Fri 30 Oct 2009
Integração sul-americana completa trabalho de ‘libertadores’
Posted by jorge under Cerimônias, petróleo
Presidente Lula visita Projeto Agrário Integral Socialista José Inácio de Abreu e Lima, em El Tigre, na Venezulea, juntamente com o presidente Hugo Chávez. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Brasil e a Venezuela firmaram nesta sexta-feira (30), em El Tigre (Venezuela), cerca de 15 acordos de cooperação entre empresas públicas e privadas dos dois países. São ações nas áreas de petróleo, energia, alimentos, TV digital, rodovias e urbanização de favelas. Para Lula, as ações complementam o trabalho feito “por nossos libertadores”.
Lula também destacou a aprovação no Senado brasileiro do instrumento que permite a entrada de Venezuela ao Mercosul. Ele disse que “o gesto do Senado brasileiro, ontem, foi um gesto gratificante. Foi a quebra do preconceito.”
Confira trecho do discurso de Lula em que comemora a entrada da Venezuela no Mercosul:
Ouça aqui a íntegra do discurso:
Para ler, clique aqui.
Chávez explicou que sentia-se seguro quanto a aprovação, no plenário do Senado, da adesão da Venezuela. O presidente venezuelano acha que o mesmo ocorrerá com o Paraguai: “Não é um capricho. É um destino. Existe sólida integração e unidade verdadeira. Trata-se de um grande passo. Enfim, Lula, tu sabes que a Venezuela é tão tua quanto o Brasil.”
O presidente Lula disse também ter ficado bastante entusiasmado com a visita ao campo de plantação de soja na região de El Tigre, na Venezuela. Ele enfatizou que o Brasil não está “vendendo soja”, mas transferindo tecnologia. Lula explicou que recebeu informações técnicas sobre o melhor aproveitamento da área plantada. De acordo com a Embrapa, a utilização de calcário no solo permitirá dobrar a produção venezuelana de soja por hectare .
Após os pronunciamentos oficiais, a cerimônia foi encerrada. O presidente Lula retorna esta tarde ao Brasil.
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-off topic-
Vocês já devem ter visto o vídeo da aluna de turismo da Uniban insultada pelo campus por estar vestindo minisaia. É chocante!
Agora entendo porque uma amiga minha, carioca, voltou de São Paulo chocada com a misoginia dos paulistas. De volta ao Rio, aliviada, sentenciou: -paulista odeia mulher!
São Paulo já foi descrita como “túmulo do samba”, como o lugar “de onde não se vê quem sobe ou desce a rampa (do planalto)”… Agora também concorre como o torrão onde a beleza feminina deve ser apedrejada… Talibã perde!
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Enviado por Ricardo Noblat -
30.10.2009
| 20h03m
Comentário
Honduras – Mesmo que volte ao poder, Zelaya perdeu
Zelaya comemora o acordo com Micheletti
O fim da crise política em Honduras tem um grande derrotado: o presidente deposto Manoel Zelaya. E um grande vencedor: o regime democrático.
Antes de ser preso no dia 28 de junho último por tropa do Exército e deportado para a Costa Rica, Zelaya havia convocado um referendo sobre a reforma da Constituição que poderia lhe abrir as portas para um segundo mandato.
A Constituição hondurenha proíbe expressamente o segundo mandato. Não admite sequer uma consulta popular a respeito.
O referendo foi desautorizado pela Suprema Corte de Honduras.
Zelaya o manteve e no dia 24 de junho demitiu o general Romeo Vásquez, chefe das Forças Armadas, que se negara a garantir a instalação de urnas específicas para o referendo.
No dia seguinte, a Suprema Corte repôs Vásques no cargo.
O Congresso que por unanimidade elegeu presidente Roberto Micheletti para suceder Zelaya é o mesmo Congresso que agora decidirá se Zelaya deverá ou não voltar ao poder.
A essa altura, parece tudo acertado para que o Congresso restitua o poder a Zelaya. Mas para isso o presidente deposto perdeu quatro meses de mandato, desistiu da idéia do referendo, concordou em reconhecer como legítimas as eleições presidenciais marcadas para o próximo dia 29 e teve que engolir a formação de um governo de união nacional.
De resto, o mandato de Zelaya terminará em 29 de janeiro. E a Constituição impede que um ex-presidente possa algum dia voltar se candidatar ao mesmo cargo.
O tempo que durou a crise contribui para seu esgotamento.
A resistência de Zelaya estava no fim depois de 40 dias abrigado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa.
As famílias que mandam em Honduras não suportavam mais as sanções econômicas aplicadas ao país pela comunidade internacional. Essa, por sua vez, ficaria mal na foto se não forçasse a aceitação de uma saída capaz de desestimular tentativas de golpes e de restabelecer o respeito aos ritos democráticos.
Não se depõe um presidente sem o devido processo legal. E a Constituição hondurenha veda a deportação de qualquer cidadão.
Os Estados Unidos, por meio do seu subsecretário para assuntos da América Latina, Thomas Shannon, agiram na hora certa. O acordo foi firmado menos de 48 horas depois de ele ter desembarcado na capital de Honduras.
(Estes são os oito pontos do acordo firmado por Micheletti e Manuel Zelaya:
1. A criação de um governo de reconciliação nacional;
2. Recusa à anistia política que o governo Micheletti estava disposto a conceder a Zelaya;
3. Reconhecimento das eleições presidenciais de 29 próximo;
4. Transferência para o Tribunal Supremo Eleitoral da autoridade sobre as Forças Armadas;
5. Criação de uma comissão para zelar pelo respeito ao acordo;
6. Formação de uma Comissão da Verdade para investigar o que aconteceu antes, durante e depois da deposição de Zelaya;
7. Reinvindicar à comunidade internacional que suspenda todas as sanções a Honduras e despache representantes para observar as eleições presidenciais;
8. Caberá ao Congresso, ouvida a Justiça, decidir sobre a volta de Zelaya ao poder.)
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Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 5h22m
deu na folha de s.paulo
Estatal paga R$ 1 mi por defesa de acusados
Diretor e ex-diretores da Eletrobrás foram denunciados por desvio de recursos públicos enquanto ocupavam cargo na companhia
Empresa, que contratou escritório particular apesar de ter quadro de advogados, alega respaldo em estatuto para justificar o pagamento
A Eletrobrás pagou R$ 1 milhão pela defesa de um diretor e dois ex-diretores acusados pelo Ministério Público Federal de usar seus cargos na estatal para desviar verbas públicas.
Eles foram investigados pela Polícia Federal na Operação Navalha e denunciados pelo Ministério Público, em 2008, sob a acusação de praticar os crimes de quadrilha, desvio de recursos, gestão fraudulenta e participação em esquema de fraudes a licitações.
A Eletrobrás alega que o pagamento está respaldado pelo seu estatuto. A garantia aos “dirigentes e conselheiros”, disposta no artigo 29, porém, é condicionada. Só existirá nos casos em que “não houver incompatibilidade com os interesses da sociedade”.
Apesar disso e de ter um quadro próprio de advogados, a empresa contratou o escritório Nélio Machado Advogados, com dispensa de licitação, em 24 de julho do ano passado para fazer a defesa do diretor Valter Luiz Cardeal de Souza e dos ex-diretores José Drumond Saraiva (então diretor financeiro) e Aloisio Vasconcelos Novais (que na época da denúncia era o presidente).
Dos acusados, Valter Luiz Cardeal de Souza é o único que continua na Eletrobrás como diretor de Planejamento e Engenharia, embora o Ministério Público tenha defendido “o afastamento dos denunciados ocupantes de cargos públicos”.
Ele foi denunciado por quadrilha, gestão fraudulenta e por desvio de recursos em três ocorrências diferentes. No mercado, é tido como homem de confiança da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Foi um dos convidados para o casamento da filha dela.
De acordo com o Ministério Público, o engenheiro gaúcho teria usado o cargo para autorizar mudanças em contrato da Cepisa (companhia energética do Piauí) com a Eletrobrás para a execução do programa Luz para Todos. A beneficiada teria sido a empreiteira Gautama, pivô do esquema descoberto pela Operação Navalha.
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FRASE DO DIA
“Eu lamento que Lula saia e sei que no Brasil muitos também lamentam. Deixo a pergunta no ar: por que um presidente que está bem e tem 80% de popularidade tem que sair?”
Hugo Chávez, presidente da Venezuela
Zé Serrote responde: Porque aqui não é teu quintal, psicopata!
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Onde houver nomes como:
Tucanalha, PIG, Tucademos, Zé Pedágio, fhCIA, fernandinos, lacerdentos, e outros ataques imbecis à oposiçao, independente do nome que estiver acima escrito, pode ter certeza…
…foram inventados pelo petralha “brasileiro acima de tudo”.
Ele vive sózinho inventando nomes falsos porque o molusco está “sem caixa” para pagar mais petralhas.
Disse: Zé Serrote
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Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 8h03m
Deu na Veja
A reconstrução da ministra
O governo e os marqueteiros moldam o novo perfil de Dilma Rousseff a ser apresentado aos eleitores: mineira, simpática, afável, de discurso simples e antenada com temas ambientais
De Otávio Cabral e Alexandre Oltramari:
Depois de ser derrotado em três eleições, Lula reapareceu com a imagem remodelada na eleição de 2002. Passou a usar ternos bem cortados, cuidou da aparência e, principalmente, deixou de lado o discurso radical que assustava parte do eleitorado.
A ministra Dilma Rousseff, candidata do governo à Presidência, está no mesmo laboratório operando sua transformação. Nos sete anos de ministério, Dilma ficou conhecida pela austeridade, inclusive no trato com auxiliares e colegas, pela falta de tato político, o que já lhe rendeu brigas e desafetos dentro do próprio partido, o PT, e pela dificuldade em se comunicar.
Parecem problemas intransponíveis para quem deseja enfrentar com a mínima possibilidade de êxito uma campanha eleitoral que promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos. A metamorfose já mostra os primeiros sinais.
Na semana passada, durante a inauguração dos estúdios de uma emissora de TV, Dilma brincou de atriz com o presidente Lula, que manejava uma câmera. Depois, em um jantar com parlamentares do PP, fez questão de ir à cozinha cumprimentar os funcionários da casa. Em outro evento, em São Paulo, abraçou e beijou catadores de lixo que participavam de uma feira de reciclagem.
Por fim, a ministra, que nunca teve muita afinidade com questões ambientais, tem revelado inédita preocupação ecológica, a ponto de ser nomeada para chefiar a delegação brasileira que vai participar de uma conferência da ONU sobre o clima.
“Dilma está mais simpática, mais sorridente e consciente do que se deve fazer em uma campanha”, afirma um membro de seu staff. Exemplo disso é que, há duas semanas, a ministra esteve em um almoço com correligionários do governador Eduardo Campos (PSB-PE) e, na chegada, cumprimentou apenas as autoridades presentes à mesa. Foi, depois, advertida pela falha.
“Dá para perceber que é difícil para ela cumprir esse papel de candidata, mas ela tem se esforçado.” Os discursos e as opiniões da ministra também passaram a seguir um roteiro preestabelecido. Os discursos devem ser simples e carregados de metáforas de fácil entendimento, como os do presidente Lula. As opiniões emitidas sobre os temas de governo e de campanha também não podem divergir das defendidas pelo presidente.
Nos últimos dias, Dilma foi criticada por estar antecipando a campanha eleitoral, o que é ilegal. Indagada sobre o assunto, a ministra se disse vítima de preconceito pelo fato de ser mulher. Ninguém entendeu o que uma coisa tem a ver com a outra, mas Dilma conseguiu, ao menos momentaneamente, safar-se da polêmica – exatamente como foi ensaiado com sua equipe de campanha, integrada por políticos, publicitários e jornalistas.
A ministra se reúne uma vez por semana com o “estado-maior” de sua campanha, como é chamado o grupo do qual fazem parte os ministros Franklin Martins (Comunicação Social) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), o chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, o deputado Antonio Palocci, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o marqueteiro João Santana.
Nesses encontros são discutidos os temas que serão abordados pela candidata-ministra e como ela deve tratá-los em suas aparições. Também são definidos a agenda de viagens e pontos da estratégia política da campanha. Nos fins de semana, Dilma reserva um dia, às vezes o sábado, às vezes o domingo, para se dedicar integralmente ao treinamento e à preparação da “candidata ideal”.
Ao lado de João Santana e de sua equipe de marqueteiros, a ministra é submetida a sessões de entrevistas, debates simulados e pronunciamento para programas de TV. A postura, o tom de voz, o modo de encarar as câmeras e até a melhor roupa para cada ocasião são experimentados à exaustão. “Esse treinamento é normal para todo candidato em campanha.
No caso da Dilma, porém, isso precisa ser intensificado porque ela não tem nenhuma experiência eleitoral. Estamos saindo do zero, fabricando um candidato”, explica um dos envolvidos na operação.
Em breve, o perfil de Dilma Rousseff ganhará o reforço de um detalhe desconhecido pela maioria dos eleitores. A ministra terá enfatizada sua condição de “candidata mineira”. Dilma nasceu em Belo Horizonte, em 1947, e estudou nos tradicionais colégios Sion e Estadual Central. Sua mãe cresceu em uma fazenda na região de Uberaba e seu pai trabalhou na siderúrgica Mannesmann, tradicional empresa no estado.
Em Minas Gerais, ela atuou em grupos de oposição à ditadura e acabou presa. Essa origem, porém, é pouco conhecida, pois sua carreira pública foi, na verdade, construída no Rio Grande do Sul, para onde se mudou após deixar a prisão.
