Mon 3 May 2010
Integração é a melhor arma contra a ilegalidade e o crime
Posted by jorge under Cerimônias
Os presidentes Fernando Lugo e Lula se cumprimentam na fronteira entre Paraguai e Brasil, em Ponta Porã (MS). Foto: Ricardo Stuckert/PR
Ou fazemos a integração da produção, do trabalho, da educação e da saúde para todos, ou a integração será a da ilegalidade, do crime do tráfico de drogas e de armas, afirmou o presidente Lula em seu discurso no encerramento do seminário Brasil-Paraguai: Perspectivas de Comércio e Investimentos na Fronteira, realizado nesta segunda-feira (3/5) em Ponta Porã (MS). Lula voltou a defender o aprofundamento do Mercosul como poderoso instrumento de integração da América do Sul, sendo necessário para isso avançar na eliminação da dupla cobrança da tarifa externa comum e atuar pela plena incorporação da Venezuela ao bloco.
Ao Brasil interessa a prosperidade e a estabilidade de nossos vizinhos. Não nos convém ser uma ilha de prosperidade num oceano revolto. Nossa cooperação será fundamental para derrotar a criminalidade, tenha ela a cara que tiver.
Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente:
Para ler a transcrição do discurso, clique aqui.
Lula destacou o simbolismo de se realizar a reunião na fronteira entre Paraguai e Brasil e citou a Declaração Conjunta de 25 de julho de 2009 que reafirma a centralidade de Itaipu como fator de integração entre os dois países. Segundo o presidente brasileiro, “demos mais um passo nessa direção ao definir os mecanismos para a construção da linha de transmissão entre a margem direita de Itaipu e a cidade de Villa Hayes. Isso permitirá que o Paraguai utilize a energia que lhe cabe na produção global de Itaipu para sua industrialização e bem estar de sua população”.
A regulamentação do Regime de Tributação Unificada também foi defendida, para atrair mais investimentos produtivos do Brasil ao Paraguai e dar maior equilíbrio à balança comercial entre os dois países. O comércio bilateral, lembrou Lula, foi 60% superior neste primeiro trimestre de 2010 em relação ao mesmo período do ano passado, num claro sinal de recuperação da atividade comercial entre os dois países.

O grande Celso Arnaldo prometeu a todos os santos que passaria o dia sem Dilma Rousseff. Não conseguiu. E melhorou o nosso domingo. Vejam o que andou fazendo a autora do Discurso sobre o Nada:
Optei por um domingo sem Dilma, dedicado à leitura inteligível e ao álbum de figurinhas da Copa que minha filha está colecionando, febrilmente.
Mas, há alguns minutos, por força de hábito, dei uma passada pelo twitter dela. E logo percebi que não poderia terminar o domingo sem Dilma:
“Daqui a pouco, às 20h, no http://www.dilmanaweb.com.br, estará no ar a gravação que converso sobre Cultura. Até Mais!”
A “gravação que converso”? Sim, é Dilma, de próprio punho. Mas o mais excitante do twitt é a chamada: tem Dilma falando sobre cultura no site oficial, talvez para tentar desfazer a péssima impressão sobre o livro que fingiu ter lido e sobre sua já notória incultura geral.
A conversa tem uns 15 minutos e é dividida em duas partes. Dilma está sentada entre a repórter oficial de sua campanha, Carla Bisol, e o moço-velho digital Marcelo Branco. Ao som de uma moda de viola meio bachiana (um mix de som bem Brasil com cultura clássica), ela e Marcelo fingem ver alguma coisa no notebook (sintonia com os novos tempos).
Mas o notebook e a música de fundo saem de cena antes da primeira pergunta: como garantir mais recursos para a cultura brasileira? Dilma vai responder, mas não sem antes interagir mais afetivamente com seus eventuais espectadores, como eu. A saudação revela-se indispensável:
“Primeiro eu queria cumprimentá os internautas. Oi, internautas”
Dito isto, dá-lhe teleprompter ─ tudo escritinho, o discursinho oficial pontuado a cada 10 segundos com o onipresente “isto é muito importante” de Dilma. Em dado momento, a câmara enquadra Dilma e Marcelo: ela lendo o texto num ponto futuro; ele, com uma camiseta que eu não usaria como pano de chão da cozinha, visivelmente tentando acompanhar a leitura tatibitate dela no monitor.
Não vou dissecar o teor da “entrevista”, cheia de números duvidosos ─ como a afirmação estranhíssima de Dilma de que o governo Lula instalou mais de mil cinemas em cidades com menos de 20 mil habitantes.
Mas chamo a atenção dos amigos para o trecho ─ aí de improviso ─ em que a cinéfila Dilma Rousseff, que rivaliza com a leitora voraz, fala sobre sua paixão pelo movimento cineclubista em Belo Horizonte, particularmente pelo CEC, Centro de Estudos Cinematográficos. E pela primeira vez revela a verdadeira razão de ter fugido de Minas:
“A gente assistia e discutia. Naquela época até era considerado um pouco avançado e muito subversivo discutir filme. Cê imagina a discussão que saía quando você discutia Vidas Secas, porque em Vidas Secas, né, tá retratado todo o problema da miséria, da pobreza, da saída das pessoas do Nordeste pro Brasil”.
