas -
A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO: A PEDOFILIA DO HAMAS
http://www.youtube.com/watch?v=gdi2bdv4nwA
Enquanto a imprensa exalta os “lutadores da liberdade do Hamas”, os “rebeldes”, ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.
Vc é tão tapado petista enrustido
Não deu pra sacar que Micheletti ta segurando,para as eleições em novembro.
O presidente interino que a petezada chama de golpista, só está aguardando esse tempo pra chegar as eleições e fazer a coisa certa. Não entregar a presidencia ao verdadeiro golpista que queria desrespeitar a constituição hondurenha.
Então quem ta tomando atitudes democraticas é Micheletti e não o Zé Laia.
Lula no céu e no inferno
Lula morreu, e Deus e o Diabo brigam porque nenhum dos dois quer ficar com ele.
Sem acordo, pedem a mediadores uma solução, que decidem por uma proposta obrigatória: que se alterne um mês no céu e outro no inferno.
No 1° mês Lula vai para o céu. Deus não sabe o que fazer, quase fica louco. O metalúrgico bagunça tudo. Atrapalha todos os elementos das orações e da liturgia. Dissolve o sistema de assessoria pessoal dos anjos, tenta formar uma coligação de maioria absoluta na base da compra de votos.
Suborna os arcanjos e os querubins. Transfere um km quadrado do céu para o inferno.
Nomeia anjos provisórios aos milhares. Intervém nas comunicações aos Santos. Troca as placas das portas de São Pedro. Envia um projeto de lei aos apóstolos para reformar os Dez Mandamentos e anistiar Lúcifer. Funda o PTC – Partido dos Trabalhadores Celestiais, com estrela azul clarinho.
O céu vira um caos. As pessoas não o suportam mais e promovem piquetes e invasões. Deus não vê a hora de chegar o fim do mês para mandá-lo para o inferno.
Quando Lula finalmente se vai, Deus respira aliviado. Mas lá pelo dia 20, começa a sofrer novamente, pensando que dentro de 10 dias terá que voltar a vê-lo.
No primeiro dia do mês seguinte nada acontece e Lula não volta do Inferno.
No 5° dia, ainda sem notícias, Deus estava feliz, mas logo começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, Lula poderia querer passar dois meses seguidos no Paraíso…
Desesperado com a mera possibilidade, Deus decide chamar o inferno por telefone para perguntar ao diabo o que estava acontecendo.
Ring… ring… ring…!!! Atende um diabinho e Deus pergunta:
- Por favor, posso falar com o Demônio?
- Qual dos dois? – responde o empregado – O vermelho com chifres ou o filho da puta sem dedo?
FHC no Inferno
FHC morre e vai para o inferno. Como castigo, fica dentro de um imenso tanque de bosta, atolado até o queixo. Ele olha para o lado e vê o Lula, dentro do mesmo tanque, com a bosta pela cintura.
Fica irritado, chama o capeta e reclama:
— Tenha dó! Eu criei o real, mantive a inflação baixa, ninguém nunca conseguiu provar nada contra mim e estou aqui, quase afogado, enquanto o Lula que estava envolvido naquele bruta esquema do mensalão, sanguessugas e mais… E ele aí numa boa?
O capeta, fica uma fera, olha para o Lula e grita:
— Lula, eu já falei mil vezes para você parar de pisar na cabeça do Maluf!
O LULA COMPRA UM COMPUTADOR …
E aí, liga várias vezes para o Zé Dirceu ajudá-lo a usar:
LULA: “Não consigo fazer conexão com a Internet.”
ZÉ DIRCEU: “Tem certeza que utilizou a senha certa ?”
LULA: “Sim, tenho certeza. Vi o Paloffi fazendo.”
ZÉ DIRCEU: “Pode me dizer qual foi a senha ?”
LULA: “Cinco estrelinhas.”
LULA: “Não consigo imprimir. Cada vez que tento, o computador diz:
“Não é possível encontrar a impressora”.
Já levantei a impressora e coloquei-a em frente ao monitor, mas o computador continua dizendo que não consegue encontrá-la.”
————————————
ZÉ DIRCEU: “Bom dia Presidente. Posso ajuda-lo em alguma coisa ?”