Pela estratégia montada, Dilma será apresentada como a alternativa para Minas voltar a ter um presidente da República depois de quinze anos. O último foi Itamar Franco. Os auxiliares da ministra avaliam que, caso o governador paulista José Serra seja confirmado como candidato da oposição, ela pode atrair os votos dos eleitores mineiros, desde, é claro, que enxerguem nela uma legítima representante do estado.
A estratégia da ministra também passa pelo mundo virtual. Na semana passada, o PT inaugurou seu novo site, orçado em 600 000 reais, que terá canais de áudio e vídeo para ajudar a alavancar a candidatura de Dilma. Pelo site, também será possível arrecadar recursos a partir do início oficial da campanha, em julho. Extraoficialmente, porém, a máquina petista tem um raio de ação muito mais abrangente.
Em abril passado, uma ficha criminal falsificada que relatava a participação da ministra em ações armadas contra o regime militar infestou a rede. O episódio levou os estrategistas de Dilma a importar o marqueteiro Ben Self, responsável pela parte digital da campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Contratado por João Santana, Self esteve no Brasil duas vezes nos últimos cinco meses. Ele se reuniu com os coordenadores da campanha da ministra e sugeriu planos para reagir a esses tipos de ataque.
Bogueiros e internautas estão sendo arregimentados para inundar as chamadas redes sociais com mensagens de apoio a Dilma e com ataques aos adversários. O trabalho custa entre 50 000 e 120 000 reais por mês e é realizado por empresas especializadas.
“Tudo precisa ser clandestino. A força desse tipo de campanha é justamente a aparente espontaneidade das manifestações”, disse a VEJA um especialista da área. Oficialmente, nenhum político admite o envolvimento com seus fãs e detratores do mundo digital.
Não há exemplo na democracia brasileira de um candidato “fabricado em laboratório” que tenha se tornado presidente. Antes da ditadura, não havia campanha eleitoral de massa, com TV e rádio. Por isso imperavam os grandes líderes políticos, capazes de costurar o apoio das lideranças regionais.
Desde a redemocratização, todos os candidatos competitivos tinham biografia política significativa. Mesmo os políticos mais próximos de Lula consideram essa metamorfose uma incógnita.
Diz Gaudêncio Torquato, professor de marketing eleitoral da USP: “Todo candidato tem sua identidade, representada pelo caráter, personalidade e estilo. E há a imagem, projetada pelos publicitários, para que ela se torne mais palatável aos eleitores. Se essa imagem for muito diferente da identidade, há o risco de o candidato parecer falso e artificial ao eleitor, afugentando seu voto”.
Diz Zé Serrote: A terrorista está virando a Branca de Neve.
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29/10/2009 – 17:22
Delúbio Soares diz que camadas reacionárias têm preconceito contra governo Lula
Folha Online
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares publicou artigo nesta quinta-feira em seu blog no qual afirma que as “camadas reacionárias” e os setores mais antipopulares têm preconceito do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o ex-líder petista, esses setores da sociedade aceitaram a chegada do PT ao poder mas “jamais perdoarão” o desempenho, a popularidade e a competência de um presidente que sabe conviver com adversários.
“Muito do preconceito e das críticas ao governo de Lula e do PT e seus aliados da base de sustentação, decorre da constatação de que a convivência civilizada, a permanente negociação política, a conhecida disposição de diálogo e a ausência de qualquer radicalismo por parte de Lula e seu governo”, disse Delúbio no blog.
No artigo, Delúbio enaltece as qualidades de Lula e ressalta que o presidente pratica “com afinco” o jogo democrático, mas não abre mão de seus compromissos “mais sagrados” de dar atenção especial aos mais necessitados.
Delúbio foi expulso do PT 2005, quando surgiram as denúncias do suposto esquema de mensalão –suposto esquema de compra de votos de parlamentares da base aliada. Ele é um dos réus do processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal).
Nos últimos meses, Delúbio tentou retornar à política e ao PT para concorrer a deputado federal ou estadual por Goiás. Mas não se filiou a nenhum partido até o início deste mês e, por isso, não poderá concorrer a nenhum cargo em 2010.
Zé Serrote mostra a lista dos mais necessitados:
-A terrorista Dilma Estela
-Renan Calheiros (PMDB-AL)
-Romero Jucá (PMDB-RR)
-Roseana Sarney (PMDB-AP)
-Waldir Raupp (PMDB-RO)
-Eduardo Suplicy (PT-SP)
-Inácio Arruda (PCdoB-CE)
-José Sarney (PMDB-AP)
-Fernando Collor (PMDB-AL)
-Paulo Maluf (PP-SP)
…e os petralhas contratados deste blog.
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U BÃO BRASILERO (CORDEL POPULAR)
U muluscu qué fazê
Du Brasí Vinizuela
Máiz num vai acuntecê
Essa póbi isparrela
Us povu tá tudu isperto
I u Serra vem aí
A caguidata da Dirma
Cum certeza num si afirma
I u truque vai aluí
U Serra vem pra ficá
Eli é um hómi bão
Prá sê nossu prisidente
Prá cunsertá a Nassão
Anssina: Zé Serrote o pueta do Serrão
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Com a bênção do pré-sal
Despesas públicas // Projeto do governo cria 21.507 cargos para a Marinha. Uma das justificativas é a defesa das plataformas de petróleo, mas oposição critica
Daniela Lima // danielalima.df@dabr.com.br
A Marinha entrou na lista de agraciados com a expansão de quadros no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Projeto de lei encaminhado pelo Executivo ao Congresso cria 21.507 cargos para a Força, passando o efetivo de 59 mil para 80.507 militares. Sem previsão orçamentária específica, a proposta – que começaria a ser implementada em 2010 – está criando polêmica. Entre as justificativas apontadas no projeto para o reforço no efetivo está a exigência de maior presença naval nas águas para a defesa das plataformas de exploração de petróleo no mar, “pela perspectiva de início da exploração dos campos do pré-sal”.
Os militares têm se movimentado para garantir a aprovação do aumento dos cargos ainda este ano. A pressão fez com que o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) solicitasse um parecer técnico à Consultoria de Orçamento e Finanças da Câmara sobre a viabilidade da proposta. A nota evidenciou falha que se tornou comum nos projetos que tem essa finalidade: a faltade previsão orçamentária. “Já estão gastando por conta do pré-sal, como se houvesse a garantia de que ele representará uma imensa fortuna para o país”, comentou Madeira, sobre o projeto.
A Constituição diz que o aumento de cargos ou salários só poderá ocorrer quando contar com destinação prévia de recursos. O Orçamento da União para 2010 não está fechado. O projeto de lei que irá estipular os gastos para o próximo ano ainda está em tramitação – sequer o relatório preliminar foi apreciado. “O PL 5916/2009 (número da proposta) não cumpre o determinado pelo texto constitucional”, diz o documento, explicando depois que a exigência que consta na norma só poderia ser cumprida se, no orçamento aprovado para o ano que vem, houvesse garantia de recursos para a ampliação dos quadros da Marinha.
Diante do impasse entre a necessidade do governo e a Constituição, os parlamentares buscam uma solução. “Vejo com boa vontade o projeto, porque sei que entre os militares ninguém vai nomear dirigente partidário. Mas temos que ver se é possível encontrar uma solução para isso. Infelizmente a lei é burlada, a começar pelo Executivo e pelo próprio Congresso”, criticou Madeira.
A Marinha garante que os 21,5 mil cargos seriam preenchidos ao longo de 20 anos, e que o reforço é necessário diante do aumento de atribuições. A Força também argumenta que não houve crescimento significativo do efetivo nas últimas quatro décadas – 8,6% em média, ao ano. “Com a aprovação será dado início a obtenção desse pessoal, possivelmente a partir do próximo ano, quando serão abertas, em média, 218 vagas para oficiais e 771 para praças, por ano”, informou a Marinha ao Correio.
O projeto estipula a criação, ao todo de 3.507 oficiais e 18.000 praças. A expectativa do governo, com a implementação gradual dos quadros é um impacto, nos três primeiros anos, de R$ 27.9 milhões em 2010, R$ 72.1 milhões em 2011 e R$ 118.5 milhões em 2012.
Administração – A criação de cargos na estrutura da administração pública federal é alvo de constantes críticas da oposição. Segundo estudos do deputado Arnaldo Madeira, desde o início do governo Lula foram criados cerca de 214 mil cargos. Como o discurso de que a estrutura está inchada não cola no eleitorado, os oposicionistas decidiram colocar na ponta do lápis a qualidade da gestão desses cargos no governo. “Vou apresentar requerimento para saber quanto desses cargos foram preenchidos. O governo diz que criou quadros para universidades, mas sabemos que, apenas entre esses, 30 mil ainda estão vagos”, afirmou Madeira. O governo se defende. Diz que não está promovendo o aparelhamento da máquina, mas sim investindo na qualidade da administração pública federal.
Zé Serrote o pueta do Serrão explica:
Essa é uma tática diversionista usada por Hitler na Alemanha. A lógica é a seguinte: plante um benefício para uma instituição, mesmo que não tenha consistência real, e você a dividirá criando duas facções que entram em conflito (os contra e os a favor). Aí você entra como benfeitor e pacificador. Enquanto os outros brigam você reina tranquilo. Entenderam?
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PAC-2009: de R$ 27 bi, só R$ 3,8 bi foram liberados
Folha
Visto do alto dos pa©mícios que Lula e Dilma Rousseff realizam dia sim outro também, o PAC é um sucesso.
Tomado pelos números da execução orçamentária, a principal peça de campanha do governo é um empreendimento por fazer.
Para 2009, o governo reservara R$ 27,85 bilhões para o PAC. A dois meses do final do ano, saíram do cofre apenas R$ 3,83 bilhões –13,6% do total.
Os dados constam do Siafi, o sistema informatizado que armazena informações sobre os gastos do governo.
Premido pela queda na arrecadação de tributos, o governo privilegia o empenho de despesas em detrimento dos pagamentos.
Por ora, foram empenhadas R$ 14,69 bilhões (52,7%) das verbas do PAC-2009.
Significa dizer que o governo já contratou as despesas, mas só vai pagar no ano da graça eleitoral de 2010.
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Lulla e Chavez : dois idiotas latinoamericanos.
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DUELO DI ZÉ SERROTE CONTRA U INAÇO PROPAGANDERO (ESTÓRIAS DE CORDEL)
Zé Serrote, u pueta,
agora vai lhi peitá
Responda seim mintirada
Pru povu acriditá
Cadê as çuas prumessa
Qui anda fazeno à bessa
Qui só fica nu falá
I próvi si fô capáiz
U qui é hoji u Fomi Zero
Podi pensá eu ispero
U qui vai arrespostá
Cadê u tar di ProUni
Qui só fêiz nove pur cento
I era só fingimento
Propaganda prá ingrupí
Us nossu universitáro
Qui cum cara di otáro
Nessi papo acriditáro
Cunversa prá boi durmí!
Cadê u Luz para Todo
Qui ia alumiá
Era apenas ingôdu
P’rus povu isperançá?
Cadê u tar di Pronaci
Qui ia dá sigurança
Falanu i cidadania
É máiz uma hirisia
Prá inganá as criança
Us cidadão ias muié,
Nessa farsa gunvernanssa?
Tudu issu virô PAC?
Só mintira, só axaque
Prá inganá u Brasil?
Tómi vergonha seu cába
Vê si num menti i si gaba
Nada diço nus siduz
Vô lhi mandá prum lugá
Si subé intrerpetá
“Prá quenga qui deu-lhi à luz!”
Anssina: Zé Serrote o pueta do Serrão
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Olá ideologista, monopolizadores do blog!Depois de uma semana dura, tendo que dar resultados ( GESTÃO), para não deixar a empresa morrer e poder pagar os impostos para manter vivos os sanguessugas do governo e seus apadrinhados, voltei:
Deixa-me exercer minha liberdade de expressão e dar meu pitaco irrelevante.
“Ideologia não dá resultado,o que dá é GESTÃO. GESTÃO se baseia naquilo que as pessoas são,não naquilo que gostaríamos que elas fossem.
Nada disso é novo na área privada, mas tente discutir essas coisas com gente portadora dessa “mentalidade coletivista e sindical” que nos assola, ou com certos ongueiros, supostamente “construtores de um mundo melhor que eles juram que é possível”. Vão te acusar de neo-liberal.Vão dizer que você desrespeita o SERUMANO ( ou ÇERHUMANO?). Será acusado de insensível, egoísta…Eles, ao promoverem a imbecilização em massa, é que são os bonzinhos, naturalmente.
Converse com eles, e sentirás que falarão sempre com aquela voz adocicada,bem espiritual,típica das pessoas “do bem”, que estão lutando contra as injustiças da máquina impessoal que desumaniza as relações entre pessoas (e ,claro,desarmonizam as relações do homem com a natureza também). É por isso que podem depredar propriedades privadas (não os critique, você os estará “demonizando”!). Eles, em sua infinita sabedoria, sabem o que é bom para nós, e propriedade privada rural é ruim. É por isso que são contra o agronegócio e a favor da agricultura familiar e artesanal.Tente explicar-lhes que é a escala que o agronegócio introduz via tecnologia e processos inovadores que barateia alimentos, aumenta produtividade, emprega mais. Vão responder que isso é capitalismo/mercadismo ou sei lá o quê. Você diz que é economia, que é uma lei das atividades de produção,ele diz que não acredita.Você mostra. Ele não vê. Ele ideologiza fatos. Ele olha para uma batata e diz que é um paralelepípedo. Ele é um “crente na crença”. “
Outras Considerações:
-Arrisco dizer que preferimos crer na crença, pois foi assim que procedemos desde que compartilhamos da linguagem. O racional, a procura pela “verdade” é muito nova. Alguns milênios contra milhões de anos. Não é de estranhar que o racional é ainda apenas, um acidente, um ponto bem fora da curva. Se mostramos fatos e resultados dizem: “Não adianta, eu quero ACREDITAR, eu não quero SABER”.