Podemos imaginar Dilma e seus colegas de cineclube, de desodorante vencido e calcanhar sujo, discutindo aos tapas a verdadeira problemática de Vidas Secas: o Nordeste ali retratado era mesmo o do Brasil ou apenas uma alegoria da miséria sul-americana ou africana, já que, segundo Dilma, os retirantes tentavam sair do Nordeste para o Brasil?
A discussão foi tão acalorada que os vizinhos do CEC chamaram a polícia. Foi quando Dilma decidiu que Belo Horizonte já não era mais uma cidade segura para ir ao cinema ─ pelo menos para quem tem uma interpretação tão subversivamente primária sobre um clássico absoluto do cinema brasileiro.
Desconfio que Dilma Rousseff assistiu a Vidas Secas e a qualquer outro filme do mesmo modo que leu As Brasas.
José Serra tem 68 anos, é paulista, filho único de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado numa vila operária da Moóca, em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante búlgaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte; foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.
Quando Serra tinha 11 anos, sua família mudou para outra pequena casa, na Vila Bertioga, então “periferia” de São Paulo (o bairro não tinha luz na rua, calçamento e rede de esgotos). Ajudava seu pai no mercado e, no científico (Ensino Médio) já dava aulas particulares de matemática para se manter.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, que pouco tempo depois viriam a praticar atentados, roubar e seqüestrar.
Aluno de escola pública, Serra conseguiu entrar da Escola Politécnica de Engenharia, e, no início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas.
Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso Clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.
Durante o Regime Militar de 1964, Serra exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi preso no Estádio Nacional, mas conseguiu sair e rumou para a Itália e, depois, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, atuando como professor e consultor.
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.
Em 1967, Serra casou-se com a bailarina chilena, depois psicóloga, Mônica Allende, com quem tem dois filhos e três netos e continua até hoje casado.
Dilma também se casou em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (”Aurélio”, “Lobato”). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões guerrilheiras em outros países, seqüestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.
Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de Matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um Mestrado e um Doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Trabalhou dois anos em Princeton, um dos templos do conhecimento mundial. Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.
Serra permaneceu 13 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados, correndo o risco de ser preso.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.
Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como pesquisaddor do Cebrap, editorialista da Folha de São Paulo e professor de Economia na UNICAMP, onde ficou.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer as disciplinas do mestrado na UNICAMP e, depois, sem apresentar a dissertação, as cadeiras do doutorado. Jamais concluiu qualquer um deles. Durante anos, o seu currículo oficial , em sites oficiais, mentiu que ela tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.
Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. Braço direito do governador Montoro, arrumou as finanças do Estado, organizou os investimentos e deu força à Educação e à Saúde.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu, recebendo um gordo salário e jetons.
Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, dos mais votados do Estado. Foi o deputado que aprovou a maior proporção de emendas na Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: “ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos.”
Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo e a segunda do Brasil.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia a horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.
Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias próprias que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, Dilma Rousseff voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.
Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde. Criou os Genéricos, implantou em todo o Brasil o Programa de Saúde da Família, fez os mutirões e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Em 1998, na cota do PDT, Dilma é presenteada com a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho. Vendo que o partido de Brizola estava decadente, largou o trabalhismo e ingressou no PT, em 2001.
Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em Engenharia Nuclear e doutor em Física, que coordenava o grupo de transição.
Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.
Em 2006, Serra elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerceu até o último dia 31 de março de 2010. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
De 2006 para cá, Dilma vem sendo imposta e empurrada goela abaixo por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.
Um pouco de humor…
www,youtube.com/watch?v=JgnXRwFVSsU
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US ACUNSÊIAMENTU DU INAÇO PÁ SUA CAGUIDATA (CORDEL POPULAR)
“Dirma,Dirma
Tomi temença
Veja u qui afirma
Sinão vira duença”
Minha véia cumpanhera
Devi aprendê a mintí
Num afirmi muta coiza
Çem antis mutcho pensá
A istrada têim puera
Quarqué uma bandaiêra
Priciza sê verdadera
Prus povu acriditá
Pra num virá um paiaço
Quarqué palava é um traço
Qui num podi si borrá
U meu nomi é Inaço
Quarqué coza qui eu fasso
É prus outro acriditá
Si num téim mermo diproma
Num fala tudu, num imbroma
Fala logu qui num sabe
A mintira é muto bôa
Maiz só devi simpregá
Nu lugá qui ela cabe
U bódi veio só fala
Quandu a mintira é redonda
Todu mundo vai na onda
I ainda mi palmeia
Inganá já tá na veia
Du mestri qui nada sabe
Qui só fala nu momento
Ondi a farsidade cabe
Só fale quandu pudé
Logu, logu iscapulí
Pois a art di mintí
Num é prá quarqué cristão
Já dizia u Salumão
U sábo di antigamente
Cristu abençoa us qui mente
I us torna Prisidente
Prá inganá seus irmão
Si ocê mi obidecê
I aprendê a lissão
Possu lhi aprumetê
Qui na próchima inleissão
Ocê será prisidente
Deça imença nassão
Açinado: Zé Serrote o pueta do Serrão
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A maneira mais direta
De acabar com petralha
É votar em José Serra
Homem culto e que trabalha
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U BÃO BRASILERO (ESTÓRIAS DE CORDEL)
U muluscu qué fazê
Du Brasí Vinizuela
Máiz num vai acuntecê
Essa póbi isparrela
Us povu tá tudu isperto
I u Serra vem aí
A caguidata da Dirma
Cum certeza num si afirma
I u truque vai aluí
U Serra vem pra ficá
Eli é um hómi bão
Prá sê nossu prisidente
Prá cunsertá a Nassão
Anssina: Zé Serrote o pueta do Serrão
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O pronunciamento em rede de emissoras de rádio e televisão na noite desta quinta-feira (29/4), o presidente Lula destacou a seguinte poesia:
Brasilêru e brasilêra
Dispôis de tanta bestêra
Qui ispalhei puraí
So fartava u petismu
Agi cum todu cinismu
Qui na vida aprendi
A Dirma, muié valenti
A caguidata qui menti
Inté mi çurpriendeu
Abuzô da besterada
Ispaiô tanta cagada
Qui muntcho mi aburreceu
Maiz na vida tudu paça
Inté mermo as trapaça
U pôvu vai isquecê
Mas prá tudu miorá
I Prá havê paz na Terra
É mio vuncês votá
Nu cumpadi Jusé Serra
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Luiz Inaçu da Sirva, seu criado!
