Viagens internacionaisO presidente Lula aposta que a Copa de 2014 será um “cartão postal” para o mundo enxergar o Brasil “como uma grande economia”. Dizendo-se feliz porque o país “vive um momento excepcional”, com crescimento econômico, do emprego e da renda, o presidente espera que em 2014 aconteça com o Brasil o que ele entende que ocorreu com o anfitrião da Copa deste ano. Para ele, a África do Sul encantou o mundo e deixa uma imagem positiva, de um povo alegre, criativo e, ao contrário do muita gente pensava, com grande capacidade de organização.

Na visita oficial que faz à África do Sul, Lula foi convidado pelo presidente Jacob Zuma a ir à final da Copa no próximo domingo. Depois da reunião deles, em pronunciamento conjunto à imprensa, o brasileiro contou aos jornalistas que explicou a Zuma porque não irá. Disse que está há dez dias fora do Brasil em visita a seis países africanos e que “problemas graves” no Brasil, como as enchentes em Pernambuco e Alagoas, que le acompanhou por telefone mesmo durante a viagem.

Sobre o jogo entre Holanda e Espanha, Lula não demonstrou entusiasmo – “não diria que são os melhores” -, nem arriscou palpite. Para ele, a Espanha, apesar de ter um bom time, talvez o melhor da história daquele país, não apresentou um futebol convincente nos seis jogos anteriores. Já a Holanda, que “todo mundo sabia que ia longe”, não empolgou também.

Lula manifestou mais uma vez decepção com a eliminação do Brasil, contra a Holanda. Para ele, na derrota de virada por dois a um, o time teve falhas individuais do volante Felipe Melo e do goleiro Julio Cesar, no primeiro gol, e da defesa como um todo no segundo. Contudo, não há motivo para procurar culpados. Nem o técnico Dunga, bastante criticado. “Mas 2010 já faz parte do passado. Já estou pensando na Copa de 2014 e para o Brasil não fazer o fiasco de 1950”, disse.

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