- O maior problema da verdade é que ela não é democrática, para a maioria das pessoas, preferem acreditarem em um fato, mesmo que isso não o faça torná-lo real. Então racionais, empiristas, céticos que não sabem e não conhecem a arte da “manipulação” ou do “politicamente correto”, de falar na hora certa para pessoas certas de forma assertiva, são constantemente massacrados pela massa que acredita por acreditar. A maioria das pessoas não está em busca da verdade, mas sim de conforto momentâneo e para elas não é confortável mudar esse comportamento e se acostumam e não querem sair desse conforto mentiroso.
-Realmente existem pessoas que não se interessam por saber “a verdade”, e isso é muito comum. Gosto muito de uma frase que diz “Não somos seres mais racionais do que racionalizantes”, mesmo que um fato seja absurdo, a probabilidade de aparecer uma outra pessoa para defender um ponto de vista, por mais tolo que seja, é grande.
EDUCAÇÃO e SAÚDE.
Existe um projeto do senador Buarque é o Nº 480 de 2007. Vejam o link: http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166, que é muito interessante, mas que os nossos idealistas e coletivistas de plantão nem tocam no assunto, pois acabaria com suas mamatas e falsas ideologias.
Minhas Considerações: Sei que pode ser um projeto polêmico, teria-se que mexer num vespeiro, mas sou a favor que incluíssem também os filhos dos funcionários públicos municipais, estaduais e federais. Assim se estaria contribuindo para que a meritocracia prevalecesse. Imagine só quantos talentos são jogados no lixo todos os dias somente porque não tiveram condições de pagar uma escola de ensino fundamental, um ensino médio ou um cursinho em escola particular já que o ensino público está uma porcaria. Apesar de poder pagar um colégio particular para minha filha, não consigo compactuar com essa injustiça e sou a favor de fazermos uma campanha para que todos tivessem as mesmas oportunidades. . Acredito que se assim o fizéssemos, pressionando nossos ilustres políticos para que isso seja exigido para filhos de políticos e funcionários públicos de todas as esferas, quem sabe daí eles também iriam se preocupar para que resgatássemos nosso sistema de ensino público ( que aliás já foi muito bom) e assim voltarmos a ter um sistema educacional melhor que provenha condições para que ricos e pobres possam vir a competir em condições de igualdade na hora de disputar uma vaga nas boas universidades. Mais, eu ficaria feliz, pois a idéia poderia ser extensível aos planos de saúde também e obrigá-los a usar o SUS (não o “SUS” do Lula , do J.Alencar, da Dilma e outros que usam o Sírio Libanez). Políticos ou funcionários públicos que quisessem um plano de saúde diferenciado ( particular) que pagasse do próprio bolso como nós que trabalhamos no setor privado e não com impostos dos contribuintes. Sei que é uma utopia, mas não custa tentarmos. Quem concordar, que colabore para disseminarmos essas propostas, quem sabe daí teríamos um país mais justo e não esse falso que estásendo propagadeado pelo nosso apedeuta mor. Um grande abraço.
Luiz Gonzaga
Prosopopéia para os PaTos
Conta-se que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o, quando este tentava pular o muro com os patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas, sim, pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei, com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Dotô, resumino: eu levo ô dexo os pato?
Luiz Gonzaga: Dessa tenho certeza que você gostou.
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Tenha certeza, Edson Vergilio
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AOS ABUTRES DE PLANTÃO
Publicada em:28/10/2009
CARNICEIROS DA TRAGÉDIA
Recife (PE) – Os jornais de hoje revelam, de passagem, que a causa decisiva do desastre da TAM em julho de 2007, em São Paulo, foi a posição incorreta do manete direito, que controla a potência da turbina direita do avião. Agora. Mas enquanto houve sangue fresco e restos de pessoas, o comportamento da mídia não foi assim.
Na época, houve um circo de horrores maior que o número de mortos. Na televisão, nos periódicos, nas revistas, pulavam de alegria diante de mais uma desgraça onde o culpado seria o governo brasileiro. Repórteres obedientes à orientação da pauta, articulistas que viraram autoridades, mais pareciam papa-defuntos. Na Folha de São Paulo, por exemplo, em 19 de julho se publicou:
“O que ocorreu não foi acidente, foi crime
Gostaria imensamente de ter minha dor amenizada por uma manchete que estampasse, em letras garrafais, ‘GOVERNO ASSASSINA MAIS DE 200 PESSOAS’. O assassino não é só aquele que enfia a faca, mas o que, sabendo que o crime vai ocorrer, nada faz para impedi-lo. O que ocorreu não pode ser chamado de acidente, vamos dar o nome certo: crime…. Talvez o presidente não se importe tanto, afinal, quem viaja de avião não é beneficiário de sua bolsa-esmola, não faz parte do seu particular curral eleitoral cevado com o dinheiro que ele arranca de nós. Devem fazer parte das tais ‘elites’, que é como ele escarnece da classe média que faz (apesar do governo) o país crescer”.
E mais se dizia:
“Incompetência, imprudência, tragédia. A despeito das causas do acidente com o Airbus A-320 da TAM, o desastre potencializa a crise da aviação civil, escancara a precariedade do transporte aéreo brasileiro e torna ainda mais urgente uma redefinição ambiciosa e profunda do sistema. É inacreditável que reiteradas demonstrações de inépcia, ao longo de dez meses de crise, não tenham rendido nenhuma demissão no alto escalão do governo Lula”, no editorial.
“E as circunstâncias eram desfavoráveis: chovia, a pista estava escorregadia, as reformas são recentes, faltam as ranhuras (riscos para produzir mais atrito nas rodas).
Pairando sobre o vôo 3054, havia também o Boeing da Gol e dez meses de crise, greve e prisão de controladores, nevoeiros, trocas de acusações, panes de rádios, suspeitas quanto aos radares. Um sistema em xeque. Seus operadores, sob profundo estresse. Pequenos erros podem virar grandes tragédias. E há a falta de comando do governo e a ganância das companhias”.
Para haver justiça, deve ser dito que em toda a grande mídia, dos impressos à televisão, o tom e o clima foram de um oportunismo político sem escrúpulo, que poderia assim ser resumido: “Há desgraça, estou presente. Há cadáveres, vou cheirar sua carniça”.
Os devoradores de mortos pareciam não saber de um limite para o horror. A Rede Globo de Televisão deu um show de teledramaturgia. As chamadas foram um primor de folhetim: “O maior desastre da aviação brasileira … Duas tragédias em dez meses… Tristeza e indignação na madrugada em São Paulo… A aflição das famílias das vítimas em Porto Alegre… O medo de quem mora próximo a Congonhas”. Eram mostrados fogo, choro, convulsões, desespero, e reconstituições por recursos de computador, que misturados à narração do… repórter ….eram uma aula de insuflar emoção nas… reportagens. Lágrimas, choros, prantos, fotos de crianças mortas, de jovens sem vida no vigor dos seus anos.
Imagens do assessor especial do Presidente foram mostradas, um dia depois, no interior da sua sala, a fazer gestos que significavam coito, “estão fodidos”. Um escárnio, um insulto à memória das vítimas, porque o governo estaria a comemorar uma nova versão para os mortos.
“Olha, foi uma das cenas mais dantescas, mais cruéis que eu já vi. A nação inteira, inteira chorando, o Pan parando pra chorar e o Palácio festejando. O cara levantando as mãos, dizendo que a culpa não é do governo! Claro que é do governo. Agora, mesmo que não fosse do governo, comemorar é uma bofetada no povo brasileiro”, afirmou então o senador Pedro Simon, o paladino da hora.
Mas agora a culpa foi do manete, admitem, sem verniz na cara. Memória de abutre é pequena
URARIANO MOTA
Publicada em:25/10/2009
MAIS UM CAMPEÃO DE AUDIÊNCIA
Queiram ou não seus adversários, Lula continua um campeão de audiência em matéria de frases de retórica que se transformam em debates nacionais. Verdadeiras parábolas que trazem embutidas críticas a adversários ou explicações sobre posições polêmicas que teve que adotar no exercício da presidência.
Esta semana, foram duas tiradas sensacionais. A primeira delas, em relação à governabilidade, quando disse que “se Jesus viesse para cá, ele não governaria se não se aliasse a Judas”. De uma só tacada ele colocou em seus devidos lugares políticos como Sarney, Collor, Renan e outros menos votados, e a mídia e os políticos de oposição que o criticaram por não endurecer o jogo quando o Senado absolveu Sarney. Todos judas, deixou claro o presidente.
Mas judas existem em outras categorias profissionais, muitos assinam colunas e blogs em jornais ou fazem comentários no rádio e na TV. Um deles, fazendo-se de bobo, fingindo que não entendeu a simbologia usada pelo presidente, emitiu conceitos religiosos para criticar a frase presidencial ao dizer que Lula “perdeu a aula” em que foi ensinado que “Jesus morreu porque não se coligou com as autoridades romanas nem com os sacerdotes judeus”.
Esse comentário pueril partiu do mesmo blogueiro que denunciou, sem apurar a veracidade, no início deste ano, o caso da brasileira que se automutilou na Suiça e mentiu para as autoridades ao afirmar que foi atacada por um grupo de neonazistas. Ele nunca pediu desculpas pelo grave erro que quase levou o Brasil a declarar guerra à Suiça.
Outra tirada de mestre do presidente, foi a que mexeu com a categoria dos jornalistas. Para Lula, “o papel da imprensa não é o de fiscalizar, e sim o de informar”.
A partir daí, discute-se exaustivamente a diferença (ou semelhança) entre informar e fiscalizar. Ora, tecnicamente – e por definição – o presidente está certo. São funções inteiramente distintas. À imprensa cabe o papel de noticiar com isenção, depois de criteriosa apuração. Isso é pacífico, é regra básica de quem tem a responsabilidade de levar a informação correta ao consumidor de notícias.
Uma informação precisa e de qualidade pode levar as autoridades a fiscalizar ou investigar determinada denúncia, isso sim. Mas não cabe ao jornalista o papel de investigador, até porque ele não tem o poder de polícia. Por isso mesmo, essa história de “repórter investigativo” é uma balela criada pela nossa mídia para enganar o telespectador/leitor. Nos Estados Unidos há os repórteres “seniors”, profissionais tarimbados que fazem matérias especiais.
A meu ver, com essa história de “informação” e “fiscalização”, Lula simplesmente mandou um recado àquela meia dúzia de jornalistas/colunistas que, apesar da sistemática campanha de oposição ao governo e a todas as suas iniciativas, são obrigados a admitir que fracassaram e têm que conviver com o sucesso e a popularidade do presidente.
Durante sete anos, usaram o espaço jornalístico de que dispõem para tentar desmoralizar o presidente, quase sempre de maneira ofensiva. Falharam duplamente. Na função verdadeira de “ informar”, e na função traiçoeira a de “fiscalizar
ELIAKIM ARAUJO
[Walter Decker] [Santos] says:
October 30, 2009 at 7:50 pm
Mês passado o jornal mexicano El País fez o artigo ” Lula, quieres ser Presidente de México ? “. Pois ontem, o candidato e favorito a ganhar a presidência do Uruguai mês que vem, José “Pepe” Mujica, teve uma idéia mais original. CLONAR O LULA ! : “ Eu gosto de falar que sou admirador do presidente Lula. Em que sentido ? Lula é um senhor presidente, com um grande número do parlamento que vota contra, e mesmo assim logra manejar um país com as dimensões do Brasil, com os problemas que tem. E por que ele consegue isso ? Porque negocia, negocia e negocia, tem a paciência de um velho dirigente sindical. Aliás, aqui entre nós, deveríamos clonar o Lula pela América Latina “ ( ! ) Pois é. Esse é aquele tipo de inveja que não é nociva, que não faz mal. Pelo contrário. É aquele tipo de inveja saudável, que mostra exemplos e caminhos a seguir e faz o invejoso evoluir.
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Edson Vergilio,
Essa é para os petralhas do blog.
Velha Anedota
Tertuliano, frívolo peralta,
Que foi um paspalhão desde fedelho,
Tipo incapaz de ouvir um bom conselho,
Tipo que, morto, não faria falta;
Lá um dia deixou de andar à malta,
E, indo à casa do pai, honrado velho,
A sós na sala, diante de um espelho,
À própria imagem disse em voz bem alta:
- Tertuliano, és um rapaz formoso!
És simpático, és rico, és talentoso!
Que mais no mundo se te faz preciso? -
Penetrando na sala, o pai sisudo,
Que por trás da cortina ouvira tudo,
Severamente respondeu: – Juízo. -
Artur Azevedo
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Crime cresce assustadoramente. Todos os tipos de crime. No Rio ? Não ! Na Chuíça (*)!
31/outubro/2009 12:35
O que é bom a gente divulga; o que não é bom a gente esconde
Saiu na primeira página da Folha (**) – clique aqui para ler, se você for assinante – deste sábado, quando a leitura de jornais é menor:
“Crime cresce no Estado (não é no Acre – é em São Paulo – PHA) pelo 3º. trimestre consecutivo.”
“Dados da Secretaria da Segurança Pública da gestão (? – PHA) José Serra apontam o aumento em praticamente todos os tipos de crime.”
“Os registros de seqüestro cresceram 136%. Houve recorde histórico (sic) no número absoluto de roubos. “
“O Governo não comentou (porque o problema não é com ele; ele só trata de câmbio – PHA).”
Na página três, a Folha (**) promove um substancioso debate: “O combate à violência passa pela legalização das drogas ?” – clique aqui para ler, se você for assinante.
Violência em São Paulo, amigo navegante ?
Não, o debate da Folha (**) é sobre a violência no Rio.