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DUELO DI ZÉ SERROTE CONTRA U INAÇO PROPAGANDERO (ESTÓRIAS DE CORDEL)
Zé Serrote, u pueta,
agora vai lhi peitá
Responda seim mintirada
Pru povu acriditá
Cadê as çuas prumessa
Qui anda fazeno à bessa
Qui só fica nu falá
I próvi si fô capáiz
U qui é hoji u Fomi Zero
Podi pensá eu ispero
U qui vai arrespostá
Cadê u tar di ProUni
Qui só fêiz nove pur cento
I era só fingimento
Propaganda prá ingrupí
Us nossu universitáro
Qui cum cara di otáro
Nessi papo acriditáro
Cunversa prá boi durmí!
Cadê u Luz para Todo
Qui ia alumiá
Era apenas ingôdu
P’rus povu isperançá?
Cadê u tar di Pronaci
Qui ia dá sigurança
Falanu i cidadania
É máiz uma hirisia
Prá inganá as criança
Us cidadão ias muié,
Nessa farsa gunvernanssa?
Tudu issu virô PAC?
Só mintira, só axaque
Prá inganá u Brasil?
Tómi vergonha seu cába
Vê si num menti i si gaba
Nada diço nus siduz
Vô lhi mandá prum lugá
Si subé intrerpetá
“Prá quenga qui deu- lhi à luz!”
Anssina: Zé Serrote o pueta do Serrão
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Aviso
O farso Luiz Gonzaga
Num sabi fazê Cordé
Só sabi falá bestêra
Prá hómi, véio e muié
Anssina: Zé Serrote o pueta do Serrão
U BÃO BRASILERO (ESTÓRIAS DE CORDEL)
U brasilero é um povu
Mutcho missigenado
Podi sê um mintiroso
Ô só um caba safado
Teim di vária qualidade
Podi sê um fanfarrão
Podi sê maliducado
Professô di burridade
Ô secretáro du cão
Podi sê um pau-mandado
Muleque du Amurim
Podi sê sela de mula
Dessas que peida e pula
Irmã do seu líde lula
Que só fala u quié ruim
Prá sê um homi perfeito
Num podi sê dessi jeito
Num podi sê tupetudo
Para sê um bom sugeito
Tem qui si dá u respeito
I si torná um perfeito
brasileiro bão, direito
i naum um comunistudo
………………………………….
Exe tar di brasilero
Si diz acima di tudu
Inté nomi di muié
Téim u caba teimuzudu
Maiz si cuntinuá assim
Vai ruminá capim
Vai sofrê di nó natripa
Virá macacu guariba
Calá boca e ficá mudu
Anssina: Zé Serrote o profeta do Serrão
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As contradições do socialismo
Publicado por Kassia Tavares em dezembro 21, 2007
Neste artigo, irei desconstruir o artigo “Porquê o Socialismo”, escrito pelo Físico Albert Einstein, em 1949, e, no decorrer do texto, apontar algumas contradições da formulação socialista.
www,monthlyreview.org/598einst.htm
Porquê o Socialismo?
por Albert Einstein
[i]”Será aconselhável para quem não é especialista em assuntos económicos e sociais exprimir opiniões sobre a questão do socialismo? Eu penso que sim, por uma série de razões.”[/i]
Eu penso que não. Apesar de que defendo o direito de cada um opinar sobre o que bem entende. Entretanto, economia é uma questão algo complexa, de modo que um leigo certamente incorrerá em algumas bobagens ao tratar do assunto. Aliás, é exatamente por isso que os “socialistas”, em sua imensa maioria, são leigos em Economia. É claro que alguém com um conhecimento mínimo de Economia não será um socialista. É freqüente esquerdinhas acharem que existe a possibilidade de existir algum tipo de economia que não a de mercado, uma economia socialista, por exemplo, onde não haveriam restrições de oferta, ou de insumos, ou de qualquer tipo de recursos. É engraçado quando vejo isso escrito – e olhe que é comum. Acho engraçado pois quando leio vejo que o sujeito que escreveu está tão distante da compreensão de como funciona o sistema econômico, mas simultaneamente não se esforça para compreende-lo, e, pior, acha que pode criticá-lo sem entende-lo. Os esquerdinhas, TODOS, não sabem como funciona o capitalismo. Simplesmente não sabem, não tem a menor idéia. Não sabem o que é uma dinâmica de mercado, não sabem o que são preços, não sabem o que é e quais as leis mais básicas da moeda, não sabem para que serve um banco comercial, nem um banco central, não sabem para que serve a Bolsa de Valores e nem o mercado de capitais, nem os mercados primários de títulos públicos, nem política monetária, nem sistema tributário, nem nada! Eles não tem a mais vaga noção desses conceitos, e mesmo assim acham que podem criticar o capitalismo! Não é engraçado?