LULA: “Eeh… Olá. Não consigo imprimir.”
ZÉ DIRCEU: “Pode clicar no ‘Iniciar’ e… ?”
LULA: “Calma aí! Não responda assim muito tecnicamente. Não sou o Bill Gates!”
————————————–
LULA: De repente aparece uma mensagem na minha tela, que diz Clique ‘Reiniciar’…
O que eu devo fazer?”
ZÉ DIRCEU: O senhor aperte o botão solicitado, desligue e ligue novamente.
Sem pestanejar, Lula desliga o telefone na cara do Zé e liga novamente.
LULA: E agora o que eu faço ?
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ZÉ DIRCEU: “Em que posso ajuda-lo?”
LULA: “Estou escrevendo o meu primeiro e-mail.”
ZÉ DIRCEU: “OK, qual é o problema ?”
LULA: “Já fiz a letra “a”. Como é que se faz o circulozinho em volta dela?”
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LULA: “A Internet também abre aos domingos?”
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Depois de um tempo falando com o Zé Dirceu.
ZÉ DIRCEU: “o que tem do lado direito da tela ?”
LULA: “uma samambaia !”
ZÉ DIRCEU: silêncio…
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Substantivo
mé.ri.to masculino
1. conjunto de características que distinguem algo ou alguém como bom e apreciável:
Tinha o mérito dos melhores.
2. valor, aptidão, capacidade:
Ninguém lhe negava mérito na profissão.
Qualificativo para pessoas ou grupo de pessoas dotadas de “comportamento ativo”.
Qualificativo para pessoas ou grupo de pessoas dotadas de “comportamento reativo”.
A violência é um conceito e uma prática humana antiga e variável. Antiga porque está presa ao instinto de sobrevivência e variável porque está subordinada ao tempo, à cultura e à interpretação individual. Não que o instinto de sobrevivência tenha de ser obrigatoriamente conduzido pela violência, mas pode tornar-se se houver alterações no ambiente, na mente ou no modelo cultural.
No método que uso na clínica, utilizo dois conceitos que orientam o raciocínio: a um eu chamo de Comportamento Ativo e ao outro de Comportamento Reativo.
O Comportamento Ativo atua se as experiências são agradáveis, e se associam a emoções de alta qualidade, como solidariedade e altruísmo, provocando o surgimento de “impulsos ativos” (sinais ativos) que se acumulam no plano inconsciente do psiquismo determinando um caráter construtivo do comportamento individual.
O Comportamento Reativo atua quando as experiências são desagradáveis, e se associam a emoções com baixa qualidade, como ressentimento e vingança, provocando o surgimento de “impulsos reativos” (sinais reativos). Os impulsos reativos são impulsos represados que se acumulam no plano inconsciente do psiquismo determinando um caráter destrutivo do comportamento individual, que determina uma agressividade facilmente aflorável, e que conhecemos como: “nervosismo”, temperamento agressivo, neurastenia ou recalque. O represamento ocorre porque um “grupo de informações especiais” (bom senso) indica que a liberação desses impulsos pode causar instabilidade no sistema (psiquismo – culpa) e na rede (família, cultura – conflito).
Rememorando:
Quando Lula era do PT falava aos petistas:
“Cumpanheros…ouçam-me!!!”
Agora que o PT é do Lula ele grita:
“Aloprados…obedeçam-me!!!”
Rememorando:
Quando Lula era do PT falava aos petistas:
“Cumpanheros…ouçam-me!!!”
Agora que o PT é do Lula ele grita:
“Aloprados…obedeçam-me!!!”
Mudou o tom mas os Cumpanheros melhoraram: Sarney, Renan,Collor, etc.etc.etc.
Quais o ditos que você escolheria:
-”Antes só do que mal acompanhado.”
-”Dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és.”
-”Mando, logo existo!”
-”Só sei que nada sei…”
-”Olhem..o Rei está nú!”
-”Quem semeia joio, colhe alloprados.”
Aqui a idéia de mudar para ter reeleição foi do FHC e voce sabe como ele conseguiu….
FRED
È para voce o 43 ah!! se não sabe procura saber sobre compra de voto.
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