(No Estadão, o leitor terá que se munir de uma lupa, ir à página 982, de Classificados em Geral, para achar, devidamente sepultada, a noticia sobre o aumento vertiginoso do crime em São Paulo.)
É a “Lei Ricupero”: o que é bom a gente mostra; o que não é bom a gente esconde …
O leitor do PiG (***) de São Paulo deve ter tomado um susto.A Chuíça (*) tem violência ?
Inacreditável.
O leitor do PiG (***) de São Paulo imagina que a violência é uma característica essencial e exclusiva do Rio.
Ele deve estar ainda sob o impacto do show de fogos de artifícios que Zé Pedágio promoveu anteontem no jornal nacional, com a prisão em massa de micro-criminosos.
O PiG (***) e a Globo, por isso, trabalham incansavelmente para entregar as Olimpíadas a Madrid e retirar do Presidente Lula e do Rio a magnífica vitória.
Inacreditável.
Na Chuíça, os sequestros dobraram de número.
Estupro, também.
Roubo de veículos.
Latrocínio.
Vítimas de homicídio.
Zé Pedágio não perde em nenhuma categoria.
Tudo sobe.
Parece a popularidade do Presidente Lula.
É sempre para cima.
E o PiG (***) só trata do Alemão, do helicóptero e do afro-reggae.
Um horror.
Como se sabe, em São Paulo ninguém vende nem compra cocaína.
É a Chuíça (*).
Não fosse o PiG (***), esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende …
Em tempo: as estatísticas de criminalidade do Rio indicam números em queda.
Paulo Henrique Amorim
(*) Chuíça é o que o PiG (***) de São Paulo quer que o resto do Brasil ache que São Paulo é: dinâmico como a economia Chinesa e com um IDH da Suíça.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista
Serra usa atividade acadêmica como palanque
31/outubro/2009 14:09
Que prêmio: está na internet ….
O Conversa Afiada reproduz artigo de Dennis de Oliveira, publicado no blog da Revista Fórum:
Por Dennis de Oliveira�
No dia 29 de outubro, a Pró-Reitoria de Pesquisa da USP convocou todos os professores orientadores e alunos bolsistas para uma apresentação dos trabalhos do Programa de Pré-Iniciação Científica, a ser realizado no Centro de Convenções Rebouças. O Programa de Pré-Iniciação Científica foi uma iniciativa da USP e tinha como objetivo desenvolver atividades de científicas com alunos da rede estadual de ensino médio, previamente selecionados, sob a orientação de professores da universidade que, para isto, deveriam apresentar projetos de pesquisa.
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Por achar interessante esta parceria da universidade com o ensino público, apresentei um projeto de monitoramento de periódicos alternativos no Brasil, dentro da idéia que desenvolvo na universidade de construir um método de recepção crítica e cidadão dos meios de comunicação. Fui contemplado com três bolsistas, todos alunos de uma escola pública de Cotia. Fiquei sabendo depois do valor ridículo da bolsa, R$ 70,00 e também que os bolsistas não teriam direito a uma cota de passe escolar, o que fazia com que praticamente toda a bolsa (ou mais) fosse consumido pelos gastos com transporte.
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Também fiquei sabendo que o programa era bancado por duas multinacionais, o Banco Santander e a Monsanto, a fabricante de transgênicos, empresa que a atual pró-reitora Mayana Zatz tem fortes ligações. E, finalmente, também soube depois que os alunos deveriam contar com um professor supervisor na escola de origem e que estes professores não receberam um centavo da Secretaria da Educação para tal tarefa, nem treinamento que estabelecesse qual é o seu papel.
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Apesar de tudo isto, toquei a proposta. Os alunos eram fantásticos, desenvolveram as atividades da pesquisa de forma competente, mesmo com as dificuldades de deslocamento (demoravam até duas horas da escola em Cotia para a USP), o professor supervisor também era uma pessoa interessante, apesar de estar confuso pela total ausência de definição do seu papel. No final, chegamos a resultados importantes que mapeiam o processo de construção das informações de quatro periódicos alternativos no Brasil – o jornal Brasil de Fato e as revistas Fórum, Caros Amigos e Le Monde Diplomatique, isto após fazermos uma série de discussões sobre os filtros que atuam na produção da notícia, demonstrando que a mídia jornalística hegemônica atua como “um aparelho de propaganda” como define o pensador Noam Chomsky.
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O que aconteceu no dia 29 de outubro? Um grande ato do PSDB. Pela manhã, lá esteve para se deixar fotografar e distribuir risos e abraços, o secretário Geraldo Alckmin – não ficou claro o papel dele como agente público neste programa. Depois, o secretário da educação, Paulo Renato, que não explicou o porquê da sua secretaria não ter feito absolutamente nada em termos de apoio a este programa. E, no final, não poderia de deixar de aparecer o governador-candidato José Serra que, junto com a pró-reitora, distribuiu a premiação aos dois melhores trabalhos de cada área. Prêmio: um laptop para cada equipe vencedora (detalhe: as equipes tinham até oito alunos bolsistas – como eles iriam dividir UM laptop não ficou claro!) e uma assinatura anual da revista da Fapesp para a escola do grupo vencedor (detalhe: esta revista está disponível na internet e é publicada por uma fundação vinculada ao próprio governo estadual). Só faltou dar como prêmio o sinal da TV Cultura por um ano…
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A hipocrisia tucana não teve limites desta vez. Quase 16 anos de governos tucanos que praticamente arrasaram a educação pública estadual, salários dos professores achatados, total desprezo por este programa que foi praticamente bancado por empresas, sem qualquer preocupação em dar suporte a alunos e professores da rede para que ele reverberasse no ensino público e, no final, comparecem à festa!!! Um uso e abuso da boa vontade de professores e de alunos da escola pública que, com seu talento e capacidade, tentam furar o bloqueio imposto pelas péssimas condições do ensino público paulista.
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Dennis de Oliveira
Banda lerda de Zé Pédágio permite “venda casada”
31/outubro/2009 14:28
Amigo é para essas coisas (montagem de Roberto Locatelli)
Por sugestão do amigo navegante Virgílio Freire, o Conversa Afiada reproduz o artigo de Luís Osvaldo Grossmann, publicado originalmente no site Convergência Digital:
:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 30/10/2009
A Secretaria da Fazenda de São Paulo pode até espernear, mas o fato é que o decreto do governo paulista com as regras da banda larga popular dá margem à venda casada do acesso à internet com a telefonia fixa. Não é por menos que a Telefônica sustenta que seu plano de vender banda larga a quem já é assinante cumpre o que prevê a regulamentação.
Assim, na melhor das hipóteses o decreto paulista será ineficaz no que propõe – permitir preços mais acessíveis no acesso à internet. “Se o consumidor é obrigado a pagar cerca de R$ 40 de assinatura básica de telefone, além dos R$ 29,80, de popular essa banda larga não tem nada”, avalia o pesquisador do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Diogo Moyses Rodrigues.
Ele lembra que a prática não é nova. “Além da própria Telefônica, os serviços Velox e BrTurbo, da Oi e da Brasil Telecom, também associam banda larga com a telefonia fixa. A venda casada é um esporte nacional. O mais grave é que a Anatel, o órgão regulador, não coíbe essa conduta das operadoras”, completa o pesquisador do Idec.
A venda casada é proibida tanto pelo Código de Defesa do Consumidor como pelo regulamento específico do setor, a Lei Geral das Telecomunicações – sendo que a vedação consta também das regras do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), pelas quais são prestados os serviços de acesso à internet.
Por isso a coordenadora da Frente dos Consumidores de Telecomunicações e consultora da associação ProTeste, Flávia Lefèvre Guimarães, considera o decreto paulista ilegal. “O decreto fere a LGT, além de aceitar que a concessionária preste Serviço de Valor Adicionado. Fere, ainda, a resolução do SCM, onde é expresso que a prestadora é vedada de condicionar uma oferta à aquisição de outro serviço. Para a ProTeste, o decreto é ilegal”, afirma.
Na quinta-feira, 29/10, a secretaria da Fazenda de São Paulo reagiu a aparente intenção da Telefônica de oferecer a “banda larga popular” associada ao serviço de telefonia fixa. A própria empresa, em nota, admitiu que “tomou a iniciativa de viabilizar uma oferta a ser disponibilizada a todos os seus assinantes”.
Segundo a secretaria da Fazenda, a associação de outros serviços à banda larga popular não dará direito à isenção de ICMS prevista no Decreto 54.921. Ainda mais relevante é a Anatel sustentar que as operadoras não podem restringir a oferta de serviços apenas para quem já é assinante. Segundo a agência, se a infraestrutura existe na rua do consumidor, ele também tem direito a comprar o serviço, ainda que não tenha nenhum contrato vigente com a empresa.
Mas a redação do decreto paulista não deixa clara essa questão. No parágrafo 1º do artigo 2º, a norma condiciona a isenção de ICMS ao preço mensal de R$ 29,80 e diz “já incluído nesse preço o equipamento modem, sua manutenção e os demais serviços inerentes à comunicação pela internet”.
Acontece que serviço de telefonia fixa não é inerente ao acesso à internet – embora essa versão seja, por vezes, disseminada por algumas operadoras. Quem procurar a área técnica da Anatel vai encontrar a leitura de que mesmo o ADSL funciona perfeitamente sem a conexão pelo par de fios. Mais do que isso, o regulamento da telefonia fixa (STFC) permite, no máximo, conexões a 64 kbps.
Além desse ponto, o Decreto 54.921 diz que o serviço de banda larga popular “deverá estar disponível a todos os assinantes da prestadora”. É lícito deduzir, portanto, que a popular banda larga representará uma quantia adicional ao que esses assinantes já pagam. Por essas e outras, o pesquisador Diogo Rodrigues, do Idec, acredita que “essa isenção de ICMS para a banda larga é um negócio muito melhor para a Telefônica do que para os consumidores”.
Leia também:
Serra cria o Mensalão da Banda Lerda
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DILMA, A SARGENTA CHAVISTA
A “doutora” Dilma Rousseff começou a vida pública como terrorista, passou pelo brizolismo e, quem diria, acabou lulista. Depois de desfilar incompetência como secretária de energia no Rio Grande do Sul, teria mesmo que parar no ministério do apedeuta.
Primeiro, como ministra de Minas e Energia – só não levou o Brasil ao verdadeiro apagão de energia elétrica, porque o país não cresceu e porque governos anteriores deixaram boa margem de energia estocada.
Com a saída do subchefe do mensalão, José Dirceu, da Casa Civil, quem o substituiu? Exatamente a “doutora”.
A Casa Civil, que produzira o célebre mensalão de Lula, passou a produzir dossiês para chantagear adversários e até falsificar diplomas para Rousseff apresentar-se como “doutora”.
Lulista, chavista… a “doutora” corre o país em busca de simpatias que viabilizem sua candidatura à presidência da República, como legítima representante dos mensaleiros.
Entrementes, a guerra civil que assalta o Rio de Janeiro resume o desastre que é o governo Lula e o que seria o prolongamento desses aloprados no poder a partir de 2011.
Da newsletter Aleluia em Foco.
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BYE BYE TUCADEMOS
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LULA GASTA NO CARTÃO E NÓS PAGAMOS
Os gastos sigilosos da Presidência da República com cartões corporativos cresceram, em 2009, 9% em relação a todo o ano passado. Até setembro, o Palácio do Planalto desembolsou R$ 5,3 milhões com esse tipo de pagamento, cerca de R$ 1,5 milhão a mais que em 2008. Já a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) gastou R$ 4,5 milhões em missões sigilosas. Juntos, a Presidência e a ABIN torraram R$ 9,8 milhões em 2009, uma gastança que não tem paralelo na história do país. Trata-se de uso e abuso do dinheiro público, uma vez que essas despesas não são fiscalizadas, ou seja o presidente e os membros da sua família gastam a rodo o dinheiro dos impostos pagos pelo povo brasileiro e ninguém tem direito de saber onde o dinheiro foi parar. E por que são secretas as informações sobre a maioria das despesas da Presidência da República feitas com cartão corporativo? Não há nada que possa justificar isso.
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VIOLÊNCIA SEM LIMITES NO RIO E NA BAHIA
A omissão do governo estadual e a incompetência do governo Lula para conter a violência e a criminalidade são problemas comuns a todos os brasileiros, mas cabe reconhecer que as populações do Rio de Janeiro e da Bahia estão sendo as mais prejudicadas. No Rio, além de não enfrentar o problema, o governador Sérgio Cabral perdeu completamente o controle da situação.
Na Bahia, as coisas são parecidas. Ali, o governador Jaques Wagner finge não enxergar o caos que tomou conta da área de segurança. Na avaliação do deputado José Carlos Aleluia (BA), “a violência aumentou de forma brutal, mas as autoridades responsáveis agem de forma incompetente, omissa e parecem cada vez mais tolerantes com os bandidos”.
Aleluia chama a atenção para um fato gravíssimo: os bandidos estão mais ousados e seguem aterrorizando as populações com suas jornadas de crime, violência e terror porque se aproveitam da fraqueza do Estado. “Só governantes incompetentes acham que podem resolver problemas graves como a segurança pública unicamente por meio de discursos”, lamenta o deputado.
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SENADOR COLOMBO: ANULAÇÃO DE EDITAL
O Democratas do Senado apresenta hoje requerimento no plenário solicitando a anulação de edital que libera R$ 13,4 milhões do Incra para o CNPq. De autoria de Raimundo Colombo (DEM-SC), o documento pede que o Tribunal de Contas da União (TCU) faça inspeção no CNPq que, de acordo com o edital de 28 de agosto, ficou encarregado de capacitar profissionalmente populações de assentamentos. A investigação, segundo Colombo, encontrará “muitos pontos obscuros, incoerentes e descabidos, cujos jargões ideológicos induzem suspeitas de que seu real objetivo é financiar invasões de terras pelo MST”. Informações: Estado de S. Paulo.