[i]Consideremos antes de mais a questão sob o ponto de vista do conhecimento científico. Poderá parecer que não há diferenças metodológicas essenciais entre a astronomia e a economia: os cientistas em ambos os campos tentam descobrir leis de aceitação geral para um grupo circunscrito de fenómenos de forma a tornar a interligação destes fenómenos tão claramente compreensível quanto possível. Mas, na realidade, estas diferenças metodológicas existem. A descoberta de leis gerais no campo da economia torna-se difícil pela circunstância de que os fenómenos económicos observados são frequentemente afectados por muitos factores que são muito difíceis de avaliar separadamente. Além disso, a experiência acumulada desde o início do chamado período civilizado da história humana tem sido – como é bem conhecido – largamente influenciada e limitada por causas que não são, de forma alguma, exclusivamente económicas por natureza.[/i]
Essa é uma questão superada. Começa pelo fato de que, na época em que Einstein formulou sua Teoria da Relatividade, a Ciência Econômica praticamente não existia como tal. Nem mesmo o conceito de macro-economia, ou seja, a teoria dos agregados macro-econômicos tinha sido formulada, tendo em vista que esse instrumento teórico veio com Keynes. Como se não bastasse, o desenvolvimento ulterior da Ciência Econômica, sobretudo após a formulação de JF Nash, A Teoria dos Jogos e o Equilíbrio de Nash, é completamente revolucionário em termos de conhecimento econômico, e é posterior ao artigo. Ademais, o que evoluiu a ciência econômica nos últimos 30 anos é algo descomunal. Desse modo, tais argumentos mostram que tal artigo é apenas uma relíquia histórica sem qualquer validade científica.
[i]Por exemplo, a maior parte dos principais estados da história ficou a dever a sua existência à conquista. Os povos conquistadores estabeleceram-se, legal e economicamente, como a classe privilegiada do país conquistado. Monopolizaram as terras e nomearam um clero de entre as suas próprias fileiras. Os sacerdotes, que controlavam a educação, tornaram a divisão de classes da sociedade numa instituição permanente e criaram um sistema de valores segundo o qual as pessoas se têm guiado desde então, até grande medida de forma inconsciente, no seu comportamento social.[/i]
E o que isso tem a ver com Economia ou com Capitalismo? Economia é uma ciência que estuda, entre outras coisas, como funcionam trocas voluntárias, livres e pacíficas entre cidadãos livres que compartilham um lócus geográfico e social. A noção de propriedade é uma forma avançada de otimização dessas trocas, pois reduz os custos de transferência, ou seja, uma vez estabelecido o conceito de propriedade, reduz-se os custos de transações, e, com isso, todos os intervenientes do sistema ganham. TODOS, pois temos uma elevação da produtividade geral do sistema econômico. De qualquer forma, a história econômica pode ser contada também como a história do crescimento da produtividade marginal do trabalho, que, por sua vez, é influenciada pelos desenvolvimentos tecnológicos, que por sua vez, tem influência na economia, nos preços, na oferta e na procura, e nas possibilidades de disseminação de tais bens na sociedade.
[i]“Mas a tradição histórica é, por assim dizer, coisa do passado; em lado nenhum ultrapassámos de facto o que Thorstein Veblen chamou de “fase predatória” do desenvolvimento humano. Os factos económicos observáveis pertencem a essa fase e mesmo as leis que podemos deduzir a partir deles não são aplicáveis a outras fases.”[/i]
Discordo totalmente. A evolução do capitalismo o torna progressivamente menos predatório. E isso é óbvio. Os desenvolvimentos tecnológicos propiciados pelo capitalismo são introduzidos nos sistemas produtivos, que tendem a ser cada vez menos custosos. Ora, se as empresas estão em busca constante de redução de custos, então elas são cada vez menos predatórias, pois estão sempre em busca de produzir o mesmo produto final, ou mesmo um produto final melhor, com menos insumos materiais, primários e humanos. Pense em quanto pesava um carro há 40 anos, quanto consumia de combustível. E verifique quanto pesam os carros hoje, e quanto consomem. Os eletrodomésticos modernos consomem uma fração da energia que consumiam há 1 década. Chegamos a era da informação, na qual um serviço, como um site de relacionamento, como o Orkut, por exemplo, pode se expandir indefinidamente sem o uso de qualquer insumo físico adicional. Portanto, está claro que a afirmação acima é completamente equivocada.
[i]“Uma vez que o verdadeiro objectivo do socialismo é precisamente ultrapassar e ir além da fase predatória do desenvolvimento humano, a ciência económica no seu actual estado não consegue dar grandes esclarecimentos sobre a sociedade socialista do futuro.