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LULA E CABRAL NÃO ENFRENTAM VIOLÊNCIA
É espantoso como a propaganda oficial do governo Lula está conseguindo empurrar para debaixo do tapete a gravíssima crise de segurança pública que atinge o Rio. Desde sábado já morreram 42 pessoas como resultado de confrontos entre traficantes. A população está apavorada. Não é para menos. A foto de um cadáver dentro de um carrinho de supermercado mostrou ao mundo, de forma simbólica e chocante, a que ponto a violência chegou no Brasil.
E o governo Lula, o que está fazendo? Nada. Tarso Genro, ministro da Justiça, ofereceu ajuda da “Força Nacional”, aquela de sempre, que nada pode resolver. Foi só. Já o presidente Lula da Silva fez uma frase infeliz sobre limpar a sujeira da cidade. Depois, calou-se. Não custa lembrar que ele está há sete anos no poder e até hoje não apresentou ao país, como é seu dever constitucional, um plano para combater o crime organizado.
O governador Sérgio Cabral, por sua vez, afirmou, sem enrubescer, que a troca de tiros entre os bandidos era reação às políticas de segurança do seu governo, cada vez “melhores”. Em meio a tudo isso, José Mariano Beltrame, secretário de Segurança, criticou todo o mundo e defendeu legislação de emergência, como registrou o ex-blog de Cesar Maia. As destemperadas declarações de Beltrame deveriam gerar preocupação em todas as instâncias de poder, a começar pelo governo federal. Afinal, os problemas do Rio são problemas do Brasil.
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“porque o país não cresceu e porque governos anteriores deixaram boa margem de energia estocada”…
O “ESTOQUE” QUE FICOU FOI O APAGÃO FERNANDINO. A MEMÓRIA DOS ABUTRES É REALMENTE impressiooonnnaaaante !!!!!!!!!!!
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PRESIDENTE LULA, LEIA A CONSTITUIÇÃO!
Depois de passar sete anos no poder desacatando a Oposição e dirigindo pesadas críticas à imprensa, o presidente Lula da Silva escolheu novo alvo para agredir publicamente: o Tribunal de Contas da União, TCU. Conforme determina a Constituição, o TCU vem fiscalizando as obras públicas com rigor e correção, o que deixou o chefe do Executivo inconformado.
Obstruir e, se possível, impedir toda e qualquer fiscalização do TCU parecem ser os objetivos do presidente com esta onda de ataques. Do mesmo modo que tenta obter submissão das empresas jornalísticas para tentar destruir a liberdade de imprensa, o presidente da República quer conformar a Justiça e calar a Oposição.
A democracia, no entando, não sobrevive sem imprensa livre, sem Oposição, sem Estado de Direito e sem a fiscalização da aplicação dos recursos públicos feita por agentes qualificados como é o caso dos profissionais do TCU. E a menos que o presidente Lula da Silva tenha a nefasta intenção de tentar limitar a convivência democrática no país, suas críticas ao TCU são equivocadas e não fazem sentido.
O presidente Lula da Silva, aliás, deveria recuar das declarações que fez e pedir desculpas ao TCU, além de desculpar-se com a imprensa e com os partidos da Oposição. Mudar de opinião não é problema. Ao contrário. Mudar de opinião é um desafio moral e ético que merece o reconhecimento de todos quando se trata de corrigir erros ou buscar a verdade.
Imagem: the passira news
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Zelaya terá pompa de volta; Mas as circunstâncias…
Manuel Zelaya vai retomar a pompa da presidência de Honduras. Mas seus rivais ditam as circunstâncias.
Depois de um angustiante chove-não-molha, fechou um acordo na noite passada –madrugada de sexta (30), no Brasil.
Prevê, entre outros pontos, que caberá ao Congresso hondurenho decidir sobre a restituição de Zelaya à cadeira de presidente, usurpada por Roberto Micheletti.
Não há prazos. Mas “não pode demorar muito”, disse Thomas Shannon, o desatador de nós que os EUA enviaram a Tegucigalpa.
Ficou combinado que todo mundo reconhecerá como legítimas as eleições presidenciais marcadas para 29 de novembro.
Pois bem. Suponha o Congresso devolva a presidência a Zelaya. Com alguma sorte, o chapelão estará de volta à cadeira em 15 dias.
Dali a duas semanas, os hondurenhos irão às urnas para informar o nome do sucessor. A essa altura, Zelaya já será passado.
Fica no cargo até 26 de janeiro de 2010. Mas não dará um mísero passo sem a supervisão do novo dono da faixa.
Ou seja, mantido o acordo, Zelaya volta. Mas só para que Honduras possa salvar as aparências e livrar-se das sanções internacionais.
Thomas Shannon, o enviado de Barack Obama a Hondunras, recomenda “atenção”. Está especialmente preocupado com a parte do acordo que prevê a volta de Zelaya.
No Brasil, o Itamaraty festejou, em nota, o “desfecho pacífico” da crise.
Escrito por Josias de Souza às 18h54
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Sarney: População percebe o esforço e apoia Senado
Nelson Rodrigues ensinou: A grande pose do ser humano não é para a esposa, a amante, vizinhos, credores ou Juízo Final. Nada disso…”
“…O homem põe o seu melhor terno, a sua melhor gravata e as suas melhores virtudes para o seu próprio julgamento…”
“…O vampiro de Düsseldorf, por exemplo, não se considera o vampiro de Düsseldorf, mas um reles bebedor de groselha”.
Coisa parecida sucede com José Sarney. Não se considera co-responsável pelas mazelas do Senado, mas um reles herdeiro da encrenca.
No vácuo das penúltimas críticas, Sarney veio aos holofotes para dizer que a reforma administrativa do Senado, já em sua terceira versão, está de pé.
Prometeu-a para novembro. Mas, nos gabinetes dos senadores, a redução de despesas de pessoal só chega em 2011. E, na direção-geral (112 funcionários), a reforma não mexe.
O texto é da Fundação Getúlio Vargas. Foi repassado aos 81 senadores, para que o leiam e, se desejarem, ofereçam sugestões. A peça pode ser lida aqui.
Ao avaliar o desempenho da própria presidência, Sarney declarou que a “moralização” prossegue. Tossiu. Engasgou. Serviu-se de água (assista no vídeo lá do alto).
Afirmou que a população percebe o “esforço” e manifesta “apoio ao Senado”. Como assim!?!?
Citou “recente pesquisa”: 52% dos brasileiros defendem “a existência do Senado na estrutura dos poderes da República”.
Sim, pode ser. Deseja-se o Senado. Mas um Senado que se dê ao respeito. E que respeite quem lhe paga as contas.
Torça-se para que ninguém pergunte, em nova sondagem, o que pensam os brasileiros do Senado sob Sarney.
Escrito por Josias de Souza às 02h55
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Comissão aprova ingresso da Venezuela no Mercosul
Como previsto, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou o ingresso da Venezuela no Mercosul.
Prevaleceu o relatório governista, de Romero Jucá (12 votos a 5). Antes, rejeitara-se o texto oposicionista de Tasso Jereissati (11 votos a 6, mais uma abstenção).
Falta agora a votação final, no plenário do Senado. Ocorrerá na semana que vem. A aprovação está escrita nas estrelas.
Assim, o Mercosul na bica de virar mais um playground de Hugo Chávez. Mesmo quem votou a favor fez ressalvas ao neoparceiro. Vai abaixo a lista de votação:
- A favor do ingresso da Venezuela no Mercosul: Eduardo Suplicy (PT-SP), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), João Ribeiro (PR-TO), João Pedro (PT-AM), Pedro Simon (PMDB-RS), Francisco Dornelles (PP-RJ), Romero Jucá (PMDB-RR), Paulo Duque (PMDB-RJ), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Flavio Torres (PDT-CE), Renato Casagrande (PSB-ES) e Inácio Arruda (PCdoB-CE)
- Contra o ingresso da Venezuela no Mercosul: Heráclito Fortes (DEM-PI), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), José Agripino (DEM-RN), Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Escrito por Josias de Souza às 17h42
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No Rio, Lula e Dilma ‘inauguram’ quadra já existente
Lula levou a candidatura presidencial de Dilma Rousseff para passear no Rio de Janeiro.
O presidente, a ministra e a candidatura foram inaugurar uma quadra esportiva no Morro da Mangueira.
A quadra já existia. Inauguraram-se os melhoramentos que deram a ela uma cara de ginásio.
Nos discursos e entrevistas, o tema da violência se impôs. Lula disse que a encrenca não é coisa que possa ser resolvida em um minuto.
Chamou os bandidos de “anormais”. E declarou que o compromisso de Brasília com o Rio é ilimitado.
Em matéria financeira, o presidente afirmou que, no combate à criminalidade, não se vai ficar discutindo “merreca de dinheiro”.
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O molusco chegou num circo morrendo de fome e pediu emprego ao dono.
- Um político? Num circo? Olha, o único emprego que tenho é de macaco. O meu morreu ontem e preciso que você se vista de macaco. Pago casa e comida… Serve?
- Serve, disse o molusco, indo para o trapézio.
No outro dia, quando ele estava se balançando lá em cima, começaram a entrar na arena, tigres, jaguatiricas e ursos enormes…
- Não se preocupe, está tudo sob controle, disse o dono do circo, e começou a baixar o macaco(molusco) pertinho do chão.
O urso, abriu a boca para abocanhá-lo e ele falou:
- Senhor urso, não me coma… Eu não sou um macaco, eu sou um molusco!!!!
O urso olhou e respondeu:
- Não precisa ter medo… Aqui embaixo, somos todos petistas.
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1.↑ Na edição originária, o jornal publicou a ficha informando que sua origem era o arquivo do Dops. Três dias após a reportagem, Dilma pediu detalhes da ficha, suspeitando que os arquivos oficiais poderiam ter sido manipulados ou falsificados. A reportagem teria voltado ao Arquivo Público do Estado de São Paulo, mas não teve acesso imediato, mas apenas cinco dias depois, devido a uma varredura determinada pela Casa Civil. O coordenador do arquivo informou que essa ficha não consta no acervo, nem de qualquer outra pessoa nesse modelo. O jornal reconheceu, então, em edição de 25 de abril, depois de carta enviada por Dilma dois dias antes ao ombudsman, que a ficha fora recebida via email, não podendo ser considerada autêntica, mas também não podendo ser descartada. A ficha era datilografada e tinha tom amarelado. Segundo a reportagem, as opiniões sobre a falsidade ou não dividem-se, havendo quem aponte sinais de autenticidade, ressaltando ainda que “parte dos acervos dos velhos Dops está nos arquivos públicos” e que “muitos documentos foram desviados por funcionários e hoje constituem arquivos privados”. Dilma afirmou que a ficha era uma manipulação recente e classificou a reportagem, sobre o planejamento do suposto sequestro de Delfim Neto, como factoide, pois o título da reportagem não levou em conta sua negativa veemente. Declarou ainda que a ficha circula pela internet pelo menos desde 30 de novembro de 2008, atribuindo-lhe crimes que não cometera, não tendo sido nem mesmo denunciada ou processada por aqueles atos. O ombudsman da Folha criticou a postura do jornal, considerando insuficientes as justificativas para os erros cometidos, sugerindo uma comissão independente para apurá-los, o que o jornal não acatou, dando o caso por encerrado. Criticou também as dúvidas lançadas sobre a autenticidade do documento, concluindo que a Folha não se interessou em uma verdadeira apuração, que seria possível, sendo que para ele, leitores especializados em artes gráficas não têm qualquer dificuldade em detectar a fraude.
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O molusco é chamado pelo professor para um exame oral e o professor pergunta:
O que é estelionato?
É o que o senhor professor está fazendo.
O professor, muito indignado:
Ora essa, explique-se!
O molusco: Segundo o Código Penal, comete estelionato todo àquele que se aproveita da ignorância do outro para prejudicá-lo.
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Enterrado em dívidas, aquele petralha resolve se suicidar. Vai no meio da rua, joga um litro de gasolina sobre o corpo e quando vai atear fogo, uma mulher o segura pelo braço.
- Não faça isso não seu moço – diz ela, comovida com a dramática situação.
- Se o problema e dinheiro, a gente vai dar um jeito.
Ela pega uma sacolinha e começa a abordar os carros pedindo auxílio. Vinte minutos depois ela volta com a sacolinha quase cheia.
- Quanto você conseguiu? – pergunta o petralha, ansioso.
E ela:
- Não muita coisa. Uns quinze isqueiros e 6 caixas de fósforos.
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José Serra,George Bush e a rainha Elizabeth
Enviado por edinholindinho em 29 Agosto, 2008 – 16:51
Encontraram-se no inferno:
José Serra, George W. Bush e a Rainha Elizabeth da
Inglaterra,
Bush pediu ao diabo uma autorização para fazer uma ligação
para os
EUA, porque queria saber como ficou o país depois da sua
partida.
O diabo permitiu a chamada e Bush falou durante 2 minutos.
Ao terminar, o diabo disse que a chamada custava 3 milhões de
dólares, Bush fez um cheque e pagou…
Quando a rainha soube, quis fazer o mesmo, e ligou para
Inglaterra,
mas conversou durante 5 minutos.O diabo passou a conta, em
libras
esterlinas, equivalente a 10 milhões de dólares.
obviamente que Serra ficou intrigado e também quis ligar
para São Paulo para ver como havia ficado o Estado, mas
conversou por
mais
de 3 horas com sua mulher. Quando desligou, o diabo disse que
era 3,50
dólares. O próprio Serra ficou atônita, porque havia
presenciado as
cobranças anteriores que duraram muito menos tempo.
Então, perguntou ao diabo porque custava tão pouco ligar para São Paulo ?
O diabo respondeu:
De inferno para inferno a chamada é local
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O molusco foi ao clínico geral, com o saco inchado. O médico disse que era uma inflamação no testículo esquerdo, nada grave etc.etc., mas recomendou a
procura de um ESPECIALISTA que iria indicar.
Quando ia lhe dar o cartão de um colega UROLOGISTA, enganou-se e deu o cartão de um ADVOGADO.
O molusco marcou hora e estava lá diante do ADVOGADO, achando que era o urologista.
UROLOGISTA:
- Em que posso ajudar ?
O molusco abaixou as calças e mostrou:
- Como o senhor está vendo doutor, estou com uma inflamação no testículo esquerdo.
O advogado ficou olhando a cena, sem entender absolutamente nada, e disse:
Meu amigo, a minha especialidade é o Direito.
E o molusco:
- Porra, vai ser ESPECIALISTA assim na puta que pariu !!!
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O Chávez e o molusco estão pescando no Caribe, quando o Chávez diz:
- Estou aqui porque minha casa pegou fogo, e tudo foi destruído pelo fogo.
A companhia de seguros pagou tudo, e com o que sobrou vim para cá.
Diz o molusco:
- Que coincidência! Estou aqui porque minha casa e tudo o que estava dentro foi levado por uma enchente. O seguro cobriu tudo! – diz o engenheiro.
O Chávez fica calado por alguns instantes, e então pergunta:
- E como você começou a enchente?
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José Serra chamou o Secretário de Segurança Pública e solicitou informações sobre seu grau de popularidade entre os policiais.
Dias depois o Sec. de Seg. retornou e disse: “Governador, consegui dividir os policiais em dois grandes grupos, os otimistas e os pessimistas”.
Muito bom, disse José Serra, diga-me o pensamento dos otimistas.
Certo Governador. Esse grupo de otimistas acha que os policiais logo logo estarão comendo *****.
O Governador retrucou: “Olha *****, você entendeu errado, eu quero a opinião dos otimistas”.
O secretário devolveu: “Muito bem Governador, essa é realmente a opinião dos otimistas, mas é que os pessimistas acreditam que a ***** não vai dar pra todo mundo”.
Na década de 70 a cidade de Manhumirim-MG tinha um morador famoso. Seu nome era Jorge Doido, e ele era conhecido por sair às ruas de vez em quando gritando “Cataclisma! Cataclisma!”, fazendo com que a galera que já morria de medo da bomba atômica naquela época achasse que tinha mesmo chegado o fim. O que é engraçado mesmo nessa história é que nossa imprensa e o Luiz Gonzaga estão, mais uma vez, fazendo igualzinho ao Jorge Doido.
Gripe Suína—-Cuidado com o espirro dos porquinhos
http://74.125.47.132/search?q=cache:zsGO0iQTFCgJ:quantotempodura.wordpress.com/2009/05/03/nao-e-preciso-humilhar-o-jose-serra-ele-ja-se-humilha-sozinho/+piadas+sobre+%22jose+serra%22&cd=14&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
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O petralha estava assistindo a um jogo de futebol no estádio quando, de repente, sentiu alguém apertando-lhe o ombro.
Ele olhou para trás e viu um sujeito baixinho que lhe sorria.
Voltou-se para assistir o jogo e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e lá estava o baixinho sorrindo.
Pouco depois, outro aperto.
- Escuta aqui – gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho. – Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.
O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto.
Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuava impassível, ele perguntou:
- Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?
E o baixinho explicou:
- É que eu sou um alienígena, não tenho saco, por isso não senti nada!
- Então, como vocês fazem sexo no seu planeta?
- Assim ó… – e apertou-lhe o ombro novamente.
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Criação do mundo
Quando DEUS estava criando o mundo resolveu dar
duas qualidades para cada povo.Então DEUS disse
para o anjo anotar tudo do jeito como Ele falasse.
Primeiro foi a vez dos americanos:
-Eles terão a capacidade de controlar bem os
negócios e serão bem ricos.
Depois foi a vez dos chineses:
-Eles terão a capacidade de desenvolver objetos
eletrônicos e a capacidade de se reproduzir
assustadoramente.
Depois foi a vez dos portuguêses:
-Eles serão burros e conquistadores.
Quando chegou a vez dos brasileiros e DEUS disse:
-Eles serão inteligntes, honestos e todos votarão
no José Serra.
Então o anjo falou:
-Mas DEUS para todos os povos você deu duas
características e pros brasileiros você de três
assim eles ficarão em vantagem.
Então DEUS disse:
-Como nem eu posso mudar algo que já disse vamos
fazer o seguinte, os brasileiros só poderão usar
duas características de cada vez.
Se ele for honesto e votar no José Serra ele não
vai ser inteligente, se ele for inteligente e
votar no José Serra ele não será honesto, e se ele
for honesto e inteligente ele não vota no
JOSÉ SERRA
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Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 14h02m
Deu na Veja
Os fujões do mensalão
De Lauro Jardim:
A juíza Pollyanna Alves, da 12ª Vara Federal de Brasília, só vai aguardar até quarta-feira o contato das autoridades citadas como testemunhas pelos réus do mensalão.
Até quinta-feira passada, dez dos 65 arrolados não haviam dado nenhum sinal de vida – ou seja, não ligaram para marcar dia nem hora de seu depoimento, o que é um direito de todas as autoridades.
Como, no entanto, todos já foram oficiados três vezes, Pollyanna Alves decidiu não mais esperar. As testemunhas que não marcarem o depoimento até quarta-feira terão de comparecer em juízo no dia e hora determinados por ela.
Pollyanna está fazendo uso de uma novidade: há duas semanas, o STF determinou que a prerrogativa de a autoridade marcar dia e hora para depor perde a validade se a testemunha demorar mais de um mês. Autoridades ou não, terão de falar. Melhor assim.
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Mentiroso não!
Tem gente que acha que eu perdi o controle ao discutir com o presidente da Sabesp no ar. Na minha opinião, eu não perdi nada. Só defendi o meu ponto de vista e fiz bom jornalismo: eu tinha uma informação do Prefeito que desmentia o presidente da Sabesp.
Ué, não é porque o cidadão é presidente de empresa, vereador, prefeito, deputado, senador, governador que ele não pode ser questionado. Muito pelo contrário: ele tem que prestar contas do que está fazendo.
Eu faço jornalismo assim: digo o que eu penso e o que tenho de informação na cara mesmo.
Mas não acho que perdi o controle.
Datena
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Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 14h06m
Chávez pede apoio de mulheres venezuelanas à Dilma
De Luciana Lima, da Agência Brasil:
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ontem (30) à noite o apoio das mulheres venezuelanas à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para a Presidência do Brasil.
O pedido foi feito em um discurso de Chávez para cerca de mil mulheres que participavam da comemoração do aniversário de dez anos do Inamujer, órgão governamental responsável pela definição de políticas para mulheres da Venezuela.
“Vou dizer algo para vocês. Lula me convidou para uma conversa com uma grande mulher brasileira e o coração me disse que ela será a próxima presidenta do Brasil. É uma extraordinária mulher que vocês vão conhecer. Dilma Rousseff esteve também na guerrilha no Brasil, esteve presa, torturada e está preparando-se para assumir a campanha no próximo ano. Aqui, chamo a todas que apoiemos Dilma para a Presidência do Brasil. Uma mulher digna, revolucionária, valente. Vocês vão conhecer”, disse Chávez.
O presidente venezuelano havia passado o dia recebendo a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na noite de quinta-feira (29) jantou com ele e a ministra Dilma no Hotel Humbold, um símbolo de Caracas localizado no alto da montanha El Ávila, ao norte da capital.
Chávez apostou na popularidade de Lula para ajudar a eleger a minsitra. “Meu coração me disse muita coisa e me disse que não vai ser fácil. Mas Lula tem uma aprovação de mais de 70%”.
Zé Serrote: Será que ele continua interferindo nos assuntos dos outros países?
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Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 14h55m
Deu na Veja
Más notícias, presidente
Fora a tentativa de expulsar o correspondente do New York Times, Lula nunca levantou a mão contra a liberdade de expressão. Mas a língua não perde chance de atacar a imprensa
Por que Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e o casal Kirchner tratam a imprensa como inimiga? Porque na Venezuela, na Bolívia, no Equador e na Argentina de seus sonhos não há lugar para jornais, revistas e redes de televisão independentes.
Para essa gente, notícia é só aquilo que seus ministros da propaganda dizem que é notícia. Todos eles suprimiram a liberdade de imprensa ou estão em via de fazê-lo.
Esperam um dia atingir o controle total da informação obtido pelas grandes ditaduras do século passado, prática que é mantida ainda por seus irrelevantes sobreviventes atuais: Cuba e Coreia do Norte.
Nesses países não existe imprensa. Não existem repórteres. Não existem jornais. Não existe democracia. Não existe liberdade. Portanto, não existe notícia. Cubanos e norte-coreanos vivem vidas miseráveis, privados das mínimas exigências da subsistência civilizada, mas os papéis pintados periódicos daqueles países não relatam a triste realidade.
Por onde se olha na América Latina, há um governante com a ideia fixa de que seus fracassos seriam menos gritantes se só existisse a imprensa oficial. O Brasil vinha sendo a excepcionalidade na região. Agora o próprio presidente Lula está desenhando o que ele imagina ser a imprensa ideal.
“Não acho que o papel da imprensa é fiscalizar. É informar”, disse Lula há duas semanas. Na quinta-feira passada, ele voltou à carga com o seguinte discurso, direcionado a repórteres que cobriam uma cerimônia que reunia catadores de papel, em São Paulo: “Hoje vocês têm a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor de vocês e se embrenharem no meio dessa gente (…) Publiquem apenas o que eles falarem. Não tentem interpretar”.
É espantoso. Lula não lê jornais. Mas quer ensinar como editar jornais.
Má notícia, senhor presidente. Ter 80% de popularidade não credencia ninguém a ser repórter ou editor. Não existe jornalismo a favor. Não existe jornalismo feito pelo estado. Não é atributo do Poder Executivo traçar limites para o exercício da imprensa.
A liberdade de expressão não pertence ao universo oficial dos gabinetes executivos, não tangencia os planos de governo e não obedece às orientações dos ministérios da propaganda. Seus limites estão estabelecidos na Constituição e eternizados na cultura dos países democráticos. Os próprios leitores e a Justiça punem os jornalistas que ultrapassam os limites éticos.
A imprensa tem sido vilanizada no Brasil por duas razões principais. A primeira decorre da noção primitiva que alguns ideólogos do petismo têm do Brasil, que para eles é uma grande e simplória terra ideal: a “PTópolis”, habitada por pessoas que têm papéis claramente definidos, como a Patópolis, de Walt Disney.
Os habitantes de PTópolis também são divididos em classificações rígidas. Existem os que ocupam o andar de cima e os do andar de baixo; os pretos e os brancos; os ricos e os pobres; os bons e os maus; os produtores e os usurários; os amigos e os inimigos do rei…
A segunda razão é o fato de que, quando a cúpula de PTópolis e seus corruptos do coração produzem escândalos – e eles os produzem aos montes –, a culpa nunca pode ser do líder ou de seus próximos. A imprensa livre é um estorvo em PTópolis.
Ela insiste em investigar, fiscalizar e dar nome aos bois. Em PTópolis, idealmente, só deveriam exercer o jornalismo as pessoas designadas para isso pelo estado. No mundo perfeito de PTópolis não há lugar para algo imperfeito, barulhento, enxerido, investigativo, teimoso, livre, falível e, algumas vezes, até irresponsável como é a imprensa. PTópolis: ame-a ou deixe-a!
Zé Serrote: Meu pato!
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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
eles fazem a “carniça” depois ficam “sobrevoando”..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E o espirro do porquinho leva a culpa, de acordo com o “Ministro da Saude” de FHCia…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Quem quiser entender Minas, não leia os PIG´s locais – “Estado de Minas”, ” O Tempo”, Rádio Itatiaia… revistas “Encontro”, ” Viver” são Aécios. Não se vê ou ouve nenhuma noticia , que não agradece ao governador, sobre Minas…etc. Parece que Minas está no céu. Isto custa muito dinheiro, muita propaganda , marketing. Voces podem acreditar: na despedida do jogador Sorin (Cruzeiro) o governador vai entrar em campo… para jogar!!!! Isto é um grande destaque da imprensa local, principalmente da Rádio Itatiaia.
Para entender o que se passa em Minas é preciso ler o Jornal Novo Rumo, um dos únicos não cooptados.
http://www.novojornal.com/politica_noticia.php?codigo_noticia=6431
30/10/2009, 12:29 – EDITORIAL II: POLÍTICA COM “P” MINÚSCULO
Geraldo Elísio escreve no “Novojornal”. Prêmio Esso Regional de jornalismo, passado e presente embasam as suas análises Por Geraldo Elísio
“Em política, estar com a rua não é o mesmo que estar na rua.” – Ulysses Guimarães
Não chega a ser novidade que a política caiu de nível. Desconfio que não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. A descrença popular em relação àqueles que os representam nos parlamentos e em outras instituições é gritante. Nos países mais civilizados se não chega a ser bem assim, é notória a velocidade com a qual o povo manda para “o olho da rua” os políticos que não cumprem as propostas assumidas.
No Brasil, acredito, estamos chegando a esta fronteira. As máscaras estão caindo, razão que leva os chamados “representantes do povo nas egrégias casas legislativas” ou “gaiolas de ouro” no jargão de antigos jornalistas da área, a tentar encontrar fórmulas capazes de perpetuá-los no Poder, como denunciou o delegado Protógenes Queiroz.