Segundo, o socialismo é dirigido para um fim sócio-ético. A ciência, contudo, não pode criar fins e, muito menos, incuti-los nos seres humanos; quando muito, a ciência pode fornecer os meios para atingir determinados fins. ”[/i]
E o que é o socialismo, supostamente, científico, senão um fim em si mesmo, alíás, uma ciência que criou um “fim”, um “fim” – socialismo – artificial, anti-natural, anti-humano, liberticida, e impositivo a ser-humano? Einstein, de fato, não entendeu nada do que é socialismo!
“Mas os próprios fins são concebidos por personalidades com ideais éticos elevados e – se estes ideais não nascerem já votados ao insucesso, mas forem vitais e vigorosos – adoptados e transportados por aqueles muitos seres humanos que, semi-inconscientemente, determinam a evolução lenta da sociedade.
Por estas razões, devemos precaver-nos para não sobrestimarmos a ciência e os métodos científicos quando se trata de problemas humanos; e não devemos assumir que os peritos são os únicos que têm o direito a expressarem-se sobre questões que afectam a organização da sociedade ”
Inúmeras vozes afirmam desde há algum tempo que a sociedade humana está a passar por uma crise, que a sua estabilidade foi gravemente abalada. É característico desta situação que os indivíduos se sintam indiferentes ou mesmo hostis em relação ao grupo, pequeno ou grande, a que pertencem. Para ilustrar o meu pensamento, permitam-me que exponha aqui uma experiência pessoal. Falei recentemente com um homem inteligente e cordial sobre a ameaça de outra guerra, que, na minha opinião, colocaria em sério risco a existência da humanidade, e comentei que só uma organização supra-nacional ofereceria protecção contra esse perigo. Imediatamente o meu visitante, muito calma e friamente, disse-me: “Porque se opõe tão profundamente ao desaparecimento da raça humana?”
Tenho a certeza de que há tão pouco tempo como um século atrás ninguém teria feito uma afirmação deste tipo de forma tão leve. É a afirmação de um homem que tentou em vão atingir um equilíbrio interior e que perdeu mais ou menos a esperança de ser bem sucedido. É a expressão de uma solidão e isolamento dolorosos de que sofre tanta gente hoje em dia. Qual é a causa? Haverá uma saída?
É fácil levantar estas questões, mas é difícil responder-lhes com um certo grau de segurança. No entanto, devo tentar o melhor que posso, embora esteja consciente do facto de que os nossos sentimentos e esforços são muitas vezes contraditórios e obscuros e que não podem ser expressos em fórmulas fáceis e simples.
[i]“O homem é, simultaneamente, um ser solitário e um ser social. Enquanto ser solitário, tenta proteger a sua própria existência e a daqueles que lhe são próximos, satisfazer os seus desejos pessoais, e desenvolver as suas capacidades inatas. Enquanto ser social, procura ganhar o reconhecimento e afeição dos seus semelhantess, partilhar os seus prazeres, confortá-los nas suas tristezas e melhorar as suas condições de vida. Apenas a existência destes esforços diversos e frequentemente conflituosos respondem pelo carácter especial de um ser humano, e a sua combinação específica determina até que ponto um indivíduo pode atingir um equilíbrio interior e pode contribuir para o bem-estar da sociedade.”[/i]
E o socialismo é apenas a tentativa de suprimir, por meio da violência institucional, dessas características, tão básicas quanto humanas, que diferenciam homens e animais. Não é por outro motivo que sistemas socialistas não passam de aparatos violentos que se propõem basicamente a transformar seres-humanos em animais. Os exemplos estão todos aí, e são eloqüentes!
É perfeitamente possível que a força relativa destes dois impulsos seja, no essencial, fixada por herança. Mas a personalidae que finalmente emerge é largamente formada pelo ambinte em que um indivíduo acaba por se descobrir a si próprio durante o seu desenvolvimento, pela estrutura da sociedade em que cresce, pela tradição dessa sociedade, e pelo apreço por determinados tipos de comportamento. O conceito abstracto de “sociedade” significa para o ser humano individual o conjunto das suas relações directas e indirectas com os seus contemporâneos e com todas as pessoas de gerações anteriores. O indíviduo é capaz de pensar, sentir, lutar e trabalhar sozinho, mas depende tanto da sociedade – na sua existência física, intelectual e emocional – que é impossível pensar nele, ou compreendê-lo, fora da estrutura da sociedade. É a “sociedade” que lhe fornece comida, roupa, casa, instrumentos de trabalho, língua, formas de pensamento, e a maior parte do conteúdo do pensamento; a sua vida foi tornada possível através do trabalho e da concretização dos muitos milhões passados e presentes que estão todos escondidos atrás da pequena palavra “sociedade”.
[i]“É evidente, portanto, que a dependência do indivíduo em relação à sociedade é um facto da natureza que não pode ser abolido – tal como no caso das formigas e das abelhas.”[/i]
Esse é o grande equívoco. Abelhas e formigas agem por instinto, e se comportam quase sempre da mesma forma. Não pensam, não são racionais. Somente por meio de violência institucional é que é possível transformar seres-humanos em formigas ou abelhas, e é isso que os “socialistas” querem. Eles só não são suficientemente inteligentes para perceber que as sociedades liberais e capitalistas são a forma mais avançada de organização social humana.
No entanto, enquanto todo o processo de vida das formigas e abelhas é reduzido ao mais pequeno pormenor por instintos hereditários rígidos, o padrão social e as interrelações dos seres humanos são muito variáveis e susceptíveis de mudança. A memória, a capacidade de fazer novas combinações, o dom da comunicação oral tornaram possíveis os desenvolvimentos entre os seres humanos que não são ditados por necessidades biológicas. Estes desenvolvimentos manifestam-se nas tradições, instituições e organizações; na literatura; nas obras científicas e de engenharia; nas obras de arte. Isto explica a forma como, num determinado sentido, o homem pode influenciar a sua vida através da sua própria conduta, e como neste processo o pensamento e a vontade conscientes podem desempenhar um papel.
O homem adquire à nascença, através da hereditariedade, uma constituição biológica que devemos considerar fixa ou inalterável, incluindo os desejos naturais que são característicos da espécie humana. Além disso, durante a sua vida, adquire uma constituição cultural que adopta da sociedade através da comunicação e através de muitos outros tipos de influências. É esta constituição cultural que, com a passagem do tempo, está sujeita à mudança e que determina, em larga medida, a relação entre o indivíduo e a sociedade. A antropologia moderna ensina-nos, através da investigação comparativa das chamadas culturas primitivas, que o comportamento social dos seres humanos pode divergir grandemente, dependendo dos padrões culturais dominantes e dos tipos de organização que predominam na sociedade. É nisto que aqueles que lutam por melhorar a sorte do homem podem fundamentar as suas esperanças: os seres humanos não estão condenados, devido à sua constituição biológica, a exterminarem-se uns aos outros ou a ficarem à mercê de um destino cruel e auto-infligido.
Se nos interrogarmos sobre como deveria mudar a estrutura da sociedade e a atitude cultural do homem para tornar a vida humana o mais satisfatória possível, devemos estar permanentemente conscientes do facto de que há determinadas condições que não podemos alterar. Como mencionado anteriormente, a natureza biológica do homem, para todos os objectivos práticos, não está sujeita à mudança. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos e demográficos dos últimos séculos criaram condições que vieram para ficar.
Em populações com fixação relativamente densa e com bens indispensáveis à sua existência continuada, é absolutamente necessário haver uma extrema divisão do trabalho e um aparelho produtivo altamente centralizado. Já lá vai o tempo – que, olhando para trás, parece ser idílico – em que os indivíduos ou grupos relativamente pequenos podiam ser completamente auto-suficientes. É apenas um pequeno exagero dizer-se que a humanidade constitui, mesmo actualmente, uma comunidade planetária de produção e consumo.
heguei agora ao ponto em que vou indicar sucintamente o que para mim constitui a essência da crise do nosso tempo. Diz respeito à relação do indivíduo com a sociedade. O indivíduo tornou-se mais consciente do que nunca da sua dependência relativamente à sociedade. Mas ele não sente esta dependência como um bem positivo, como um laço orgânico, como uma força protectora, mas mesmo como uma ameaça aos seus direitos naturais, ou ainda à sua existência económica. Além disso, a sua posição na sociedade é tal que os impulsos egotistas da sua composição estão constantemente a ser acentuados, enquanto os seus impulsos sociais, que são por natureza mais fracos, se deterioram progressivamente. Todos os seres humanos, seja qual for a sua posição na sociedade, sofrem este processo de deterioração. Inconscientemente prisioneiros do seu próprio egotismo, sentem-se inseguros, sós, e privados do gozo naïve, simples e não sofisticado da vida. O homem pode encontrar sentido na vida, curta e perigosa como é, apenas dedicando-se à sociedade.
[i]”A anarquia económica da sociedade capitalista como existe actualmente é, na minha opinião, a verdadeira origem do mal. Vemos perante nós uma enorme comunidade de produtores cujos membros lutam incessantemente para despojar os outros dos frutos do seu trabalho colectivo – não pela força, mas, em geral, em conformidade com as regras legalmente estabelecidas. A este respeito, é importante compreender que os meios de produção – ou seja, toda a capacidade produtiva que é necessária para produzir bens de consumo bem como bens de equipamento adicionais – podem ser legalmente, e na sua maior parte são, propriedade privada de indivíduos.”[/i]
Pois Einstein estava profundamente equivocado. A “anarquia” que Einstein via no sistema capitalista não é anarquia, mas liberdade! Anarquia é um lócus sem regras, sem orientação, sem hierarquia. O Capitalismo estabelece-se com regras, sobretudo regras de mercado, onde os indivíduos são os senhores de suas vontades. O sistema produtivo capitalista produz o que os inivíduos desejam, e produzem cada vez mais e melhor, com menor custo. E isso é uma dinâmica, um processo, uma dinâmica econômica baseada na liberdade! Mercado é liberdade! Liberdade do indivíduo, que termina na liberdade do outro indivíduo.