O que não falta são exemplos de ações evidentes de política com “P” minúsculo. Um rol infindável e somente mais cansativo do que a inércia das instituições que deveriam punir tais falcatruas e se omitem, constituindo-se em cúmplices do esboroamento do Brasil como Nação.
Porém, se o eleitor brasileiro atingir um grau de consciência que o possibilite defenestrar maus políticos, o que é altamente recomendável, terá de enfrentar um problema sério. Onde encontrar peças de reposição? Longe está o tempo em que nomes do porte de Ulisses Guimarães, Milton Campos, Teotônio Vilela (pai), Josafá Marinho, Tancredo Neves, Pedro Aleixo, Leonel Brizola, Tristão da Cunha, Jarbas Passarinho, Carlos Prestes, Adauto Lúcio Cardoso, Daniel Krieger e outros dos quais política ou ideologicamente podia-se até discordar, mas nunca jamais macular as suas honras pessoais, povoavam as casas legislativas. Era um elenco de políticos, não de comerciantes trapalhões sem nada a ver com os comediantes de fama nacional.
Esses nomes citados, secundado por tantos iguais, em todos os planos, estavam com as ruas, não nas ruas, onde hoje tantos estão. Por mais incrível que pareça, causando protesto das chamadas mulheres de vida pública que entendem ser politicamente incorreto taxá-los de homens públicos.
Falso otimismo
Pela importância do assunto transcrevemos um trecho da coluna do mestre Hélio Fernandes, da “Tribuna da Imprensa.”
“Os jornalões deturpam até a palavra pública e pessoal do presidente dos EUA. O que ele disse, e como é figura que não pode ser ignorada, retumbaram no mundo inteiro: “Estamos S-A-I-N-D-O da recessão, mas ainda FALTAM anos para que a ECONOMIA se recupere”.
Agora repercutiram, com “adendos”, que palavra, assim: “Os EUA S-A-Í-R-A-M da recessão”. Mudaram todo o sentido da afirmação, basta examinar os pontos chaves da afirmação do presidente.
Saiu um novo jornal econômico, com sede em São Paulo. Quem investiu tanto num setor que pode até ser influente, mas não é lucrativo? Apesar de defender seguradoras, bancos e empresas globalizadas?
Na última e nada discreta chamada na Primeira, desvenda uma parte: “O Bradesco BBI comanda avanço sobre médias empresas”. E logo depois, sem constrangimento: “Cimento cresce no Norte do país”. Cimento não cresce, o Wall Street é mais bem escrito, Hupert Murdoch é gangster, mas cuidadoso.”
Este espaço é permanentemente aberto ao democrático direito de resposta a todas as pessoas e instituições aqui citadas.
gelisio@novojornal.com
31/10/2009, 10:04 – Governo lança edital da primeira PPP
Sancionada há cinco anos, lei foi apresentada como essencial para garantir investimentos em infraestrutura no país Quatro anos e 11 meses depois de sancionada a lei, que foi apresentada à época como essencial para garantir investimentos em infraestrutura, o governo federal lançará, na semana que vem, o edital da primeira PPP (parceria público-privada).
A parceria entre companhias privadas e o governo é uma nova modalidade de licitação de obras públicas, já utilizada em vários países, como Reino Unido e Portugal. A principal característica dessas obras é que o retorno financeiro geralmente não é suficiente para garantir o interesse do setor privado. Dessa forma, o governo garante um rendimento mínimo para o investidor e pode até usar dinheiro do Orçamento a fim de complementar essa receita.
O projeto escolhido é a conclusão e operação do sistema de irrigação do Pontal, em Petrolina (Pernambuco). A ideia é permitir que uma empresa privada cuide de toda a infraestrutura de irrigação e possa receber, além da tarifa de água cobrada dos usuários, R$ 202 milhões do governo federal ao longo de 25 anos.
O vencedor da PPP também terá que garantir que as terras irrigadas estejam ocupadas em até seis anos após a assinatura do contrato com o governo federal e que continuem assim por todo o contrato. O governo permitirá que sejam selecionadas empresas agrícolas para ocupar a área e pequenos agricultores terão que ser integrados à produção.
O governo já gastou R$ 235 milhões no projeto desde 1996, mas até agora não há ocupação. A estimativa é que ainda seja necessário investir mais R$ 87 milhões para que a área possa ser utilizada.
Projetos anteriores
Quando a lei das PPPs foi sancionada, em dezembro de 2004, o governo federal previa que as primeiras obras seriam realizadas em 2006. Foram selecionados 23 projetos que totalizavam R$ 13 bilhões e poderiam ser feitos por intermédio de parceiras.
Dois deles – a ferrovia Norte-Sul e a duplicação da BR-116, na Bahia- chegaram a ser modelados para PPPs, mas o governo concluiu que os empreendimentos não precisavam da garantia de rendimento mínimo.
De acordo com o ministro Paulo Bernardo, houve demora do governo para criar e regulamentar o fundo que garantirá o pagamento aos sócios da União e também dificuldades em elaborar os editais, já que se trata de um modelo novo.
Congresso
Quando a proposta tramitou pelo Congresso Nacional, era considerada essencial pelo governo para viabilizar os projetos de infraestrutura. Guido Mantega, então ministro do Planejamento, chegou a dizer que o país estava “perdendo competitividade” e ameaçou editar uma medida provisória, caso as negociações com o Congresso não avançassem.
O governo teve que ceder à oposição para garantir a aprovação da proposta. Entre as mudanças, fixou-se em 1% da receita do governo o teto para gastos com as PPPs, e a participação de empresas financiadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) foi limitada. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Aécio e Serra devem ser dizimados da política brasileira. Já é hora de mostrar ao Brasil quem é o verdadeiro Aécio. O que ele fez por Minas, ou principalmente pelo Vale do Jequitinhonha? Nada. O único órgão de imprensa no Brasil que tem a coragem de revelar todas as facetas desse tirano é o Novo Jornal. com. Sugiro a você que acesse esse site. É bastante esclarecedor. Sim, de fato é um veículo de comunicação que não comunga com o PIG.
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Fui lá no Novo Jornal. Um pasquim sem futuro. Um veículo de petralhas…
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O Ministério da Saúde manda avisos para o molusco, com os segiuntes dizeres:
1 – MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando, na verdade está gritando.”
2 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.”
3 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex- namoradas(os) estão realmente “a fim” de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada..”
4 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado” (CUJO NOME E/OU ESPÉCIE VOCÊ NEM CONSEGUE SE LEMBRAR)
5 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.”
6 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo nome é Serra.
7 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.”
8 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode, literalmente, “desaparecer”.
9 – O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
“O consumo de álcool pode realmente CAUSAR estupidez”.
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Onde houver nomes como, por exemplo:
Tucanalha, PIG, Tucademos, Zé Pedágio, fhCIA, fernandinos, lacerdentos, e outros ataques imbecis à oposiçao responsável, independente do nome que estiver acima escrito, pode ter certeza…
…foram inventados pelo petralha “brasileiro acima de tudo”.
Ele vive sózinho inventando nomes falsos porque o molusco está “sem caixa” para pagar mais petralhas.
Disse: Zé Serrote
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Esse ser inergumeno é um coitado Luiz Gonzaga, ele ja ta na base do desespero, parte pro ataque gratuito, pois sabe que suas besteiras postadas não tem crédito.
A população inteligente ja descobriu o presidente parlapão que nós temos.
Por isso que José Serra segue disparado na frente em todas as pesquisas.
O povo ta cansado de promessas mentirosas, de gente que vai enganar o povo inaugurando pedra fundamental e gasta uma grana tremenda com isso.
O povo ta cansado desses caras pseudo-populares, que só os ignorantes o tratam como nosso representante, coisa que ele ja deixou de ser ha muito tempo.
Lula e o PT só pensam no deles. Só isso.
VEJA 3 – A TV Traço de Franklin Martins
sábado, 31 de outubro de 2009
Por Lauro Jardim
TV traço 0
Em dezembro, faz dois anos que estreou a televisão pública de Lula, a TV Brasil. É um bom momento para falar de números. Em setembro, no Rio de Janeiro, segundo o Ibope, a média de audiência da TV Brasil foi de 0,4 ponto porcentual entre 7 da manhã e meia-noite. Achou pouco? Em Brasília, foi de 0,3 ponto porcentual.
Tudo conforme o antevisto aqui…
sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | 15:38
Agora entendi alguns comentários saltitantes, que têm os dois pés no chão e as duas mãos também. O Anão da Bota Cor-de-Rosa está incitando o Esquadrão Pink a anunciar a “vitória” em Honduras. Ai, ai… Mais asqueroso do que o esquerdismo truculento, é este de chanchada.
O que foi que este blog escreveu no dia 1º de outubro?
Atenção: Zelaya e Chávez, ao contrário do que diz certa canalha no Brasil, já deram com os burros n’água. Não é de hoje que afirmo isso. Desde que o Plano Arias foi apresentando como solução internacionalmente aceita, dá-se de barato que o que aconteceu em Honduras não foi um golpe. A menos que a proposta fosse, então, colocar o bandoleiro chamado de “presidente legítimo” sob a tutela de “golpistas”. Atenção: pouco importa a forma de um eventual acordo, Zelaya estaria sob tutela até 27 de janeiro, quando assume o presidente eleito no pleito de novembro – caso este se realize mesmo.
O Anão da bota cor-de-rosa a quem Reinaldo Azevedo fala é PHA.
O boboca petralha idiota, que se converteu ao Lulismo graças a uma “ajudinha”.
LULA NÃO PRECISA DO SEU VOTO !!!
http://www.youtube.com/watch?v=FtoEsb0Iyhc
E NEM A CANDIDATA DELE !!!
Renato Augusto, eu postei no youtube varios comentarios em video sobre o episodio da moça da “Unibambi”
Nada justifica alguem levantar a voz e chamar uma moça que não conhece de p…
Além de ser uma ofensa moral, o que é crime, quem concorda com essa atitude também esta errado, pq está julgando uma pessoa que não conhece, só pela roupa que esta usando.
Autor de denúncia do mensalão defende investigação pelo MP
31 de outubro de 2009
O ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza, que se aposentou no início deste mês, depois de quatro anos na chefia do Ministério Público Federal (MPF), lamenta a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir sobre o poder de investigação paralelo do MP. Segundo o autor da denúncia do mensalão, “o MP não quer assumir o papel de polícia judiciária, mas, simplesmente, oferecer denúncias com informações suficientes para que sejam acolhidas pelo Judiciário”.
“Essa indefinição só está prejudicando a solução das ações penais”, afirmou Souza. “Sempre que se abre um contencioso incidental, com base na suposta invalidade de provas obtidas pelo MP, se desvia o foco principal das ações penais, que é decidir sobre a autoria e a culpabilidade dos réus.”
De acordo com Souza, no processo do mensalão, que culminou com o recebimento da denúncia, pelo STF, contra 39 indiciados, a partir do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, as investigações foram feitas não só pela polícia judiciária, mas com base em elementos probatórios obtidos pela CPI dos Correios e informações colhidas pela própria Polícia Federal, mas também pela Receita Federal e pelo Banco Central, provocadas pelo Ministério Público.
A polêmica de se o Ministério Público pode ter a iniciativa de conduzir ou realizar investigações criminais está prestes a ser decidida pelo plenário do STF. A expectativa é de que a Corte dê uma interpretação mais flexível ao dispositivo constitucional segundo o qual cabe à Polícia Federal exercer, com exclusividade, as funções de polícia judiciária da União, e às polícias civis a apuração de infrações penais, exceto as militares.
Cinco dos 11 integrantes do tribunal já têm posição firmada na linha de que o MP pode, sim, promover a investigação criminal em caráter “concorrente e subsidiário”, sobretudo em “hipóteses delicadas, nas quais pode se tornar questionável a atuação da polícia, notadamente em crimes praticados por policiais, como a prática de tortura”, segundo o ministro Celso de Mello.
Na última terça-feira, a 2ª Turma do STF reconheceu, mais uma vez, o poder de investigação paralelo do MP, no julgamento de três habeas-corpus relatados por Celso de Mello, decano do tribunal, que foi acompanhado por Eros Grau e Joaquim Barbosa – componentes da turma, juntamente com Ellen Gracie e Cezar Peluso. A ministra e Peluso não participaram da sessão. Mas Ellen Gracie já se pronunciou, em outro caso semelhante, no mesmo sentido da maioria consolidada na sua turma, assim como Ayres Britto, integrante da 1ª Turma.
Como relator de um inquérito em que o deputado Remi Trinta foi indiciado por fraudes contra o Sistema Único de Saúde, em 2004, Ayres Britto votou favoravelmente à legalidade da investigação, que fora instaurada e presidida pelo MP, quando o pleno do STF começava a analisar a o mérito da denúncia. Mas o ministro Cezar Peluso pediu vista daquele processo, que acabou por ser enviado à Justiça de primeiro grau, já que o parlamentar não foi reeleito em 2006.
A posição de Peluso é uma incógnita desde que, há mais de dois anos, também pediu vista do chamado leading case, com base no qual a questão deve ser resolvida – o habeas-corpus ajuizado pela defesa de Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, denunciado – com base em investigação promovida pelo MP estadual, como mandante do assassinato, em 2002, do então prefeito de Santo André (SP), o petista Celso Daniel.
O ministro Marco Aurélio é o relator desse caso-piloto e, na sessão interrompida pelo pedido de vista, em junho de 2007, votou pelo arquivamento da ação penal em curso na Justiça de Itapecerica da Serra. Para Marco Aurélio, o aditamento à denúncia contra Sombra, feita pelo MP estadual, em dezembro de 2003, com base em “investigação paralela sigilosa, com a indicação de um promotor para presidir o inquérito, bate de frente com os dispositivos constantes dos artigos 144 e 129 da Constituição”. No seu entender, enquanto o primeiro é “auto-explicativo”, ao atribuir às polícias civis, “dirigidas por delegados de polícia de carreira, as investigações em inquéritos penais”, o artigo 129 especifica, entre “as funções institucionais” do MP, “exercer o controle externo da atividade policial” e “requisitar diligências e a instauração do inquérito policial”.