[i]“Para simplificar, no debate que se segue, chamo “trabalhadores” a todos aqueles que não partilham a posse dos meios de produção – embora isto não corresponda exactamente à utilização habitual do termo. O detentor dos meios de produção está em posição de comprar a mão-de-obra. Ao utilizar os meios de produção, o trabalhador produz novos bens que se tornam propriedade do capitalista. A questão essencial deste processo é a relação entre o que o trabalhador produz e o que recebe, ambos medidos em termos de valor real. Na medida em que o contrato de trabalho é “livre”, o que o trabalhador recebe é determinado não pelo valor real dos bens que produz, mas pelas suas necessidades mínimas e pelas exigências dos capitalistas para a mão-de-obra em relação ao número de trabalhadores que concorrem aos empregos. É importante compreender que, mesmo em teoria, o pagamento do trabalhador não é determinado pelo valor do seu produto.”[/i]
Aqui a bobagem de sempre. Querem, em pleno século XX, após mais de 1 século que a Teoria da Utilidade Marginal demoliu a Teoria do Valor Trabalho, falar em “valor”! Como é que consegue se construir um acelerador de partículas, hoje? Com Física Newtoniana? Não! Com Física Relativística, de Einstein! Transporte isso para a Economia: Utilidade Marginal está para a Física Relativística, assim como o Valor Trabalho está para a Física Newtoniana. É claro que um esquerdinha jamais compreenderá isso, e, então, continuará rum ruminando.
[i]“O capital privado tende a concentrar-se em poucas mãos, em parte por causa da concorrência entre os capitalistas e em parte porque o desenvolvimento tecnológico e a crescente divisão do trabalho encorajam a formação de unidades de produção maiores à custa de outras mais pequenas.”[/i]
O capitalismo mostrou como lidar com isso: Leis de Concorrênica, Agências Reguladoras, Leis Anti-Truste, Anti-Dumping!
E o socialismo? Qual sua proposta para o problema? Rá..Rá..Rá…Ao invés de o capital se concentrar em “poucas mãos”, concentra-lo em uma única mão: a do Estado! Rá..Rá…Rá…Essa é uma das grandes contradições do socialismo!!!! Rá..Rá..Rá…
E por falar em contradições, eu mostro várias do socialismo. Mas gostaria que algum esquerdinha me apontasse alguma do capitalismo! Pode ser uma contradição exposta por Marx.
O resultado destes desenvolvimentos é uma oligarquia de capital privado cujo enorme poder não pode ser eficazmente controlado mesmo por uma sociedade política democraticamente organizada. Isto é verdade, uma vez que os membros dos órgãos legislativos são escolhidos pelos partidos políticos, largamente financiados ou influenciados pelos capitalistas privados que, para todos os efeitos práticos, separam o eleitorado da legislatura. A consequência é que os representantes do povo não protegem suficientemente os interesses das secções sub-privilegidas da população. Além disso, nas condições existentes, os capitalistas privados controlam inevitavelmente, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É assim extremamente difícil e mesmo, na maior parte dos casos, completamente impossível, para o cidadão individual, chegar a conclusões objectivas e utilizar inteligentemente os seus direitos políticos.
Assim, a situação predominante numa economia baseada na propriedade privada do capital caracteriza-se por dois principais princípios: primeiro, os meios de produção (capital) são privados e os detentores utilizam-nos como acham adequado; segundo, o contrato de trabalho é livre. Claro que não há tal coisa como uma sociedade capitalista pura neste sentido. É de notar, em particular, que os trabalhadores, através de longas e duras lutas políticas, conseguiram garantir uma forma algo melhorada do “contrato de trabalho livre” para determinadas categorias de trabalhadores. Mas tomada no seu conjunto, a economia actual não difere muito do capitalismo “puro”.
A produção é feita para o lucro e não para o uso. Não há nenhuma disposição em que todos os que possam e queiram trabalhar estejam sempre em posição de encontrar emprego; existe quase sempre um “exército de desempregados. O trabalhador está constantemente com medo de perder o seu emprego. Uma vez que os desempregados e os trabalhadores mal pagos não fornecem um mercado rentável, a produção de bens de consumo é restrita e tem como consequência a miséria. O progresso tecnológico resulta frequentemente em mais desemprego e não no alívio do fardo da carga de trabalho para todos. O motivo lucro, em conjunto com a concorrência entre capitalistas, é responsável por uma instabilidade na acumulação e utilização do capital que conduz a depressões cada vez mais graves. A concorrência sem limites conduz a um enorme desperdício do trabalho e a esse enfraquecimento consciência social dos indivíduos que mencionei anteriormente.
Considero este enfraquecimento dos indivíduos como o pior mal do capitalismo. Todo o nosso sistema educativo sofre deste mal. É incutida uma atitude exageradamente competitiva no aluno, que é formado para venerar o sucesso de aquisição como preparação para a sua futura carreira.
“o brasil pode mais++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++vote 45 ++++++++++++++++++++++++++++++++vote SERRA
“BRASIL PODE MAIS”
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Para ir de SP a Belo Horizonte IDA e VOLTA o motorista gasta r$ 17,60 em pedágio.
Para ir de SP a Ribeirão Preto gasta-se R$ 118,40 apenas IDA.
PSDB o partido do pedágio!!
alguns Babacas tucaninhos poderiam dizer , mas São Paulo tem as melhores estradas do BRASIL!!!
é realmente tem!!
As tarifas de pedágios nas estradas da Europa onde há as melhores estradas do mundo a tarifa custa em torno de R$ 0,02 a R$0,04 por Km e em São Paulo custa entre R$ 0,07 a R$ 0,16 o KM.