Em seu voto vencedor na 2ª Turma, num dos julgamentos realizados na última semana, Celso de Mello rebateu a tese de que um dos incisos do artigo 144 veda a condução de investigação criminal pelo MP. Segundo ele, quando a Constituição menciona a exclusividade da Polícia Federal no exercício das funções de polícia judiciária a Carta pretende apenas distinguir a competência da PF das funções das demais polícias.
Gosto do blog que nos permite discutir as notícias e ideias, todos defendendo seus partidos…mas, gostaria de saber qual dos políticos será realmente capaz de fazer alguma coisa pelo país?! Não demora, estaremos ouvindo discursos maravilhosos, apaixonados, esclarecedores com soluções para todos os nossos problemas…enfim, promessas e mais promessas, já que depois de eleitos, em Brasília,o vírus da “corrupção” toma conta de todos os planos e estratégias. Tudo é “aceito” e “acerto”, não se fala, vê e ouve nada, os ideais são esquecidos…e no fim, o povo é que se “ferra”!
Enviado por Ruy Fabiano -
31.10.2009
| 16h54m
Artigo
A quem não interessa a CPI do MST
Os que protestam contra a CPI do MST, em instalação no Congresso, invocam um argumento pueril: seria um instrumento político contra os movimentos sociais. Portanto, injusto.
Mas o que está em pauta não é a legitimidade dos movimentos sociais (que não se esgotam na questão agrária), mas os meios de que o MST se vale para sustentar sua pauta de reivindicações. A lei existe para todos, independentemente do que pleiteiem.
O MST com freqüência ignora a lei. Sustenta, através de suas lideranças, que, em face da nobreza de seus propósitos, a lei é um detalhe, quando não um obstáculo. Isso talvez explique o fato de haver nada menos que 165 ações judiciais, em instâncias diversas, contra o Movimento, que sequer existe como entidade jurídica.
É sustentado por um conjunto de ONGs, que capta dinheiro nos cofres do erário e em entidades internacionais e os repassa (ou não) aos sem-terra. E é aí que está um dos pontos centrais da investigação que o Congresso fará (ou não fará, já que a maioria governista não quer a CPI): não há transparência contábil.
Não se sabe o que é feito do dinheiro, que não é pouco. Contabiliza-se na escala das centenas de milhões. Há pistas importantes para as investigações iniciais. Relatório da CPI das ONGs, no Senado, que mapeou entidades ligadas ao MST, será utilizado como ponto de partida para futuras convocações à CPI do MST.
O relatório detecta um vínculo entre as entidades repassadoras de recursos da União ao MST e parlamentares governistas, a maioria do PT. Diz que muitas delas passaram a captar recursos públicos em maior volume depois que conseguiram empregar em gabinetes de parlamentares seus próprios representantes.
Citam-se, no tal relatório, entre outros, os deputados petistas Marco Maia (RS), Assis do Couto (PR), Anselmo de Jesus (RO) e o recentemente falecido Adão Preto (RS). O documento menciona desvio de recursos públicos e fala em formação de quadrilha.
Já na própria CPI das ONGs, as evidências apontadas respaldaram quebra de sigilo de quatro entidades parceiras do MST: Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil (Concrab), Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-Sul).
Juntas, receberam algo em torno de R$ 50 milhões dos cofres públicos. A CPI das ONGs confirmou o vínculo empregatício de representantes dessas entidades em gabinetes daqueles parlamentares. Um deles, lotado no do deputado Marco Maia, representava os interesses de nada menos que 13 entidades ligadas ao MST. Se essas informações não produziram maiores conseqüências na CPI das ONGs – esvaziada pela ação governista -, podem, no entanto, produzi-las agora, na CPI do MST, já que constituem o foco central da investigação. De cara, vão gerar as primeiras convocações e depoimentos.
Constata-se, entre os que condenam a instalação da CPI do MST – entre os quais, destacados intelectuais, que firmaram abaixo-assinado -, argumentação semelhante à que buscou evitar a CPI da Petrobrás: evocar uma suposta teoria da conspiração para evitar as investigações. Ora, se o MST não delinqüiu, não há o que temer. E, se delinqüiu, o temor deverá ser apenas dos delinqüentes, não dos defensores da reforma agrária.
Assim como a descoberta de eventuais falcatruas na Petrobrás não inviabilizará a empresa, nem fará com que o petróleo deixe de ser nosso, a reforma agrária não sairá da agenda política pela constatação de que uma organização que a postula comete irregularidades. Pelo contrário. Saneada em seu comando, terá meios mais efetivos de se materializar.
Movimento social não é uma entidade, mas uma realidade concreta que a transcende – não começa, nem acaba com ela. Se determinada entidade se comporta mal no papel de porta-voz daquela realidade, pode até sair de cena, mas o clamor que deveria expressar continua e se reorganiza de maneira mais eficaz.
Pelo volume de recursos já aportados ao MST, a causa da reforma agrária já deveria estar bem mais avançada. Os sem-terra poderiam até ter entrado no agronegócio, por meio de cooperativas.
O que se constata é que não há empenho em resolver a crise agrária, mas em dela tirar proveito político. Não se quer pôr fim à tensão no campo, mas mantê-la como instrumento de pressão política e eleitoral. É claro que os que se beneficiam com essa estratégia – e não são com certeza os trabalhadores sem-terra – estão contrariados. Mas isso nada tem a ver com movimento social. Tem outro nome, capitulado no Código Penal.
Ruy Fabiano é jornalista
Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 21h10m
Rosane diz que recebe só R$ 13 mil de pensão de Collor
Do jornal Extra:
Rosane Malta briga na Justiça para ter direito à metade do patrimônio do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Ela revela que recebe uma pensão de R$ 13 mil, ou seja um terço do que recebia na época da Presidência, quando o empresário Paulo César Farias disse que “madame estava gastando demais”.
O senador (PTB-AL) ainda paga o salário de quatro funcionários que trabalham na mansão no bairro Murilópolis, em Maceió, onde Rosane mora. A casa de quatro quartos – com piscina, quadra de tênis e quadra de futebol – foi comprada quando Collor deixou o governo de Alagoas para concorrer à Presidência da República, em 1989.
Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2009
| 21h55m
Recursos para presídios estão embargados
Em meio a problemas de superlotação e rebeliões, pelo menos R$ 460 milhões destinados pelo governo federal para a construção e a reforma de presídios estão parados nas contas bancárias de 24 estados e do Distrito Federal.
Relatório da Caixa Econômica Federal obtido pelo Globo informa que os projetos que deveriam ser financiados com esses recursos estão embargados por pendências nas licitações, entraves ambientais e falhas de engenharia, entre outros problemas.
Em alguns casos, o dinheiro mofa nas contas desde 2004, e os projetos não saem do papel há quatro ou cinco anos, relata reportagem de Jailton de Carvalho, publicada na edição deste domingo, do Globo.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 2h36m
DEU EM O ESTADO DE S.PAULO
Licença pode custar patrimônio de chefe do Ibama
Roberto Messias e diretor de licenciamento do órgão são alvos do Ministério Público
De João Domingos:
Tido como um destravador de licenças ambientais, o presidente do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias Franco, corre o risco de perder o patrimônio pessoal se condenado pela Justiça.
O Ministério Público Federal e o Ministério Público de Rondônia movem dois processos por improbidade administrativa contra Messias e o diretor de Licenciamento do Ibama, Sebastião Custódio. Eles foram acusados de conceder a licença de instalação do canteiro de obras e para todo o empreendimento da Usina de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, sem respeitar a Lei de Licitações nem a Constituição.
As ações são o exemplo maior dos conflitos que envolvem o licenciamento das obras de infraestrutura, pois nem dois dos responsáveis pela fiscalização se livraram dos problemas.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 2h58m
deu em o estado de s.paulo
Planalto prepara a criação de órgão que ficará acima do TCU
Objetivo seria enquadrar ‘célula de oposição’ que estaria controlando máquina de fiscalização e travando obras
De João Domingos:
O governo já estuda a criação de uma câmara técnica para resolver pendências relacionadas com a paralisação de obras diretamente com o Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, levou a proposta ao presidente do órgão, Ubiratan Aguiar, e ao ministro José Múcio Monteiro e aguarda uma manifestação. O Palácio do Planalto considera o TCU uma espécie de célula da oposição, visto que, dos nove membros, cinco são ex-políticos oposicionistas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu também ordem para que sejam respondidos imediatamente todos os questionamentos em relação às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o conjunto de empreendimentos que deverá servir de alavanca para a candidatura da ministra Dilma Rousseff à Presidência, no ano que vem. A determinação de Lula levou a Casa Civil, que supervisiona o PAC, a rebater um a um todos os questionamentos quanto a 15 itens do programa.
Aguiar, ex-deputado pelo PSDB, disse que ainda não foi procurado pelo governo para tratar da câmara técnica. “Tudo o que sei a esse respeito veio da imprensa”, afirmou. A assessoria do TCU complementou a informação, dizendo que a ideia é uma repetição da iniciativa de Rui Barbosa, de um órgão independente para fiscalizar o Executivo – ou seja, o próprio TCU.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 3h22m
deu na folha de s.paulo
Cabral aumenta em 37% recursos para publicidade
Governo tira verba da pasta da Agricultura e não explica origem de R$ 16 milhões
Em nota, o Estado diz que foi necessário o acréscimo porque o Orçamento “previa um valor menor que o valor que se pretendia gastar”
O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), ampliou em R$ 25 milhões a verba para propaganda, aumentando em 37,3% o montante de recursos autorizados para o setor.
A Secretaria de Agricultura foi a que mais perdeu recursos (R$ 6,8 milhões). A publicação de decreto no “Diário Oficial”, no entanto, não explica a origem de R$ 16 milhões remanejados para a propaganda.
Segundo o texto publicado, o limite para gastos em “serviço de comunicação e divulgação” da Subsecretaria de Comunicação Social foi ampliado de R$ 66,9 milhões para R$ 91,7 milhões, o maior já registrado na gestão Cabral. Até ontem, o governo havia gasto com publicidade R$ 61,9 milhões.
Caso mantenha essa tendência até o final do ano, desembolsará no setor mais de R$ 80 milhões, padrão que se mantém desde o início do governo.
Ao assumir seu mandato, para se contrapor à ex-governadora Rosinha Matheus (PMDB), Cabral havia dito que só gastaria dinheiro com publicidade de prestação de serviço.
Enviado por Ricardo Noblat -
1.11.2009
| 3h36m
deu na folha de s.paulo
Caixa pagou parte de festa em homenagem a Toffoli
Parte da festa oferecida em homenagem ao ministro José Antonio Dias Toffoli após a sua posse, no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa Econômica Federal.
A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), que organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura, pediu R$ 50 mil à Caixa Econômica, a título de patrocínio para a festa.
Questionado pela Folha, o banco confirma que, do valor pedido, repassou R$ 40 mil.
A comemoração, para 1.500 pessoas, aconteceu no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5 mil metros quadrados às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.
O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio da CEF à festa. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa. Quer saber se a despesa foi regular.
“Não posso concordar com a Ajufe transformada em laranja. Não veria problema se a Caixa Econômica desse dinheiro para um evento cultural da Ajufe. Não poderia haver patrocínio para esse tipo de encontro”, diz Flores da Cunha.
O juiz afirma não ter intenção de fragilizar a entidade, mas tornar a Justiça mais respeitada e transparente.
Ele foi procurado pela Folha depois do vazamento de e-mails em rede interna na internet. Em mensagem, o juiz chamava os diretores da Ajufe de “meros tesoureiros de “vaquinhas” que, se lícitas fossem, não se dariam desta forma”.
Cunha pediu informações sobre o montante gasto na festa e sobre se havia previsão estatutária após ler notícias de que a Ajufe contratara um buffet com pratos quentes, uísque, vinho e espumantes.
Enviado por Fernando Henrique Cardoso -
1.11.2009
| 8h07m
ARTIGO
Para onde vamos?
A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas.
Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?
Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.
É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública.
Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?
Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.”
Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.
Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”.
Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.
Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro.
Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.
Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina.
No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.
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Esse artigo do FHC foi a explicação mais clara que lí últimamente sobre a intenção do molusco, dos sindicalistas, dos petralhas e dos oportunistas de plantão.
Vou repeti-lo várias vezes para que os brasileiros, que são verdadeiros democratas, lembrem no futuro que foram avisados das tentativas dessa quadrilha petista em transformar o Brasil em uma nova Cuba no continente sulamericano.
Essa estória de alta popularidade é uma ilusão. É como aconteceu com o Jânio Quadros que tentou dar o golpe contando com a grande adesão popular que havia conseguido na época; contava com o apoio do povo para aclamá-lo o “grande líder”. Deu no que deu.
O povo é como o “jacaré guloso” que, enquanto o seu alimentador lhe fornece comida à vontade, permanece fiel; quando a comida acaba ele morde a perna do tratador e se puder o engole inteiro, até que apareça um outro mais generoso.
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ARTIGO
Para onde vamos?
A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas.
Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?
Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.
É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública.
Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?
Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.”
Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.
Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”.
Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.
Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro.
Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.
Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina.
No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.
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Quanto mais o Lula fala
Mais votos ganha o Serra
Como diz o cantadô:
“O bom cabrito não berra”
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Domingo petralha não trabalha?
…ou é porque o pagamento falha?
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Pois é Luiz kd a encrenca?
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