Vou continuar postando as verdades que a imprensa não divulga, e a incompetência de um governo que privilegia poucos em detrimento a muitos outros.
cade o metro de São paulo?
estão a vinte anos no poder do estado mais rico do Brasil.
e só estão construindo pedágios.
podem apostar, escrevam ai, tucaninhos BABACAS,
A próximo do PSDB em São Paulo, Será PEDÁGIO URBANO!!!!!!!!!!!
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US PAPÉ DA DOTÔRA (ESTÓRIAS DE CORDEL)
Dotora Dirma é muié
Qui bati im caba da peste
Teim um geitu cafageste
I num é di brincadera
Só menti pus inleitô
Qui teim merda na mulêra
Pidirum dia p’a ela
Us papé di documentu
Ela naqueli momentu
Quagi si amarelô
Na hora apresentô
Paru dotô delegado
Uns papé tudu amassado
I num grandi arrazuado
Dissi: Podi procurá
Aí devi de constá
U meu titu di dotora,
Mestri i prufessora
Dessas univeusidade
Si issu num fô verdadi
Queru quium canci mi pegui
Queru virá mula ou jegue
Ô rapariga di padi
Logu um meiz dispois
U inzami si mostrô
U negóço si ispaiô
Da cabeça au intistino
Coração,figo i bofi
Bobó i midiastino
Apariceu a mintira
A cara si isticô
Az urelha foi crecendo
U rabu disinrolô
Antisdonti prusiando
Cum u Tonho meu cumpadi
Preguntei si a tar da Dirma
É vista andanu com padi
Eli arregalô us ói
I dissi issu é vedade
Ela agora ta morandu
Cum toda cinceridadi
Cum munsinhô Damião
Páruco da cidadi
Meu véio avô já dizia
Nunca minta meu cumpadi
Deus castiga us mentiroso
Fali sempi a verdade
Mintiroso vai pru fogo
Pur toda Eternidade.
Assinado: Zé Serrote u prufeta do Serrão
A coordenação de campanha do PT está procurando novos candidatos para substituírem a candidata desastrada. Nomes que estão sendo propostos:
Para presidente:
Marta Suplicy: não dá porque só pensa “naquilo”
Serys slhessarenko: não dá porque só possui 2 neurônios
Ideli Salvatti: não dá porque só entende de bajulação
Marilena Chauí: não dá porque é muito prolixa e já saiu de moda
Para vice-presidente:
José Sarney: não dá porque está mais sujo do que chão de oficina
Collor: não dá porque todo mundo conhece quem é
Renan: não dá porque só entende de amantes e de bois
Bingo!!!
INRI Cristo: esse dá porque conseguiu com esforço próprio se tornar “filho de Deus na Terra”, coisa que o apedeuta ainda está tentando. A chapa ideal será:
Para presidente: Mãe Diná
Para vice-presidente: INRI Cristo
Deu em O Globo
D. Marisa usa avião oficial para ajudar Dilma
Primeira-dama viaja em aeronave reserva da Presidência para participar de feira com a candidata
A primeira-dama, Marisa Letícia, usou um Embraer 190, um dos aviões reservas da Presidência da República, para participar de um encontro promovido pela Associação das Mulheres Rurais de Uberaba (Amur), numa das barracas da 76 ExpoZebu, ao lado da ex-ministra e presidenciável petista Dilma Rousseff.
O encontro, no qual Dilma fez discurso de candidata, se transformou num ato de apoio à pré-candidata petista. Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se confundiram no momento de justificar a viagem da primeira-dama, acompanhada apenas de alguns seguranças, num avião de alto custo.
Primeiro surgiu a explicação de que dona Marisa Letícia viajou de São Paulo a Uberaba apenas para receber uma homenagem da Amur.
Em seguida, assessores do Palácio do Planalto divulgaram que a primeira-dama estava em Uberaba como representante do presidente Lula. Ela iria entregar uma carta do presidente aos dirigentes da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), patrocinadora da exposição.
Mas, logo depois da explicação, o vice-presidente José Alencar fez um discurso no palco central da exposição para dizer que ele estava ali como representante do presidente.
— Esta questão do uso do avião está definida desde os tempos de dona Ruth Cardoso. O uso do avião faz parte dos critérios de segurança e transporte do presidente e de seus familiares — disse um dos auxiliares da Presidência.
“Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia”
(por Rodrigo Constantino )
“Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam.” (Edmund Burke)
Agora é praticamente oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo.
Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum?”
Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável. Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista em 1933 na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.
Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Mas existem algumas diferenças importantes também. O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios – os mais abjetos – para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso. O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto.
Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, as ONGs, as estatais, as agências reguladoras, tudo! O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo . Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo. A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.
Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Uma continuação da gestão petista através de Dilma é um tiro certo rumo ao pior. Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje. Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?! Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo “bolivariano”?
Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia.Anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal. Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.
Dito isso, assumo que votarei em Serra. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma. Meu voto não é a favor de Serra. E, no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao governo Serra como sou hoje ao governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.
Respeito meus colegas liberais que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização – o que não é muito.
Com Serra é +++++++++++++++
mais Pedágio , Porrado em professores, camelos e perueiros.
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Esqueci, em motoboys Também.
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